Iniciativas Sustentáveis: P&G – Água potável para todos

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Por Karen Pegorari Silveira

Escolher uma causa pela qual lutar tem sido a aposta de companhias pelo mundo todo, são os chamados negócios com propósito – o propósito de uma empresa define quem e o quê a empresa é para si mesma, para seus membros, seus consumidores e sua comunidade. Essa tendência está inserida na 4ª Revolução Industrial, segundos estudiosos, e é uma nova oportunidade para o engajamento de colaboradores, segundo afirma um relatório recente da consultoria norte americana PWC. Empresas com propósito estão sempre buscando uma maneira de se conectar com os consumidores para tornar a vida deles melhor, enquanto também procuram inovações para promover impacto social e ambiental em larga escala.

Atenta às novas demandas sociais, a P&G escolheu sua causa – levar água pura para crianças e ajudar a reduzir mortes causadas por diarreia pela ingestão de água contaminada em países em desenvolvimento, onde 800 milhões de pessoas ainda não têm acesso à água potável.

No Brasil, o programa Água Pura para Crianças foi implantado em 2014 e já atende mais de 36 mil pessoas nas comunidades ribeirinhas do Amazonas, Vale do Jequitinhonha e comunidades no extremo sul da Bahia. Atualmente, a empresa realiza uma campanha em comemoração aos 30 anos chamada “1 clique = 1 dia de água pura”, em que convidam consumidores a doarem gratuitamente um dia de água pura para uma família beneficiada pelo programa.

Este é um dos principais programas de responsabilidade social da P&G e permitiu transformar 15 bilhões de litros de água suja em água pura, em âmbito global, para pessoas sem acesso à água potável, desde 2004. A intenção da companhia é acelerar os esforços para oferecer água pura a um número ainda maior de pessoas no mundo – 25 bilhões de litros – equivalentes a mais de 100 bilhões de copos de água em todo o mundo, até 2025.

A P&G tem como um dos seus pilares de gestão a Cidadania, que engloba a Responsabilidade Social Corporativa, Diversidade, Igualdade de Gênero e a Sustentabilidade Ambiental como um dos seus focos. O principal desafio é pensar em ações que envolvam cada um desses pilares e sigam beneficiando cada vez mais as comunidades que estamos inseridos.

Um dos pilares da cidadania na P&G é o Impacto na Comunidade, em que globalmente a escolha estratégica da empresa é focar no desenvolvimento integrado da infância, através de programas de educação, saúde e bem-estar. No Brasil, a empresa conta com dois parceiros que viabilizam as metas de educação por meio do programa P&G pela Educação: United Way Brasil e Instituto Ayrton Senna. O programa integra todas as ações sociais feitas pelas duas instituições em parceria com a P&G.

Diversidade e inclusão também são outras questões do pilar de cidadania. Para eles, a obrigação e o compromisso de fazer a diferença para tornar o mundo um lugar mais tolerante e igualitário também faz parte do negócio. Toda contratação ou promoção conta uma candidata mulher e um candidato homem, que são avaliados igualmente pelo perfil, experiência e conhecimento. Hoje, 42% do time de liderança é composto por mulheres.

A companhia reconhece que ainda há muito a ser feito, mas trabalha para estimular a diversidade e inclusão, não apenas dentro da empresa, como fora. Algumas das iniciativas da companhia, por exemplo, incluem a parceria com a Faculdade Zumbi dos Palmares, para levar maior capacidade para o recrutamento de pessoas negras, parcerias com os coletivos negros das universidades.

A Sustentabilidade Ambiental é outro foco da Cidadania da P&G, que tem o objetivo de promover mudanças positivas nas áreas de clima, água e resíduos. Para isso, estabeleceram uma série de metas de curto prazo que garantirão a sustentabilidade da companhia a longo prazo. Com um plano intitulado “Ambição 2030”, querem tornar isso possível e inspirar um impacto positivo no meio ambiente e na sociedade, criando valor para a companhia e para os consumidores.

No Brasil, todas as fábricas da companhia já são zero resíduo para o aterro sanitário e tiveram avanços significativos no consumo de energia e gestão sustentável do consumo de água. Hoje, a P&G está em compliance com a Política Nacional de Resíduos Sólidos, por meio do programa “Dê a mão para o futuro”, criado pela ABIHPEC (Associação Brasileira da Indústria de Higiene Pessoal, Perfumaria e Cosméticos) em parceria com outras associações. O programa arrecada recursos e investe em cooperativas de catadores selecionadas através de treinamentos e capacitação, compra de equipamentos e veículos e na estrutura necessária para que elas possam operar. Essas cooperativas recolhem as embalagens pós-consumo.

De acordo com a gerente de Comunicação Corporativa, a Responsabilidade Social é fundamental para o negócio da P&G e na construção de sua cultura. “Todos os dias trabalhamos para ser uma força para o bem e uma força para o crescimento. Nossa aspiração é impactar positivamente todos os nossos stakeholders em cada área do nosso trabalho de cidadania. Em todas as nossas marcas, funcionários, operações e parceiros de negócios, fazemos diferenças significativas na vida das pessoas em todo o mundo”, completa.

 Sobre a P&G Brasil

A P&G emprega 3.300 pessoas no Brasil, incluindo seus escritórios administrativos e 4 fábricas e atua com 14 marcas: Always, Ariel, Aussie, ClearBlue, Downy, Gillette, head&shoulders, Herbal Essences, Metamucil, OldSpice, Oral-B, Pampers, Pantene, Vick.


Iniciativas Sustentáveis: P&G – Sachê limpa água contaminada

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Por Karen Pegorari Silveira

A falta de água potável já afeta cerca de um bilhão de pessoas no mundo. No Brasil, segundo o Sistema Nacional de Informações sobre Saneamento (SNIS/2012), mais de 17% da população não recebe água limpa por redes de abastecimento, o que reflete diretamente no desenvolvimento da sociedade e principalmente das crianças.

Doenças como a diarreia, que muitas vezes é consequência do consumo de água impura, são responsáveis por mais mortes de crianças no mundo do que o HIV e a malária juntas. São mais de 1.600 mortes de crianças com até 5 anos por dia no planeta.

Esse contexto chocante foi o que motivou uma das maiores fabricantes de produtos de higiene pessoal e limpeza, a americana Procter & Gamble, a desenvolver um produto social inovador chamado P&G Sachet, que acaba de chegar ao Brasil.

O sachê possui 4 gramas e é capaz de transformar 10 litros de água contaminada em 10 litros de água potável, livre de resíduos sólidos e impurezas, atendendo às normas da Organização Mundial de Saúde (OMS).

O produto exclusivo não será comercializado, faz parte da principal ação de responsabilidade social da empresa, o Programa Água Pura Para Crianças. A diretora global do projeto, Allison Tummon Kamphuis, diz que já foi entregue mais de 7,8 bilhões de litros de água purificada, contabilizando mais de um litro de água limpa para cada habitante do planeta. “É uma meta alcançada que nos orgulha muito e nos motiva a seguir em frente. A P&G tem como compromisso a conscientização sobre a crise mundial de água e, até 2020, nossa meta é salvar uma vida a cada hora, com a distribuição de 200 milhões de sachês, o equivalente a dois bilhões de litros de água pura por ano”, anuncia.

O presidente da P&G Brasil, Alberto Carvalho, informa que o sachê será distribuído, por meio do Programa, a todas as pessoas do mundo que sofrem com o problema. “Para as gerações futuras e para nós, é inaceitável ver crianças e adultos sofrendo com a falta de água potável”, declara Carvalho.

Até o momento, a empresa investiu mais de 50 milhões de dólares na iniciativa, e o sachê já foi distribuído em mais de 75 países. Segundo dados divulgados pela empresa, foram evitados mais de 325 milhões de dias de doenças e 43 mil mortes em consequência do não consumo de água contaminada.

No Brasil, o programa será desenvolvido inicialmente no Vale do Jequitinhonha, nordeste do estado de Minas Gerais, região em que é comum o contato de animais com a água de lagos e rios usada para o abastecimento dos moradores. No primeiro ano, serão distribuídos quase 2 milhões de sachês, por meio da parceria da P&G Brasil com a ONG ChildFund Brasil, que também será responsável por orientar as famílias e os multiplicadores sociais da região. Até 2015, a meta é fornecer 22 milhões de litros de água potável no Brasil.

Sobre a P&G

A P&G é a indústria de marcas líderes como Pampers, Ariel, Oral-B, entre outras. A companhia segue 12 Metas De Sustentabilidade Ambiental, tendo em vista 100% do uso de energia renovável, 100% de materiais renováveis ou reciclados para todos os produtos e embalagens, e zero resíduos em suas fábricas. Desde que essas metas foram estabelecidas, em 2010, a P&G obteve grande progresso. Hoje já são 70 fábricas Resíduo Zero, além de terem redução no consumo de energia, no uso da água, diminuição da emissão de CO2, e redução drástica de transporte via caminhões.


Brasil precisa de uma nova política de médio e longo prazo para setor de petróleo e gás

Alice Assunção, Agência Indusnet Fiesp

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Flávio Rodrigues, coordenador de relações externas do Instituto Brasileiro de Petróleo, Flávio Rodrigues, coordenador de relações externas do Instituto Brasileiro de Petróleo. Foto: Alberto Rocha/Fiesp

Especialistas da cadeia do petróleo e gás discutiram na manhã desta terça-feira (20/05), durante a Semana de Infraestrutura (L.E.T.S.) da Federação das Indústrias do Estado de São Paulo (Fiesp), o posicionamento do Brasil na geopolítica do petróleo e do gás para os próximos 10 a 15 anos.

No painel, o coordenador de relações externas do Instituto Brasileiro de Petróleo, Flávio Rodrigues, afirmou que o Brasil deve se mexer se quiser aproveitar nos próximos 15 anos o papel de relevância que tem assumido no setor de petróleo e gás no mercado internacional.

“O Brasil precisa de uma nova política de médio e longo prazo para o setor, principalmente pelo ressurgimento de novos atores de relevância como o México. Decisões têm de ser tomadas agora.”

Na avaliação da diretora-geral da Agência Nacional do Petróleo (ANP), Magda Chambriard, o Brasil deve expandir a produção de gás natural pelos próximos 10 anos, mas não ao passo que fazem os Estados Unidos em sua produção.

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Magda Chambriard, diretora-geral da Agência Nacional do Petróleo (ANP). Foto: Alberto Rocha/Fiesp

“Os Estados Unidos têm condições de atuar mais rapidamente na produção porque em 150 anos eles perfuraram cerca de cinco milhões de poços. Isso faz com que eles tenham um tremendo conhecimento dos seus recursos petrolíferos”, afirmou Chambriard.

“Não temos gás suficiente hoje. Estamos confortáveis? Não. Vamos ter? Vamos”, prosseguiu Magda ao participar do evento.

Segundo ela, graças ao pré-sal, a produção de gás natural do Brasil vai evoluir significativamente na próxima década.

“Vamos ter gás natural por terra para consumo no Brasil, mas prioritariamente, nos próximos anos, esse gás virá dos projetos no pré-sal. Enquanto isso, vamos buscar gás em terra, mas prioritariamente o gás convencional”, confirmou Chambriard.

Segundo ela, há uma potencial demanda no provável déficit de gasolina em diversas regiões do Brasil a partir de 2022.

“Salvo São Paulo, todas as outras regiões vão precisar de gasolina que poderá vir, por exemplo, do gás natural”, disse a diretora-geral da ANP. “Tenho certeza que a questão decisiva para atendimento desse mercado certamente vai ser a inserção tecnológica”, completou.

Energia elétrica

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Ieda Gomes, diretora da Energix Strategy. Foto: Alberto Rocha/Fiesp

Na avaliação de Ieda Gomes, diretora da Energix Strategy, a oferta de gás também pode ser estimulada pelos potenciais backups térmicos que deverão se configurar a partir da nova matriz de energia.

“A gente precisa de backup? Precisa. Vai ser térmico? Vai. Se for a gás natural, nossa oferta precisa crescer. Cerca de 50% da produção brasileira não chega ao mercado”, ponderou, no entanto, a diretora.

De acordo com o diretor do Centro Brasileiro de Infraestrutura, Adriano Pires, falta uma política de incentivo à produção de gás mais expressiva.

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Adriano Pires, diretor do Centro Brasileiro de Infraestrutura. Foto: Alberto Rocha/Fiesp

“O governo é muito tímido nas políticas de incentivo. Estamos muito bem estruturados, mas precisamos de mudança na política energética”, defendeu.

Ieda Gomes, da Energix, também acrescentou que não vê um empenho vigoroso do Ministério de Minas e Energia para incentivar a produção de gás natural na matriz energética.

“Não vejo colocada de maneira muito forte a intenção do ministério em incentivar o gás”, alertou.

L.E.T.S.
A Semana da Infraestrutura da Fiesp (L.E.T.S.) representa a união de quatro encontros tradicionais da entidade: 9º Encontro de Logística e Transporte, 15º Encontro de Energia, 6º Encontro de Telecomunicações e 4º Encontro de Saneamento Básico. O evento acontece de 19 a 22 de maio (segunda a quinta-feira), das 8h30 às 18h30, no Centro de Convenções do Hotel Unique, em São Paulo.

Mais informações: www.fiesp.com.br/lets


Programa Nagi PG – Autodiagnóstico – Material de Apoio

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Programa NAGI PG

Segue para download a apresentação da capacitação para Preenchimento do Auto-Diagnóstico da Inovação do NAGI PG – Núcleo de Apoio à Gestão da Inovação do Setor de Petróleo e Gás.

Auto-diagnóstico – Programa NAGI PG

Objetivo

A capacitação para preenchimento do Auto-Diagnóstico da Inovação orienta os empresários participantes a elaborarem o diagnóstico de inovação de suas empresas, identificando pontos fortes e oportunidades de melhoria, comparando o seu desempenho a de outras empresas do setor.

Programa:

·    Os Modelos de Diagnóstico de Inovação

·    O Diagnóstico de Inovação do NAGI PG

·    Como preencher o Auto–diagnóstico de Inovação do Programa NAGI PG

·    Agendamento das Visitas Técnicas às Empresas Participantes e os próximos passos do Programa NAGI PG


Palestrantes

• Representante da FIESP – Egídio Zardo Jr. – Analista de Projetos do DECOMTEC – Departamento de Competitividade e Tecnologia da FIESP.

Para visualizar o arquivo, acesse o menu ao lado direito.

Programa Nagi PG – Módulo I – Palestras e Materiais

Programa NAGI PG

Em anexo encontram-se as apresentações da capacitação Módulo I do Programa NAGI PG.

Módulo I – Gestão Estratégica e Gestão da Inovação

Programa:

Planejamento e Gestão Estratégica:

• Conceito de Estratégia

• Planejamento Estratégico

• Ambiente de Negócios

• Proposta de Valor

• Gestão da Inovação e Estratégia Tecnológica

• Trabalho em Grupo: Análise SWOT e Proposta de Valor da Inovação

Introdução à Gestão da Inovação:

• O que é gestão da inovação

• Modelos de Inovação

• Cadeia de Valor da Inovação

• Análise de Projetos de Investimento /Payback/VLP/TIR

• Fases do Processo de Inovação

Exercício Prático

• Trabalho em Grupo (Seleção das estratégias e projetos tecnológicos)

Palestrantes

• Professores Claudia Pavani e Moacir Miranda, especialistas em inovação pelo PGT/FEA/USP.


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Programa Nagi PG – Módulo II – Palestra e Material

Apresentações da Capacitação Módulo II do Programa NAGI PG


Programa NAGI PG

Em anexo encontram-se as apresentações realizadas na capacitação Módulo II do Programa NAGI PG .

Programa:

• Modelo do Plano de Gestão da Inovação

– Estratégia

– Estrutura

– Processos

– Equipes

• Avaliação da empresa

• Como escrever um bom projeto de inovação?

Exercício Prático

• Trabalho em grupos sobre Plano de Inovação.

Palestrante

• Profa. Paula Salomao, Consultora de Inovação.

Aplicativo Inteligência de Mercado

• Apresentação e entrega do Aplicativo os empresários do NAGI PG.


Para visualizar o arquivo, acesse o menu ao lado direito (2 arquivos,  incluindo 1 no menu “2014”).

Fiesp e Ciesp recebem seminário que debate desafios do pré-sal

Juan Saavedra, Agência Indusnet Fiesp

A Federação e o Centro das Indústrias do Estado de São Paulo (Fiesp) sediaram nesta terça-feira (27/11) o primeiro de uma série de três seminários “Desafio São Paulo na Demanda do Pré-sal”, uma realização do jornal Diário de São Paulo, com apoio das entidades e patrocínio da Petrobras.

Kalenin Branco, membro do Comitê de Petróleo & Gás (Competro) da Fiesp e do Ciesp e diretor-adjunto de Infraestrutura do Ciesp, as entidades vêm acompanhando o segmento há pelo menos seis anos, desde que a Petrobras se instalou definitivamente em Santos.

“O desafio é identificar as principais carências do setor para que a gente pudesse aproveitar esse potencial”, afirmou na abertura do evento, destacando que a falta de mão de obra impulsionou as indústrias nesse processo de entrar efetivamente na área de P&G.

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José Luiz Marcusso, da Petrobras. Foto: Helcio Nagamine

O destaque do evento foi a apresentação do gerente geral da Unidade de Operações de Exploração e Produção da Bacia de Santos da Petrobras, José Luiz Marcusso.

Segundo Marcusso, o cenário na Bacia de Santos é positivo para os fornecedores em função de três motivos: reservas de petróleo e gás comprovadas; carteira de projetos, com investimentos aprovados; e projetos de produção e de sondas contratados. “Existe hoje ou implantado ou em implantação condição para que essa curva [de crescimento] aconteça conforme está planejado.”

Com o crescimento da exploração, a Petrobras vai contratar 33 novas sondas em estaleiros brasileiros.  O gerente citou ainda o gasoduto de Caraguatatuba, que, após um ano de operação, já fornece mais 10 milhões de metros cúbicos por dia, o equivalente e um terço do volume entregue pelo gasoduto proveniente da Bolívia.

“O grande desafio é operar com alta eficiência, sem acidente, sem impactos ao meio ambiente, sem impactar a saúde dos trabalhadores. Além de investir em tecnologia e infraestrutura, temos que investir em novos processos de trabalho e novas formas de capacitar as pessoas. Esse é o desafio que mais me tire o sono”, disse Marcusso.

O gerente apresentou ainda os investimentos da Petrobras em novas instalações em Santos. Atualmente, a empresa tem sets endereços na cidade, mas está construindo sua sede definitiva. Serão três prédios, cada um com capacidade para 2.200 pessoas.