Na calçada da Fiesp, centenas de mulheres recebem informações sobre câncer de mama

Agência Indusnet Fiesp

O Instituto Arte de Viver Bem (IAVB) se uniu ao Comitê da Cadeia Produtiva da Saúde e Biotecnologia da Fiesp (ComSaude) e à Sociedade Brasileira de Mastologia (SBM) para alertar sobre a importância da prevenção do câncer de mama, da realização da mamografia e para os fatores de risco da doença.

Uma equipe de especialistas fez esclarecimentos nesta terça-feira (3 de outubro), na calçada da Fiesp, a mais de mil pessoas, na maioria mulheres, no espaço +Saúde. A estrutura montada no local incluiu o ônibus rosa do IAVB, chamado de Circuito Casa da Mulher, que ofereceu gratuitamente serviços de manicure, maquiagem e aulas de amarração de turbantes e doação de lenços – mais de 500 – para as pacientes que participaram das atividades. A parceria também disponibilizou folhetos informativos sobre os direitos da mulher com câncer e as formas de prevenção da doença.

Números da doença

Quase 58.000 mulheres receberão o diagnóstico de câncer de mama até o fim deste ano no Brasil, de acordo com o Instituto Nacional do Câncer (Inca). A estimativa é que, anualmente, a doença mate 14.206 mulheres no país.

Quando o câncer de mama é diagnosticado precocemente, as chances de cura são de 95%, na maioria dos casos.

Sobre o +Saúde

O “+Saúde – programa de prevenção e educação” é uma iniciativa do Comitê da Cadeia Produtiva da Saúde e Biotecnologia da Fiesp (ComSaude). Seu objetivo é promover campanhas de educação e conscientização com entidades ligadas ao Comitê, que têm como foco de suas atividades a atenção ao paciente.

O serviço de utilidade pública acontece todos os meses na calçada em frente à Fiesp. Durante o ano são trabalhados diferentes assuntos importantes relacionados à saúde que são pauta contínua de discussão, como o diabetes, hipertensão e doação de sangue e órgãos, por exemplo.

O +Saúde conta com a participação de parceiros voluntários, que representam instituições sem fins lucrativos, sociedades de profissionais da saúde, entidades setoriais, hospitais, profissionais da saúde e empresas do setor.

“Esta ação demonstra o compromisso da Fiesp com a saúde da população, priorizando a informação e a educação como formas de melhoria da saúde”, explica Ruy Baumer, diretor-titular do ComSaude.

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Calçada da Fiesp foi palco de atividades do Outubro Rosa. Foto: Helcio Nagamine/Fiesp

Carreta da mamografia vai às indústrias para atender trabalhadoras

Patrícia Ribeiro, Agência Indusnet Fiesp

Uma carreta de alta tecnologia do Sesi-SP, totalmente equipada para fazer mamografias, começou nesta segunda-feira (5/10) a percorrer indústrias da Grande São Paulo, oferecendo o exame, essencial para a detecção precoce do câncer de mama. Na região há mais de 120 mil mulheres que devem fazer o exame, por terem 40 anos ou mais ou por indicação médica. Elas não pagam pelo exame, que é bancado pelas empresas em que trabalham.

A carreta é parte do projeto MUSA – Mulher Saudável, promovido conjuntamente pela Fiesp e pelo Sesi-SP. É equipada com mamógrafo digital de última geração e conta com o conforto da climatização, TVs, som ambiente, vestiário e controle de luminosidade. Antes de começar a viagem pela Grande São Paulo, ficou estacionada na sede das entidades da indústria, na avenida Paulista, realizando mais de 25 mamografias por dia na equipe que trabalha no prédio.

O projeto deve trazer como benefícios a redução do absenteísmo, diminuição de perda de horas de trabalho, facilidade de acesso e conforto e a satisfação e aumento do vínculo afetivo das trabalhadoras com a empresa.

>> Ouça reportagem sobre a MUSA

O programa ainda prevê a realização de ações educativas junto às trabalhadoras da indústria e comunidade, bem como oferecer serviço preventivo de qualidade, de acordo com os padrões e normas vigentes.

Segundo o gerente executivo de Qualidade de Vida do Sesi-SP, o médico Eduardo Arantes, esta ação mostra mais uma vez a importância da promoção da saúde e da prevenção de doenças. “A intenção desta campanha é atender 100% das mulheres da indústria. Um índice nunca alcançado no mundo”, enfatiza.

“A MUSA facilitará o acesso das trabalhadoras a um exame que, realizado anualmente, poderá detectar precocemente o câncer de mama e aumentar muito as chances de cura.”

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Unidade móvel do projeto MUSA, que percorre indústrias da Grande São Paulo para fazer mamografias. Foto: Ayrton Vignola/Fiesp


Removendo obstáculos

A ideia de ampliar o atendimento preventivo de saúde e facilitar o acesso da trabalhadora paulista à mamografia surgiu em 2013, durante o evento de comemoração do Outubro Rosa na Fiesp. O presidente da entidade, Paulo Skaf, durante conversa com suas colaboradoras, percebeu que a dificuldade de locomoção em uma cidade grande como São Paulo é uma das causas da baixa adesão aos exames.

As mulheres presentes alegaram que a burocracia, o trânsito e a distância dos laboratórios acabam desmotivando a realização da mamografia, apesar de elas terem convênio médico. Skaf estudou as sugestões e teve a ideia de propor uma unidade médica móvel para que todas as mulheres da entidade tenham acesso aos exames e diagnósticos da doença. “Com a unidade móvel a trabalhadora fará os exames com total conforto e segurança em no máximo 15 minutos”, afirmou Skaf.

Na mira da MUSA

O público alvo do projeto MUSA é o das trabalhadoras da indústria paulista com 40 anos ou mais ou que tenham indicação clínica para a realização abaixo da faixa etária. Excepcionalmente, homens poderão ser atendidos, também por indicação médica. Em todos os casos, a mamografia anterior deve ter sido feita pelo menos 10 meses antes.

Câncer de mama no Brasil

No Brasil, as taxas de mortalidade por câncer de mama continuam elevadas, muito provavelmente porque a doença ainda é diagnosticada em estágios avançados. Na população mundial, a sobrevida média após cinco anos é de 61%.

Segundo informações do Instituto Nacional de Câncer (Inca), o câncer de mama é o mais comum entre as mulheres, correspondendo a 22% dos casos novos a cada ano. Se diagnosticado e tratado oportunamente, o prognóstico é relativamente bom.

Relativamente raro antes dos 35 anos, acima desta faixa etária sua incidência cresce rápida e progressivamente. Estatísticas indicam aumento de sua incidência tanto nos países desenvolvidos quanto nos em desenvolvimento. Segundo a Organização Mundial da Saúde (OMS), nas décadas de 60 e 70 registrou-se um aumento de 10 vezes nas taxas de incidência ajustadas por idade nos Registros de Câncer de Base Populacional de diversos continentes.

Sobre o Outubro Rosa

Campanha Mundial Outubro Rosa é um movimento popular que busca sensibilizar a população para os riscos e a necessidade de diagnóstico precoce para esse tipo de câncer, que é o segundo mais comum no mundo, perdendo apenas para o de pele.

Outubro Rosa: Sesi-SP leva informação sobre saúde da mulher para todo o estado

Ariett Gouveia, Agência Indusnet Fiesp

Para alertar sobre a importância da prevenção da doença, o Serviço Social da Indústria de São Paulo (Sesi-SP) promove uma série de palestras sobre o câncer de mama e outras doenças que atingem as mulheres, realizados nos Centros de Atividades (CAT). Nesta quarta-feira (22/10), a apresentação foi realizada no Sesi-SP do Catumbi, na zona leste da capital.

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Veralucia Machado Nígula, gestora do Diagnóstico de Saúde e Estilo de Vida: “Cerca de 95% dos casos de câncer de mama detectados precocemente tem cura”. Foto: Tâmna Waqued/Fiesp


Com uma plateia formada de funcionários, alunos, pais e moradores da região, a enfermeira do trabalho e gestora do Diagnóstico de Saúde e Estilo de Vida, Veralucia Machado Nígula, falou sobre HPV, importância do Papanicolau, da mamografia e outros exames, a história do Outubro Rosa, além dos fatores de risco e tratamento de câncer de colo do útero e de mama.

“O Outubro Rosa existe para que as pessoas se conscientizem que é preciso ir ao médico para obter um diagnóstico a tempo. Cerca de 95% dos casos de câncer de mama detectados precocemente tem cura”, alertou a especialista.

Atenta aos cuidados necessários, Maria de Lourdes Santiago, de 75 anos, elogiou a iniciativa do Sesi-SP. “A palestra foi ótima. Fico contente que hoje a informação é muito melhor do que antigamente. Hoje em dia, toda mulher e todo homem têm condições de se prevenir e se tratar”, disse a aposentada que busca estar sempre em dia com os exames preventivos.

Muitos adolescentes – alunos do Sesi-SP Catumbi – aproveitaram a palestra para esclarecer dúvidas. “Na palestra, descobri que homem também pode desenvolver câncer de mama”, comentou Henrique Robert Alves dos Santos, de 15 anos. Para Danievelyn Cristina Pereira Barbosa, de 18 anos, a prevenção foi o mais relevante. “É muito importante receber orientação para fazer os exames médicos e também o autoexame.”

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Alunos do CAT: informações úteis para prevenção e cuidados com a saúde. Foto: Tâmna Waqued/Fiesp


Com um caso de câncer na família, Ingrid Aparecida Martins Félix dos Santos, de 17 anos, gostou de participar da palestra. “Minha mãe teve câncer de colo de útero e teve até que fazer cirurgia. Por isso, achei importante saber que tenho que fazer exame mesmo não tendo a idade de risco para a doença. Também achei interessante saber que as chances de cura são de 95% se a pessoa descobrir logo.”

Moradora da região, Berlândia Pereira dos Santos, de 26 anos, aproveitou a oportunidade para saber mais sobre a saúde. “Gosto de ficar por dentro das coisas e por isso vim. E amei a palestra. Procuro cuidar da minha saúde, pratico atividade física, mas faz uns dois anos que não vou ao médico. A palestra até me incentivou a marcar consulta na ginecologista para fazer os exames.”

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Berlândia dos Santos: palestra serve como incentivo para marcar consulta e fazer os exames. Foto: Tâmna Waqued/Fiesp


Foto: Serginho usa rosa em apoio à campanha pela prevenção ao câncer de mama

Agência Indusnet Fiesp

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Serginho com a camisa estilizada pela campanha Outubro Rosa. Foto: Lucas Dantas/Sesi-SP Divulgação

Durante todo o mês de outubro, o Serviço Social da Indústria de São Paulo (Sesi-SP) promove ações com o objetivo de conscientizar mais de 244 mil alunos e seus familiares sobre a importância da prevenção ao câncer de mama.

E a campanha também é voltada para a comunidade: o líbero Serginho, da equipe de vôlei do Sesi-SP, usou uma camisa rosa em jogo diante do Brasil Kirin, realizado na noite desta sexta (10/10), no ginásio da Vila Leopoldina (zona oeste da capital), com transmissão do Sportv.

A cor simboliza o movimento mundial conhecido como Outubro Rosa, campanha para sensibilizar a população para os riscos e a necessidade de diagnóstico precoce para esse tipo de câncer.

>> Vôlei masculino do Sesi-SP vence Brasil Kirin e sai na frente na semifinal do Campeonato Paulista 

Outubro Rosa: Brasil precisa superar gargalos para melhorar no tratamento ao câncer

Ariett Gouveia, Agência Indusnet Fiesp

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Max Senna Mano: “Lidamos com uma diferença de 3 a 5 anos de diferença na sobrevida do paciente no sistema público em relação ao privado". Foto: Divulgação

No Fórum de Combate ao Câncer da Mulher, evento que acontece na Federação das Indústrias do Estado de São Paulo (Fiesp), o chefe do grupo de câncer de mama do Instituto do Câncer do Estado de São Paulo (Icesp), Max Senna Mano, mostrou tratamentos que deveriam estar disponíveis no SUS mas não estão.

“Trabalho metade do meu tempo no setor público. E parece que em 10 minutos que passo do privado para o público eu mudei de país, porque são realidades totalmente diferentes”, afirma o médico.

Segundo Mano, o Brasil está em um momento único porque enfrenta, ao mesmo tempo, problemas médicos comuns aos países subdesenvolvidos e desenvolvidos. No caso específico do câncer, por exemplo, estômago e colo de útero estão entre os 10 primeiros com maior incidência, maiores marcadores de subdesenvolvimento. Mas entre os dois campeões, próstata e mama, é padrão de país desenvolvido. Muitos gargalos precisam ser solucionados com extrema urgência no país, de acordo com o médico. Entre eles, a atenção ao diagnóstico precoce, o acesso aos tratamentos e a continuidade ao tratamento quando o exame constata a existência de um nódulo.

“Um aspecto interessante é que, quanto mais baixo o nível sócio-econômico-cultural, mais as pequenas medidas proporcionam melhoras incríveis nos índices de saúde da população. No Brasil, ainda temos muita margem para essas medidas simples.”

Com foco nos tratamentos de alto custo no câncer de mama, Mano apresentou as novas descobertas já aprovadas pela Agência Nacional de Saúde (ANS) para serem usadas no Brasil. Entre elas, o uso de um novo princípio ativo, pertuzumab, ao atual, com trastuzumab e quimioterapia, que aumenta em até 40% a sobrevida do paciente.

No entanto, tratamentos como esse estão restritos ao sistema privado. “Como pode a ANS dizer que um tratamento é eficaz e seguro e ele não entrar automaticamente no sistema público?”, questionou. “Lidamos com uma diferença de três a cinco anos de diferença na sobrevida do paciente no sistema público em relação ao privado. E não tem solução fácil para isso.”

Mano reconheceu ser difícil para qualquer país pagar tratamentos caros em seus sistemas públicos de saúde. “Não é rentável para o Estado pagar um tratamento de um câncer de mama metastático, mas é uma obrigação. Por isso, a situação é difícil não só para nós, mas também para países desenvolvidos.”

Outubro Rosa: câncer de mama mata mais de 13 mil no Brasil por ano

Alice Assunção, Agência Indusnet Fiesp

O Brasil registra por ano mais de 570 mil novos casos de câncer. Desses diagnósticos, mais de 57 mil são câncer de mama, que mata ao menos 13 mil homens e mulheres brasileiras todos os anos.

As informações foram apresentadas na manhã desta quarta-feira (01/10) pela Ph.D Maira Caleffi, presidente da Federação das Instituições Filantrópicas de Apoio à Saúde da Mama (Femama), em uma palestra realizada na sede da Federação das Indústrias do Estado de São Paulo (Fiesp).

“Câncer de mama é um problema de saúde pública e queremos influenciar as políticas públicas com relação à saúde porque não vai bem”, afirmou Maira ao falar para funcionárias do Serviço Social da Indústria de São Paulo (Sesi-SP) e do Serviço Nacional de Aprendizagem Industrial de São Paulo (Senai-SP).

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Maira Caleffi: na maioria dos casos, o câncer de mama é silencioso. Foto: Tâmna Waqued/Fiesp


Segundo tipo de maior ocorrência no mundo, o câncer de mama acomete principalmente mulheres acima dos 40 anos. A doutora Maira alerta que toda mulher acima dessa idade deve fazer o exame de mamografia pelo menos uma vez ao ano.

Ela reiterou que o autoexame, no qual a mulher apalpa a própria em mama, não pode ser confundido como diagnóstico do surgimento ou não da doença. “Eu prefiro não chamar isso de autoexame, mas de autocuidado. Quem faz exame é o médico.”

Maira também afirmou que, na maioria dos casos, o câncer de mama é silencioso. “A gente só nota ele [tumor] na mão quanto já está com mais ou menos dois centímetros”, disse a doutora sobre o que seria o segundo estágio da doença.

Mesmo após o diagnóstico, 50,2% dos pacientes demoram até oito meses para iniciar algum tipo de tratamento, informou a médica.

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Presidente da Femama informou que tumores de dois a cinco centímetros têm 70% de chances de serem curados, enquanto nos casos com mais de cinco centímetros as chances de sobrevida são de apenas 40%. Foto: Tâmna Waqued/Fiesp

Segundo Maira, em casos de tumores com menos de um centímetro de diâmetro, as chances de sobrevida são de 98%, no caso dos tumores com um centímetro, as chances de cura são de 95%. Já tumores de dois a cinco centímetros têm 70% de chances de serem curados, enquanto nos casos com mais de cinco centímetros as chances de sobrevida são de apenas 40%.

A médica também comentou o aumento de mastectomias preventivas após a atriz Angelina Jolie anunciar que havia feito o procedimento nas duas mamas por conta de seu carregamento genético. A mãe da atriz morreu da doença aos 56 anos.

“Ela tinha o gene marcado, vários casos de câncer na família em mulheres jovens. Ela pensou no que poderia fazer pelo seu futuro”, comentou Maira. “Mas se você tem alguns casos na família e não herdou a mutação, porque hoje a gente consegue medir isso, para quê tirar tudo se você tem a mesma probabilidade que o resto da população?”, questionou.


Outubro Rosa

A palestra de Maira Caleffi foi um dos primeiros eventos oficiais do movimento Outubro Rosa para este ano. Nesta noite, a Fiesp vai exibir na fachada do prédio o laço rosa, símbolo da campanha de combate ao câncer de mama. Durante 19 dias, a Galeria de Arte Digital do Sesi-SP vai projetar o laço, sempre no período entre 20h e 6h do dia seguinte.

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Francisca Harley, presidente de Amigas Américas: associação já ajudou a realizar 280 mil exames de diagnóstico do câncer de mama. Foto: Tâmna Waqued/Fiesp

Também participou do lançamento oficial da campanha a Amigas Américas, iniciativa de brasileiros e norte-americanos para o combate ao câncer de mama.

De acordo com a presidente da Amigas Américas, Francisca de Paula Harley, a associação já ajudou a realizar 280 mil exames de diagnóstico do câncer de mama, além de doar 22 mamógrafos para 11 estados brasileiros.

O Sesi-SP também deve fazer sua contribuição para o diagnóstico precoce do câncer de mama. A primeira unidade de móvel da entidade para exames de mamografia também começa a fazer seus primeiros exames ainda este ano, provavelmente em dezembro.

>> Sesi-SP realiza ações de prevenção ao câncer de mama 

Sesi-SP realiza ações de prevenção ao câncer de mama durante o mês de outubro

Agência Indusnet Fiesp

Durante todo o mês de outubro, o Serviço Social da Indústria de São Paulo (Sesi-SP) promove ações educativas com o objetivo de conscientizar mais de 244 mil alunos e seus familiares sobre a importância da prevenção ao câncer de mama.

As ações incluem palestras e distribuição de material informativo em 55 Centros de Atividades em todo o estado de São Paulo. Os alunos também recebem uma pulseira para ser entregue aos pais ou responsáveis, como um lembrete da campanha. Na sede da entidade, em São Paulo, um laço rosa, gigante, passa a ser projetado na Galeria de Arte Digital, de 1º a 19 de outubro, entre às 20 e às 6 horas, deixando a avenida Paulista mais feminina.

As iniciativas mostram o apoio do Sesi-SP ao movimento mundial conhecido como Outubro Rosa, campanha que dura o mês inteiro e busca sensibilizar a população para os riscos e a necessidade de diagnóstico precoce para esse tipo de câncer.

Segundo informações do Instituto Nacional de Câncer (Inca), o câncer de mama é o mais comum entre as mulheres, correspondendo a 22% dos casos novos a cada ano. O diagnóstico precoce é fundamental para o sucesso do tratamento, pois 95% dos casos têm cura, desde que detectados no início.

Para conhecer as ações específicas de cada região, é necessário verificar a programação dos CATs. A relação das unidades está disponível no site: www.sesisp.org.br.

Em artigo publicado no Diário de S. Paulo, Skaf destaca papel da indústria na prevenção de câncer de mama e próstata

Agência Indusnet Fiesp

Em artigo publicado nesta segunda-feira (11/11) no jornal Diário de S. Paulo e nos jornais da Rede Bom Dia, o presidente da Federação e do Centro das Indústrias do Estado de São Paulo (Fiesp e Ciesp) e do Serviço Social da Indústria de São Paulo (Sesi-SP), Paulo Skaf, destacou a participação ativa da indústria na campanha pela prevenção contra o câncer de mama, engajada pelo movimento Outubro Rosa.

Skaf também chamou atenção para o próximo desafio da entidade: o apoio à prevenção contra o câncer de próstata pelo movimento Novembro Azul.

No texto, Skaf afirmou que “a indústria, que participou ativamente do Outubro Rosa, também está engajada nesta campanha (Novembro Azul), e a Fiesp e o Ciesp iluminaram sua fachada, programaram debates, palestras e a distribuição de folhetos informativos e pulseiras na avenida Paulista, em frente a sua sede”.

Segundo informa o presidente da Fiesp, o câncer de próstata acomete cerca de 60 mil homens por ano.

“A campanha vem para reforçar aos brasileiros a diferença que um simples exame preventivo pode fazer na vida das pessoas”, garantiu Skaf.

Confira o artigo na íntegra:

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Para estimular prevenção ao câncer de próstata, Sesi-SP apoia campanha ‘Novembro Azul’

Agência Indusnet Fiesp

A exemplo do mês passado, quando promoveu o “Outubro Rosa“, o Serviço Social da Indústria de São Paulo (Sesi-SP) está apoiando o “Novembro Azul”, movimento internacional que estimula a prevenção contra o câncer de próstata.

Uma das primeiras ações com repercussão na mídia foi no sábado (02/11), quando o líbero Serginho, do time de vôlei do Sesi-SP, atuou com uma camiseta customizada, na cor azul, simbolizando a adesão à campanha. O jogo válido pela Superliga masculina teve transmissão ao vivo do canal Sportv.

Na sexta (01/11), as fanpages do Sesi-SP no Facebook passaram a exibir como avatar o laço azul, ícone da campanha.

Serginho, ao centro, de azul em nome da prevenção ao câncer de próstata. Foto: Lucas Dantas/Fiesp

O líbero Serginho, ao centro, de azul em nome da prevenção ao câncer de próstata. Foto: Lucas Dantas/Fiesp


Uma série de ações está programada ao longo do mês: a distribuição de pulseiras e flyers para alunos das escolas do Sesi-SP; a panfletagem na Avenida Paulista, em data a ser definida; ações de comunicação interna; atividades para colaboradores das entidades; distribuição de flyers aos Centros de Atividades do Sesi-SP e estímulo ao desenvolvimento de ações locais, entre outras.

A iniciativa é da Divisão de Esporte e Qualidade de Vida do Sesi-SP.

O câncer de próstata

A próstata é uma glândula que só o homem possui e que se localiza na parte baixa do abdômen. Quando as células deste órgão começam a se multiplicar de forma desordenada, ocorre o câncer. A próstata fica, então, mais endurecida e a doença é facilmente descoberta no exame de toque retal.

O câncer de próstata é mais incidente que o câncer de mama, de acordo com o Instituto Nacional do Câncer (Inca), que em sua estimativa 2012/2013 apontou 60.180 novos casos de câncer de próstata e 52.680 de mama. Esse tipo de câncer é o sexto tipo mais comum no mundo, ainda de acordo com dados do Inca.

Pesquisa realizada pelo instituto Datafolha para a Sociedade Brasileira de Urologia (SBU), em 2009, constatou que o preconceito com o exame de toque retal ainda é forte no Brasil. Apenas 32% dos homens brasileiros declararam já ter feito o exame. Foram ouvidos 1.061 homens com idades entre 40 e 70 anos, de 10 capitais brasileiras (Belo Horizonte, Belém, Cuiabá, Curitiba, Fortaleza, Manaus, Porto Alegre, Recife, Rio de Janeiro e São Paulo).

Outubro Rosa: Fiesp, Ciesp, Sesi-SP, Senai-SP e IRS promovem palestra para colaboradoras

Agência Indusnet Fiesp

Em mais uma atividade da campanha de prevenção ao câncer de mama, conhecida como Outubro Rosa, as entidades da indústria paulista promoveram na manhã desta segunda-feira (28/10), no Teatro do Sesi São Paulo, uma palestra com a filósofa e escritora Marcia Tiburi para mais de 500 colaboradoras que trabalham na sede das entidades, na Avenida Paulista.

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O presidente da Fiesp, Paulo Skaf, participa de evento com trabalhadoras do sistema indústria. Foto: Tâmna Waqued/Fiesp

Entre as convidadas, profissionais da Federação e do Centro das Indústrias do Estado de São Paulo (Fiesp e Ciesp), do Serviço Social da Indústria de São Paulo (Sesi-SP) , do Serviço Nacional de Aprendizagem Industrial de São Paulo (Senai-SP) e do Instituto Roberto Simonsen (IRS).

>>  Marcia Tiburi propõe reflexão sobre a importância da autoestima e ‘empoderamento’ das mulheres

O presidente da Fiesp, do Ciesp, do Sesi-SP, do Senai-SP e do IRS,  Paulo Skaf, prestigiou o evento e falou da alegria de as entidades da indústrias terem atuado intensamente do movimento Outubro Rosa, desde o trabalho de conscientização realizado nas unidades do Sesi-SP e Senai-SP no Estado de São Paulo até a exibição do laço rosa – símbolo da campanha – na Galeria de Arte Digital do Sesi-SP no edifício-sede da Fiesp.

Skaf afirmou que é preciso realizar ainda mais para que as pessoas possam ter acesso aos exames diagnósticos da doença, e solicitou ao superintendente geral do Sesi-SP que estude a viabilidade de adotar outras ações práticas de prevenção.

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A apresentadora Luisa Mel prestigiou o evento na Fiesp. Foto: Tâmna Waked/Fiesp

A madrinha da campanha Outubro Rosa, no Brasil, Inês Carvalho, diretora de Relações Institucionais do Instituto EcoDesenvolvimento e membro do Conselho Superior de Responsabilidade Social (Consocial) da Fiesp, defendeu a necessidade de iniciativas e parcerias nesse sentido. E lançou um desafio para que 100% das mulheres trabalhadoras da indústria realizem anualmente o exame de mamografia.

A atriz e apresentadora de tevê, Luiza Mell, também presente no evento, elogiou a participação da Fiesp na campanha.

Desenvolvimento das pessoas

O superintendente geral do Sesi-SP e diretor regional do Senai-SP,Walter Vicioni, destacou no início do evento que a participação das entidades da indústria em campanhas como essa demonstra a própria filosofia do presidente da Fiesp, Paulo Skaf:  “Quando ele adotou o tema ‘Cresce as pessoas, cresce o Brasil’, de certa forma, subordinou o desenvolvimento econômico ao desenvolvimento das pessoas. E ele, em sua gestão, tem nos orientado e inspirado para que o Sesi e o Senai se junte a esses movimentos que tem por objetivo final o desenvolvimento da pessoa humana”.


Outubro Rosa: Marcia Tiburi propõe reflexão sobre a importância da autoestima e ‘empoderamento’ das mulheres

Dulce Moraes, Agência Indusnet Fiesp 

Autora dos livros “As Mulheres e a Filosofia” e “O Corpo Torturado” e ex-integrante do programa “Saia Justa” (GNT), a filósofa Marcia Tiburi apresentou na manhã desta segunda-feira (28/10), no Teatro do Sesi São Paulo, a palestra “A Mulher e Autoestima” , em evento dirigido a mais de 500 colaboradoras da Federação e do Centro das Indústrias do Estado de São Paulo (Fiesp e Ciesp), do Serviço Social da Indústria de São Paulo (Sesi-SP) , do Serviço Nacional de Aprendizagem Industrial de São Paulo (Senai-SP) e do Instituto Roberto Simonsen (IRS).

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A filósofa Marcia Tiburi faz palestra sobre Mulheres e Autoestima durante campanha Outubro Rosa, na Fiesp. Foto: Tâmna Waqued/Fiesp


Marcia fez um breve retrospecto sobre a imagem e o papel da mulher ao longo da história, desde a Antiguidade Grega até os tempos atuais. Ela explicou que, durante séculos, as mulheres foram criadas para servir e agradar, motivo pelo qual, muitas vezes, mesmo doentes, esquecem-se de si mesmas para cuidar dos outros.

>> Outubro Rosa: Fiesp, Ciesp, Sesi-SP, Senai-SP e IRS promovem palestra para colaboradoras 

As razões para isso, segundo a filósofa, é que há no inconsciente coletivo heranças profundas de períodos em que as mulheres eram demonizadas por seu conhecimento, como a Idade Média; ou quando se prevalecia a subjugação do ser feminino – também retratada como Complexo de Ofélia, em alusão a personagem de Shakespeare, que se anulou e se aniquilou para agradar seu amado Hamlet –; ou até o culto à beleza e bondade atribuídas às musas das pinturas modernas, retratando a mulher como símbolo do que nasceu para enfeitar e adornar.

Marcia enfatizou que, para terem autoestima e se autovalorizarem, as mulheres precisam ter consciência de quem realmente são. “É como Simone Beauvoir [escritora francesa, feminista] dizia: ninguém nasce mulher. Alguém torna-se mulher”, afirmou.

Ela destacou também outra escritora, a brasileira Clarice Lispector, que disse, certa vez: “eu aprendi a me tratar muito bem. E aprendi isso me tratando bem como eu trato bem os outros”.

Arrancando aplausos da plateia, Marcia Tiburi afirmou que a autoestima só é possível quando a pessoa age e é nessa atitude que há o empoderamento. “O amar a si mesmo deve ser buscado com a libertação da mulher para ela ser quem realmente é e longe dos estereótipos e imposições culturais da nossa sociedade”, concluiu.

Em noite de festa para Serginho, Sesi-SP vence primeira partida da semifinal do campeonato paulista de vôlei

Lucas Dantas, Agência Indusnet Fiesp

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Serginho usou uma camisa diferente, em apoio à campanha Outubro Rosa. Foto: Divulgação

A noite era do aniversariante Serginho. Jogando com uma camisa especial para a campanha Outubro Rosa, o líbero de 37 anos surpreendeu ao marcar um ponto com rara habilidade e teve apenas um erro na vitória por 3 sets a 0 do time do Serviço Social da Indústria de São Paulo (Sesi-SP) sobre o do São José dos Campos. Os parciais foram de 21/18, 21/19 e 21/15 em partida válida pela primeira semifinal do campeonato paulista de vôlei realizada na noite de terça-feira (15/10), na casa do adversário.

O destaque foi a atuação dos centrais Lucão, com nove pontos, e Sidão, com oito. Com ataques precisos, a dupla desmontou a defesa da equipe do Vale do Paraíba e foram decisivos para o triunfo apo mostrar bom rendimento em fundamentos como saque e bloqueio.

A segunda partida da semifinal será na próxima sexta-feira (18/10), na Vila Leopoldina, às 19h. Em caso de vitória do São José, a vaga na final será decidida no chamado Golden Set – um set extra, de 21 pontos, novidade do regulamento da competição. Quem avançar enfrenta o vencedor do confronto São Bernardo x Brasil Kirin em dois jogos programados para os dias 27 e 31 de outubro.

Apesar da vitória por 3 sets a 0, o técnico Marcos Pacheco alertou para o alto número de erros. E prometeu que a equipe vai trabalhar ainda mais, de olho no segundo jogo e na retomada da Superliga 2013/14, na próxima terça-feira (22/10), contra o Volta Redonda, também no ginásio da Vila Leopoldina.

“Apesar do placar, o jogo não foi muito bom. Erramos demais. Só no primeiro set, demos 10 pontos para eles. Isso não pode acontecer. Podíamos ter imposto um ritmo melhor, ter feito uma partida melhor, como todo o respeito ao São José, mas foi um jogo abaixo do que o Sesi-SP tem para oferecer. Agora vamos trabalhar bastante, porque tem muita coisa para melhorar”, declarou o técnico, que já pensa na maratona que terá pela frente e as dificuldades futuras.

“Se passarmos para a final, será uma pedreira atrás da outra. Volta Redonda, Canoas, três jogos seguidos contra o Brasil Kirin (Paulista e Superliga)… Acabou a moleza e precisamos melhorar nossas deficiências agora. Mas não vamos dizer que está tudo ruim, pelo contrário. Temos problemas, mas uma vitória por 3 sets a 0 numa partida difícil como essa precisa ser muito valorizada. E sexta-feira [18/10] será muito mais difícil, tenho certeza”, finalizou Pacheco.

O jogo

Impulsionado pela torcida, que fazia muito barulho no ginásio do CTA de São José dos Campos, o time da casa forçou bastante o saque e forçou erros por parte do Sesi-SP. A equipe paulista chegou a equilibrar a etapa, mas o São José se mantinha firme e no ritmo dos torcedores, que vibravam muito a cada ponto, até conseguir o primeiro tempo técnico em 05/07. Após a conversa, o Sesi-SP começou a moldar o jogo à sua maneira. Com a eficiência do ponteiro Tiago Wesz, o Mão, no saque e nos ataques na ponta, além da força de Lucão de meio, o time virou o jogo e abriu três pontos de vantagem no segundo tempo técnico (14/11), mantendo a média até o final da primeira etapa, fechada em 21/18, em 23 minutos.

O segundo set começou bem melhor para o São José. Com Jean inspirado, o time forçou ainda mais no saque e chegou a abrir 02/07 no tempo técnico. Mais uma vez, Pacheco precisou acertar a recepção para conseguir botar o Sesi-SP de volta no jogo. Com calma e apostando também nos erros adversários, o time da indústria equilibrou a partida e empatou em 10/10, deixando o set em aberto. Com a entrada de Renan, a equipe cresceu e passou a virar bolas importantes, além de funcionar melhor no bloqueio. E foi com Renan que o Sesi-SP fechou o set em 21/19 em 24 minutos, abrindo 2 sets a 0 na partida.

A etapa final seguiu o script até então. O São José começando muito forte e fazendo o primeiro tempo técnico. Novamente, calma, conversa e o Sesi-SP assumiu o controle do jogo. Sem que o São José conseguisse fazer um único bloqueio na etapa, e ainda dando nove pontos através de erros, a equipe de Pacheco administrou o placar até fechar em 21/15, em 17 minutos, dando números finais ao jogo.

Líberos das equipes de vôlei do Sesi-SP vestem rosa pelo combate ao câncer de mama

Giovanna Maradei, Agência Indusnet Fiesp

A partir desta segunda-feira (14/10), até o final do mês, os líberos dos times feminino e masculino de vôlei do Serviço Social da Indústria de São Paulo (Sesi-SP) passam a vestir uniformes cor de rosa. A ideia é chamar a atenção para a campanha Outubro Rosa, desenvolvida para conscientizar a sociedade da importância dos exames de prevenção ao câncer de mama.

A iniciativa é apoiada pela Federação das Indústrias do Estado de São Paulo (Fiesp) e pelo Sesi-SP.

Suelen e Serginho receberam as novas camisetas na tarde desta segunda-feira (14/10) no ginásio do Sesi-SP na Vila Leopoldina, na zona oeste de São Paulo. Os atletas mostraram engajamento com a novidade. E fizeram questão de ressaltar a importância de ações como essa, reforçando a diferença que um simples exame preventivo pode fazer na vida de uma mulher e de sua família.

Suelen e Serginho elogiaram a iniciativa e estão empolgados com o apoio à campanha. Foto: Beto Moussalli/Fiesp

Suelen e Serginho elogiaram a iniciativa e estão empolgados com o apoio à campanha. Foto: Beto Moussalli/Fiesp


“Vai ser legal jogar de rosa. Não tem problema nenhum, não”, completou o campeão olímpico (2004) Serginho, líbero do time masculino do Sesi-SP. É a primeira vez que o atleta faz parte de uma ação como essa. E ele acredita que poderá ajudar muitas mulheres com a sua participação.

Já a jogadora do time feminino também achou a campanha “maravilhosa” e foi só elogios ao novo uniforme. “O problema é que todas as meninas vão querer jogar com ele agora”, brincou.

O regulamento permite que o uniforme do líbero tenha um feitio diferente, preservando-se a numeração com o restante da equipe.

Quem ficou curioso poderá conferir como ficou a nova camiseta ainda nesta segunda-feira (14/10), às 21h, no jogo entre Sesi-SP e Molico Nestlé, com transmissão do canal Sportv.

Fiesp e Sesi-SP unem colaboradores e parceiros pela prevenção ao câncer de mama

Giovanna Maradei, Agência Indusnet Fiesp

Nessa sexta-feira (11/10), os colaboradores da Federação das Indústrias do Estado de São Paulo (Fiesp) foram convidados a vestir roupas cor de rosa e receberam folhetos sobre a prevenção do câncer de mama. Quem passava pela frente do prédio na Avenida Paulista também foi convidado a fazer parte da campanha, com a distribuição de informativos e de uma pulseira rosa que lembrava a todos da importância de realizar o exame preventivo pelo menos uma vez ao ano.

A ação faz parte de uma série de atividades que estão sendo promovidas pela Fiesp e seus colaboradores, a fim de promover a prevenção ao câncer de mama. No Brasil, o índice de mulheres que morrem por causa da doença chega a 42% e o principal motivo é o diagnóstico tardio.

A campanha de prevenção ao câncer de mama da Fiesp na Avenida Paulista. Foto: Beto Moussalli/Fiesp

A campanha de prevenção ao câncer de mama da Fiesp na Avenida Paulista. Foto: Beto Moussalli/Fiesp


Leila Yoshie, coordenadora da Divisão de Esporte e Qualidade de Vida do Serviço Social da Indústria de São Paulo (Sesi-SP) e uma das organizadoras da campanha, afirmou que, ao ficar ciente desses dados, a equipe se interessou em fazer parte do movimento. “A gente teve acesso às informações da campanha mundial e achamos interessante incentivar as pessoas quanto à prevenção, mostrar que o índice de mulheres com câncer de mama ainda é muito alto.”

Todos por uma mesma causa

Em outubro, o mundo inteiro se une em torno da causa. Um grande símbolo dessa universalização é a Américas Amigas, uma organização da sociedade civil de interesse Público (Oscip) fundada pela mulher do ex-embaixador americano no Brasil, Bárbara Sobel. Criada em 2009, quando Bárbara descobriu que no Brasil o câncer de mama mata mais do que o dobro de mulheres que nos Estados Unidos, a organização trabalhou em parceria com a Fiesp nas ações daquele ano.

A fundadora da Américas Amigas se diz muito satisfeita com as ações e reforçou a importância de iniciativas do tipo no Brasil. “Vocês fizeram um ótimo trabalho. Quando vimos pela primeira vez no jornal o prédio com o laço da campanha, quase choramos de tanta felicidade”, disse. “Nós estamos tentando atingir o mundo todo e tantas pessoas passam aqui na frente todas as noites. Eu não consigo pensar em nada que poderia ter tido um impacto maior.”

Bárbara: “Eu não consigo pensar em nada que poderia ter tido um impacto maior.” Foto: Beto Moussalli/Fiesp

Bárbara: “Eu não consigo pensar em nada que poderia ter tido um impacto maior.” Foto: Beto Moussalli/Fiesp


O público também aprovou. A venezuelana Karibay Almedo, que passava pela Paulista durante a promoção da campanha, colocou sua pulseirinha e foi só elogios à iniciativa. “Eu acho que é uma ótima ideia! Às vezes não nos lembramos de que temos que fazer os exames e a pulseira nos ajuda com isso quando chegarmos em casa, até mesmo para lembrar outras mulheres.”

Outubro ainda não acabou

Além da panfletagem de hoje, outros eventos já foram promovidos. A sede da instituição está, desde o dia 01 de outubro, das 19h às 20h, divulgando na galeria digital a céu aberto (na fachada do prédio) o laço cor de rosa que representa a luta pela melhoria dos cuidados com a saúde da mulher. Os alunos da rede do Serviço Social da Indústria de São Paulo (Sesi-SP) de ensino, também foram incluídos e receberam de seus diretores materiais informativos, acompanhados de uma carta para que os alertas cheguem até seus pais ou responsáveis.

Leila confirma que até agora a resposta de todas essas ações tem sido bastante positiva e até superou as suas expectativas. No dia 20 de outubro, a campanha continua durante a Circuito Sesi-SP de Corrida de Rua 2013 e vai incluir folders explicativos sobre a prevenção ao câncer de mama nos kits dos corredores.

Sesi-SP promove campanha de prevenção ao câncer de mama em todo o estado

Agência Indusnet Fiesp

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Imagem do laço rosa começou a ser exibida às 19h. Foto: Ayrton Vignola/Fiesp

O Serviço Social da Indústria de São Paulo (Sesi-SP), em adesão ao movimento mundial Outubro Rosa,  promoverá, durante todo o mês de outubro, diversas ações educativas visando a prevenção do câncer de mama.

No dia 1º de outubro, a Galeria Digital do Sesi-SP exibiu a imagem do laço rosa, símbolo da luta contra o câncer de mama, na fachada do edifício-sede da entidade, na Avenida Paulista.

Durante todo o mês, nas escolas da rede de ensino do Sesi-SP em todo o estado, serão distribuídos 70 mil folhetos que alertam para os riscos da doença e incentivam a realização de exames preventivos. Além da distribuição de folhetos e da pulseira da campanha, também estão programadas palestras nos 55 Centros de Atividades do Sesi-SP.

Na próxima sexta-feira (11/10), a partir das 11 horas, em frente ao edifício-sede da Federação das Indústrias do Estado de São Paulo (Fiesp) na Avenida Paulista, serão distribuídas 3 mil pulseiras ao público. A ideia é que quem receba a pulseira rosa possa lembrar e sensibilizar toda a família para a importância da prevenção.

Para conhecer as ações de cada localidade verifique a programação dos Centros de Atividades do Sesi-SP. A relação das unidades está disponível no site: www.sesisp.org.br.

Sobre o  Outubro Rosa

A Campanha Mundial Outubro Rosa é um movimento popular quebusca sensibilizar a população para os riscos e a necessidade de diagnóstico precoce para esse tipo de câncer, que é o segundo mais comum no mundo, perdendo apenas para o de pele.

Segundo informações do Instituto Nacional de Câncer (Inca), o câncer de mama é o mais comum entre as mulheres, correspondendo a 22% dos casos novos a cada ano. O diagnóstico precoce é fundamental para o sucesso do tratamento, pois 95% dos casos têm cura, desde que detectados no início.


Pela prevenção contra câncer de mama, Sesi-SP apoia campanha ‘Outubro Rosa’

Agência Indusnet Fiesp

O Serviço Social da Indústria de São Paulo (Sesi-SP) está apoiando o “Outubro Rosa”, movimento internacional que estimula a prevenção contra o câncer de mama.

Para comunicar a adesão à iniciativa, o Sesi-SP exibiu na noite desta terça-feira (01/10) em sua Galeria Digital, na Avenida Paulista, a imagem do laço rosa, símbolo da campanha. A imagem pode ser vista na fachada do edifício-sede da Federação das Indústrias do Estado de São Paulo (Fiesp).

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Imagem do laço rosa começou a ser exibida às 19h. Foto: Ayrton Vignola/Fiesp


A campanha “Outubro Rosa” estimula a participação da população, empresas e entidades. O movimento, que dura o mês inteiro, busca alertar sobre os riscos e a necessidade de diagnóstico precoce deste tipo de câncer – o segundo mais comum no mundo, perdendo apenas para o de pele.

Além de expor o síbolo na Galeria Digital, o Sesi-SP está preparando atividades educativas com os alunos da rede de ensino do Sesi-SP, por meio da distribuição de filipetas educativas e pulseiras, com a proposta de sinalizar aos pais a importância da realização de exames preventivos.

Também estão programadas outras ações, em eventos esportivos, por exemplo, com peças relacionadas ao tema proposto pela campanha.

A iniciativa é da Divisão de Esporte e Qualidade de Vida do Sesi-SP.

Fiesp e Ciesp participam da campanha Pense Rosa

Dulce Moraes, Agência Indusnet Fiesp

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Emoção na abertura e no encerramento do encontro, que teve a participação da cantora Gilmelândia, embaixadora da campanha e do movimento Outubro Rosa, no Brasil. Foto: Helcio Nagamine

Na manhã desta segunda-feira (29/10), a Federação e o Centro das Indústrias do Estado de São Paulo aderiram à campanha Pense Rosa – uma iniciativa vinculada ao movimento mundial Outubro Rosa – e promoveram um encontro  educativo sobre prevenção do câncer de mama para suas funcionárias.

O evento começou com a emocionada execução do Hino Nacional na interpretação da cantora Gilmelândia, embaixadora da campanha e do movimento Outubro Rosa, no Brasil.

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Inês Carvalho, do Consocial da Fiesp e madrinha da Campanha. Foto: Helcio Nagamine

Inês Carvalho, membro do Conselho Superior de Responsabilidade Social (Consocial) da Fiesp e madrinha da campanha, agradeceu ao  2º diretor secretário da Fiesp, Mario Frugiuelle,  e às gerências de Recursos Humanos das entidades, por abraçarem essa importante causa: “É a primeira oportunidade de levarmos nossa mensagem que impacta decisivamente na saúde das mulheres brasileiras”.

Ela relembrou também o papel de destaque da Fiesp no Humanidade 2012, que deixou como legado “a sua criatividade em prol de causas com o foco em sustentabilidade e responsabilidade social”.

Inês Carvalho esclareceu que o principal objetivo da campanha Pense Rosa, iniciada em 2008, é conscientizar a sociedade na luta contra o câncer de mama e a importância da realização da mamografia para detecção precoce da doença.

“Hoje é o primeiro passo. Espero que no próximo ano possamos fazer esse exame em  100% das mulheres que aqui trabalham” , afirmou, solicitando aos homens presentes que também levem essa mensagem às mulheres de suas famílias.

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A especialista Albertina Pizzamiglio apontou os cuidados necessários para a prevenção da doença e os tratamentos disponíveis. Foto: Helcio Nagamine

Palestra

O evento contou com a palestra da doutora Albertina Pizzamiglio, especialista em imunologia e consultora médica em oncologia, que mostrou os números de incidência de câncer de mama no Brasil e no mundo, além dos principais fatores de riscos, os cuidados necessários para a prevenção da doença e atuais tratamentos disponíveis.

Diante do aumento da incidência da doença nos últimos anos, Pizzamiglio enfatizou a necessidade da detecção precoce para ampliar as chances de cura.

A médica explicou que o autoexame por apalpamento das mamas, muito difundido em nossa sociedade,  não é eficiente para detecção precoce de tumores. Daí a importância de todas as mulheres, a partir dos 40 anos de idade, realizarem, anualmente, a mamografia – exame capaz de detectar tumores menores ainda no início da doença.

Após esclarecerem suas dúvidas com a doutora Albertina,  as funcionárias  da Fiesp e do Ciesp assistiram ao show da cantora Gilmelândia e participaram de sorteio de brindes.