Confiança dos construtores volta a crescer em agosto

Agência Indusnet Fiesp

Após recuar 1,4 ponto em julho, o nível de atividade em relação ao mês anterior do setor de construção paulista voltou a avançar em agosto, passando de 47,3 para 49,3 pontos. Apesar da alta, o resultado consolida a sétima leitura consecutiva do indicador abaixo da linha dos 50,0 pontos. Em agosto de 2017, o indicador registrava 45,0 pontos.

O mesmo ocorreu com os indicadores número de empregados comparado ao mês anterior e utilização da capacidade instalada (UCO). Enquanto o primeiro passou de 46,5 para 48,6 pontos, consolidando o 10º mês abaixo dos 50,0 pontos, o segundo avançou 4,0 p.p., para 53,0%. Em agosto de 2017, os indicadores registravam, nesta ordem, 43,5 pontos e 53,0%.

Os dados são da Sondagem da Construção do Estado de São Paulo, levantamento feito pela CNI e pela Fiesp, com o apoio da Câmara Brasileira da Indústria da Construção e do Sindicato da Indústria da Construção Pesada do Estado de São Paulo. O resultado foi divulgado nesta segunda-feira (1º  de outubro). Clique aqui para ter acesso à íntegra da Sondagem da Construção de julho e à série histórica da pesquisa.

O indicador atividade em relação ao usual, por sua vez, foi o único a recuar em agosto. Ao passar de 31,9 para 31,5 pontos, o indicador consolida sua 64º leitura consecutiva abaixo dos 50,0 pontos.

Em relação às variáveis de expectativas da sondagem, apenas o nível de atividade para os próximos seis meses e compras de matérias-primas para os próximos seis meses recuaram na passagem mensal, com o primeiro caindo apenas ligeiramente, de 47,2 para 47,0 pontos, ao passo que o segundo recuou de 46,7 para 45,2 pontos no período.

Novos empreendimentos e serviços e evolução de empregados e investimentos, por outro lado, avançaram entre julho e agosto. Enquanto o primeiro passou de 46,8 para 50,1 pontos, retornando para o nível de otimismo, o segundo e o terceiro avançaram de 46,1 e 28,3 para 48,8 e 30,2 pontos, respectivamente – consolidando, assim, seu 4º e 54º mês abaixo dos 50,0 pontos, nessa ordem.

Nível de atividade do setor de construção paulista volta a cair

Agência Indusnet Fiesp

Depois de se recuperar em outubro, o nível de atividade do setor de construção de São Paulo em novembro registrou queda na comparação com o mês anterior. O indicador passou de 40,8 para 36,4 pontos, permanecendo abaixo da linha de estabilidade (50,0 pontos) e sinalizando contração.

Na Utilização da Capacidade Operação (UCO) houve considerável queda em novembro, para 49,0%, frente a 58,0% em outubro. Os dados são da Sondagem da Construção do Estado de São Paulo, levantamento feito pela CNI e pela Fiesp, com o apoio da Câmara Brasileira da Indústria da Construção e do Sindicato da Indústria da Construção Pesada do Estado de São Paulo e divulgado nesta segunda-feira (19/12).

Segundo a pesquisa, o indicador da atividade em relação ao usual apresentou ligeira alta, indo de 25,6 para 25,8 pontos, mas o número de empregados do setor voltou a cair. O indicador passou de 35,3 pontos em outubro para 32,3 pontos em novembro, ainda bem abaixo da média histórica.

Expectativas

Os resultados da sondagem sinalizam que o pessimismo dos empresários da construção aumentou em relação ao mês anterior. O índice de atividade para os próximos seis meses chegou a 41,8 pontos em novembro, contra 45,6 pontos em outubro. As expectativas para compras de matérias-primas também apresentaram baixa (de 45,0 para 39,7 pontos).

As expectativas para empreendimentos e serviços passaram de 43,4 para 35,7 pontos. Nas perspectivas do número de empregados, o índice de novembro atingiu 39,3 pontos (43,9 pontos em outubro). Por fim, as perspectivas de investimento tiveram forte piora quando comparadas à leitura anterior, passando de 27,3 para 18,0 pontos.

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Nível de atividade do setor de construção de São Paulo atinge valor mais baixo da série

Agência Indusnet Fiesp

Na passagem de janeiro para fevereiro, aumentou o ritmo de queda do nível de atividade do setor de construção no Estado de São Paulo. O indicador passou de 30,4 para 25,4 pontos, valor mais baixo da série, iniciada em 2011, distanciando-se ainda mais da linha de estabilidade (50,0 pontos). O levantamento é feito pelo Departamento de Pesquisas e Estudos Econômicos da Fiesp e do Ciesp.

Na atividade em relação ao usual, o indicador também diminuiu, passando de 26,6 para 24,2 pontos. Houve nova queda no número de funcionários do setor. O indicador passou de 34,1 pontos em novembro para 30,6 pontos em janeiro, mantendo-se abaixo da média histórica (45,0 pontos).

Já a Utilização da Capacidade Operação (UCO) se manteve estável na leitura do mês de referência, registrando o índice de 60,0% no primeiro mês do ano de 2016.

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Expectativa negativa

Os resultados da sondagem sinalizam que os empresários da construção continuam apresentando pessimismo, com todos seus indicadores apresentando piora na comparação com o mês anterior. O índice de atividade para os próximos seis meses chegou a 33,8 pontos em janeiro, ante 35,1 pontos no mês anterior. As expectativas para compras de matérias-primas passaram de 34,2 pontos para 29,6 pontos, exibindo ainda mais pessimismo acerca da retração das compras de insumos.

No que tange às expectativas para empreendimentos e serviços, o indicador passou de 31,9 para 27,9 pontos. Nas perspectivas quanto ao número de empregados, o índice de janeiro atingiu 30,4 pontos, ante 39,5 pontos em dezembro. Por fim, as perspectivas de investimento apontaram piora em relação à leitura anterior, passando de 24,8 para 23,6 pontos.