Para Benjamin Steinbruch, Brasil deveria comemorar, e não criticar, o fato de ter taxas baixas de desemprego

Agência Indusnet

Em artigo no jornal Folha de S.Paulo desta terça-feira (24/9), o vice-presidente da Federação das Indústrias do Estado de São Paulo (Fiesp), Benjamin Steinbruch, criticou enfaticamente os analistas econômicos que afirmam que, para o país controlar a inflação, “deveria conviver com uma taxa de desemprego mais alta do que os atuais 5,6%, além de elevar a taxa de juros”.

O empresário classifica esse pensamento como um enorme contrassenso e concorda com as afirmações do economista britânico, John O’Neill, de que o aumento do nível de emprego é  “o tipo de problema que qualquer ministro de Finanças europeu reza para ter”.

Apesar de concordar que o Brasil precisa de muitas reformas e mudanças de rota, Steinbruch avalia que o crescimento econômico nunca deva ser estimulado com a perda de empregos. E questiona: “Alguém pode imaginar o que seria do país se esses 7,7 milhões de empregos formais não tivessem sido criados nos últimos cinco anos?”.

Veja o artigo na íntegra abaixo ou no site do jornal Folha de S.Paulo.


Imagem relacionada a matéria - Id: 1539795098