Taxa de mortalidade das micro e pequenas empresas é menor em São Paulo na comparação com Brasil

Alice Assunção, Agência Indusnet Fiesp

Bruno Caetano, superintendente do Sebrae-SP durante coletiva de anúncio da pesquisa sobre faturamento de micro e pequenas empresas. Foto: Everton Amaro

Bruno Caetano, do Sebrae-SP, apresentando números de faturamento. Foto: Everton Amaro

De cada 100 empresas abertas em São Paulo, 77 rompem a barreira dos dois anos, o equivalente a uma taxa de mortalidade de 23% no estado. A informação foi divulgada nesta quarta-feira (10/10) por Bruno Caetano, superintendente do Serviço Brasileiro de Apoio às Micro e Pequenas Empresas (Sebrae-SP), durante o VII Congresso da Micro e Pequena Indústria.

O dado é resultado de uma apuração do Sebrae-SP sobre as movimentações de todas as empresas de pequeno porte registradas na Receita Federal. “Então não há margem de erro”, afirmou Caetano.

A taxa de sobrevivência das empresas micro e pequenas paulistas é superior ao patamar nacional. De 100 empresas abertas no Brasil, 73 completam dois anos de vida, ou seja, 27% fecham antes deste período.

“O que a gente observa também é que as taxas de sobrevivência do setor industrial são superiores àquelas observadas no comércio e no serviço”, disse o especialista do Sebrae-SP. De cada 100 empresas de micro e pequeno porte, no entanto, apenas 11 são do setor industrial.