Saúde bucal é tema do programa + Saúde na Paulista

Agência Indusnet Fiesp

Preocupada com a saúde da comunidade, a Fiesp, em parceria com o Sesi-SP, realizou a segunda ação do Programa +Saúde, neste domingo (5 de março), na avenida Paulista.

Durante 4 horas, voluntários das Associações Brasileira e Paulista de Cirurgiões Dentistas (ABCD e APCD) distribuíram para o público da Paulista material informativo sobre a importância dos cuidados com a saúde bucal para a prevenção do câncer e de outros riscos à saúde.

O serviço de utilidade pública faz parte do +Saúde  – programa de prevenção e educação, uma espécie de balcão de orientação.

Sobre o Programa

A ação é uma iniciativa do Comitê da Cadeia Produtiva da Saúde e Biotecnologia da Fiesp (ComSaude), que tem como objetivo promover campanhas de educação e conscientização com entidades ligadas ao Comitê, que têm como foco de suas atividades a atenção ao paciente.

O serviço de utilidade pública acontece a cada primeiro domingo do mês na calçada em frente à Fiesp, sempre após a apresentação cultural promovida pela Fiesp e pelo Sesi. Durante o ano serão trabalhados diferentes assuntos importantes relacionados à saúde que são pauta contínua de discussão, como o diabetes e a doação de órgãos, por exemplo.

O +Saúde conta com a participação de parceiros que representam instituições sem fins lucrativos, sociedades de profissionais da saúde, entidades setoriais, hospitais, profissionais da saúde e empresas do setor.

Voluntários da ABCD e APCD deram instruções ao público. Foto: Helcio Nagamine/Fiesp

Parabéns, Paulista!

Cheguei em 1979. Mais exatamente no dia 27 de agosto, data em que troquei a minha antiga sede, no Palácio Mauá, onde hoje está o Fórum Hely Meirelles, no Centro, pelo endereço mais famoso da maior metrópole brasileira, a Avenida Paulista. São, portanto, 37 anos ao lado da aniversariante deste 8 de dezembro, quando completa 125 anos. E com o orgulho de ser, desde sempre, um dos prédios mais conhecidos do local, espectador de tanto movimento e de tantas mudanças.

Do quarto subsolo ao heliponto, quem trabalha num dos meus andares já viu muita coisa acontecer. Do movimento dos herdeiros e frequentadores da mansão dos Matarazzo, aqui na frente, até a chegada, em ritmo cada vez mais veloz, de carros, carros e mais carros na via.

Infelizmente não cheguei a ver nenhum bonde circulando por aqui, mas, do ângulo privilegiado em que me encontro, no número 1313 da avenida, ainda avisto alguns casarões e adoro o Masp, o museu mais importante da América do Sul. Acho ótimo estar a algumas quadras da Casa das Rosas, do Conjunto Nacional, da Rua Augusta.

Aqui perto há comida do mundo inteiro. Arte e música de todos os cantos, gente de todas as línguas e sotaques. As filas na minha porta, na maioria das vezes para as exposições, peças e shows do Centro Cultural Fiesp, me enchem de orgulho e são prova da diversidade que só na Paulista é possível encontrar.

Vi o endereço lotar, nos últimos anos, por manifestações políticas de todas as linhas e tendências. Que bom, tudo o que eu quero é ver o Brasil crescer além das crises, mas sempre baseado na democracia. Também tenho eu as minhas convicções, claro, e as defendi. Seguirei defendendo.

O que é mais uma prova de que, em seus 125 anos, a avenida projetada pelo engenheiro uruguaio Joaquim Eugênio de Lima é especial exatamente por ser feita de asfalto e de trabalho, gente, movimento, vida, paixão. É muito bom estar aqui. Obrigada por ter me recebido tão bem.

Com carinho, parabéns,

Federação das Indústrias do Estado de São Paulo, a Fiesp  

O prédio da Fiesp e a Paulista: há 37 anos vendo a vida acontecer na avenida. Foto: Everton Amaro/Fiesp

 

 

 

 

Domingo na Paulista

Domingo na Paulista

Show na Paulista

Shows Grátis

Avenida Paulista

Av. Paulista, 1313

FIESP

Sesi-SP recebe São José e briga por vaga na final do Paulista

Amanda Demétrio, Agência Indusnet Fiesp

Para garantir a vaga na final do Campeonato Paulista Masculino 2015, o time de vôlei do Serviço Social da Indústria de São Paulo (Sesi-SP) precisa vencer e vencer. À equipe da capital não resta outra opção. Neste sábado (24), jogando às 10h30 em casa, o grupo do técnico Marcos Pacheco terá de superar o São José dos Campos, por qualquer placar, igualar o resultado e, na sequência, decidir no Golden Set (set extra de 25 pontos) quem segue na competição paulista.

Na primeira partida da semifinal, o time do Vale do Paraíba venceu em casa por 3 sets a 2 após uma virada e ficou com a vantagem. Neste sábado, o Sesi-SP terá de ganhar o jogo e o Golden Set logo em seguida. Para o técnico Marcos Pacheco, a decisão está aberta, o cenário ainda não está definido e tudo pode mudar.

“Uma coisa importante é o regulamento do campeonato. Para ir à final, ou você ganha dois jogos ou ganha um jogo e o Golden Set. Em cima disso estamos vivos na competição ainda e isso nos dá outras possibilidades. Foco total  primeiro na partida e se formos competentes, vamos para a outra situação, igualamos tudo e vamos para o set decisivo”, comentou o técnico.

Pacheco avaliou ainda o último confronto e o que é preciso para seguir na competição.

“Nós não fizemos um bom jogo, alternamos bastante em São José. Jogamos abaixo do que treinamos e do nosso potencial. Agora estamos usando essa semana para tentar ajustar, entender o que houve e melhorar. Temos que melhorar. O São José é um time experiente, com jogadores acostumados com decisões e confrontos desse tipo”.

Desde sua fundação, em 2009, a equipe do Sesi-SP esteve presente em todas as finais do estadual. Campeões desde o início do projeto, o tetracampeão (2009, 2011, 2012 e 2013) busca a vaga na final para brigar pelo quinto triunfo paulista. Nos anos de 2010 e 2014, o Sesi-SP ficou com a segunda colocação.

Perfil Exportador Paulista

O Perfil Exportador Paulista (PEP) é um relatório anual que oferece uma perspectiva mais detalhada das exportações do Estado, por meio de uma abertura setorial e também regional.  O estudo classifica os produtos conforme seu nível de intensidade tecnológica e tem por objetivo contribuir para a elaboração de políticas públicas, que aumentem a competitividade do comércio exterior paulista. As informações foram cedidas pelo Departamento de Estatística e Apoio à Exportação (Deaex) do Ministério do Desenvolvimento, Indústria e Comércio (Mdic). A elaboração da análise é do Departamento de Relações Internacionais e Comércio Exterior (Derex) da Federação das Indústrias do Estado de São Paulo (Fiesp).

Mais experiente e preparado, Sesi-SP quer título inédito no Polo Aquático

Agência Indusnet Fiesp

Em 2013 o time ficou no quase. Ao chegar em sua primeira final de Liga Nacional, a equipe de Polo Aquático do Serviço Social da Indústria de São Paulo (Sesi-SP) acabou derrotada pelo Fluminense em jogo equilibrado, em que a experiência da equipe carioca pesou. Agora, em 2014, o cenário é diferente.

Para a final da Liga Nacional contra o Esporte Clube Pinheiros, neste sábado (13/12), na Vila Leopoldina, às 19h15, o time entra na piscina com outro perfil. Bicampeão paulista, a equipe de André Avallone acumulou experiência, resultados, deu mais “cancha” aos jogadores e chega a sua segunda final de Liga Nacional bem mais preparada e consciente do que deve ser feito, segundo o próprio treinador.

“O time entra muito mais experiente. No ano passado, eu e muitos jogadores disputávamos nossa primeira final de Liga. Agora a gente já sabe como será o ambiente, como vai funcionar, já sabemos como é a dor de barriga. O time está pronto desde a semifinal. Diminuimos um pouco o ritmo de treino agora, mas estudei todos os vídeos do Pinheiros e sabemos o que devemos fazer”, disse Avallone, que joga o favoritismo para o outro lado e não espera nenhuma surpresa na partida. Pelo menos pelo lado dos rivais.

“O favorito e mais experiente é o Pinheiros. Terminaram em primeiro, só perderam um jogo e tem um time de jogadores estrangeiros, mais velhos, de seleção. Eles têm cinco ou seis na seleção brasileira e nós só temos um. Estudei bem o jogo deles. Lógico que pode pintar alguma surpresa, mas eles também não vão jogar debaixo d’água. E eu também posso colocar algumas surpresas”.

Nos confrontos diretos, realizados nos primeiros turnos do torneio, o Pinheiros levou a melhor nos dois jogos sobre o Sesi-SP, ao vencer pelos placares de 15 a 13 e 13 a 11. Porém, a equipe da Vila Leopoldina tem o vice-artilheiro da competição, Gustavo Grummy, com 49 gols. O atacante da touca nº 11 é uma das maiores esperanças de título do Sesi-SP. Para Grummy, o que importa é jogar bola e confiar no taco do time, sem perder a cabeça ou se desesperar

“Precisamos ter tranquilidade e saber das responsabilidades de cada um. Como foi no Paulista. Não importa o placar, se estiver bom ou ruim, o foco é o mesmo e não pode parar de jogar”, disse o atacante, que também considera o rival favorito para o jogo.

“O Pinheiros é favorito pelo histórico. São três títulos da liga, então a bomba está do lado de lá”. O Sesi-SP tem sua responsabilidade, mas na final a pressão fica na cabeça. É entrar na água e jogar o seu melhor”. Além de Grummy, Tony Azevedo e Marcelo Chagas estão confimados no Sesi-SP. Avallone não quis adiantar se Rudá Franco joga.

O jogo de sábado será logo após a decisão do terceiro lugar, entre Fluminense e Paulistano, às 18h. A entrada é gratuita.

Tony Azevedo brilha, Sesi-SP supera experiência do Pinheiros e é bicampeão Paulista

Lucas Dantas, Agência Indusnet Fiesp

Equipe de polo aquático no pódio. Foto: Lucas Dantas/Fiesp

 

Foi uma partida quente, como se espera de uma decisão, com todos os ingredientes. Gols, viradas, expulsões, pênaltis, discussões até sangue na água. E no final, o título que premiou a melhor equipe e o melhor jogador. Na noite desta quarta-feira (05/11), a equipe de polo aquático do Serviço Social da Indústria de São Paulo (Sesi-SP) conquistou o bicampeonato paulista na piscina da Vila Leopoldina, após vencer o Esporte Clube Pinheiros por 8×7 (1/0, 2/3, 2/3, 3/1) em jogo bastante disputado e com muita rivalidade.

O time da Vila começou bem e chegou a abrir 3-0, mas a experiência dos rivais pesou para chegar ao empate e até virar. Sem Gustavo Grummy, expulso no segundo quarto, o Sesi-SP contava com Tony Azevedo para vencer a defesa rival. Mas o craque da seleção norte-americana não conseguia escapar da marcação, então sobrou para os coadjuvantes Arthur e Herman a tarefa de manter o time na disputa. No final, aí sim pesou o fator “Tony Azevedo” e o time pôde comemorar o título, o segundo em apenas quatro anos de existência. Criado em 2010, o time adulto também já chegou à final da Liga Nacional e mostra que o trabalho deu frutos bem rápido e promete um futuro rico em taças.

O técnico André Avallone se jogou na água com seus atletas após a partida e elogiou a postura do time mesmo nos momentos mais críticos do jogo.

“O time do Pinheiros é muito bom. Muito completo, com duas peças em cada posição. A única maneira que a gente tinha era começar forte, aproveitar cada jogador 100%. Eles chegaram a abrir um gol, mas nunca mais do que isso. Soubemos trabalhar e correr atrás. E no final a estrela do Tony falou mais alto e saímos com a vitória”, disse Avallone, que resume os resultados alcançados pela equipe da Vila Leopoldina de forma bem simples.

“Um dia trabalha, no outro trabalha também e no terceiro tem mais trabalho. É assim”.

Equipe comemora a conquista do bicampeonato paulista. Foto: Lucas Dantas/Fiesp

 

Mesmo com o título, o craque Tony Azevedo não estava com cara de bons amigos após a partida por conta do corte profundo no rosto que lhe valeu cinco pontos, mas também celebrou a forma como o time se comportou, superando na bola a maior experiência dos rivais.

“A gente começou bem, fizemos o nosso esquema como combinado e então eles começaram a bater e passar para um jogo violento. O nosso time tem menos experiência, mas conseguiu manter seu jogo e sair bem. O resultado ajuda muito a gente, foi um título contra uma equipe com jogadores na seleção. Nosso time é jovem, só perdeu uma partida esse ano e o resultado nos dá mais confiança para jogar a Liga, que é o grande objetivo esse ano”.

O jogo

O Sesi-SP começou o jogo muito bem, com gol de Arthur logo no início e depois segurou o Pinheiros. Os dois goleiros, Marcelo Chagas, do Sesi-SP, e Vinícius Antonelli, do Pinheiros, tiveram excelentes atuações, evitando mais gols na etapa. Usando os 30 segundos de posse de bola, o Sesi-SP deixou o tempo passar e administrou a etapa, mesmo com a vantagem mínima. No final do quarto, Tony chegou a ampliar, mas a arbitragem marcou falta.

O que faltou de gols no primeiro quarto, sobrou no segundo. Arthur e Grummy ampliaram o placar para o Sesi-SP, mas o time deixou o Pinheiros jogar e os rivais chegaram ao empate. Herman colocou o Sesi-SP na frente de novo, mas Marcelo empatou faltando menos de um minuto para o término, de pênalti. No final do quarto, Grummy se envolveu em confusão com Marcelo e ambos foram expulsos da partida. Menos mal para o nº 11 que sacramentou a artilharia da competição com 39 gols, dois a mais que seu xará Gustavo Coutinho, do Paulistano.

Abalado com a expulsão de Grummy no final do segundo quarto, o Sesi-SP se perdeu no início da etapa e sofreu dois gols de Michael, demorando a se encontrar de novo no jogo. Faltando apenas um minuto, Pedro diminuiu a diferença e colocou o time da Vila Leopoldina de volta na final.

O último quarto foi o mais tenso. Logo no início, Gabriel empatou para o Sesi-SP, mas a alegria durou pouco. Emílio marcou mais um para o Pinheiros, que abusava das paradas de bola e não deixava o time da casa jogar. Em uma delas, porém, acabaram cometendo pênalti, que Henrique converteu e empatou o jogo. Aí foi a hora da Fera aparecer.

Tony Azevedo havia sido bem marcado o jogo inteiro, com poucas chances de arremessar para o gol. Quando pegava na bola, a marcação era implacável e o craque não conseguia se desvencilhar. Faltando dois minutos para o término do jogo, Tony foi acertado no rosto por Emílio e teve que ir para a borda da piscina sangrando. Se ele saísse para atendimento, não poderia retornar. Os médicos fizeram uma bandagem em processo que paralisou a partida por quatro minutos, sob protesto dos jogadores e comissão técnica do Pinheiros. Mas Tony voltou e um minuto depois teve a chance que pediu o jogo todo.

Faltando apenas 42 segundos para acabar, pênalti para o Sesi-SP e o seu melhor jogador não fugiu da responsabilidade. Contra o goleiro do Pinheiros cujo apelido é Bin Laden, o brasileiro naturalizado norte-americano arremessou sem chances de defesa, colocou o time na frente e comemorou com raiva.

O Pinheiros tinha a posse de bola e a chance de mais um ataque. Mas Tony voltou para ajudar a defesa e roubou a bola, dando os 30 segundos finais para o Sesi-SP. E ao invés de nadar para o gol e tentar o contra-ataque, Tony usou sua experiência e foi para a lateral, onde gastou o tempo até o cronômetro zerar e o time poder comemorar o bicampeonato.

Infográfico: variação negativa do índice de emprego em junho é a pior da série

Alice Assunção – Agência Indusnet Fiesp

A indústria paulista fechou 7.000 postos de trabalho em junho, registrando uma queda no mês de 0,39%, com ajuste sazonal, em relação ao desempenho verificado em maio, divulgaram nesta quinta-feira (12/07) a Federação e o Centro das Indústrias do Estado de São Paulo (Fiesp e Ciesp).

Com exceção de 2009, ano em que a crise financeira internacional se agravou, este é o pior resultado mensal da série iniciada em 2006.

Veja trajetória do indicador no infográfico abaixo:

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Fiesp e Sesi-SP abrem mostra gratuita de cinema

O público já pode conferir, gratuitamente, a exibição dos 32 filmes – 22 longas e 10 curtas-metragens – que concorrem no VIII Prêmio Fiesp/Sesi-SP do Cinema Paulista. As sessões serão apresentadas até 15 de abril, de segunda-feira a domingo, no Mezanino do Centro Cultural Fiesp – Ruth Cardoso.

Os longas-metragens são:

As Doze Estrelas; Família Vende Tudo, Bróder; Pólvora Negra, Evoé! Retrato de um Antropófago; Eu Eu Eu José Lewgoy; Onde está a Felicidade?; Os 3; O Samba que mora em mim; Bollywood Dream – O Sonho Bollywoodiano; Amanhã Nunca Mais; Mamonas pra Sempre; Além da Estrada; VIPs; Lixo Extraordinário; Natimorto; Estamos Juntos; Quebradeiras; Trabalhar Cansa; No Olho da Rua; À Margem do Lixo; Meu País
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Os curtas A Grande Viagem, Irene, Cativeiro, Tatu Bolinha e Flash serão aglutinados em uma única etapa de exibição: na abertura (terça-feira, 27, às 20h) e no dia 3 de abril, às 18h.

Nos dias 5 (às 16h) e 11 de abril (às 18h) serão exibidos: Inquérito Policial nº 0521/09; Máscara Negra; Morte e Morte de Johny Zombie; D. on Ice; e Às vezes o céu é azul.

Seleção

A premiação contemplará 12 categorias: melhor filme, melhor diretor, melhor roteiro, melhor atriz e ator, melhor fotografia, melhor ator e atriz coadjuvante, melhor montagem, melhor trilha sonora, melhor direção de arte e melhor filme de curta-metragem.

Os três finalistas de cada categoria serão selecionados por um júri popular (público), que poderá efetuar o voto por meio do site www.fiesp.com.br/cinema ou após cada sessão em cédulas entregues ao espectador na entrada do filme.

Os vencedores serão determinados por um júri oficial, constituído por profissionais ligados às áreas cinematográfica e cultural. A premiação dos melhores em cada categoria será realizada no Teatro do Sesi São Paulo, somente para convidados, em 2 de maio. Os prêmios em dinheiro totalizam R$ 45 mil.

Confira a programação de filmes em exibição: www.sesisp.org.br/cultura/cinema

 

Serviço
Mostra de filmes – VIII Prêmio Fiesp/Sesi-SP do Cinema Paulista
Período: de 27 de março a 15 de abril de 2012
Local: Centro Cultural Fiesp – Ruth Cardoso
Entrada: franca

De “ressaca”, atividade industrial paulista tropeça em junho

Agência Indusnet Fiesp,

Em ritmo acelerado de expansão desde março de 2009, quando a economia brasileira começou a se recuperar da crise financeira, a atividade industrial paulista deu um respiro em junho.

A queda de 0,6% no Indicador de Nível de Atividade (INA), já livre de influência sazonal, quebrou a sequência de 15 meses em alta. Os dados foram divulgados nesta quarta-feira (28) pela Fiesp e o Ciesp.

Sem ajuste sazonal, a baixa em relação a maio foi de 0,3%, a pior para o mês nos últimos três anos. Mas para Paulo Francini, diretor do Departamento de Pesquisas e Estudos Econômicos (Depecon) das entidades, não há motivos para enxergar o resultado como um fator negativo na economia.

“Houve uma interrupção na trajetória de ascensão, mas não vemos motivos para uma inversão de tendência. É uma acomodação que talvez dure três meses. No entanto, a partir de agosto devemos recuperar a inclinação para o crescimento continuado da atividade”, avaliou Francini.

No acumulado do primeiro semestre (+14,3%), a indústria paulista computou o melhor resultado da série histórica da pesquisa, iniciada em 2003. Em relação a junho de 2009, o crescimento chega a 9,9%. O nível de utilização da capacidade instalada (Nuci) ficou praticamente estável em relação a maio, 81,8% ante 82,5%, com ajuste.


Ressaca
Segundo Francini, a redução pontual ocorrida em junho está mais ligada a um período de “ressaca”, com o fim dos benefícios tributários concedidos a alguns setores produtivos, como o de automóveis e a linha branca de eletrodomésticos.

O diretor de Economia da Fiesp/Ciesp explicou que a acomodação nos meses seguintes é uma contrapartida da antecipação de compras provocada com a redução do Imposto sobre Produtos Industrializados (IPI).

Outro fator é o que Francini chamou de “efeito Copa do Mundo” – os jogos do Brasil, que ocuparam três dias úteis do mês de junho, tiveram influência na baixa de 0,2% nas horas trabalhadas na produção. O total de vendas reais foi outra variável que caiu no mês (-1,9%).

“É um efeito difícil de ser mensurado, mas de alguma maneira existe. Certamente o índice [INA] ficaria mais próximo do zero não fosse ele”, assegurou. A Fiesp não mudou suas projeções para os índices econômicos, e segue apostando em um crescimento de dois dígitos para a atividade da indústria paulista em 2010, acima de 11%.


Setores
O desempenho de produtos químicos, petroquímicos e farmacêuticos foi negativo nos últimos três meses – entre outros fatores, devido à redução de preços no mercado internacional. E em junho não foi diferente: queda de 0,9% com ajuste.

“O setor passa por uma contínua redução de atividade, não em quantum, mas em valor, em função da entrada de novos agentes ofertantes do Oriente Médio, além do nível de demanda aquém do esperado”, frisou Paulo Francini.

A produção de borracha e plástico, em vigorosa trajetória de retomada, caiu 1% em relação a maio, mais pelo fato de estar ligada à composição de outros setores, como o automobilístico e o de eletrodomésticos. Já o segmento de celulose e papel subiu 0,2% na apuração do último mês.

Mercado
pesquisa Sensor, o “farol de proa” da Fiesp quanto ao sentimento dos empresários, indica claramente que está ocorrendo uma redução da taxa de crescimento da atividade industrial. O resultado geral de julho alcançou 52,5 pontos, ante 55,1 no mês anterior, e foi o menor desde o embalo de dezembro de 2009.

Os itens mercado (56), vendas (50,9) e estoque (47,6) ficaram estáveis no mês. Já as perspectivas para emprego (54,2) e investimentos (53), atenuadas, puxaram o Sensor para baixo em relação a junho.

“O Sensor nos dá o seguinte panorama: houve uma perda temporária de velocidade, que vai retomar o seu vigor mais à frente. Observamos esse cenário com tranquilidade, não há motivo para temor”, avisou Paulo Francini.