Sesi-SP promove mobilização contra a dengue

Agência Indusnet Fiesp

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Diante do aumento de casos da doença no estado de São Paulo, o Serviço Social da Indústria de São Paulo (Sesi-SP) e a Federação das Indústrias do Estado de São Paulo (Fiesp) promovem, de 3 a 5 de junho, uma campanha de mobilização contra a dengue.

A mobilização visa conscientizar a população para a adoção de medidas simples que podem contribuir para a prevenção da dengue, auxiliando na disseminação de informações sobre o assunto. Essas informações e dicas estão reunidas em um folheto explicativo que será distribuído ao público e também estará disponível no site da Fiesp. Clique aqui, para acessá-lo.

A ação de maior visibilidade acontece em frente ao prédio da Fiesp, na Avenida Paulista, que recebe um inflável com formato e características do mosquito Aedes Aegypti. A instalação tem 18 metros de comprimento, oito de largura e seis de altura.

No mesmo local, o público pode conferir uma exposição de peças do mosquito “in vitro” e conferir vídeos educativos e participar de um quiz.

Também na Avenida Paulista, monitores vão prestar esclarecimentos sobre a doença e distribuir folhetos e adesivos com a mensagem “Sou Cidadão: minha casa não tem focos do mosquito da Dengue”. Na mobilização nas empresas, a mensagem muda: “Somos Cidadãos: nossa indústria não tem focos do mosquito da dengue”. Estes adesivos vão ser colados nas portas das casas e fábricas.

Outro público-alvo da campanha são alunos da rede de ensino do Sesi-SP e as crianças que participarem do evento. Eles vão receber uma cartilha da “Patrulha Contra a Dengue”, que mistura gibi, caça palavras, jogo dos 7 erros e “check list’ de inspeção.

A dengue

Doença infecciosa aguda transmitida pela picada do mosquito Aedes Aegypti, a dengue tem período de incubação de cinco a seis dias, em média.

As epidemias geralmente ocorrem no verão, durante ou imediatamente após períodos chuvosos. Há dois tipos de dengue: a clássica e a hemorrágica.

Geralmente, quando contaminada pela primeira vez, a pessoa contrai a dengue clássica. Em uma segunda contaminação, o risco é muito maior de contrair dengue hemorrágica, que é muito mais grave e pode levar à morte.