Nível de atividade na construção paulista tem alta em janeiro

Agência Indusnet Fiesp

O nível de atividade do setor de construção de São Paulo em janeiro registrou alta na comparação com o mês anterior. O indicador passou de 32,3 para 36,0 pontos, mas permaneceu abaixo da linha de estabilidade (50,0 pontos), ainda sinalizando contração.

No que se refere à mensuração da atividade em relação ao usual, o indicador também apresentou crescimento, atingindo 25,8 pontos, ante 24,4 pontos.

O índice de número de empregados do setor subiu, após quatro meses seguidos de queda. O indicador passou de 30,3 pontos em dezembro para 36,3 pontos em janeiro, ainda bem abaixo da média histórica. Abaixo dos 50,0 pontos, o indicador, mesmo com a alta, mostra que o número de empregados segue diminuindo.

Os dados são da Sondagem da Construção do Estado de São Paulo, levantamento feito pela CNI e pela Fiesp, com o apoio da Câmara Brasileira da Indústria da Construção e do Sindicato da Indústria da Construção Pesada do Estado de São Paulo e divulgado nesta quinta-feira (2 de março).

Com relação à Utilização da Capacidade Operação (UCO), houve uma queda de 9 pontos percentuais (p.p.) em janeiro, atingindo 43,0%. O resultado vem após um considerável crescimento no mês anterior frente a novembro.

Os resultados da sondagem apontam que o pessimismo dos empresários da construção permanece, embora tenha havia ligeira melhora na comparação com o mês anterior. O índice de atividade para os próximos seis meses apresentou alta, variando de 41,7 pontos em dezembro para 47,8 pontos em janeiro. As expectativas para compras de matérias-primas também apresentaram elevação, de 39,2 pontos para 44,3 pontos.

As expectativas para empreendimentos e serviços variaram de 43,6 para 44,5 pontos. Quanto às perspectivas do número de empregados, o índice de janeiro melhorou na comparação com dezembro, passando de 39,3 para 45,3 pontos. Por fim, as perspectivas de investimento voltaram a cair, passando de 23,2 pontos para 19,9 pontos. O indicador, portanto, permanece em contração, estando bem abaixo dos 50,0 pontos.

Setor de construção de São Paulo demite e tem piora em seu nível de atividade em dezembro

Agência Indusnet Fiesp

O nível de atividade do setor de construção de São Paulo apresentou piora em dezembro. O indicador passou de 32,6 pontos para 30,4 pontos, ainda permanecendo abaixo da linha de estabilidade (50,0 pontos).

No que se refere à mensuração da atividade em relação ao usual, o indicador exibiu alta, passando de 23,8 pontos para 26,6 pontos. Os dados, divulgados nesta terça-feira (26), são da Sondagem da Construção do Estado de São Paulo, do Departamento de Pesquisas e Estudos Econômicos da Fiesp e do Ciesp.

Constatou-se nova queda do número de funcionários do setor. O indicador passou de 34,9 pontos em novembro para 34,1 pontos em dezembro, mantendo-se abaixo da média histórica (45,0 pontos).

Já a Utilização da Capacidade Operação (UCO) se manteve estável na leitura do mês de referência, registrando o índice de 60,0% no último mês do ano de 2015.

Os resultados da sondagem sinalizam que os empresários da construção continuam apresentando pessimismo, no entanto apresentaram ligeira melhora na comparação com o mês anterior. O índice de atividade para os próximos seis meses chegou a 35,1 pontos em novembro, ante 31,5 pontos no mês anterior. As expectativas para compras de matérias-primas passaram de 32,9 pontos para 34,2 pontos, exibindo ligeira melhora do pessimismo acerca da retração das compras de insumos.

No que tange às expectativas para empreendimentos e serviços, o valor passou de 27,8 para 31,9 pontos, denotando melhora na leitura atual. Em se tratando das perspectivas quanto ao número de empregados, o índice de dezembro atingiu 39,5 pontos, ante 32,7 pontos em novembro. Por fim, as perspectivas de investimento apontaram melhora quando comparadas à leitura anterior, passando de 21,7 para 24,8 pontos.

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Nível de atividade do setor de construção permanece abaixo da linha de estabilidade, e empresários continuam pessimistas

Agência Indusnet Fiesp

O nível de atividade do setor de construção de São Paulo, elaborado pelo Departamento de Pesquisas e Estudos Econômicos da Fiesp e do Ciesp (Depecon), apresentou melhora em novembro, mas a passagem do indicador, de 29,5 pontos para 32,6 pontos, ainda o mantém abaixo da linha de estabilidade (que é de 50,0 pontos).

No que se refere à mensuração da atividade em relação ao usual, o indicador exibiu queda – de 26,4 pontos para 23,8 pontos.

Constatou-se nova queda do número de funcionários do setor. O indicador passou de 35,1 pontos em outubro para 34,9 pontos em novembro, mantendo-se abaixo da média histórica (45,0 pontos).

Já a Utilização da Capacidade Operação (UCO) aumentou na leitura do mês de referência, chegando a 60,0% no 11º mês do ano, ante 57,0% registrados em outubro.

Expectativas

Os resultados da sondagem sinalizam que os empresários da construção continuam apresentando pessimismo. O índice de atividade para os próximos seis meses chegou a 31,5 pontos em novembro, ante 33,3 pontos no mês anterior. As expectativas para compras de matérias-primas passaram de 37,2 pontos para 32,9 pontos, exibindo aumento do pessimismo acerca da retração das compras de insumos.

No que tange às expectativas para empreendimentos e serviços, houve queda, de 29,8 para 27,8 pontos, denotando clara piora na leitura atual. Em se tratando das perspectivas quanto ao número de empregados, o índice de novembro atingiu 32,7 pontos, ante 36,1 pontos em outubro. Por fim, as perspectivas de investimento apontaram melhora na comparação com a leitura anterior, passando de 17,3 para 21,7 pontos.

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Atividade do setor de construção mantém ritmo de queda

Agência Indusnet Fiesp

Imagem relacionada a matéria - Id: 1544925335O nível de atividade do setor de construção de São Paulo, levantamento feito pelo Departamento de Pesquisas e Estudos Econômicos da Fiesp, apresentou nova contração em agosto, mantendo o ritmo de queda. No mês o indicador passou de 34,1 pontos para 34,3 pontos e permaneceu abaixo da linha de estabilidade (50,0 pontos).

Na mensuração da atividade em relação ao usual, o indicador exibiu queda em menor intensidade do que aquela vista em julho (de 24,0 pontos para 25,0 pontos).

Também se constatou diminuição no ritmo de queda do número de funcionários do setor. O indicador passou de 32,4 pontos em julho para 33,2 pontos em agosto, mantendo-se abaixo da média histórica (45,8 pontos).

A Utilização da Capacidade Operação (UCO) aumentou na leitura do mês de referência, chegando a 66,0% em agosto, ante 65,0% registrados no mês anterior.

Os resultados da sondagem sinalizam que os empresários da construção continuam apresentando pessimismo para os próximos seis meses. O índice de atividade para os próximos seis meses chegou a 37,2 pontos em agosto, contra 40,8 pontos no mês anterior. As expectativas para compras de matérias-primas passaram de 43,5 pontos para 36,0 pontos, exibindo aumento do pessimismo acerca da retração das compras de insumos.

No que tange às expectativas para empreendimentos e serviços (38,6 para 30,5 pontos), o cenário de retração aumentou na leitura atual. Em se tratando das perspectivas quanto ao número de empregados, verificou-se nova deterioração na passagem de julho para agosto, mas em menor intensidade do que a registrada no mês precedente (de 41,8 pontos para 36,6 pontos). Por fim, as perspectivas de investimento também apontaram aumento do sentimento pessimista nesta leitura (de 30,3 pontos para 22,8 pontos).