Prorrogação do Reintegra é boa, mas mecanismo deveria ser permanente, aponta Fiesp

Nota oficial

A extensão do Regime Especial de Reintegração de Valores Tributários para as Empresas Exportadoras (Reintegra) para 2013 é positiva, segundo análise da Federação das Indústrias do Estado de São Paulo (Fiesp).

No entanto, a entidade defende que o mecanismo seja transformado em política permanente, uma vez que as exportações brasileiras são penalizadas pelo resíduo tributário existente na cadeia de produção.

Ao garantir um crédito de 3% para os empresários sobre o valor dos manufaturados exportados, o regime compensa parte da carga tributária dessas indústrias, liberando, assim, recursos para investimentos. O aumento da alíquota desta restituição e a ampliação dos setores beneficiados pelo programa – mudanças também defendidas pela Fiesp – fomentariam o desenvolvimento do Brasil, além de trazer benefícios para toda sociedade.

A Fiesp atua pela prorrogação do Reintegra desde o primeiro semestre de 2012 e realizou diversas ações para a conclusão deste objetivo, como a coordenação de estratégia conjunta das entidades empresariais em prol da preservação do mecanismo.

Federação das Indústrias do Estado de São Paulo (Fiesp)