De olho no futuro, campeões da indústria comemoram conquistas de 2018

Agência Indusnet Fiesp

Enquanto o Brasil se preparava para torcer pelo tricampeonato de Etiene Medeiros no Mundial de piscinas curtas, na China, outros campeões do Sesi-SP e do Senai-SP fizeram na última reunião conjunta de 2018 das diretorias da Fiesp e do Ciesp uma verdadeira festa pelo que conquistaram nos últimos anos – e pelo que virá. Além das competições esportivas, alunos do Sesi-SP também venceram, no Brasil e no exterior, torneios de robótica. E o Senai-SP, mais uma vez, brilhou em 2017 no campeonato mundial de aprendizado profissional, a WorldSkills, e passou este ano se preparando para tentar se superar em 2019.

Campeões do esporte, da educação, da cultura, das habilidades profissionais, são formados pelo Sesi-SP e pelo Senai-SP. Atletas de rendimento – aqueles que disputam e ganham os principais torneios – vestem a camisa do Sesi-SP (e muitas vezes da seleção brasileira) e dão exemplo a seus milhares de alunos.

“Temos forte trabalho na área educacional, esportiva e cultural”, afirmou Paulo Skaf, presidente da Fiesp, do Ciesp, do Sesi-SP e do Senai-SP ao anunciar a presença dos campeões da indústria. “Se tivéssemos que contar tudo precisaríamos de um longa-metragem”, disse Skaf depois da apresentação da retrospectiva em vídeo das vitórias de 2018. Exemplos de superação, uma vida de dedicação, estão presentes em cada conquista, afirmou. “A prioridade é o investimento nas pessoas. Educação de qualidade, esporte, cultura. É o que fazemos, democratizando e dando oportunidades.” Isso é possível, destacou, graças à vontade de todos que atuam nas entidades.

Skaf com Murilo, do time de vôlei do Sesi-SP e campeão mundial pelo Brasil. Foto: Ayrton Vignola/Fiesp

Skaf com Murilo, do time de vôlei do Sesi-SP e campeão mundial pelo Brasil. Foto: Ayrton Vignola/Fiesp

Cada equipe de ponta do Sesi-SP e do Senai-SP foi representada na reunião. Uma salva entusiasmada de palmas, pelas centenas de empresários presentes, saudou os campeões.

A seleção de campeões do Sesi-SP foi liderada por Murilo, campeão mundial de vôlei e atleta mais antigo dos times da indústria. Murilo lembrou seu início em 2009, implantando o alto rendimento do vôlei no Sesi-SP. “Vivi esta transformação do Sesi-SP no esporte. Não conquistamos só títulos, vitórias, mas também muito respeito por esta Casa”, declarou, agradecendo pelo apoio em nome de todos os atletas presentes.

Campeões da indústria posam em reunião conjunta das diretorias da Fiesp e do Ciesp. Foto: Ayrton Vignola/Fiesp

Campeões da indústria posam em reunião conjunta das diretorias da Fiesp e do Ciesp. Foto: Ayrton Vignola/Fiesp

A seleção da indústria

Vôlei

Murilo, campeão mundial, e Anderson, técnico da equipe feminina Sesi Bauru, campeã paulista 2018.

Basquete

Helinho Rubens, técnico do Sesi Franca Basquete, campeão paulista 2018, e Karen, medalhista pan-americana e pentacampeã nacional.

Triathlon

Reinaldo Colucci, atleta olímpico e medalha de ouro no Pan-americano.

Luta olímpica

Marcos Junior, campeão brasileiro 2018.

Judô

Laislaine, medalha de ouro nos Jogos Sul-americanos e Pan-americanos 2018. Iiciou a vida esportiva no PAF (Programa Atleta do Futuro, do Sesi-SP).

Vôlei paralímpico

Fabricio da Silva Pinto, medalhista no campeonato mundial 2018,

e Laiana Batista Rodrigues, medalhista nos Jogos Rio-2016.

Polo aquático

Rudá, atleta olímpico e medalhista pan-americano.

Bocha paralímpica

Evelyn, medalha de ouro nos Jogos Rio-2016.

Atletismo

Felipe Bardi, velocista, medalha de ouro no Campeonato Sul-americano 2017, e Renato Cruz, velocista, medalha de prata nos Jogos Paralímpicos Rio-2016.

Hóquei

Vitor de Oliveira Casali, aluno do Sesi-SP e do Programa Atleta do Futuro.

Rugby

Giulia Rodrigues, atleta da seleção brasileira juvenil e campeã paulista 2018.

Badminton

Rogerio Junior Xavier, atleta paralímpico, tricampeão brasileiro e campeão pan-americano.

Natação

Daynara de Paula, atleta olímpica e medalhista pan-americana.

Goalbol

Josemarcio da Silva Souza, medalha de ouro no Campeonato Mundial 2018, e Ana Gabriely, medalha de bronze no Campeonato Mundial 2018.

Atividades Culturais promovidas pelo Sesi-SP

Daniele Carolina Lima Uchikawa, aluna do Núcleo de Artes Cênicas.

Robótica

Equipe “Red Habbit”, da Escola Sesi de Americana, primeira colocada no World Festival, principal torneio mundial de robótica, realizado nos EUA:

Edvania Guimarães Carvalho, diretora da Escola Sesi Americana

Denis Rodrigues Santana, técnico da equipe

E os alunos

Ana Yukari Tsutsumi

Bianca Araújo Marcelo

Greta Tiosso

Luigi Fagundes Kuhnrich

Luísa Beatriz Bozelli

Matheus Jorge Rosa

Rafaela Chiareli Cardozo

Thomas Reis Moraes

World Skills (maior competição profissional do mundo)

Mateus Henrique, medalha de ouro em Abu Dhabi  2017 e melhor aluno do Brasil em todas as categorias, e Paulo Victor e Artur de Souza, que representarão o Brasil na próxima edição da World Skills, Kazan 2019.

Startups apoiadas pelo Senai-SP

Willian Lima, da empresa Print Green 3D

Programa Desafio de Ideias do Senai

Equipe da Escola Mário Amato

Elaine Oliveira da Silva, professora da turma

E os alunos

Alex Silva Freitas

Lucas Almeida Garcia

Rafaela Diana de Oliveira

Virgínia Ometto de Souza

Intercâmbios Internacionais

Marumo Mathobisa, da África do Sul.

Sesi-SP quer ter 6 jogadoras na seleção brasileira de vôlei em Tóquio 2020, afirma Skaf

Graciliano Toni, Agência Indusnet Fiesp

Na apresentação, nesta segunda-feira (6/6), dos times de vôlei do Sesi-SP para a temporada 2016, Paulo Skaf, presidente da entidade, destacou a meta de longo prazo da equipe feminina, que é ter seis de suas jogadoras convocadas para defender a seleção brasileira em 2020, na Olimpíada do Japão, repetindo a expectativa para este ano do time masculino, que pode ter seis atletas nos Jogos do Rio. “Espero ter no Japão seis atletas do feminino”, disse Skaf.

As equipes, reunidas na sede da Fiesp e do Ciesp, também presididas por Skaf, têm como novidades para este ano a promoção de cinco jogadoras da base e a vinda da levantadora Giovana para o time principal feminino, e a contratação dos levantadores Rafa e Bruninho e do central Lucão, no masculino. Os dois últimos formam uma dupla vencedora. Venceram o campeonato italiano 2015/16 pelo Modena. “Sempre que jogamos juntos conquistamos títulos”, disse Lucão durante a entrevista coletiva organizada para apresentação dos times. Bruninho destacou o entrosamento em quadra com Lucão, com quem joga desde 2005.

Skaf lembrou que o capitão Murilo está no projeto desde o início, assim como Aracaju (que estava no infanto-juvenil), Sidão, que saiu e voltou, e Fabio.

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Paulo Skaf com a equipe feminina de vôlei do Sesi-SP. Foto: Ayrton Vignola/Fiesp


“Os reforços deste ano”, afirmou Murilo, “deixam a equipe em condição de lutar por títulos”. O capitão lembrou o início do projeto em 2009, que lhe permitiu voltar ao Brasil depois de 4 temporadas na Itália. “Tenho muito orgulho de fazer parte de toda esta história do Sesi-SP.” Os olhos de milhares de crianças e jovens virados para dentro da quadra levam a equipe a se dedicar muito, disse.

“Precisamos valorizar e defender um projeto como o nosso, que revela jogadores, empresta jogadores para a seleção brasileira. Isso é motivo de orgulho.”

Giovana, capitã da equipe feminina, disse que a temporada vai ser diferente, mas com determinação espera bons resultados. Juba, técnico do time, ressaltou a juventude das atletas, que vão buscar seu espaço e crescer até 2020.

>> Ouça boletim sobre os times de vôlei do Sesi-SP

Walter Vicioni, superintendente do Sesi-SP, disse que o caso do time masculino, que na temporada anterior foi muito bem praticamente apenas com jogadores vindos da base, faz crer que a experiência da equipe feminina seguirá este ano o mesmo caminho. Vicioni ressaltou a importância da pedagogia do exemplo, estimulada na gestão Skaf.

Servir de exemplo, disse Alexandre Pflug, diretor de qualidade de vida do Sesi-SP, sempre foi um dos objetivos da inserção de esportes de alto rendimento na entidade, pedido feito em 2008 por Paulo Skaf. A ideia é estimular a atividade esportiva pelas crianças. Outro objetivo, de revelar talentos, tem sido bem-sucedido. E o terceiro, colaborar com o desenvolvimento do esporte brasileiro. Exemplo é ter seis possíveis convocados para a seleção brasileira de vôlei que disputará os Jogos do Rio.

O técnico da equipe masculina, Pacheco, destacou a importância de ter mantido uma equipe muito competitiva para esta temporada.

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Skaf com o time masculino de vôlei do Sesi-SP. Foto: Ayrton Vignola/Fiesp


Olimpíada

Murilo comentou o “grupo da morte”, para o qual o Brasil foi sorteado nos Jogos do Rio, com quatro equipes com chance de chegar à final. Isso, disse, reforça a preparação da equipe, que terá que disputar jogos de alto nível desde o início. “Não dá para escolher”, disse Murilo. “Cedo ou tarde a gente vai cruzar com um time forte.”

Equipe feminina do Sesi-SP 2016/2017

Levantadoras

Giovana Gasparini

Thais Barbosa

Bruna Caixeta

Oposta

Lorenne Teixeira

Ponteiras

Isabela Paquiardi

Gabriela Candido

Amabile Koester

Natália Fernandes

Centrais

Ju Mello

Mariane Oliveira

Mayara Santana

Líbero

Lais Vasques

Natália Araújo

Equipe masculina do Sesi-SP 2016/2017

Levantadores

Bruninho Rezende

Rafinha Almeida

Bernardo Assad

Oposto

Theo

Alan Patrick

Ponteiros

Murilo

Douglas Souza

Fábio Capalbo

Gabriel Vaccari

Centrais

Aracajú

Sidão

Lucão

Johan

Rodrigo Leitzke

Líbero

Serginho

Douglas Pureza

Sesi-SP é vice-campeão paulista de vôlei masculino

Amanda Demétrio, Agência Indusnet Fiesp

Ao entrar em quadra na tarde deste domingo (1/11) no ginásio da Vila Leopoldina, o time masculino de vôlei do Serviço Social da Indústria de São Paulo (Sesi-SP) sabia que, para conquistar o quinto título do Campeonato Paulista, precisava vencer duas vezes o Funvic/Taubaté: primeiro o jogo e depois o Golden Set (set extra de 25 pontos). Mas não foi o que aconteceu. Depois de jogar bem e derrotar o Taubaté por 3 sets a 0 (25-20, 32-30 e 25-18) na segunda partida da final, a equipe chegou ao Golden Set e não conseguiu superar os adversários, que fizeram 33 a 31, e acabou ficando com o vice-campeonato.

Com os jogadores vibrando o tempo todo e com o forte apoio da torcida do ginásio da Vila Leopoldina, o Sesi-SP foi impecável durante a partida. Murilo se destacou nos bloqueios, Douglas Souza atacou bem, e Serginho salvou pontos espetaculares, mas no Golden Set o Taubaté acabou prevalecendo, errou menos e se tornou bicampeão.

Desde a formação do time, o Sesi-SP foi ao pódio em todas as edições do torneio. Atualmente a equipe conta com 4 títulos e 3 vice-campeonatos. O presidente da Fiesp e do Sesi-SP, Paulo Skaf, entregou o troféu de vice ao time.

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Skaf entrega a Murilo troféu de vice do Campeonato Paulista. Foto: Everton Amaro/Fiesp


Para o capitão Murilo, os erros no contra-ataque e a bola final acabaram com o sonho no Paulista.

“Nós jogamos muito bem, fizemos uma partida melhor do que a primeira em Taubaté e chegamos bem para o Golden Set. Infelizmente perdemos muitas oportunidades no contra-ataque e eles encostaram no placar e levaram a melhor em uma bola que não recebemos”, comentou o camisa 8, que agora só pensa na Superliga.

“Agora nós temos uma semana para nos preparar para a Superliga, e assim como hoje, enfrentaremos muitos jogos fortes e difíceis. Será um campeonato muito disputado, teremos times como o próprio Taubaté, Campinas, Sada, o Canoas, com quem já vamos jogar na próxima segunda, então temos que trabalhar muito”, completou.

Lucarelli, atual Taubaté, foi o maior pontuador do jogo, com 34 acertos, sendo o  oposto Theo o melhor do Sesi-SP, com 25 pontos, seguido por Douglas Souza, com 23, e Murilo, com 21.

O Sesi-SP, com o técnico Marcos Pacheco, jogou com Theo, Aracaju, Murilo, Thiaguinho, Douglas Souza, Gustavão e o líbero Serginho. Entraram Sidão, Thiago Alves, Vinhedo, Rafael Araújo. O Taubaté entrou em quadra com Ialisson, Leozão, Lucarelli, Lipe, Otavio, Pedro e o líbero Felipe. Entraram Japa, Diego e Deivid.

Agora o Sesi-SP volta as atenções para a temporada 2015/16 da Superliga. A estreia está marcada para segunda-feira (9/11), diante do Canoas, em Porto Alegre.

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Sesi-SP dominou os três sets da partida, com bons ataques e bloqueios. Foto: Everton Amaro/Fiesp


O jogo

Com um ataque fora do oposto Theo, foi o Taubaté que garantiu o primeiro ponto do jogo. Mas não segurou a dianteira por muito tempo. Logo o Sesi-SP entrou no jogo e abriu 3 a 1. Mantendo uma vantagem de dois pontos, o time da casa garantiu os dois tempos técnicos do set (8/6 e 16/14) e cresceu cada vez mais na partida. Com Thiaguinho distribuindo muito bem as bolas entre Theo, Murilo, Douglas, Aracaju e Gustavão o time não deu chances para o adversário e com 25 a 20 garantiu a primeira parcial do confronto.

O segundo set foi marcado pelo equilíbrio. Com poucos erros e disputando cada bola, as equipes não deram vez um para o outro. Apenas um ponto na frente, foi o Sesi-SP que garantiu a primeira parcial do set (8/7). Empatados em 10 a 10, foi a vez da torcida entrar em cena. Gritando e apoiando a equipe a cada ponto, o público na Vila Leopoldina presenciou um ponto de peito do líbero Serginho, após um ataque forte do Taubaté, e ainda um empate em 30 a 30 no fim do set. Com garra e determinação, mais uma vez o Sesi-SP foi superior e abriu dois pontos, garantindo mais uma parcial (32/30).

O terceiro set começou com o Sesi-SP abrindo boa vantagem (6/3) e logo de cara forçando o técnico adversário a pedir tempo para acalmar os ânimos. Ampliando ainda mais a vantagem, os meninos da Vila Leopoldina, embalados pela torcida, alcançaram as duas parciais técnicas (8/3 e 16/9) e seguiram com tranquilidade. Após dois pontos de saque do ponteiro Douglas Souza, a equipe chegou ao fim do set com 25/18.

No Golden Set, o Sesi-SP voltou a controlar as ações no início. Forçando bem o saque em cima do líbero Felipe, o time chegou a abrir 8/7 e depois 16/13. Na base da raça, o Taubaté chegou ao empate em 19/19. Depois o Taubaté soube aproveitar os erros de contra-ataque do Sesi-SP e fechou o jogo em 33/31.

HISTÓRICO

Ano     Colocação

2009    1º – (Sesi-SP x Brasil Vôlei/SBC)

2010    2º – (Vôlei Futuro x Sesi-SP)

2011    1º – (Sesi-SP x Medley/Campinas)

2012    1º – (Sesi-SP x Medley/Campinas)

2013    1º – (Sesi-SP x Brasil Kirin)

2014    2º – (Taubaté x Sesi-SP)

2015    2º – (Taubaté x Sesi-SP)


CAMPANHA 2015

FINAL

FUNVIC TAUBATÉ   3×1      SESI – SÃO PAULO

SESI – SÃO PAULO  3×0      FUNVIC TAUBATÉ

SESI – SÃO PAULO  0x1      FUNVIC TAUBATÉ (GOLDEN SET)

SEMIFINAL

SÃO JOSÉ DOS CAMPOS    3×2      SESI – SÃO PAULO

SESI – SÃO PAULO  3×2      SÃO JOSÉ DOS CAMPOS

SESI – SÃO PAULO  1×0      SÃO JOSÉ DOS CAMPOS (GOLDEN SET)

QUARTAS DE FINAL

(Avançou direto para a semifinal após fazer a melhor campanha e se classificar em 1º)

FASE CLASSIFICATÓRIA

SESI – SÃO PAULO  3×0      CLIMED/ATIBAIA

SANTO ANDRÉ        1×3      SESI – SÃO PAULO

SESI – SÃO PAULO  3×0      SÃO BERNARDO

SÃO JOSÉ CAMPOS 2×3      SESI – SÃO PAULO

SESI – SÃO PAULO  3×0      VÔLEI BRASIL KIRIN

FUNVIC TAUBATÉ   3×2      SESI – SÃO PAULO

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Murilo na recepção, na final do Campeonato Paulista 2015 contra o Taubaté. Foto: Everton Amaro/Fiesp

Sesi-SP perde para Taubaté e precisa de vitória em casa para decidir no golden set

Amanda Demétrio, Agência Indusnet Fiesp

Na primeira partida das finais do Campeonato Paulista 2015 masculino, o time de vôlei do Serviço Social da Indústria de São Paulo (Sesi-SP) perdeu para o Funvic Taubaté por 3 sets a 1 (25/23, 27/29, 20/25 e 22/25) na noite desta sexta-feira (30/10), no ginásio do Abaeté. Com o resultado, o Sesi-SP precisa de uma vitória por qualquer placar na segunda partida, que será realizada neste domingo (1/11), às 13h30, em São Paulo, no ginásio da Vila Leopoldina, para levar a disputa para o golden set (set extra de 25 pontos), logo após a partida, para definir o campeão estadual.

Com 20 pontos, Theo foi o maior pontuador da partida, seguido por Douglas Souza, com 15, e Murilo, com 10 pontos. Pelo Taubaté, Lipe foi o maior marcador, com 17 acertos. O Sesi-SP entrou em quadra com Theo, Aracaju, Murilo, Thiaguinho, Douglas Souza, Gustavão e o líbero Serginho. Entraram Rafael Araújo, Vinhedo, Sidão e Thiago Alves.

Para Theo, “jogar aqui dentro já era esperado que fosse assim, casa cheia, pressão, pressão do time deles”. Ele identificou o momento em que o jogo começou a virar.  “Chegou um momento no terceiro set em que perdemos um pouco a pegada. A gente vinha, bem, com vantagem, e com 2 ou 3 vacilos no set acabou deixando escapar.”

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Douglas Souza no ataque contra o Taubaté. Foto: Raphael Amoroso/Fiesp


O jogo

Como já era esperado, o primeiro set começou quente e muito equilibrado. Com o ginásio lotado e todo o apoio da torcida o Taubaté saiu na frente no marcador, mas logo a equipe da capital paulista mostrou a que veio e empatou. Alvo da maioria dos saques do time da casa, Murilo não desapontou a equipe da Vila Leopoldina e colocou em jogo todas as bolas que vinham em sua direção, levando a equipe a garantir o primeiro tempo técnico do jogo com três pontos de vantagem (8/5). Mantendo o bom entrosamento e segurando a pressão que a torcida adversária impunha, o Sesi-SP foi melhor no começo do jogo e fechou a primeira parcial em 25/23.

Seguindo o ritmo anterior, as duas equipes voltaram fortes para o segundo set. Com Theo atacando firme tanto pelo meio como pela lateral de rede, os meninos da capital logo chegaram à primeira parcial do set (8/6). Muito disputado, o placar seguia apertado (9/9) quando, em um rali, o levantador Rapha, do Taubaté sentiu a perna após voltar de um bloqueio. Mesmo desfalcado com uma perda de peso, o time do Vale do Paraíba não se abateu e criou mais forças para crescer no jogo. Após um ace a equipe se recuperou da desvantagem de dois pontos que tinha e chegou ao empate em 23/23. Com a torcida em pé e vibrando a cada ponto, o Taubaté lutou e garantiu o segundo set com 29/27.

O terceiro set começou com o time do Sesi-SP desempatando o placar e chegando à primeira parcial do set (8/7). Na sequência, alguns erros de ataques, sendo muitos jogados para fora, possibilitaram a virada do Taubaté (11/13), forçando o técnico Marcos Pacheco a pedir tempo. Garantindo a segunda parada técnica do set com 16/13, o time da casa ganhou mais confiança, passou a virar melhor as bolas e fechou o terceiro set na frente com 25/20.

Com ace de Lucarelli, ex-Sesi-SP, e a entrada de Sidão desde o início, o quarto set foi marcado pelas diversas mudanças no placar. Nenhuma das duas equipes conseguiu abrir grande vantagem no placar. Abrindo quatro pontos de vantagem, os meninos da Vila Leopoldina garantiram o primeiro tempo técnico com 8 a 4 e depois a segunda parcial com 16/12. Na sequência foi a vez do Taubaté voltar a crescer no jogo. Sem dar chances para a defesa do Sesi-SP, o time do Vale do Paraíba recuperou os pontos perdidos e fechou o jogo com 25/22.

Para Murilo, Sesi-SP ainda vai mostrar seu melhor vôlei nos playoffs

Lucas Dantas, Agência Indusnet Fiesp

O melhor ainda está por vir. É assim que o ponteiro Murilo Endres define a campanha do time de vôlei masculino do Serviço Social da Indústria de São Paulo (Sesi-SP) na Superliga 2014/2105. O time da Vila Leopoldina terminou a fase de classificação na terceira posição com 45 pontos e deixou a sensação de que poderia ter feito mais. O camisa 8 concorda, mas garante que o time ainda tem a crescer e vai mostrar isso na próxima fase.

“Eu acho que poderíamos ter ido bem melhor, mas não aconteceu. Tivemos muitos altos e baixos. Todo ano o time é montado para ser campeão e brigar pela primeira posição, mas não aconteceu. O terceiro lugar ainda saiu no lucro, pelos altos e baixos, mas lógico que no início a gente imaginava brigar pela primeira colocação com o Cruzeiro. Mas temos muita margem para crescer ainda. Não apresentamos nosso melhor voleibol na Superliga, exceto na vitória contra o Sada, no fim da primeira fase. Tivemos um bom tempo para treinar mais, ficarmos juntos, recuperar os machucados e confiamos muito que vamos crescer bastante nos playoffs”, disse Murilo.

E essa mudança já tem data para acontecer. Neste sábado (7/3), o Sesi-SP recebe o Ziober Maringá na Vila Leopoldina, às 21h30, com transmissão pelo SporTV, no primeiro jogo pelas quartas de final da Superliga. A partida de volta está marcada para o dia 14, em Maringá e um terceiro jogo, se necessário, será dia 16, às 18h30, em São Paulo. Na fase de classificação foram duas vitórias paulistas por 3 a 0. Murilo reconhece o favoritismo, mas prega o respeito ao time de Ricardinho.

“É difícil não colocar o Sesi-SP como favorito. Respeitamos todos os adversários, claro, e não será o contrário agora. O Maringá joga de um jeito diferente. O Ricardo dá muita velocidade para a equipe e nós temos que nos preparar bem para enfrentá-los. Estamos vendo os vídeos, estudando, observando os erros e acertos e não podemos relaxar e achar que já ganhamos. Tem que resolver na quadra”, apontou o ponteiro, que considera os playoffs uma continuidade da primeira fase e não um campeonato diferente.

“Tudo pode acontecer. Você carrega nos playoffs aquilo que fez na temporada. Pode ser diferente por causa das surpresas, como um oitavo ganhar do primeiro, por aí. Mas eu acho que o que você fez na fase de classificação dá confiança para não errar nos playoffs”, finalizou.

Vôlei masculino: equipe vem forte para a Superliga 2014/15, diz Serginho

Ariett Gouveia, Agência Indusnet Fiesp

Convidados de honra do evento, os atletas Serginho, Lucão e Murilo, do time masculino do Serviço Social da Indústria de São Paulo (Sesi-SP), participaram do evento de lançamento da Superliga de Vôlei 2014/2015, mais importante campeonato de clubes no Brasil.

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Lucão, Serginho, Marcelinho, Murilo e Lucarelli: Sesi-SP vai crescer na competição. Foto: Everton Amaro/Fiesp


E a expectativa é de crescimento da equipe ao longo da competição. “Espero uma pedreira como foi o ano passado, uma Superliga bem disputada”, disse o líbero do Sesi-SP, Serginho.

“Como as outras equipes, o Sesi-SP vem muito forte e as pessoas que forem assistir aos jogos da Superliga vão ver um grande espetáculo, um dos maiores campeonatos de voleibol do mundo.”

Em sua décima Superliga, o central Lucão destacou a capacidade de evolução do Sesi-SP durante a competição. “Nossa preparação é diferente dos clubes que não têm atletas na seleção, que conseguem ter o grupo jogando junto mais tempo. Mas a gente está acostumado e consegue fazer com que o grupo cresça durante o próprio campeonato e fazer uma boa Superliga.”

O ponta Murilo vai desfalcar o Sesi-SP até janeiro de 2015, depois de uma cirurgia na clavícula, mas disse manter a confiança na equipe. “Ano passado, a gente acabou batendo na trave e perdemos a final [diante do Sada Cruzeiro]. Mas nessa Superliga vamos tentar estrear bem, ganhar confiança durante a competição e chegar bem no momento decisivo, que são os playoffs.”

>> CBV lança 21ª edição da Superliga de Vôlei, com a participação de 25 equipes

>> Atletas da equipe feminina do Sesi-SP falam de suas expectativas para a Superliga 2014/15

Com show de atletas do Sesi-SP, Brasil vence Itália e faz a final da Liga Mundial de Vôlei

Agência Indusnet Fiesp

Em sua melhor atuação nesta edição da Liga Mundial, a seleção brasileira masculina de vôlei conquistou a vaga na final ao derrotar a anfitriã Itália por 3 sets a 0 (25/11, 25/23 e 25/20), em 1h17. O jogo aconteceu neste sábado (19/07) no Nelson Mandela Fórum, em Florença.

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Ricardo Lucarelli (camisa 10) foi o maior pontuador da partida, com 13 pontos. Foto: FIVB


Com o resultado, o Brasil chega à décima quarta final na história da competição e enfrenta neste domingo (20/07), às 15h30 (horário de Brasília), a seleção dos Estados Unidos. Os americanos bateram os iranianos no outro jogo da semifinal.

Os três titulares do Serviço Social da Indústria de São Paulo (Sesi-SP) na equipe se destacaram na partida. O ponteiro Lucarelli foi o maior pontuador, marcando 13 vezes – 11 no ataque, uma no bloqueio e outra no saque. Lucão também fez grande partida, pontuando 11 vezes – uma no saque, seis no ataque e quatro no bloqueio. E Murilo, de volta depois de ser poupado na véspera diante do Irã, deu muita segurança na linha de passe e marcou três pontos no ataque.

O Brasil do técnico Bernardinho atuou com o levantador Bruno, o oposto Wallace, os centrais Lucão e Sidão e os ponteiros Murilo e Lucarelli. Mário Junior foi o líbero. Entraram Vissotto e Raphael.

A Itália do técnico Mauro Berruto atuou com Travica, Zaytsev, Piano, Birarelli, Parodi e Lanza. O líbero foi Rossini. Entraram Buti, Vettori, Baranowicz e Randazzo.

Vôlei: Brasil poupa Murilo, fica em 2° e enfrenta Itália na semifinal da Liga Mundial

Agência Indusnet Fiesp

Já classificada, após bater a Rússia na véspera, a seleção brasileira masculina de vôlei avançou para a semifinal da Liga Mundial em segundo lugar em seu grupo ao ser derrotada pelo Irã por 3 sets a 1 (25/21, 25/19, 23/25 e 28/26), em em 2h05min. O jogo aconteceu nesta sexta-feira (18/07), em Florença, na Itália, em resultado que eliminou a Rússia.

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Lucarelli e Lucão tentam conter ataque iraniano. Camisa 10 foi o maior pontuador do Brasil. Foto: FIVB


Dos três atletas do Sesi-SP na equipe titular, somente atuaram o central Lucão e o ponteiro Lucarelli – maior pontuado da equipe brasileira, com 17 pontos. O ponteiro Murilo foi poupado pelo técnico Bernardinho.

Na semifinal, o Brasil enfrenta a Itália, que ficou em primeiro no outro grupo. O compromisso será neste sábado, às 12h30 (de Brasília). O jogo vai ter transmissão ao vivo do SporTV.

Na outra partida, o Irã enfrenta a seleção dos Estados Unidos. Os vencedores fazem a final no domingo (20/07).

Atletas olímpicos e técnicos do vôlei participam de evento sobre a Pedagogia do Exemplo

Ariett Gouveia, Agência Indusnet Fiesp

Dedicação, garra, perseverança, espírito de equipe, responsabilidade, disciplina. São todos valores relacionados com o esporte e, com base neles, o Serviço Social da Indústria de São Paulo (Sesi-SP) criou a Pedagogia do Exemplo. Por meio dela, atletas de alto rendimento vestem a camisa do Sesi-SP e se transformam em modelo para as crianças e jovens.

No evento de lançamento, duas palestras reforçaram a importância da Pedagogia do Exemplo. No bate-papo olímpico, mediado pelo gestor do vôlei do Sesi-SP e medalhista olímpico em 1984, José Montanaro Junior, quatro atletas do Sesi-SP que já participaram de Jogos Olímpicos falaram sobre suas experiências no esporte e na vida.

O primeiro conselho veio do próprio Montanaro, que defendeu a seleção brasileira em 304 jogos. “Quando a gente ama aquilo que faz, a gente não desiste, a gente corre atrás. A sorte é muito subjetiva. Mas quando você se dedica, você consegue se capacitar e buscar uma oportunidade e vai encontrar”, declarou. “Não desista nunca. Vá atrás dos seus sonhos.”

Ex-aluno do Sesi-SP de Descalvado, sua cidade natal, o triatleta Reinaldo Colucci, contou que seu primeiro esporte foi a natação. Mesmo não tendo bons resultados, ele continuou praticando, até ser convidado para participar de uma prova que juntava natação e corrida. Na prova de natação, ele não se saiu muito bem, mas quando passou para a corrida, superou todos os competidores e acabou em primeiro.

Depois dessa prova, ele não parou mais. Com 18 anos venceu a primeira prova na categoria elite e aos 22 participou da primeira Olimpíada. “Representar uma nação em um evento tão grandioso foi a realização de um sonho. Quando você veste o uniforme e vê, no meio de um monte de bandeiras, um torcedor brasileiro com a bandeira do Brasil, é um orgulho muito grande”, disse.

“Melhor ainda é poder estar hoje transmitindo as experiências positivas que o esporte trouxe para minha vida aos jovens.”

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Os olímpicos (da esquerda para direita): Colucci, Marcão, Montanaro, Murilo e Tony Azevedo. Foto: Helcio Nagamine/Fiesp

Do Atletismo Paralímpico, Marco Aurélio, conhecido como Marcão, falou sobre a mudança de trajetória que ele teve que fazer depois de perder uma perna em um acidente de moto.

“Sempre soube que o esporte ia me abrir oportunidades. Por meio dele, me formei em dois cursos universitários, fui a diversos países. Daqui a um mês, vou pra Tunísia e poderei dizer que já competi em todos os continentes do mundo”, contou ele, que disputou a Paralímpiada de Pequim, em 2008. “Meu objetivo era aproveitar tudo que o esporte podia me oferecer, principalmente a educação, por meio das bolsas de estudos.”

Nascido no Brasil, Tony Azevedo foi muito cedo para os Estados Unidos. E foi lá que ele começou a praticar polo aquático. “Lembro dos Jogos Olímpicos de 1996, vi a final do polo aquático entre Croácia e Espanha e, quando a Espanha venceu, eu disse para o meu pai que eu queria jogar uma Olimpíada. Ele me ajudou muito e disse que eu tinha que começar com objetivos pequenos e ir conquistando até chegar ao maior.”

E Tony chegou. Em 2000, foi o atleta mais jovem de polo aquático a chegar em uma Olimpíada. Ele participou de mais três Jogos Olímpicos. “Espero jogar minha quinta olimpíada no Rio de Janeiro”, afirmou.

Irmão mais novo de Gustavo, outro grande jogador de vôlei, Murilo contou que, desde cedo, eles sempre foram incentivados no esporte pelos pais e pelos tios. “Tudo que eu conquistei foi uma consequência do que eu comecei quando eu era criança. Quando eu assisti a geração de 92 ganhando uma medalha olímpica e tive o sonho de vestir a camisa da seleção brasileira de vôlei”, lembrou Murilo, que já disputou duas olimpíadas e ainda busca a medalha de ouro.

“Daqui a 10 anos talvez vocês sejam os profissionais que estejam sentados aqui, falando sobre a carreira de vocês”, disse Murilo para as crianças. “Querendo ser um profissional do esporte ou não, a atividade física é fundamental para que a gente seja uma pessoa saudável e um cidadão de valor.”


Técnicos

A segunda palestra do dia juntou no palco dois técnicos campeões: Talmo de Oliveira, da equipe feminina, e Marcos Pacheco, da equipe masculina, ambos do Sesi-SP. Com o tema “Em busca do sonho”, eles lembraram o caminho que os levou à posição que ocupam hoje.

“Meu sonho era participar de uma seleção, como jogador de vôlei. Mas não deu, tive minhas limitações, minha realidade”, contou Pacheco. “Hoje eu sei que os sonhos podem ser alcançados de maneira diferente. Mesmo não sendo um grande atleta, tenho a oportunidade de estar aqui hoje, como técnico, convivendo com jogadores de alta qualidade.”

O técnico da equipe masculina do Sesi-SP também comentou a felicidade por trabalhar pela entidade. “Quantos clubes tem essa gama de modalidades, de atletas, de possibilidades? Quantos sonhos e quantos exemplos as crianças e jovens do Sesi-SP têm estando em um lugar como esse?”

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Pacheco (à esq.) e Talmo: em busca dos sonhos. Foto: Helcio Nagamine/Fiesp

Já Talmo fez parte da equipe olímpica que conquistou a medalha de ouro em 1992, mas também compartilhou as dificuldades que atravessou nessa trajetória. “Só nós sabemos o quão difícil é ser a gente mesmo.”

Depois de muitas tentativas de tentar ser jogador profissional, Talmo, aos 19 anos, pensou em desistir e chegou a se inscrever para trabalhar na mesma empresa em que o pai dele trabalhava. “Foi quando meu pai me chamou e perguntou: ‘filho, qual é o seu sonho?’. Eu olhei pra ele e falei que meu sonho era ser jogador de vôlei”, lembrou.

“Ele me disse, então, para lembrar sempre de duas coisas: fazer sempre o meu melhor e nunca passar por cima de ninguém. ‘Se você fizer essas duas coisas eu tenho certeza que você vai conquistar seus sonhos’. Foi ali que eu comecei minha caminhada”, contou Talmo, emocionado, que aproveitou para deixar um recado aos pais.

“Muitas vezes queremos que nossos filhos sejam perfeitos. Mas nem sempre plantamos essa sementinha, para que eles sejam o que desejamos”, aconselhou. “Faça sempre o melhor para o seu filho, queira sempre o melhor para ele.”

Vôlei: quatro atletas do Sesi-SP convocados para a seleção

Agência Indusnet Fiesp

Em mais uma convocação do técnico Bernardinho para a seleção brasileira de vôlei, quatro atletas do Sesi-SP estão na lista, divulgada nesta quinta-feira (24/04): os centrais Lucão e Sidão, o oposto Renan e o ponteiro Murilo. Também foi convocado o levantador Bruninho, do Modena, da Itália.

Os jogadores se apresentam no Centro de Desenvolvimento do Voleibol, em Saquarema (RJ), na segunda-feira (28/04). As competições mais importantes que a seleção vai disputar nesse ano são a Liga Mundial, em que o Brasil está no Grupo A, ao lado de Irã, Polônia e Itália, e o Campeonato Mundial, na Polônia, em que vai tentar o quarto título consecutivo.

Nas convocações anteriores, já haviam sido convocados os levantadores Murilo Radke e Fernando, os opostos Leandro Vissotto, Gregore (Bahiano) e Rafael, os centrais Gustavão, Matheus, Otávio e Flávio, os ponteiro Lucas Loh, Maurício Borges, Douglas, João Rafael e Rodriguinho, e os líberos Mário Jr. e Felipe.


Unidade do Sesi-SP em Diadema: R$ 13,8 milhões de investimentos em obras

Isabela Barros, Agência Indusnet Fiesp

O presidente da Federação das Indústrias do Estado de São Paulo (Fiesp) e do Serviço Social da Indústria de São Paulo (Sesi-SP), Paulo Skaf, apresentou, na manhã desta sexta-feira (25/04), os investimentos realizados na Escola Sesi de Diadema, na Grande São Paulo. A unidade, que funciona no Centro de Atividades José Roberto Magalhães Teixeira, recebeu aporte de R$ 13,8 milhões para a construção de novos laboratórios e a reforma total dos espaços pedagógicos.

A escola ganhou laboratórios de química e biologia e um segundo laboratório de informática. As 18 salas de aula foram reformadas para a adequação ao regime de educação em tempo integral. Já a biblioteca escolar foi ampliada e o laboratório de informática anteriormente existente foi modernizado. O projeto também contemplou a construção de duas salas de ciência e tecnologia e uma sala de atendimento aos pais.

Além dos espaços de aprendizagem, houve a ampliação da cozinha e do refeitório, a cobertura do pátio e dos passeios. A reforma e a ampliação da escola oferecerão ambientes mais propícios aos alunos, professores e demais profissionais que trabalham na unidade. Atualmente, a Escola Sesi de Diadema atende 652 alunos do ensino fundamental, 124 alunos no ensino médio e 474 alunos da Educação de Jovens e Adultos (EJA).

Essas ações foram recebidas com festa por aqueles que vivem a rotina do local, como a estagiária do núcleo de Cultura da unidade, a estudante de Artes Cênicas Ronélia Silva Damacena, de 28 anos. “A gente percebe a boa relação dos alunos com a escola”, disse. “A área cultural é muito forte aqui”.

Ela no comando do violão e ele sentado ao teclado, os estudantes Letícia Barros Souza e Jonatas de Macedo, ambos de 15 anos e matriculados no primeiro ano do ensino médio do Sesi-SP em Diadema, são dois frequentadores entusiasmados em relação às atividades oferecidas pela escola. “A infraestrutura oferecida é muito boa, temos professores qualificados”, disse Letícia. “O local aqui é grande, temos muito o que fazer”, completou Macedo. “Jogo vôlei na escola todas as sextas à noite”.


Skaf com os alunos do Sesi-SP em Diadema: 18 salas de aula reformadas. Foto: Tâmna Waqued/Fiesp

Skaf com os alunos do Sesi-SP em Diadema: 18 salas de aula reformadas. Foto: Tâmna Waqued/Fiesp


As boas instalações oferecidas pela unidade do Sesi-SP no município do ABCD paulista também foram elogiadas pelo superintendente da instituição e diretor regional do Senai-SP, Walter Vicioni Gonçalves. “Temos que comemorar a ampliação das instalações”, disse. “O Sesi-SP faz o que é preciso fazer para que a educação seja de fato uns instrumento de transformação das pessoas”.

Não tem outro jeito

Para Skaf, o trabalho feito pela indústria de São Paulo pela educação vai além das referências regionais, ficando entre os melhores exemplos na área em todo o mundo. O presidente da Fiesp e do Sesi-SP lembrou ainda que, em Diadema, o Sistema Sesi-SP de Ensino é adotado pela rede municipal de ensino, chegando a 32 mil alunos do infantil ao ensino fundamental. “Não tem outro jeito de transformar uma sociedade: é preciso investir em educação”, afirmou.

O exemplo do esporte

Ao lado de Skaf, presentes à cerimônia, estavam vários atletas do Sesi-SP, entre os quais os jogadores de volêi Murilo, Lucão e Serginho.

“Recentemente passamos por Ferraz, Vinhedo e Valinhos, treinando e tendo contato com mais de 1 mil crianças”, contou Murilo. “Além de treinar e vencer, estamos preocupados com a educação dos alunos do Sesi-SP”.

Para Lucão, alvo de brincadeiras de Skaf pelos seus 2,10m de altura, levar a sua experiência de atleta para os futuros talentos do esporte é um “compromisso bom”. “Queremos que eles se dediquem e que alcancem seus sonhos”, disse.

Serginho não estava menos animado. “Antes dos treinos, passamos em duplas pelas salas de aula, para conversar com os alunos”, contou. “Sinto orgulho de estar aqui e de vestir a camisa do Sesi-SP”.

A partir da esquerda, Murilo, Lucão e Serginho e atletas do Sesi-SP: compromisso com a educação. Foto: Tâmna Waqued/Fiesp

A partir da esquerda, Murilo, Lucão, Serginho e atletas do Sesi-SP: exemplo. Foto: Tâmna Waqued/Fiesp


Mais investimentos

 As escolas do Sesi-SP e do Serviço Nacional de Aprendizagem Industrial de São Paulo (Senai-SP) instaladas nos municípios de Diadema, Mauá, Santo André, São Bernardo do Campo, São Caetano do Sul e Ribeirão Pires já receberam R$ 345,9 milhões em investimentos. Juntas, essas unidades somam 89.637 matrículas e totalizam 20 escolas, sendo oito do Senai-SP e 12 do Sesi-SP.

Vôlei: equipe do Sesi-SP lamenta derrota e elogia desempenho do adversário

Ariett Gouveia, Agência Indusnet Fiesp, de Belo Horizonte

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Sidão: saque foi um dos maiores problemas do Sesi-SP na partida. Foto: Fiesp

Passado o calor da derrota por 3 sets a 0 para o Sada/Cruzeiro, na final da Superliga masculina de vôlei na manhã deste domingo (13/04), a equipe do Serviço Social da Indústria de São Paulo (Sesi-SP) atendeu a imprensa.

Em comum, a mesma avaliação: o Sesi-SP rendeu menos do que suficiente para superar a força e a regularidade do adversário.

“Não conseguimos em momento algum colocar a equipe deles em dificuldade, não jogamos na frente em nenhum momento”, disse o ponteiro Murilo.

“ Tivemos alguma oportunidade de igualar o placar, de passar na frente, mas não concluímos o contra-ataque, não marcamos bem no bloqueio, o que a gente tinha planejado não funcionou”, emendou o camisa 8.

“Faltou tudo hoje. Principalmente essa capacidade de entender a equipe deles e usar a nosso favor os poucos pontos fracos que eles têm.”

Na análise do central Sidão, o saque foi um dos maiores problemas do Sesi-SP na partida. “A nossa equipe não entrou como deveria. Faltou muito saque. Frisamos muito durante a preparação, porque com uma equipe com potencial de ataque como a deles, a gente tinha que sacar muito bem para o bloqueio funcionar. Não sacamos, a rodada de bola não foi tão boa”, lamentou o camisa 9.

“Parabéns para o Cruzeiro, equipe que conquistou tudo nessa temporada. Eles mereceram, jogaram melhor do que a gente hoje. Cabe a nós aprender e começar a construir de novo para a próxima temporada”, assinalou Sidão.


Marcos Pacheco: grupo pode evoluir

O técnico Marcos Pacheco disse que a equipe não conseguiu equiparar o padrão de jogo do Sada/Cruzeiro.

“Trabalhamos sempre sabendo que a equipe do Sada é de uma regularidade altíssima. Para vencer esse jogo, teríamos que ter esse padrão. Um saque eficiente, uma virada de bola consistente, que conseguimos no começo do jogo”, explicou Pacheco.

“Mas tivemos problemas no saque: ou errávamos, ou colocávamos um saque inoperante. Com o volume de jogo e a intensidade que tem o Sada, isso dificultou muito. Eles faziam uma virada rápida, o que acabava nos pressionando a fazer uma virada, o que desequilibrou o jogo.”

De acordo com o técnico, três vezes campeão da Superliga quando dirigiu o Cimed/Florinópolis, o Sesi-SP não teve capacidade para superar o time mineiro nesse jogo.

“Chegamos a todas as finais disputadas. O time foi construído para isso, pelas peças, pelo investimento e pelo trabalho que tem. A intenção era chegar às finais e sermos campeões. Enfrentamos o Sada em duas finais e eles foram mais competentes que nós. Mas foi uma temporada muito boa, atingimos quase todos os nossos objetivos. E esse grupo tem muito evoluir, muito a render, muito a crescer ainda. A próxima temporada já começa amanhã.”

>> Sesi-SP é derrotado pelo Sada/Cruzeiro e fica com o vice na Superliga



‘É hora de esquecer a final e pensar no futuro’, diz Murilo, do Sesi-SP

Lucas Dantas, Agência Indusnet Fiesp

A final da Copa Brasil já passou e agora o time masculino de vôlei do Sesi-SP volta suas fichas para a Superliga. Líder da competição com 43 pontos, o time da Vila Leopoldina encara neste sábado o terceiro colocado Brasil Kirin, em Campinas, às 21h30, na primeira partida após a fatídica decisão, quando foi derrotado pelo Sada Cruzeiro, no dramático quinto set. Um dos jogadores mais experientes do time e capitão da seleção brasileira, Murilo Endres, disse que, embora de difícil digestão, a partida de Maringá já passou e o Sesi-SP tem coisas mais urgentes para pensar pela frente. E a retomada deve ser já neste sábado.

“É difícil falar em digerir o resultado, porque com certeza vamos demorar muito tempo para aceitar o que aconteceu. Para alguns de nós, o jogo vai ficar marcado como um daqueles inesquecíveis. Uns a gente ganha, outros deixamos escapar e esse foi um deles”, disse. “Todo mundo aqui é experiente para conciliar as duas coisas e seguir em frente. Não adianta chegar no treino e ficar se lamentando. Temos que consertar algumas coisas para manter nosso ritmo de jogo, fazer nosso trabalho e superar aquilo o mais rápido possível. Não sei dizer se será amanhã, sábado ou depois, mas precisamos passar por cima disso o mais rápido possível”, sentenciou o camisa 8, que isentou seu parceiro Lucarelli de qualquer responsabilidade na partida.

Quando o placar estava 12 x 9 para o Sesi-SP no quinto set, Lucarelli perdeu um ataque que poderia ter mudado o rumo da partida. Mas para Murilo, isso é do jogo e o jovem atacante não deve ser de forma nenhuma cobrado por isso.

“Acabam colocando responsabilidade que não existe em cima disso. O coletivo, o time, perdeu. E se a bola foi pra ele, é porque ele é um cara de decisão, um cara importante. O Sandro não hesitou em levantar para ele, era dele mesmo. Todo mundo apontou pro Lucarelli porque sabe que ele decide um jogo. Podia ter fechado, mas não fechou e poderia ser com qualquer um. O time se abraça nessas horas. Eu ficaria muito triste, acho que ele deve estar, mas precisamos superar”, afirmou.

Murilo: “Uns a gente ganha, outros deixamos escapar e esse foi um deles”. Foto: Everton Amaro/Fiesp

Murilo: “Uns a gente ganha, outros deixamos escapar e esse foi um deles”. Foto: Everton Amaro/Fiesp


Estar de volta ao time é, para Murilo, também uma luta diária. Depois de passar 245 dias sem jogar por conta da cirurgia no ombro direito, o ponteiro foi aos poucos retomando seu lugar na equipe e ajudando com atuações cada vez mais seguras e precisas. Líder nato, orienta os companheiros em quadra, mas não esconde que ainda às custas de muita dor e ajuda dos próprios jogadores.

“É nítido que ainda tenho dificuldade e a dor vai me acompanhar por um bom tempo. Nem reclamo, porque isso não vale mais a pena. Convivo e pronto. Trabalho pra evoluir. Apesar de 8 meses para voltar a jogar, eu já sabia que seriam necessários 10 a 12 para estar bem mesmo. Nos playoffs espero estar melhor. Estou trabalhando muito, sinto dor, não preciso negar, mas tenho que trabalhar. Os médicos me ajudam demais, a comissão técnica e os companheiros também. Todo mundo sabe das limitações e ajuda bastante. Isso é trabalho de equipe, de ajudar um ao outro e nesse momento estou sendo o mais ajudado pelo time”, finalizou.

No primeiro turno, Sesi-SP e Brasil Kirin se enfrentaram na Vila Leopoldina, com o placar de 3 x 0 para o time da casa. Após o confronto contra o time de Campinas, o Sesi-SP enfrentará o Vivo/Minas, na quinta-feira (06), e o Moda Maringá na terça (11), ambos os jogos na Vila Leopoldina.

Serviço: Superliga 2013/2014
Evento: Vôlei Brasil Kirin x Sesi-SP
Data: 1 de fevereiro de 2014 (sábado)
Horário: 21h30
Local: Ginásio do Taquaral – Avenida Dr. Heitor Penteado, s/nº, Portão 7
Lagoa do Taquaral, Campinas, São Paulo

Exposição na Fiesp mostra 48 fotos de atletas de esportes olímpicos e paraolímpicos do Sesi-SP

Flávia Dias, Agência Indusnet Fiesp

Com presença de cinco medalhistas olímpicos da equipe do Sesi-SP – Thiago Pereira (natação), Dani Lins, Serginho, Sidão e Murilo (vôlei) –, o Serviço Social da Indústria de São Paulo (Sesi-SP) inaugurou na noite de segunda-feira (15/04), em evento para convidados, a exposição fotográfica “Olhar a toda prova”.

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O presidente da Fiesp, Paulo Skaf, abre e exposição "Jogos Olímpicos: Esporte, Cultura e Arte". Foto: Ayrton Vignola/Fiesp

A mostra, aberta ao público até 30 de junho no Centro Cultural Fiesp, reúne 48 imagens de atletas do Sesi-SP sob o registro das lentes de fotógrafos como Claudio Edinger, Jonne Roriz, Marlene Bergamo e Renan Cepeda. A curadoria é de João Kulcsár.

Outra cerimônia aconteceu de forma paralela, a abertura da exposição “Jogos Olímpicos: Esporte, Cultura e Arte”, organizada pelo Comitê Olímpico Brasileiro (COB), com o apoio da Federação das Indústrias do Estado de São Paulo (Fiesp) e do Sesi-SP.

Em seu pronunciamento na abertura de “Olhar a toda prova”, o presidente da Fiesp e do Sesi-SP, Paulo Skaf, enfatizou que a indústria, por meio do Sesi-SP, vai dar uma contribuição concreta ao Brasil nos Jogos Olímpicos Rio-2016.

“Nós esperamos colocar pelo menos 50 atletas formados no Sesi-SP para defender as cores brasileiras nos Jogos Olímpicos do Rio de Janeiro”, afirmou Skaf.

“A Fiesp está à disposição a colaborar com tudo que estiver ao nosso alcance para divulgar as próximas Olímpiadas”, acrescentou.

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Professor Walter Vicioni na abertura de exposição fotográfica. Foto: Junior Ruiz/Fiesp

O superintendente do Sesi-SP, Walter Vicioni, enfatizou que a instituição passou a investir no esporte de alto rendimento a partir de 2005. “Nós fizemos grandes avanços no esporte, dando oportunidades e criando um processo educacional que pretende ser o exemplo e colaborar com o Brasil no desenvolvimento esportivo.”

Recém-chegado ao Sesi-SP, o nadador Thiago Pereira, medalhista de prata em Londres-2012, elogiou a iniciativa: “ É maravilhoso. Esta exposição sobre os atletas olímpicos é uma coisa muito boa. Faltava esse reconhecimento pelo esforço. São eventos como esse que motivam a gente cada vez mais a correr atrás de novos recordes, medalhas e de uma vaga para disputa de 2016”, avaliou o atleta.

Entre os fotografados estão os medalhistas olímpicos Serginho, Murilo, Dani Lins, Fabiana e Sidão (vôlei); Thiago Pereira (natação); Reinaldo Colucci (triatlo); Aline Ferreira (luta olímpica); Ana Marcela (maratonas aquáticas); Gustavo “Grummy” Guimarães (polo aquático); Hugo Praxedes (judô); Marco Aurélio Borges (atletismo paralímpico); Luisa Lisboa (bocha paralímpica) e Janaina Petit (vôlei sentado).

Acessibilidade

A exposição conta com seis fotos perceptíveis pelo tato, com legenda em braile, de registros fotográficos realizados por seis fotógrafos com deficiência visual durante os jogos da Superliga de vôlei 2012/13.

De acordo com o curador da mostra, durante o processo de captação das imagens, os fotógrafos contaram com o auxilio de um ajudante que descrevia o cenário para os deficientes visuais. Munidos destas informações, os artistas conseguiram fazer os seus registros fotográficos.

“Tanto deficientes visuais como todos que tiverem interesse poderão explorar diferentes sentidos nas visitas guiadas. Os visitantes serão convidados a perceber a exposição pelo tato e audição, e quem quiser poderá ver com os olhos”, afirmou João Kulcsár.

Serviço
Exposição Olhar a toda prova

Classificação indicativa: livre
Entrada gratuita
Local: Centro Cultural Fiesp – Ruth Cardoso ( Espaço Fiesp II)
Avenida Paulista, 1.313 (em frente à estação Trianon-Masp do Metrô)
Os espaços têm acessibilidade.

Período expositivo: de 16 de abril a 30 de junho – segundas, das 11h às 20h; de terça a sábado, das 10h às 20h; e domingos, das 10h às 19h (entrada até 20 minutos antes do fechamento)

Agendamentos escolares e de grupos: de segunda a sexta-feira, das 10h às 13h e das 14h às 17h, pelo telefone (11) 3146-7396

Depois de tropeço em casa, Sesi-SP tenta recuperação contra São Bernardo pela Superliga masculina

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Sidão e Murilo. Foto: Everton Amaro

Juan Saavedra, Agência Indusnet Fiesp

Sidão custou a pegar no sono na noite de domingo para segunda-feira (04/02).Na tarde anterior, o Sesi-SP decepcionara ao ser derrotado pelo Vivo/Minas por 3 sets a 0 em uma atuação que não vai deixar saudades. ”Perder faz parte num campeonato de um nível como a Superliga, mas a gente não pode admitir tomar 3 a 0 em casa como foi. Dormi às 3h da manhã”, conta o central do Sesi-SP e da seleção brasileira, explicando ter ficado remoendo os erros cometidos na tarde anterior.

O desafio, agora, é dar a volta por cima na sétima rodada do returno da competição. E o adversário é um velho conhecido: o São Bernardo. O jogo tem início programado para as 18h desta quarta-feira (06/02), no ginásio da Vila Leopoldina.

“Eles sempre jogam bem contra a gente”, afirma Sidão. “É um time grande que bloqueia muito bem. O Rubinho, técnico deles, trabalha muito bem a base da equipe. A gente sabe que não vai ser fácil. Temos que dar os 110% e tentar fazer os três pontos.”

O ponteiro Murilo, para quem a derrota de domingo foi um resultado horrível, concorda. “O São Bernardo não está bem na Superliga, mas sempre joga bem contra a gente, já nos conhecem bem. Apesar de estar com vários desfalques, eles gostam de jogar contra o Sesi-SP”, analisa.

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Everaldo e Sidão; Foto Everton Amaro

“Passamos por cima da derrota contra o Minas. Estamos preparados para voltar a vencer porque é reta final antes dos playoffs. Temos que tentar fazer o nosso trabalho e fazer 12 pontos nesses quatro últimos jogos. E se por acaso RJX/Rio e Janeiro e Sada/Cruzeiro bobearem, a gente belisca o primeiro ou o segundo lugar”, disse o camisa 8.

Segundo o levantador Everaldo, o jogo diante do Minas foi atípico. “A gente realmente não conseguiu colocar em prática o nosso voleibol. O time estava meio apático. Foi um dia que nada deu certo e o Minas aproveitou-se bem e parou de errar”, relembrou.

Para Everaldo, a temporada da Superliga está muito equilibrada e o importante é somar vitórias e preparar-se para a fase decisiva.
“Estamos quatro a cinco pontos atrás, mas está muito em aberto. Acho que temos que buscar nosso melhor. Se vai dar para chegar em primeiro, eu não sei. O importante é que a gente esteja bem, pronto para os playoffs.”

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Sesi-SP dá o troco no RJX em pleno Maracanãzinho: 3 sets a 2 pela Superliga masculina

Juan Saavedra, Agência Indusnet Fiesp, com site da CBV

Depois de perder por 3 sets a 2 para o RJX na Vila Leopoldina, em dezembro, pelo primeiro turno da Superliga masculina, o Sesi-SP devolveu a derrota no returno, batendo na manhã deste sábado (26/01) o rival em pleno Maracanãzinho pelo mesmo placar (21/25, 22/25, 25/20, 26/24 e 15/12) em 2h29 de jogo.

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Giovane Gávio e equipe no Rio de Janeiro com o presidente da Fiesp e do Sesi-SP, Paulo Skaf. Com o resultado, o Sesi-SP conquista sua décima vitória e chega a 33 pontos, aproximando-se das posições de liderança. Foto: Junior Ruiz

O levantador Everaldo, do Sesi-SP, recebeu o Troféu Viva Vôlei, concedido ao jogador eleito melhor em quadra. Lorena foi o maior pontuador do jogo, com 26 acertos.  Também pontuaram, pelo Sesi-SP, Murilo (15 pontos), Eder (11) e Sidão (09), Ary (09), Cleber (04) e Everaldo (01).

“Não considero que mudei a história do jogo. Eu estava machucado, fiquei quatro meses parado, e estou voltando agora que o Sandro (levantador titular) machucou e a única coisa que eu poderia fazer era tentar ajudar o grupo. Tentei dar um pouco mais de gás e deu certo. A equipe do RJX é muito forte e não é a toa que está em primeiro lugar e foi muito importante conseguir reverter o resultado”, disse Everaldo ao site da Confederação Brasileira de Voleibol (CBV).

Para o líbero Serginho, manter a calma durante a partida foi importante. “Tivemos paciência e isso foi fundamental. O Everaldo entrou muito bem, em um jogo difícil e conseguiu manter o padrão da nossa equipe, mesmo entrando em uma situação delicada. Fico feliz de ver que, mesmo em dificuldades, ele conseguiu nos ajudar tanto”, afirmou Serginho, também ao site da CBV.

O Sesi-SP jogou com Thiaguinho, Lorena, Sidão, Éder, Murilo, Cléber e o líbero Serginho. Entraram: Mão, Léo Mineiro, Everaldo e Ary. O RJX atuou com Bruno, Paulo Victor, Lucão, Riad, Thiago Alves, Dante e o líbero Mário Júnior. Entraram: Guilherme, Theo, Thiago Sens e Ualas. Com o resultado, o Sesi-SP conquista sua décima vitória e chega a 33 pontos, aproximando-se das posições de liderança.

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Murilo foi um dos destaques do Sesi-SP, com uma atuação espetacular no quarto set. Foto: InovaFoto/Divulgação RJX

O jogo

O jogo começou equilibrado, mas o RJX gradualmente foi liderando o placar, chegando ao segundo tempo técnico com 16/14 . O Sesi-SP empatou em contra-ataque com Cleber: 16/16. Mas o RJX retomou o comando do jogo, abrindo abriu 21/18 em ataque de Murilo para fora. Thiago Alves parou Lorena no bloqueio e RJX fez 23/19. Na sequência, o oposto do Sesi-SP Lorena conseguiu o ponto (23/20), mas desperdiçou largadinha e o RJX chegou ao set point: 24/20. A equipe carioca fechou o parcial em 25/21.

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Sesi-SP não se intimidou com torcida do RJX. Foto: InovaFoto/Divulgação RJX

No segundo set, o Sesi-SP começou bem, com 03/01, mas o RJX fechou o primeiro tempo técnico em vantagem (08/07). A diferença aumentou (11/08) – o suficiente para um pedido de tempo do técnico do Sesi-SP, Giovane Gávio. Não funcionou. Depois de dois erros de Sidão em jogadas pelo meio, o RJX chegou ao 14/10 e foi para o segundo tempo técnico com 16/12. Um ace de Thiago Alves ampliou a vantagem (18/13).

Giovane mexeu na equipe, colocando o levantador Everaldo e tirando Sidão. Deu certo e o Sesi-SP melhorou, encurtando a diferença para apenas um ponto: 19/18. O jogo seguiu equilibrado, mas depois de um ponto de Ary, do Sesi-SP, escalado no lugar de Cleber, o RJX fez 23/21 e, em boa passagem de Lucão pelo saque chegou ao set point com Thiago Alves (24/21). Lorena salvou a primeira chance pela saída de rede., mas o RJX fechou em 25/22 e chegou aos 2 sets a 0.

No terceiro set, o Sesi-SP voltou melhor e fez 07/04 em boa sequencia de Eder no saque, chegando ao primeiro tempo técnico com 08/05. Em rali, o RJX desperdiçou um ataque e chegou ao 11/07. Eder, bem pelo meio, fez 13/09. Murilo, em dois ataques seguidos, ampliou para 15/10. O segundo tempo técnico veio com um ataque rápido de Murilo, que atingiu Thiago Alves: 16/14. Lorena, bem pela saída de rede, fez 17/15.

Depois de um bonito rali, o oposto fez mais um (18/15) e vibrou muito com Giovane.  O meia Riad, o RJX, diminuiu para 18/16. Em bom bloqueio, Sidão fez 20/16. Em bola de Cleber, o Sesi-SP chegou aos 21/17. Eder, pelo meio, fez mais um: 22/18. Aproveitando o contra-ataque, Lorena conseguiu o set-point: 24/19. Em erro de saque de Paulo Silva, o Sesi-SP fechou o set em 2 sets 1.

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Everaldo, aproveitando um erro de recepção depois de um saque demolidor de Lorena, fez o ponto do set e da vitória: 15/12, 3 sets a 2. Foto: Junior Ruiz

A boa atuação no quarto set deu mais fôlego para o Sesi-SP. Giovane manteve Ary e Everaldo na equipe, que fez 03/02 com Ary. O RJX empatou e virou com dois aces de Lucão: 06/04. Com Lorena no saque, o Sesi-SP diminuiu no bloqueio de Eder e empatou em 07/07, em bloqueio duplo de Eder e Ary.

O RJX chegou ao primeiro tempo técnico com 08/07, bloqueando Lorena. O Sesi-SP empatou em 11/11 e, em boa jogada de Murilo, fez 12/11 pela ponta. Sidão, pelo meio, fez 14/12. Thiago Alves, atacando atrás da linha de três metros, diminuiu, mas o Sesi-SP chegou ao 16/14 em erro de saque de Lucão. Theo, em duas boas jogadas, empatou. Com Ar e Murilo, o Sesi-SP fez 18/16. O capitão explorou o bloqueio para abrir 19/17 e, com maestria, evitou tocar na rede para fazer mais um: 20/17.

Na reta final do set, Murilo fez 22/18. O RJX diminuiu para 22/20, mas Murilo, atacando pela saída de rede fez 23/20. Em ponto muito discutido, o RJX diminuiu para 23/22 e aproveitou contra-ataque para empatar: 23/23. Lorena conseguiu o set point 24/23, mas o RJX empatou. Lorena fez o 25/25 e foi para o saque , fechando em 26/24 e vibrando bastante, ante as provocações da torcida adversária.

No tie-break, muito equilibrado, as equipes foram aproveitando seus ataques até o quarto ponto. O RJX conseguiu abrir para 06/04, mas Ari, pela ponta, diminuiu: 06/05. Murilo explorou o bloqueio para reduzir a margem. Sidão, bem no bloqueio, empatou: 07/07. Thiago Alves, explorando o bloqueio, colocou os cariocas em vantagem: 08/07. O Sesi-SP empatou em erro de saque adversário, mas na sequência Lucão, pelo meio, manteve a vantagem mínima. Em ponto contestado, Murilo ficou no bloqueio: 10/08 para os donos da casa. Sidão, pelo meio, diminuiu para 10/09.

O empate veio em erro de ataque carioca. Na volta do tempo técnico, Theo acertou e fez 11/10. Lorena empatou, explorando o bloqueio. Lucão, em bola rápida, fez 12/11. Ary conseguiu atacar uma bola difícil e empatou: 12/12. O Sesi-SP virou em bloqueio e chegou aos match point (14/12) em ponto de ataque. Everaldo, aproveitando um erro de recepção depois de um saque demolidor de Lorena, fez o ponto do set e da vitória: 15/12, 3 sets a 2.

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Sesi-SP tem que ter foco na partida, diz Murilo sobre a final de vôlei ante Medley/Campinas

Talita Camargo, Agência Indusnet Fiesp

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Segundo Murilo, equipe precisa fazer o que sabe: sacar, passar e defender bem. Foto: Talita Camargo.

Depois da derrota na primeira partida da final, marcada pelo desentendimento com parte da comissão técnica do adversário, o time do Sesi-SP mostrou outra atitude em casa. Deixou de lado a rivalidade, não se perturbou com a vantagem do Medley/Campinas – a um simples triunfo de levantar a taça – e procurou concentrar-se no jogo. O resultado foi uma vitória incontestável na tarde deste sábado (20/10) na Vila Leopoldina: 3 sets a 0 (25/21, 25/19 e 25/21).

“Tínhamos a consciência hoje que precisávamos ganhar dentro de quadra. As provocações [no primeiro jogo, em Campinas] nos prejudicaram um pouco. Estávamos muito nervosos, cometendo muitos erros. Hoje, esses erros foram menores e, consequentemente, ganhamos por 3 a 0.”, explicou o ponteiro-passador Murilo, capitão da equipe.

“Então”, prosseguiu Murilo, “segunda-feira [22/10] é isso aí: foco na partida. A gente sabe que tem que sacar, tem que passar e tem que defender e a gente sabe fazer isso muito bem.”

De acordo com o oposto Lorena, expulso no primeiro jogo depois do episódio em Campinas, a bela atuação representou um pedido de desculpas para o público e para as crianças que acompanham o time. “Nós estamos arrependidos. Queríamos mostrar que nossa equipe sabe jogar voleibol e foi o que fizemos hoje, com muito prazer. É isso que a gente sabe fazer e acho que todo mundo está de parabéns.”

Na avaliação do técnico do Sesi-SP, o bicampeão olímpico Giovane Gávio,  o time entrou com muita vontade de jogar vôlei e a comemoração deveria se limitar a 15 minutos. “Já é hora de se preparar para o próximo jogo, pois acredito que tem que ser assim: temos que ter a cabeça focada para fazermos o mesmo que fizemos hoje, ou melhor.”

A decisão acontece na segunda-feira (22/10), às 18h30, no ginásio da Vila Leopoldina, em São Paulo.

Congratulações

Ao final da partida, os jogadores foram parabenizados pelo presidente do Sesi-SP e da Federação das Indústrias do Estado de São Paulo (Fiesp), Paulo Skaf; pelo superintendente da instituição, professor Walter Vicioni, e pelo 1º vice-presidente da Fiesp, Benjamin Steinbruch.

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Paulo Skaf, Giovane Gávio, Benjamin Steinbruch e filha ao final da partida. Foto: Junior Ruiz

Com Murilo e Serginho de volta, Sesi-SP busca a 13ª vitória seguida e a classificação antecipada para as semifinais

Lucas Dantas, Agência Indusnet Fiesp 

O técnico Giovane Gávio não pode reclamar. O time masculino de vôlei do Sesi-SP lidera o Campeonato Paulista com indiscutíveis 12 vitórias em 12 jogos (com apenas cinco sets perdidos) e pode se garantir na semifinal já na próxima partida, com uma rodada de antecedência. Além do retrospecto excepcional, o técnico ainda contará com a volta de dois jogadores que desde março não vestem a camisa do time em uma partida oficial. Depois do conquistar a medalha de prata nas Olimpíadas de Londres, Murilo e Serginho voltam ao time contra o Vôlei Futuro, nesta quarta-feira (26), às 20h, no Ginásio Plácido Rocha, em Araçatuba. O jogo terá transmissão do SporTV.

Apesar de relacionados, os dois jogadores não tiveram a titularidade confirmada por Giovane, que prefere ir com calma para evitar alguma lesão inesperada. “Eles estão voltando agora. Seu último jogo foi pela seleção e então tiraram férias. Já faz um tempo que não entram em quadra e o jogo será contra o terceiro colocado do campeonato. Precisa ter calma, mas só o fato de já estarem relacionados dá uma alegria enorme”, declarou o técnico.

Serginho também está ansioso. O líbero está à disposição de Giovane para toda a partida, mas sabe que a falta de ritmo pode influenciar na sua escalação. “Estou feliz por voltar, ainda mais contra um time bom e que investiu bastante no vôlei recentemente. Ainda estou sem ritmo, mas estou pronto para a partida inteira. Se vou jogar, aí depende do Giovane”.

Para o Sesi-SP garantir a primeira colocação na tabela, basta apenas vencer dois sets, não importando o resultado final. Porém, o objetivo não é outro que não a vitória para continuar com uma campanha irretocável até aqui. “Vamos para a vitória. A classificação já está garantida e podemos ainda conseguir uma bela vantagem se terminarmos na ponta, mas chegamos naquele estágio que o time que vencer mais e se superar. Também tem o adversário que quer acabar com a invencibilidade, então temos que entrar mais concentrados ainda”, declarou Giovani.

Após o jogo contra o Vôlei Futuro, a equipe do Sesi-SP fechará a primeira fase em casa contra o Medley/Campinas, sábado, às 21h. Os jogos da semifinal serão nos dias 04, 06 e 09 (se necessário), ainda sem mando de campo definido.

Serviço:

Vôlei Futuro x Sesi-SP
Data – 26 de setembro de 2012 às 20h – Transmissão SporTV
Local – Ginásio Municipal de Esportes Dr. Plácido Rocha – Rua Coelho Neto s/n, Vila Santa Maria, Araçatuba, São Paulo

Brasil esbarra em gigante russo e atletas do Sesi-SP ganham prata no vôlei masculino

Juan Saavedra, Agência Indusnet Fiesp

Dessa vez não deu. Depois de um início avassalador, em que chegou a abrir dois sets de vantagem, o Brasil foi derrotado neste domingo (12/08), em Londres, pela equipe da Rússia no tie-break por 3 sets a 2 (19/25, 20/25, 29/27, 25 /22 e 15/09) em duas horas e sete minutos de jogo. Com o resultado, a seleção ficou com a medalha de prata – a equipe conta com três atletas do Sesi-SP (Serginho, Sidão e Murilo).

É a terceira medalha de Serginho (ouro em Atenas-2004 e prata em Pequim-2008) e a segunda de Murilo (prata em Pequim-2008).

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Rússia e Brasil perfilados antes do jogo


O jogo

O Brasil foi absoluto nos dois primeiros sets, comandando o placar o tempo inteiro. Fechou o primeiro set em 24 minutos (25/19) e o segundo parcial em 26 minutos (25/20).

No terceiro set, o técnico russo, Vladimir Alekno, surpreendeu ao mexer na formação da equipe, deslocando o central Dmitriy Muserskiy, gigante de 2,18m, para a posição de oposto, e improvisando o oposto Maxim Mikhaylov como ponteiro passador. A aposta deu certo e os russos equilibraram o jogo, que passou a ser disputado ponto a ponto em cada virada de rede.

Ainda assim, o Brasil fez o 19/16 com Wallace e chegou aos 22/19 em erro de Muserskiy. Os russos empataram em 22/22, mas Wallace manteve a tranquilidade pela saída de rede: 23/22. Lucão, em jogada rápida, conseguiu o primeiro match point (24/23), mas a Rússia salvou.

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Murilo (camisa 8 ) fez 18 pontos no jogo.

A seleção de Bernardinho obteve novo ponto da medalha de ouro (25/24), mas a Rússia novamente empatou para conseguir em seguida seu primeiro set point (26/25). Sidão empatou (26/26), mas os russos conseguiram mais um set point em rali emocionante (28/27), fechando o parcial ao bloquear Lucão, em parcial de 34 minutos.

No quarto set, Giba entrou no lugar de Dante, que sentiu uma lesão. Foi o momento do Brasil se perder no jogo. Sem ritmo de competição, Giba cometeu erros na recepção e no ataque, e Wallace passou a errar mais pela saída de rede. Bernardinho escalou Thiago Alves no lugar de Giba, mas os russos seguiram bem no jogo, abrindo 19/14. O Brasil ensaiou uma reação no final, mas não foi suficiente. Os russos fecharam o segundo set com 25/22 em erro de saque de Murilo. Jogo empatado em sets (2 a 2).

No tie-break, Dante entrou no sacrifício, mas o Brasil não se reencontrou na quadra do complexo Earls Court. Jogando como oposto, Muserskiy – 31 pontos na partida – continuou imparável e os russos fecharam o jogo: 15 /9.

O ponteiro Murilo fez 18 pontos (16 pontos de ataque e dois de bloqueio), enquanto Sidão conseguiu quatro no saque, sete atacando e três bloqueando. Serginho liderou as estatísticas do jogo na defesa, com 18 bolas – três a mais que o russo Obmochaev. Murilo conseguiu pegar sete bolas.

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