Fiesp faz pesquisa que Levy pediu sobre CPMF

Agência Indusnet Fiesp

No último dia 3 de novembro, o ministro da Fazenda, Joaquim Levy, sugeriu que se fizesse uma enquete com os brasileiros para saber o que pensam da CPMF e por que seriam contra a recriação desse imposto, que o governo defende. A Federação das Indústrias do Estado de São Paulo (Fiesp), que vem lutando contra a criação da CPMF e de qualquer outro imposto, aceitou o desafio e encomendou não apenas uma enquete, mas uma pesquisa.

O ministro tem agora a sua resposta, que confirma o que já estava muito claro para nós: o brasileiro não apoia a criação de mais impostos. Segundo pesquisa telefônica do Ideia Inteligência com 20 mil pessoas em 122 cidades brasileiras, 56% dos entrevistados sabem o que é CPMF. Desse universo, 86% declaram não gostar desse imposto.

Apenas 11% das pessoas que sabem o que é a CPMF responderam que gostam do imposto. Entre os que rejeitam a contribuição, 78% apresentam uma justificativa simples: não gostam da CPMF “porque é mais um imposto”. Diante de outras características do imposto mencionadas por Levy na semana passada, 9% responderam não gostar da CPMF “porque ela alcança todo mundo”, outras 5% porque “é fácil de recolher” e 3% “porque é transparente”.

Os dados dessa pesquisa reforçam a certeza da Fiesp de estar no caminho certo, na defesa dos interesses do setor produtivo e de toda a sociedade, ao se colocar contra o aumento de impostos, inclusive da CPMF. A campanha “Não Vou Pagar o Pato” vem recebendo apoios em todo o país e já conta com quase um milhão de assinaturas.

Esperamos, portanto, que o Congresso Nacional, sempre sensível aos clamores da sociedade, respeite a vontade dessa maioria e não aprove a emenda que pretende recriar a CPMF, derrotada em 2007 após ampla campanha da Fiesp.

Mais uma vez, ficou provado que a população brasileira não quer pagar o pato!

Clique aqui para ver a íntegra da pesquisa.

>> Ouça boletim sobre a pesquisa

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“Não tem cabimento mexer com a indústria”, diz Skaf sobre desoneração da folha

Alice Assunção, Indusnet Fiesp

Durante encontro com o ministro da Fazenda, Joaquim Levy, nesta quarta-feira (20/5) em Brasília, o presidente da Federação e do Centro das Indústrias do Estado de São Paulo (Fiesp e Ciesp), Paulo Skaf, voltou a defender a manutenção da desoneração da folha de pagamento para o setor de transformação.

“Se a gente precisava de ajuda antes, agora, com falta de demanda, de crédito, juros altos, as necessidades são ainda maiores”, disse Skaf após a reunião. “Não tem cabimento mexer com a indústria. A alíquota da indústria não pode mudar”, acrescentou.

O governo estuda aumentar a alíquota da tributação de 1% sobre o faturamento para 2,5%, e dos atuais 2% para 4,5%.

“A proposta é que a indústria fique no 1%”, reiterou Skaf. “Não aceitamos a alíquota majorada porque não é justo”.

Segundo o presidente da Fiesp e do Ciesp, a reunião com Levy “não foi conclusiva, mas positiva. O ministro ouviu. Conversamos sobre outros temas, mas na realidade o tema principal foi a desoneração”.

Ajuste fiscal é “quase unanimidade” entre classes produtoras, diz Joaquim Levy

Anne Fadul, Agência Indusnet Fiesp 

A necessidade do ajuste fiscal é “quase uma unanimidade” entre as classes produtoras, afirmou o ministro da Fazenda, Joaquim Levy, após almoçar com o presidente da Federação das Indústrias do Estado de São Paulo (Fiesp), Paulo Skaf, e empresários, nesta segunda-feira (16/3), na sede da entidade.

“A Fiesp tem sempre um papel muito importante tanto em apoiar o governo, mas também trazer sugestões e isso eu acho que hoje a gente conseguiu em grande medida”, disse Levy.

Do lado da indústria, Skaf ponderou, no entanto, que há divergência na forma como o ajuste é feito. “Na nossa visão, você pode fazer ou aumentando a receita ou reduzindo despesa e é esse o ponto que nós discordamos. Como não há crescimento, aumentar receita significa aumento de impostos. É fundamental que o ajuste fiscal tenha como base a redução de despesas”.

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Ministro Joaquim Levy em reunião com Paulo Skaf e empresários na Fiesp. Foto: Ayrton Vignola/Fiesp

Questionado sobre as desonerações da folha de pagamento, Skaf disse que o aumento proposto pelo governo do imposto de 1% sobre o faturamento para 2,5%, e dos 2% atuais para 4,5%, não resolve o problema das contas públicas.

“Não houve favor nenhum do governo em reduzir taxas, pois no Brasil paga-se quase 37% do PIB de impostos. No ano passado, os governos federal, municipal e estadual arrecadaram mais de R$ 1 trilhão de impostos. Se taxar fosse a solução, o país seria perfeito porque há 60 anos a carga tributária era 10% do PIB, há 20 anos era 25% e hoje é 37%”.

Outro tema debatido durante a reunião foi a questão da junção do Pis/Cofins que está sendo estruturada no governo. Skaf mostrou interesse em analisar a medida. “Uma coisa é juntar dois impostos, outra é, na hora de juntar, aumentar a carga tributária, como aconteceu quando acabou a cumulatividade do Pis/Confins, uma arrecadação R$20 bilhões ao ano”, disse.

Participaram do almoço os empresários Abílio Diniz (BRF), Carlos Alberto de Oliveira Andrade (Caoa), Jorge Gerdau, o ex-presidente do Banco Central Henrique Meirelles e o ex-ministro da Fazenda Antonio Delfim Neto.

Ministro da Fazenda adia visita à Fiesp

Agência Indusnet Fiesp

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Joaquim Levy. Foto: Agência Brasil

Em função de problemas de agenda, o ministro da Fazenda, Joaquim Levy, adiou a visita que faria nesta segunda-feira (19/01), à sede da Federação e do Centro das Indústrias do Estado de São Paulo (Fiesp e Ciesp), para reunião com o presidente das entidades, Paulo Skaf, e empresários de diversos setores.

Uma nova data a ser confirmada em breve, possivelmente na próxima semana.

Fotos: presidente da Fiesp cumprimenta ministros da Fazenda e do MDIC

Agência Indusnet Fiesp

O presidente da Federação das Indústrias do Estado de São Paulo (Fiesp) e do Centro das Indústrias do Estado de São Paulo (Ciesp), Paulo Skaf, participou na segunda-feira (05/01), em Brasília (DF), da cerimônia de posse do ministro da Fazenda, Joaquim Levy.

No dia seguinte (06/01), também na capital federal, o presidente da Fiesp e do Ciesp foi recebido pelo ministro Arthur Chioro, mantido no Ministério da Saúde.

Na quarta-feira (07/01), Skaf assistiu à posse do novo titular do Ministério do Desenvolvimento, Indústria e Comércio Exterior, Armando Monteiro Neto, e cumprimentou o ministro ao final da solenidade, realizada no auditório do Banco Central, em Brasília.

Veja as imagens:

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Joaquim Levy e Paulo Skaf. Foto: Arquivo pessoal

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Armando Monteiro e Paulo Skaf. Foto: José Paulo Lacerda/CNI

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Paulo Skaf e ministro da Saúde, Arthur Chioro. Foto: Erasmo Salmão/MS

Nota oficial: Fiesp e Ciesp esperam que equipe econômica alcance melhor resultado

Nota oficial

A Federação das Indústrias do Estado de São Paulo (Fiesp) e o Centro das Indústrias do Estado de São Paulo (Ciesp) recebem com satisfação o anúncio dos novos integrantes da equipe econômica do governo federal.

A indústria espera que Joaquim Levy (Ministério da Fazenda) e Nelson Barbosa (Ministério do Planejamento), assim como Alexandre Tombini, que permanece na presidência do Banco Central, conduzam a economia com responsabilidade, visão de futuro e estímulo aos que querem produzir, trabalhar e fazer o País crescer.

“São pessoas sérias, preparadas e esperamos que consigam alcançar o melhor resultado”, afirma Paulo Skaf, presidente da Fiesp e do Ciesp.

A Fiesp e o Ciesp desejam sucesso ao Brasil e continuarão parceiras na luta pela geração do emprego e pela redução da burocracia, dos impostos e dos entraves à produtividade da indústria.

Federação das Indústrias do Estado de São Paulo (Fiesp)
Centro das Indústrias do Estado de São Paulo (Ciesp)