Brasil esbarra em gigante russo e atletas do Sesi-SP ganham prata no vôlei masculino

Juan Saavedra, Agência Indusnet Fiesp

Dessa vez não deu. Depois de um início avassalador, em que chegou a abrir dois sets de vantagem, o Brasil foi derrotado neste domingo (12/08), em Londres, pela equipe da Rússia no tie-break por 3 sets a 2 (19/25, 20/25, 29/27, 25 /22 e 15/09) em duas horas e sete minutos de jogo. Com o resultado, a seleção ficou com a medalha de prata – a equipe conta com três atletas do Sesi-SP (Serginho, Sidão e Murilo).

É a terceira medalha de Serginho (ouro em Atenas-2004 e prata em Pequim-2008) e a segunda de Murilo (prata em Pequim-2008).

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Rússia e Brasil perfilados antes do jogo


O jogo

O Brasil foi absoluto nos dois primeiros sets, comandando o placar o tempo inteiro. Fechou o primeiro set em 24 minutos (25/19) e o segundo parcial em 26 minutos (25/20).

No terceiro set, o técnico russo, Vladimir Alekno, surpreendeu ao mexer na formação da equipe, deslocando o central Dmitriy Muserskiy, gigante de 2,18m, para a posição de oposto, e improvisando o oposto Maxim Mikhaylov como ponteiro passador. A aposta deu certo e os russos equilibraram o jogo, que passou a ser disputado ponto a ponto em cada virada de rede.

Ainda assim, o Brasil fez o 19/16 com Wallace e chegou aos 22/19 em erro de Muserskiy. Os russos empataram em 22/22, mas Wallace manteve a tranquilidade pela saída de rede: 23/22. Lucão, em jogada rápida, conseguiu o primeiro match point (24/23), mas a Rússia salvou.

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Murilo (camisa 8 ) fez 18 pontos no jogo.

A seleção de Bernardinho obteve novo ponto da medalha de ouro (25/24), mas a Rússia novamente empatou para conseguir em seguida seu primeiro set point (26/25). Sidão empatou (26/26), mas os russos conseguiram mais um set point em rali emocionante (28/27), fechando o parcial ao bloquear Lucão, em parcial de 34 minutos.

No quarto set, Giba entrou no lugar de Dante, que sentiu uma lesão. Foi o momento do Brasil se perder no jogo. Sem ritmo de competição, Giba cometeu erros na recepção e no ataque, e Wallace passou a errar mais pela saída de rede. Bernardinho escalou Thiago Alves no lugar de Giba, mas os russos seguiram bem no jogo, abrindo 19/14. O Brasil ensaiou uma reação no final, mas não foi suficiente. Os russos fecharam o segundo set com 25/22 em erro de saque de Murilo. Jogo empatado em sets (2 a 2).

No tie-break, Dante entrou no sacrifício, mas o Brasil não se reencontrou na quadra do complexo Earls Court. Jogando como oposto, Muserskiy – 31 pontos na partida – continuou imparável e os russos fecharam o jogo: 15 /9.

O ponteiro Murilo fez 18 pontos (16 pontos de ataque e dois de bloqueio), enquanto Sidão conseguiu quatro no saque, sete atacando e três bloqueando. Serginho liderou as estatísticas do jogo na defesa, com 18 bolas – três a mais que o russo Obmochaev. Murilo conseguiu pegar sete bolas.

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Dani Lins: levantadora do Sesi-SP é a personagem da seleção em Londres

Flávia Dias, Agência Indusnet Fiesp

Superação, disciplina e trabalho em equipe. Todos estes valores fundamentais à prática esportiva estão presentes na vida da levantadora do Sesi-SP Dani Lins, apontada pela crítica especializada como uma das protagonistas da equipe do técnico José Roberto Guimarães que, neste sábado (11/08),  em Londres, disputa o ouro na final do vôlei olímpico feminino ante o time dos Estados Unidos.

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Dani Lins (camisa 3) comemora vitória sobre o Japão. Ao fundo, Sheilla (13).

“Ela é a grande personagem da mudança de comportamento da seleção”, disse Marco Freitas, comentarista do canal de TV por assinatura Sportv, na terça-feira (07/08) logo após a empolgante vitória por 3 sets a 2 sobre a forte seleção russa, atual campeã mundial, pelas quartas de final dos Jogos Olímpicos.

Talmo de Oliveira, técnico do Sesi-SP, acredita que o bom desempenho da atleta em Londres é resultado de trabalho árduo. “Tudo o que ela viveu na seleção brasileira, seja como titular ou reserva, fez com que ela amadurecesse e visse o jogo de outra forma. No ano passado, a Dani Lins teve uma boa atuação no Sesi-SP e pudemos acompanhar o seu crescimento. E isso reflete na história que ela está construindo dentro da seleção”, dá seu testemunho o treinador – ele mesmo um medalhista olímpico na posição de levantador (Barcelona-1992).

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Depois de levantar a bola, Dani Lins (camisa 3) observa o ponto final da central Fabiana (camisa 1, também do Sesi-SP) na vitória sobre a Rússia.

Apesar das criticas durante o Grand Prix 2012, a pernambucana de 27 anos – que chegou a ser a terceira alternativa na posição e a ter ameaçada a sua convocação –  deu a volta por cima.

Em Londres, deixou o banco de reservas e, com atuações seguras e boa variação de jogo, conquistou o status de titular com a competição já em curso, sendo uma das peças fundamentais nos triunfos sobre a China, Sérvia, Rússia e Japão.

“Uma levantadora não se faz da noite para o dia. Ela está crescendo muito. Depois da entrada da Dani Lins, a seleção mudou o jeito de jogar e agora vamos em busca do bicampeonato olímpico”, afirma Talmo de Oliveira.

O técnico do Sesi-SP acredita que o exemplo de superação da levantadora do Sesi-SP serve de exemplo para crianças e jovens estudantes da instituição.

“Estas crianças estão vendo a Dani Lins jogar e, com certeza, ela vai servir de inspiração para tantos outros jovens talentos.”

Vôlei masculino do Brasil enfrenta Argentina nas quartas de final pelos Jogos Olímpicos

Juan Saavedra, Agência Indusnet Fiesp

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Giba comemora ponto. Campeão olímpico entrou para ganhar ritmo de jogo na vitória sobre a Alemanha.

Agora é tudo ou nada. Terminada a etapa classificatória, o vôlei masculino do Brasil enfrenta nesta quarta (08/07), a partir de 10h (horário de Brasília), a seleção da Argentina, pelas quartas de final dos Jogos Olímpicos de Londres.

A Argentina ficou na terceira colocação do Grupo A, com três vitórias (Austrália, Bulgária e Grã Bretanha) e duas derrotas (Itália  Polônia). A equipe é comandada por um velho conhecido dos brasileiros, o técnico Javier Weber, que já trabalhou no Brasil como levantador (1995/97) e treinador (2003/05).

No último jogo pelo Grupo B, na noite de segunda-feira (06/08), a seleção do técnico Bernardo Rezende, o Bernadinho, venceu a equipe da Alemanha por 3 sets a 0 (25/21, 25/22 e 25/19) em uma hora e 25 minutos de partida, encerrando a primeira fase dos Jogos na segunda posição, com quatro resultados positivos (Tunísia, Rússia, Sérvia e a Alemanha) e apenas um revés, para os Estados Unidos.

Já classificado, Bernardinho aproveitou o jogo para dar ritmo de jogo a atletas como Giba, Wallace, Rodrigão e Thiago Alves. Murilo, ponteiro do Sesi-SP, marcou apenas cinco pontos, todos de ataque. Já o central Sidão, também do Sesi-SP, fez cinco no bloqueio.

Caso passe pela Argentina, o Brasil enfrenta na sexta-feira (10/07) o vencedor do confronto entre Estados Unidos e Itália.

Jogos Olímpicos: Colucci fica em 36º lugar na prova de triatlon em Londres

Juan Saavedra, Agência Indusnet Fiesp

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O atleta do Sesi, Reinaldo Colucci ao centro. Foto: Valterci Santos/AGIF/COB

Com o tempo de 1h50m59, o brasileiro Reinaldo Colucci, atleta do Sesi-SP campeão nos Jogos Pan-Americanos de Guadalajara, terminou em 36º lugar no triatlon masculino dos Jogos Olímpicos-2012.

A prova aconteceu na manhã desta terça-feira (07/08) no Hyde Park, um dos pontos turísticos de Londres.

Colucci foi o brasileiro mais bem colocado na prova – seu companheiro Diogo Sclebin concluiu na 44ª posição os 1,5km de natação, 43km de ciclismo e 10km de corrida, com o tempo de 1h51m51.

O atleta do Sesi cruzou a linha de chegada quatro minutos e 34 segundos após o medalhista de ouro, Alistair Brownlee, bicampeão mundial, que completou a prova em 1h46m25. Javier Gómez ficou com a prata, com 1h46m36. O bronze ficou com o também britânico Jonathan Brownlee, 31 segundos após o irmão.

Depois de completar a etapa da natação apenas no 50º lugar, Reinaldo Coluccci ganhou 26 posições no ciclismo – seu fundamento mais forte – e foi para a corrida em 26º lugar.

Depois de completar a etapa da natação na 50ª posição entre 55 competidores, com 18 minutos e 56 segundos, Coluccci levou 41 segundos na transição, caindo duas posições. Ganhou 26 posições no ciclismo, cumprindo a etapa em uma hora, 18 minutos e 24 segundos, o oitavo melhor tempo entre os participantes. O paulista de Descalvado levou apenas 28 segundos na segunda transição, sexto melhor tempo. Na corrida, Colucci obteve o 33º tempo entre os inscritos, encerrando em 32 minutos e sete segundos.

Entrevista: Reinaldo Colucci, triatleta do Sesi-SP nos Jogos Olímpicos

Flávia Dias, Agência Indusnet Fiesp

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Colucci antes do treino oficial de ciclismo no percurso do Hyde Park. Foto: arquivo pessoal.


Falta pouco. É nesta terça-feira (07/08), no Hyde Park, que o triatleta Reinaldo Colucci, do Sesi-SP, participa da prova dos Jogos Olímpicos de Londres.  O medalhista de ouro nos Jogos Pan-Americanos 2011 percorrerá 1,5 km de natação, 40 km de ciclismo e 10 km de corrida, em prova com início programado para as 7h30, horário de Brasília.

Em entrevista exclusiva, Colucci fala de suas expectativas para a competição e para os próximos Jogos Olímpicos, no Rio, relembra os anos em que era estudante no Sesi-SP  em Descalvado, no interior paulista, e conta sobre a sua alegria com as mensagens de incentivo que recebeu das crianças no CAT de São Carlos, onde pratica seus treinamentos.

Colucci comenta ainda o trabalho de formação de novos atletas desenvolvido pelo Sesi-SP. “É algo único no Brasil”, elogia.

Leia a entrevista.


O que significa qual a sensação de representar o Brasil nos Jogos Olímpicos de Londres?

Eu comecei no esporte sonhando em um dia representar nosso país em uma Olímpiada. Hoje, com 26 anos, estou participando pela segunda vez de uma edição dos Jogos Olímpicos e isso me deixa muito orgulhoso, pois sei o quanto me dediquei por todos esses anos para estar entre os melhores atletas da minha modalidade do mundo.

Você adotou uma rotina especial de treino?

Na verdade, não modifiquei minha rotina, porém adotei uma preparação especial e focada para essa competição, o que incluiu um período de 25 dias de treinos em altitude na França.

Quais são as suas expectativas para a disputa dos Jogos Olímpicos?

Acredito que tenho grandes chances de melhorar a marca do Brasil, que é um 14º lugar no masculino.

Quantas horas você treina por semana para uma prova de distância olímpica?

São em torno de 35 horas de treino por semana, atingindo 20 km de natação, 300 km de ciclismo e 90 km de corrida.

Quem são os seus principais adversários?

Os times da Inglaterra e da Alemanha são os que contam com os atletas mais fortes e regulares.

Fazendo um balanço da sua carreira, você considera que está em sua melhor fase?

Ainda acho que estou evoluindo muito a cada temporada e acredito que ainda vou chegar à próxima Olimpíada, no Rio de Janeiro, em melhores condições.

Durante a sua adolescência você foi estudante do Sesi-SP. Como foi receber o convite para integrar a equipe de triatlo da instituição?

Eu sempre tive um grande vinculo com a instituição, pois estudei por oito anos na escola do Sesi em Descalvado (SP), minha cidade natal. Quando tive a oportunidade de também representar a equipe de triatlo do Sesi-SP foi algo muito gratificante, ao saber que mais uma vez estaria convivendo e representando um ambiente no qual já havia passado vários anos de minha vida.

O triatlo é esporte em expansão no Brasil e o Sesi-SP, uma das poucas instituições que investem na formação de novos talentos desta modalidade. Como você avalia este trabalho?

Sem dúvida, hoje, o trabalho de formação de novos atletas desenvolvido pelo Sesi-SP é algo único no Brasil e com certeza trará grandes resultado para os próximos anos.

Os atletas do Sesi-SP são fonte de inspiração e exemplo para milhares de crianças que estudam na instituição. Como é a sua relação com os alunos?

Eu treinos diariamente nas instalações do CAT de São Carlos, onde tenho o contato direto com centenas de crianças. É muito prazeroso quando um aluno encontra comigo e diz que viu alguma foto ou reportagem minha nas competições. Um exemplo foi antes da minha viagem para Londres, quando algumas classes fizeram cartazes com fotos e frases de incentivo para mim. Isso me deixou muito feliz e também é sempre um incentivo a mais para o empenho nos treinos e para alcançar melhores resultados.

Quais são seus planos depois desta experiência nos Jogos Olímpicos de Londres? Vai continuar no “time” do Sesi-SP? O que vem por aí?

Hoje, tenho a melhor estrutura de treinos que já tive na minha carreira dentro da equipe Sesi-SP, além de uma forte identificação com a instituição. Então, meu único plano é o de continuar crescendo com o time.


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Vôlei: seleção feminina vence China e permanece viva na disputa dos Jogos Olímpicos

Flávia Dias, Agência Indusnet Fiesp 

A seleção brasileira de vôlei feminino está mais próxima da classificação para a segunda fase dos Jogos Olímpicos de Londres. Após uma sequência negativa – duas derrotas contra as seleções dos Estados Unidos e Coréia do Sul –, o time do técnico José Guimarães derrotou na manhã desta sexta-feira (03/08) a equipe da China por 3 sets a 2 (25/16, 20/25, 25/18, 28/30 e 15/10), em 2h17 de jogo, realizado no Centro de Convenções Earls Court.

Destaque da partida, a central Fabiana – contratação do Sesi-SP para a temporada – marcou 13 pontos (10 de ataque e três de bloqueio). Já a levantadora Dani Lins, também do Sesi-SP, atuou durante a maior parte do jogo e marcou um ponto de ace.

O jogo

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Dani Lins, em jogada de ataque contra a China. Resultado: 3x2 para o Brasil

Entrosada, a equipe brasileira apresentou bom volume de jogo durante todo o primeiro set. Com um ataque eficiente, o time da levantadora Dani Lins abriu oito pontos de diferença no placar (14 /6) e fechou, sem dificuldades, a parcial por 25/16.

No segundo set, a seleção chinesa se reestruturou, aproveitou os erros cometidos pelas brasileiras e, com bolas rápidas de ataque, venceu a parcial, por 25 /20.

Concentradas, as jogadoras brasileiras voltaram melhor no terceiro set. Com um bom volume de jogo, dessa vez foram as atuais campeãs olímpicas que tiraram proveito dos erros de ataque da China e encerraram a parcial em 25 /18.

No quarto set, o mais equilibrado da partida, a equipe chinesa reagiu, melhorou suas bolas de ataque e venceu a parcial por 30/28, levando a disputa para o tie-break. E foi aí que a equipe brasileira levou vantagem e venceu o quinto e último set por 15 /10 e partida por 3 sets a 2.

Neste domingo (05/08), o Brasil entra em quadra contra a seleção da Sérvia, às 18 h, no Centro de Convenções Earls Court.

Ficha técnica

Brasil: Dani Lins, Sheilla, Paula Pequeno, Jaqueline, Fabiana e Thaisa. Líbero – Fabi
Entraram: Fernandinha, Tandara, Fernanda Garay e Natália
Técnico – José Roberto Guimarães

China: Wang, Hui, Wei, Xu, Ma e Zhang. Líbero – Zhang
Entraram: Yang, Chu e Zeng
Técnico – Juemin Yu


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Vôlei masculino: Brasil sofre 1º revés nos Jogos Olímpicos e perde liderança do grupo B

Flávia Dias, Agência Indusnet Fiesp

A seleção brasileira de vôlei masculino sofreu seu primeiro revés nos Jogos Olímpicos de Londres. Após a sequência de duas vitórias – Tunísia e Rússia –, o time do técnico Bernardinho foi derrotado pela seleção dos Estados Unidos por 3 sets a 1. Parciais: 25 a 23, 25 a 27, 19 a 25 e 17 a 25, no Centro de Convenções Earls Court, em Londres. O resultado tira a seleção brasileira da liderança do grupo B, posição assumida agora pelos EUA.

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Murilo arma jogada de ataque contra os Estados Unidos

Serginho, líbero do Sesi-SP e da seleção brasileira, admitiu que a equipe não fez uma boa apresentação: “O time não jogou bem. Nós sabíamos que eles iriam jogar com inteligência, mas cometemos muitos erros de ataque”, avaliou. “O campeonato segue. Temos que pensar no próximo adversário. Ninguém gosta de perder, mas temos que dar sequência ao que vínhamos fazendo”, completou.

O jogo

No primeiro set, a equipe brasileira soube aproveitar os erros de ataque cometidos pelo time americano e conseguiu abrir uma vantagem de quatro pontos no placar (16 a 14). Com bolas rápidas de ataque e um bloqueio eficiente, o Brasil venceu a preliminar por 25 a 23.

O segundo set foi bastante disputado, com uma bela disputa das duas equipes pela liderança no placar, mas a vantagem acabou ficando com o time americano, que criou boas oportunidades de ataque e venceu a parcial por 25 a 27.

Após essa derrota, a seleção brasileira não conseguiu mais se reestruturar, cometendo erros de bloqueio e de ataque fatais. No final, venceu o time dos Estados Unidos, que permanece invicto no torneio.

Neste sábado (04/08), o Brasil enfrenta a seleção de Sérvia, às 18h, no Centro de Convenções Earls Court, em Londres, Inglaterra. A partida terá transmissão da TV Record e dos canais por assinatura SporTV e ESPN Brasil.

Ficha técnica

Brasil: Bruno, Leandro Vissotto, Sidão, Lucão, Dante e Murilo. Líbero – Serginho
Entraram: Wallace, Ricardinho, Rodrigão e Giba
Técnico: Bernardinho

Estados Unidos: Anderson, Lee, Suxho, Priddy, Holmes, Stanley. Líbero – Lambourne
Entraram: Mckenzie, Smith, Rooney e Lotman
Técnico – Alan Knipe

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Irreconhecível, vôlei feminino do Brasil perde para a Coreia do Sul

Juan Saavedra, Agência Indusnet Fiesp

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Campeãs olímpicas precisam de duas vitórias para seguir adiante nos Jogos

Ficou difícil. Depois de perder para os Estados Unidos na segunda-feira (30/07), a seleção brasileira de vôlei feminino teve novo revés na noite desta quarta-feira (01/08) — desta vez para a Coreia do Sul, por 3 sets a 0 (25/23, 25/21 e 25/21) ― e ficou em situação complicada para a conquista de uma vaga nas quartas de final dos Jogos Olímpicos de Londres.

Para ter chances de classificação sem depender de outros resultados, as meninas do Brasil precisam vencer os dois jogos restantes pelo Grupo B: China (sexta, 03/08) e Sérvia (05/08).

Com uma atuação que em pouco lembrou o desempenho habitual da geração campeã olímpica, a equipe do técnico José Roberto Guimarães desperdiçou contra-ataques em momentos importantes dos sets e não conseguiu neutralizar o principal ponto forte das coreanas, a atacante Kim Yeon-Koung, que marcou 21 pontos, todos de ataque.

Pelo Brasil, um dos destaques foi a central Fabiana, nova jogadora do Sesi-SP, com 10 pontos – sete de ataque, um no bloqueio e dois no saque.

A seleção volta a jogar na sexta-feira (03/08), às 5h30 (horário de Brasília), contra a China.

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Meninas do Sesi-SP estreiam neste sábado (28/07) em Londres

Flávia Dias, Agência Indusnet Fiesp

Em busca do bicampeonato olímpico, a seleção brasileira de vôlei feminino estreia neste sábado (28/07) nos Jogos Olímpicos, enfrentando a seleção da Turquia. A partida começa às 18h (horário de Brasília), no Centro de Convenções Earls Court, em Londres, com transmissão ao vivo na TV Record e nos canais por assinatura SporTV e ESPN Brasil.

Medalha de ouro nos Jogos de Pequim (2008), a central do Sesi-SP, Fabiana, é uma das grandes esperanças da seleção brasileira durante a competição. Além dela, o time do técnico José Roberto Guimarães conta com a levantadora Dani Lins e a ponteira/oposta, Tandara.

Na primeira fase da competição, o Brasil está no Grupo B e tem como adversários as seleções dos Estados Unidos (30/07), Coreia do Sul (01/08), China (06/08) e Sérvia (05/08).

Além do ouro em Pequim (2008), a seleção feminina conquistou duas medalhas de bronze nos Jogos Olímpicos de Atlanta (1996) e Sydney (2000).

Sesi-SP é Brasil em Londres

Sesi-SP é Brasil em Londres 

Paulo Skaf

Todos sabemos que o ensino muda a realidade das pessoas, das comunidades e do País. O conhecimento é o bem mais precioso que se pode conquistar e, ao mesmo tempo, ninguém pode tirar. Dá poder aos indivíduos e os torna capazes de lutar por seus direitos e conquistar seu próprio futuro. Uma nação próspera e desenvolvida se constrói a partir da educação de seu povo.

Como presidente do Sesi-SP, tenho trabalhado diariamente para melhorar o ensino no Estado de São Paulo. Implantamos em nossas escolas um modelo básico que valoriza a formação plena do ser humano. Com atividades em tempo integral, além do conteúdo curricular obrigatório, oferecemos em todas as classes, do nível Fundamental ao Médio, programas esportivos, culturais, de saúde e de alimentação. Preparamos nossas crianças para a vida. Em 211 escolas, temos hoje cerca de 200 mil alunos.

Como parte do que fizemos nos últimos três anos, somente na área do esporte, foram construídas 103 quadras poliesportivas cobertas, 40 campos de futebol com grama sintética e 39 piscinas semiolímpicas aquecidas, com investimentos de R$ 125 milhões. Temos 50 mil inscritos no programa Atleta do Futuro, em 104 municípios. Além disso, dedicamos R$ 25 milhões anuais para a manutenção de 17 equipes, em 12 modalidades, abrangendo 651 atletas de rendimento, dentre os mais importantes do País.

A ideia de investir nesses atletas tem dois focos: além de contribuir para a presença do Brasil em competições esportivas nacionais e internacionais, como a Olimpíada que começa agora em Londres, criamos “dentro de casa” exemplos nos quais nossos alunos e milhões de outras crianças e jovens espalhados pelo Brasil  querem e podem espelhar-se. Os resultados desse esforço estão expressos na convocação de 17 atletas e dois técnicos do Sesi-SP para representar nosso país na Olimpíada e  Paraolimpíada de Londres.

A indústria paulista orgulha-se de estar contribuindo para um Brasil vitorioso também no esporte. Só posso desejar boa sorte aos nossos atletas e que tenham muito sucesso!