Carlos Arthur Nuzman: ‘Rio-2016 será maior em repercussão e oportunidades’

Edgar Marcel, Agência Indusnet Fiesp

Em encontro com empresários, o presidente do Comitê Organizador dos Jogos Olímpicos e Paralímpicos, Carlos Arthur Nuzman, foi o convidado desta terça-feira (09/10) da reunião do Conselho Superior da Indústria da Construção (Consic) da Federação das Indústrias do Estado de São Paulo (Fiesp).

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Carlos Arthur Nuzman na reunião do Consic: Jogos representam 41 campeonatos mundiais, com 11 mil atletas de 204 países. Foto: Everton Amaro.

Nuzman ressaltou números do evento programado para 2016 na cidade do Rio de Janeiro.

“Em duas semanas, vamos organizar 41 campeonatos mundiais, com 11 mil atletas de 204 países. Durante este período, estão previstos mais de 20 mil jornalistas credenciados, 70 mil voluntários, 8,8 milhões de ingressos vendidos”, dimensionou.

Os Jogos Paralímpicos apresentam proporções menores, não menos importantes: são 22 esportes em 12 dias, com mais de 4 mil atletas de 174 países. Cerca de 6 mil jornalistas credenciados, 30 mil voluntários e 2,2 milhões de ingressos vendidos completam as estimativas.

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Nuzman: item primordial na transformação da cidade do Rio é o setor de transportes. Foto: Everton Amaro.

“Londres-2012 foi um sucesso, mas não tenho dúvida em afirmar que Rio 2016 será maior em termos de repercussão e de oportunidades”, comentou Carlos Arthur Nuzman, que enfatizou que  ninguém organiza sozinho os Jogos Olímpicos. “Não há comitê organizador ou governo que faça isso acontecer isoladamente. Eles devem estar cada vez mais unidos para poder entregar tudo pronto e superar as dificuldades”, completou.

E a maior beneficiada, segundo Nuzman, será a juventude brasileira. “Os jogos são feitos para os atletas. E os benefícios que permanecerão após as competições serão dos jovens deste país. Não tenho dúvidas”, acrescentou.

Plano mestre

A cidade do Rio de Janeiro terá como missão concluir os quatro locais que concentrarão as disputas olímpicas: Maracanã, Copacabana, Barra (que vai receber mais da metade das competições) e Deodoro (zona norte, onde há o maior número de jovens abaixo dos 18 anos). “A mensagem foi entendida pelos eleitores há três anos na ocasião da escolha da cidade-sede, de poder transformar o que seria um exemplo para outras cidades no próprio continente sul-americano”, destacou Nuzman.

Estrutura

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Nuzman: 'Não tenho dúvida em afirmar que Rio 2016 será maior em termos de repercussão e de oportunidade'. Foto: Everton Amaro

O Rio de Janeiro, segundo o presidente do Comitê Organizador dos Jogos Olímpicos, terá a maior transformação. O item primordial, destaca Nuzman, é o setor de transportes: a linha 4 do metrô carioca está em construção, linhas férreas metropolitanas terão estações remodeladas, bem como os ônibus que atendem os cidadãos.

A revitalização total do porto da cidade, “maior parceria público-privada do Brasil” segundo Nuzman, visa o resgate da região central como eixo de desenvolvimento, com investimentos na ordem de R$ 7,7 bilhões. De acordo com ele, serão plantadas 15 mil árvores, construídos 4 quilômetros de túneis, pavimentados 70 quilômetros de vias (17 de ciclovias) e construídos 650 mil metros quadrados de calçadas.

Além destes números, estima-se ainda que, até 2014, 50% dos domicílios tenham acesso à internet. “Paradigma novo é o legado da experiência em Londres. Antes de sediar uma Olimpíada em 1992, Barcelona era o 16º [local] na lista de destinos na Espanha e hoje está entre os cinco”, comentou Nuzman.

Mesa

Participaram da mesa da reunião o presidente do Consic, José Carlos de Oliveira Lima, o diretor-titular do Deconcic e vice-presidente do Consic, Carlos Eduardo Pedrosa Auricchio, e o vice-presidente do Consic, Carlos Alberto Orlando, além dos conselheiros José Joaquim do Amaral Ferreira e Carlos Eduardo Garrocho de Almeida, entre outros.

Foto: reunião do Consic recebe Nuzman para falar de oportunidades para os Jogos Olímpicos e Paralímpicos

Agência Indusnet Fiesp

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Carlos Athur Nuzman, presidente do COB, durante a 23ª Reunião do Consic. Foto: Everton Amaro.


A 23ª reunião do Conselho Superior da Indústria da Construção (Consic) da Federação das Indústrias de São Paulo (Fiesp) recebeu na manhã desta terça-feira (09/10), o presidente do Comitê Organizador dos Jogos Olímpicos e Paralímpicos Rio 2016, Carlos Arthur Nuzman, que fez uma exposição sobre “As Oportunidades de Negócios para os Jogos Olímpicos e Paralímpicos Rio 2016”.

A reunião teve como tema os grandes eventos esportivos no Brasil para os próximos anos.

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Fiesp está à disposição do Comitê Organizador do Rio-2016, diz Paulo Skaf a Nuzman

Flavia Dias, Agência Indusnet Fiesp

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Carlos Arthur Nuzman e Paulo Skaf durante encontro na Fiesp

Os Jogos Olímpicos e Paralímpicos Rio-2016 representam uma excelente oportunidade para o Brasil apresentar ao mundo sua cultura, desenvolvimento tecnológico e os projetos na área de inovação. A opinião é do presidente da Federação das Indústrias do Estado de São Paulo (Fiesp), Paulo Skaf, ao receber nesta terça-feira (26/06), na sede da federação, a visita de Carlos Arthur Nuzman, presidente do comitê organizador dos Jogos Olímpicos e Paralímpicos Rio 2016.

Nuzman esteve na Fiesp para um encontro com empresários. O presidente do comitê organizador apresentou oportunidade de negócios e possibilidades de patrocínio durante a preparação para o evento, agendado para o segundo semestre de 2016.

Em sua participação no encontro, Skaf disse que o Brasil se tornará uma vitrine para o mundo durante os Jogos. “A Fiesp está à disposição para ajudar o presidente Nuzman em tudo que for possível durante a organização deste importante evento”, afirmou Skaf.

Skaf propôs ao comitê a realização de uma nova reunião em setembro, também na Fiesp, com representantes das indústrias paulistas. O objetivo é o de discutir oportunidades de negócios e a venda de cotas de patrocínio para os Jogos Olímpicos e Paralímpicos de 2016.

“Independentemente dos interesses comerciais do setor produtivo, a Fiesp tem uma responsabilidade com o Brasil. E a organização dos Jogos Olímpicos e Paralímpicos não pode ser encarada apenas como um problema do comitê olímpico, mas como um interesse de todos os brasileiros”, explicou o presidente da Fiesp.

Veja o vídeo sobre a visita de Nuzman à Fiesp: