Nota oficial: Fiesp defende o Acordo de Paris e lamenta a decisão norte-americana de se retirar do pacto global de combate à mudança climática

Agência Indusnet Fiesp 

A mudança do clima afeta todos os países. O consenso obtido no Acordo de Paris, em 2015, marco nas discussões globais, demonstra a importância de se manter o esforço multilateral para o estabelecimento de uma economia de baixo carbono que garanta a sustentabilidade do planeta, a segurança alimentar, as conquistas ambientais e sociais, além da manutenção da competitividade dos sistemas produtivos.

A Federação das Indústrias do Estado de São Paulo participa oficialmente das Conferências do Clima desde 2009, como integrante da delegação brasileira, e apoiou o Acordo obtido na COP21. O Brasil apresentou metas absolutas de reduções das emissões, o que o posiciona como um dos países emergentes de maior ambição nos esforços de mitigação à mudança do clima. Esse patamar só pode ser obtido com o apoio de todos os setores da sociedade, inclusive da indústria.

Por isso, a Fiesp avalia como preocupante o anúncio feito pelo presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, de retirar o país do Acordo do Clima. A indústria permanece comprometida em seus esforços de aprimoramento dos processos produtivos e da tecnologia utilizada a fim de preservar os bens naturais e contribuir de modo decisivo para o combate à mudança climática, um processo irreversível.

 

Nota oficial: Fiesp não tem vínculos com questões pessoais de seus diretores e conselheiros

Agência Indusnet Fiesp 

A Fiesp tem aproximadamente 2 mil diretores e conselheiros voluntários, ou seja, colaboram sem remuneração. Sua participação é exclusivamente de caráter institucional, sem tratar jamais de temas particulares ou empresariais.

Assim, a Fiesp não tem qualquer vínculo ou responsabilidade sobre questões pessoais, profissionais ou empresariais de seus diretores e conselheiros.

A Fiesp trabalha visando o bem do Brasil, seu crescimento, a geração de empregos e também a educação e a formação dos trabalhadores e de suas famílias, pelo Sistema Sesi/Senai.

‘BC erra e cria impedimento à retomada do crescimento’, diz Skaf

Agência Indusnet Fiesp 

Nesta terça-feira, 28/6, o Banco Central do Brasil divulgou o Relatório Trimestral de Inflação, no qual  afirma: “Dessa forma, o cenário central não permite trabalhar com a hipótese de flexibilização das condições monetárias”, deixando clara a intenção de manter a taxa de juros nos atuais 14,25% por mais tempo. Um erro, na opinião da Fiesp.

A inflação de 2015 foi de 10,7%. Este ano, projeta-se algo próximo a 7,3% e 5,5% para 2017. Fica claro que a inflação está caminhando para a meta e que a demora do Banco Central em iniciar um ciclo de redução da taxa Selic é uma decisão equivocada.

“Temos de lembrar que o PIB caiu 3,8% em 2015 e que, neste ano, sofrerá nova queda de mais de 3%. O Brasil precisa retomar rapidamente a rota do crescimento econômico. Já temos mais de 11 milhões de desempregados. Ao propor a manutenção da Selic no patamar atual, o BC erra e cria mais um impedimento à retomada do crescimento e à criação de empregos”, afirma Paulo Skaf, presidente da Fiesp e do Ciesp.

Concorrência no Sistema Financeiro

No dia 09 de novembro de 2015, aconteceu a Mesa de Debates do Grupo de Estudos de Direito Concorrencial da Fiesp/Ciesp. O assunto do encontro foi “Concorrência no Sistema Financeiro” e contou com a presença do Senador Antonio Anastasia, do Dr. Victor Rufino, Procurador-Geral do CADE, e dos Professores Jean-Paul Veiga da Rocha, Gesner Oliveira, e Jairo Saddi, especialistas no assunto.

 

Nota Informativa do Senado Federal nº 0782/2015

Projeto de Lei do Senado nº 350/2015 

A cada nota, uma emoção e um motivo de orgulho

Isabela Barros, Agência Indusnet Fiesp

Orgulhosos do trabalho que realizam nos palcos, levando música da melhor qualidade a públicos variados, os músicos da Orquestra Filarmônica Senai-SP, do Serviço Nacional de Aprendizagem Industrial de São Paulo (Senai-SP), lembram momentos especiais de sua participação no projeto.

Assim, acompanhe abaixo um pouco do muito que eles já viveram entre um acorde e outro.

“Me sinto honrado de fazer parte de um corpo musical jovem tão rico e diversificado. Cada um de um canto de São Paulo, de um Senai diferente, com um estilo diferente. É justamente essa diversidade de talentos que me faz sentir orgulho de tocar na Orquestra.

Para citar um momento apenas, a apresentação feita para um público enorme (não me recordo quantas pessoas) na Sala São Paulo, na capital, foi uma das experiências mais marcantes que eu tive, não só no Senai, como também na vida. Tenho na Orquestra Filarmônica do Senai-SP a minha segunda família”.

Diego Ribeiro de Moraes, de 24 anos. Toca violino na orquestra desde os 16

“Uma apresentação especial foi quando tocamos no Anhembi, em São Paulo, na Olimpíada do Conhecimento, para 2.500 pessoas.  Num determinado momento, o público começou aplaudir com muito entusiasmo, foi uma sensação inesquecível”.

Sérgio Henrique Corrêa Cardoso, de 31 anos. Toca percussão na orquestra há cinco anos

“Antes de começar um ensaio, eu e mais um amigo do violoncelo, Leonardo Salles, estávamos tocando umas músicas populares. Nisso, o Maestro chegou e ficou observando. Depois, ele comentou que eu estava tocando muito bem, elogiou a minha postura, a afinação, o timbre, me incentivando a procurar aulas particulares de violino. Isso me deixou muito contente, afinal, cheguei à orquestra sem nenhum curso ou aula de música, nunca tive condições de pagar estudos particulares. Para mim, todos os concertos são especiais! Minha alegria é ensaiar e esperar a próxima apresentação.”

Pedro Godoy, de 18 anos. Toca violino e tem dois anos de orquestra

“Vi a orquestra evoluindo e cresci muito na questão musical e social desde que entrei no projeto, sempre tendo o incentivo do maestro e dos colegas instrumentistas.

A apresentação que mais me emocionou até hoje foi aquela feita no velório de um flautista da orquestra. Não me emocionei apenas por ele ser um amigo, mas por ver como o maestro e o grupo não mediram esforços para dar esse último adeus a ele, realizando o pedido da família. Nesse dia, toquei de um jeito diferente:  a cada trecho uma lágrima escorria no meu rosto. Foi um momento inesquecível”.

Aline Silva Gonçalves, de 20 anos. Toca violino e está na orquestra há seis anos

“A música esteve presente na minha vida desde a infância. Aos seis anos de idade, comecei a estudar para tocar violino. A ideia de ingressar em uma orquestra jovem, integrada ao Senai e que fornecesse a oportunidade de aprofundar-me ainda mais no estudo musical acompanhando, também, o meu estudo técnico profissional, alegrou-me imensamente.

Para mim, tocar em um grupo tão grande requer valores bastante complexos, tais como o trabalho em equipe, o respeito e a confiança no próximo, entre outros. Formei-me no curso de Mecânica Automobilística em dezembro de 2010, na Escola Senai Mariano Ferraz, e sou, até hoje, componente da Orquestra Filarmônica Senai-SP”.

Murillo Amorim costa, de 20 anos, violinista na filarmônica desde 2010

“Foi uma experiência especial tocar na Olimpíada do Conhecimento, no Anhembi. Ao terminar um solo, o reconhecimento da plateia veio com uma calorosa salva de palmas.  Me senti realizado como músico. Em outra ocasião, quando a minha família foi me ver tocar pela primeira vez, sem saber que era em uma orquestra com mais de 50 membros, recebi muitos elogios”.

Rodrigo Peixoto Guimarães, de 26 anos, toca sax tenor e ingressou no grupo em 2009

“Ainda me lembro do dia que o maestro Thomaz Ferreira Martins passou nas salas de aula, convocando os alunos com conhecimento em música para prestar um teste prático e teórico, possivelmente para participar do projeto da orquestra. Fiquei muito feliz com esta oportunidade, pois tocava na igreja e sempre tive vontade de participar da Banda do Senai, onde não havia vagas para violino. Fui aceito, mesmo sendo músico iniciante.

A orquestra foi um diferencial em minha vida, despertava e ainda desperta interesse das pessoas do meu círculo de amizades, sempre compartilhei as emoções e lições que tirava do projeto.

Atualmente moro nos Estados Unidos. E isso porque, novamente, o Senai teve participação na minha vida, me indicando para uma vaga de emprego aqui, no ramo de ferramentas de corte, onde estou participando de um treinamento que durará um ano. Depois, devo voltar para ajudar a implementar uma empresa no Brasil. Infelizmente, tive que sair da orquestra por um período, mas estou ansioso para voltar o mais breve possível.

Para que eu não ficasse sem tocar, o maestro Thomaz redigiu uma carta de apresentação contando sobre minha participação na iniciativa, o que facilitou a minha entrada na Tuscarawas Philharmonic Orchestra, com sede em New Philadelphia, Ohio e na Alliance Simphony Orchestra, com sede em Alliance, também em Ohio. Já participei de cinco concertos com estas orquestras, que também contribuíram muito para meu crescimento cultural e musical”.

Deyvid Raniere, de 26 anos, violinista. Ingressou na orquestra em 2006 

Os músicos da Orquestra Filarmônica Senai-SP com o maestro Thomaz Ferreira Martins: envolvimento e orgulho. Foto: Everton Amaro/Fiesp

Os músicos da Orquestra Filarmônica Senai-SP com o maestro Thomaz Ferreira Martins: envolvimento e orgulho. Foto: Everton Amaro/Fiesp

Nota oficial: Fiesp lamenta a morte de Antônio Ermírio de Moraes

Agência Indusnet Fiesp

É com profundo pesar que a Federação das Indústrias do Estado de São Paulo (Fiesp) lamenta a morte de seu presidente emérito Antônio Ermírio de Moraes, um dos mais importantes líderes empresariais do país.

Em seus mais de 50 anos de vida empresarial, participou ativamente dos principais temas do país e nunca deixou de defender suas convicções para construir um Brasil melhor. Destacou-se também como cidadão brasileiro, no mais verdadeiro sentido da palavra, levando seu brilhantismo às ações voltadas às áreas social, da saúde, artística e política. Perdemos um parceiro, mas seu nome sempre foi e sempre será inestimável referência à história da indústria.

Antônio Ermírio de Moraes recebeu o título de Presidente Emérito da Fiesp em 7/11/2005, com homenagem realizada no Teatro do Sesi-SP.