Fiesp realiza workshop sobre ferramentas digitais para geração de negócios

Patrícia Ribeiro, Agência Indusnet Fiesp

“Como podemos usar as mídias sociais para novos negócios?”, foi a provocação inicial da especialista em redes sociais e inovação Carla Falcão à plateia do workshop “Mídias Sociais, alternativas para potencializar seus negócios”. O encontro, realizado nesta terça-feira (15/3), foi promovido pelo Comitê de Jovens Empreendedores (CJE) da Federação das Indústrias do Estado de São Paulo (Fiesp).

Segundo Carla, as grandes melhorias nos negócios acontecem em momentos de crise como o que estamos vivendo no país. “Não basta querer vender um serviço. É preciso encontrar um nicho de mercado, testar públicos até chegar no alvo certo”, explicou.

Para a especialista, os empreendedores estão mais preocupados em vender o seu produto. “Diferentemente do que se apresenta muito nas redes, o mais importante é vender a solução, e não o serviço.” Ela propõe a produção de conteúdo com dicas de como o produto pode ajudar a resolver o problema do cliente. “E para isso, nem precisa ter uma grande verba. Basta pensar em uma campanha que realmente desperte o interesse em comprar”, enfatiza.

Carla disse que a liderança nas mídias sociais deve ser trabalhada no sentido de envolver o ser humano. Ela aconselha não estar a todo custo em todas as redes. “É fundamental estudar o universo do seu público alvo, para então ser inserido neste espaço.”

De acordo com Carla, estar nas redes sociais é uma forma de se sentir incluído, fazendo parte. “É hormonal, todo mundo quer de alguma forma que sua opinião gere compartilhamentos e discussões”, afirma. Ela sugere como ação vestir a camisa do cliente. “Quando fazemos isso, conseguimos vender mais. Estamos tão acostumados a nos programar para os novos negócios que esquecemos de como é estar no lugar do cliente”, lembra.

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Carla Falcão: “Diferentemente do que se apresenta muito nas redes, o mais importante é vender a solução, e não o serviço.” Foto: Helcio Nagamine/Fiesp


Retrospectiva 2012 – Ações para inspirar e incentivar o empreendedorismo

Agência Indusnet Fiesp

Com o objetivo de fomentar o desenvolvimento de novos profissionais de negócio, a Federação das Indústrias do Estado de São Paulo (Fiesp) promoveu mais uma edição de seu concurso de negócios e uma série de conferências lideradas por empresários, personalidades políticas e especialistas do Brasil e do mundo, que compartilharam com o público suas próprias experiências e bagagem profissional no quesito empreendedorismo.

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Thiago Cardoso, vencedor com a plataforma web Checkout, recebeu um cheque de R$ 7.000 das mãos do diretor do CJE/Fiesp, Sylvio Gomide

Em junho, o Comitê de Jovens Empreendedores (CJE) realizou o evento com os 10 finalistas do II Concurso de Negócios CJE & Anjos do Brasil.

O projeto vencedor, selecionado entre mais de 900 inscritos, é a plataforma web Checkout, apresentada pelo jovem Thiago Cardoso. De acordo com Bruno Ghizoni, do CJE, a edição foi um grande sucesso. A iniciativa contou com a parceria dos Anjos do Brasil.


Comitê de Jovens Empreendedores

Em 2012, as reuniões do comitê contaram com a presença de convidados como o vice-presidente da República, Michel Temer, que destacou medidas do governo federal para combater a miséria e a desindustrialização.

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Gordon Clark da Universidade de Oxford participa de encontro na Fiesp. Foto: Egberto Alves

Dentre os convidados internacionais, estavam os professores da Universidade de Oxford, da Inglaterra, Andrew Hamilton e Gordon Clark, que apresentaram um panorama da instituição e uma aula magna sobre o Mundo dos negócios e o meio ambiente na economia global, durante o Ciclo Grandes Universidades.

O arquiteto e urbanista, ex-prefeito de Curitiba e ex-governador do Paraná, Jaime Lerner, também foi um dos convidados. Ele explicou como projetos urbanísticos simples, focados em criatividade, sustentabilidade, baixo custo e agilidade de implantação, podem ajudar a resolver problemas complexos e históricos de uma cidade.

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Antonio Bonchristiano, co-presidente e co-CEO da GP Investiments. Foto: Divulgação.

O CJE recebeu ainda o CEO e fundador da Localiza, Salim Mattar; o engenheiro agrônomo e membro do Conselho Superior do Agronegócio (Cosag) da Fiesp, Roberto Rodrigues; o atual sócio da BRZ Investimentos, Ricardo Propheta; o engenheiro elétrico da Poit Engenharia, Wilson Poit; o secretário de Segurança Pública do Estado de São Paulo, Antonio Ferreira Pinto; o Fundador do Sumarino.com e presidente da GP Investiments, Antonio Bonchristiano; e o cofundador da Soap, consultoria especializada em apresentações estratégicas, Rogerio Chequer.

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Sylvio Gomide, durante o Pocket Empreendedor. Foto: Everton Amaro

Outros três eventos ofereceram novas visões aos jovens empresários: o seminário “Mídias Sociais, Colaboração e Empreendedorismo”, que fez parte da Social Media Week, o Pocket Empreendedor 2012 – Inovações por minuto; e o TEDa-Like, conferência com cinco convidados: o escritor Augusto de Franco, o empresário Lito Rodriguez (DryWash), o executivo Carlos Gustavo Filgueiras (Hotel Emiliano), o técnico do Sesi-SP, Giovane Gávio, e a fundadora da Casa do Zezinho, Tia Dag.

O seminário sobre mídias sociais contou com a participação da gerente de contas do Facebook, Maggie Louise Sander, da representante do Mutopo, Marina Miranda, e do advogado e conselheiro da Associação de Marketing Promocional (Ampro), Paulo Mertz Focaccia.

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Pocket Empreendedor trouxe CEOs de grandes empresas. Foto: Everton Amaro

Já o Pocket teve palestras do CEO do LinkedIn Brasil, Osvaldo Barbosa de Oliveira, do CEO da Boehringer Ingelheim Brasil, Martin Nelzow, do co-fundador e CEO da Netshoes, Márcio Kumrium, e do fundador do site Veduca, Carlos Souza.

Empresas que não se atualizam na era digital correm risco de desaparecer, alerta docente da ESPM

Flávia Dias, Agência Indusnet Fiesp

Com o crescimento da internet, as empresas brasileiras precisam investir os seus esforços na criação de estratégias de comunicação digital para atrair novos clientes. Pelo menos está é a opinião do professor e coordenador do curso de Comunicação e Marketing Digital da Escola Superior de Propaganda e Marketing (ESPM), Marcelo Pimenta.

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Marcelo Pimenta, da ESPM

“Há uns anos atrás o investimento em marketing digital não era uma preocupação das empresas. Hoje, as empresas precisam pensar em como colocar as suas marcas na internet”, disse Pimenta, emendando com um alerta: “A empresa que não aderir a esta nova onda [digital] corre o risco de desaparecer”.

Durante a sua apresentação, Pimenta alertou os pequenos empreendedores sobre os benefícios de inserir a sua marca na rede virtual. Segundo o especialista, a estratégia permite uma interação maior entre a empresa e o cliente, que estimulam a troca de informações valiosas para o crescimento do negócio.

O docente da ESPM foi um dos convidados do painel “Micro e Pequena Empresa no Comércio Eletrônico e nas Mídias Sociais”, agenda da tarde desta quarta-feira (10/10) no VII Congresso da Micro e Pequena Indústria Fiesp, realizado no Hotel Renaissance, em São Paulo.

O painel foi moderado pelo diretor do Departamento da Micro, Pequena e Média Indústria (Dempi), Augusto Boccia, e contou com a participação do gerente de negócios da Google Brasil, Paulo Cabral; do diretor executivo sênior de Produtos da Visa do Brasil, Percival Jatobá; do diretor de Pequenas e Médias Empresas no Facebook, Partick Hruby; e do diretor da Digipronto, Cristiano Miano.

Google e Facebook: marketing digital

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Paulo Cabral, da Google Brasil

O gerente de negócios da Google Brasil, Paulo Cabral, apresentou aos participantes ferramentas de baixo custo disponíveis na internet: o SEO (Search Engine Optimization) e o SEM (Search Engine Marketing), que possibilitam uma visualização privilegiada ne sites no sistema de busca do Google.

“Quanto mais pessoas estiverem conectadas, a gente vai ter um comércio eletrônico muito mais ativo, ainda mais nas grandes cidades onde você não tem muito tempo de comprar. Cada vez mais a gente vai usar o meio eletrônico como forma de comércio”, avaliou.

O diretor de Pequenas e Médias Empresas do Facebook Brasil, Patrick Hruby, lembrou aos participantes que 60 milhões de brasileiros estão conectados ao Facebook. Segundo ele, a página de relacionamento permite que as empresas conheçam melhor os clientes e conquistem novos consumidores. “Estejam onde os seus consumidores estão. Participem deste diálogo e vocês vão ver os resultados”, afirmou.

Entre as alternativas apresentadas por Hruby está a criação de páginas, mais conhecidas como fanpages. Os empresários que desejam conhecer um pouco mais sobre a ferramenta devem acessar o Facebook Empresa.

Segurança em operações com cartões

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Patrick Hruby, do Facebook

O diretor executivo sênior de produtos da Visa Brasil, Percival Jatobá, acredita que a internet é uma forma segura e cômoda do consumidor realizar as suas compras. Para isso, Jatobá aconselha que as empresas desenvolvam páginas com sistema acessível que facilite a navegação do cliente no processo de escolha e compra de produtos.

“Segurança, conveniência e educação é um tripé fundamental para que qualquer iniciativa digital possa ter sucesso. Se um deles falhar provavelmente você demorará muito mais tempo para alcançar o seu objetivo”, avaliou.

Opinião compartilhada por Cristiano Miano, diretor da Digiponto que há anos realiza compras na internet. “Compro na internet há 14 anos, sempre com o mesmo cartão. E a única vez que clonaram meu cartão foi no caixa eletrônico. A internet é uma ferramenta segura”, afirmou.

Além disso, o diretor da Digiponto acredita que a internet pode ser uma excelente ferramenta de comunicação entre a empresa e o consumidor: “Hoje o consumidor quer ser ouvido. E com a internet as empresas têm a oportunidade de ouvir ideias dos clientes que gostam da sua marca e, quem sabe, criar novos produtos”, disse.

Crowdsourcing promove mudança cultural ao usar formas colaborativas no ambiente de negócios

Solange Sólon Borges, Agência Indusnet Fiesp

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Marina Miranda, do Mutopo, durante o Social Media Week

As novas relações estabelecidas sob o patrocínio das tecnologias provocou mudanças profundas no mercado, abrindo a possibilidade de rearranjos que possibilitem um ambiente colaborativo. Ou seja, um modelo de produção co-criativo a partir da inteligência e conhecimentos coletivos e voluntários a fim de resolver problemas, gerar conteúdo, propor soluções ou desenvolver tecnologias.

Este é um dos princípios do conceito de crowdsourcing, tema abordado por Marina Miranda, do Mutopo, ao participar do evento de Mídias sociais, colaboração e empreendedorismo, promovido pelo Comitê de Jovens Empreendedores da Federação das Indústrias do Estado de São Paulo (Fiesp), nesta sexta-feira (28/09)., na sede da entidade.

A construção de uma rede colaborativa desse porte foi possível em função das mídias sociais, que mantêm as pessoas conectadas durante um bom tempo diante da otimização do tempo livre, em um sistema de compensação que pode envolver premiação. A opinião de Miranda foi ilustrada por inúmeros cases, como as iniciativas de sucesso da Wikipédia, Skype, Google, Amazon e Linux, por exemplo.

Ao tratar da iniciativa da Lego, Marina frisou que se disponibiliza uma plataforma na qual as pessoas expõem suas ideias e, ao se atingir 10 mil seguidores, a empresa fica atenta à viabilidade do projeto. Quem contribuiu garante participação quando o produto estiver pronto. “O importante é pensar como se traz este pensamento para dentro da empresa a fim de criar valor”, afirmou. Hoje, a Lego tem um grupo composto de 30 pessoas que se dedica a essa conversa de dentro para fora da empresa, conforme explicou.

Ela citou ainda outros cases, incluindo Procter & Gamble e Giffgaff. A P&G utiliza 50% de suas verbas de inovação em plataformas de crowdsourcing a fim de evitar falhas no processo e como vetor de pesquisa, ao entender que não dá para ter todo mundo, todo público dentro da empresa.

A Giffgaff, com apenas 25 funcionários, vende chips com opção para o cliente obter crédito ao realizar trabalho para a empresa em fóruns ou através de aplicativos. Se trouxer amigos, ele ganha mais crédito.

Trata-se, portanto, de uma mudança cultural em termos de negócio. Um bom exemplo é o quirky process – processo aberto a ideias que podem resultar em um protótipo, no desenvolvimento do produto sugerido que a comunidade quer comprar. Os próprios integrantes se encarregam de divulgar o produto e, assim, podem acumular pontos. Para Marina, o consumidor, antes passivo, hoje tem novo perfil e quer ser participativo.

Entre outras iniciativas empreendedoras que se utilizam do crowdsourcing, Queremos (especialista em realização de shows), Starbucks e a Tecnisa, que não se contenta mais em mostrar apartamentos para seu público, mas sim envolvê-los em desafios.

Para Marina, do Mutopo, o Linkedin é um exemplo dessa transformação por abrigar 101 milhões de pessoas. Muitas delas garimpam microtrabalhos paralelamente a um trabalho formal, que traga reputação, desafio, experiência e retorno financeiro. Para ela, se pensa mais no que se pode contratar neste ambiente e nem tanto em se obter um cargo.

Gerente de contas do Facebook fala sobre empreendedorismo nas mídias sociais

Talita Camargo, Agência Indusnet Fiesp

CJE SMW12 - midias sociais. Maggie Louise Sander. Foto: Julia Moraes

Maggie Louise Sander, gerente de contas do Facebook

Jovens estudantes, empreendedores e geeks (apaixonados por tecnologia) animados para um grande debate sobre mídias sociais e como transformá-las em empreendedorismo.

Foi esse o clima amistoso da tarde desta sexta-feira (28/09), na sede da Federação das Indústrias do Estado de São Paulo (Fiesp), no evento “Mídias sociais, colaboração e empreendedorismo”, promovido pelo Comitê de Jovens Empreendedores (CJE) da entidade, e que faz parte do SMW/Shared – atividade do evento oficial “Social Media Week”, que acontece desde o dia 24 até hoje (28/09) no Museu da Imagem e do Som (MIS), na capital paulista.

Na Fiesp, o painel de abertura “Cases de empresas que usaram o Facebook para empreender”, contou com a participação da gerente de contas do Facebook, Maggie Louise Sander. Ela explicou como essa plataforma mudou a maneira de compartilhar informações no mundo e como os negócios são melhores em um mundo conectado. “A vida dentro do Facebook é reflexo da vida real”, afirmou, ao ressaltar que essa plataforma é uma oportunidade para empresas de todos os portes, inclusive as pequenas, que podem compartilhar informações com milhares de usuários.

Desafio para as marcas

“O Facebook é feito de pessoas reais que fazem coisas reais e, por isso, é um desafio para as marcas”, enfatizou ao lembrar que a plataforma serve também como um novo SAC, e é sempre importante ouvir as reclamações e opiniões dos consumidores. “Temos que lembrar este poder que temos nas mãos”, afirmou.


“Compartilhamos [na timeline] momentos íntimos para mostrar quem realmente somos”, acrescentou Maggie Louise. Segundo ela, essa é a grande oportunidade para a marca, pois pode unir-se à força que já existe, uma vez que o Facebook possui, atualmente, 1 bilhão de usuários ao redor do mundo. Além disso, sublinhou a gerente de contas, permite a vantagem de entender e dialogar diretamente com o consumidor e filtrar o público-alvo.

“Antes, a informação era solitária. Mas a web social permite que a internet seja construída ao redor de pessoas”, afirmou, lembrando que essa mudança de comportamento social gerou um grau de exigência maior dos usuários e consumidores, que não se satisfazem mais com qualquer tipo de informação: “As pessoas esperam que as marcas entreguem conteúdos tão relevantes para elas, como seus amigos o fazem em suas timelines”.

Na visão da gerente de contas, esse é o momento de os negócios mostrarem suas caras: “Qualquer marca pode ter espaço no Facebook para compartilhar suas ideias”. Maggie Louise ressaltou, ainda, que a ferramenta permite usar de informações pessoais dos curtidores para construir informações focadas em públicos-alvo fortalecidos. “O Facebook pode dar legitimidade e confiança à marca, além de facilitar a vida do usuário”, concluiu.

Jovens Empreendedores trazem discussão sobre mídias sociais e empreendedorismo para a Fiesp

Agência Indusnet Fiesp

Com a participação de palestrantes nacionais e estrangeiros, o Comitê de Jovens Empreendedores (CJE) da Federação das Indústrias do Estado de São Paulo (Fiesp) promove, nesta sexta-feira (28/09), das 13h às 18h, o evento “Mídias Sociais, Colaboração e Empreendedorismo”.

Serão debatidos temas como Crowdsourcing, Direito Aplicado a Promoções e Concursos Culturais nas Mídias Sociais e Startup: Guia para Empreendedores e Investidores.

Haverá também discussões sobre Cases de Empresas que Usaram o Facebook para Empreender; Usando o E-commerce para Empreender e Sua Relação com as Mídias Sociais e Um Novo Conceito de Educação a Partir das Mídias Sociais. O evento acontece na sede da Fiesp (Av. Paulista 1313).

Veja aqui a programação.