Título publicado pela Sesi-SP Editora vence prêmio da Fundação Nacional do Livro Infantil e Juvenil

Agência Indusnet Fiesp

O livro A flauta mágica e o livro da sabedoria, publicado pela Sesi-SP Editora, do Serviço Social da Indústria de São Paulo (Sesi-SP), venceu o Prêmio FNLIJ 2016, da Fundação Nacional do Livro Infantil e Juvenil (FNLIJ), na categoria Reconto. A cerimônia de entrega será no dia 8 de junho, durante a 18ª edição do Salão FNLIJ para crianças e jovens, no Rio de Janeiro.

O prêmio é promovido pela Fundação desde 1975 e concede a distinção máxima aos melhores livros infantojuvenis publicados no Brasil em diversas categorias.

Baseado na ópera A Flauta Mágica, de Mozart, o livro conta a história do jovem príncipe Tamino e de sua amada Pamina. Antes de viverem em paz a dois, eles passam por muitas provações e enfrentam os perigos de um “reino sombrio”. Pelo caminho, aprendem o valor transformador da amizade e as virtudes da honestidade, da temperança, da coragem e da fraternidade, até finalmente serem recebidos como iniciados no Templo da Sabedoria.

O livro oferece ainda um QRCode para o leitor ouvir a ópera de Mozart.

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Em Araraquara, João Carlos Martins rege a Bachiana e coral de alunos dos Novos Núcleos de Música do Sesi-SP

Alice Assunção, Agência Indusnet Fiesp

Ao menos 3.500 pessoas assistiram na noite deste sábado (14/12) a uma apresentação da orquestra Bachiana Sesi-SP, sob regência do maestro João Carlos Martins, interpretando peças de compositores como Beethoven, Mozart e Villa-Lobos no Ginásio Municipal de Esportes Castelo Branco, em Araraquara, a aproximadamente 277 quilômetros da capital.

O evento contou com a presença do presidente da Federação das Indústrias do Estado de São Paulo (Fiesp) e Serviço Social da Indústria (Sesi-SP), Paulo Skaf.

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Paulo Skaf e maestro João Carlos Martins. Foto: Tâmna Waqued/Fiesp


Também se apresentou, pela primeira vez, o coral de alunos dos Novos Núcleos de Música do Sesi-SP, projeto que deve formar ao menos 22 orquestras de cordas até o final de 2014. O projeto inova pelo método Alla Corda, desenvolvido pelo violinista e educador Ênio Antunes. É o primeiro método nacional de ensino de instrumentos de cordas.

Para o maestro João Carlos Martins, a apresentação deste sábado (14/12) foi apenas “uma degustação” do que esses alunos, com idade entre sete e 19 anos, devem aprender até o final do próximo ano.

“São crianças que vão passar a estudar instrumentos de corda. Até lá eles vão ter uma degustação através do que Deus deu para o ser humano: melodia, ritmo e voz”, afirmou o maestro. Ele explicou que as crianças e adolescentes devem aprender violino, violoncelo e contrabaixo.

Ao conversar com a reportagem, Paulo Skaf disse que apresentações como essas significam “democratizar a música clássica”. A formação de 22 orquestras de cordas, destacou o presidente, é apenas o início. “Nós queremos atingir 100 orquestras, assim como temos hoje filhotes da bachiana em 100 municípios”, afirmou.

Sob a coordenação do maestro João Carlos Martins, o projeto Novos Núcleos de Música do Sesi-SP selecionou 1.200 crianças e adolescentes de 10 escolas do Sesi-SP para aprender instrumentos de cordas e 2.798 alunos da Sesi-SP de ensino para participar das oficinas de vivência musical. Os alunos devem ser formados até o final de 2014, compondo 22 cameratas, orquestras de menor porte.

Os mais de 500 alunos do projeto que se apresentaram na noite deste sábado (14/12) são das cidades de Bauru, Botucatu, Diadema, Indaiatuba, Jacareí, Jaú, Limeira, São Caetano e São Carlos.

Sob regência de Ênio Antunes e acompanhados pela orquestra, eles interpretaram “Asa Branca”, de Luiz Gonzaga e Humberto Teixeira, “Se Essa Fosse Minha”, de Villa-Lobos, “Jubilosos Te Adoramos”, “Tema da 9ª Sinfonia de Beethoven”, “Jesus”, “Alegria dos Homens”, de Bach e “Noite Feliz”, com arranjo de Franz Gruber para coro e orquestra.

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Mais de 500 alunos participaram do coral de alunos dos Novos Núcleos de Música do Sesi-SP.

Estreia

Foi a primeira vez que Gustavo Fonseca, 16, e Katy Caroline da Silva, 18, tiveram a oportunidade de se apresentar para um público de milhares de pessoas. Eles são de Botucatu, município a 230 km da capital, e esperam um dia fazer parte de uma orquestra como a Bachiana do Sesi-SP.

“Quem sabe um dia a gente está lá tocando com ele”, disse Katy, referindo-se ao maestro João Carlos Martins.

Para Gustavo, ser regido pelo maestro representa muito. “Disseram que a gente iria conhecer o maestro, mas vê-lo regendo a gente, falando o que a gente deve fazer, é uma honra muito grande”, disse o rapaz, que sonha em aprender a tocar violino, decisão tomada assim que viu, pela primeira vez ao vivo, uma apresentação.

Já Katy escolheu o contrabaixo. “Meus pais perguntaram se eu ia conseguir tocar, mas eu gosto muito daquele som grave.”