No jornal Diário de S.Paulo, Paulo Skaf fala da importância da valorização dos educadores

Agência Indusnet Fiesp

Nesta segunda-feira (05/08), o presidente da Federação e do Centro das Indústrias do Estado de São Paulo (Fiesp e Ciesp), do  Serviço Social da Indústria (Sesi-SP) e do Serviço Nacional de Aprendizagem Industrial (Senai-SP), Paulo Skaf, destacou, em artigo nos jornais Diário de S.Paulo e na Rede Bom Dia, a  contribuição das entidades para o desenvolvimento do Brasil, por meio da educação.

O presidente das entidades enfatizou que não basta apenas colocar criança na escola. “É preciso dar a ela oportunidade de aprender , de se desenvolver. E isso só acontece se houver investimento na qualificação e na atualização dos educadores”, afirmou.

Uma das iniciativas do Sesi-SP nesse sentido, segundo Skaf, é o programa “Saber em Ação” que, no mês de julho, beneficiou mais de 5 mil educadores.  O presidente da Fiesp também relembrou que, neste ano, o número de inaugurações de novas escolas do Sesi-SP e Senai-SP chegará a 70 unidades, com toda infraestrutura para oferecer educação de qualidades aos alunos da rede.

Para ler o artigo na íntegra, clique aqui, ou acesse o portal do jornal Diário de S. Paulo e da Rede Bom Dia.

 

Hungria tem oportunidades na indústria de alimentação, em TI e infraestrutura, segundo Kristóf Szatmáry

Flávia Dias e Juan Saavedra, Agência Indusnet Fiesp

A indústria de alimentos e os setores de infraestrutura e de tecnologia da informação podem proporcionar boas oportunidades de negócios para os empresários brasileiros na Hungria, recomenda o secretário de Estado do Ministério da Economia do país europeu, Kristóf Szatmáry.

Kristóf Szatmáry, secretário de Estado do Ministério da Economia da Hungria. Foto: Everton Amaro

Szatmáry participou nesta terça-feira (13/11) do seminário Encontro Empresarial Brasil-Hungria, realizado pela Federação das Indústrias do Estado de São Paulo (Fiesp), onde assinou ao lado do presidente da Fiesp, Paulo Skaf, um memorando de entendimento com o objetivo de ampliar oportunidades de intercâmbio entre os dois países.

Depois de uma apresentação para empresários brasileiros, o secretário de Estado –  e co-presidente da Comissão Econômica Mista Brasil-Hungria – conversou com a imprensa.

Veja um resumo:

Oportunidade de investimentos na Hungria

“Em primeiro lugar, gostaria de sugerir o setor de indústrias de alimentos, também muito forte no Brasil. Também há muitas oportunidades no desenvolvimento do setor de infraestrutura e também no setor de tecnologia de informação.”

Memorando de entendimentos com a Fiesp

“O ponto de partida foi a cooperação econômica, nosso objetivo maior. No entanto, surgiram tantos outros projetos que surgiram possibilidades de cooperação na cultura e no esporte. E outras ações serão estudadas.”

“Hoje teremos um encontro com mais de 50 empresários. Não queremos largar essas pessoas. Queremos mantê-los conosco. Nosso maior objetivo é apoiar esses empresários. São muitas empresas, no entanto os setores mais importantes são na indústria de alimentos, tecnologia de informações, engenharia.”

Educação e agricultura

“Gostaria de realçar que a Hungria fará parte do programa do governo brasileiro ‘Ciência Sem Fronteiras’. A partir do primeiro semestre de 2013, as universidades húngaras receberão estudantes brasileiros. É uma grande conquista para nós. Ontem, em Brasília, firmamos um acordo de cooperação na área da agricultura.”

Crise na Europa

“Muitos dizem que toda crise é uma oportunidade. Nós gostaríamos de aprender com essa crise. A Hungria tem uma situação um pouco mais fácil porque não faz parte da Zona do Euro. E, por isso, alguns países como a Hungria, Polônia e Eslováquia têm uma margem de manobra maior que outros países. Os dados econômicos provam o que acabei de dizer porque essa região é a que tem os melhores números de crescimento dentro da União Europeia. Essa crise propicia oportunidades para alguns países. E dentre esses países está a Hungria.”

Fiesp sedia 17º Congresso da Radiodifusão e recebe governador Geraldo Alckmin

Juan Saavedra, Agência Indusnet Fiesp

Congresso de Radiodifusão na Fiesp. Paulo Skaf e Geraldo Alckmin. Foto: Junior Ruiz

Ao lado de Paulo Skaf, o governador de São Paulo, Geraldo Alckmin manifesta apoio a reivindicações do setor

O governador do Estado de São Paulo, Geraldo Alckmin, esteve nesta terça-feira (25/09) na sede da Federação das Indústrias do Estado de São Paulo (Fiesp) durante a abertura do 17º Congresso da Radiodifusão do Estado de São Paulo, evento que tem a realização da Associação das Emissoras de Rádio e Televisão do Estado de São Paulo (Aesp).

Alckmin – recebido pelo presidente da Fiesp, Paulo Skaf – manifestou apoio a duas reivindicações do setor: a destinação dos canais 5 e 6 da TV VHF para o AM brasileiro, com a finalidade de que as emissoras AMs sejam sintonizadas em FM, e a flexibilização do horário de veiculação do programa Voz do Brasil. “[É] Medida de alto interesse público. Vai beneficiar a população”, disse o governador sobre a proposta que possibilita ao AM ter a qualidade do FM.

Com relação à Voz do Brasil, Alckmin afirmou que com o advento das redes sociais há outras possibilidades de prestação de contas. “Essa flexibilização de horário vai trazer um enorme benefício porque o rádio é muito rápido no sentido de prestar serviço à população”, completou o governador, destacando a capilaridade do veículo e seu papel na integração nacional.

Aesp

Rodrigo Neves, presidente da Aesp, disse que, uma vez aprovado o projeto de lei 595/03, que prevê a flexibilização do horário de veiculação da Voz do Brasil, o programa terá início entre 19h e 22h. “A Aesp fez um grande movimento junto a artistas e deputados federais por São Paulo. Dos 70 deputados da bancada paulistas, 62 declararam apoio à flexibilização”, informou.

Congresso da Radiodifusão. Rodrigo Neves. Foto: Helcio Nagamine

Rodrigo Neves, presidente da Aesp

O presidente da Aesp defendeu ainda a adoção dos canais 5 e 6 da TV VHF para o AM brasileiro. Neves explicou que as ondas médias (AM), com o passar do tempo e o crescimento das cidades, acabaram prejudicadas pelo aumento do ruído elétrico gerado por redes de alta tensão, motores, lâmpadas e eletrodomésticos, entre outros.

“Isso fez com que houvesse uma migração de audiência o AM para o FM por causa da qualidade do som, principalmente pelos mais jovens.”

De acordo com o representante do setor, em julho deste ano a Aesp entregou ao secretário de Serviços de Comunicação Eletrônica do Ministério das Comunicações, Genildo Lins, um relatório comprovando a viabilidade técnica e espectral para que as emissoras AMs sejam sintonizadas em Frequência Modulada (FM).

“Constatamos que aqui no Brasil há seis rádios com essa extensão – é a rádio em que você ouve a televisão. E é exatamente esse espaço que queremos ocupar. Nossa grande reivindicação, Dr. Genildo [Lins, que representou o ministro Paulo Bernardo no evento], ao governo e ao Ministério das Comunicações, é a imediata adoção dos canais 5 e 6 para o AM”, disse Neves, ao entregar a Lins um ofício endereçado ao ministro Paulo Bernardo.

Abra e Abert

Johnny Saad, presidente da Associação Brasileira de Radiodifusores (Abra) e presidente do Grupo Bandeirantes de Rádio e Televisão, sugeriu que o governo acelere a flexibilização do horário de veiculação da Voz do Brasil mediante edição de medida provisória.

Sobre a migração do AM para o FM, Saad comentou ainda que é preciso muito cuidado no processo de transição. “Talvez, a gente possa ver que tipo de apoio possa dar a essa indústria [de aparelhos de rádio]. Queremos que as rádios sejam fabricadas aqui”, afirmou Saad, propondo desonerações para o segmento industrial.

Daniel Slaviero, presidente da Associação Brasileira de Rádio e Televisão (Abert) e diretor institucional do Sistema Brasileiro de Televisão (SBT), lembrou que a rádio já passou por outros desafios na história e que soube reinventar-se e ganhar competitividade: “O conteúdo [na rádio] tem credibilidade e proximidade com o ouvinte.”