Raio X do Comércio Exterior Brasileiro

O Raio X  é um levantamento mensal do comércio exterior brasileiro por setor e parceiros comerciais. Estudo realizado pela área de Análise Econômica do Departamento de Relações Internacionais e Comércio Exterior da Fiesp (Derex).

Foto: Paulo Skaf recebe Cônsul Geral do Japão, Takahiro Nakamae

Agência Indusnet Fiesp,

O presidente da Federação das Indústrias do Estado de São Paulo (Fiesp), Paulo Skaf, recebeu nesta quinta-feira (2/7) o Cônsul Geral do Japão, Takahiro Nakamae. No encontro, que aconteceu na sede da entidade, foi discutida a situação econômica brasileira, acordos de comércio e as relações bilaterais.

O diretor do Departamento de Relações Internacionais e Comércio Exterior (Derex), Thomaz Zanotto, também participou da reunião, que contou ainda com a presença do chefe do Departamento Econômico do Consulado Geral do Japão, Hidetoshi Ebisu.

Paulo Skaf e Takahiro Nakamae, Cônsul Geral do Japão. Foto: Everton Amaro/Fiesp

 

 

Foto: Cônsul Geral dos Estados Unidos, Dennis Hankins, se reúne com empresários na Fiesp

Agência Indusnet Fiesp,

A Federação das Indústrias do Estado de São Paulo (Fiesp) recebeu na manhã desta quinta-feira (2/7)  o Cônsul Geral dos Estados Unidos em São Paulo, Dennis Hankins. O diretor do Departamento de Relações Internacionais e Comércio Exterior (Derex), Thomaz Zanotto, conduziu o encontro.

Na Fiesp, Hankins acompanhou as visitas do prefeito de Los Angeles, Antonio Villaraigosa, em novembro de 2012, do conselheiro-geral da Representação de Comércio dos Estados Unidos, Timothy Reif, em maio de 2014, do subsecretário adjunto do Comércio Internacional dos Estados Unidos, Kenneth E. Hyatt, em agosto de 2014, e  do ministro conselheiro da Embaixada norte-americana em Brasília, Andrew Bowen, em outubro do ano passado. O Cônsul também participou do encontro de empresários com o governador da Georgia, Nathan Deal.

Cônsul Geral dos EUA em São Paulo durante reunião com empresários na Fiesp. Foto: Ayrton Vignola/Fiesp

 

 

Japão e Brasil trocam expertise na área de infraestrutura em seminário na Fiesp

Anne Fadul, Agência Indusnet Fiesp

Com o objetivo de ampliar a relação bilateral entre Japão e Brasil, a Federação das Indústrias do Estado de São Paulo (Fiesp) e o Ministério de Economia, Comércio e Indústria do Japão (METI) promoveram o Seminário de Tecnologias Japonesas para Transporte Ferroviário Urbano e Energia Elétrica, na tarde desta quinta-feira (19), na sede da entidade.

Clodoaldo Pelissioni, secretário de transportes metropolitanos de São Paulo, apresentou alguns desafios e planejamentos do setor ferroviário urbano em São Paulo. “Nosso objetivo é integrar o sistema metro ferroviário metropolitano e municipal, terminar as obras em andamento, melhorar a eficiência das redes e vias que já estão em operação, atender novas regiões do estado e pesquisar novas soluções tecnológicas e recursos para investimentos”, afirmou.

Clodoaldo Pelissioni, da Secretaria de Transportes Metropolitanos. Foto: Helcio Nagamine/Fiesp

 

Segundo Pellissioni, o serviço metroviário de São Paulo terá cinco novas linhas, e quatro trechos em expansão. Ele acrescentou que são mais de 116,5 quilômetros de extensão, 213 trens, e R$ 48 bilhões de investimentos.

Já para a Empresa Metropolitana de Transportes Urbanos de São Paulo (EMTU), a expectativa é que tenha mais de 83 quilômetros de extensão, 83 estações e um investimento de R$ 400 milhões. Para o modal VLT (trem de alta velocidade, na sigla em inglês), a ideia é que seja construído 11,2 km de extensão, 15 estações, 22 trens com um investimento de R$ 1,9 bilhão.

“Em 2014, os investimentos no sistema metro ferroviário foram 27,5% maior que 2013”, garantiu.

A secretaria tem a expectativa de interligar as regiões de Campinas, Sorocaba, Jundiaí, São José dos Campos, e Baixada Santista.

“Já temos o projeto de conexão de São Paulo para Americana, passando por Campinas. Serão nove paradas, 135 km de extensão, uma hora de viagem e terá integração com as linhas 6, 7 e 8 do metrô”, disse Pellisioni.

Energia
Durante o encontro também foram discutidas a transmissão e distribuição de energia elétrica. Carlos Eduardo Cabral Carvalho, assessor da Agência Nacional de Energia elétrica (ANEEL), disse que a missão da agência é proporcionar condições favoráveis ​​para que o mercado de energia elétrica se desenvolva com equilíbrio.

Carlos Eduardo Cabral Carvalho, assessor da Aneel. Foto: Helcio Nagamine/Fiesp

 

Segundo Carvalho, mais de 75% da eletricidade produzida no Brasil vem da energia renovável. “O território brasileiro tem potencial de energia solar média anual entre 1200 e 2400 kWh/m². Os custos atuais desta tecnologia são relativamente alto, mas eles estão diminuindo”, ponderou.

Neste contexto, a tecnologia Smart Grid foi uma aposta citada por Carvalho. “Não há dúvida de que as redes inteligentes serão implementadas no Brasil. É um processo natural de evolução tecnológica. O objetivo é lidar com a nova realidade, envolver o consumidor, mostrar que a tecnologia é para seu benefício e garantir a aplicação de forma a beneficiar toda a sociedade”, disse.

Há cerca de 270 projetos de redes inteligentes no Programa de Pesquisa e Desenvolvimento da ANEEL, com um investimento na ordem de US$ 380,5 milhões de 2008 até 2016, confirmou Carvalho.

Na área de transmissão são 191 projetos, com um investimento total de US$ 254,7 milhões, também de 2008 a 2016. O foco dos projetos é o planejamento de sistemas de energia elétrica, operação do sistema elétrico, supervisão, controle e proteção de sistemas de potência, qualidade e confiabilidade dos serviços de eletricidade.

Durante o encontro foram apresentados cases de empresas japonesas como Hitachi, JR-East e Toshiba. Jose Augusto Corrêa, diretor titular adjunto do Departamento de Relações Internacionais e Comércio Exterior (Derex) da Fiesp, disse que o encontro foi útil para estreitar os laços e tornar o Japão um aliado do Brasil. E para Tomoya Sato, diretor da divisão de cooperação financeira do METI, a ideia foi incrementar ainda mais o conhecimento mútuo sobre infraestrutura entre os dois países.

Autoridades e empresários do Peru vem à Fiesp discutir investimento brasileiro

Amanda Viana, Agência Indusnet Fiesp

Empresários e autoridades peruanas buscaram nesta quarta-feira (18/3) meios de ampliar os investimentos brasileiros no Peru. Em encontro na sede da Federação das Indústrias do Estado de São Paulo (Fiesp), um dos representantes do país andino pediu aos empresários do Brasil que “continuem investindo” na economia peruana.

Delegação peruana em encontro na Fiesp sobre oportunidades de investimento. Foto: Helcio Nagamine/Fiesp

O presidente da associação inPeru, José Antonio Blanco, deu informações sobre a atividade econômica daquele país, que cresce a um ritmo de 6 por cento ao ano, com a inflação média anual de 5,2 por cento. De acordo com Blanco a entrada de empresas brasileiras no país cresceu nos últimos anos.

“Valorizamos o incentivo do investimento público e privado, nacional e estrangeiro. E, por isso, pedimos que o Brasil continue investindo no Peru”, afirmou Blanco durante o seminário Oportunidades de Investimentos no Peru, organizado pelo Departamento de Relações Internacionais e Comércio Exterior (Derex) da Fiesp.

Antonio Fernando Bessa, diretor titular adjunto do Derex, reforçou a relação harmoniosa entre o Brasil e o Peru. “Estamos muito otimistas para que hoje seja um novo marco para maior integração entre os dois países”.

Giancarlo Gasha Tamashiro, vice-ministro da Economia do Ministério de Economia e Finanças do Peru, afirmou que o Peru é um país totalmente integrado ao mundo, devido aos seus acordos econômicos e de livre comércio.

Como prova de que o cenário econômico no Peru é favorável, Tamashiro apresentou dados sobre o país, como população, renda Per Capita e PIB, além de projetos econômicos e de infraestrutura. Em 2014, o Produto Interno Bruto (PIB) do Peru cresceu 2,4 por cento, apesar do ano ter sido de crise para grande parte dos países.

O Cônsul Geral do Peru no Brasil, Arturo Jarama, citou brevemente um panorama histórico, político e econômico sobre a trajetória que resultou na boa relação entre os dois países.

Modelo econômico da China pressiona Brasil a identificar oportunidades de negócios

Alice Assunção, Agência Indusnet Fiesp

A expansão econômica da China, que chegou a ostentar dois dígitos, deve apresentar um crescimento entre cinco e seis por cento pelos próximos anos, projetou o especialista em mercados asiáticos Arthur Kroeber, da consultoria Dragonomics. E, segundo ele, o novo modelo de crescimento chinês sinaliza dificuldades para o Brasil que, nos últimos anos, se escorou nas exportações de commodities ao país em meio a elevados preços internacionais.

“O problema é a composição desse crescimento, que vai ser muito diferente da composição do crescimento passado”, disse Kroeber em palestra organizada pelo Conselho Empresarial Brasil-China na sede da Federação das Indústrias do Estado de São Paulo (Fiesp) sobre um novo modelo chinês que se baseia na expansão da classe média e no consumo interno.

Kroeber afirmou ainda que o Brasil precisa encontrar novas frentes de comércio bilateral com a China para compensar as perdas com o fim do boom dos preços de commodities.

“A principal mensagem para o Brasil deve ser realista. O enorme benefício que o país desfrutou principalmente na década passada não voltará”, disse o especialista.

“O ponto chave é identificar novas oportunidades na mudança da estrutura da demanda chinesa e descobrir de onde vocês podem tirar proveito”,  alertou o especialista a empresários e representantes do setor privado, no encontro na Fiesp.

Arthur Kroeber, especialista em mercados asiáticos da Dragonimics. Foto: Helcio Nagamine/Fiesp

 

O diretor de Relações Internacionais e Comércio Exterior (Derex) da Fiesp, Thomaz Zanotto, reiterou que a nova demanda chinesa por produtos manufaturados pode ser uma oportunidade para o Brasil.

“Entendemos que a China entra em uma nova fase de seu desenvolvimento e vai se tornar um grande importador não apenas de bens primários. Isso é oportunidade para a indústria brasileira”, afirmou Zanotto no início do encontro.

A reunião foi conduzida pelo presidente da Seção Brasileira do Conselho Empresarial Brasil-China, e embaixador Sergio Amaral.

Foto: Conselheira para Assuntos Econômicos do Reino Unido visita Fiesp

Agência Indusnet Fiesp,

A conselheira sênior para Assuntos Econômicos da Embaixada Britânica em Brasília, Catherine Barber, visitou a sede da Federação das Indústrias do Estado de São Paulo (Fiesp) na segunda-feira (2/3). O objetivo do encontro, segundo a Embaixada do Reino Unido, é estreitar as relações bilaterais com o Brasil.

A representante britânica foi recebida pelo diretor titular do Departamento de Relações Internacionais e Comércio Exterior (Derex) da Fiesp, Thomaz Zanotto.

 

Catherine Barber, conselheira para Assuntos Econômicos do Reino Unido. Foto: Everton Amaro/Fiesp

É positivo que o Brasil seja fornecedor confiável de alimentos ao Norte da África

Alice Assunção, Agência Indusnet Fiesp

Embaixador Hadil Fontes da Rocha Vianna em seminário sobre oportunidades na África do Norte. Foto: Ayrton Vignola/Fiesp

O comércio entre Brasil e o Norte da África aumentou de US$7,8 bilhões em 2010 para US$9,1 bilhões em 2014, informou nesta terça-feira (24/2) o embaixador e subsecretário geral de Cooperação e Promoção do Ministério da Relações Exterior, Hadil Fontes da Rocha Vianna.

Segundo ele, 80% das exportações brasileiras para o continente africano são produtos agrícolas e a intenção do governo é fortalecer o Brasil como um fornecedor confiável de alimentos, disse Vianna ao participar do seminário Brasil e Norte da África – Oportunidades para o Agronegócio e a Segurança Alimentar, organizado na sede Federação das Indústrias do Estado de São Paulo (Fiesp).

“Reconhecemos um grande potencial explorável nessa relação. É positivo que o Brasil seja fornecedor confiável de produtos alimentícios, principalmente açúcar e grãos, e importador de produtos africanos como fertilizantes”, disse o embaixador na abertura do encontro.

Vianna afirmou ainda que países como o Egito, Marrocos, Tunísia e Argélia, que pertencem ao continente norte-africano, são “prioridade para o Brasil e o desenvolvimento econômico social é um longo caminho que os nossos países têm pela frente”.

Antonio Bessa, diretor de Relações Internacionais e Comércio Exterior na Fiesp. Foto: Ayrton Vignola/Fiesp.

 

O diretor titular adjunto do Departamento de Relações Internacionais e Comércio Exterior (Derex) da Fiesp, Antonio Bessa, também participou da abertura do seminário. Ele disse que “há uma grande convergência dos nossos interesses com os interesses do Norte da África”.

Idealizador do evento, o presidente do Instituto Brasil-África, João Bosco Monte, encorajou empresários brasileiros que participavam do encontro a explorarem o mercado consumidor norte-africano.

“Quero fazer um desafio às empresas que ainda não têm a África com local de chegada dos seus produtos: entendam que aquele continente é um manancial de oportunidades”, disse. “Que os cartões que trocamos hoje possam se transformar em oportunidades e negócios bons para os lados envolvidos”.

Também diretor do Derex na Fiesp, Newton de Mello afirmou que “o Brasil tem a oferecer toda tecnologia agrícola também para regiões semiáridas”.

Foto: Em visita à Fiesp, ministro do Togo fala de parceria em programas de saúde

Agência Indusnet Fiesp,

O ministro das Relações Exteriores do Togo, Robert Dussey, se reuniu na manhã desta quinta-feira (19/2) com representantes do Comitê da Cadeia Produtiva da Bioindústria da Federação das Indústrias do Estado de São Paulo (Fiesp), o BioBrasil. Na ocasião, os coordenadores adjuntos do comitê Paulo Fraccaro e Eduardo Perillo conversaram com o ministro sobre oportunidades de investimento e parceria nos segmentos de saúde, infraestrutura e agricultura.

Segundo Fraccaro, foi discutida a possibilidade de o Brasil transferir sua expertise com programas de saúde e criação de vacinas para o país africano.

Ministro de Relações Exteriores do Togo em reunião na Fiesp. Foto: Ayrton Vignola/Fiesp

 

Retrospectiva 2014 – Fiesp mantém relações com países de diversos continentes

Guilherme Abati e Juan Saavedra, Agência Indusnet Fiesp

Ao longo de 2014, o Departamento de Relações Internacionais e Comércio Exterior (Derex) da Federação das Indústrias do Estado de São Paulo (Fiesp) enfatizou a necessidade de o país realizar esforços para a melhoria de suas exportações, fundamental para a melhoria do desempenho da indústria brasileira.

A necessidade do país se integrar com as grandes cadeias produtivas, realizar acordos comerciais com a União Europeia e o futuro do Mercosul também estiveram na pauta do Derex.

Além disso, a Fiesp foi visitada por delegações de diversos continentes, com o objetivo de estreitar as relações comerciais e o intercâmbio cultural com o Brasil.

Entre as autoridades recebidas na entidade, o vice-presidente do Uruguai, Danilo Astori,o ministro da Economia de Portugal, António Pires de Lima, o governador do estado de Utah (EUA), Gary Herbert, e os prefeitos de Atlanta, Kasim Reed, e de Lisboa, Antonio Costa. No total, o Derex/Fiesp recebeu ainda 29 embaixadores, 578 empresários estrangeiros e 1.115 brasileiros.

Um dos pontos altos foi a assinatura de um memorando de entendimento com a China Overseas Development Association (Coda), em cerimônia ocorrida em julho no Palácio do Planalto, na presença dos presidentes da China, Xi Jinping, e do Brasil, Dilma Rousseff.

Entre o estudos, destaque para um divulgado em abril, que mostrou o impacto nas exportações do Brasil para a União Europeia depois da saída do país, em janeiro de 2014, do chamado Sistema Geral de Preferências Tarifárias (SGP) do velho continente. No mesmo mês, uma pesquisa da Fiesp mostrou que 48,4% de 64 empresas de 18 setores disseram demorar até seis meses para receber pelas mercadorias enviadas para a Venezuela.

Para orientar a indústria sobre informações sobre as exigências técnicas, sanitárias e fitossanitárias no comércio internacional, o Derex/Fiesp produziu em outubro o “Guia de Medidas Regulatórias”.

NOTÍCIAS DE DESTAQUE EM 2014

 

DEZEMBRO

Em nota, Fiesp e Ciesp manifestam apoio ao restabelecimento das relações diplomáticas entre os Estados Unidos e Cuba, explicando que a reaproximação entre as duas nações permitirá não só o avanço econômico da ilha caribenha, como também o incremento do fluxo comercial do país com seus principais parceiros. O Brasil, entre eles. “Com o fim do embargo norte-americano, o aumento do PIB [Produto Interno Bruto] per capita cubano poderá duplicar nos próximos dez anos”, afirma o presidente da Fiesp e do Ciesp, Paulo Skaf. >> Leia mais

Na foto, ao centro, Paulo Skaf e Cobus de Swardt, com diretores da Fiesp e do Ciesp e assessores da ONG. Foto: Tâmna Waqued/Fiesp

O presidente da Fiesp e do Ciesp, Paulo Skaf, recebeu no dia 10/12 a visita do sul-africano Cobus de Swardt, diretor da Transparência Internacional, organização não-governamental (ONG) conhecida por seu empenho no combate à corrupção e vem ao Brasil para discutir aspectos ligados ao tema. No encontro, com presença do diretor titular do Derex/Fiesp, Thomaz Zanotto, Fiesp, Ciesp e a ONG acertaram a continuidade das conversações para estudar uma parceria. O primeiro efeito concreto da reunião, conforme sugeriu Skaf, é a possibilidade de realização de um seminário conjunto no primeiro semestre de 2015. No evento, as organizações convidariam personalidades que possam falar de experiências bem sucedidas de combate à corrupção em seus países. >> Leia mais

Sistema elimina custos, afirmaram representantes do MDIC. Foto: Tâmna Waqued/Fiesp

Em evento no dia 11/12, na sede da Fiesp, o Ministério do Desenvolvimento, Indústria e Comércio Exterior (MDIC) anunciou que lançaria na segunda quinzena de dezembro o Sistema Drawback Isenção Web, ambiente virtual para operar no regime que tem como objetivo a reposição de estoque nacional com insumos importados ou adquiridos no mercado interno usados na industrialização de bens finais já exportados. O regime visa beneficiar a indústria exportadora brasileira, assim como o fornecedor local. >> Leia mais

Ingomar Lochschmidt, cônsul comercial da Áustria para o Brasil. Foto: Helcio Nagamine/Fiesp

Com o objetivo de apresentar a Áustria como uma nação de importância estratégica para os negócios internacionais brasileiros e reforçar sua posição de país que mais recebeu investimentos brasileiros no exterior, o Derex/Fiesp realizou no dia 10/12 o seminário “Internacionalizando sua Empresa através da Áustria”. O evento contou com palestras de oficiais das agências de apoio às empresas estrangeiras na Áustria e em Viena, assim como palestras de advogados e de tributaristas brasileiros e austríacos. >> Leia mais

Mehmet Arman: “Construtoras estão bastante interessadas em realizar trabalhos de infraestrutura no Brasil”. Foto: Tâmna Waqued/Fiesp

Para divulgar as oportunidades de negócios, investimentos e subsídios na Turquia, bem como as oportunidades de comércio entre o Brasil e o país estrangeiro, o Derex/Fiesp e o Consulado Geral da Turquia em São Paulo realizaram no dia 03/12 o seminário “Oportunidades de Investimentos na Turquia”. O cônsul geral da Turquia em São Paulo, Mehmet Özgün Arman, agradeceu à Fiesp por incentivar as possibilidades de negócios entre empresas e indústrias das duas nações. “O estreitamento das relações comerciais e culturais vem crescendo muito. Vivemos um grande período, nunca visto na história”, afirmou. >> Leia mais

Zanotto: “É consenso que a retomada da indústria passa pelo crescimento das exportações.” Foto: Helcio Nagamine/Fiesp

A Fiesp, por meio Derex/Fiesp, realizou no dia 02/12 o seminário “Financiamento à Exportação Brasileira”. Na abertura do encontro, Thomaz Zanotto, diretor titular do Derex/Fiesp, ressaltou a importância do estabelecimento de uma política integrada de comércio exterior, com foco na promoção das exportações de manufaturados. “Exportação é fundamental para a indústria, garante o giro, faz com a empresa melhore seus produtos, compre equipamentos. É como a academia da indústria”, sustentou Zanotto. >> Leia mais


NOVEMBRO

Seminário reuniu representantes do governo brasileiro e da África do Sul e empresários. Foto: Tâmna Waqued/Fiesp

A Fiesp sediou no dia 25/11 o seminário “África do Sul: oportunidades de negócios e investimentos”. O evento reuniu representantes da entidade e grande comitiva do país sul-africano. Daryl Swanepoel, representante do Progressive Business Forum, disse ser muito importante a evolução das relações bilaterais. “As economias das duas nações têm produtos e serviços complementares”, afirmou. O vice-ministro de Relações Internacionais do Brasil, Hadil da Rocha Vianna, disse que a parceria entre os dois países é estratégica. “Brasil e África do Sul são países estáveis e de relevante crescimento econômico”. >> Leia mais

Comissário do condado de Miami-Dade, Jose Pepe Diaz. Foto: Everton Amaro/Fiesp

O comissário do condado de Miami-Dade e presidente da International Trade Consortium, José Pepe Diaz, esteve na Fiesp no dia 13/11, acompanhado de uma delegação de mais de 20 representantes da região no sul da Flórida, para falar de oportunidade de negócios entre Brasil e Estados Unidos (EUA). “Quando falamos com o Brasil é como falarmos com a nossa família porque muitos brasileiros estão fazendo de Miami sua segunda casa”, afirmou Diaz ao abrir o seminário “Oportunidade de Negócios no condado de Miami-Dade”. >> Leia mais

Na foto, ao centro, Zhao Lin e José Ricardo Roriz Coelho com o memorando assinado. Foto: Tâmna Waqued/Fiesp

A Fiesp recebeu no dia 10/11 a visita do presidente do Conselho de Supervisores do Banco Industrial e Comercial da China (ICBC), Zhao Lin, terceiro executivo na hierarquia do banco. Ao final do encontro, as instituições assinaram um memorando de entendimento. O acordo dá prosseguimento a um diálogo iniciado em abril sobre a forma de cooperação das duas instituições para estimular a relação comercial e de investimentos entre Brasil e China. “Para nós é muito importante fazer a assinatura desse memorando de entendimento”, disse o vice-presidente da Fiesp, José Ricardo Roriz Coelho, durante a reunião. O diretor titular do Derex/Fiesp, Thomaz Zanotto, assinalou que as relações bilaterais ganharam um impulso com a visita do presidente da China, Xi Jinping, ao Brasil. “Nós queremos ser ponto de apoio para as empresas chinesas que queiram entrar no Brasil. Estamos muito satisfeitos e tenho certeza de que é o início de uma relação bastante profunda”, disse Zanotto. >> Leia mais

Gary Herbert e Thomaz Zanotto em reunião na Fiesp. Foto: Helcio Nagamine/Fiesp

Para conhecer a atuação da Fiesp, o governador do estado de Utah (EUA), Gary Herbert, foi recebido pelo diretor titular do Derex, Thomaz Zanotto, na manhã de 07/11 para um café da manhã na sede da entidade. A delegação americana contou com a presença do cônsul-geral dos Estados Unidos em São Paulo, Dennis Hankins. >> Leia mais

João Mendes Pereira. Foto: Tâmna Waqued/Fiesp

O diretor da Associação Latino-Americana de Integração (Aladi), João Mendes Pereira, participou da reunião mensal do Conselho Superior de Comércio Exterior (Coscex) da Fiesp. Segundo ele, a presidência argentina em vigor já deu início aos esforços para restabelecer a normalidade dos trabalhos no Mercosul, que viveu uma situação atípica nos últimos anos com a suspensão do Paraguai e a entrada da Venezuela. >> Leia mais

Representantes de seis organizações participaram do programa “Diálogos com Autoridades Públicas” em Vitória. Foto: Divulgação

Com um workshop para 40 servidores públicos que atuam no Porto de Vitória (ES), no dia 04/11, a Fiesp comemorou a edição de número 70 do programa “Diálogos com Autoridades Públicas”. Criada em 2006, a iniciativa do Derex/Fiesp tem a finalidade de otimizar o combate aos produtos contrabandeados e contrafeitos. Em 70 edições, o programa já visitou 28 portos, aeroportos e pontos de fronteira, com a participação de mais de 2.500 servidores. >> Leia mais

 

Abdo Hadade propôs uma missão empresarial brasileira ao Chile no ano de 2015. Foto: Helcio Nagamine/Fiesp

No seminário “Chile e Brasil – Ampliando Negócios e Investimentos”, realizado em 04/11 no hotel Intercontinental, em São Paulo, autoridades da área econômica e de comércio exterior do Chile apresentaram oportunidades para aumentar as relações comerciais com os anfitriões. O evento foi realizado pela agência ProChile e pelo Ciesp e Fiesp. O ministro de Economia, Fomento e Turismo do Chile, Luis Felipe Céspedes, explicou que os dois países têm desafios similares na economia diante da crise global.“Queremos permitir que o investidor estrangeiro invista e possa transformar o Chile em uma plataforma para chegar ao outro lado do mundo.” Representando o presidente Paulo Skaf, o vice-presidente do Ciesp, Abdo Antonio Hadade, recordou que a Fiesp tem feito esforço muito grande para o sucesso das relações com o vizinho sul-americano e que na gestão do presidente Skaf foram feitos 28 encontros de negócios com autoridades e empresários do Chile. “Temos muito interesse que o nosso país tenha esse relacionamento com o Chile.” >> Leia mais

OUTUBRO

Embaixador da Alemanha, Dirk Brengelmann, durante conversa com Benjamin Steinbruch e Thomaz Zanotto. Foto: Everton Amaro/Fiesp

O presidente em exercício da Fiesp, Benjamin Steinbruch, e o diretor titular do Derex/Fiesp, Thomaz Zanotto, receberam a visita do novo embaixador da Alemanha no Brasil, Dirk Brengelmann, na noite de 16/10, na sede da Companhia Siderúrgica Nacional (CSN). >> Leia mais

 

A Fiesp sediou em 30/10 uma reunião do Comitê de Barreiras Técnicas ao Comércio (CBTC) do Instituto Nacional de Metrologia, Qualidade e Tecnologia (Inmetro). Na visão do diretor titular do Derex/Fiesp, Thomaz Zanotto, as barreiras técnicas estão entre as principais variáveis do comércio internacional. Segundo ele, o mundo passa por um momento de enfraquecimento econômico. Por isso, entender a questão é fundamental para compreender o estágio atual das relações internacionais. >> Leia mais

Com a finalidade de ampliar o conhecimento do exportador brasileiro sobre as chamadas barreiras regulatórias, a Fiesp desenvolveu um guia que traz informações sobre as exigências técnicas, sanitárias e fitossanitárias no comércio internacional. Elaborado pelo Derex/Fiesp, o “Guia de Medidas Regulatórias” traz um histórico dos acordos sobre barreiras técnicas ao comércio e acordos sobre medidas sanitárias e fitossanitárias, bem como a nova regulação do processo produtivo, custos das exigências regulatórias e o Princípio da Precaução. >> Leia mais

A razão de o mercado brasileiro ser restrito às parcerias comerciais internacionais é o excesso de burocracia dos órgãos reguladores, disse o diretor adjunto do Derex/Fiesp, Newton de Mello, ao participar de um seminário sobre oportunidades de investimento e negócios entre o Brasil e a África do Sul, realizado no dia 21/10. >> Leia mais

Por meio do Decreto Presidencial n° 8.327/2014, publicado em 17/10, o Brasil internalizou a Convenção das Nações Unidas sobre Contratos de Compra e Venda Internacional de Mercadorias (CISG, na sigla em inglês). O tratado internacional busca uniformizar as regras sobre contratos de compra e venda internacional celebrados entre empresas sediadas em países diferentes, consolidando práticas internacionais. De acordo com a Área de Defesa Comercial do Derex/Fiesp, esse processo de adoção foi encorajado desde o início pela entidade. >> Leia mais

SETEMBRO

Membros do Derex e representantes europeus. Foto: Hélcio Nagamine

O Derex/Fiesp recebeu no dia 24/09 a visita de representantes europeus para discutir tendências e possibilidades de novas atividades comerciais entre Brasil e União Europeia. O apoio para facilitação de comércio para produtos importados e exportados no Brasil e a concorrência das máquinas e equipamentos chineses dentro do mercado interno também foram assuntos discutidos no encontro.  Para Thomaz Zanotto, diretor titular do Derex/Fiesp, a reunião entre representantes da Fiesp e do mercado europeu mostra a vontade da entidade de estreitar laços com os países daquele continente. “Brasil precisa voltar a exportar para alavancar a economia”, disse. >> Leia mais

Nova lei cubana busca atrair investimentos estrangeiros. Foto: Hélcio Nagamine/Fiesp

Empresários com interesse em investir em Cuba se reuniram na tarde do dia 23/09, na sede da Fiesp, para conhecer oportunidades surgidas com a implementação da nova lei de investimento estrangeiro no país caribenho, que entrou em vigor no primeiro semestre. Para o diretor titular do Derex/Fiesp, Thomaz Zanotto, que coordenou o encontro, Cuba passa por alterações importantes, que representam oportunidades para empresas brasileiras que queiram projetar sua presença no mercado da Bacia do Caribe. Segundo ele, o embargo comercial dos Estados Unidos sobre o país deve acabar em breve. O fato pode tornar Cuba um importante polo comercial, em sua visão.” >> Leia mais

Embaixador José Botafogo Gonçalves. Foto: Helcio Nagamine/Fiesp

O embaixador José Botafogo Gonçalves participou da reunião do Coscex da Fiesp. Segundo ele, a formação original do bloco (Brasil, Argentina, Uruguai e Paraguai) deveria ser o foco das intenções de integração regional. “É preciso voltar a pensar no Mercosul dos quatro [países]. Porque o Mercosul, como está, caminha para uma absoluta irrelevância, na medida em que se converte cada vez mais num centro político de debate bolivariano. Por esse lado não há nada a fazer”, disse Botafogo. >> Leia mais

A  flexibilização do regime de “drawback suspensão” — medida que zerou os tributos de importação de insumos utilizados na produção de produtos que serão exportados — foi comemorada por vários setores da indústria. Para o diretor titular do Derex/Fiesp, Thomaz Zanotto, a iniciativa é uma antiga reivindicação da indústria e, portanto, há motivos para comemorar. “Sem dúvida essas novas regras são um avanço e facilitam muito a vida da empresa que quer exportar”, afirmou em reportagem ao Diário do Comércio publicada em 04/09. >> Leia mais


AGOSTO

Barbosa, ao centro, com os debatedores do seminário: mais comércio exterior. Foto: Helcio Nagamine/Fiesp

No dia 22/08 foi realizado na sede da Fiesp o seminário de 20 Anos da Sociedade Brasileira de Estudos das Empresas Transnacionais e da Globalização Econômica (Sobeet). O evento reuniu autoridades e especialistas, entre eles o presidente do Conselho Superior de Comércio Exterior (Coscex) Rubens Barbosa, o presidente do Conselho Superior de Economia (Cosec) da Fiesp, Delfim Neto, o diretor presidente da Sobeet, Luís Afonso Lima, o presidente do Banco Nacional de Desenvolvimento Econômico e Social (BNDES), Luciano Coutinho, o conselheiro sênior do Banco Mundial Otaviano Canuto e o diretor do Departamento de Pesquisa e Estudos Econômicos (Depecon) da Fiesp, Paulo Francini, além de Sérgio Amaral, do Conselho Empresarial Brasil China (CEBC). >> Leia mais

JULHO

Zanotto (à esquerda na mesa) assina o memorando na presença dos presidentes Xi Jinping e Dilma Rousseff, ao centro. Foto: Roberto Stuckert Filho/PR

 

A Fiesp assinou no dia 17/07, em Brasília (DF), em cerimônia no Palácio do Planalto, na presença dos presidentes da China, Xi Jinping, e do Brasil, Dilma Rousseff, memorando de entendimento com a China Overseas Development Association  (Coda). Participou do evento o diretor titular do Derex/Fiesp, Thomaz Zanotto, entre outros convidados. A Coda é uma organização social chinesa sem fins lucrativos que ajuda no desenvolvimento de empresas da China no exterior. Isso sob a supervisão direta da Comissão Nacional de Desenvolvimento e Reforma (NDRC), principal órgão do governo chinês responsável pelo planejamento e administração da economia do país. >> Leia mais 

JUNHO

Ministro destacou as boas condições fiscais e baixo custo de vida. Foto: Helcio Nagamine/Fiesp

Para apresentar a situação econômica de seu país e as oportunidades de negócios e investimentos, o ministro da Economia de Portugal, António Pires de Lima, esteve no dia 16/06 na sede da Fiesp. “Quando se pensa em diversificar investimentos em diferentes áreas geográficas do mundo, Portugal é um país muito interessante”, afirmou o ministro. Para ele, entre outras vantagens aos investidores no país estão a boa formação de jovens em áreas como engenharia, ciência e administração, as condições fiscais para quem vem de fora e o custo de vida mais barato com relação aos outros países da Europa. “Portugal está no topo do mundo na classificação de rapidez em criar uma nova empresa e somos o país mais avançado da Europa em e-government.” >> Leia mais

A reunião do Coscex: impacto positivo do crescimento econômico dos Brics. Foto: Helcio Nagamine/Fiesp

As características, a evolução e os desafios das economias do Brasil, Rússia, Índia, China e África do Sul – grupo de países que forma o chamado Brics – foram tema da palestra do ministro Flavio Soares Damico, diretor do Departamento de Mecanismos inter-regionais do Ministério das Relações Exteriores. Ele foi o convidado da reunião do Coscex no mês de junho. Segundo o ministro, a tendência é que as economias entre os países desenvolvidos e os Brics continuem a se estreitar. >> Leia mais

Mauricio do Val. Foto: Helcio Nagamine/Fiesp

No dia 06/06, Fiesp e Ciesp realizaram o seminário “Sistema Integrado de Comércio Exterior de Serviços, Intangíveis e Outras Operações que Produzam Variações do Patrimônio (Siscoserv)”. O diretor de Políticas de Comércio e Serviços do Ministério de Desenvolvimento, Indústria e Comércio Exterior (MDIC), Maurício do Val, disse que o déficit da balança comercial de serviços do país não poderia ser reduzido por uma eventual diminuição das importações, por conta do arrendamento de maquinários do exterior para exploração e produção de petróleo e da dependência por parte de exportadores do agronegócio de frete contratado no exterior, entre outros fatores. >> Leia mais

MAIO

Embaixadora Ana Paula Zacarias. Foto: Helcio Nagamine/Fiesp

No dia 22/05, a Fiesp realizou o seminário “Brasil – União Europeia, Cooperação para Inovação Tecnológica”. O evento contou com a participação de representantes europeus, que destacaram ações na área de pesquisa como os programas Horizonte 2020 e Euraxess. “A inovação é a chave do progresso e da competitividade em nível global”, explicou a embaixadora da Delegação da União Europeia (UE) no Brasil, Ana Paula Zacarias. “Por isso, 3% do PIB [Produto Interno Bruto]  europeu até 2020 será voltado para ciência e inovação”. >> Leia mais

Renato Agostinho da Silva. Foto: Helcio Nagamine/Fiesp

No dia 16/05, o Derex/Fiesp realizou o 24º Seminário de Operações do Comércio Exterior. O diretor do Departamento de Operações de Comércio Exterior (Decex) do Ministério de Desenvolvimento, Indústria e Comércio Exterior (MDIC), Renato Agostinho da Silva, afirmou que uma versão informatizada do Sistema Drawback Isenção, uma modalidade do regime aduaneiro para importados, deveria ser lançada ainda no segundo semestre deste ano. Silva disse que a informatização do sistema, a única operação até então feita no papel, vai agilizar os processos de pedidos e as autorizações por parte do Decex. >> Leia mais

A reunião do Coscex: mais um passo para completar a Rodada Doha. Foto: Helcio Nagamine/Fiesp

A diretora do Centro de Estudos de Integração e Desenvolvimento (Cindes), Sandra Polónia Rios, foi a convidada da reunião do Coscex de maio. Durante o encontro, Sandra abordou os resultados e implicações das negociações multilaterais do Pacote de Bali, acordo comercial fechado durante a 9ª Conferência Ministerial da Organização Mundial de Comércio (OMC), no início de dezembro de 2013, na Indonésia. O pacote faz parte da Rodada Doha. >> Leia mais


ABRIL

Astori: destaque para as áreas de tecnologia da informação e serviços financeiros. Foto: Helcio Nagamine/Fiesp

O vice-presidente do Uruguai, Danilo Astori, foi o principal convidado do seminário “Uruguai – Plataforma de Expansão Regional”, realizado no dia 29/04 na sede da Fiesp. Astori disse que o Uruguai pode ser uma base importante de crescimento das nações vizinhas, com todas as condições de abrigar centros de serviços compartilhados e centros de distribuição e fornecimento de mercadorias. “Temos que trabalhar para aumentar a presença de empresas regionais, principalmente brasileiras, no Uruguai”, afirmou o vice-presidente. >> Leia mais

Antonio Costa, prefeito de Lisboa, capital e a cidade mais populosa de Portugal, visitou na manhã de 30/04 a sede da Fiesp. Em reunião com empresários brasileiros e autoridades portuguesas, Costa convidou o empresariado brasileiro a instalar suas indústrias na Grande Lisboa, região mais populosa de Portugal com 18 municípios. O encontro foi conduzido pelo presidente do Coscex/Fiesp, embaixador Rubens Barbosa. >> Leia mais

O secretário executivo da Câmara de Comércio Exterior (Camex), André Alvim de Paula Rizzo, participou da reunião do Coscex do mês de abril. Em sua avaliação, Rizzo afirmou que o mal-estar gerado entre os dois países afeta outros lados, “mas estamos tentando separar comércio de diplomacia”. >> Leia mais

As exportações do Brasil para a União Europeia sofrerão o impacto da saída do país, desde janeiro de 2014, do chamado Sistema Geral de Preferências Tarifárias (SGP) do velho continente. Com isso, haverá um aumento na alíquota de importação de bens que equivalem a US$ 5 bilhões das nossas vendas externas. A conclusão é do Derex/Fiesp, que divulgou em abril um estudo sobre o assunto. De acordo com o Derex, é possível concluir que a diminuição tarifária obtida por meio do SGP beneficiou, ao longo dos anos, cadeias produtivas relevantes para a economia brasileira. Para se ter uma ideia, em 2012, o SGP representou em torno de 12% das exportações totais do Brasil para o bloco europeu. >> Leia mais

Prefeito da cidade de Atlanta, Kasim Reed. Foto: Everton Amaro/Fiesp

No dia 08/04, o prefeito de Atlanta, capital da Georgia (EUA), Kasim Reed, reuniu-se com diretores da Fiesp e com empresários. A pauta do encontro foi o estreitamento das relações comerciais entre São Paulo e a capital do estado mais populoso dos Estados Unidos. “Estamos aqui porque acreditamos no futuro do Brasil e principalmente no de São Paulo, entendemos de forma clara por que vocês são a sétima economia do mundo e viemos aqui compreendê-los”, afirmou Reed. >> Leia mais

A convite do Derex/Fiesp, o vice-presidente interino do Setor Privado e Operações sem Garantia soberana do Banco Interamericano de Desenvolvimento (BID), Hans Schulz, esteve na Fiesp para tirar dúvidas e debater como as empresas brasileiras podem ter mais acesso aos financiamentos do BID. >> Leia mais

Massa foi recebido pelo presidente da Fiesp, Paulo Skaf. Foto: Helcio Nagamine/Fiesp

Para melhorar a relação comercial bilateral, Brasil e Argentina precisam definir quais são os temas de interesse comum, afirmou no dia 16/04 o deputado pela Província de Buenos Aires Sergio Tomás Massa em entrevista coletiva na sede da Fiesp, após ser recebido no gabinete pelo presidente da entidade, Paulo Skaf, e de um almoço com empresários brasileiros. “É preciso que haja transparência em que assuntos vamos trabalhar juntos e em que temas somos competidores. A melhor forma de ter uma relação saudável é ter uma relação franca“, disse o fundador do partido Frente Renovador (2013) e ex-chefe do gabinete de Cristina Kirchner (2008-2009). >> Leia mais

Está mais difícil vender para a Venezuela. Mesmo que o país vizinho seja um parceiro comercial importante para o Brasil, mais exatamente o oitavo maior destino das nossas vendas externas ou 2% do total comercializado com o mundo, para 54,7% dos exportadores os atrasos ou a falta de pagamento piorou nos últimos 12 meses. Esse cenário foi identificado em pesquisa realizada pelo Derex/Fiesp, divulgada em abril. O estudo ouviu 64 empresas de 18 setores variados da indústria. Entre o grupo pesquisado, 48,4% dos empreendedores disseram demorar até seis meses para receber pelas mercadorias enviadas para a Venezuela. >> Leia mais

Evento contou com diretores do Derex e representantes da OCDE. Foto: Tâmna Waqued/Fiesp

Para debater a realidade brasileira e os avanços internacionais na questão das cadeias globais de valor e o comércio por valor agregado, a Fiesp realizou no dia 03/04 um workshop sobre o tema. Participaram do encontro representantes do Derex/Fiesp, economistas e membros da Organização para a Cooperação e Desenvolvimento Econômico (OCDE), órgão internacional que congrega 34 países – o Brasil não está entre os países-membro, mas faz parte do grupo que recebe cooperação da OCDE, por meio de grupos de trabalho e programas. >> Leia mais

MARÇO

De acordo com MDIC, expectativa do governo é de recuperação da produção de petróleo para estimular as exportações da commodity e reduzir o déficit da conta-petróleo. Foto: Helcio Nagamine/Fiesp

O governo brasileiro está trabalhando intensamente para fechar as negociações de Mercosul com a União Europeia, segundo o secretário de Comércio Exterior do Ministério de Desenvolvimento, Indústria e Comércio Exterior (MDIC), Daniel Godinho, ao participar da reunião do Coscex do mês de março. “Ainda não é a troca de ofertas, mas explicaremos o formato da nossa oferta aos europeus e eles explicarão o formato para gente. E aí a expectativa é que seja marcada [uma reunião] finalmente para a troca efetiva das ofertas”, explicou Godinho. >> Leia mais

Seminário tratou de parcerias entre os dois países para desenvolvimento de infraestrutura. Foto: Everton Amaro/Fiesp.

Com a finalidade de iniciar negociações de acordos bilaterais, empresários e autoridades do Brasil e do Japão se encontraram no dia 19/03, no seminário “Brasil-Japão – Parceria para o Desenvolvimento da Infraestrutura Brasileira”, para discutir o uso de tecnologias no desenvolvimento, sobretudo, de transportes nas cidades brasileiras. O encontro aconteceu na sede da Fiesp.“Entendemos que a indústria brasileira precisa absorver novas tecnologias e, para isso, precisamos nos integrar mais com esses países de tecnologia de ponta nos quais se inclui o Japão”, disse o diretor titular do Derex/Fiesp, Thomaz Zanotto. >> Leia mais

FEVEREIRO

Thomaz Zanotto, diretor titular do Derex, apresentou dados sobre a economia e a indústria brasileira. Foto: Everton Amaro/Fiesp

Em compromisso na sede da Fiesp, o Derex da entidade realizou um encontro com representantes de The Eastern and Southern African Management Institute (Esami), instituto intergovernamental de administração pública formado por dez estados africanos: Quênia, Malawi, Moçambique, Namíbia, Tanzânia, Seychelles, Suazilândia, Uganda, Zâmbia e Zimbábue. >> Leia mais

Representantes da Fiesp receberam em 11/02 membros do Conselho Empresarial da América Latina (Ceal). O objetivo foi conversar sobre as relações dos Estados Unidos com o Brasil e a América Latina. >> Leia mais

JANEIRO

A construção do porto cubano é uma oportunidade para o Brasil melhorar a presença econômica na América Central e Caribe, afirmou o diretor titular do Derex/Fiesp, Thomaz Zanotto, em entrevista para o Jornal da Record News. A entrevista foi ao ar no dia 28/01. Para Zanotto, o porto é interessante para o Brasil não apenas do ponto de vista econômico, mas também do ponto de vista estratégico. “A inserção econômica brasileira no Caribe é pouca, atualmente. O porto pode ajudar a melhorarmos isso””, disse. “Cuba pode ser um plataforma comercial e ajudar o Brasil a ampliar sua influência no Caribe e América Central”, opinou. >> Leia mais

Reunião com finlandeses. Foto: Everton Amaro/Fiesp

A integração do Brasil e do Mercosul com os mercados da União Europeia e dos Estados Unidos foi um dos principais temas da reunião entre representantes da indústria paulista e membros do parlamento finlandês no mês de janeiro. Durante o encontro com membros do Comitê de Relações Exteriores do Parlamento, cônsul e embaixador da Finlândia, o diretor-titular do Derex/Fiesp, Thomaz Zanotto, afirmou que “para que a indústria e a economia brasileiras sejam competitivas de novo, temos que tentar alcançar acordos com países da Europa e também com os Estados Unidos”. >> Leia mais

Mais de 100 representantes de empresas participaram de um treinamento no dia 30/01 na sede da Fiesp e do Ciesp sobre o Certificado de Origem Online (e-Cool), uma plataforma atualizada pelas entidades em 2012 para um modelo com recursos que facilitam o processo de exportação. >> Leia mais

Seminário da Fiesp e do Ciesp apresenta inovações para o comércio exterior

Alice Assunção, Agência Indusnet Fiesp

O diretor do Departamento de Operações de Comércio Exterior (Decex) do Governo Federal, Renato Agostinho da Silva, afirmou nesta sexta-feira (16/05) que uma versão informatizada do Sistema Drawback Isenção, uma modalidade do regime aduaneiro para importados, deve ser lançada ainda no segundo semestre deste ano.

Durante o 24º Seminário de Operações do Comércio Exterior, organizado pelo Departamento de Relações Internacionais e Comércio Exterior (Derex) da Federação das Indústrias do Estado de São Paulo (Fiesp), Silva disse que a informatização do sistema, a única operação que ainda é feita papel, vai agilizar os processos de pedidos e as autorizações por parte do Decex frente do Ministério de Desenvolvimento, Indústria e Comércio Exterior (MDIC) para esses assuntos.

“O lançamento desse sistema realmente vai permitir uma maior facilidade e agilidade da apresentação dos pedidos, da análise deles por parte do Decex e da gestão do ato concessório”, afirmou Silva na abertura do seminário.

Silva: mais agilidade na apresentação dos pedidos das empresas. Foto: Helcio Nagamine/Fiesp

Silva: mais agilidade na apresentação dos pedidos das empresas. Foto: Helcio Nagamine/Fiesp

Ao iniciar a programação, o diretor-titular adjunto do Derex da Fiesp e diretor titular de Comércio Exterior do Centro das Indústrias de Estado de São Paulo (Ciesp), Vladimir Guilhamat, afirmou que reformulações como a do Sistema Drawback Isenção são passos para reduzir a burocracia que trava os processos de Comércio Exterior do país.

“Para nós está visível que isso reduzirá tempo e documentos para as empresas que atuam no comércio internacional. Isso fará com que nós sejamos mais ágeis e com maior qualidade no mercado internacional”, afirmou Guilhamat.

Sistema Drawback Isenção

Modalidade do regime aduaneiro Drawback, o Sistema Drawback Isenção desobriga tributos incidentes na importação, ou na aquisição no mercado interno, de mercadoria destinada à reposição de outra comprada anteriormente. Isso com o pagamento de impostos e uso na industrialização de produto que será exportado pela indústria brasileira.

Guilhamat: passos para reduzir a burocracia que trava os processos de comércio exterior. Foto: Helcio Nagamine/Fiesp

Guilhamat: passos para reduzir a burocracia. Foto: Helcio Nagamine/Fiesp

Segundo o coordenador da Coordenação-Geral de Informação e Desenvolvimento e Desenvolvimento do Sistema Integrado de Comércio Exterior (Siscomex) e do Decex, Rafael Arruda de Castro, embora esteja dentro do prazo a versão informatizada do sistema ainda não tem uma data específica para entrar no ar, mas está prevista para o segundo semestre de 2014.

“O cronograma tem sido atendido dentro do esperado, mas não tem como precisar uma data porque pode haver alguns ajustes”, explicou Castro. “Além disso, haverá o momento em que vai ser lançado primeiro o ambiente de treinamento para depois colocarmos o sistema em operação”, acrescentou.

O seminário na Fiesp: ações para agilizar o comércio exterior. Foto: Helcio Nagamine/Fiesp

O seminário na Fiesp: ações para agilizar o comércio exterior. Foto: Helcio Nagamine/Fiesp

 

Para conferir as apresentações realizadas no 24º Seminário de Operações de Comercio Exterior, clique aqui


Despachos Executivos – Decex

Técnicos do Departamento de Operações de Comércio Exterior (Decex) disponibilizam horário fixo e exclusivo para realizar despachos com os interessados, todas as quartas-feiras, de 9h às 12h e de 14 às 18h.

Os despachos são focados em questões de competência do Decex, relacionadas a casos concretos referentes a operações de importação, exportação e drawback, com a previsão de duração de 30 minutos.

O interessado deverá preencher o seguinte formulário e enviar para o endereço eletrônico decex.despachos@mdic.gov.br até a quarta-feira da semana anterior ao dia do agendamento pretendido.

Os atendimentos serão realizados na Secex, em Brasília (DF), no seguinte endereço: EQN 102/103, lote 01, Asa Norte, CEP: 70.722-400.

Calendário de atendimentos:

Dia 28 de maio de 2014 – Operações de exportação e drawback.

Dia 04 de junho de 2014 – Operações de importação.
Dia 11 de junho de 2014 – Operações de exportação e drawback.
Dia 18 de junho de 2014 – Operações de importação.
Dia 25 de junho de 2014 – Operações de exportação e drawback.

Para mais informações, acesse:
www.mdic.gov.br//sitio/interna/interna.php?area=5&menu=4472

Subsecretária de Comércio dos EUA visita Fiesp

Agência Indusnet Fiesp

Subsecretária-adjunta de produção do Departamento de Comércio dos Estados Unidos, Chandra Brown. Foto: Tâmna Waqued/Fiesp

A subsecretária-adjunta de Produção do Departamento de Comércio dos Estados Unidos da América (EUA), Chandra Brown, visitou na manhã  desta terça-feira (13/05) a sede da Federação das Indústrias do Estado de São Paulo (Fiesp). Ela foi recebida pelo diretor titular do Departamento de Relações Internacionais e Comércio Exterior da entidade (Derex), Thomaz Zanotto.

Também participaram do encontro o vice-cônsul comercial dos Estados Unidos em São Paulo, Thomas Hanson, o conselheiro comercial do Consulado dos Estados Unidos na capital paulista, Steve Knode, e o diretor-adjunto do Derex, Antonio Bessa. O objetivo da visita foi discutir oportunidades de parceria entre Brasil e Estados Unidos para estimular a produção industrial brasileira.

“Acredito que a maior dificuldade não está em empresas de grande porte. O que eu ouço mais e realmente estou tentando ajudar são as empresas pequenas e médias”, afirmou Chandra. “Eu realmente apreciaria trazer missões comerciais com universidades porque elas podem ser muito inovadoras”, completou.

Segundo dados do Derex, o Brasil é o nono principal parceiro comercial dos Estados Unidos. A corrente de comércio entre os dois países chegou a US$71,1 bilhões em 2013.

Representante da Câmara de Comércio e Indústria do Vietnã visita Fiesp

Agência Indusnet Fiesp

O diretor-geral-adjunto do Departamento de Relações Internacionais da Câmara de Comércio e Indústria do Vietnã, Nguyen Vu Kien, visitou na manhã desta sexta-feira (09/05) a sede da Federação das Indústrias do Estado de São Paulo (Fiesp) e, durante reunião com diretores da entidade, discutiu potenciais parcerias de comércio com o Brasil em equipamentos hospitalares, de telecomunicações e de construção civil.

Representante de Comércio do Vietnã, Vu Kien (centro) e os diretores do Derex/Fiesp, Antonio Bessa e Newton de Mello. Foto:Tâmna Waqued/Fiesp

 

Vu Kien foi recebido pelos diretores-adjuntos do Departamento de Relações Internacionais e Comércio Exterior (Derex) da Fiesp, Newton de Mello e Antonio Fernando Guimarães Bessa. O coordenador do Comitê da Cadeia Produtiva da Bioindústria (BioBrasil) da entidade, Ruy Baumer, também participou do encontro.

Do lado vietnamita,  esteve presente, entre outros empresários, o presidente da fabricante de equipamentos de telecomunicações Post & Telecommunication Equipment J.S.C, Vuong Xuan Hoa. Mais de 15 empresários e autoridades do Vietnã participaram do encontro.

Conselho de Comércio Exterior da Fiesp discute prioridades para 2014

Agência Indusnet Fiesp

O Conselho Superior de Comércio Exterior (Coscex) da Federação das Indústrias do Estado de São Paulo (Fiesp) ouviu, na manhã desta terça-feira (11/2), as prioridades do Departamento de Relações Internacionais e Comércio Exterior (Derex) da entidade.

O encontro foi conduzido pelo presidente do Coscex, o ex-embaixador Rubens Barbosa, e pelo diretor-titular do Derex, Thomaz Zanotto. Na ocasião, as duas áreas de comércio internacional da Fiesp discutiram a necessidade de integração dos dois segmentos.

O Derex é o braço de atuação a Fiesp em assuntos de comércio exterior. Por meio do departamento, a federação apresenta estudos sobre o setor e documentos com sugestões para alavancar a posição do Brasil no comércio internacional. Em meados de 2013, o departamento publicou e enviou à Brasília um documento com propostas de integração do mercado brasileiro com os mercados do mundo.

A reunião do Coscex: negociações multilaterais de comércio em debate na Fiesp. Foto: Helcio Nagamine/Fiesp

A reunião do Coscex: negociações multilaterais de comércio em debate na Fiesp. Foto: Helcio Nagamine/Fiesp

 

Já o Coscex é a frente estratégica, onde são levantadas as discussões sobre os principais problemas comerciais do país. O conselho também ouve e reproduz as demandas dos empresários ligados, e interessados, ao comércio exterior.

A realização de negociações multilaterais de comércio, agenda de integração com o Mercosul, como recuperar a perda de mercado em países como o Japão, como elevar a posição do Brasil no comércio com os Estados Unidos e mecanismos de defesa foram alguns dos temas discutidos durante a reunião e estão entre as prioridades do Derex e do Coscex para 2014.

 

Colaboração é a palavra-chave para inovação e competitividade, diz representante do governo de Israel

Alice Assunção, Agência Indusnet Fiesp

Avi Hasson: “para nós, inovação não é um hobby; é nossa economia, é a base que temos”. Foto: Everton Amaro/Fiesp

O mundo trabalha por meio de colaboração entre os países e, por isso, nenhum produto pode ser desenvolvido por uma companhia sozinha em um único país. A ideia  foi defendida nesta quarta-feira (06/11), na sede da Federação das Indústrias do Estado de São Paulo (Fiesp), pelo cientista-chefe do Ministério de Economia de Israel, Avi Hasson.

Ele participou de uma reunião com Thomaz Zanotto, diretor titular adjunto do Departamento de Relações Internacionais e Comércio Exterior (Derex) da Fiesp, e com representantes de setores da indústria como eletroeletrônico e farmacêutico.

“Eu realmente acredito que colaboração é a palavra para inovação e competitividade . E, para nós, inovação não é um hobby; é nossa economia, é a base que temos”, afirmou Hasson. “Eu falo de uma inovação como questão central da prosperidade econômica”, acrescentou.

No encontro, o cientista-chefe chamou atenção para a necessidade de os países trabalharem juntos para garantir competitividade às empresas.

Thomaz Zanotto, do Derex/Fiesp, sugeriu reuniões de trabalho para buscar ações práticas. Foto: Everton Amaro/Fiesp

Em 20 anos, o Brasil assinou apenas três acordos de livre comércio, com Egito, Palestina e Israel. O último é o único em vigor.

Entre 2007 e 2012, a corrente de comércio entre os dois países mostrou expansão de quase 50%, saindo de mais de US$ 1 bilhão para US$ 1,5 bilhão.

O Brasil, no entanto, é deficitário na balança comercial com Israel e encerrou o ano de 2012 com saldo negativo de US$767,5 milhões.

“Nós não temos escolha. Se não começarmos a trabalhar juntos, as companhias não vão colaborar e não serão competitivas o suficiente para suportar o crescimento”, afirmou Hasson. “Esta reunião é importante porque temos de trabalhar mais entre nossas economias e servir nossas empresas”, completou.

Em resposta ao pedido de Hasson, Thomaz Zanotto, do Derex/Fiesp, propôs a formação de um grupo de trabalho entre a Fiesp e representantes do governo israelense para buscar resultados efetivos. “Eu sugiro, então, reuniões de trabalho para tentar definir ações práticas”, disse.

Na véspera, a Fiesp organizara um encontro para apresentar o Brasil para delegação israelense. O diretor do Derex/Fiesp, Roberto Giannetti da Fonseca, apresentou números sobre a economia do Brasil e avaliou a relação do comercial do país com outras nações para mais de 20 diplomatas israelenses.

Reunião contou com representantes de setores da indústria como eletroeletrônico e farmacêutico. Foto: Everton Amaro/Fiesp

 

‘Brasil tem capacidade de transformar o Haiti’, diz primeiro-ministro do país na Fiesp

Guilherme Abati, Agência Indusnet Fiesp

Skaf: "É compromisso das empresas brasileiras e da Fiesp formar mão de obra qualificada para a indústria haitiana". Foto: Ayrton Vignola

Visando fomentar as relações bilaterais e atrair investimentos para o Haiti, que ainda procura se reconstruir após o terremoto de 2010, o primeiro-ministro do país, Laurent Lamonthe, visitou nesta quinta-feira (23/05) a Federação das Indústrias do Estado de São Paulo (Fiesp).

Depois de um encontro no gabinete com o presidente da entidade, Paulo Skaf, Lamonthe participou de uma reunião com autoridades e empresários dos dois países.

Segundo o primeiro-ministro, o Brasil tem capacidade de ajudar a transformar e reconstruir o Haiti.

“O povo brasileiro ajuda o Haiti há 10 anos. Temos ótimas relações politicas e econômicas. As relações bilaterais são as melhores possíveis. Mas podemos ainda mais”, disse Lamonthe.

Durante a reunião, o presidente da Fiesp, Paulo Skaf, propôs uma parceria entre empresas haitianas, brasileiras e o Serviço Nacional de Aprendizagem Industrial de São Paulo (Senai-SP) para a formação de profissionais da indústria têxtil e da construção civil para alimentar a demanda do Haiti. “A formação profissional é a maneira mais rápida de criar desenvolvimento”, disse Skaf.

“É compromisso das empresas brasileiras e da Fiesp formar mão de obra qualificada para a indústria haitiana”, encerrou.

Oportunidades

No encontro, o primeiro-ministro expôs as razões que fazem do Haiti um atraente polo de investimento para a indústria brasileira.

“Temos vários desafios a superar, e o Brasil pode nos ajudar. Precisamos deixar de receber apenas ajuda estrangeira e começar a receber investimentos privados. Existem ótimas oportunidades de investimentos no Haiti para empresas brasileiras”, garantiu o mandatário.

Custo razoável e proximidade com os mercados estadunidense, canadense e europeu são os principais atrativos existentes no país, segundo o ministro.

Lamonthe disse também que as empresas haitianas já trabalham e fornecem serviços para grandes corporações americanas.

“O caminho está pronto para as empresas brasileiras trilharem”, disse.

Brasil é exemplo de desenvolvimento industrial a ser seguido, afirma presidente do Egito

Guilherme Abati, Agência Indusnet Fiesp

Morsi: Buscamos aprender com a experiência social e econômica que o Brasil possui. Foto: Hélcio Nagamine

O Brasil é um exemplo de desenvolvimento industrial e comercial, um modelo que serve de exemplo. A afirmação é do presidente do Egito, Mohamed Morsi, em reunião com empresários brasileiros nesta quinta-feira (09/05) na sede da Federação das Indústrias do Estado de São Paulo (Fiesp).

“A indústria é a base para qualquer projeto de desenvolvimento econômico. Buscamos aprender com a experiência social e econômica que o Brasil possui”, disse o chefe de estado no Encontro Empresarial Brasil-Egito.

O presidente egípcio afirmou que há vontade por parte de seu país em se aproximar e estreitar laços comerciais entre as duas nações. A visita de Morsi é a primeira de um chefe de estado egípcio ao Brasil.

“Buscamos atrair investimentos que gerem frutos para as duas nações e que favoreçam os pobres e a sociedade. Temos comprometimento com projetos que gerem desenvolvimento, tanto nos campos da agricultura e construção, como no campo de transporte”, disse.

Entre os projetos em andamento no país africano, Morsi destacou a implantação de uma via férrea de mil quilômetros que ligará o Egito ao sul da África.

Morsi fez questão de afirmar que a situação política egípcia já está equilibrada e que o país se abre para investimentos internacionais, garantindo segurança para qualquer empresário.

“Nossa atual situação nos dá esperança de que é possível aprofundar os investimentos entre Brasil e Egito”, garantiu.

Segundo o chefe de estado, o Egito vive um renascimento social, econômico e político. “Gostaria de ver mais projetos de intercâmbio entre os países. Afinal, há grande horizonte para cooperação mútua. Gostaríamos de uma linha aérea entre Cairo e São Paulo ou Brasília  – para facilitar e encorajar os negócios”, disse.

“O Egito é destino para investimentos seguros, um país de posição estratégica. É também a porta de entrada para um mercado de 500 milhões de pessoas”, encerrou.

Visita é divisor de águas, diz Skaf

Paulo Skaf, presidente da Fiesp, mostrou satisfação em receber o chefe de estado egípcio. “É com muito prazer que vejo o interesse brasileiro em se aproximar do Egito. A visita é um divisor de águas na relação entre os dois países”, disse Skaf.

Skaf: Egito é um mercado importante que se abre aos nossos investimentos. Foto: Hélcio Nagamine

De acordo com o presidente da instituição, o encontro aumentará a corrente de comércio entre os países. “Podemos comprar do Egito e vender mais, além de realizar investimentos em muitas áreas”, afirmou.

Segundo Skaf, o Egito tem baixos custos de produção, além de energia e mão de obra competitivas. “É um mercado importante que se abre aos nossos investimentos”, disse. “Podemos ter uma relação ampla, não apenas na esfera dos negócios”, encerrou.

Após o encontro entre os dois presidentes, Elias Miguel Haddad, vice-presidente da Fiesp,  e Antônio Bessa, diretor titular adjunto do Departamento de Relações Exteriores (Derex) da Fiesp, falaram para membros da comitiva egípcia sobre as oportunidades existentes na economia brasileira. “O Egito está descobrindo o Brasil. Que a visita seja o inicio de uma relação proveitosa entre as duas nações”, disse Haddad.

Holanda oferece vantagens competitivas para empresas brasileiras de saúde, diz secretário de província do país

Guilherme Abati, Agência Indusnet Fiesp

Bert Pauli. Foto: Everton Amaro/Fiesp

Em visita à Federação das Indústrias do Estado de São Paulo (Fiesp), nesta segunda-feira (08/04), o secretário para economia e assuntos internacionais do governo da província holandesa de Brabant, Bert Pauli, e outros integrantes de sua comitiva, sublinharam os principais motivos que fazem de seu país, segundo eles, uma grande oportunidade para investimentos de empresas brasileiras da área de saúde e ciência médica.

O objetivo da visita é atrair empresas de grande, médio e pequeno porte para investir especificamente em Brabant, região ao sul dos Países Baixos que concentra grandes e importantes centros de pesquisa e desenvolvimento do setor.

“As empresas brasileiras tornam-se cada dia mais globais. Queremos fazer parte desse crescimento e atrair investimentos para a Holanda. O potencial é enorme. Brabant é o local perfeito para investimentos de empresas de ciência médica. Nosso objetivo é criar interação benéfica entre as duas nações”, disse Pauli.

“Há grandes vantagens para empresas que pensam em investir na Holanda. A economia é forte, o ambiente fiscal é favorável e a localização geográfica é invejável”, acrescentou Egbert Hartsema, membro da delegação.

“A Holanda proporciona um pacote interessante para empresas e possui um ambiente favorável para os negócios. Somos os mestres da logística e oferecemos estrutura e benefícios como nenhum outro país da Europa para empresas estrangeiras se instalarem”, afirmou Matthijs van Miltenburg, gerente de investimentos estrangeiros, também membro da delegação.

“Brabant está ao lado de grandes centros de inovação e de faculdades de ponta como o Technical Unniversity of Eindhoven, instituição líder em inovação e tecnologia médica. As empresas brasileiras têm muito com o que se beneficiar na Holanda”, finalizou o secretário.

A mesa redonda foi realizada a convite do Comitê da Cadeia Produtiva da Bioindústria (BioBrasil) da Fiesp.

Embaixador Rubens Barbosa considera Defense Industry Day um ‘marco’

Marilia Carrera e Talita Camargo, Agência Indusnet Fiesp

Emabaixador Rubens Barbosa, presidente do Coscex, na abertura do seminário Defense Industry Day. Foto: Hélcio Nagamine/Fiesp

“Essa reunião é um marco porque é a primeira vez que um grupo de empresas norte-americanas e brasileiras está discutindo possibilidades de cooperação”, afirmou o presidente do Conselho Superior de Comércio Exterior (Coscex) da Federação das Indústrias de São Paulo (Fiesp), embaixador Rubens Barbosa, durante a abertura do seminário Defense Industry Day. O evento aconteceu na manhã desta quinta-feira (04/04), na sede da entidade.

De acordo com Barbosa, o seminário é uma iniciativa positiva para que empresas do Brasil e dos Estados Unidos coloquem-se abertas e em contato para desenvolver oportunidades conjuntas no setor de segurança.

“Nos últimos anos, o Brasil inaugurou uma nova política de estímulo à indústria nacional de defesa e as possibilidades de cooperação entre os dois países são muito grandes”, destacou Barbosa.

“A nossa ideia é transmitir oficialmente ao Ministério da Defesa, através do Comdefesa [Departamento da Indústria de Defesa da Fiesp], esse documento para que os interesses concretos das indústrias norte-americanas e brasileiras possam ser incluídos nos diálogos estratégicos de defesa”, concluiu o embaixador.

Retrospectiva 2012 – Na área internacional, Fiesp assume papel importante nas negociações entre Brasil e Argentina

Agência Indusnet Fiesp

Paulo Skaf e Guillermo Moreno, secretário de Comércio Interior da Argentina. Foto: Junior Ruiz

Paulo Skaf e Guillermo Moreno, secretário de Comércio Interior da Argentina. Foto: Junior Ruiz

A Federação das Indústrias do Estado de São Paulo (Fiesp) liderou em 2012 uma aproximação comercial entre Brasil e Argentina, especialmente depois que o país vizinho passou a adotar restrições comerciais a produtos importados, inclusive os brasileiro.

As ações incluíram desde missões empresariais, seminários e rodadas de negócios, realizadas na sede na entidade, até encontros do presidente Paulo Skaf com autoridades argentinas.

Veja um resumo de algumas das principais ações e desdobramentos.

As reuniões tiveram início com o anúncio das barreiras comerciais impostas pela Argentina, em 1º de fevereiro, quando o país passou a exigir informações prévias sobre todas as importações de bens para consumo.

Brasileiros e argentinos reúnem-se na Fiesp para discutir saídas para comércio bilateral

Preocupado com o impacto que o anúncio causaria na indústria nacional, o presidente da Fiesp, Paulo Skaf, convocou líderes empresariais e entidades representativas para discutir as novas barreiras impostas pela Argentina.

As novas medidas argentinas levaram Skaf a cumprir uma agenda em Buenos Aires, em fevereiro, com o objetivo de encontrar soluções para as dificuldades no comércio entre o Brasil e a Argentina – um levantamento da Fiesp apontou que cerca de 74% das exportações brasileiras para o país vizinho poderiam ser afetadas.

Skaf visita empresa de autopeças acompanhado pela ministra de Indústria da Argentina, Débora Giorgi

Skaf visita empresa de autopeças acompanhado pela ministra de Indústria da Argentina, Débora Giorgi. Foto: Junior Ruiz

A agenda incluiu um encontro com o ministro de Economia da Argentina, Hernan Lorenzino, e a ministra de Indústria, Débora Giorgi, além dos secretários de Comercio Exterior, Beatriz Pagliari, e de Comércio Interior, Guillermo Moreno. Durante a visita a Buenos Aires, Skaf propôs a aproximação entre setores automobilístico e de autopeças do Brasil e Argentina e anunciou a realização de evento com empresários brasileiros e argentinos para avaliar novas oportunidades de investimentos.

Um estudo feito pelo Departamento de Relações Internacionais e Comércio Exterior (Derex) da Fiesp, em fevereiro, mostrou que a corrente de comércio entre Brasil e Argentina bateu recorde de US$ 39,6 bi em 2011, sendo que o automóvel foi o produto brasileiro com maior participação no mercado argentino. O saldo foi positivo para o Brasil, que apresentou superávit de US$ 5,8 bilhões.

Paulo Skaf (à esq.) e o embaixador argentino Luis Maria Kreckler falam à imprensa após encontro na Fiesp. Foto: Junior Ruiz

Paulo Skaf (à esq.) e o embaixador argentino Luis Maria Kreckler. Foto: Junior Ruiz

Com o objetivo de equilibrar o comércio entre a Argentina e o Brasil, Paulo Skaf recebeu na Fiesp, em 13/02, o novo embaixador argentino no país, Luis Maria Kreckler, para planejar um encontro entre os países membros do Mercosul em abril, cujo assunto principal seria a expansão de investimentos comerciais entre as nações. A reunião serviu para reduzir a tensão comercial entre os dois países e reforçar o papel de Skaf na condução das negociações. O presidente da Fiesp deu “voto de confiança” ao país vizinho.

Na ocasião, órgãos de imprensa dos dois países destacaram a atuação de Skaf para encontrar uma solução amigável depois que o país vizinho passou a adotar restrições comerciais para produtos importados. O diário Clarín, um dos mais importantes da Argentina, informou que ficou claro que o governo de Cristina Kirchner “decidiu dar um papel de protagonista à entidade industrial paulista”.

Contudo, pesquisa inédita da Fiesp revelou, em março, que diversos setores industriais do Brasil foram prejudicados pelas barreiras impostas pela Argentina, causando queda nas exportações brasileiras ao país vizinho.

Em maio, o Derex da Fiesp divulgou uma pesquisa com empresas brasileiras importadoras dos 38 produtos identificados pelo governo argentino como prioritários para o aumento de vendas ao Brasil. A pesquisa mapeou a visão dos empresários sobre a possibilidade de ampliar importações do país vizinho e apontou os produtos com maior potencial de negócios, além de provar que muitos empresários brasileiros têm pouco conhecimento de fornecedores argentinos.

Paulo Skaf recebe o secretário do Interior da Argentina, Guilhermo Moreno, e o embaixador da Argentina no Brasil, Luis Maria Kreckler. Foto: Junior Ruiz

A fim de estimular uma agenda positiva, a Fiesp promoveu, em seguida, uma Rodada de Negócios Brasil-Argentina, com representantes de 330 empresas argentinas e 270 indústrias brasileiras. No encerramento do evento, Paulo Skaf destacou que brasileiros e argentinos desejam maior proximidade.

Em setembro, a Fiesp recebeu pela segunda vez, em menos de quatro meses, o secretário de Estado do Comércio Interno argentino, Guillermo Moreno, que desembarcou em São Paulo com uma comitiva de 100 empresários argentinos do setor de autopeças e acessórios automotivos. Eles tiveram encontros com outros 100 empresários brasileiros. Após a rodada de negócios, Paulo Skaf afirmou, em entrevista coletiva, que o esforço da Fiesp visa aproximar empresas brasileiras e argentinas. Já Moreno disse que os negócios em moeda local seriam um avanço importante no comércio entre os dois países.

Julio de Vido e Paulo Skaf. Foto: Junior Ruiz

Poucos dias depois, Skaf recebeu, na sede da Fiesp,  o ministro do Planejamento e Investimento Público da Argentina, Julio de Vido, que apontou  as oportunidades de investimentos brasileiros em seu país, particularmente, no setor energético.

Após nova rodada de negócios entre os dois países, promovida na Fiesp, em novembro, e dessa vez com foco no setor farmacêutico, Paulo Skaf reiterou a importância de Brasil e Argentina estabelecerem uma agenda positiva em comum.

Paulo Skaf participa da 18ª Conferência Industrial Argentina. Foto: Junior Ruiz

Ainda em novembro, o presidente da Fiesp foi a Los Cardales, a 60 quilômetros de Buenos Aires, para acompanhar de perto a 18ª Conferência Industrial Argentina – evento que contou com a presença das presidentes Dilma Rousseff e Cristina Kirchner. E, no dia seguinte, participou do seminário Capitalismo nacional e integração regional, organizado pelo governo argentino na Grande Buenos Aires.

Paulo Skaf recebe o governador da Província de Buenos Aires, Daniel Scioli. Foto: Junior Ruiz

Skaf e Scioli conferem a iluminação especial da fachada do prédio da Fiesp: bandeira argentina. Foto: Junior Ruiz

Para encerrar o ano, Paulo Skaf recebeu, na sede da Fiesp, no início de dezembro, o governador da Província de Buenos Aires, Daniel Scioli. O visitante chegou com comitiva para reuniões com empresas brasileiras. Ao final da visita, Skaf convidou a todos para ver a Galeria de Arte Digital exposta na fachada do prédio da entidade, onde, em homenagem à comitiva, acenderam-se milhares de luzes reproduzindo a bandeira argentina.