Skaf recebe campeã mundial de natação Etiene Medeiros

Amanda Demétrio, Agência Indusnet Fiesp

Paulo Skaf, presidente da Fiesp e do Sesi-SP, recebeu nesta quarta-feira (2 de agosto) Etiene Medeiros, nadadora do Sesi-SP campeã do Mundial de Esportes Aquáticos de Budapeste na última semana, Seu técnico, Fernando Vanzella, acompanhou-a no evento. “Você foi motivo de muita felicidade para todo o país”, disse Skaf a Etiene. “Agradeço pelo seu desempenho e pelas suas conquistas, que vêm sempre rompendo as barreiras do Sesi-SP e da indústria”, disse Skaf, que ressaltou o valor de mais uma conquista inédita na natação feminina brasileira.

Etiene Medeiros entrou mais uma vez para a história ao ganhar o primeiro ouro na natação feminina do país em mundial de piscina longa, nos 50m costas (27s14). “Na hora que eu vi o Vanzella vibrando e me dei conta do tempo fiquei muito feliz, eu acho que foi um megarresultado para mim, para o Brasil e para toda a natação”, disse Etiene em sua volta a São Paulo.

A nadadora, que fez questão de agradecer ao Sesi-SP por todo apoio e trabalho desenvolvido nos cinco anos na equipe da indústria, conquistou na Hungria seu quinto feito inédito. Etiene iniciou sua quebra de barreiras em 2008 ao se tornar a primeira brasileira a ir ao pódio em um Campeonato Mundial, levando a prata nos 50m costas do Mundial Júnior. Em 2014, foi a primeira brasileira medalhista (e campeã) de um Mundial em piscina curta, com o ouro nos 50m costas em Doha, no Catar. Um ano depois, em 2015, garantiu o primeiro ouro feminino da história do país em Jogos Pan-Americanos, com o título dos 100m costas em Toronto, no Canadá. Dias depois, foi vice-campeã dos 50m costas no Mundial de piscina longa de Kazan, Rússia, garantindo a primeira medalha feminina do país na história do evento. E em 2016, em Windsor, no Canadá, foi bicampeã mundial em piscina curta nos 50m costas.

“Não criamos muita expectativa para esse mundial, pautados no desgaste do último ciclo olímpico. Colocamos em prática o que vínhamos treinando. Estudamos as últimas provas dela, usando dados do biomecânico, tempos anteriores e fomos para Budapeste. Felizmente ela se superou mais uma vez e voltamos com mais esse feito para a nossa natação”, comentou o técnico Fernando Vanzella.

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Skaf recebe campeã mundial Etiene Medeiros e o técnico Fernando Vanzella. Foto: Ayrton Vignola/Fiesp

Skaf recebe campeã mundial Etiene Medeiros e o técnico Fernando Vanzella. Foto: Ayrton Vignola/Fiesp

Etiene Medeiros quebra mais um recorde e se torna primeira campeã mundial do Brasil

Amanda Demétrio, Agência Indusnet Fiesp

Etiene Medeiros, atleta do Sesi-SP, cravou mais um título em sua carreira. E mais uma vez fez história na natação feminina brasileira. Com o tempo de 27s14, Etiene se tornou nesta quinta-feira (27 de julho) campeã dos 50m costas do Campeonato Mundial de esportes aquáticos, que está sendo disputado em Budapeste, na Hungria. E, além do ouro, e de ouvir o hino do Brasil durante a premiação, a conquista a colocou mais uma vez como a primeira mulher brasileira a atingir um feito.

Etiene foi a primeira brasileira a ir ao pódio em um mundial júnior, a primeira medalhista e campeã em um mundial de piscina curta, garantiu o primeiro ouro feminino da história do país em Jogos Pan-Americanos e foi vice no último mundial de piscina longa.

“Que prova! Acho que tive várias pessoas ao meu lado para essa prova. Foi uma temporada diferente, estava relaxada desde o início do ano. Fiquei um pouco nervosa na hora, mas foi engraçado, todas as nadadoras me desejavam boa sorte. Estou muito feliz. Foi por pouco, a chinesa é uma ótima adversária. Mas eu só tenho a agradecer”, comentou a nadadora em entrevista ao canal de TV por assinatura SporTV assim que saiu da água.

Após ficar bem próxima do recorde mundial, Etiene passou pelas semifinais nos 50m costas com o melhor tempo da prova, 27s18, apenas um centésimo na frente da chinesa Yanghui Fu e ainda estabeleceu uma nova marca para sua vida. A nadadora do Sesi-SP, além da vaga na final, conseguiu sua melhor marca pessoal (até então era 27s26), estabeleceu um novo recorde brasileiro e sul-americano, novo recorde das Américas e terceira melhor marca da história.

Na final, em mais um duelo apertado com a chinesa Fu Yuanhui, a mesma que ficou com o ouro por 15 centésimos em 2015, Etiene voltou a brilhar, deu a volta por cima e ficou à frente por apenas um centésimo, quebrando mais uma vez os recordes estabelecidos no dia anterior. Aliaksandra Herasimenia, de Belarus, ficou com o bronze (27s23).

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Etiene Medeiros comemora mundial de 50m costas. Foto: CBDA/Divulgação

Com 3 jogadores do Sesi-SP, Brasil conquista inédita medalha de bronze no polo aquático

Lucas Dantas, Agência Indusnet Fiesp

Com três atletas do Social da Indústria de São Paulo (Sesi-SP), a seleção brasileira de polo aquático conquistou neste fim de semana a inédita medalha de bronze na 14ª Super Final da Liga Mundial, em Bergamo, Itália. Com Gustavo “Grummy” Guimarães, Paulo Salemi e Bernardo Reis no time, o Brasil venceu os Estados Unidos após um inacreditável empate em 10 a 10 no tempo normal e mais 32 pênaltis batidos, totalizando 24 a 23 no final. Craque da equipe norte-americana – e também atleta do Sesi-SP – Tony Azevedo perdeu o pênalti decisivo depois de bater outros três na disputa, com perfeição, e ainda marcar mais quatro gols no jogo, terminando como artilheiro. Na decisão, a Sérvia venceu a Croácia por 9 a 6 e conquistou vaga direta para as Olimpíadas de 2016, no Rio de Janeiro.

O Brasil perdeu as duas primeiras parciais da partida (1 x 3; 1 x 3), mas com calma e a participação decisiva de Bernardo Gomes, que também marcou quatro vezes e dividiu a artilharia com Tony, a seleção empatou a sete segundos do fim, quando a vitória dos EUA era praticamente certa. Nos pênaltis, os times se alternavam em acertos e erros, mantendo o empate no placar. Nas cobranças alternadas, nas quais quem errasse perderia o jogo, Grummy marcou três vezes até o capitão dos EUA, Tony Azevedo, desperdiçar o pênalti. Jonas cobrou para o Brasil e sacramentou a vitória.

Atletas do Sesi-SP que disputaram o bronze na Liga Mundial de Polo Aquático

Atletas do Sesi-SP que disputaram o bronze na Liga Mundial de Polo Aquático


O próximo objetivo da seleção brasileira é o Pan-Americano de Toronto (Canadá), que o time vai disputar com grande possibilidade de conquistar o ouro, que não vem desde 1963. Gustavo Grummy, Bernardo Reis e Paulo Salemi já estão convocados.

Seleção Brasileira (em negrito os atletas do Sesi-SP)
1 – Vinícius Antonelli / 2 – Jonas Crivella / 3 – Guilherme Gomes / 4 – Ives Alonso / 5 – Paulo Salemi / 6 – Bernardo Gomes / 7 – Adrian Delgado / 8 – Felipe Silva / 9 – Bernardo Reis Rocha  / 10 – Felipe Perrone (capitão) / 11 – Gustavo “Grummy” Guimarães / 12 – Josip Vrlic / 13 – Thyê Matos Bezerra. Técnico: Ratko Rudic / Auxiliares-Técnico: Eduardo Abla, Ângelo Coelho e João  Brandão / Vídeo-análise: João Brandão / Preparador Físico: William Morales.
Obs: O Brasil viajou com um 14º jogador, Rudá Franco.

Estados Unidos

8- Tony Azevedo
Resultados
Dia 23/6 – 3ª feira
Grupo A = Brasil 17 x 10 Croácia / Hungria 18 x 8 China
Grupo B = Sérvia 13 x 7 EUA / Austrália 5 x 7 Itália

Dia 24/6 – 4ª feira
Grupo A = Brasil 15 x 7 China / Croácia 15 x 12 Hungria
Grupo B = Austrália 10 x 9 EUA / Sérvia 15 x 11 Itália

Dia 25/6 – 5ª feira
Grupo A = Brasil 3 x 16  Hungria / Croácia 14 x 4 China
Grupo B = Sérvia 12 x 8 Austrália / Itália 13 x 10 EUA

Dia 26/6 – 6ª feira
Quartas-de-final = Brasil 9 x 8 Austrália / Hungria 7 x 8 EUA / Itália 12 x 14 Croácia / Sérvia 25 x 10 China

Dia 27/6 – sábado
Disputa do 5º ao 8º lugar = Austrália 13 x 3 China / Itália 5 x 10 Hungria
Semifinais = Brasil 9 x 13 Sérvia / EUA 6 x 11 Croácia

Dia 28/6 – domingo
Disputa do 7º lugar – Itália 16 x 9 China
Disputa do 5º lugar – Hungria 6 x 9 Austrália
Disputa do bronze – Brasil 24 x 23 EUA (10 x 10 no tempo normal e 14 x 13 nos pênaltis)
Final – Sérvia 9 x 6 Croácia

Etiene Medeiros conquista a primeira medalha mundial da natação feminina

Agência Indusnet Fiesp

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Etiene Medeiros (primeira à esquerda) com os companheiros que ganharam o revezamento. Foto: Sátiro Sódré/CBDA

A nadadora do Serviço Social da Indústria de São Paulo (Sesi-SP), Etiene Medeiros, é a primeira brasileira a conquistar uma medalha mundial na modalidade. O ouro veio nesta quinta-feira (04/12), quando Etiene abriu o revezamento 4x50m misto, nadando costas. Além da atleta do Sesi-SP, a equipe de ouro, que fez o tempo de 1min37s26, foi formada por Felipe França, Nicholas Santos e Larissa Oliveira.

O tempo de Etiene na prova de revezamento foi o melhor do mundo em 2014, o que dá uma boa perspectiva para a prova do nado costas, que será disputada no domingo (07/12)

Também nesta quinta, Etiene nadou a final dos 100m costas e ficou em sétimo lugar, com o tempo de 57s72. “Não deu para nadar melhor, mas estou muito feliz com esta primeira final em um Mundial. Ainda tenho outras provas para disputar”, disse Etiene em entrevista ao SporTV.

Outra nadadora do Sesi-SP, Daynara de Paula conquistou vaga para uma final, nos 50m borboleta. Ela fez o sexto melhor tempo (25s54) e bateu o recorde sul-americano.

Três atletas do Sesi-SP reforçam seleção brasileira no Mundial de Piscina Curta em Doha

Agência Indusnet Fiesp

A natação do Serviço Social da Indústria de São Paulo (Sesi-SP) tem quatro nomes na delegação que representa o Brasil no Campeonato Mundial de Piscina Curta em Doha, de 03 a 07 de dezembro.

As atletas Etiene Medeiros, Daynara de Paula e Jéssica “Jiba” Cavalheiro, além do técnico Fernando Vanzella, viajam na sexta-feira (28/11) para a capital do Qatar, onde integram a seleção brasileira na competição.

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Etiene, Jessica, Daynara e Vanzella. Foto: Lucas Dantas/Fiesp

As nadadoras do Sesi-SP disputam um total de sete provas individuais e ainda os revezamentos, em decisão da comissão técnica durante a competição.

Etiene Medeiros nada em três provas: 50m livre, 50m costas e 100m costas – ela tinha índice para os 100m borboleta, mas priorizou as demais porque as provas são na mesma etapa. Jessica Cavalheiro está confirmada nos 400m livre e 200m livre. Já Daynara de Paula cai nas piscinas para os 50m e os 100m borboleta.

Para o técnico Vanzella, as três atletas disputam as provas que queriam e as expectativas são positivas.

“São três atletas do Sesi-SP, com muitas provas e oportunidades para primeiramente chegar numa semifinal, entre as 16 melhores; depois na final e aí disputar uma medalha, o que seria inédito na natação feminina brasileira. Nunca uma menina brasileira ganhou uma medalha num Mundial”, observa o treinador do Sesi-SP e da seleção brasileira.

O Mundial sempre foi uma das prioridades da equipe em 2014, mas sem se despreocupar com outras competições. Nesta temporada, torneios internacionais importantes antecederam as disputas “caseiras”, ajudando as atletas a melhorar o desempenho e a brilhar nas piscinas brasileiras. Em dezembro não será diferente. Logo após Doha, a equipe disputa o Open no Rio de Janeiro, valendo índices para o Pan-Americano de 2015, no Canadá, e o Mundial de Kazan.

“Observando o ano, a gente sempre teve uma competição internacional antes da nacional. Fomos competir em Estocolmo e depois fizemos um ótimo Maria Lenk. Depois tivemos o Pan Pacific e voltamos para o José Finkel, onde elas nadaram bem, de novo. A ideia agora é ir bem em Doha para depois nadar o Open, que é seletiva para competições importantes em 2015”, observou Vanzella, que disse ter mudado um pouco a forma de lidar com as atletas após a etapa da Copa do Mundo no Japão. Elas ganharam mais autonomia.

“Uma coisa que peguei muito no pé depois de Tóquio foi trabalhar mais o autocontrole e a autonomia de trabalho. Que elas dependam menos do treinador e saibam melhor o que fazer para melhorar. Observamos nas nadadoras lá fora e vimos essa necessidade. Elas precisam ter esse domínio de saber o que está acontecendo, para que cheguem em Doha mais confiantes e preparadas.”

O Campeonato Mundial de Doha tem transmissão confirmada pelo canal Sportv.

Sesi-SP treina em Saalsporthalle e se prepara para a estreia no Mundial de Clubes

Lucas Dantas, Agência Indusnet Fiesp, de Zurique (Suiça)

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O ginásio onde serão disputadas as partidas do Mundial. Foto: FIVB

Com a estrela de campeão sul-americano estampada no novo uniforme, a equipe de vôlei feminino do Sesi-SP estreia nesta quarta-feira (07/05) no Mundial de Clubes em Zurique, na Suíça, contra o Volero Zurich. A partida, válida pelo Grupo A, tem início programado para as 20h locais (15h de Brasília). No Grupo B, o Molico/Osasco, convidado pela Federação Internacional de Vôlei (FIVB), faz a preliminar contra o Hisamitsu Springs, campeão asiático.

Na véspera do primeiro jogo, o time da Vila Leopoldina treinou nesta terça-feira (06/05) pela primeira vez na Arena Saalsporthalle, ginásio onde ocorrerão as partidas. O local foi elogiado pelas jogadoras, que reclamaram apenas de uma luz lateral que incide diretamente nos seus rostos, atrapalhando a recepção.

“É um ginásio muito bom, bem bonito. Essa luz na cara atrapalhou um pouco, mas tem que ver como será no dia do jogo, já que nem todas estavam acesas no treino. É questão de costume, mas todos os times vão jogar com essa luz. Então, isso não será desculpa”, afirmou a ponteira Pri Daroit, para quem a ansiedade já está bem maior com a proximidade da estreia.

“Sempre dá aquele friozinho na barriga. Agora que está chegando perto do campeonato e estamos a um dia do jogo, a expectativa é a melhor possível e a vontade aumenta. Estamos num ótimo clima para a disputa e vamos com tudo atrás do título.”

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Equipe feminina do Sesi-SP treina na Arena Saalsporthalle Foto: Lucas Dantas/Fiesp


A líbero Suelen, que treinou praticamente o tempo inteiro com a incômoda luz no rosto, também aprovou o ginásio e não vê a hora de começar o campeonato. “Gostei muito daqui. Essa iluminação, bom, a luz estava na minha cara, mas, mesmo assim, foi muito bom treinar aqui. Estamos há alguns dias na Suíça só treinando e treinando, mas agora vai começar e já estamos bem mais ansiosas.”

Antes do treino, o técnico Talmo de Oliveira participou de uma entrevista coletiva com os demais treinadores e disse o que espera da competição, que reúne estilos de jogo bem distintos. “São escolas muito diferentes. Acredito que o potencial maior de ataque vai fazer uma grande diferença nesse campeonato. E o time que tiver o melhor equilíbrio na virada de bola, no side out, e no sistema defensivo, pode levar uma grande vantagem. Vamos pegar times com sistemas ofensivos muito fortes e também com sistemas defensivos muito fortes”, disse o treinador, que explicou a importância para o Sesi-SP de disputar o Mundial.

“Isso nos dá um grande suporte para a continuidade do projeto. O fato de que, com apenas três anos de trabalho, estamos disputando nosso primeiro campeonato mundial é muito importante para seguirmos trabalhando e mostra que estamos no caminho certo.”

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O técnico do vôlei feminino do Sesi-SP, Talmo de Oliveira (segundo, da esquerda para a direita), durante a coletiva do Mundial de Clubes, na Suíça Foto: Lucas Dantas/Fiesp

Depois da estreia, o Sesi-SP enfrenta na sexta-feira (09/05), às 17h30 locais (12h30 no horário de Brasília), o campeão africano, o Algeria GSP, da Argélia. Ficando entre as duas equipes mais bem classificadas no grupo A, o Sesi-SP avança para as semifinais, programadas para o sábado (10/05). Os vencedores fazem a grande final no domingo (11/05).

Ana Marcela, nadadora do Sesi-SP, ganha mais uma medalha para o Brasil no Mundial de Barcelona

Agência Indusnet Fiesp

Mais um resultado histórico para a maratona aquática do Brasil no Mundial de Desportos Aquáticos de Barcelona, nesta terça-feira (23/07).  As atletas brasileiras Poliana Okimoto e Ana Marcela Cunha fizeram a segunda dobradinha no pódio, na prova dos 10km, conquistando as medalhas de ouro e prata, respectivamente.  A prova aconteceu no porto de Barcelona, Espanha. Angela Maurer, da Alemanha, completou o pódio.

No sábado (20/07), as nadadoras já haviam subido juntas ao pódio, na prova dos 5 km, em que Poliana ganhou a prata e Ana Marcela o bronze.

As maratonistas aquáticas do Brasil, Ana Marcela Cunha (à esquerda) e Poliana Okimoto. Foto: Divulgação/CBDA

As maratonistas aquáticas do Brasil, Ana Marcela Cunha (à esquerda) e Poliana Okimoto. Foto: Divulgação/CBDA

“Na prova dos 5km eu não sabia como ia ser e sai com o bronze. Hoje confiei muito mais em mim. Quando passou dos 7,5, vi que viramos junto… Nem tem o que falar, hoje o Brasil está na ponta”, afirmou a nadadora do Serviço Social da Indústria de São Paulo (Sesi-SP), Ana Marcela, em entrevista ao portal UOL.

Ana Marcela disputa ainda a prova dos 25km neste sábado (27/07). A competição mais longa da maratona aquática é a especialidade da atleta. No Mundial de Xangai, no ano passado, ela ganhou a medalha de ouro nos 25 km.

Atleta do Sesi-SP ganha medalha de ouro no Mundial Paralímpico de Lyon

Agência Indusnet Fiesp

Representando o Brasil no Mundial Paralímpico de Atletismo, a atleta do Sesi-SP Verônica Hipolito conquistou a medalha de ouro na prova dos 200m T38 (categoria para pessoas com deficiência neuromotora), nesta segunda-feira (22/07), na cidade de Lyon, na França. Com o tempo de 27s49, novo recorde da competição, ela superou as favoritas na prova: a britânica Sophie Hahn (27s73) e a russa Margarita Goncharova (27s76), que ficaram com a prata e bronze.

Com apenas 17 anos, foi a estreia de Verônica em campeonatos mundiais. Ela ainda disputa mais duas provas: 100m, com eliminatórias na terça-feira (23/07) e final na próxima quarta (24/07) e salto em distância, na sexta-feira. (26/07).

As provas do Mundial Paralímpico estão sendo transmitidas ao vivo pela Internet: www.cpb.org.br.

FGV usa ‘observatório de câmbio’ para calcular desalinhamentos cambiais

Edgar Marcel, Agência Indusnet Fiesp

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Vera Thorstensen, professora e pesquisadora da EESP/FGV

Ao contrário de Suíça e Brasil, os Estados Unidos sempre passam a imagem de país com moeda estável, e isso não é verdade, segundo Vera Thorstensen, professora e pesquisadora da Escola de Economia de São Paulo da Fundação Getúlio Vargas (EESP/FGV).

Durante o semimário “Impactos do câmbio sobre o comércio internacional”, realizado na Federação das Indústrias do Estado de São Paulo (Fiesp), nesta terça-feira (24), Vera informou que a FGV acaba de lançar o Observatório da Taxa de Câmbio. A ferramenta tem como objetivo estimar uma taxa de câmbio de equilíbrio para diversos países, a partir de metodologias alternativas existentes na literatura, para avaliar a robustez dos resultados.

“Agora podemos mostrar o que o FMI [Fundo Monetário Internacional] esconde – e não apenas os dados dos países que permitem”, afirmou a pesquisadora da FGV, ao explicar que o sistema é extremamente sofisticado na verificação de moedas, valorizadas ou não.

“Esta é uma das metodologias. E o que queremos mostrar é que quem estava desvalorizado, valorizou, e vice-versa; o jogo do comércio varia conforme o passar do tempo”. De acordo com Vera, nesta avaliação, os Estados Unidos atualmente estão com o câmbio mais desvalorizado que o da China.

Durante sete anos em que o Brasil esteve com a moeda valorizada, segundo a professora, o país anulou completamente a defesa que tinha na área de tarifa e os direitos que negociou na Organização Mundial do Comércio (OMC). “Isso é o que foi feito nos últimos oito anos, quando valorizou sua tarifa”, apontou.

Os países com câmbio valorizado, como o Brasil, apontou a pesquisadora, reduzem ou mesmo anulam os direitos tarifários negociados na OMC. Já os países com câmbio desvalorizado (EUA, Índia, China) subsidiam exportações.

“Desalinhamentos cambiais significativos e persistentes afetam a eficiência dos instrumentos de política comercial negociados na OMC. Portanto, devem ser por ela regulados”, sublinhou Vera Thorstensen.