“Não interessa o que o Governo quer para cobrir seus rombos”, afirma Skaf ao comentar na Jovem Pan a CPMF

Agência Indusnet Fiesp

Entrevistado nesta quarta-feira (17/2) pela rádio Jovem Pan, o presidente da Fiesp e do Ciesp, Paulo Skaf, afirmou que é estar desconectado da realidade não perceber que a sociedade brasileira não quer a recriação da CPMF nem o aumento de qualquer outro imposto. “Não interessa o que só a classe política pensa, não interessa o que o Governo quer para cobrir seus rombos, seus desperdícios, sua má gestão” disse Skaf. “Interessa o que a sociedade, o que o povo, o que as pessoas querem. E as pesquisas mostram que 90% ou mais não querem aumento de impostos, não querem a recriação da CPMF.”

Paulo Skaf participa do Jornal da Manhã da Jovem Pan

Agência Indusnet Fiesp,

O presidente da Federação das Indústrias do Estado de São Paulo (Fiesp), Paulo Skaf, participou na manhã desta sexta-feira (20/3) do Jornal da Manhã, transmitido pela Rádio Jovem Pan. Durante a apresentação do jornal, Skaf comentou sobre a desempenho negativo da economia, a crise hídrica e a elevada carga tributária.

Skaf voltou a afirmar que o ajuste fiscal deve ser feito na redução de gastos do governo federal. “Ninguém é contra o ajuste fiscal. Agora o que precisa ser feito é combate às despesas e desperdícios”.

>>Ouça declaração do presidente da Fiesp sobre alta carga tributária

Skaf comentou ainda sobre a participação da indústria no Produto Interno Bruto (PIB) do país. Segundo ele, a indústria de transformação é responsável pelo pagamento de mais de 30% de toda carga tributária brasileira e aumentar ainda mais arrecadação deste setor é “matar a galinha dos ovos de ouro porque é a indústria de transformação que dá o melhor salário, desenvolve regiões e inova”.

>>Ouça análise de Skaf

O presidente da Fiesp voltou a defender a ampliação do limite de enquadramento das empresas no Simples Nacional, um regime especial de tributos para micro empreendedores. “Temos lutado muito para aumentar a faixa do Simples, isso beneficiaria milhões de pequenas e micro empresas”.

>>Declaração do presidente da Fiesp

Eporte

Também presidente do Serviço Social da Indústria de São Paulo (Sesi-SP), Paulo Skaf comentou durante o Jornal da Manhã as ações de fomento ao esporte na instituição. “A gente tem apoiado muito o esporte de rendimento para estimular a pratica esportiva de crianças e jovens”.

 >>Ouça declaração na íntegra

‘Temos que combater esses altos custos que existem no Brasil’, afirma Paulo Skaf na Jovem Pan

Agência Indusnet Fiesp

O presidente da Federação das Indústrias do Estado de São Paulo (Fiesp e Ciesp), Paulo Skaf, foi uma das personalidades ouvidas em reportagem veiculada no sábado (02/03) pela rádio Jovem Pan sobre o Produto Interno Bruto (PIB) de 2012.

Skaf disse que a indústria de transformação é um grande patrimônio do País que não pode ser perdido com a falta de competitividade.

“Problemas de juros altos, câmbio sobrevalorizado, de energia cara, de logística cara, tudo isso não é culpa das empresas. Isso é um estado conjuntural. Por isso nós temos que combater esses altos custos que existem no Brasil. Fazer com que as coisas sejam mais simples, desburocratizar, agilizar, reduzir impostos… Enfim, isso não é favor nenhum para a indústria. Isso é apenas uma busca de condições isonômicas com outros países do mundo”, comentou o presidente da Fiesp e do Ciesp.

A entrevista, veiculada originalmente no Jornal da Manhã, foi replicada na programação da emissora.

>>  Leia também: Produto manufaturado brasileiro é em média 34,2% mais caro que similar importado, diz estudo da Fiesp

Na Jovem Pan: diretor da Fiesp fala sobre o trem de alta velocidade no Brasil

Agência Indusnet Fiesp

Em entrevista ao Jornal da Manhã, da rádio Jovem Pan, desta segunda-feira (03/09), sobre as divergências entre especialistas em torno da necessidade de o Brasil ter um trem de alta velocidade, o diretor-titular do Departamento de Infraestrutura (Deinfra) da Federação das Indústrias do Estado de São Paulo (Fiesp) afirmou ser favorável ao trem de alta velocidade. “O Brasil precisa voltar a investir em transporte ferroviário de passageiros”, diz Cavalcanti.

O diretor-titular do Deinfra lembrou que o fluxo entre as duas cidades mais importantes do país, Rio de Janeiro e São Paulo, vem crescendo nos últimos anos. “O tráfego entre São Paulo e Rio de Janeiro não pode continuar a ser feito indefinidamente. Nós não podemos pensar esse tráfego, nos próximos 50 anos, com o aumento do tráfego aéreo e, além disso, não é possível construir oito ou dez pistas de cada lado das rodovias que ligam São Paulo ao Rio de Janeiro.”

Cavalcanti lembrou também da importância do trem de alta velocidade para interligar aeroportos. “Ele vai ser fundamental para ligar o Aeroporto de Viracopos à cidade de São Paulo e conectar os aeroportos de Guarulhos e Viracopos”, concluiu.

A reportagem ouviu ainda o professor de logística e transporte da Unicamp, Orlando Fontes Lima, e o presidente da Agência Nacional de Transportes Ferroviários, Joubert Flores.

Ouça a entrevista na íntegra:

 

‘Há espaço para a Selic baixar mais’, diz Paulo Skaf na rádio Jovem Pan

Agência Indusnet Fiesp

Em entrevista ao Jornal da Manhã, da rádio Jovem Pan, na manhã desta quinta-feira (12/07), o presidente da Federação e do Centro das Indústrias do Estado de São Paulo (Fiesp e Ciesp), Paulo Skaf, comentou a redução em meio ponto da taxa Selic, de 8,5% a.a para 8% a.a, anunciada na véspera (11/07) pelo Comitê de Política Monetária (Copom) do Banco Central (BC). É a oitava redução consecutiva da taxa.

Skaf conversou com os âncoras Anchieta Filho e Patrick Santos e sugeriu medidas mais lineares para incentivar aquecimento da economia brasileira.

Leia aqui a transcrição na íntegra ou clique no player para ouvir a entrevista (disponível apenas para quem tem instalado o aplicativo Windows Media Player):

Anchieta Filho – Vamos repercutir a taxa de juros no Brasil, a menor taxa Selic da história – 8%. Paulo Skaf, chegou no ponto ideal a taxa de juros?

Paulo Skaf – Anchieta, sem dúvida, essa baixa na Selic vem desde o ano passado – nós estávamos com 12,5% e tinha uma projeção de inflação para o ano de 2012 de 5,5%. Quando começou a baixar a Selic, que nós que sempre defendemos a baixa da Selic, muitas pessoas falavam e criticavam que o governo não estava mais preocupado com a inflação, que a inflação ia subir, enfim, aqueles de sempre, interessados na especulação e nos juros altos. A Selic saiu de 12,5%, no ano passado, para 8%, a inflação que estava projetada para 2012 para 5,5% hoje está projetada em 4,5%, baixou a inflação, e esses quatro pontos e meio na Selic, para uma dívida pública de dois trilhões de reais, representam uma economia de 90 bilhões de reais, mais que o orçamento da saúde.

Eu estou lembrando isso, Anchieta [Filho], porque a memória apaga o que acontece em meses anteriores, mas eu me lembro de quando nós lutávamos para que a Selic baixasse, muita gente criticava e com argumentos falsos, tanto é que o tempo mostrou quem tinha razão.

É lógico que 8% é muito melhor que 12,5%, mas também a inflação projetada para esse ano é de 4,5%, então ainda há espaço para a Selic baixar mais – não há nada que impeça a Selic ficar com um ponto real acima da inflação, enfim, ou até equilibrada com a inflação.

Nós temos uma situação de dificuldade, a economia não  está crescendo, o crescimento este ano não vai chegar a 2%, ele ficará entre 1,5% e 2% na economia brasileira, então tem mais que baixar a Selic, precisa baixar os spreads bancários também, vocês têm sempre batido nisso, e com muita razão, os juros que as pessoas físicas, pessoas jurídicas, que as pessoas pagam no Brasil é um verdadeiro absurdo, e além dos juros há outros ´pontos que precisam ser atendidos. Mas é um bom caminho essa redução da Selic.

Patrick Santos – Quais os efeitos, até agora, dessas medidas pontuais do governo para incentivar a indústria. Qual o efeito prático dessas medidas, como a redução do Imposto Sobre Produtos Industrializados (IPI)?

Paulo Skaf – Eu defendo medidas lineares, horizontais, medidas que abranjam todo o setor. A indústria de transformação, toda ela, passa por dificuldade devido ao problema da competitividade do Brasil. O problema não está da porta para dentro das fábricas. Da porta para dentro das fábricas, você tem equipamento moderno, inovação, tecnologia, mão de obra formada, tem marcas, tem mercado… O problema está no custo de se produzir no Brasil. Hoje é mais caro de se produzir no Brasil do que nos Estados Unidos, na Itália, na Argentina. Então, nós temos que focar na competitividade do país.

Estas medidas pontuais não são negativas, mas fica uma impressão de que a indústria está sendo privilegiada toda hora por medidas do governo. Quando na verdade, por exemplo, se reduz o IPI para linha branca. Daí, três ou seis meses disso, se prorroga a redução daquele mesmo IPI. Aí, meses depois se prorroga de novo daquele mesmo IPI. Fica uma impressão de que estão sendo atendidas muitas coisas, quando, na verdade, muito do mesmo acaba se fazendo. Elas não são medidas negativas, mas são medidas pontuais e setoriais. Eu sou a favor de medidas horizontais: todos precisam ser atendidos, toda a indústria de transformação é importante e passa por dificuldade devido à falta de competitividade do país.

Se você pegar a fábrica mais moderna e competitiva do mundo hoje e puser ela no Brasil, e colocar energia cara, gás caro, juros altos, custo de logística caro, um câmbio que agora melhorou um pouco, mas ficou totalmente defasado durante anos e ainda continua defasado, mas melhorou um pouco, e todos esses custos, dificuldade na educação… enfim, toda essa somatória prejudica a competitividade. Qualquer fábrica aqui instalada sentiria a mesma coisa.

Então, o que nós temos que fazer, é focar em medidas que atendam a todos e que resolvam o problema da competitividade do Brasil. E no curtíssimo prazo, que medida poderia ser feita para atender de forma justa e horizontal a todos, dando crédito a todos? Alongamento do prazo de recolhimento dos impostos.

As empresas hoje, além de pagarem impostos altos, antecipam, no caso da indústria, 50 dias, em média, o recolhimento dos impostos. Ou seja, a empresa paga o imposto e só 50 dias depois, em média de vários setores, vão receber os recursos do seu cliente pela venda do produto. Isto é um absurdo! Além da alta carga tributária, a empresa tem que tomar dinheiro emprestado no mercado, pagar juros elevados para antecipar para o governo.

Então, a medida no curtíssimo prazo e que atingiria a todos, não tem a história de um setor ou outro, e nem aquele que tem crédito ou não tem crédito, todos se beneficiariam, todos os que pagam e cumprem suas obrigações, seria o alongamento do prazo de recolhimento dos impostos. Essa é a medida do curto prazo.

E no médio e longo prazo nós temos que resolver o problema da competitividade do país, tendo uma energia a preço justo, tendo gás a preço Internacional, tendo juros isonômicos como outros países concorrentes, tendo uma infraestrutura e custo de logística cabível, tendo educação para a população, enfim, essa seria a solução do médio e longo prazo.

Na Jovem Pan, Paulo Skaf comenta pesquisa do IBGE: ‘precisamos de medidas mais lineares’

Agência Indusnet Fiesp

Em entrevista ao âncora Anchieta Filho, da rádio Jovem Pan, na manhã desta quarta-feira (04/07), o presidente da Federação e do Centro das Indústrias do Estado de São Paulo (Fiesp e Ciesp), Paulo Skaf, comentou os indicadores de produção industrial apurados em maio pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE). Os números do IBGE revelam que a produção industrial recuou 0,9% de abril para maio, em queda de 4,3% – pior resultado negativo desde setembro de 2009.

Paulo Skaf, presidente da Fiesp e do Ciesp

Skaf defendeu a adoção, pelo governo, de medidas mais horizontais e lineares para recuperar a competitividade brasileira. Entre elas, a ampliação do prazo para recolhimento dos impostos no Brasil.

Leia a transcrição da entrevista ou ouça o áudio na íntegra – basta clicar no player abaixo:

Anchieta Filho – A produção industrial teve queda de 4,3% na comparação com o mesmo mês de 2011. Pior resultado desde 2009. O que está acontecendo? Por que o governo está incentivando, lançando pacote toda hora e não consegue reagir a indústria?

Paulo Skaf – Isso que está acontecendo não é novidade. Já no ano passado, o crescimento da indústria de transformação foi zero. A economia brasileira cresceu pouco devido à falta de crescimento da indústria. Nós temos alertado isso há muito tempo. O que está acontecendo este ano [é o que] nós temos falado desde o princípio do ano. A verdade é que nós estamos passando por uma fase grave de falta de competitividade brasileira. O problema não está da porta para dentro das fábricas.

Da porta para  dentro das fábricas você tem equipamento moderno, você tem inovação, você tem tecnologia, mercado, marcas, você tem mão de obra formada. O que está realmente com problema é a [falta de] competitividade do Brasil.

Ao que eu me refiro? Eu me refiro a juros elevados – começaram a baixar a taxa Selic finalmente agora, mas os spreads bancários ainda são caríssimos; o crédito bancário é escasso – aumentou, mas nesse momento de dificuldade é escasso. A energia no Brasil, o preço da conta de luz, apesar de nós termos a geração de energia mais barata do mundo (por meio de hidrelétricas), nós temos o terceiro preço mais caro na conta de luz; o custo do gás é muito caro, a logística é muito cara. Enfim, existe todo um conjunto de problemas que roubam a competitividade do Brasil.

Se você pegar a mais moderna e eficiente indústria instalada em alguma parte do mundo, a melhor que você possa escolher e colocar no Brasil, devido a esses problemas conjunturais brasileiros, está caro produzir no Brasil, esta fábrica também vai perder sua competitividade.

Hoje, está mais barato produzir nos Estados Unidos, na Itália, na Argentina, que no Brasil. Então, nós temos alertado isso – fizemos uma campanha para baixar a conta de luz, estamos lutando para baixar o preço do gás, os juros, a logística, a infraestrutura, e, enquanto essa luta não surtir o efeito máximo, o que a gente sente é isso. A indústria sente esse baque, essa falta de crescimento que prejudica o Brasil.

Skaf: 'A ampliação do prazo para recolhimento dos impostos no Brasil, ainda neste ano, ajudaria a economia de forma rápida'

Anchieta Filho – O senhor acha que as medidas que o governo deveria anunciar seriam medidas de redução de custos para as empresas?

Paulo Skaf – Seriam medidas em busca de recuperar a competitividade do país, que esse é o problema. Tomar medidas pontuais não são ruins, mas você fica tomando aspirina para câncer. Toma uma medida pontual num determinado setor, toma outra medida pontual… fica uma impressão que até não é boa para a indústria. O que diante da sociedade fica parecendo é que está havendo favores e mais favores quando não há favor nenhum. Por exemplo, essas prorrogações de rebaixa de imposto. O Brasil tem 38% do PIB de impostos – o imposto é altíssimo. Então, quando se reduz algum imposto, por um tempo, por seis meses, por um ano, e depois de três meses volta a falar que vai prorrogar aquela redução como se fosse uma grande coisa. Na verdade, o custo do imposto no Brasil é altíssimo para toda a sociedade. Então, o que precisamos são medidas mais horizontais, mais lineares, e não para um ou outro setor, para uma ou outra empresa. Não quer dizer que tudo isso que tenha sido feito não sejam coisas positivas, mas são insuficientes. Porque é necessário pegarmos a doença pra valer, ou seja, combatermos o mal na raiz. E qual é esse mal? É o custo alto de se produzir no Brasil. O custo alto porque os juros no Brasil é elevado. Baixou a Selic, mas os créditos bancários são muito altos. O custo alto porque, no câmbio, até pouco tempo o dólar estava R$ 1,80, como no ano 2000, mas de lá para cá tivemos 120% de inflação.  O custo alto porque nós temos uma das contas de luz mais altas no mundo para todos os brasileiros, que injustamente pagam um preço de luz muito alto e nós temos que baixar esse preço. Custo alto no gás, na falta de infraestrutura, na logística. Enfim, é nisso que temos que competir, independente de tomar uma medida ou outra pontual, [como] para linha branca que prorrogou temporariamente o imposto, sendo que o imposto no Brasil é altíssimo. Quando se reduz o imposto, não deveria se reduzir temporariamente, deveria se reduzir pra valer.

Na minha opinião, para atingir de forma linear todas as empresas de forma justa, e que poderia ajudar a economia ainda neste ano, de forma rápida, é que deveria se ampliar o prazo para recolhimento dos impostos no Brasil.

Antigamente, há 30 anos, os prazos eram muito mais longos do que são hoje. Aí veio a inflação alta nos anos 80, os prazos para recolhimento de impostos e de venda de mercadorias reduziram. Aí a inflação foi embora (temos hoje uma inflação em torno de 4,5 a 5%, sob controle) e os prazos para vendas de mercadoria se alongaram. Ou seja, as indústrias vendem a prazos médios e longos, mas os impostos ficaram no prazo curto.

Então, os estudos técnicos da Fiesp mostram hoje que, além de nós pagarmos altíssimos impostos, a gente financia o Estado numa média de 49 dias. Ou seja, nós pagamos os impostos, em média, considerando todos os setores, 49 dias antes de recebermos o dinheiro da mercadoria que nós vendemos.  Então, além de pagar um imposto alto, a gente financia o Estado.

O que poderia ser feito agora? Prorrogar 60 dias o recolhimento de todos os impostos. Se isso fosse feito, irrigaria a economia de uma forma linear e justa, porque isso beneficiaria quem paga o imposto – o que é justo – e atenderia a todo mundo, sem depender de financiamentos e créditos bancários.

Se o governo tomasse uma decisão já de prorrogar em 60 dias o recolhimento dos impostos, isso sim atingiria a todos, sem exceção, e isso irrigaria a economia e ajudaria concretamente num curto prazo. Mas essa seria uma medida de curto prazo, porque se as outras medidas para recuperar a competitividade de Brasil não forem tomadas, em pouco tempo teremos problemas de novo. É preciso as duas coisas: uma medida eficiente e linear que pegue a todos, como ampliação dos prazos para recolhimento de impostos, que é justo, que é correto. É injusto como está hoje, seria corrigiria uma distorção e ao mesmo tempo ajudar a irrigar a economia e melhorar a situação no curto prazo e paralelamente tomar as medidas que é baixar o preço da energia, baixar o preço do gás, correr com investimentos na infraestrutura, investimentos na educação. Isso tudo que vai dar a base da competitividade do Brasil no futuro.