Palestras – A INDÚSTRIA RECICLA – SISTEMAS DE LOGÍSTICA REVERSA EM OPERAÇÃO NO BRASIL – RESULTADOS E GARGALOS

 

Acesse as apresentações realizadas no seminário “A Indústria Recicla – Sistemas de Logística Reversa em operação no Brasil – Resultados e Gargalos.”

 

Logística reversa de Eletroeletrônicos (Linha verde, pilhas e baterias)

Palestrante: Ademir Brescansin– Green eletron – Gestora para logística reversa de eletrônicos

 

Sistema Campo Limpo – Logística reversa de embalagens vazias de defensivos agrícolas

Maria Helena Zucchi Calado- Instituto Nacional de Processamento de Embalagens Vazias – Inpev

 

Programa “Dê a mão para o futuro”

Rose Hernandes– Associação Brasileira da Indústria de Higiene Pessoal, Perfumaria e Cosméticos – Abihpec –  Clique aqui

Fabricio Soler, Departamento de Meio Ambiente e Sustentabilidade do Felsberg Advogados – Clique Aqui

 

Programa Descarte Consciente de filtro automotivos

Marco Antonio Simon– Associação Brasileira das Empresas de Filtros e Seus Sistemas Automotivos e Industriais – Abrafiltro

 

Programa Reciclus para logística reversa de lâmpadas

Willian Vagner Gutierrez, Gerente Geral de Operações da Reciclus

 

Logística reversa de Eletroeletrônicos

Mara Ballam – Gerente Executiva da Associação Brasileira de Reciclagem de Eletroeletrônicos e Eletrodomésticos – Abree

 

Logística reversa de embalagem plásticas de lubrificantes usadas

Ezio Camillo Antunes, Diretor Executivo do Instituto Jogue Limpo

 

Logística reversa de embalagem de Saneantes Desinfestantes e Desinfetantes de Uso Profissional

Rodrigo Freua, Consultor da Associação Brasileira de Aerossóis e Saneantes Domissanitários – ABAS

 

Logística reversa de pneus

Rafael Martins, Gerente Geral da Reciclanip

 

Logística reversa de óleo comestível

Patrizia Tommasini Coelho, Consultora de Sustentabilidade do Sindicato da Indústria de Óleos Vegetais e seus Derivados do Estado de São Paulo – Sindóleo

Paulo Skaf afirma que a lei da terceirização deverá gerar 700 mil empregos em SP

Bernadete de Aquino, Agência Indusnet Fiesp

Em coletiva de imprensa, Paulo Skaf defende regulamentação do trabalho terceirizado. Foto: Ayrton Vignola/Fiesp

Paulo Skaf, presidente do Centro e da Federação das Indústrias do Estado de São Paulo (Ciesp e Fiesp), apresentou pesquisa do Instituto GPP com 800 trabalhadores que mostra que 83,8% apoiam o projeto que regulamenta a terceirização.

Em entrevista coletiva no início da tarde desta segunda-feira (6/4), Skaf afirmou que a terceirização é sinônimo de especialização e explicou que a aprovação do PL não tira nenhum benefício da classe trabalhadora. “Ela representa segurança jurídica para as empresas, e pode, representar no futuro a geração de 700 mil empregos em São Paulo e mais de 3 milhões no Brasil. Isto faz bem para o Brasil, faz bem para os trabalhadores, para as pessoas e para as empresas”.

Ao ser questionado sobre as críticas de centrais sindicais à aprovação do PL, o líder empresarial destacou o resultado das pesquisas que indicam aprovação da terceirização tanto por empresas quanto por trabalhadores. “Quando você tem 80% dos trabalhadores a favor, você não pode falar que o trabalhador está contra. Quando você tem 90% das empresas de acordo, não pode falar que a empresa está contra”.

Ao final da coletiva com a imprensa, Skaf anunciou que estará em Brasília nesta terça-feira (7/4) para acompanhar a votação do PL 4330, que dispõe sobre o contrato de prestação de serviço a terceiros e as relações de trabalho dele decorrentes.

Pesquisas

As pesquisas foram encomendadas pelas entidades Ciesp e Fiesp, uma junto a 800 trabalhadores e outra com 235 indústrias de diferentes portes e segmentos.

Com os trabalhadores o objetivo da pesquisa era saber o grau de conhecimento que eles têm em relação a terceirização, se eles prestam serviço direto ou são terceirizados e se a regulamentação da lei trará benefícios.

Já para as indústrias, o objetivo era saber o volume de utilização de trabalho terceirizado se apoiam a aprovação da regulamentação, se a empresa já teve problemas jurídicos com o uso do trabalho terceirizado e se a regulamentação reverterá em aumento de empregos.

Para as duas pesquisas os dados foram coletados entre os dias 1, 2 e 3 de abril.

Com os trabalhadores:

– 83,8% dos entrevistados acham que a lei é positiva;
– Entre os terceirizados a aprovação da lei chega a 90,8%;
– 83,5% dos entrevistados acreditam que a lei vai beneficiar o trabalhador;
– 77,7% dos entrevistados acham que a lei vai beneficiar as empresas;
– 79,8% acreditam que a lei vai gerar novos empregos;
– 81,2 % não veem aspectos negativos na lei, entre os terceirizados — 89,3% não veem aspectos negativos.

Com as indústrias:

A utilização de serviços terceirizados pela indústria paulista é bastante disseminada, alcançando 73,2% das empresas que participaram da pesquisa e chegando a 91,0% entre as empresas de grande porte.

No entanto, a pesquisa mostra que a insegurança jurídica devido à falta de legislação específica é o principal motivo responsável para que algumas indústrias deixassem de utilizar serviços terceirizados. Além disso, mais da metade (56,8%) das empresas que utilizam ou deixaram de utilizar serviços terceirizados já receberam reclamações trabalhistas de empregados terceirizados.

Em relação ao projeto de lei, a maioria das empresas (92,1%) é a favor da regulamentação da prestação de serviços terceirizados. Do total de empresas, 41,3% afirmaram que a redução da insegurança jurídica decorrente da regulamentação as levaria a aumentar ou a passar a utilizar serviços terceirizados.

Atualmente, a mão de obra terceirizada ocupada na indústria paulista é de cerca de 300 mil empregados. Com a redução da insegurança jurídica proporcionada pela regulamentação da utilização de serviços terceirizados, este número poderia aumentar liquidamente em 44%, ou seja, poderiam ser criados 132 mil novos empregos na terceirizados na indústria de transformação paulista.

Clique aqui e veja a pesquisa com trabalhadores sobre a terceirização na íntegra. 

Clique aqui e veja a pesquisa com indústria sobre terceirização na íntegra.

Agenda: Fiesp promove nesta 4ª feira (05/09) seminário sobre investimento em Portugal

Katya Manira, Agência Indusnet Fiesp

A Federação das Indústrias do Estado de São Paulo (Fiesp) realiza, nesta quarta-feira (05/09), seminário “Oportunidades de Investimento em Portugal”, com a presença do ministro de Estados e Negócios Estrangeiros do país, Paulo Portas.

Portugal busca, no Brasil, atrair investimentos para seu setor de construção civil e, principalmente, para seu programa de privatização, já que o governo colocou à venda as empresas estatais EDP e Galp (do setor de energia), a companhia aérea TAP e a operadora aeroportuária ANA.

Durante o seminário, o ministro Paulo Portas apresentará os detalhes das desestatizações e as vantagens do país europeu como porta de entrada para as indústrias que querem se internacionalizar com foco na África.

Esta é a terceira vez que o governo de Portugal envia um representante à Fiesp. O secretário de Estado adjunto do primeiro-ministro, Carlos Moeda, e o ministro da Economia do país, Álvaro Santos Pereira, também estiveram na entidade em busca de capital estrangeiro.

Zona Industrial do Paraguai gera oportunidades de investimentos a empresários brasileiros

Agência Indusnet Fiesp

A Zona Industrial do Paraguai é um empreendimento público-privado, composto por 21 indústrias já instaladas e quatro indústrias em construção, correspondente a uma área de 4.000 hectares. Localizada no Estado do Alto Paraná, onde está situada a represa e a Usina de Itaipu, além de possuir ampla reserva florestal, a região oferece excelentes condições aéreas, terrestres e fluviais, com três aeroportos a menos de meia hora da região. Ademais, há um projeto para construção de outra usina hidrelétrica com uma subestação destinada exclusivamente às industrias da Zona.

As indústrias da Zona Industrial representam diversos setores, sendo seus principais produtos: sementes, farinha, grãos, calcário granulado, levedura de cana-de-açúcar, resíduos vegetais de hortaliças, manutenção de material propagativo, entre outros. Cerca de 95% das empresas presentes na Zona Industrial são brasileiras, em sua maioria voltada à produção de soja e a pecuária. Devido ao grande número de empresas brasileiras presentes na Zona Industrial, 80% da mão de obra da área é brasileira.

O Paraguai busca investimentos estrangeiros para a ampliação de sua Zona Industrial e, para isso, há incentivos a empresas que desejem instalar fábricas em seu território, como a redução da carga tributária sobre a produção nacional, bem como projetos logísticos que visam à redução do custo do frete para os produtos da Zona Industrial.

Para mais informações sobre a Zona Industrial do Paraguai entre em contato com o Sr. Juan Barboza, cujo contato eletrônico é: juan_barboza@hotmail.com.

Áreas contaminadas serão novo desafio para as indústrias

Alice Assunção, Agência Indusnet Fiesp

No momento em que as questões ambientais ocupam lugar de destaque na agenda da indústria, surge nova fonte de preocupação para o empresário: o aumento das áreas contaminadas. Em 2010, no estado de São Paulo, existiam 3.675 áreas contaminadas, segundo dados da Companhia Ambiental do Estado de São Paulo (Cetesb).

Na avaliação de Ricardo Garcia, especialista em Meio Ambiente da Fiesp, esse é um assunto ainda pouco conhecido pela indústria, principalmente pelas micro e pequenas empresas, apesar de São Paulo estar muito à frente de qualquer outro estado no gerenciamento dessas áreas. “Somos modelo para os outros”, afirma.

Para ampliar o conhecimento dos empresários sobre o tema, a Fiesp lançará, durante a XIII Semana Fiesp/Ciesp de Meio Ambiente, que acontecerá de 6 a 8 de junho na sede das entidades, o manual Informações Básicas Sobre Áreas Contaminadas.

A publicação, elaborada pelo Departamento de Meio Ambiente da Fiesp, traz um panorama do estado de São Paulo sobre a situação de áreas contaminadas e informações a respeito das normas técnicas e órgãos de controle de fiscalização. O material ainda conta com um levantamento das principais causas favoráveis ao surgimento de áreas contaminadas e soluções de prevenção.

Garcia ressalta que a Semana do Meio Ambiente vem ao encontro de um dos principais objetivos da Fiesp, que é melhorar o desempenho da indústria nas questões ambientais: “O intuito de novo é trazer informações para as empresas e estimular as melhores práticas”.

Leia mais:

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Fiesp esclarece dúvidas e apresenta as linhas de financiamento para indústrias paulistas

Agência Indusnet Fiesp,

O Departamento de Competitividade e Tecnologia (Decomtec) da Fiesp, em parceria com o Ciesp, promovem nesta quarta-feira (1º/9), das 9h às 11h, a reunião-palestra “Linhas de Financiamento e Editais Destinados a Inovação das Indústrias Paulistas”.

No período da tarde, das 14h às 18h, serão realizados balcões de atendimento personalizados para as empresas. Este atendimento se repetirá no dia 2 de setembro, na sede da Fiesp.

As empresas participantes terão a oportunidade de mostrar seus projetos de financiamento para inovação e esclarecer dúvidas específicas, além de conhecer as condições necessárias para a utilização destes recursos.

Também serão apresentados os programas de bolsas e editais do Conselho Nacional de Desenvolvimento Científico e Tecnológico (CNPq) voltados à indústria.

Perfil esperado das empresas participantes do balcão:

Tenham projetos de inovação e que demandem financiamento para executá-los;

Exerçam alguma atividade de Pesquisa e Desenvolvimento (P&D);

Tenham potencial exportador;

Não tenham débitos com o governo (possuam todas as negativas)

Para mais informações e inscrições clique aqui.

Sinergia entre indústrias melhora vida do consumidor

Agência Indusnet Fiesp,

A preocupação da indústria em desenvolver produtos saudáveis ao consumidor foi o tema da palestra Indústria Alimentícia Orientada para a Saúde do Consumidor , realizada nesta quinta-feira (26), no último dia da 4ª Mostra Fiesp/Ciesp de Responsabilidade Socioambiental, com a participação de especialistas do setor.

O mediador Alberto Ogata, integrante do Cores e presidente da Associação Brasileira de Qualidade de Vida (ABQV), abriu os debates ressaltando que a mudança de hábitos alimentares assume importância cada vez maior na vida das pessoas. Especialmente quando pesquisas revelam que, em mais de 70% dos casos, doenças crônicas não transmissíveis como AVC, câncer e diabetes são reflexos de má qualidade de vida e alimentação inadequada.

“Esses mesmos estudos comprovam que o brasileiro não come frutas, verduras e hortaliças e prefere alimentos gordurosos. É preciso haver uma mudança cultural, inclusive”, pontuou Ogata.

Medidas

É fato que existem vilões responsáveis pela incidência dessas doenças, como açúcares, gordura trans (formada a partir de ácidos graxos altamente nocivos à saúde) e sódio.

Com base nisso, a Associação Brasileira da Indústria de Alimentação (Abia), orgão técnico de consulta e referência no setor da alimentação, aliada ao Ministério da Saúde, está tomando uma série de medidas para reduzir o índice de gordura trans e sódio nos produtos comercializados, como destacou a diretora técnica da associação, Amanda Poldi.

“O próximo passo da Abia será um acordo de cooperação com o Ministério da Saúde, cobrando posicionamento das indústrias sobre essas reduções nos alimentos”, informou.

A técnica observou, no entanto, que um dos principais problemas na legislação que institucionalizará essas mudanças estará no preço: “É um desafio para a indústria. Alimentos que contém menos gordura trans e sódio são mais caros no mercado, o que acaba desestimulando o consumo. É preciso que se crie alternativas para que substitutos mais saudáveis não sejam tão onerosos para o consumidor”.

Compromisso
O responsável pela área de desenvolvimento de produtos da Pepsico, Sergio Júlio, disse que a empresa está alerta ao problema desde os anos 1990, quando, em 1999, eliminou a gordura trans de alguns de seus salgados comercializados no mercado, como os da Elma Chips.

“A saúde dos consumidores sempre teve papel fundamental no desenvolvimento de nossos produtos. Há três anos, lançamos um produto para as crianças (batatinhas) com redução de sódio e gordura saturada em até 25%.”

De acordo com Júlio, a Pepsico tem um compromisso global no fornecimento de alimentos mais saudáveis e na redução da média de sódio por porção nas principais marcas globais da companhia, em torno de 25% até 2015, em comparação com os níveis de 2006.

A mesma regra vale para a redução de gordura trans, só que em torno de 15% até 2020, quando comparado aos níveis de 2006: “Gostaria apenas de observar que nós já reduzimos em até 38% o índice estabelecido em relação ao sódio”.

Sérgio Júlio concordou com o alerta de Ogata sobre a mudança cultural. E lembrou que o consumo de salgados no País é de 900 gramas por habitante, ao passo que o de aveia, altamente saudável e que contribui para a redução de peso, é de apenas 100 gramas.

Ciente do problema, a Pepsico, fabricante da Aveia Quaker, lançou no final do ano passado um tipo de aveia de bolso, a preços mais acessíveis e que pode ser encontrado em algumas praças como Rio de Janeiro, São Paulo e Belo Horizonte. “Com isso estimulamos o consumo de aveia, que faz muito bem à saúde, em qualquer momento do dia, inclusive no trabalho”, explicou o responsável pela área de desenvolvimento de produtos.

Saudáveis e atrativos
Dayane Rosalyn Isidoro, pesquisadora técnica da Nutrimental, responsável pelos produtos Nutry, chamou atenção para o desafio da empresa em reduzir elementos como açucares, gordura trans e sódio e, ainda assim, mantê-los atraentes ao consumidor.

A Nutrimental desenvolveu projeto que elimina 100% a quantidade desses produtos em seus alimentos. Além disso, a empresa estimula o consumo de alimentos comercializados, ricos em aveia, frutas e fibras. “Nossos produtos trazem um alto teor de elementos que ajudam a pessoa a ter uma vida bem mais saudável”, explicou a técnica.

Segundo Dayane Isidoro, em janeiro deste ano, a Nutrimental lançou três sites com informações sobre alimentação adequada, entre outros assuntos: o Quero Viver Bem (ww.queroviverbem.com.br), o Stressblog (http://stressblog.com.br/) e o Nutrycionista (www.nutrycionista.com.br/). “Todos eles priorizam a qualidade de vida”, sublinhou a especialista.