Senai-SP Superação: ‘Ganhei conhecimento e reconhecimento’

Isabela Barros, Agência Indusnet Fiesp

Ela sempre achou que viveria entre números. Estudante de Administração, se via trabalhando em algum banco ou corretora. Não foi o que aconteceu, nunca houve uma oportunidade. Obesa mórbida na época, a hoje professora do Serviço Nacional de Aprendizagem Industrial de São Paulo (Senai-SP) simplesmente não conseguia emprego. Ia bem nas provas escritas e testes gerais, mas nunca tinha retorno depois das entrevistas. Até o dia em que o proprietário de uma confecção no Bom Retiro, na capital paulista, resolveu contratá-la como assistente. Nada mais seria como antes.

Dessa experiência de trabalho, ela foi para uma outra confecção, em Pinheiros, onde tomou conhecimento do curso técnico de vestuário do Senai-SP, na Escola Senai “Francisco Matarazzo”, especializada em indústria têxtil, no Brás, na capital paulista. “Peguei R$ 30 emprestados com a minha mãe para me inscrever na seleção do curso”, lembra Fernanda.

Aprovada e matriculada, não demorou a receber o convite de um professor do curso para trabalhar na consultoria que ele tinha além das aulas na instituição.

Cada vez mais envolvida com o setor têxtil, o passo seguinte foi ser convidada para dar aula no próprio Senai-SP, primeiro prestando serviços e depois conseguindo ser efetivada com carga horária de 20 horas semanais. Depois, chegou ao patamar em que se encontra hoje, com 40 horas semanais e responsável por disciplinas como Logística 1 e 2, Planejamento Estratégico, Projeto Integrado, Gestão da Produção de Vestuário e Gestão de Negócios da Moda. Isso nos cursos de graduação e pós da Faculdade de Tecnologia Senai “Antoine Skaf”, também no Brás, nas mesmas instalações da escola da instituição no bairro.

“Aqui no Senai-SP o que interessa é o conteúdo”, disse Fernanda. “Sempre fui reconhecida pela minha dedicação aos estudos, sendo do jeito que eu fosse”.

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Fernanda Marinho: reconhecimento pela dedicação aos estudos no Senai-SP, sendo do jeito que fosse. Foto: Everton Amaro/Fiesp


A possibilidade de crescimento que a professora encontrou na instituição veio para reforçar uma história de crescimento pessoal que veio da família em que nasceu. “Meu pai morreu quando eu tinha 16 anos, de acidente de carro”, conta. “Minha mãe, que não trabalhava, começou a fazer faxina para me ajudar a pagar a faculdade”, disse. “Eu também fiz trabalhos variados com esse objetivo, como tomar conta de crianças”.

De esforço em esforço, ela encontrou o seu lugar no Senai-SP. E hoje ajuda a mãe, que não trabalha mais, e está pagando as prestações da compra do seu primeiro imóvel, um apartamento em Santana do Parnaíba, na Grande São Paulo. “Não teria conseguido fazer um décimo do que eu fiz se não estivesse no Senai”, afirma Fernanda. “Ganhei conhecimento e reconhecimento, construí uma carreira”.

Para ela, as equipes da escola e da faculdade da instituição voltadas para o setor têxtil trabalham no melhor clima “de família”. “Somos muito unidos e é nessa união que está a nossa força”, explica. “Aqui há respeito pelas pessoas e todos trabalham para oferecer a melhor formação possível aos alunos”.

Aos seus estudantes e a todos os interessados em fazer carreira no Senai-SP, Fernanda recomenda dedicação e proatividade. “Entrem como alunos, estudem, conheçam a cultura da instituição, entendam o carinho com o qual a gente trabalha”, diz. “As oportunidades virão. Não me vejo fora daqui”.


No 8º Concurso Acelera Startup, Skaf destaca papel da educação para dar oportunidades

Agência Indusnet Fiesp

O presidente da Fiesp e do Ciesp, Paulo Skaf, afirmou nesta sexta-feira (3/6) em São José dos Campos, na abertura da 8ª edição do Concurso Acelera Startup, que as pessoas querem oportunidades, não favores. “E a melhor forma de dar oportunidades iguais é a educação.”

O conselheiro da Fiesp Ozires Silva, ex-presidente da Embraer, fez a palestra inicial no Acelera. Falou sobre o início da empresa, a partir de uma ideia. Quando há uma boa ideia, disse, é preciso trabalhar bem o planejamento e executar com rapidez, o que vale para qualquer empreendimento. Os jovens do Acelera precisam fazer o mesmo, defendeu.

O Concurso Acelera Startup, promovido pela Fiesp, incentiva o empreendedorismo inovador, estimulando a aproximação entre empresas iniciantes (startups) e investidores. Dá a chance aos empreendedores de apresentar seus projetos a mentores especialistas em diversas áreas, receber feedback de avaliadores e encontrar investidores para apoiar suas ideias.

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Paulo Skaf com Ozires Silva (dir.) na abertura do 8º Concurso Acelera Fiesp. Foto: Ayrton Vignola/Fiesp

Workshop: Oportunidades de Fornecimento da Indústria para os Jogos Olímpicos Rio 2016

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Confira as apresentações disponibilizadas das palestras realizadas no Workshop Oportunidades de Fornecimento da Indústria para os Jogos Olímpicos Rio 2016, realizados por intermédio do Departamento da Micro, Pequena e Média Indústria- DEMPI e do Comitê da Cadeia Produtiva do Esporte.

  •   Palestra: Acordo Convenio CNI/Federações/Rio2016

Cristiano Silva – Coordenador de Projeto da Confederação Nacional da Indústria – CNI

  • Palestra: Oportunidade de Vendas para os Jogos Olímpicos e Paralímpicos Rio 2016

Ana Cecília Martyn Milagres – Gerente de Planejamento de Suprimentos do Comitê Organizador dos Jogos Olímpicos e Paralímpicos Rio 2016.

Visualize ou Faça o Download das Apresentações ao lado

Apresentações – Oportunidades de Investimentos no Paraguai

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OPORTUNIDADES DE INVESTIMENTOS NO PARAGUAI

Data: 3 de abril de 2013

Local: Auditório do 4º andar – FIESP

PROGRAMA  

9h15                Abertura

Embaixador Rubens Barbosa, Presidente do Conselho Superior de Comércio Exterior da FIESP

9h30                Cenário Econômico e Político no Paraguai

Alberto Acosta Garbarino, Presidente da Fundação Desarollo en Democracia – DENDE

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César Barreto, Diretor da Fundação Desarollo en Democracia – DENDE

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10h15               Estudo Comparativo dos Custos de Produção de Têxteis e Confecção no Brasil e no Paraguai

Thomaz Zanotto, Diretor Titular Adjunto do Departamento de Relações Internacionais e Comércio Exterior

10h45               Setor Industrial Paraguaio

Ing. Eduardo Felippo, Presidente da União Industrial Paraguaia – UIP

11h15               Casos de Sucesso – Foro Brasil Paraguai

FUJIKURA – Fornecedor de cabos elétricos para a Volkswagen

Ignácio Ibarra, Presidente

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TECNOMYL – Insumos agrícolas

José Marcos Sarabia, Presidente

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11h55               Debate

12h30               Encerramento

Primeiro módulo do NAGI-PG agrega novos conhecimentos e experiências ao setor petrolífero, diz representante da Microblau

Marília Carrera, Agência Indusnet Fiesp

Profissionais e empresários participaram ao longo desta terça-feira (29/01), na sede da Federação e do Centro das Indústrias do Estado de São Paulo (Fiesp e Ciesp), do primeiro módulo do Núcleo de apoio à Gestão da Inovação na Cadeia de Petróleo e Gás (NAGI-PG), o qual abordou temas referentes à gestão da inovação, ao planejamento e à gestão estratégica da informação no setor petrolífero.

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Flavio Nakashima, da Microblau

O programa criado pela Fiesp e o Ciesp em parceria com a Universidade de São Paulo (USP) tem como objetivo treinar, até 2014, 400 empresas para atuam ou desejam atuar no setor. O primeiro módulo de treinamento prossegue em outra sessão no dia 06/02.

Dentre os participantes estava o representante da Microblau – empresa de controle e automação fornecedora indireta da Petrobrás –, Flávio Nakashima, para quem os conhecimentos adquiridos neste módulo inicial são importantes à medida que auxiliam as empresas no desenvolvimento de suas estratégias.

“O foco, aqui, são empresas nacionais de pequeno e médio porte. Saber elaborar uma estratégia e trabalhá-las é um desafio comum para todos”, salientou Nakshima, que também considera enriquecedora a troca de experiências proporcionada pelo NAGI-PG, já que os problemas enfrentados pelas empresas do setor são bastante comuns e o compartilhamento de novos conhecimentos e informações acaba beneficiando todas elas.

“A competição é bastante grande, todos estão pressionados para melhorar os seus processos e custos. Então, é bastante rica essa troca [de experiências] para, no fim, todo mundo conseguir aproveitar oportunidades que estão surgindo, principalmente, nesta área de Petróleo e Gás”, concluiu.

Missão chinesa busca parcerias e investimentos no agronegócio, na Fiesp

Agência Indusnet Fiesp

Em visita ao Brasil, missão empresarial chinesa participa nesta quinta-feira (29/11) de encontro na Federação das Indústrias do Estado de São Paulo (Fiesp).

O evento envolverá uma delegação chinesa composta de 18 altos executivos do agronegócio da China, além de representantes do Ministério de Agricultura dos dois países.

O objetivo da missão é prospectar oportunidades, estabelecer parcerias para investimentos e, também, buscar fornecedores a fim de suprir as demandas internas daquele país.

A China é hoje um dos principais parceiros comerciais do Brasil e grande importador mundial de commodities. Em 2011, o Brasil exportou para China 16,5 bilhões de produtos agropecuários.

O agronegócio respondeu por 17,5% do total embarcado para o país. Entre os principais produtos agro: complexo soja 71%, celulose 8%, açúcar 7%, algodão 3%, carne de frango 3%, couro bovino 2%, fumo 2%, e demais produtos 3%.

Serviço
Data/horário: 29/11/2012, quinta-feira, das 10h às 12h
Local: Av. Paulista, 1313, 15º andar, capital

Ministro polonês quer ampliar relações comerciais com o Brasil

Nina Proci, Agência Indusnet Fiesp

O ministro das Relações Exteriores da Polônia, Radoslaw Sikorski, estará na Federação das Indústrias do Estado de São Paulo (Fiesp), nesta quarta-feira (28/11), onde participa do seminário Brasil-Polônia: Oportunidades de cooperação bilateral, a partir das 10h.

Sikorski e representantes do governo polonês apresentarão aos mais de 50 empresários poloneses e brasileiros as oportunidades de negócios nos setores de transporte e infraestrutura, petróleo e gás, energia, defesa e serviços de off-shore.

A corrente de comércio polonesa com o mundo movimentou US$ 397,3 bilhões em 2011. O principal parceiro comercial da Polônia foi a Alemanha, que respondeu por 26% das exportações polonesas e 22% das importações do país naquele ano. O Brasil ocupou a 31ª posição no ranking.

No mesmo ano, a pauta exportadora polonesa se concentrou em máquinas (23%) e veículos automóveis, incluindo tratores (13%). Nas importações, destacaram-se também os setores de máquinas e combustíveis minerais, com participações respectivas de 22% e 13%.

Em 2011, a corrente comercial entre Brasil e Polônia foi de US$ 947,8 milhões. Nos últimos cinco anos, o Brasil foi predominantemente superavitário, apresentando déficits comerciais com os poloneses apenas em 2008 e 2010.

O Brasil exportou principalmente aeronaves (22%), fumo e tabaco (21%) e resíduos da indústria alimentícia (11%) para a Polônia em 2011. Nesse mesmo ano, o país importou, principalmente, máquinas (37%) e veículos, incluindo tratores (11%).

Antes de São Paulo, a delegação polonesa participa de reuniões com o governo brasileiro, em Brasília (26/11), e no Rio de Janeiro na Firjan (27/11), encerrando a visita oficial na Fiesp.

David Cameron: ‘Estou aqui para encorajar o investimento do Reino Unido no Brasil’

Talita Camargo, Agência Indusnet Fiesp

(640x440)David Cameron, primeiro-ministro do Reino Unido. Foto: Ayrton Vignola

David Cameron, primeiro-ministro do Reino Unido, discursa em encontro com o presidente da Fiesp, Paulo Skaf, o 1º vice-presidente da entidade, Benjamin Steinbruch, autoridades britânicas e empresários

“Se você não pode vencê-lo, junte-se a ele”. A citação foi feita pelo primeiro-ministro do Reino Unido, David Cameron,  ao se referir ao fato de que, no ano passado, o Brasil se tornou a sexta maior economia do mundo. “Estou aqui para encorajar o investimento do Reino Unido no Brasil”.

Cameron visitou a Federação Indústria do Estado de São Paulo (Fiesp), na manhã desta quinta-feira (27/09), e demonstrou grande entusiasmo com as possibilidades de negociações entre os dois países.

“Acho que há muitas oportunidades para a Inglaterra investir no Brasil”, afirmou destacando alguns dos setores de maior interesse, como o energético, que possui grande potencial de desenvolvimento; infraestrutura, em que acredita ter expertise para acrescentar muito;  indústria da defesa, pois a Inglaterra tem uma das maiores indústrias de defesa do mundo; educação, com parcerias nas universidades e instituições de ensino; além da ciência, tecnologia e em todas as indústrias em que o Reino Unido têm sido tradicionalmente forte.

“Eu também acredito que este é um momento brilhante para o Brasil investir no Reino Unido”, afirmou o líder britânico, enfatizando que seu país possui um governo amigável e aberto a negócios, além de ser e uma das economias mais flexíveis e de fácil investimento. “Estamos entre as dez principais indústrias de manufatura do mundo e os negócios do Brasil serão muito bem-vindos no Reino Unido”, afirmou.

Cameron assinalou outras vantagens do Reino Unido, como o fato de fazer parte da União Europeia e da língua inglesa. Agradeceu à Fiesp pela hospitalidade e se disse honrado com a visita: “Estou muito honrado em estar aqui em São Paulo, em estar aqui no Brasil”, disse, e acrescentou ter certeza de que os Jogos Olímpicos no Brasil, em 2016, serão um grande sucesso.

Ao concluir, o primeiro-ministro do Reino Unido se disse ansioso pelo encontro de amanhã (27/09) com a presidente Dilma Rousseff. “Há muitas discussões a serem feitas de governo para governo. Ambos os países têm interesses em mostrar para o mundo que a nossa economia está caminhando”.

Ministro do Planejamento da Argentina vem à Fiesp discutir investimento brasileiro em setor energético

Agência Indusnet Fiesp

O presidente da Federação e do Centro das Indústrias do Estado de São Paulo (Fiesp e Ciesp), Paulo Skaf, recebe nesta quinta-feira (20/09) o ministro do Planejamento e Investimento Público da Argentina, Julio de Vido. A pauta do encontro são as oportunidades de investimento no país vizinho.

O ministro apresentará aos 60 empresários convidados da reunião as condições para a participação das empresas brasileiras nas licitações para a construção das usinas “Presidente Néstor Kirchner” e “Gobernador Jorge Cepernic”, aproveitando o potencial hídrico da região do Rio Santa Cruz.

Julio de Vido é o segundo ministro do governo argentino a se reunir com Paulo Skaf e representantes do setor produtivo esta semana. Na terça-feira (18/09) Guillermo Moreno, secretário de Comércio Interior veio tratar das oportunidades de ampliação do comércio bilateral no setor de autopeças e acessórios automotivos. Leia mais aqui.

Seminário de Tecnologia em Segurança: dirigentes alemães apresentam suas empresas na Fiesp

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Alemães apresentaram suas empresas. Foto: Everton Amaro.

Edgar Marcel, Agência Indusnet Fiesp

Durante o “Seminário de Tecnologia em Segurança Brasil e Alemanha”, realizado na manhã desta segunda-feira (10/09), na sede da Federação das Indústrias do Estado de São Paulo (Fiesp), integrantes da missão alemã de tecnologia em segurança apresentaram suas empresas e produtos a empresários brasileiros. O Brasil é o parceiro comercial mais importante da Alemanha na América Latina.

Com inovações tecnológicas e serviços específicos em segurança para empresas, como armazenamento e tráfego seguro de dados, tecnologia de software e hardware, além de inspeção de obras de construção, as empresas alemãs buscam conhecer as demandas do mercado nacional e estabelecer possíveis parcerias.

A seguir, um resumo das apresentações das empresas e seus produtos e serviços disponíveis para o setor no Brasil.

Carl Wittkopp GmbH

A empresa fundada em 1957 na cidade alemã de Velbert, a Carl Wittkopp GmbH fabricava fechaduras e se especializou na eletronificação de seus produtos. A partir daí, as fechaduras eletrônicas de segurança deram o diferencial para a empresa, que conta com 50 funcionários altamente qualificados.

Todos os produtos da Wittkopp são certificados: fechaduras de caixas eletrônicos, cofres de alta tecnologia, cadeados e sistemas de segurança eletrônicos. De acordo com Wolfgang Brede, diretor da empresa, a meta é atuar no mercado brasileiro. “Isso só vai ser viável com um ou mais parceiros do Brasil adequados nesse grande mercado”, anotou Brede.

MSM Net Meissner GmbH

Há quatro anos no mercado, a MSM Net Meissner GmbH atua na tecnologia de redes e atende a empresas de qualquer porte. Com serviços de informações transferidos de forma segura, a companhia aplica a combinação de empresas com várias localizações e cliente s móveis, com acesso remoto a informações.

“Fazemos conexões logicas de uma empresa utilizando a internet como meio de transporte. Para aumentar a segurança, os processos são registrados em logs, com rede de dados que registra toda a situação ou interferências, inclusive para comprovação de ocorrências”, explicou Manfred Meissner, gerente geral da empresa, ao revelar que a empresa alemã quer saber quais são os interesses e o que pode ser implementado no Brasil. “Estamos abertos ao que pode ser feito em colaboração”, completou.

Transit GmbH

Fundada em 1998, a empresa de consultoria oferece software em tempo real. A partir de 2008, se especializou em tecnologia da informação e consultoria em três áreas: software, informação e comunicação.

A especificidade da empresa, apesar de pequena, é estar em uma região que é caracterizada por muitas empresas inovadoras em software, e o contato destas com universidades. “Essa é a nossa marca, de proporcionar soluções rapidamente. Temos contatos com outras empresas no Brasil e vamos oferecer e aliar nosso know how”, afirmou Ivo Reitzenstein, diretor da Transit GmbH.

Plath GmbH

Desde 1837 a Plath oferece soluções na área de inteligência de comunicação. É um grupo que desenvolve produtos em toda a cadeia de reconhecimento e inteligência de comunicações, oferecendo soluções individuais. Produz softwares e hardwares de UHF e VHF, faz análises de comunicação e monitoramento do conteúdo.

“Nossos clientes são autoridades governamentais, unidades de polícia locais, forças armadas e serviços de notícias”, detalhou Roland Behmenburg, gerente internacional de vendas da Plath. Ele revelou que todos os processos da empresa tem o certificado ISO 9001, classificados com a chancela do governo alemão. “Estamos habituados a trabalhar com dados sigilosos, que são guardados com segurança e segue as normas europeias”, adicionou.

ISA GmbH

Atuando na fase de preparação, controle e inspeção de obras de construção, a ISA faz estudos, pareceres e perícias. “Os serviços nos oferecemos tem como pano de fundo 20 anos de experiência e  know how, e trabalhamos com prazos curtos”, apresentou Gerd Förster, diretor da Isa GmbH.

De acordo com Förster, o trabalho da ISA pode ser dividido em duas áreas: projetos/desenhos e estudos. Os trabalhos estão baseados em tecnologias de diagnósticos, medição de trincas e fissuras, análise do concreto de carga, proteção contra incêndios, entre outros.

“Viemos conhecer o mercado brasileiro e podemos transpor as barreiras do idioma, vamos ver como pode funcionar a cooperação com os brasileiros e quais produtos podem demandar”, assinalou.

Dermalog Identification Systems GmbH

Biometria, id-cards (cartões de identificação), bio payment (pagamento por meio de leitura biométrica) e fabricação de scanners é o que a Dermalog oferece desde 1995. A empresa atende órgãos governamentais, bancos e rede varejista.

“No Brasil somos pioneiros, o governo do Rio de Janeiro usa o sistema AFIS (Automated Fingerprint Identification System), sistema informatizado de identificação da Dermalog há 13 anos”, declarou Oliver von Treuenfels, diretor da Dermalog. A tecnologia que assegura identidades únicas evita, em média, segundo o diretor, 15 mil tentativas de fraudes anuais em setores de imigração em aeroportos e controle de fronteiras em vários países.

“Todos os dias cerca de 300 a 500 pessoas com passaportes ou identidades duplicadas são localizadas pelo sistema AFIS, com tempo de resposta de menos de 1 segundo”, explicou Treuenfels. Em supermercados, o sistema biométrico reduz pela metade o tempo de pagamento e dispensa o cartão do banco, entre outras vantagens.

Missão de empresários do Senegal vem à Fiesp para buscar cooperação em agronegócio

Alice Assunção, Agência Indusnet Fiesp

Presidente da Confederação das Indústrias do Senegal, Mansour Cama, na Fiesp. Foto: Everton Amaro

Presidente da Confederação das Indústrias do Senegal, Mansour Cama, na Fiesp

Em missão no Brasil, uma comitiva de empresários senegaleses se reuniu nesta quarta-feira (11/07), na sede da Federação das Indústrias do Estado de São Paulo (Fiesp), com representantes de empresas brasileiras para negociar acordos de cooperação, principalmente em agenda relacionadas a maquinários agrícolas e tecnologia para desenvolvimento de sementes de soja, milho, trigo e outras commodities agrícolas.

O diretor-titular-adjunto do Departamento de Relações Internacionais e Comércio Exterior (Derex) da Fiesp, Newton de Mello, apresentou ao grupo – liderado pelo presidente da Confederação das Indústrias do Senegal, Mansour Cama – as áreas de atuação da entidade, incluindo os centros de formação básica e profissional da entidade, o Serviço Social da Indústria (Sesi-SP) e o Serviço Nacional de Aprendizagem Industrial (Senai-SP).

“Tivemos a oportunidade de visitar o Sesi de Indaiatuba, é realmente uma coisa admirável. Qualidade em recursos humanos é importante para nós. Temos a esperança de ter o mesmo modelo Sesi e Senai no Senegal”, afirmou o presidente da Confederação das Indústrias do Senegal, que está no Brasil desde segunda-feira (09/07) apresentando oportunidades de negócios do país da África Ocidental para empresários e autoridades brasileiras.

“Queremos promover uma cooperação maior entre Brasil e África, sendo o Senegal a porta de entrada de um mercado com 200 milhões de consumidores, e aproveitar a experiência da Fiesp para melhorar certas práticas da indústria”, completou Mansour Cama, também CEO da Senegal Investment Company, organismo que supervisiona negócios desde a pesca até a distribuição de água.

Feira

Também faz parte da agenda de negociações a realização de uma feira cujo foco é apresentar a produção brasileira ao Senegal. “Nesta missão estamos com o projeto de organizar uma feira de produtos brasileiros no Senegal. Queremos conversar com a Fiesp sobre um possível apoio à essa feira”, afirmou o presidente da Confederação das Indústrias do Senegal.

Newton de Mello, do Derex, ofereceu apoio da entidade aos projetos do grupo senegalês: “Estamos aqui na Fiesp abertos a colaborar com vocês”.

Ministro de Negócios de Portugal apresenta nova estrutura diplomática à Fiesp

Agência Indusnet Fiesp

Antes do encontro com o governador de São Paulo, Geraldo Alckmin, o ministro dos negócios estrangeiros de Portugal, Paulo Portas, fez uma visita à Federação das Indústrias do Estado de São Paulo (Fiesp), na tarde desta quarta-feira (02/05), para apresentar a nova estrutura diplomática do país no Brasil.

O vice-presidente da Fiesp, João Guilherme Sabino Ometto (à esq.), recebe o ministro dos negócios estrangeiros de Portugal, Paulo Portas

O vice-presidente da Fiesp, João Guilherme Sabino Ometto (à esq.), recebe o ministro dos negócios estrangeiros de Portugal, Paulo Portas

Acompanhado do novo embaixador no Brasil, Francisco Ribeiro Telles, do novo cônsul em São Paulo, Paulo Lourenço, e de representantes da Agência para o Investimento e Comércio Externo de Portugal (Aicep), Portas destacou a importância da cooperação bilateral para que se amplie a economia de ambas as nações.

“Temos que manter uma estrutura diplomática boa, pois o Brasil é muito importante para nós”, disse o ministro dos negócios estrangeiros de Portugal. “Assim como queremos aumentar os investimentos portugueses aqui, também gostaríamos que os brasileiros investissem mais em Portugal. O governo, inclusive, já estuda conceder diversos benefícios para investidores do Brasil”, acrescentou.

Na reunião com Portas, o vice-presidente da Fiesp, João Guilherme Sabino Ometto, disse ser importante que os países mantenham diálogos próximos, visando identificar oportunidades e fortalecer os laços econômicos.

Ministro da Economia de Portugal quer mais investimentos brasileiros em seu país

Katya Manira, Agência Indusnet Fiesp

Em visita à Fiesp, na manhã desta segunda-feira (19/09), o ministro da Economia de Portugal, Álvaro Santos Pereira, falou sobre o interesse do país em atrair investimentos brasileiros, especialmente aqueles relacionados aos projetos de privatizações de estatais portuguesas.

Presidente da Fiesp, Paulo Skaf, recebe o ministro de Economia de Portugal, Álvaro Santos Pereira. Foto: Junior Ruiz

Presidente da Fiesp, Paulo Skaf, recebe o ministro de Economia de Portugal, Álvaro Santos Pereira

“Queremos diminuir o peso da economia estatal e abrir a economia para as empresas brasileiras”, declarou Pereira. “Para nós, o Brasil é muito importante – somos irmãos na língua e na história –, por isso faz sentido aumentarmos a parceria econômica”, completou.

As oportunidades de investimentos para os brasileiros estão, principalmente, no setor de construção civil e nas estatais, já que o governo português irá privatizar neste ano a EDP e GALP, empresas do setor de energia. Para o ano que vem está prevista a venda, ao setor privado, da companhia aérea TAP e da operadora aeroportuária, ANA.

Segundo o presidente da Fiesp, Paulo Skaf, este é um bom momento para se investir no país. “Lá em Portugal as coisas não estão caras, porque eles passam por uma fase de crise, diferente do Brasil, que está com os ativos supervalorizados”, avaliou.

“Além disso, o país é uma boa plataforma para os mercados europeu e africano, e os empresários brasileiros ainda podem contar com a facilidade de se ter língua e cultura semelhantes”, completou Skaf.

Sobre a possibilidade de a crise econômica afetar a estabilidade e o ingresso de investimentos estrangeiros, Pereira disse que “nas crises existem grandes oportunidades”, principalmente no que tange a melhoria dos processos político e econômico.

“É muito importante ressaltar que nós iremos levar a cabo mudanças relevantes nos níveis de capital de giro, trabalhista e de investimentos. Também iremos aumentar a celeridade de decisão sobre projetos, para que as empresas que tenham a intenção de investir em Portugal consigam uma resposta rápida sobre as condições de negócios”, revelou.

Comércio bilateral

O comércio entre Brasil e Portugal apresentou crescimento médio de 10% ao ano, durante os últimos seis anos, saindo de US$ 1,2 bilhão para US$ 2,1 bilhões. Apesar dos superávits brasileiros se manterem durante o período, as importações portuguesas cresceram mais que o dobro das exportações brasileiras para o país europeu, respectivamente 20% contra 8%, o que diminuiu a assimetria comercial.

Dos produtos brasileiros exportados, 61,3% se concentram nos setores de:

  • Combustíveis minerais (32,9%);
  • Sementes e frutos oleaginosos (18,7%);
  • Açúcares e produtos de confeitaria (9,7%).Já as importações concentram-se nos setores de:
  • Gorduras e óleos animais ou vegetais (23,3%);
  • Peixes e crustáceos (14,7%);
  • Máquinas e aparelhos mecânicos (8,9%).


Relações institucionais

A Federação das Indústrias do Estado de São Paulo sempre se preocupou em estreitar relações com Portugal e, assim, promoveu diversos eventos e missões para promover os laços comerciais.

Entre eles estão a Missão Empresarial à Feira Alimentária (Lisboa, 2003); o Encontro Empresarial Brasil – Portugal (São Paulo, 2008) e a Visita do Primeiro Ministro de Portugal, José Sócrates (São Paulo, 2010).