Problemas das empresas e eleição indefinida não permitem saber se 2019 será melhor, afirma Roriz

Agência Indusnet Fiesp

Em entrevista publicada neste sábado (16 de junho) no jornal O Estado de S. Paulo, o presidente em exercício da Fiesp e do Ciesp, José Ricardo Roriz Coelho, analisa o efeito da paralisação dos caminhoneiros na economia e o cenário para 2019. “A greve traz uma série de novos problemas para empresas que já vinham com dificuldades”, afirma Roriz.

“A capacidade ociosa de boa parte das empresas beira 30%, e a maioria opera com margens baixas e dificuldade de crédito”, explica o presidente em exercício da Fiesp e do Ciesp.  A isso se somam as dúvidas trazidas pela eleição indefinida, com propostas que “não convencem, não trazem a confiança necessária para dizer que em 2019 estaremos numa situação melhor que a de agora.”

Roriz defende a volta do crescimento do Brasil. “Vamos conversar com todos os presidenciáveis”, afirmou. “O nosso maior objetivo é o Brasil voltar a crescer, gerar emprego, aumentar renda para estimular o consumo.”

Clique aqui para ler a entrevista no site do jornal.

Imagem relacionada a matéria - Id: 1540345280

Paulo Skaf em entrevista ao Estado de S. Paulo: ‘Ainda não pegamos o embalo no crescimento econômico’

Agência Indusnet Fiesp

O presidente da Federação das Indústrias do Estado de São Paulo (Fiesp), Paulo Skaf, afirmou, em entrevista ao jornal O Estado de S. Paulo, que a entidade estima que o Brasil deve fechar o ano com um crescimento de 2,2%. “Com esse resultado do terceiro trimestre a gente acredita que o crescimento deste ano vai ficar equilibrado com o mundial, que esse ano deve dar também em torno de 2,2%”, disse.

Para Skaf, em 2014 o resultado “deve se descolar um pouco”. “(…) Imaginamos crescimento mundial em torno de 3% para o ano que vem e o Brasil vai ficar em torno dos 2%”, afirmou. “Ainda não pegamos o embalo no crescimento econômico, lamentavelmente.”

De acordo com o presidente da Fiesp, o Brasil “tem que buscar ser competitivo com redução de custos, juros isonômicos, menos burocracia e reformas que simplifiquem a vida das pessoas”.

Para ler a reportagem na íntegra, só clicar aqui.


Vice-presidente da Fiesp destaca reindustrialização em artigo no jornal O Estado de S. Paulo

Agência Indusnet Fiesp

O vice-presidente e diretor titular do Departamento de Competitividade e Tecnologia (Decomtec) da Federação das Indústrias do Estado de São Paulo (Fiesp), José Ricardo Roriz Coelho, trata de reindustrialização em artigo publicado pelo jornal O Estado de S. Paulo na sexta-feira (18/10).

No texto “Reindustrialização, um projeto nacional”, Roriz destaca o fato de que “penalizada pela taxa de câmbio persistentemente sobrevalorizada e pelo custo Brasil (…), a indústria de transformação perdeu competitividade nos últimos anos”.

O diretor titular do Decomtec lembra ainda que, superado o debate sobre a desindustrialização, “o aspecto relevante é como inverter esse processo, como reindustrializar o Brasil”. E mais: “A importância de recuperar a participação da indústria é realçada pelas evidências encontradas no estudo da Fiesp ‘Por que Reindustrializar o Brasil?’. A pesquisa mostra que, entre os países mais relevantes em termos de PIB [Produto Interno Bruto] e população (80% do PIB mundial), todos os que conseguiram alcançar renda per capita de US$ 20 mil (PPC a preços constantes de 2005) – nível de entrada para ser considerado um país desenvolvido – apresentavam participação de, no mínimo, 20% da indústria de transformação no PIB”.

Ao finalizar o artigo, Roriz assinala que “para recuperar a competitividade industrial brasileira, é necessário remover os entraves estruturais e macroeconômicos à competitividade, além de compatibilizar a política industrial e tecnológica com a política econômica, unindo-as em política de Estado, num projeto nacional de desenvolvimento econômico, para o qual a Fiesp buscou dar os primeiros passos com a realização do seminário. É fundamental que esse debate esteja presente na campanha eleitoral do ano que vem”.

Para ler o texto na íntegra, só clicar aqui.



Editorial do Estadão cita estudo da Fiesp sobre reindustrialização

Agência Indusnet Fiesp

O editorial “Desidratação da indústria”, publicado na edição desta segunda-feira (02/09) do jornal O Estado de S. Paulo, cita estudo da Federação das Indústrias do Estado de São Paulo (Fiesp) sobre reindustrialização para mostrar os problemas enfrentados pelo setor.

Segundo o texto, um “estudo da Federação das Indústrias do Estado de São Paulo (Fiesp) mostra que a participação da indústria de transformação na formação do Produto Interno Bruto (PIB) foi de 13,3% em 2012. Esse nível é semelhante ao de 1955 – um ano antes do lançamento do Plano de Metas, com o qual o presidente Juscelino Kubitschek pretendia acelerar a industrialização do País, então considerado subdesenvolvido. A Fiesp alerta ainda que a participação poderá recuar para 9,3% em 2029”.

Em outro trecho, a Fiesp é novamente citada: “A Fiesp considera que o País já está desindustrializado – tanto é que o título de seu estudo é Por que reindustrializar o Brasil? -, mas essa conclusão é discutível. Falta muito ainda para atingirmos a etapa pós-industrial, em que o setor manufatureiro não seja mais o esteio do emprego e da renda, como acontece nos países ricos. O problema da indústria brasileira é de estagnação, em razão da falta de competitividade e da baixa produtividade”.

O editorial termina com a reflexão de que “para reverter esse quadro, urge que governo e empresários revisem suas estratégias, a começar do básico: em lugar de erráticas políticas de incentivo, que só favorecem alguns setores privilegiados, é preciso investir em inovação e qualidade, reduzir custos e diversificar as fontes de financiamento”.

Para ler o texto na íntegra, só conferir abaixo ou clicar aqui.

Imagem relacionada a matéria - Id: 1540345280


‘Isolamento e protecionismo não são opções para o Brasil’, defende embaixador Rubens Barbosa no Estado de S.Paulo

Agência Indusnet Fiesp

Imagem relacionada a matéria - Id: 1540345280

Embaixador Rubens Barbosa: isolamento do processo de mudança do comércio internacional e o protecionismo não são opções para o Brasil Foto: Julia Moraes/Fiesp

As edições desta terça-feira (25/06) dos jornais Estado de S. Paulo e O Globo trazem textos do presidente do Conselho Superior de Comércio Exterior (Coscex) da Federação das Indústrias do Estado de São Paulo (Fiesp), embaixador Rubens Barbosa. O tema é um documento divulgado recentemente pela entidade, “Agenda de Integração Externa”, que apresenta propostas para promover a competitividade da indústria nacional por meio de uma nova estratégia de negociação comercial.

“As propostas feitas pela Fiesp cobrem a integração regional e extrarregional, as negociações multilaterais, as parcerias econômicas e a reforma da estrutura institucional na área de comércio exterior”, diz o embaixador no texto publicado no Estado de S. Paulo.

Barbosa diz que a baixa competitividade da economia brasileira representa um obstáculo quando se trata de negociar acordos que liberalizam o intercâmbio comercial brasileiro, mas que esse fato, porém, não deveria afastar a possibilidade de entendimentos com terceiros países, enquanto faz-se imprescindível que o governo e o setor privado avancem numa agenda de eliminação ou, ao menos, de redução do custo Brasil.

“Para a Fiesp, o isolamento do processo de mudança do comércio internacional e o protecionismo não são opções para o Brasil”, afirma Barbosa.

>> Leia no Estado de S. Paulo o artigo ‘Agenda de Integração Externa’ (com paywall)

Resposta a editorial

Sobre o mesmo tema, no sábado (22/06), o Estado de S. Paulo publicou uma carta assinada por Rubens Barbosa e Thomaz Zanotto, diretor-adjunto do Departamento de Relações Internacionais e Comércio Exterior (Derex) da Fiesp, com esclarecimentos sobre o editorial “Uma Fiesp bolivariana?” publicado em 20 de junho.

Eles afirmam: “O editorial faz interpretação equivocada dos objetivos da nossa Agenda de Integração Externa. Em relação ao Mercosul, mercado mais importante para a indústria de manufaturas (28% das exportações), a Fiesp defende a possibilidade de flexibilização de normas para acomodar acordos ambiciosos de livre comércio.

No caso da União Europeia, a recomendação é que se negocie a lista de produtos de forma independente. Ademais, a referência de apoio da Fiesp à suspensão do Paraguai no Mercosul não tem respaldo no documento nem nos fatos. Nada menos bolivariano que propor iniciar negociação de acordo de livre comércio com os EUA e concluir os entendimentos de livre comércio com o México e o Canadá, conforme o documento. Não há discrepância nas posições da Fiesp, da CNI e do Iedi”.

‘Brasil e imprensa perdem um grande brasileiro’, comenta presidente da Fiesp sobre morte de Ruy Mesquita

Agência Indusnet Fiesp

Em página dedicada a depoimentos de autoridades e amigos no suplemento especial da edição desta quarta-feira (22/05) do “O Estado de S.Paulo”, o presidente da Federação e do Centro das Indústrias do Estado de São Paulo (Fiesp e Ciesp), Paulo Skaf, lamenta a morte de Ruy Mesquita.

O jornalista, que comandou o “Jornal da Tarde” e “O Estado de S.Paulo”, onde exercia a função de diretor de Opinião desde 2003, faleceu na noite de ontem (21/05), às 20h40, em São Paulo.

“O Brasil e a imprensa perderam um homem corajoso e inovador, um grande jornalista, um grande democrata, um grande brasileiro”, afirma Skaf no suplemento especial do jornal.


Em artigo nos jornais, Rubens Barbosa faz análise sobre fornecimento e demanda global de petróleo

Agência Indusnet Fiesp

Em artigo denominado “O novo mapa do petróleo”, publicado na manhã desta terça-feira (23/04), nos jornais O Globo e O Estado de S. Paulo, o presidente do Conselho Superior de Comércio Exterior da Federação das Indústrias do Estado de São Paulo (Fiesp), embaixador Rubens Barbosa, faz uma análise sobre o petróleo, no Brasil e no mundo.

“Segundo recentes relatórios especializados, dois fatos novos deverão trazer significativas implicações políticas, econômicas e estratégicas no cenário internacional: as fontes de produção de petróleo deverão mudar e a demanda global, em especial da China, Índia e Oriente Médio, crescerá de 35% a 46% entre 2010 e 2035”, escreve Barbosa.

No artigo, o embaixador ainda ressalta que na América Latina, o país mais afetado deverá ser a Venezuela por conta da redução das importações de petróleo pelos Estados Unidos da América (EUA), hoje situadas ao redor de 10% da demanda americana. E conclui: “no caso do Brasil, o petróleo do pré-sal não mais será absorvido pelo mercado americano, como inicialmente esperado. Outros destinos deverão ser buscados, em especial China e Índia.”

Para ler o artigo na íntegra, clique aqui.

Fiesp faz campanha pela aprovação da MP dos Portos

Agência Indusnet Fiesp

A Federação das Indústrias do Estado de São Paulo (Fiesp) deu início na terça-feira (16/04) a uma campanha pela aprovação da Medida Provisória 595, a MP dos Portos.

“Quem é contra a MP dos Portos é contra os interesses do Brasil”, afirma a mensagem principal de anúncios de página inteira divulgados pela Fiesp nos jornais Folha de S. Paulo e Estado de S.Paulo nas edições de terça (16/04) e quarta-feira (17/04).

O anúncio assinala que os portos brasileiros são ineficientes e operados pelas mesmas concessionárias “há décadas” e que aprovar a MP apresentada pela presidente Dilma Rousseff irá promover a modernização das instalações, estimulando a concorrência e  movimentando cargas com menor preço.

“Se a MP dos Portos for aprovada, serão investidos R$ 54 bilhões e o Brasil poderá dobrar sua capacidade portuária”, informa a Fiesp. “Mas tem gente jogando contra.”

O anúncio faz um apelo a senadores e parlamentares pela aprovação da medida e é encerrado com uma frase do presidente da Fiesp, Paulo Skaf: “Assim como a MP da Energia reduziu a conta de luz de todos os brasileiros, a MP dos Portos vai garantir desenvolvimento e empregos no Brasil.”

Imagem relacionada a matéria - Id: 1540345280

Anúncio Fiesp - MP dos Portos


Jornal O Estado de S. Paulo cita estudo da Fiesp sobre custo de produção no Brasil

Agência Indusnet Fiesp 

Nesta quarta-feira (20/03), o jornal O Estado de S. Paulo destacou um estudo realizado pelo Departamento de Competitividade e Tecnologia (Decomtec) da Federação das Indústrias do Estado de São Paulo (Fiesp), sobre o Custo Brasil, que ajuda a elevar o déficit comercial.

De acordo com o estudo, em 2012 os produtos brasileiros custaram 34,2% mais do que os dos principais países que exportam para o Brasil; 30,8% mais do que os dos países desenvolvidos; 38% mais do que os dos emergentes; e 34.7% mais do que os dos produtores chineses.

Clique aqui para ler a matéria na íntegra.


Rubens Barbosa, do Coscex Fiesp, alerta sobre o Brasil não estar integrado às cadeias produtivas globais

Os jornais O Estado de S. Paulo e O Globo publicaram o artigo O Brasil fora das cadeias produtivas globais, do presidente do Conselho Superior de Comércio Exterior (Coscex) da Federação das Indústrias do Estado de São Paulo (Fiesp), o embaixador Rubens Barbosa, nesta terça-feira (26/02).

No artigo, Barbosa afirma que: “Se a política do Governo Dilma visando ao fortalecimento da indústria nacional der certo, sem o Brasil estar integrado ao dinâmico intercâmbio da cadeia produtiva global, o máximo que o País pode almejar no longo prazo é manter a produção industrial para o mercado interno com medidas protecionistas, para compensar a maior competitividade dos produtos importados. O mundo não vai esperar o Brasil. Ou o Brasil recupera o tempo perdido e reformula a sua estratégia de negociação comercial externa, ou vai tornar-se cada vez mais isolado no mundo real do comércio global e de investimentos.”

Para ler o artigo na íntegra, clique aqui.

Uso do câmbio para controlar inflação é ‘grave equívoco’, afirma Giannetti

Agência Indusnet Fiesp

Usar o câmbio como instrumento para controlar a inflação pode ter resultados positivos no curto prazo, mas traz como consequência a desindustrialização, avaliou o diretor de Relações Internacionais e Comércio Exterior (Derex) da Fiesp, Roberto Giannetti da Fonseca.

Em entrevista concedida ao AE Broadcast Ao Vivo, serviço em tempo real da Agência Estado, Giannetti afirma que um valor entre R$ 2,20 e R$ 2,30 representa um patamar de dólar favorável para a indústria brasileira.

“A nossa instituição diz que um câmbio entre R$ 2,20 e R$ 2,30 seria muito mais adequado para representar a real competitividade e equilíbrio de mercado entre importação e exportação a economia brasileira”, afirmou Giannetti.

Leia aqui matéria na íntegra publicada pelo jornal O Estado de S. Paulo.

Plano Brasil Maior: Estadão repercute artigo de Roberto Giannetti, da Fiesp

Agência Indusnet Fiesp

Em artigo publicado no jornal O Estado de S. Paulo desta quarta-feira (15/08), o diretor do Departamento de Relações Internacionais e Comércio Exterior (Derex) da Federação das Indústrias do Estado de São Paulo (Fiesp), Roberto Giannetti, analisa que o Plano Brasil Maior – lançado pela presidente Dilma Rousseff em 2011 – teve resultados modestos. E para que a economia brasileira seja dinamizada, afirma, é preciso que a execução de políticas fiscais seja eficiente.

Entre outras medidas, Giannetti ressalta no texto que a redução do custo da eletricidade é item prioritário da agenda competitiva brasileira. “A Federação das Indústrias do Estado de São Paulo (Fiesp) tem divulgado intensamente sua proposta neste tópico. Sem energia e frete doméstico competitivos, o setor produtivo não prosperará tanto quanto seria possível”, traz o artigo, assinado pelo diretor.

Para ler o artigo na íntegra, clique aqui.

Energia: em editorial, Estadão cita posição da Fiesp em favor de leilões para concessões

Agência Indusnet Fiesp

Na edição deste domingo (29/07), o jornal O Estado de S. Paulo publicou editorial intitulado “A eletricidade e o custo Brasil”, no qual menciona que “o presidente da Federação das Indústrias do Estado de São Paulo (Fiesp), Paulo Skaf, continua defendendo a realização de novas licitações para a seleção das empresas prestadoras dos serviços de eletricidade”.

“Além disso – prossegue o editorial –, empresários do setor manufatureiro cobram reduções bem mais amplas do custo da energia. Com um corte de 10%, a energia brasileira apenas passaria do terceiro para o quarto lugar na lista das mais caras do mundo, argumentou um crítico, citando um levantamento da Firjan”.

Jornal acentua que, “embora importante, essa iniciativa (de baixar o custo da energia) eliminará apenas uma fração do famigerado custo Brasil”.

Veja o editorial no site do jornal


Estadão destaca estudo da Fiesp sobre impacto de prazo curto para recolher impostos

Agência Indusnet Fiesp

O editorial “Fisco e resquício inflacionário”, publicado no sábado (14/07) pelo jornal Estado de S. Paulo, reforça pleito da Federação das Indústrias do Estado de São Paulo (Fiesp), apresentado pelo presidente da entidade, Paulo Skaf, aos governos federal e estadual.

De acordo com o jornal, o recolhimento antecipado de impostos acarreta um alto custo para as empresas. A opinião do Estadão é embasada por um estudo da Fiesp, “Necessidade de Capital de Giro para Recolhimento de Tributos e o seu Custo Financeiro para a Indústria de Transformação”, desenvolvido pelo Departamento de Competitividade e Tecnologia (Decomtec).

“Segundo o estudo da Fiesp, o ciclo médio da produção é de 73 dias, o prazo médio de pagamento dos fornecedores é de 65 dias e o prazo médio de recebimento das vendas é de 55 dias, mas o prazo médio de recolhimento dos tributos é de apenas 31 dias. Esta defasagem obriga a indústria a usar quase um quinto do seu capital de giro para financiar os governos”, afirma o Estadão.

A proposta da Fiesp, informa o editorial, é a de alongar em 60 dias o prazo de pagamento de tributos como PIS, Cofins, IPI e ICMS, o que propiciaria um alívio de estimados R$ 139,5 bilhões em capital de giro. O custo financeiro da tomada desse capital dos bancos é avaliado em R$ 7,5 bilhões por ano, segundo o diretor-titular do Decomtec, José Ricardo Roriz Coelho.

Leia a íntegra do texto no site do Estado de S. Paulo

Em editorial, Estado de S. Paulo cita estudo da Fiesp sobre Infraestrutura

Agência Indusnet Fiesp

Imagem relacionada a matéria - Id: 1540345280Os investimentos públicos em infraestrutura de transportes não estão conseguindo evitar o agravamento dos problemas enfrentados pelo setor produtivo para escoar suas mercadorias, o que impõe perdas cada vez maiores à economia brasileira e reduz ainda mais sua competitividade.

A afirmação é do jornal O Estado de S. Paulo em seu editorial “Infraestrutura ruim e cara”, publicado nesta terça (10/07), com referência a estudo desenvolvido pela Federação das Indústrias do Estado de São Paulo (Fiesp).

“Recente estudo da Fiesp estimou que as más condições das estradas, a pequena capacidade das ferrovias, a burocracia e o sucateamento dos portos e o custo de armazenagem impõem à indústria paulista gastos adicionais de R$ 17 bilhões por ano”, informa o editorial.

De acordo com a opinião do jornal, a infraestrutura de transportes não evoluiu na mesma velocidade que a economia por causa da falta de investimentos. “Em termos relativos, é como se ela estivesse submetida a um processo ininterrupto de deterioração. Nessa área, o Brasil caminha para trás”, assinala o Estadão.

Leia a íntegra do texto no site do Estado de S. Paulo.

Cinco Vezes Dilma

Cinco Vezes Dilma

Paulo Skaf

A Federação das Indústrias do Estado de São Paulo (Fiesp) está satisfeita com os resultados de sua campanha “Energia a Preço Justo”. Criada para alertar a sociedade a respeito do vencimento das concessões do setor elétrico a partir de 2015, a iniciativa conquistou o apoio de centenas de milhares de cidadãos, entidades empresariais e organizações de defesa dos consumidores.

A Fiesp calculou o impacto do fim dos contratos sobre o preço da energia elétrica no Brasil e chegou a números estarrecedores. Com a licitação dos ativos, determinada pela Constituição, a sociedade poderá economizar nada menos do que R$ 1 trilhão nos próximos 30 anos. Os defensores da reprorrogação das concessões, por sua vez, não demonstram a mesma transparência e sugerem uma mudança na lei para beneficiar algumas poucas empresas em detrimento de 190 milhões de brasileiros. Nesse aspecto, a campanha teve sua segunda vitória: antes tida como “consenso”, a tal reprorrogação passou a ser tratada como “impasse”.

A solução desse impasse está nas mãos de uma pessoa que não apenas conhece o setor elétrico, como também já demonstrou, em diversas oportunidades, ser contra a reprorrogação das concessões: a presidente Dilma Rousseff. Sempre que esteve diante do tema, Dilma agiu no sentido de preservar a lei e os interesses maiores do Brasil.

A questão do fim dos contratos tem sido apreciada por Dilma desde 2003 e, por cinco vezes, ela mostrou ser contra qualquer possibilidade de reprorrogação. A Medida Provisória n.º 144 de 2003, conhecida como a Lei de Reforma do Setor Elétrico, assinada pelo então presidente Lula e por sua ministra de Minas e Energia, Dilma Rousseff, varre da ordem jurídica qualquer possibilidade de reprorrogação das concessões de geração para os contratos firmados depois de 2003. Nos contratos de transmissão e distribuição, limitou rigorosamente as condições de prorrogação a “no máximo igual período” do contrato original. Ou seja, um veto a qualquer hipótese de reprorrogação. Para os contratos anteriores a 2003, Dilma aquiesceu a ato de governo anterior que prorrogara os contratos em 1995, por 20 anos. Sua lei reafirmou o término dos contratos a partir de 2015. Essa foi a primeira vez.

Dilma seguiu como ministra de Minas e Energia por quase dois anos mais. Rejeitando pressões e não convencida de qualquer erro em sua lei, nunca a alterou. Essa foi a segunda vez.

Na segunda metade de 2005, Dilma foi convocada para a chefia da Casa Civil da Presidência da República. Sabe-se que a questão do fim dos contratos do setor elétrico lhe foi submetida, requentada, inúmeras vezes. Em nenhum momento, contudo, Dilma tomou qualquer iniciativa para revogar a sua lei. Essa foi a terceira vez.

Entre março e outubro de 2010, na campanha para a Presidência que a consagraria com o voto de mais de 55 milhões de eleitores, a candidata Dilma, que os brasileiros já conheciam, nunca disse ter passado a concordar com a reprorrogação de concessões. Essa foi a quarta vez.

Agora, em 2012, o governo Dilma anuncia sua rejeição à tese de reprorrogação das concessões dos terminais portuários. E decide cumprir a lei e licitá-los novamente. Essa foi a quinta vez.

Desta forma, sugerir que a presidente da República admita voltar atrás num tema que lhe é tão familiar só pode ser fruto de incoerência. A trajetória política de Dilma Rousseff forjou uma mulher comprometida com a sua palavra, com a sua história e com o seu povo. Pedir-lhe que renuncie a tudo isso é desconhecer o seu caráter. Fazer isso em nome do interesse de poucos é um desrespeito. Querem convencer Dilma a desfazer tudo o que ela fez. Ao que tudo indica, sairão frustrados.

Chega de ‘mais do mesmo’!

Chega de ‘mais do mesmo’! 

Paulo Skaf

Um dos maiores gênios da humanidade, o físico alemão Albert Einstein definiu como tolice o ato de fazer a mesma coisa esperando que ela produza resultados diferentes. É o popular “mais do mesmo”. Na semana passada, assim que foram divulgados os dados relativos ao crescimento do Produto Interno Bruto (PIB) brasileiro em 2011 e da Produção Industrial Mensal (PIM) de janeiro, o governo voltou a falar em medidas urgentes – mas, de novo, paliativas, incompletas, tardias e ineficazes para resolver o gravíssimo problema que está por trás da anemia dos números. O Brasil vive um dramático processo de desindustrialização e de “mais do mesmo”.

O crescimento (sic) da indústria de transformação foi de 0,1% no ano passado. Em janeiro de 2012, segundo os dados da PIM, a atividade recuou 2,1%. O resultado líquido da criação de postos de trabalho em 2011 foi zero. Ou seja, as fábricas – onde estão bons empregos e salários, interessantes oportunidades e muito do nosso futuro – não foram capazes de absorver os milhares de jovens que entraram no mercado de trabalho.