Foto: Skaf recebe homenagem de Presidente Epitácio por apoio à Semana de Pesca Esportiva

Agência Indusnet Fiesp

O presidente da Fiesp e do Ciesp, Paulo Skaf, recebeu nesta quinta-feira (17/12) homenagem pelo apoio dado à II Semana Nacional de Pesca Esportiva, Aquicultura e Proteção Ambiental e ao I Campeonato Brasileiro de Pesca Esportiva, realizados em Presidente Epitácio.  Sidnei Caio Junqueira (Picucha), prefeito da estância turística de Presidente Epitácio, entregou a Skaf, na sede das casas da indústria, troféu alusivo aos eventos.

Além de Skaf, participaram pela Fiesp Helcio Honda, diretor titular do Departamento Jurídico da entidade e presidente da Anepe (Associação Nacional de Ecologia e Pesca Esportiva), Roberto Imai, coordenador do Comitê da Cadeia Produtiva da Pesca e da Aquicultura, Demétrio Zacharias, diretor titular adjunto do Departamento de Ação Regional, e Sergio Barbour, chefe de Relações Institucionais e Governamentais da Fiesp.

Frank Zocante, secretário de Turismo da Estância Turística de Presidente Epitácio, Marco Aurélio Militelli, vice-presidente da Anepe, e Antonio Carlos de Araújo, secretário executivo da Anepe, também compareceram, ao lado de representantes de indústrias e convidados.

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Paulo Skaf, ao lado de Roberto Imai (esq.) e Helcio Honda, com troféu entregue pelo prefeito de Presidente Epitácio, Sidnei Caio Junqueira (dir.). Foto: Ayrton Vignola/Fiesp

Seminário da Fiesp discute meios de financiamento para a indústria de pescado

Alice Assunção, Agência Indusnet Fiesp

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Roberto Imai: investir em projetos por parte da indústria extrativa e esportiva da pesca podem ser alternativa para obter investimentos e financiamentos de instituições de fomento. Foto: Helcio Nagamine/Fiesp

A falta de comunicação e de projetos da indústria da pesca pode ser o principal entrave ao financiamento do setor por parte dos investidores, de acordo com Roberto Imai, coordenador titular do Comitê da Cadeia Produtiva da Pesca (Compesca) da Federação das Indústrias do Estado de São Paulo (Fiesp).

“Estou há 22 anos trabalhando na indústria de pesca e em todos os fóruns fala-se muito que faltam linhas de financiamento. Mas a gente tem de olhar para o nosso lado. O quê estamos fazendo para que as instituições que têm o dinheiro se interessem por quem precisa de dinheiro”, observou Imai nesta sexta-feira (15/08) na abertura do seminário “Meios de Financiamento para a Pesca e Aquicultura” .

O evento, destacou o coordenador do Compesca, tem como um de seus objetivos justamente chegar a uma conclusão do quê a indústria pode fazer para atrair investimentos para esse segmento.

Uma das possibilidades, segundo Imai, é a criação de projetos por parte da indústria extrativa e e do segmento da pesca esportiva.

“O próprio BNDES [Banco Nacional de Desenvolvimento Econômico e Social] solicitou uma reunião dentro da Fiesp porque ele tinha uma linha de financiamento, mas não havia projetos [inscritos]. Temos que nos preparar para isso”, completou.

Políticas

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Helcio Honda: Brasil precisa investir mais na pesca esportiva. Foto: Helcio Nagamine/Fiesp

Presente na abertura do encontro, o coordenador adjunto do Compesca, Helcio Honda, chamou a atenção para a falta de políticas de incentivo à produção de pescado no país.

“Vemos a pesca extrativa, por falta de políticas adequadas, praticamente se extinguindo e o objetivo do Compesca é discutir e levar aos agentes públicos as demandas para que o Brasil possa crescer neste segmento”, afirmou Honda.

Pescador esportivo, Honda também defendeu a o crescimento da indústria de pesca esportiva, segmento que, de acordo com ele, ainda carece de atenção do país.

“Eu represento o outro elo da cadeia e sou consumidor da pesca esportiva. Há um grande mercado para isso. Nós temos a indústria de hotéis, pousadas e de material de pesca. E infelizmente o país dá pouca atenção para esse mercado que é bilionário em outros países”, disse.

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Marcos Pereira, superintendente do Ministério da Pesca e Aquicultura, sugeriu novo encontro com presença do Ibama e da Marinha do Brasil para discutir entraves ambientais à produção de pescado. Foto: Helcio Nagamine/Fiesp

O superintendente do Ministério da Pesca e Aquicultura, Marcos Alves Pereira, também participou da abertura do seminário e ouviu as primeiras reinvindicações e sugestões dos coordenadores do Compesca.

Pereira sugeriu a realização de um novo encontro com a presença de órgãos como o Instituto Brasileiro do Meio Ambiente e dos Recursos Naturais (Ibama) e da Marinha para discutir os entraves ambientais à produção de pescado.

“Um evento como esse é importante para enxergar a dificuldade que o setor enfrenta e que precisa da ajuda e união dessas forças”, disse.

Caso de Rondônia

Outro objetivo do seminário do Compesca é apresentar casos de empresas bem sucedidas no segmento de pescado. Segundo o coordenador Roberto Imai, a intenção é procurar adotar e adequar práticas de empresas que deram certo em outros estados na produção de São Paulo.

“Estamos trazendo uma experiência de Rondônia para avaliar se podemos ou não ir por esse caminho”, disse.

A diretora de marketing e comércio exterior da Biofish Aquicultura, uma empresa de Rondônia, Janine Bezerra de Menezes, apresentou os ganhos da companhia com projetos de áreas de cultivo de peixe na região amazônica.

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Janine Bezerra de Menezes: caso de sucesso de empresa que utilizou linha de financiamento no Norte do país. Foto: Helcio Nagamine/Fiesp

Um dos projetos apresentados por Janine é uma área de 110 hectares, considerada de médio porte pela companhia, com lâminas de água para produção primordial da espécie de tambaqui.

“Na Amazônia utilizamos a linha de crédito do FNO (Fundo Constitucional de Financiamento do Norte). Foi um investimento de R$ 8,6 milhões para os 110 hectares entre construção e primeiro ano de custeio da produção”, explicou Janine.

De acordo com a diretora da Biofish, a produção de tambaqui na área pode chegar a 800 mil quilos por ano.

>> Veja a programação do evento


Brasil e Argentina não têm estrutura para receber turista de pesca esportiva

Alice Assunção, Agência Indusnet Fiesp

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Roberto Imai (centro) coordenador do Compesca e empresário Dario Loinaz (esquerda). Foto: Helcio Nagamine/Fiesp

O potencial do Brasil para o turismo da pesca esportiva é até 10 mil vezes maior que o da Argentina, mas faz muito pouco para promover sua potencialidade no exterior, avaliou nesta sexta-feira (21/3) o argentino Dario Loinaz, empresário que atua em promoção comercial da pesca esportiva.

Ele participou da reunião do Comitê da Cadeia Produtiva da Pesca e da Aquicultura (Compesca) da Federação das Indústrias do Estado de São Paulo (Fiesp), dirigira pelo coordenador titular da divisão, Roberto Imai.

Segundo Loinaz, nem o Brasil e, tampouco, a Argentina oferecem estrutura adequada aos turistas de pesca esportiva. Mas a nação vizinha do Brasil já começou esforços para reforçar a estrutura hoteleira para os pescadores esportivos que chegam às províncias do país.

“A Argentina está começando a fazer isso porque entende que é um recurso importante”, afirmou.

Segundo Loinaz, ações de marketing para atrair turistas da pesca ao país devem ser conjugadas com iniciativas do governo.

A fórmula também pode se aplicar ao Brasil, de acordo com o empresário. Com negócios no Brasil há mais de 20 anos, ele defendeu a criação de uma agência de turismo – formada pelo governo e por empresas do setor – voltada especificamente para atender a turistas de pesca esportiva.

“Somente no estado de São Paulo, 20 pequenas empresas provedoras de insumos ao pescador são as principais organizadoras de excursões para regiões de pesca e não agências especializadas”, disse.

“A viagem pode se tornar um transtorno para o turista. Por exemplo, ao chegar no destino, ele tem o barco à disposição, mas é informado naquele momento que a gasolina é por conta dele”, completou.

Na opinião de Loinaz, não falta demanda de turistas para a prática de pesca no Brasil, mas o país não é eficiente em incentivar esse tipo de turismo no exterior.

“Tem pacote para carnaval, para conhecer a Amazônia, mas não você não encontra nas agências europeias um pacote de turismo para fazer pesca esportiva no Brasil, quando, na verdade, são países em que há altíssima demanda. Acredito que teria até mais demanda turística se fosse criada essa alternativa.”

Ele citou como exemplo o potencial de mercado na Itália. “O italiano gosta muito da pesca, mas ele não tem condições, em termo de autorização, para fazer isso no seu país. Então, esse é um país de onde poderia haver uma grande migração turística”, encerrou.

Mercado de pesca esportiva sofre com falta de incentivo

Alice Assunção, Agência Indusnet Fiesp

A cadeia de pesca esportiva, um potencial mercado brasileiro, não está apresentando um crescimento esperado por falta de incentivos e política própria, afirmou na manhã desta sexta-feira (21) Hélcio Honda, coordenador-adjunto do Comitê da Cadeia Produtiva da Pesca e da Aquicultura (Compesca).

Honda palestrou sobre tributação do setor da pesca esportiva durante a reunião plenária do Compesca. “Em suma, para a pesca esportiva não há nenhuma política diferenciada. É um setor que está se organizando, e precisamos de políticas públicas para fomentar a atividade”, ressaltou o coordenador, também presidente da Associação Nacional de Ecologia e Pesca Esportiva (Anepe).

Segundo Honda, 80 a 90% do material comercializado pelas lojas de artefatos para pesca esportiva são importados, um comportamento que contraria o potencial do setor produtivo e para investimentos do País ante o cenário da economia internacional.

“O Brasil tem muita condição para atrair investimentos por conta dessa crise financeira no mercado internacional, mas isso envolve ações do governo para atrair investimentos ao setor”, acrescentou ele.

Embora represente a pesca industrial, o coordenador-titular do Compesca, Roberto Imai, acredita que a cadeia de pesca esportiva pode ganhar mais força e beneficiar o setor como todo no longo prazo.

Segundo o Serviço Brasileiro de Apoio às Micro e Pequenas Empresas (Sebrae), o mercado de pesca esportiva movimenta anualmente cerca de R$ 1 bilhão no País. “Vamos tentar avançar com a pesca esportiva, um setor que está começando, então vamos começar certo. É a hora de reunir e pensar: o que nós queremos ser em 10 anos?”, sugeriu Imai, presidente do Sindicato da Indústria da Pesca no Estado de São Paulo.

Tributos

O coordenador-adjunto do Compesca, Hélcio Honda, afirmou ainda que “o grande problema do Brasil se chama impostos, tributos”. Ele acrescentou que o mercado de pesca esportiva é muito fragmentado e sofre com as elevadas alíquotas.

Equipamentos como anzol e varas recolhem 18% de Imposto sobre Circulação de Mercadorias e Prestação de Serviços (ICMS) e outros 20% para o Imposto sobre Produtos Industrializados (IPI).

No caso do motor de popa, paga-se alíquota de 18% em ICMS e 5% em IPI. “Além da questão da tributação, o BNDES [Banco Nacional para Desenvolvimento econômico e Social] financia apenas produtos nacionais, mas a maioria dos motores de popa é importada, então não temos financiamento porque não há a previsão”, explicou Honda, sobre as dificuldades enfrentadas pela cadeia em adquirir motores.

Coordenador do Compesca pede ao governo apoio na regularização da pesca esportiva

Alice Assunção, Agência Indusnet Fiesp

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Coordenador-adjunto do Compesca, Hélcio Honda, durante reunião do comitê antes da abertura da Pesca Trade Show 2011

O coordenador-adjunto do Comitê da Cadeia Produtiva da Pesca e Aquicultura (Compesca) da Fiesp, Helcio Honda, pediu na manhã desta quarta-feira (10) ao superintendente federal do Ministério da Pesca e Aquicultura, Carlos Alberto Diniz, mais colaboração do governo na regularização da pesca esportiva no Brasil.

Honda e Diniz participaram da reunião do Compesca que antecedeu a abertura da Pesca Trade Show 2011, em São Paulo.

“O segmento da pesca esportiva carece de uma regulamentação, da criação de um departamento próprio no âmbito do ministério. Leve como pedido nosso, Diniz, você vai ver como isso é de importância para o setor”, disse Honda ao representante do ministério no início do encontro.

Segundo a Empresa Brasileira de Turismo (Embratur), seis milhões de pessoas podem ser consideradas pescadoras que rejeitam as regulamentações da atividade amadora e esportiva. Deste número, apenas 250 mil são licenciados.

Mercado

Representantes da indústria, governo e especialistas debateram na quarta reunião do Compesca, criado em abril pelo Comitê de Cadeias Produtivas, os ganhos econômicos gerados ao setor pela pesca esportiva. De acordo com informações do Sebrae, a pesca esportiva movimenta cerca de R$ 1 bilhão no País por ano.

“O desenvolvimento da pesca esportiva no turismo do Brasil é fantástico. Nós temos turisitas, aqui no País, que hoje vêm mais para pescar”, afirmou Honda. Ele acrescentou que a missão do comitê é “olhar os setores em conjunto”, pensando soluções para segmento da cadeia produtiva da pesca.

Para incrementar os resultados econômicos da pesca esportiva, Honda reforçou a necessidade de políticas públicas de incentivo à cadeia produtiva do turismo da pesca. “A comunidade em geral tem um crescimento muito grande.”

O comitê de pesca da Fiesp e a Associação Nacional de Ecologia e Pesca
Esportiva (Anepe) ocupam um espaço na quinta edição da Pesca Trade Show 2011, importante vitrine na América Latina, para divulgar a atuação de cada organização no setor de pescado.

“O Compesca representa todos os setores, pensamos em soluções para toda a cadeia”, completou Honda.

Seis milhões de pescadores amadores brasileiros ignoram a regulamentação

Alice Assunção, Agência Indusnet Fiesp

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Fernando Baracho Martinelli, da revista Pesca & Companhia e coordenador da Associação Nacional de Ecologia e Pesca Esportiva (Anepe)

No Brasil, seis milhões de pessoas podem ser consideradas pescadoras contumazes, ou seja, que rejeitam as regulamentações da atividade amadora e esportiva, de acordo com a Empresa Brasileira de Turismo (Embratur).

Destes, 250 mil são licenciados, número ainda baixo para um negócio que mostra crescimento e já possui uma cadeia produtiva configurada, como reconhece o representante da revista Pesca & Companhia e coordenador da Associação Nacional de Ecologia e Pesca Esportiva (Anepe), Fernando Baracho Martinelli.

Ele participou da reunião do Comitê da Cadeia Produtiva da Pesca e da Aquicultura (Compesca) da Fiesp, na manhã desta sexta-feira (15), e apresentou a composição do sistema produtivo que atende aos pescadores amadores esportivos.

“O negócio está movimentado e crescendo bastante”, disse Martinelli ao citar setores como o de comércio, nas vendas de equipamentos e roupas adequadas para a pesca, a indústria de bens e consumo, no que diz respeito à construção de estaleiros e montagem de motores, e comunicação e eventos, como a realização de torneios além de publicações especializadas.

Martinelli ressaltou ainda que o setor de turismo, com pacotes de roteiros de pesca, tem papel fundamental na cadeia produtiva da pesca amadora esportiva, a qual, segundo o Sebrae, movimenta cerca de  R$ 1 bilhão anualmente no País. “Existe uma carência de profissionais especializados em vender o pacote de pesca”, observou.

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Leinad Ayer de Oliveira, superintendente federal da Pesca e Aquicultura do Estado de São Paulo

Na quarta-feira (13), os ministros da Pesca e Agricultura, Luiz Sérgio, e do Turismo, Pedro Novais, assinaram um termo de cooperação entre as duas pastas para promover o desenvolvimento da pesca esportiva no País.

A principal revista de pesca do Brasil fez uma reportagem com populações ribeirinhas para ilustrar uma edição comemorativa de 200 páginas e concluiu que “98% dos ribeirinhos entrevistados não vivem do pescado, mas da isca viva para os turistas que compram pacotes de pesca”, informou Martinelli. “É uma excelente oportunidade de desenvolvimento social.”

Regulamentação

Apesar de reconhcer o elevado número de pescadores amadores esportivos fora da regulamentação, Martinelli mostrou otimismo ao citar dados da Embratur que apontam um aumento de 8,85% do índice de licenciados entre os anos de 2009 e 2010.

Os progressos na regulamentação de pescadores nos últimos dois anos, no entanto, ainda são vistos como pouco expressivos para a superintendente federal da Pesca e Aquicultura do Estado de São Paulo, Leinad Ayer de Oliveira.

“Cada vez que vamos construindo uma cadeia do setor, conseguimos mais parcerias e acordos para legalizar as atividades. Mas o número de pescadores irregulares ainda é muito grande. Precisamos ver que cadeia produtiva estamos construindo”, alertou Oliveira.

“Não dá para estruturar essa cadeia com irresponsabilidade”, disse a superintendente sobre reforçar fiscalizações para impedir desequilíbrios ambientais e danos à pesca extrativa.

Comitê da Cadeia Produtiva da Pesca e da Aquicultura da Fiesp realiza primeiro encontro

Solange Sólon Borges, Agência Indusnet Fiesp

O Comitê da Cadeia Produtiva da Pesca e da Aquicultura (Compesca) da Fiesp realizou nesta segunda-feira (30) sua primeira reunião, a fim de traçar estratégias setoriais.

Os participantes destacaram pontos convergentes das áreas ali representadas (pescas esportiva, comercial, aquicultura, comercialização e industrialização), especialmente a construção de políticas públicas para o setor e reforço da imagem do peixe como fonte alternativa de proteína.

Para isso, foram constituídos Grupos de Trabalho em torno de temas macros no intuito de debater questões ambientais e de licenciamento, tributárias, inovação e pesquisa e formação de mão de obra.

Oportunidades

O Brasil conta com cenário favorável: mais de oito mil quilômetros de costa marítima e 13% de toda água doce do planeta para a pesca. As regiões Sul e Sudeste concentram a maioria dos portos nacionais: em São Paulo, Rio de Janeiro, Rio Grande do Sul e Santa Catarina. De acordo com os debatedores, apesar de o País ser altamente competitivo nas Américas, é preciso avançar em questões como licenciamento ambiental e legalização de cultivos para que seu potencial não seja desperdiçado.

Estiveram presentes ao encontro representantes de inúmeras entidades setoriais: Instituto da Pesca, Sindicato dos Armadores da Pesca (Sapesp), Companhia de Entrepostos e Armazéns Gerais de São Paulo (Ceagesp), Associação Nacional de Restaurantes (ANR), Associação Brasileira das Indústrias de Alimentação (ABIA) e o deputado estadual Edson Ferrarini (PTB-SP), da Frente Parlamentar em Defesa da Pesca e Aquicultura.

O Banco Nacional de Desenvolvimento Econômico e Social (BNDES) enviou dois representantes. A entidade deverá contar com linhas de financiamento a fim de contemplar todos os elos da cadeia, desde a produção da ração até a comercialização do produto.

Histórico

A coordenação do Comitê está a cargo de Roberto Kikuo Imai, presidente do Sindicato da Indústria da Pesca no Estado de São Paulo (Sipesp) e de Helcio Honda (adjunto), diretor do Departamento Jurídico da Fiesp (Dejur).

Criado no dia 14 de abril deste ano, o Comitê conta com a parceria do Ministério da Pesca e da Aquicultura. Após se reunir com empresários e o presidente da Fiesp, Paulo Skaf, em São Paulo, a ministra Ideli Salvatti informou que a meta do Ministério é ampliar a produção industrial de pesca e aquicultura dos atuais 1,2 milhão para 7 milhões de tonelada/ano. Mesmo assim, a participação brasileira ainda é tímida frente aos grandes produtores mundiais de pescado, especialmente a China.

Confira as palestras na íntegra: