Responsável pela reforma que criou a Galeria do Sesi-SP, Paulo Mendes da Rocha receberá medalha de ouro de instituto na Inglaterra

Agência Indusnet Fiesp

Responsável pela reforma que em 1998 deu ao prédio da Fiesp e do Sesi-SP na capital paulista a cara que ele tem hoje, com a construção de um mezanino onde foi instalada a Galeria do Sesi-SP, o arquiteto Paulo Mendes da Rocha receberá a medalha de ouro do Royal Institute of British Architects, na Inglaterra. A comenda é um reconhecimento pela sua obra, já premiada anteriormente com o Pritzker, considerado o “Nobel da arquitetura”.

A medalha será entregue no primeiro semestre de 2017. Já o prêmio foi instituído em 1948, devendo ser sempre ter o aval da rainha Elizabeth 2ª. O objetivo é destacar pessoas ou grupos que tenham colaborado de forma significativa para o desenvolvimento da arquitetura.

No sede da Fiesp e do Sesi-SP na Paulista, Paulo Mendes da Rocha recuperou a distância original entre o asfalto automotivo e a entrada principal da construção. Para conseguir esse efeito, o arquiteto fez um “corte” da laje do pavimento superior ao passeio público e recuou a laje inferior onde atualmente funciona o Centro Cultural Fiesp – Ruth Cardoso.

O Centro Cultural da indústria paulista oferece, gratuitamente ou a preços populares, atrações diversificadas para todas as faixas etárias. Em 2008, recebeu o atual nome em homenagem à antropóloga Ruth Cardoso (1930-2008), incentivadora da educação solidária no Brasil.


Paulo Skaf recebe nadadora do Sesi-SP bicampeã mundial

Amanda Demétrio, Agência Indusnet Fiesp

A nadadora Ana Marcela Cunha, atleta do Serviço Social da Indústria de São Paulo (Sesi-SP), chegou nesta segunda-feira (3/8) a São Paulo com três medalhas na bagagem, vindo de Kazan (Rússia). Ela trouxe do Mundial de Esportes Aquáticos medalha de ouro nos 25 km, prata nos 5 km em equipe e bronze nos 10 km, medalha que lhe garantiu uma vaga nos Jogos Olímpicos Rio 2016. Ela é bicampeã mundial nos 25 km, prova que ganhou também em 2011 em Xangai.

Ana Marcela foi recebida pelo presidente do Sesi-SP, Paulo Skaf, na unidade da Vila Leopoldina. “Hoje é dia de festa aqui no Sesi-SP, com você (Ana Marcela), suas medalhas e suas conquistas, que são conquistas do Brasil. Você merece todos os aplausos”, disse Skaf, também presidente da Federação das Indústrias do Estado de São Paulo (Fiesp), à atleta.

É no Sesi-Vila Leopoldina que Ana Marcela treina – e como todas as nadadoras da equipe feminina, sente-se em casa.

Dona de 3 das 4 medalhas do país que aparecem no quadro geral da competição até o momento, Ana vibra com o resultado e aposta nos colegas para a evolução desse número. “Pela primeira vez conquistei tudo isso, fico muito feliz de poder fazer história. Acho que estamos só no começo, depois da maratona vem a natação, com várias provas, e acredito que eles trarão mais medalhas para o país”.

Ana Marcela com as medalhas conquistadas em Kazan. Foto: Ayrton Vignola/Fiesp

Ana Marcela com as medalhas conquistadas em Kazan. Foto: Ayrton Vignola/Fiesp


“Agradeço muito pela natação feminina crescer o que cresceu nos últimos três anos, tempo em que o Sesi-SP vem investindo, e por encontrar um clube que queira investir na maratona, o que é difícil. Agradeço pelo Sesi-SP ter confiado no meu trabalho e deixo também o meu agradecimento ao [técnico do Sesi-SP e da seleção] Fernando Possenti, estou muito feliz de poder seguir trabalhando com ele”, completou.

>>Ouça entrevista com Ana Marcela

O Sesi-SP semeou um projeto de estímulo à natação feminina no Brasil e colheu ouro. Antes da medalha trazida por Ana Marcela, que venceu a prova de 25 km no Mundial de Kazan (Rússia), veio o ouro de Etiene Medeiros nos 100 m costas em Toronto, o primeiro ganho por uma brasileira em todas as edições dos Jogos Pan-Americanos.

O Projeto Sesi-SP Rendimento Esportivo Natação e Maratonas Aquáticas começou em 2009 na Vila Leopoldina. Foi ampliado a partir de 2010. Hoje funciona também nas unidades de A.E. Carvalho, São José do Rio Preto, Osasco e Sertãozinho. Os atletas são divididos nas categorias Petiz, Infantil, Juvenil, Junior e Sênior.

‘Medalha mostra que estou no caminho certo’, diz Aline Silva, da luta olímpica do Sesi-SP

Guilherme Abati, Agência Indusnet Fiesp

Dia 10 de setembro ficou marcado na história do esporte brasileiro com a conquista inédita da atleta do Serviço Social da Indústria de São Paulo (Sesi-SP) Aline Silva, medalha de prata no Mundial de Luta Olímpica, no Uzbequistão. Foi o melhor resultado do Brasil na modalidade esportiva.

Assim como a conquista inédita, a manhã desta sexta-feira (19/09) também ficará gravada na memória de Aline. Emocionada, a lutadora foi recebida com muita festa pelos alunos do Sesi-SP do Centro de Atividades (CAT) Luís Eulálio de Bueno Vidigal Filho, em Osasco, onde treina a equipe de luta olímpica. Ganhou buquês de flores, abraços, beijos e posou para muitas fotos.

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Dia de festa no Sesi-SP de Osasco, com a presença da medalhista mundial, Aline Silva. Foto: Tâmna Waqued

“Maior que a medalha é esse momento de reconhecimento.  Geralmente eu falo muito, mas hoje eu estou sem palavras” disse, chorando de emoção com a calorosa recepção.“Essa medalha mostra que estou no caminho certo, que tenho que me aperfeiçoar e seguir treinando forte”.

Durante a celebração, a atleta relembrou as dificuldades que precisou superar para a conquista inédita no Uzbequistão. “Depois de 2006, tive uma lesão na coluna, problemas financeiros, cheguei a passar fome quando morei em Curitiba, fui diagnosticada com um problema na tireoide”.

Para a atleta, o Sesi-SP foi “essencial” para a conquista inédita. “O Sesi-SP me resgatou, em 2009 e foi fundamental para eu conquistar essa medalha”.

Com a medalha de prata no pescoço, Aline começa a pensar nos Jogos Olímpicos do Rio de Janeiro, em 2016. “Apesar de buscar uma vaga nas Olímpiadas, penso com cautela. Irei trabalhar campeonato por campeonato até lá”, conta.

Aline ainda ressaltou o papel que o atleta profissional tem na formação de uma nova geração de esportistas. “Todo atleta tem a responsabilidade de ser exemplo para essas crianças. Treinamos aqui e os alunos nos observam e se espalham em nós. É ótimo”.

Thiago Pereira conquista mais um bronze; é o melhor Mundial na carreira do atleta do Sesi-SP

Agência Indusnet Fiesp

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Thiago Pereira na piscina do complexo aquático do Sesi Vila Leopoldina. Foto: Helcio Nagmine/Fiesp (Arquivo)

Mostrando poder de reação, o brasileiro Thiago Pereira, atleta da equipe de natação do Serviço Social da Indústria de São Paulo (Sesi-SP), conquistou no domingo (04/08), no Palau Sant Jordi, em Barcelona, sua segunda medalha de bronze nesta edição do Mundial de Esportes Aquáticos.

O atleta do Sesi-SP chegou em terceiro lugar da prova dos 400m medley, completando o percurso em 4min09s48. O topo do pódio ficou com o japonês Daiya Seto, (4min08s69) e o segundo lugar com o americano Chase Kalisz (4min09s22).

Prata nos Jogos Olímpicos de Londres, em 2012, nesta mesma prova, Thiago Pereira surpreendeu nos últimos 50 metros da final no Palau Sant Jordi, ultrapassando outros dois nadadores.

A medalha é a segunda do nadador de 27 anos em Barcelona. Thiago Pereira havia subido ao pódio na quinta-feira (01/08) nos 200m medley, prova em que também conquistou o bronze.

A edição 2013 marca a melhor participação de Thiago Pereira em Mundiais – nas quatro edições anteriores, o nadador havia saído sem medalhas.

Verônica Hipólito conquista segunda medalha do Sesi-SP no Mundial Paralímpico de Lyon

Depois da heroica medalha de ouro nos 200m, a atleta do Sesi-SP Verônica Hipolito conquistou mais uma medalha, a prata, na prova dos 100m T38 (categoria para pessoas com deficiência neuromotora), nesta quarta-feira (24/07), no Mundial Paralímpico de Lyon, na França.

A segunda medalha de Verônica começou com o recorde mundial batido por ela na semifinal, realizada na terça-feira (23/07), quando ela fez o tempo de 13s19. “Quando cruzei a linha de chegada, não sabia se tinha vencido, mas ouvi a música no estádio que avisa quando alguém bate recorde mundial. Olhei e vi que tinha sido eu. Foi ótimo”, afirmou, após a semifinal.

A atleta do Sesi-SP Verônica Hipolito: ouro e prata no Mundial de Lyon. Foto: Divulgação/CPB

A atleta do Sesi-SP Verônica Hipolito: ouro e prata no Mundial de Lyon. Foto: Divulgação/CPB

Na prova final, Verônica ficou com a prata, com o tempo de 13s26, superado apenas pela britânica Sophia Hahn, que terminou a prova em 13s10, estabelecendo um novo recorde. Em terceiro lugar ficou a chinesa Junfei Chen, com 13s55.

Superar obstáculos tem sido uma constante na vida de Verônica que teve que lidar com um tumor na cabeça, um acidente vascular cerebral e o retorno do tumor. “A doença me persegue. Mas consegui me recuperar bem. Mas meu trabalho foi recompensado”, disse Verônica em entrevista ao portal Terra, que ainda faz tratamento por causa do novo tumor.

Com apenas 17 anos, é o primeiro Mundial da atleta, que ainda vai disputar a prova de salto em distância, na sexta-feira. (26/07).

As provas do Mundial Paralímpico estão sendo transmitidas ao vivo pela Internet:www.cpb.org.br.

Sesi premia compositores e intérpretes da indústria de todo o Brasil

Agência Indusnet Fiesp

Após terem passado pela etapa estadual do Festival Sesi de Música 2009 em seus Estados de origem, os finalistas apresentaram suas composições e interpretações na edição nacional do concurso, realizada no último dia 20, no Centro de Convenções Ulysses Guimarães, em Brasília (DF).

Entre os vencedores está Paulo Pelissari, de Cotia, que conquistou o segundo lugar, na categoria Composição Inédita, com Nosso Amor Chegou ao Fim. Ana Claudia Ferreira da Silva, de Itapetininga, obteve a terceira colocação com a interpretação de Rosa, letra de Otávio de Souza e Pixinguinha.

Ainda na categoria das canções inéditas, o brasiliense Aroldo Moreira foi o grande vencedor, com Eu Tagarelaria, Nós Tagarelaríamos. E a música Isabelas, de Marcos Pereira, do Espírito Santo, ficou com a medalha de bronze.

No quesito Interpretação, a música Faz Uma Loucura Por Mim, de Chico Roque e Sérgio Caetano, conquistou o primeiro lugar na voz do operador de máquinas de Minas Gerais, Gleison Reis. Já a consagrada Maria, Maria, de Milton Nascimento, foi interpretada pela catarinense Beatriz das Chagas Barros, que ficou com a segunda colocação.

Mais de 2.000 pessoas estiveram presentes na etapa nacional do festival, que além das exibições dos finalistas, também contou com os shows de Hamilton de Holanda e Quinteto, Ivan Lins e Roberta Sá.