Skaf participa com Temer de reunião plenária da Associação Comercial de São Paulo

Agência Indusnet Fiesp

O presidente da Fiesp e do Ciesp, Paulo Skaf, participou nesta terça-feira (13 de março), junto com o presidente da República, Michel Temer, da primeira reunião plenária de 2018 da Associação Comercial de São Paulo.

Em seu discurso, Skaf agradeceu a Temer pela implantação de reformas importantes, como o teto de crescimento de gastos e a modernização trabalhista e disse que tem como preocupações a reforma da Previdência e a tributária. “O senhor provou que sabe fazer reformas. Outros falaram durante 20, 30 anos, em reformas, e o senhor mostrou como se faz.”

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Skaf em reunião plenária da Associação Comercial de São Paulo. Foto: Helcio Nagamine/Fiesp

Fiesp e centrais sindicais sugerem ao governo medidas urgentes para a geração de empregos

Roseli Lopes, Agência Indusnet Fiesp

Com o pedido de “Emprego para 13 milhões de brasileiros” feito nesta terça-feira (12 de setembro) na forma de anúncio publicado nos principais jornais do país, a Fiesp, cinco centrais sindicais, entidades que representam 2 milhões de empresas, além de representantes de vários setores produtivos, entregaram, pela manhã, ao presidente Michel Temer, em Brasília, documento com propostas de medidas emergenciais visando à retomada da economia e à geração de empregos.

“O que nos une aqui hoje é o emprego, a necessidade de resolver o problema dos 13 milhões de desempregados, porque não há nada pior para um país do que o desemprego”, disse o presidente da Fiesp e do Ciesp, Paulo Skaf, na abertura da reunião com o presidente Temer e vários de seus ministros. Segundo Skaf, o objetivo não é discutir soluções para todos os problemas por que o país passa, mas, sim, elencar alguns pontos que podem ajudar a economia a se recuperar de forma mais rápida.  É uma pauta de curto prazo, definiu Skaf. Emergencial.

Skaf  lembrou que muitas das sugestões levadas até o presidente Temer são pontos comentados sempre, mas nem por isso não importantes, pois precisam ser resolvidos, ressaltando que a solução para muitos deles está na simplicidade. Destacou a questão do crédito. “O BNDES recebe todo ano R$ 80 bilhões de repasse, e esse dinheiro não está sendo aplicado num momento em que precisamos de recursos. O banco deveria aplicar o máximo, mas tem essa dificuldade. O BNDES é um banco de atacado, e se não houver boa vontade dos agentes financeiros fica tudo engessado, quando as empresas, principalmente as médias, precisam de crédito nesse momento”, disse.

O presidente da Fiesp também citou o parcelamento dos débitos fiscais, lembrando as centenas de empresas endividadas no rastro da crise econômica do país. Uma empresa estar endividada não é coisa do outro mundo, disse, emendando que para sobreviver no entanto ela precisa de Refis. Skaf criticou o fato de o governo apresentar uma proposta para resolver o problema das empresas nessa situação e o relator, outra. “Queremos o meio-termo”, disse, salientando que na proposta do governo a empresa teria de arcar com encargos de 15% de honorários de sucumbência. “Alguém acha correto pagar 15%?, questionou o presidente da Fiesp.

A retomada das obras públicas inacabadas também foi incluída nas propostas entregues ao governo. Skaf falou dos milhares de obras paradas, verdadeiros esqueletos da construção civil, que, enquanto se deterioram, tiram a oportunidade de emprego de brasileiros. “Bastava tocar as obras que já existem”, disse, reforçando que muitas não dependem só do governo federal, mas destacando que o apoio do governo é fundamental para que sejam destravadas. “Hoje, aqui, não há divergência, há, sim, total convergência, nossa pauta é de convergência em prol dos milhões de pessoas que querem trabalhar, que precisam trabalhar e portanto buscamos a união da indústria, das centrais sindicais ”, destacou  Skaf.

Paulinho da Força Sindical lembrou que a pauta de sugestões é resultado de discussões com o setor patronal para que se tenha uma pauta única, de forma a tirar o país da atual situação. “O Brasil vem encontrando seu caminho, mas é preciso mais”, disse. “Passamos pela maior crise econômica, uma crise sem precedentes, em especial nos últimos dois anos, que deixou milhares desempregados, lojas fechadas e empresas quebradas”, completou. Assim como o presidente da Fiesp, Paulinho citou o problema do crédito.

“Lá atrás havia mais facilidade de se tomar crédito, as pessoas compravam a prazo, trocavam seus carros, e é preciso retomar isso.” Não esqueceu dos juros, dizendo que o governo precisa reduzir mais as taxas. Chamou o ministro da Fazenda, Henrique Meirelles, presente ao encontro com Temer, a intervir no que considera juros absurdos cobrados nos cartões de crédito e no cheque especial, falando que é preciso “enquadrar o sistema financeiro”. Também pediu que o governo reveja o Reintegra, o regime que devolve valores tributários às empresas exportadoras, e o programa para a modernização de frotas para dinamizar o setor automotivo.

O ex-ministro da Agricultura e professor da FGV Roberto Rodrigues, membro do Conselho Superior do Agronegócio da Fiesp, lembrou o excelente resultado do agronegócio, com safras recordes e exportações em alta, ressaltando no entanto que tudo isso é possível graças às indústrias e setores do mundo urbano, onde são produzidas máquinas e equipamentos do agronegócio, assim como onde estão as empresas que compram a produção, ratificando com isso a importância das sugestões levadas ao governo para a retomada da economia e geração de empregos. E pediu que o governo “não mate a galinha dos ovos de ouro” com tributos excessivos.

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Skaf discursa em reunião de entidades representantes de empresas e centrais sindicais com o presidente Michel Temer. Foto: Ayrton Vignola/Fiesp


Ratificaram o pedido de mais emprego, crédito mais barato e retomada das obras paradas na construção civil os presidentes da Nova Central, José Calixto, da Central dos Trabalhadores do Brasil, Adilson Araújo, da União Geral dos Trabalhadores, Ricardo Patah, e da Central Nacional dos Sindicatos Brasileiros, Antônio Neto, ao lado do presidente da Associação Brasileira da Indústria Têxtil,  Fernando Pimentel, e de Francisco Balestrin, presidente  do Conselho de Administração da Associação Nacional de Hospitais Privado. “Este é um momento histórico, e a indústria está preparada para a retomada do crescimento, mas precisamos de uma agenda de desburocratização”, ressaltou Fernando Pimentel, da Abit.

Adilson Araújo, da Central dos Trabalhadores do Brasil, lembrou, por meio da matemática, o impacto do desemprego. “Hoje, são cerca de 14 milhões de desempregados, e se considerarmos que cada um desses que estão fora do mercado formal tem sob sua responsabilidade mais três pessoas teremos 53 milhões de brasileiros que não recebem nenhum salário”, disse.

Após receber o documento do grupo, o presidente Michel Temer falou da ideia de criar uma comissão para analisar as propostas apresentadas, sugerindo a possibilidade de o presidente da Câmara, Rodrigo Maia, e o do Senado, Eunicio Oliveira, indicarem, cada um, um interlocutor para avaliar as propostas em conjunto com o setor industrial e as centrais sindicais.

Ao final, durante entrevista coletiva, o presidente da Fiesp e do Ciesp fez questão de ressaltar que a agenda apresentada ali hoje é econômica, com o objetivo de tratar o problema do desemprego. “Queremos que o governo tome providências urgentes, queremos dar oportunidade de emprego a todos os brasileiros, dar oportunidade do empreendedorismo, não apenas para os que estão fora do mercado, mas aos milhares de jovens que entram no mercado de trabalho todos os anos”, disse Skaf.

Fiesp assina com entidades que representam 30 milhões de trabalhadores manifesto pela criação de empregos

Agência Indusnet Fiesp

PRECISA-SE:

EMPREGO PARA 13 MILHÕES DE BRASILEIROS

Esse é o destaque do anúncio publicado nesta terça-feira (12 de setembro) nos principais jornais do Brasil, assinado por Fiesp, CSB, CTB, Força Sindical, NSCT, UGT e centenas de entidades “que representam mais de 30 milhões de trabalhadores e 2 milhões de empresas, que pagam bilhões de reais em impostos todos os anos e exportam bilhões de dólares”. Elas se uniram para discutir e elaborar medidas emergenciais para a retomada do emprego.

Em reunião marcada para 11h desta terça-feira, as sugestões serão apresentadas ao presidente da República, Michel Temer.

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“Juros têm que cair”, afirma Skaf na abertura do 12º ConstruBusiness

Graciliano Toni, Agência Indusnet Fiesp

O presidente da Fiesp e do Ciesp, Paulo Skaf, disse nesta segunda-feira (5/12) na sessão de abertura do 12º Congresso Brasileiro da Construção (ConstruBusiness) que a queda dos juros tem que ser uma batalha de todos. “Os juros têm que cair”, defendeu. “Temos a questão das reformas no médio prazo, mas temos uma questão de curtíssimo prazo, os juros”, afirmou Skaf, ressaltando que isso vale para os juros básicos, que consomem recursos públicos, e também para o crédito ao consumidor.

“Estamos num momento especial. Precisamos recuperar imediatamente o consumo”, avaliou, para não perder a ocasião. “É hora de cada um fazer sua obrigação, para que o país retorne ao trabalho.”

Só que com juros altos não há como ter consumo. “Ao lado das reformas em discussão no Congresso é necessário que os juros baixem”, disse o presidente da Fiesp e do Ciesp. Com a inflação sinalizando 5% para 2017, a Selic no patamar em que está é um erro, segundo Skaf. Controlar a inflação é importante, afirmou, mas ela está em queda.

“O que o Brasil mais precisa no momento é retomar o crescimento”, disse Skaf, para resolver o principal problema do país – o desemprego, que atinge 13 milhões de pessoas. Num ano, 100.000 lojas e 10.000 fábricas fecharam, lembrou Skaf. A arrecadação dos Estados e municípios, destacou, também se resolve com o investimento. A participação da construção no PIB brasileiro é muito grande, ressaltou Skaf. “Não há crescimento sem esse setor.”

Skaf destacou que o governo se convenceu da impossibilidade de elevar os impostos. Para o ajuste fiscal, disse, a PEC do Teto (PEC 55, em discussão no Senado) é fundamental, “para que o governo tenha limite para seus gastos”. A reforma da Previdência é vital, em sua avaliação, e o Brasil não pode em 2016 ter leis trabalhistas da década de 1950. Uma reforma trabalhista precisa dar mais segurança jurídica, defendeu Skaf, que citou também a necessidade de uma reforma tributária.

O presidente da República, Michel Temer, participou por telefone da abertura do ConstruBusiness. Disse que gostaria de estar presente para falar sobre ações do governo em relação ao setor da construção. A infraestrutura, afirmou Temer, é área em que o governo procura avançar bastante, como no caso do Minha Casa Minha Vida. O presidente destacou também que a Caixa ampliou o financiamento para a classe média, para incentivar a construção civil.

A capacidade de geração de empregos graças à construção é grande, disse Temer. Abre-se campo muito fértil para o emprego e se incentivam os empreendedores da construção civil com iniciativas assim, afirmou. Destacou também o Cartão Reforma, que movimenta o setor de produção de materiais de construção, com linha de R$ 500 milhões para a população de baixa renda. “Tenho a mais absoluta convicção de que devemos melhorar a infraestrutura do país”, afirmou.

Temer destacou o teto dos gastos públicos e revelou que lançaria no mesmo dia para os líderes do Senado e da Câmara a reforma da Previdência, para em seguida encaminhar a proposta ao Congresso.

>> Ouça boletim sobre o ConstruBusiness

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Paulo Skaf durante a abertura do 12º ConstruBusiness, na sede da Fiesp. Foto: Ayrton Vignola/Fiesp


O ajuste

O ministro Henrique Meirelles (Fazenda) disse na abertura do congresso, que teve como tema “Investir com Responsabilidade”, que o evento é muito importante neste momento da economia brasileira.  Afirmou que ouviu com muita atenção as sugestões que ouviu. O governo, disse o ministro, deve cortar gastos correntes para ter crescimento da dívida pública que não pressione os juros nem crie incerteza quanto ao futuro. E não foque em cortes de curto prazo. É muito importante, declarou, que o Estado brasileiro preserve sua capacidade de investir.

O Brasil, de acordo com Meirelles, atravessa sua maior crise desde que o PIB começou a ser medido, no início do século 20. O indicador teve queda séria, com dois anos completos de crise, afetando o endividamento das companhias e dificultando o acesso ao crédito. A crise também atinge as famílias, lembrou. Sair dela vai ser mais demorado, mas o país saiu da UTI, afirmou o ministro. Está ainda num processo de recessão, para estabilização e retomada do crescimento. “Mas vamos sair desta crise.”

É natural que haja ansiedade quando está próxima uma mudança, avaliou Meirelles, destacando que a PEC do Teto está andando rapidamente, tendo em vista que é uma mudança constitucional. Se tivesse sido aprovada em 2006, a despesa primária estaria em pouco acima de 10%, contra 19,6%, explicou.

A PEC do Teto e a reforma da Previdência, segundo Meirelles, criarão base sólida que permitirá as outras reformas que aumentarão a produtividade e atrairão novamente os investimentos. “É fundamental que preservemos a capacidade do país de crescer no longo prazo”, afirmou. E é preciso também, afirmou, dar à iniciativa privada condições de investir.

Meirelles recebeu de Skaf os cadernos técnicos do 12º ConstruBusiness.

Geração de empregos

Ronaldo Nogueira, ministro do Trabalho, destacou a importância do setor da construção, gerador de empregos. Disse que o acesso aos recursos do FGTS pelo setor produtivo passa por processo de desburocratização, para facilitar seu uso para criação de emprego e renda. E frisou que a economia de R$ 2,5 bilhões por ano graças a tecnologia antifraude permitirá ampliar o PPE (Programa de Preservação do Emprego), que passará a ser permanente, com novo nome e a custo mais baixo que o do seguro desemprego.

José Carlos de Oliveira Lima, presidente do Conselho Superior da Indústria da Construção da Fiesp (Consic), lembrou que são enormes os atuais desafios para o setor, ressalvando: “mais uma vez, juntos, vamos superá-los”. Em 1998, afirmou, o setor da construção ajudou a alavancar a retomada. Em 2008 a crise internacional não atingiu o Brasil graças aos investimentos em habitação e em infraestrutura. Mas desde 2014 o país está em forte crise, política e econômica, sem investimento e com alto desemprego. “Estamos neste ConstruBusiness para encontrar sinergia entre a iniciativa privada e os governos, encontrar novos rumos para o Brasil, para a imediata retomada do desenvolvimento do país”, afirmou. “Convoco todos para participarmos juntos das reformas estruturais da nossa Nação.”

Marcio França, vice-governador, destacou a importância que o Estado dedica ao setor. Há um processo de licitações por PPP (parcerias público-privadas) de R$ 9 bilhões em infraestrutura, disse. O setor da construção, lembrou, pode reagir de maneira muito rápida, gerando empregos. Mas, ressaltou, “sem juro baixo e sem crédito não há como ninguém resistir”, incluindo a construção civil.

O deputado estadual Itamar Borges, presidente da Frente Parlamentar da Indústria da Construção (Fpic), explicou o projeto de lei estadual para obrigatoriedade de inspeção periódica de obras. Criada em conjunto com o Departamento da Indústria da Construção da Fiesp (Deconcic), a proposta paulista visa a assegurar a segurança das edificações.

Carlos Eduardo Auricchio, diretor titular do Deconcic, destacou que os investimentos entre 2010 e 2014 levaram à redução contínua do déficit habitacional de 2010 a 2014. Foram 870.000 famílias beneficiadas. “São fruto de políticas públicas que queremos preservar e ampliar”, disse, mas a queda de quase 20% no investimento levou o setor ao nível de 2009. Medidas emergenciais e estruturais são urgentes para a retomada, defendeu. O setor, destacou, induz o crescimento. Programas como o PAC e o Minha Casa Minha Vida foram vitais para a retomada da economia.

Estamos dispostos, afirmou Auricchio, “a estabelecer a partir de hoje diálogo produtivo e contínuo entre a iniciativa privada e o setor público”. A cadeia produtiva da construção, lembrou o diretor titular do Deconcic, pode contribuir de maneira significativa para o crescimento do Brasil. Explicou que cada R$ 1 na produção do setor gera R$ 2 na economia como um todo. E a construção, ressaltou, é responsável por 13,7% das ocupações no Brasil.

Um novo ciclo de investimentos é necessário, afirmou. São R$ 682 bilhões por ano em investimentos na construção até 2022, para assegurar recuperação sustentável no longo prazo. O ciclo iniciado em 2007 ou 2008 levou ao pico de 11,4% de participação da construção no PIB.

Não podem ser repetidos os erros que levaram à situação atual, declarou. Cortes de investimentos públicos, explicou, aprofundam a recessão e diminuem a receita dos governos. Um setor que gera emprego e renda não pode ser punido, disse.

Uma agenda de curto prazo para estimular a retomada dos investimentos inclui a redução do ciclo de empreendimentos. O poder público, afirmou deve ser agente indutor do crescimento, na regulação, na promoção de parceria com o setor privado e como investidor direto, para destravar o setor e garantir o crescimento necessário. “Esperamos que o ConstruBusiness seja o marco para esse novo ciclo.”

A abertura do ConstruBusiness teve a assinatura de protocolos – como o que cria uma padronização dos códigos de obras municipais e a adoção do licenciamento integrado de obras, firmado pela Associação Paulista de Municípios, a Fpic e a Fiesp.

Na Jovem Pan, Temer cita IC Agro, da Fiesp, para comentar retomada da confiança

Agência Indusnet Fiesp

Entrevistado pela rádio Jovem Pan nesta segunda-feira (12/9), o presidente Michel Temer usou o IC Agro, levantamento feito pela Fiesp e pela Organização das Cooperativas Brasileiras, para demonstrar que há uma retomada da confiança por porte dos setores produtivos. Temer comparou os dados do segundo trimestre deste ano com os do primeiro, que mostram alta de 40 pontos da confiança no setor em relação à economia brasileira, ressaltando a seriedade da pesquisa. “A confiança está sendo readquirida”, disse o presidente.

Divulgado em 15 de agosto, o IC Agro foi analisado pelo presidente da Fiesp e do Ciesp, Paulo Skaf, como “um termômetro de que realmente o Brasil está voltando aos trilhos do crescimento”.

Clique aqui para ter acesso à íntegra do levantamento

Em reunião com Temer, Skaf defende redução imediata dos juros

Agência Indusnet Fiesp

O presidente da Fiesp e do Ciesp, Paulo Skaf, levou nesta quarta-feira (10/8) ao presidente da República em exercício, Michel Temer, seu total apoio à aprovação da emenda constitucional que estabelece um teto para os gastos públicos e da reforma da Previdência.

Recebido em almoço por mais de duas horas por Temer, Skaf considera que essas medidas são pontos centrais para o ajuste fiscal e base para a retomada do crescimento da economia.

Skaf defendeu também a necessidade de redução imediata da taxa de juros e maior atenção à questão cambial, manifestando preocupação com a competitividade da economia brasileira. Levou ainda ao presidente reivindicação do setor pelo destravamento do crédito para a atividade produtiva.
Por fim, o presidente da Fiesp e do Ciesp reafirmou seu repúdio a qualquer proposta de aumento de impostos.

Medidas anunciadas pelo novo governo criam confiança, afirma Skaf

Agência Indusnet Fiesp

O presidente da Fiesp e do Ciesp, Paulo Skaf, avaliou como positivas as medidas anunciadas nesta terça-feira (24/5) pelo presidente Michel Temer, em especial a limitação do gasto público. ​”C​riam expectativa positiva e confiança, o que é importante para a retomada do crescimento”​, disse Skaf​.

​​Skaf ​destacou a importância de as medidas não terem incluído nem o aumento nem a criação de impostos e lembrou ​que se trata de um primeiro anúncio, com vistas ao longo prazo: “Estamos na expectativa ​das medidas de curto prazo, para acertar o rombo de 2016, com foco em corte de gastos, porque a sociedade não vai aceitar aumento de impostos”, disse.

Se​gundo o presidente da Fiesp,​ ​se ​a limitação de despesas anunciada hoje tivesse sido adotada em 2005, a dívida pública seria de R$ 600 bilhões, em vez de mais de R$ 4 trilhões, ou seja, sete vezes menor. Com isso, “as taxas de juros seriam compatíveis com as do mercado internacional, teríamos mais investimentos, crescimento, emprego e salários”. A economia com o pagamento de juros teria sido de R$ 500 bilhões só no ano passado.

​”Teríamos as nossas contas em dia, e o Brasil crescendo, gerando empregos e riqueza”, ​concluiu​.

Skaf: Temer concorda que não é preciso aumentar impostos para fechar as contas

Agência Indusnet Fiesp

O presidente da Fiesp e do Ciesp, Paulo Skaf, disse em entrevista coletiva neste domingo (24/4) em Brasília que o vice-presidente da República, Michel Temer, concorda que  não é preciso aumentar impostos para fechar as contas públicas. A declaração foi feita depois de reunião entre Skaf e Temer no Palácio do Jaburu.

Skaf apresentou a Temer propostas para fazer o ajuste fiscal sem elevar impostos e sem prejudicar programas sociais. Skaf lembrou que o Governo desperdiça muito dinheiro e é pouco eficiente. Na conversa, o presidente da Fiesp manifestou sua preocupação com “o aumento do desemprego, fechamento de indústrias, de comércio, essa situação grave na área econômica”.

Skaf disse que o aumento da arrecadação se dará “naturalmente” com a retomada do crescimento. A elevação da carga tributária esfriaria ainda mais a economia. “Não é possível sacrificar as empresas e as famílias neste momento”, afirmou.

O encontro entre Skaf e Temer foi tema de reportagem no Fantástico, da Rede Globo. Também foi noticiado por grandes portais, como UOL e Globo.com, e por jornais como Folha de S.Paulo e O Estado de S. Paulo.

No Conselho Superior de Economia da Fiesp, cientista político Carlos Melo faz análise da crise

Agência Indusnet Fiesp

A reunião desta segunda-feira (11/4) do Conselho Superior de Economia da Fiesp (Cosec), presidido por Delfim Netto, teve como tema “O Brasil e seu Labirinto”, com apresentação a cargo do cientista político Carlos Melo, professor do Insper e autor do livro “Collor: o Ator e Suas Circunstâncias”.

Melo analisou a situação do Brasil em caso de impeachment da presidente Dilma Rousseff ou de continuidade do governo atual.

Melo disse que a crise política não cessará se o impeachment for rejeitado. Dilma não conseguirá, por exemplo, recompor maioria na Câmara.

Caso o vice-presidente Michel Temer assuma o Governo, sua experiência na Câmara tende a ser um trunfo, mas Melo lembra que ele vai enfrentar logo de cara uma grande disputa pelos cargos. E não se sabe ainda se Temer tem capacidade de persuasão, necessária para obter apoio.

“Suspeito”, disse Melo, “que hoje as reações na rua ao não impeachment seriam maiores que ao impeachment”.

Na opinião do professor do Insper, é preciso evitar uma escalada de crises, para que o país não vá por um caminho do qual não seja possível escapar. É imperioso pacificar o país e retomar o diálogo, disse.

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Reunião do Conselho Superior de Economia da Fiesp com a participação de Carlos Melo. Foto: Helcio Nagamine/Fiesp

“Congresso precisa ver a importância da reforma política neste ano”, diz Michel Temer

Ariett Gouveia, Agência Indusnet Fiesp

Abrindo a agenda de reuniões dos Conselhos da Federação das Indústrias do Estado de São Paulo, foi realizada nesta segunda-feira (26/01), um encontro conjunto do Conselho Superior de Estudos Avançados (Consea) e do Conselho Superior de Assuntos Jurídicos e Legislativos (Conjur). O tema em debate foi “Reforma Política” e contou-se com a presença e palestra do vice-presidente da república, Michel Temer.

“A questão da reforma política influencia e interfere na vida de todos nós e da nossa sociedade. Precisamos criar um ambiente para que essa reforma aconteça no Brasil porque não há mais tempo para posterga-la”, afirmou Skaf, que também agradeceu o apoio do vice-presidente aos setores produtivos.

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O vice-presidente da República, Michel Temer, participa de reunião conjunta do Consea e Conjur na Fiesp. Foto; Ayrton Vignola/Fiesp

O presidente do Consea, Ruy Altenfelder, também reforçou a necessidade de começar o processo de reforma política: “Essa é a mãe de todas as reformas. Para que ela seja realizada, é preciso conteúdo nas proposições e vontade política nas ações.”

O encontro contou ainda com as participações do presidente do Conjur, Sydney Sanches; do presidente do Conselho Superior de Economia (Cosec), Delfim Netto; e do embaixador e coordenador das atividades dos Conselhos Superiores da Fiesp, Adhemar Bahadian.

Necessidade de reformulação

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Michel Temer: É preciso uma reformulação político-eleitoral no nosso País para que isso aconteça.”. Foto: Ayrton Vignola/Fiesp

Michel Temer iniciou sua palestra esclarecendo o conceito de representação popular e questionado como ele tem sido aplicado. “Tal como se encontra o sistema político eleitoral, a forma de eleição dos candidatos, o financiamento das campanhas, as coligações partidárias nos termos atuais, efetivamente faz uma boa representação popular?”, indagou . “É preciso uma reformulação político-eleitoral no nosso País para que isso aconteça”, afirmou.

De acordo com o vice-presidente da República, a formação indiscriminada de partidos políticos desborda do conceito do que é um partido político. “Um partido é uma parcela da opinião pública que se reúne, pensa de uma determinada maneira e quer chegar ao poder para exercer suas ideias”, explica. “Será que temos 38 parcelas de opinião pública no País? Será que nós temos partidos políticos ou siglas partidárias?”

Representatividade

Outra questão abordada foi o sistema eleitoral vigente. Para Temer, a eleição de deputados federais deveria ser pelo sistema majoritário – o chamado “distritão” –, em que vão para o Congresso Nacional os candidatos mais votados, independente do desempenho de seus partidos. Para deputado estadual e vereadores em municípios com mais de 200 mil eleitores, ele apoia o sistema distrital puro.

“No Brasil, temos o critério da maioria, que é o sistema representativo democrático. Não há nada que não se decida pela maioria”, defende. “Entretanto, se um deputado consegue um milhão de votos, leva consigo mais quatro deputados ao parlamento, pelo critério da proporcionalidade. Um deles pode ter menos de 300 votos. É o único caso em que alguém que não representa a maioria pode praticar atos de governo.”

A adoção do sistema majoritário pode trazer mudanças significativas em outros aspectos da eleição. “Em primeiro lugar, temos a eliminação das coligações. Em segundo, um número menor de candidatos e, em terceiro, uma temática mais voltada a programa de governo que os candidatos podem exercitar durante suas campanhas, inclusive no horário eleitoral.”

Financiamento de campanhas

Outro assunto abordado por Michel Temer foi o financiamento de campanhas. Ele defende mudanças para o financiamento privado. O financiamento público, segundo ele, já existe, por meio do fundo partidários, disponibilizado a todos os partidos pela União, e pelo horário eleitoral gratuito.

“É difícil modificar a tese do financiamento privado, que tem abarcado as maiores críticas. Ele não financia ou colabora, por uma razão político-ideológica, mas sim para que depois, eleja-se quem eleger-se, ele possa estar bem com o governo”, afirma o vice-presidente, que acredita que deve ficar estabelecido que a empresa que colabore para uma candidatura majoritária não possa financiar outras. “É isso que deteriora o sistema de participação da cidadania empresarial nas eleições.”

Período eleitoral

Temer também falou que é importante discutir a coincidência das datas de eleições. Para ele, o ideal era que as eleições para todos os cargos fossem realizadas no mesmo ano. “Não podemos a cada dois anos ter uma eleição no país. Não só por causa dos custos elevados, mas também pela eventual paralisação da máquina administrativa ou da atividade política-institucional.”

Por estarmos em um ano não-eleitoral, o vice-presidente acredita que é o momento ideal para levar adiante a reforma política, ainda que seja apenas parcial. “Sugiro que, em todos os cantos e recantos, vocês possam pregar a necessidade dessa reforma, porque senão ela só voltará a luz nas próximas eleições presidenciais de 2018”, afirmou.

“Não podemos deixar perecer, fenecer, esmorecer, empalidecer esse tema. Devemos deixa-lo corado, vivo, atuante para que o próprio Congresso Nacional perceba mais uma vez a importância de realizar esta reforma neste ano.

Na Fiesp 

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Michel Temer e Paulo Skaf reuniram-se com empresários do setor têxtil na Fiesp. Foto: Ayrton Vignola

Antes da reunião do Consea, o vice-presidente Michel Temer esteve reunido com diretores da entidade e representantes da indústria têxtil. Após o encontro, ele encontrou com jornalistas, que perguntaram sobre as novas regras para concessão do seguro-desemprego, que deverão entrar em vigor a partir de março deste ano.

“É natural, durante um governo, haver ajustamentos”, afirmou. “Elas (mudanças no seguro-desemprego) começaram a ser analisadas no passado e agora serão implantadas. É uma ação que não causará prejuízos aos trabalhadores”, disse Temer.

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Michel Temer encontra-se com Paulo Skaf e participa de reunião dos Conselhos Superiores da Fiesp

Michel Temer encontra-se com Paulo Skaf e participa de reunião na Fiesp

Agência Indusnet Fiesp

O vice-presidente da República, Michel Temer, participou na manhã desta segunda-feira (26/01), da primeira reunião dos Conselhos Superiores de Estudos Avançados (Consea) e Jurídico (Conjur) da Federação das Indústrias do Estado de São Paulo (Fiesp) onde ministrou uma palestra sobre o tema “Reforma Política no Brasil”.

Ao chegar na entidade, Temer foi recebido pelo presidente da Fiesp, Paulo Skaf, com quem participou de uma breve reunião com diretores da entidade. O encontro contou com a participação do presidente do Centro das Indústrias do Estado de São Paulo (Ciesp), Rafael Cervone.

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Antes da reunião dos Conselhos, o vice-presidente da República, Michel Temer, participou de breve reunião diretores da Fiesp. Foto: Ayton Vignola/Fiesp


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“Devemos deixar o tema [Reforma Política] vivo para que o Congresso Nacional perceba a importância de realizar a reforma neste ano”, diz Michel Temer

No aniversário da cidade, presidente do Sesi-SP assina renovação do Sistema em Tietê

Ariett Gouveia, Agência Indusnet Fiesp, de Tietê

No aniversário de 172 anos de Tietê, município a aproximadamente 160 kms da capital, o presidente da Federação das Indústrias do Estado de São Paulo (Fiesp) e do Serviço Social da Indústria de São Paulo (Sesi-SP), Paulo Skaf, assinou neste domingo (09/03) a renovação, por mais um ano, do convênio do Sistema Sesi-SP de Ensino com a Prefeitura local.

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Presidente Paulo Skaf e o prefeito Manoel David com o convênio assinado. Foto :Everton Amaro/Fiesp


Com material didático próprio, o Sistema Sesi-SP de Ensino é uma metodologia que engloba processos de ensino, aprendizagem e pesquisa. Essa concepção educacional parte da perspectiva de que toda criança ou adolescente é capaz de aprender se lhe forem oferecidas boas situações de aprendizagem.

Em seu discurso, Skaf falou sobre a importância da parceria com a cidade. “Hoje, as 29 escolas municipais de Tietê, com 5.076 alunos e o envolvimento de 250 professores e gestores trabalham com o Sistema Sesi-SP de Ensino, uma grande satisfação para nós, por podermos contribuir com a educação das crianças. Também temos programado para Tietê cursos técnicos na área de comunicação, por meio do Senai-SP”, afirmou.

Para o prefeito de Tietê, Manoel David, o Sistema Sesi-SP de Ensino gerou benefícios para a educação da cidade. “Além de trazer economia para o município, o Sesi-SP trouxe uma qualidade muito grande no ensino. O Sistema Sesi-SP motiva o aluno e o professor, que consegue passar seus conhecimentos para o aluno de forma que ele realmente aprenda. Acredito que no final do ano que vem, estaremos comemorando uma grande vitória na educação de Tietê.”

Falando sobre o desenvolvimento da região de Tietê, Skaf colocou o Serviço Nacional de Aprendizagem Industrial de São Paulo (Senai-SP) à disposição para atender a demanda da indústria local.

“Com os novos investimentos das indústrias em Tietê, o prefeito pode contar com o Senai-SP para formar mão de obra e facilitar que essas indústrias se instalem, se fortaleçam e se desenvolvam e que a cidade atraia mais investimentos”, disse Skaf.

A cerimônia terminou com a apresentação da Bachiana Sesi-SP, com regência do maestro João Carlos Martins, e a apresentação do tenor Jean William.

Homenagens

O vice-presidente da República, Michel Temer, natural de Tietê, foi um dos homenageados durante o evento. O evento contou ainda com a participação do governador de São Paulo, Geraldo Alckmin. Ambos anunciaram medidas de governo na ocasião. A cerimônia também teve homenagem a duas personalidades da cidade, em função do Dia Internacional da Mulher: a vereadora Conceição Dal Bó e a professora Dona Dinda, que deu aula de matemática ao vice-presidente da República.

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Cerimônia contou com apresentação da Bachiana Sesi-SP. Foto: Everton Amaro/Fiesp



Presidente da Fiesp participa da inauguração do novo prédio do Hospital do Coração

Isabela Barros, Agência Indusnet Fiesp

O presidente da Federação das Indústrias do Estado de São Paulo (Fiesp), Paulo Skaf, participou, nesta quinta-feira (23/01), da cerimônia de inauguração do Edifício Dr. Adib Jatene, a nova unidade do Hospital do Coração (HCor), no Paraíso, na capital paulista. O complexo, localizado na Rua Desembargador Eliseu Guilherme, atenderá principalmente as áreas de cardiologia, neurologia e oncologia.

Participaram do evento ainda autoridades como o presidente em exercício da república Michel Temer, o ministro da Saúde, Alexandre Padilha, o governador de São Paulo, Geraldo Alckmin, o prefeito de São Paulo, Fernando Haddad, a presidente da Associação do Sanatório Sírio, Théa Namour, o superintendente do HCor, Antonio Carlos Kfouri, e o próprio Adib Jatene, diretor geral do hospital.

O novo complexo hospitalar terá 38 apartamentos para internação, um andar exclusivo para quimioterapia e centros especializados em neurologia e oncologia. Isso além de uma sala híbrida cardiovascular e outra de neurologia e neuroradiologia. As salas híbridas permitem a realização de exames e procedimentos mais complexos, como, por exemplo, o uso de GPS cirúrgico para dar mais precisão aos trabalho dos neurologistas.

Da esquerda para a direita: Temer, Jatene, Théa, Alckmin e Skaf na inauguração da placa que dá nome ao hospital. Foto: Ayrton Vignola/Fiesp

A partir da esquerda: Temer, Jatene, Théa, Alckmin e Skaf na inauguração da placa que dá nome ao novo prédio do HCor no bairro do Paraíso, na capital paulista. Foto: Ayrton Vignola/Fiesp


“Vamos trabalhar com os mais avançados recursos em tratamento oncológico”, disse o superintendente do HCor, Antonio Carlos Kfouri. “Adquirir tecnologia é relativamente simples, é a excelência dos nossos colaboradores que nos leva a atender bem os nossos pacientes”.

Kfouri fez questão de destacar o trabalho do homenageado do dia. “Incontáveis são as vidas salvas pelas mãos habilidosas desse cirurgião”.

Para o presidente em exercício da república, Michel Temer, Jatene é um exemplo de líder. “Uma coisa é a liderança formal, outra é a liderança real”, afirmou. “O Jatene não precisa de cargo público para ser saudado como líder”.

Temer, à esquerda, e Jatene: liderança que independe de cargos públicos. Foto: Ayrton Vignola/Fiesp

Temer, à esquerda, e Jatene: liderança que independe de cargos públicos. Foto: Ayrton Vignola/Fiesp

Lembrando que o prédio inaugurado hoje é o quinto do complexo HCor, Temer disse esperar voltar para a capital paulista em “dez ou quinze anos” para “comemorar a abertura do 10º edifício” da instituição.

Questão de honra

Muito emocionado em seu discurso, com pelo menos duas pausas motivadas pelas lágrimas, Jatene se referiu ao presidente da Fiesp como o líder à frente da “principal entidade empresarial do Brasil” e “membro da comunidade árabe de São Paulo”.

“É altamente confortador, aos 84 anos de vida, ter o meu nome inserido numa obra que honra a colônia a que pertence”, disse o diretor geral do HCor. “Somos todos pioneiros e hoje os nosso filhos oferecem ao país que os acolheu o melhor dos seus esforços”.

Foto: Paulo Skaf e Michel Temer participam da cerimônia de assinatura de outorga do Aeroporto Civil Metropolitano de Guarujá

O presidente da Federação e do Centro das Indústrias do Estado de São Paulo (Fiesp e Ciesp), Paulo Skaf, participou, na manhã desta terça-feira (03/12), da cerimônia de assinatura de outorga do Aeroporto Civil Metropolitano de Guarujá, que também contou com a presença do vice-presidente da República, Michel Temer. O evento aconteceu no Núcleo  da Base Aérea de Santos.

A partir de agora, o município está autorizado a desenvolver os estudos ambientais necessários para a implantação do aeroporto.

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Paulo Skaf e Michel Temer durante a cerimônia de assinatura de outorga do Aeroporto Civil Metropolitano de Guarujá. Foto: Tâmna Waqued/Fiesp

Foto: vice-presidente da República, Michel Temer, é recebido por Paulo Skaf

Agência Indusnet Fiesp

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Da esquerda para a direita: Steinbruch, Skaf, Auricchio, Temer e Oliveira Lima. Foto: Ayrton Vignola/Fiesp

Antes de participar da cerimônia de premiação do Sinaprocim/Sinprocim, o vice-presidente da República, Michel Temer, foi recebido pelo presidente da Federação e do Centro das Indústrias do Estado de São Paulo (Fiesp e Ciesp), Paulo Skaf; no gabinete da Presidência.

Participaram do encontro o 1º vice-presidente da Federação das Indústrias do Estado de São Paulo (Fiesp), Benjamin Steinbruch; o diretor titular do Departamento da Indústria da Construção (Deconcic), Carlos Eduardo Pedrosa Auricchio; e o presidente do Conselho Superior da Indústria da Construção (Consic), José Carlos de Oliveira Lima.

Entre os assuntos, o lançamento do  “Infográfico da Cadeia Produtiva da Construção” no site da Fiesp, na página do Observatório da Construção, apresentado brevemente por Auricchio em um tablet.

Foto: presidente da Fiesp participa de simpósio sobre candidatura paulistana à Expo 2020

Agência Indusnet Fiesp

O presidente da Federação e do Centro das Indústrias do Estado de São Paulo (Fiesp e Ciesp), Paulo Skaf, participou na manhã desta sexta-feira (20/09) do simpósio “São Paulo: Força da Diversidade”.

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Michel Temer discursa; sentados: Fernando Haddad, Nádia Campeão, Paulo Skaf e Rodrigo Tavares. Foto: Helcio Nagamine/Fiesp

O evento, dedicado a apresentar e promover a candidatura paulistana à Exposição Universal (Expo) 2020, reuniu delegados do Bureau Internacional de Exposições (BIE), que têm direito a voto para a escolha da cidade sede.

A cerimônia de abertura contou com pronunciamento do vice-presidente da República, Michel Temer, e da vice-prefeita de São Paulo e presidente do comitê de candidatura, ádia Campeão, além do prefeito de São Paulo, Fernando Haddad, e do assessor Especial para Assuntos Internacionais do Governo de São Paulo, Rodrigo Tavares, entre outras autoridades.

Apoio da Fiesp

A Fiesp apoia a candidatura paulista à Expo 2020. Já em maio de 2012, o presidente da entidade, Paulo Skaf, recebeu o secretário-geral do BIE, e o acompanhou em visita à Brasília para um encontro com o vice-presidente da República, Michel Temer.

No início de outubro do ano passado, a Fiesp assinou um acordo de cooperação técnica com a prefeitura de São Paulo para a Expo 2020.

Em março deste ano, a entidade recebeu, em sua sede, a missão do comitê do Bureau Internacional de Exposições (BIE) que veio para inspecionar a candidatura de São Paulo em uma série de encontros que tiveram representantes do poder público municipal, estadual e federal.

Em junho, Skaf acompanhou, em Paris, na França, a apresentação da candidatura feita por Haddad.

Fiesp acompanha, em Paris, defesa de candidatura de São Paulo à Expo 2020

Agência Indusnet Fiesp

O presidente da Federação e do Centro das Indústrias do Estado de São Paulo (Fiesp e Ciesp), Paulo Skaf, desembarcou nesta segunda-feira (10/06) em  Paris, na França, para acompanhar a defesa da candidatura de São Paulo à sede da Exposição Universal em 2020, a Expo 2020.

Da esquerda para a direita: Skaf, Temer e Alckmin: apoio à candidatura de São Paulo. Prefeito Fernando Haddad também compareceu ao evento. Imagem: Junior Ruiz/Fiesp

Da esquerda para a direita: Skaf, Temer e Alckmin: apoio à candidatura de São Paulo. Prefeito da capital paulista, Fernando Haddad, também compareceu ao evento. Imagem: Junior Ruiz/Fiesp

Skaf participou de coquetel oferecido por São Paulo aos delegados do Bureau Internacional de Exposições (BIE), organismo que irá escolher a cidade-sede. O compromisso aconteceu no Palácio de Chaillot, às 19h (hora local), com a presença do vice-presidente da República, Michel Temer; do governador de São Paulo, Geraldo Alckmin; do prefeito da capital paulista, Fernando Haddad; e do embaixador do Brasil na França, José Maurício Bustani, entre outras autoridades. O encontro teve um show da cantora Daniela Mercury.

Nesta terça (11/06), o presidente da Fiesp participa, novamente ao lado de Temer, Alckmin e Haddad, de um jantar oferecido pelo embaixador Bustani. Na quarta (12/06), às 11h05 (hora local), Skaf acompanha a apresentação da candidatura paulistana à sede da Expo 2020.

Concorrem com São Paulo as cidades de Dubai (Emirados Árabes Unidos); Ecaterimburgo (Rússia) e Izmir (Turquia). O anúncio com o nome da cidade-sede está programado para novembro deste ano.

A Expo 2020 é o terceiro maior evento internacional em termos de impacto cultural e econômico, atrás apenas da Copa do Mundo e dos Jogos Olímpicos.

“Caso São Paulo seja a escolhida, será a primeira cidade da América Latina a sediar o evento”, reforça Skaf em artigo publicado nesta segunda-feira (10/06) no Diário de São Paulo e nos jornais da Rede Bom Dia.

Em março, a Fiesp recebeu, em sua sede, a missão do comitê do BIE com o objetivo de inspecionar a candidatura de São Paulo em uma série de encontros que tiveram representantes do poder público municipal, estadual e federal. Na ocasião, o espanhol Vicente Loscertales, secretário-geral do BIE, disse que a realização da Copa do Mundo de 2014 e da Olimpíada de 2016 no Brasil credenciam São Paulo como potencial sede da Expo 2020.

Skaf e Loscertales: apoio da Fiesp à Expo 2020 em São Paulo. Foto: Junior Ruiz/Fiesp

Skaf e Loscertales: apoio da Fiesp à Expo 2020 em São Paulo. Foto: Junior Ruiz/Fiesp

O apoio da Fiesp vem de 2012. Em maio, o presidente da entidade, Paulo Skaf, recebeu o secretário-geral do BIE, Vicente Loscertales, e o acompanhou em visita à Brasília para um encontro com o vice-presidente da República, Michel Temer.

No início de outubro de 2012, a Fiesp assinou acordo de cooperação técnica com a prefeitura de São Paulo para a Expo 2020.

A candidatura
Com o tema “Força da Diversidade, Harmonia para o Crescimento”, a candidatura de São Paulo será apresentada pela diretora e atriz portuguesa Maria de Madeiros – conhecida por filmes como “Pulp Fiction” e “Xangô de Baker Street”, entre outros.

A proposta brasileira defende a promoção de um espírito de amor, tolerância e generosidade que inspira a cultura brasileira e a criação de novas alianças, entendimentos e parcerias em busca de uma globalização mais igualitária com bem estar e segurança para todos.

Se vencer a disputa, São Paulo pode receber mais de 30 milhões de visitantes de todo o mundo entre os dias 15 de maio a 15 de novembro de 2020, período de realização da exposição.

Para isso, um terreno de cinco quilômetros quadrados localizado no bairro de Pirituba receberá um projeto que transformará a região noroeste da cidade no maior pólo cultural e de atração de feiras e eventos na América Latina.

O terreno do futuro Centro de Exposições já foi declarado de utilidade pública para desapropriação. O local compreenderá uma extensão equivalente a quatro vezes o tamanho do Anhembi, atualmente o maior centro de exposições da cidade.

A proposta é que o projeto tenha como legado para a cidade um parque municipal com equipamentos de esportes, cultura e lazer, além de uma reserva ambiental natural. Para facilitar a mobilidade ao local, serão construídas novas estações do Metrô e da CPTM, além de alças de acesso rodoviário.

Por se tratar de um evento nacional, a oficialização da candidatura foi feita por meio da entrega de carta assinada pela presidente Dilma Rousseff, em 28 de outubro de 2011, ao BIE, órgão regulamentador dessas exposições. A delegação do BIE realizou a visita de inspeção a São Paulo entre os dias 11 e 14 de março.

Sobre a Expo

As Exposições Universais surgiram no século 19, na Europa, para estimular a inovação, a pesquisa científica e o desenvolvimento tecnológico, tão importante para o progresso humano. São realizados a cada cinco anos com seis meses de duração.

Além de divulgar e promover ciência, técnica, arte e cultura, as Expo eram um encontro de negócios que visava fomentar a indústria e promover apresentações públicas de novas invenções. Entre as importantes invenções que esses eventos já apresentaram ao público estão o telefone, de Graham Bell, o elevador de Otis e a máquina de escrever Remington.

As Expo também deixaram um importante legado arquitetônico que se tornaram símbolos para as cidades-sede como a Torre Eiffel (Paris), o Space Needle (Seatle) e o Unisphere (Nova York).

Para a maior metrópole brasileira, a previsão é de que seja construída uma torre de observação e de geração de energia renovável, projetada especialmente para o evento e instalada no ponto mais elevado da parte montanhosa da região, ao norte da área da Expo de São Paulo.


Ainda não há certeza sobre retirada de embargo russo à carne brasileira, diz Michel Temer

Alice Assunção, Agência Indusnet Fiesp

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Temer: 'Vamos levar todas as medidas que foram tomadas, inclusive as sanitárias'

O governo brasileiro e o primeiro-ministro da Rússia, Dmitry Medvedev, vão se reunir nesta quarta-feira (20/02) com o objetivo de negociar o embargo russo às importações de carne brasileira e, segundo o vice-presidente da República, Michel Temer, há indícios de que a restrição seja revogada pelo lado russo.

“Vamos levar todas as medidas que foram tomadas, inclusive as sanitárias. E o nosso desejo é que se consiga fazer isso, ainda que parcialmente, em relação a frigoríficos de alguns Estados brasileiros”, afirmou Temer, nesta segunda-feira (18/02), após participar da reunião inaugural dos Conselhos Superiores Temáticos da Federação das Indústrias do Estado de São Paulo, na sede da entidade.

Michel Temer pondera, no entanto, que “ainda não há nenhuma certeza, vamos ter de esperar”.

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Mendes Ribeiro: 'Todas as questões foram atendidas'

Em junho de 2011, a Rússia impôs um embargo às importações de carne do Rio Grande do Sul, Paraná e Mato Grosso, os três maiores produtores do Brasil. O embargo foi suspenso, mas, para que as importações do produto brasileiro sejam retomadas, é necessário um certificado de autorização da compra emitido por autoridades sanitárias russas.

Também presente à reunião dos Conselhos da Fiesp, o ministro da Agricultura, Mendes Ribeiro, afirmou: “Todas as questões foram atendidas. Vamos aguardar e fazer com que essa reunião seja o mais produtiva possível”.

Brasil não vive mar de rosas, mas economia do cotidiano vai bem, diz Michel Temer

Alice Assunção, Agência Indusnet Fiesp

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Michel Temer: 'Previsões para 2013 são alvissareiras'. Foto: Junior Ruiz

As recentes medidas tomadas pelo governo sinalizam otimismo para o desempenho macroeconômico do país no ano de 2013, segundo avaliação do vice-presidente da República, Michel Temer, convidado especial da reunião inaugural dos Conselhos Superiores da Federação das Indústrias do Estado de São Paulo (Fiesp), realizada nesta segunda-feira (18/02), na sede da entidade.

“Eu não diria que estamos num mar de rosas, tendo em vista as observações pertinentes do presidente Paulo Skaf. Nós temos preocupações, mas estamos construindo tudo isto”, ponderou Temer.

“A previsão do PIB [Produto Interno Brasileiro] para este ano é de 4%. São dados do governo. O PIB industrial foi muito mal no ano passado, 0,6%, mas a previsão é de que vá a 4,1% este ano. São previsões, portanto, alvissareiras”, completou o vice-presidente, que abriu sua exposição afirmando que o Brasil atual estabelece uma convergência entre uma democracia liberal e o estado social.

Segundo Temer, o Brasil não sofreu os efeitos da crise econômica que abalou a União Europeia e os Estados Unidos nos dois anos anteriores. “Sem embargo de uma crise macroeconômica, reconhecida especialmente no ano passado [2012] e no anterior [2011], a economia de cotidiano, ou seja, o pão sobre a mesa, o dinheiro no bolso para comprar o seu liquidificador, a sua peça branca, ainda vai bem no nosso país.”

Paulo Skaf, presidente da Fiesp, participou do encontro com conselheiros, citando entraves para a competitividade do Brasil: carga tributária, desvalorização cambial e juros ainda elevados. Mas disse que a presidente Dilma Rousseff tem combatido e se centrado nessa questão de competitividade. “É fundamental que a gente possa continuar com esse trabalho em busca de mais competitividade no ano de 2013”, disse Skaf a Temer.

Temer endossou as preocupações da Fiesp e afirmou que a iniciativa privada é fundamental para o governo: “O desenvolvimento do país se ancora muito na iniciativa privada e, aqui no particular, nos estudos a Fiesp têm feito e emitido para o governo”.

Michel Temer participa da primeira reunião do ano dos Conselhos Superiores da Fiesp

Agência Indusnet Fiesp

O vice-presidente da República, Michel Temer, é o convidado da reunião inaugural das atividades dos Conselhos Superiores Temáticos da Federação das Indústrias do Estado de São Paulo (Fiesp).

Na entidade, Temer falará a um grupo de aproximadamente 400 empresários e conselheiros na próxima segunda-feira (18/02), a partir de 11h.

Esta é a primeira vez que a Fiesp realiza uma reunião conjunta de todos os seus dez conselhos, que tratam dos seguintes temas: Estudos Avançados (Consea), Agronegócio (Cosag), Comércio Exterior (Coscex), Assuntos Jurídicos e Legislativos (Conjur), Economia (Cosec), Meio Ambiente (Cosema), Inovação e Competitividade Conic), Infraestrutura (Coinfra), Responsabilidade Social (Consocial) e Indústria da Construção (Consic).

Os Conselhos Superiores Temáticos da Fiesp fazem parte do Instituto Roberto Simonsen (IRS), que tem a missão de analisar e propor solução de problemas de interesse para o desenvolvimento industrial, bem como para o progresso socioeconômico do país.

Confira aqui o calendário de reuniões do IRS para este ano.