Propriedade Intelectual e Direito da Concorrência.


No dia 02 de julho/2015, aconteceu a Mesa de Debates do Grupo de Estudos de Direito Concorrencial da Fiesp/Ciesp. Na ocasião, foi discutido o tema “Propriedade Intelectual e Direito da Concorrência” que contou com as presenças dos seguintes expositores: Dr. Alberto Camelier, Sócio Fundador da Camelier Advogados Associados; e Paulo Eduardo Lilla, Head da Prática de Direito Concorrencial em Lefosse Advogados.


Apresentações:

Alberto Camelier, clique aqui.

Paulo Lilla, clique aqui.

Emprego na indústria paulista cai 0,26% em agosto e deve fechar o ano com queda de 3%

Alice Assunção, Agência Indusnet Fiesp

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Paulo Francini, diretor do Depecon da Fiesp, comenta situação do emprego na indústria

A indústria paulista fechou o mês de agosto com 8,5 mil vagas a menos em relação a julho e deve encerrar 2012 com ao menos 80 mil demissões, projetou o diretor do Departamento de Economia da Fiesp, Paulo Francini. Apesar da recuperação, ainda modesta, o emprego é o último item da indústria a refletir tanto a retomada de força quanto a desaceleração, avaliou o diretor.

A pesquisa de Nível de Emprego do Estado de São Paulo, divulgada nesta quinta-feira (13/09) pela Federação e Centro das Indústrias do Estado de São Paulo (Fiesp e Ciesp), apurou que o emprego no setor industrial apresentou queda de 0,26% no mês, com ajuste sazonal.

Na leitura dos 12 meses, o índice apurou 84 mil demissões, um recuo de 3,13% em relação ao mesmo período imediatamente anterior.

No acumulado do ano de 2012, a indústria gerou 23,5 mil empregos, com uma variação praticamente estável, positiva em 0,9% com relação ao mesmo período de 2011. Esta é a variação percentual mais baixa, com exceção de 2009, ano da crise, quando o indicador registrou queda de 2,9% no acumulado daquele ano.

“Nós acreditamos que o segundo semestre pode ser melhor do que o primeiro, porém, a recuperação ocorre numa intensidade, força e velocidade bem menor do que aquela que chegamos a pensar que teríamos”, afirmou Francini, diretor-titular do Departamento de Estudos e Pesquisas Econômicas (Depecon) da Fiesp.

Segundo ele, a indústria de transformação tem condições de incrementar a sua produção sem aumentar o emprego, uma vez que trabalha com folga no que diz respeito à mão de obra existente. Além disso, o emprego industrial é o item que demora a sentir reflexos de perda ou ganho de força do setor produtivo em geral.

“O emprego demora a cair quando a indústria começa a fraquejar e demora a voltar quando a indústria começa a se recuperar”, concluiu Francini.

Direção correta, mas tempo insuficiente

A federação manteve projeção de crescimento de 1,4% do Produto Interno Bruto (PIB) em 2012 e uma queda de 2,5% do PIB da indústria no mesmo ano.
“Nós estamos projetando crescimento de 1% para os dois outros trimestres para poder fechar o ano com 1,4%”, acrescentou o diretor do Depecon/Fiesp.

Para Francini, a redução da taxa básica de juros Selic, o câmbio em patamares mais competitivos e medidas como desoneração de folha e redução do custo de energia estão na direção correta para “mitigar a moléstia adquirida pela indústria de perda de competitividade”.

Ele adverte, no entanto, que as ações foram tomadas sem tempo suficiente para reparar os prejuízos e salvar 2012. “Isso foi suficiente? Eu diria que não, mas tudo vai ser resolver por medidas que estão em curso”, disse Francini, acrescentando que a inflexão da economia, sinalizada por alguns indicadores econômicos, tem sido “pequena”.

“Já vimos, em outras ocasiões, pontos de inflexão onde se sai de uma situação e passa para outra com boa força. Isso pudemos perceber, recentemente, no ano de 2010. Se compararmos, podemos dizer que a nossa inflexão agora não tem a mesma força”, explicou o diretor.

Setores e regiões

Nível de Emprego – Agosto 2012 from Fiesp Federação das Indústrias do Estado de SP

O setor de açúcar e álcool foi responsável pelo fechamento de 1.596 vagas em agosto, uma contribuição negativa para o índice geral em 0,06%. Os demais setores, incluindo a indústria de transformação, responderam por 6.904 demissões do número total no mês passado, o que equivale a -0,27% no mês.

Das atividades analisadas no levantamento, 12 apresentaram efeitos negativos, oito fecharam o mês em alta e duas ficaram estáveis.

O segmento de Produtos Têxteis apurou perdas de 3,3% no mês. No campo positivo, o indicador de emprego no setor de Couros e Fabricação de Artigos de Couro, Viagem e Calçados foi destaque com ganhos de 1,2% em agosto.

A pesquisa mostra ainda que das 36 regiões analisadas, 21 apresentaram quadro negativo, nove ficaram positivas e seis encerraram o mês estáveis.

Cotia foi a cidade que apresentou a maior alta, com taxa de 0,98% em agosto, impulsionada principalmente por Produtos Alimentícios (4,07%). A região de Botucatu registrou ganho de 0,82%, sob influência positiva dos setores de Veículos Automotores e Autopeças (2,08%) e Produtos de Metal, exceto Máquinas e Equipamentos (2%).

O índice de emprego na cidade de Presidente Prudente também registrou alta em agosto, 0,74%, motivado pelo bom desempenho do mercado de trabalho no setor de Artefatos de Couro, Calçados e Artigos de Viagem (1,73%) e Produtos Alimentícios (1,69%).

Entre as cidades com desempenho negativo, destaque para Americana, que computou a queda mais expressiva do mês com 3,98%, abatida pelas perdas no segmento de Produtos Têxteis (-7,53%) e Confecção de Artigos do Vestuário (3,23%).

O emprego na indústria de Matão fechou o mês com baixa de 1,6%, pressionado pelo desempenho ruim dos setores de Produtos Alimentícios (-5,37%) e Confecções de Artigos do Vestuário, (-2,59%). São Carlos encerrou agosto também em queda, de 1,38%, com perdas em Celulose, Papel e Produtos de Papel (-9,27) e Produtos Alimentícios (-4,77%).

Indústria cria 500 vagas em julho, mas o ano não deve ser positivo para o emprego

Alice Assunção, Agência Indusnet Fiesp

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Paulo Francini, diretor de Economia da Fiesp, comenta dados do emprego de julho

Embora tenha registrado 500 vagas a mais em julho com relação a junho, o nível de emprego da indústria paulista apurou queda de 0,16% na comparação mensal com ajuste sazonal. O emprego industrial é o último item da cadeia a sentir a retração do setor produtivo, mesmo assim houve uma redução de 89 mil postos em 12 meses versus o período imediatamente anterior, o que significa que 2012 também não será um bom ano para o mercado de trabalho da indústria.

A avaliação foi feita por Paulo Francini, diretor do Departamento de Pesquisas e Estudos Econômicos (Depecon) da Federação e Centro das Indústrias do Estado de São Paulo (Fiesp e Ciesp), ao divulgar na manhã desta terça-feira (14/08) os números da Pesquisa do Nível de Emprego da Indústria Paulista de Transformação – Estado e Regiões.

No acumulado do ano foram gerados pela indústria paulista 32 mil empregos, com uma variação positiva de 1,23% para o período. Mesmo assim esta é a variação percentual mais baixa com exceção de 2009, ano da crise, quando o indicador registrou queda de 2,06% no acumulado daquele ano.

“A indústria de transformação no ano de 2012 tem apresentado mau desempenho.  Mas você tem uma situação na qual o emprego não acompanha a queda da indústria. Isso é, de certa forma, normal porque os industriais têm uma atitude de preservação do emprego dada a circunstância de que sempre com aceno de melhora há grande temor em reduzir o quadro de seus trabalhadores e, eventualmente, ter que necessitá-los novamente, o que envolve custos bastantes grandes”, explicou Francini.

Na leitura dos 12 meses, o índice apurou o fechamento de 89 mil postos de trabalho, um recuo de 3,28% em relação ao mesmo período imediatamente anterior. A previsão da Fiesp é que o emprego industrial encerre o ano de 2012 com 80 a 90 mil vagas a menos.

“A nossa sensação é de que as indústrias estão hoje com seu quadro maior do que a necessidade atual. Portanto, ainda teremos um processo de absorção desta folga antes que venha a ocorrer um crescimento”, acrescentou Francini.

 Recuperação

A Fiesp espera sinais de um começo da recuperação da atividade industrial no final deste ano, mas ainda há dúvidas quanto ao vigor desse movimento.

“Ainda acreditamos que teremos no terceiro e no quarto trimestre um desempenho melhor do que tivemos no primeiro semestre [deste ano]. Se tivemos quedas sucessivas, nós estamos esperando que venhamos a ter dois trimestres de crescimento comparativamente ao trimestre anterior, porém não com a violência e força para fazer com que o desempenho do ano seja positivo nem para indústria de São Paulo, nem para a geração de empregos”, avaliou Francini.

Setores e regiões

A queda no emprego do setor de açúcar e álcool equivale a uma variação negativa de 0,06%. Já os demais setores, incluindo a indústria de transformação, foram responsáveis pela criação de 1.419 postos de trabalho no mês passado, com variação positiva de 0,09% em relação ao mês anterior.

Nível de Emprego – Julho 2012 from Fiesp Federação das Indústrias do Estado de SP

Das atividades analisadas no levantamento, 10 apresentaram efeitos negativos, nove fecharam o mês em alta e três ficaram estáveis.

Os setores de Confecção de Vestuários e Acessórios, Metalurgia e de Produtos de Minerais Não Metálicos computaram a maior queda com 0,6% em julho. O segmento de Produtos diversos apurou ganho de 2,2% no mês, enquanto o índice de emprego na indústria de Couros e Fabricação de Artigos de Couro, Viagem e Calçados registrou alta de 1,8%.

A pesquisa mostra ainda que das 36 regiões analisadas, 14 apresentaram quadro negativo, 14 ficaram positivas e oito regiões encerraram o mês estáveis. Matão foi a cidade que teve a maior alta, com taxa de 1,88% em julho, impulsionada por Produtos Alimentícios (7,62%). A região de Franca registrou ganho de 1,37%, sob influência positiva dos setores de Artefatos de Couro e Calçados (2,94%) e Produtos Diversos (0,34%). E Jaú subiu 1,24%, influenciado por Artefatos de Couro e Calçados (3,81%) e Confecção de Artigos do Vestuário e Acessórios (1,03%).

Entre as regiões com desempenho negativo, destaque para Santa Bárbara d´Oeste que computou a queda mais expressiva do mês com 2,87%, abatida pelas perdas em Máquinas e Equipamentos (-12,17%) e Produtos de Metal, exceto Máquinas e Equipamentos (-4,62%).

O emprego na indústria de Indaiatuba fechou o mês com baixa de 1,16%, pressionado pelo desempenho ruim dos setores de Confecção de Artigos do Vestuário (-5,61%) e Produtos de Metal Exceto Máquinas e Equipamentos, (-0,81%). Cubatão encerrou julho também com queda de 1,16%, com perdas em Celulose, Papel e Produtos de Papel (-37,88) e Metalúrgica (-0,63%).

Fiesp e Ciesp divulgam Índice de Nível de emprego nesta 3ª feira (14/08)

Agência Indusnet Fiesp

O diretor do Departamento de Pesquisas e Estudos Econômicos (Depecon) da Federação e Centro das Indústrias do Estado de São Paulo (Fiesp e Ciesp), Paulo Francini, divulga nesta terça-feira (14/8), o Índice de Nível de Emprego da Indústria Paulista de Transformação – Estado e Regiões, referente ao mês de julho.

Os resultados serão apresentados à imprensa a partir das às 11h, no auditório do 10º andar da sede das entidades, na Avenida Paulista, 1313, capital.

Fiesp e Ciesp divulgam índice de nível de emprego de junho

Agência Indusnet Fiesp

O diretor do Departamento de Pesquisas e Estudos Econômicos (Depecon) da Fiesp e do Ciesp, Paulo Francini, divulga nesta quinta-feira (12/07) o Índice de Nível de Emprego da Indústria de São Paulo, referente ao mês de junho.

O anúncio será feito durante coletiva de imprensa a partir das  às 13h30, na sede da entidade.