Indicador de Nível de Atividade da indústria paulista sobe 1,5% em agosto, aponta Fiesp

Cristina Carvalho, Agência Indusnet Fiesp 

O Indicador de Nível de Atividade (INA) da indústria de transformação paulista subiu 1,5% em agosto em relação a julho, na série com ajuste sazonal. Na série sem ajuste, o avanço foi de 5,9% no mês e no acumulado em 12 meses de 4,3%. A principal influência dessa recuperação veio da variável total de vendas reais, que subiu 6,9%, seguida por horas trabalhadas na produção (2,3%). O Nível de Utilização da Capacidade Instalada ficou praticamente estável (-0,1p.p). Os dados foram divulgados nesta sexta-feira, (28/09), pela Federação e Centro das Indústrias do Estado de São Paulo (Fiesp e Ciesp).

Segundo José Ricardo Roriz, presidente em exercício da Fiesp e do Ciesp, o atual clico de recuperação da economia brasileira é um dos mais lentos. “Ao contrário das crises anteriores em que a recuperação se dava logo em seguida, dessa vez o mercado terá dificuldades para voltar a crescer. A queda da taxa Selic, mas sem redução proporcional do spread bancário é um dos complicadores para a recuperação do investimento. O nível de utilização da capacidade instalada das empresas está muito baixo. Há dificuldade principalmente nos setores em que a matéria prima é cotada a preços internacionais. Com a volatilidade do câmbio e o aumento abrupto do dólar, as empresas que não têm poder de mercado não conseguem repassar a alta dos preços”, avaliou.

O avanço da atividade industrial paulista em agosto foi disseminado, alcançando 14 dos 20 segmentos pesquisados, com destaque para a alta de 7,1% do segmento de veículos automotores.

Ouça o boletim de áudio dessa notícia:

Sensor

A pesquisa Sensor de setembro, também produzida pelas entidades, marcou 51,3 pontos, ante os 51,9 pontos em agosto, na leitura com ajuste sazonal. A marca mantém o Sensor acima dos 50 pontos há mais de 12 meses consecutivos. Leituras acima de 50 pontos sinalizam expectativa de aumento da atividade industrial paulista para o mês.

Dos indicadores que compõem o Sensor, a variável de vendas avançou 1,7 ponto, para 55,9 pontos em setembro. O indicador de estoques subiu 1,4 ponto ante agosto (47,1 pontos), marcando 48,5 pontos no mês de setembro, o que indica que os estoques estão acima do nível desejado.

Para a variável que capta as condições de mercado, houve recuo de 2,3 pontos, passando de 52,4 pontos em agosto para 50,1 pontos no mês de setembro. Acima dos 50,0 pontos indica expectativa de melhora das condições de mercado.

Para o indicador de emprego também houve recuo depois de 13 meses consecutivos no patamar acima de 50 pontos. O indicador passou de 51,6 pontos em agosto, para 49,6 pontos em setembro. Resultados abaixo dos 50,0 pontos indicam expectativa de demissões para o mês. O indicador de investimentos permaneceu praticamente estável, passando de 54,1 pontos para 54 pontos.

Para ler a pesquisa completa, é só clicar  aqui.

Indicador de Nível de Atividade da indústria paulista inicia 3º trimestre em queda de 2,2%

Cristina Carvalho, Agência Indusnet Fiesp

A atividade da indústria paulista iniciou o terceiro trimestre em queda. O Indicador de Nível de Atividade (INA) cedeu -2,2% em julho em relação a junho, na série com ajuste sazonal. A principal influência veio da variável total de vendas reais, que caiu -6,7%, seguida por horas trabalhadas na produção (-0,4%) e o Nível de Utilização da Capacidade Instalada, que avançou (0,2 p.p.). Na série sem ajuste, o indicador também mostrou variação negativa no mês (-1,7%), na comparação com julho do ano anterior (-1,1%), enquanto no acumulado em 12 meses houve alta de 5%. Os dados foram divulgados nesta quinta-feira (30 de agosto) pela Fiesp e pelo Ciesp.

Segundo José Ricardo Roriz, presidente em exercício da Fiesp e do Ciesp, o resultado de julho volta a mostrar a lenta retomada da atividade da indústria paulista, após a forte alta de junho, com o fim da greve dos caminhoneiros. “Retomamos aquele crescimento lento, inferior até ao que imaginávamos no começo do ano, o qual deve ser mantido nos próximos meses. O ambiente de negócios mudou bastante em decorrência de algumas variáveis, como o cenário eleitoral incerto e o dólar em alta, que embora ajude nas exportações, afeta muito as matérias-primas e o custo dos produtos intermediários. No entanto, não sentimos indicação de que vamos ter uma queda da atividade. Há uma estabilização de onde estamos até o final do ano”, avalia Roriz.

O recuo da atividade industrial paulista em julho foi disseminado, alcançando 15 dos 20 segmentos pesquisados, reforçando a fragilidade da recuperação neste ano.

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Sensor

A pesquisa Sensor de agosto, também produzida pelas entidades, marcou 52 pontos, ante os 53,7 pontos em julho, na leitura com ajuste sazonal. A marca mantém o Sensor acima dos 50 pontos pelo 13º mês consecutivo. Leituras acima de 50 pontos sinalizam expectativa de aumento da atividade industrial paulista para o mês.

Dos indicadores que compõem o Sensor, a variável de vendas recuou 7,1 pontos, para 54,2 pontos em agosto. O indicador de estoques caiu 4,1 pontos ante julho (51 pontos), marcando 46,9 pontos no mês de agosto, o que indica que os estoques estão acima do nível desejado.

Para a variável que capta as condições de mercado, o recuo foi de 2,3 pontos, passando de 55,2 pontos em julho para 52,9 pontos no mês de agosto. Por estar acima dos 50,0 pontos, indica expectativa de melhora das condições de mercado.

O indicador de emprego mostrou avanço, passando de 50,3 ponto, para 51,9 pontos no mês, sendo que resultados acima dos 50,0 pontos indicam expectativa de contratações para o mês. Assim também avançou o indicador de investimentos, que passou de 52,1 para 54 pontos.

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Indicador de Nível de Atividade da indústria paulista sobe 12,1% em junho

Cristina Carvalho, Agência Indusnet Fiesp

O Indicador de Nível de Atividade (INA) da indústria de transformação paulista cresceu fortemente em junho (12,1%) em relação a maio, na série com ajuste sazonal. O resultado indica que a atividade industrial paulista recompôs as perdas sofridas em maio (-10,8%) por conta da greve dos caminhoneiros. A principal influência dessa recuperação veio da variável total de vendas reais, que subiu 24,7% após ceder 16,6% em maio, seguida por horas trabalhadas na produção (0,9%), Nível de Utilização da Capacidade Instalada (1,2p.p.) e a projeção para a PIM-SP (15,7%). Na série sem ajuste, o indicador também mostrou variação positiva no mês (7,2%), na comparação com junho do ano anterior (4,2%) e no acumulado em 12 meses (5,5%). Os dados foram divulgados nesta terça-feira (31 de julho) pela Fiesp e pelo Ciesp.

Segundo José Ricardo Roriz Coelho, presidente em exercício da Fiesp e do Ciesp, esse resultado positivo do INA em junho não indica recuperação da atividade da indústria paulista. “O que se verificou foi uma recuperação das perdas do último mês em razão da greve dos caminhoneiros.  Em relação a projeções futuras, nos preocupam ainda as incertezas constantes. Elas afetam os empresários, que ficam receosos para investir. Sem investimento não temos recuperação do emprego, que é fator determinante para recuperação de renda e melhora da situação da capacidade ociosa das empresas, hoje perto de 30%. Estamos longe de começar uma recuperação.”

Entre os setores pesquisados, os destaques ficaram por conta de móveis, cuja atividade cresceu 15,9% em junho no Estado de São Paulo, na série com ajuste sazonal. As horas trabalhadas na produção, o total de vendas reais e o Nuci subiram 0,6%, 11,5% e 0,7p.p., respectivamente.

O INA do setor de produtos farmacêuticos avançou 2,0% no mês. As horas trabalhadas na produção, o total de vendas reais e Nuci subiram 0,7%, 2,4% e 0,2 p.p., respectivamente.

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Sensor

A pesquisa Sensor de julho, também produzida pelas entidades, voltou a mostrar força, marcando 53,8 pontos, ante os 50 pontos em junho. A marca mantém o Sensor acima dos 50 pontos pelo 12º mês consecutivo. Leituras acima de 50 pontos sinalizam expectativa de aumento da atividade industrial paulista para o mês.

Dos indicadores que compõem o Sensor, a variável de vendas avançou 9 pontos, para 60,1 pontos em julho. O indicador de estoques subiu 4,8 pontos ante junho (45,9 pontos), marcando 50,7 pontos no mês de julho; de tal forma, indica que os estoques estão próximos do nível desejado.

Para a variável que capta as condições de mercado, o avanço foi de 4,2 pontos, passando de 51,8 pontos em junho para os 56,1 pontos no mês de julho. Acima dos 50,0 pontos indica expectativa de melhora das condições de mercado.

Apenas o indicador de emprego mostrou recuo, passando de 50,6 pontos para 50,2 pontos no mês, sendo que resultados acima dos 50,0 pontos indicam expectativa de contratações para o mês.

Indicador de Nível de Atividade da indústria cai 10,2% em maio

Cristina Carvalho, Agência Indusnet Fiesp

O Indicador de Nível de Atividade (INA) da indústria de transformação paulista,  medido pela Fiesp e pelo Ciesp, apresentou forte queda (10,2%) em maio em relação a abril, na série com ajuste sazonal. O expressivo recuo foi influenciado pela variável de vendas reais, que cedeu 16% no mês, seguida por horas trabalhadas na produção (-2,3%) e o Nível de Utilização da Capacidade Instalada (NUCI), -1,8 p.p. Já na série sem ajuste, o indicador cedeu 1,1% no mês e 4,2% na comparação com maio do ano anterior. No acumulado do ano, ficou positivo em 3,6% em relação ao mesmo período de 2017. Os dados foram divulgados nesta sexta-feira (29 de junho).

Segundo José Ricardo Roriz Coelho, presidente em exercício da Fiesp e do Ciesp, a greve dos caminhoneiros agravou um pouco mais uma recuperação que já vinha em ritmo lento. “Os resultados de 2018 já vinham bem abaixo do que imaginávamos quando fizemos as projeções em 2017. A greve dos caminhoneiros tornou mais grave a preocupação de crescimento ao longo do ano. Para os próximos três meses, não vemos nenhuma chance de recuperação da atividade da indústria. Provavelmente, vamos ter uma situação pior do que a do primeiro trimestre de 2018”, avalia.

No entanto, Roriz pondera que ainda é preciso analisar os reflexos que essa greve terá sobre as empresas. “As empresas têm seus compromissos financeiros e o fato de terem ficado cerca de20 dias sem vender vai agravar ainda mais a situação de capital de giro, que já era bem difícil. É um momento de muita apreensão e de muita preocupação”, completa.

Ouça o boletim de áudio dessa notícia:

Entre os setores pesquisados, os destaques ficaram por conta de metalurgia básica, cuja atividade cedeu -18,3% em maio, na série com ajuste sazonal. As horas trabalhadas na produção, o total de vendas reais e o NUCI recuaram 6,5%, 36,4% e 0,5p.p., respectivamente.

O INA do setor de veículos automotores recuou 6,2% no mês. As horas trabalhadas na produção, o total de vendas reais e o NUCI caíram 8,2%, 30,2% e 2,4 p.p, respectivamente.

Sensor

A pesquisa Sensor de junho, também produzida pelas entidades, cedeu 1,4 ponto, para 50,2 pontos (51,6 pontos em maio), porém se mantém acima dos 50 pontos pelo 17º mês consecutivo. Leituras acima de 50 pontos sinalizam expectativa de aumento da atividade industrial paulista para o mês. No entanto, esse nível não era visto desde julho de 2017.

Dos indicadores que compõem o Sensor, a variável de vendas cedeu 2 pontos, para 51,8 pontos em junho. O indicador de estoques caiu 1,5 ponto ante maio (46,8 pontos), marcando 45,3 pontos no mês de junho, o que indica que os estoques estão acima do nível desejado.

Houve queda também no indicador de emprego (1,5 ponto), que marcou 50,8 pontos no mês, sendo que resultados acima dos 50,0 pontos indicam expectativa de contratações para o mês.

Para a variável que capta as condições de mercado, o recuo foi de 1,7 ponto, passando de 53,3 pontos em maio para os 51,6 pontos no mês de junho. Acima dos 50,0 pontos indica melhora das condições de mercado.

Indicador de Nível de Atividade da indústria apresenta alta moderada de 0,4% em abril, aponta Fiesp

Cristina Carvalho, Agência Indusnet Fiesp

O Indicador de Nível de Atividade (INA) da indústria de transformação paulista subiu 0,4% em abril ante março, na série com ajuste sazonal. Essa leve alta indica desaceleração do ritmo de crescimento da atividade manufatureira. Na série sem ajuste, o indicador mostrou alta de 5,8% na variação acumulada no ano e de 9,1% em relação a abril de 2017.

A variável de vendas reais recuou -2,5%, mas as horas trabalhadas na produção e o Nível de Utilização da Capacidade Instalada (NUCI) subiram 0,9% e 0,3 p.p., respectivamente com tratamento sazonal. Os dados foram divulgados nesta segunda-feira, 04/06, pela Federação e Centro das Indústrias do Estado de São Paulo (Fiesp e Ciesp).

Diante de um resultado de melhora ainda que pequeno do indicador, o segundo vice-presidente da Fiesp, José Ricardo Roriz Coelho, argumenta que a recuperação veio a um ritmo mais lento do que o previsto. “Com essa greve de caminhoneiros das últimas semanas e com a copa do mundo em junho e julho, fica difícil avaliar o cenário para frente. É possível que tenhamos um segundo trimestre de crescimento menor do que o previsto. Vamos ter de fazer, com cautela, uma reavaliação geral do cenário para o fechamento do ano”, avalia Roriz.

Entre os setores pesquisados, os destaques ficaram por conta de produtos químicos, cuja atividade subiu 1,4% em abril, na série com ajuste sazonal. As horas trabalhadas na produção recuaram -0,3% e o total de vendas reais e o NUCI avançaram 4,1% e 0,3p.p., respectivamente.

O INA do setor de máquinas, aparelhos e materiais elétricos avançou 2,6% no mês. As horas trabalhadas na produção, o total de vendas reais e o NUCI subiram 2,7%, 3,0% e 0,4 p.p, respectivamente.

Sensor

A pesquisa Sensor de maio, também produzida pelas entidades, cedeu 1,3 ponto, para 51,8 pontos (53,1 pontos em abril), porém ainda mantém o Sensor acima dos 50 pontos pelo 16º mês consecutivo. Leituras acima de 50 pontos sinalizam expectativa de aumento da atividade industrial paulista para o mês.

Dos indicadores que compõem o Sensor, a variável de vendas teve forte queda de 7,3 pontos, para 54,5 pontos em maio. O indicador de estoques subiu 3,7 pontos ante abril (43,4 pontos), marcando 47,1 pontos no mês de maio, de tal forma, indica que os estoques estão acima do nível desejado.

Houve leva queda de 0,8 ponto no indicador de emprego, que marcou 52,5 pontos no mês, sendo que resultados acima dos 50,0 pontos indicam expectativa de contratações para o mês.

Para a variável que capta as condições de mercado, o recuo foi de 1,1 ponto, passando de 55 pontos em abril para os 53,9 pontos no mês de maio. Acima dos 50,0 pontos indica melhora das condições de mercado.

Para conferir a pesquisa completa, é só clicar aqui.

Confira o boletim de áudio sobre essa notícia:

Indicador de Nível de Atividade da indústria de SP fecha o trimestre em alta moderada de 0,4%

Cristina Carvalho, Agência Indusnet Fiesp

O Indicador de Nível de Atividade (INA) da indústria de transformação paulista subiu 0,6% em março ante o mês de fevereiro, na série com ajuste sazonal. No fechamento do 1º trimestre houve elevação de 0,4% em relação ao quarto trimestre de 2017, resultado que mostra desaceleração do ritmo de crescimento da atividade manufatureira paulista se comparado aos dados dos quatro trimestres do ano de 2017 (1ºtri17: 2,7%, 2ºtri17: 1,8%, 3ºtri17: 2,4% e 4ºtri17: 1,5%). Na série sem ajuste, o indicador mostrou alta de 5,2% na variação acumulada no ano e de 2,9% em relação a março de 2017.

A variável de vendas reais (+5,8%) foi a principal responsável por influenciar o INA positivamente no mês, além da projeção para a Produção Industrial Mensal (PIM-SP), de 1,4% de aumento. O Nível de Utilização da Capacidade Instalada (NUCI) permaneceu praticamente estável em 0,1 p.p. e a variável das horas trabalhadas na produção cedeu 0,2% na análise com tratamento sazonal. Os dados foram divulgados nesta sexta-feira, 27/04, pela Fiesp e pelo Ciesp.

Quanto à trajetória de manutenção da recuperação da atividade econômica brasileira e da indústria de transformação, o 2º vice-presidente da Fiesp, José Ricardo Roriz Coelho, avalia que deve se manter nos próximos meses, embora em ritmo ainda moderado. “Essa retomada gradual e moderada se deve à incerteza quanto ao cenário eleitoral e ao andamento das reformas, como a da previdência. Outro fator que contribui para o crescimento mais lento da atividade econômica são os elevados spreads bancários, limitando o efeito da queda da taxa Selic aos seus patamares mínimos históricos. A redução dos juros não chegou ainda ao consumidor”, afirma Roriz.

Confira o Boletim de Áudio desta Notícia:

Entre os setores pesquisados, os destaques ficaram por conta de veículos automotores, cuja atividade subiu 4% em março, na série com ajuste sazonal. As horas trabalhadas na produção e o total de vendas reais avançaram 8,8% e 0,9%, respectivamente. Já o NUCI recuou 0,4 p.p.

O INA do setor de móveis subiu 1,9% no mês. As horas trabalhadas na produção, o total de vendas reais e o NUCI avançaram 1,1%, 7,6% e 0,1 p.p, respectivamente.

Clique aqui para ter acesso ao levantamento completo do INA de março e a sua série histórica.

Sensor

A pesquisa Sensor de abril, também produzida pelas entidades, apresentou relativa estabilidade ao subir 0,9 pontos, para 53,3 pontos (52,4 pontos em março), mantendo o Sensor acima dos 50 pontos pelo 15º mês consecutivo. Leituras acima de 50 pontos sinalizam expectativa de aumento da atividade industrial paulista para o mês.

Dos indicadores que compõem o Sensor, a variável de vendas foi a que teve a alta mais expressiva, avançando 7,2 pontos, para 61,9 pontos em abril. Já o indicador de estoques cedeu 3,3 pontos ante março (46,8 pontos), marcando 43,5 pontos no mês de abril, de tal forma, indica que os estoques estão acima do nível desejado.

Segundo Roriz, o maior estoque apresentado, “aparentemente, é fruto de importação, já que os níveis de capacidade instalada das indústrias paulistas continuam estáveis e em baixos patamares. O empresariado entrou 2018 com grande expectativa de aumento nas vendas. Mas vale lembrar que essa desvalorização do câmbio, já na casa dos R$ 3,50, pode afetar as importações. Além disso, esse aquecimento nas vendas não deve se manter nos próximos meses”.

Houve avanço também no indicador de emprego, que subiu 1,1 ponto para 53,3 pontos, sendo que resultados acima dos 50,0 pontos indicam expectativa de contratações para o mês.

Para a variável que capta as condições de mercado, o recuo foi de 0,5 ponto, passando de 55,7 pontos em março para os 55,2 pontos no mês de abril. Acima dos 50,0 pontos indica melhora das condições de mercado.

Clique aqui para ter acesso a todos os dados da pesquisa Sensor.

Indicador de Nível de Atividade da indústria sobe 0,8% em fevereiro

Cristina Carvalho, Agência Indusnet Fiesp

O Indicador de Nível de Atividade (INA) da indústria de transformação paulista subiu 0,8% em fevereiro ante o mês de janeiro, na série com ajuste sazonal. O resultado também oscilou positivamente na série sem ajuste, marcando alta de 1,3% para o mês e de 6,5% na variação acumulada no ano. A variável de vendas reais (+1,4%) foi a responsável por influenciar o INA positivamente, seguido pelo Nível de Utilização da Capacidade Instalada (NUCI) (+0,7 p.p.) e pela variável das horas trabalhadas na produção (0,6%) na análise com tratamento sazonal. Os dados foram divulgados nesta segunda-feira (2 de abril), pela Fiesp e pelo Ciesp.

“O resultado apresentado mostra a manutenção da expectativa de crescimento da atividade da indústria para 2018. Acreditamos em um crescimento gradual e moderado”, avalia o segundo vice-presidente da Fiesp, José Ricardo Roriz Coelho.

Entre os setores pesquisados, os destaques ficaram por conta de artigos de borracha e plástico, com queda de 1% em fevereiro, na série com ajuste sazonal. As horas trabalhadas na produção, o total de vendas reais e o NUCI recuaram -1,3%, -1,1% e -0,5 p.p., respectivamente.

O INA do setor de produtos farmacêuticos subiu 1,5% no mês. As horas trabalhadas na produção avançaram 4,7%. Já o total de vendas reais e o NUCI recuaram -5,3% e 1,2 p.p, respectivamente.

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Sensor

A pesquisa Sensor de março, também produzida pelas entidades, apresentou relativa estabilidade ao subir 0,2 ponto, para 52,2 pontos (52,0 pontos em fevereiro), mantendo o Sensor acima dos 50 pontos pelo 14ª mês consecutivo. Leituras acima de 50 pontos sinalizam expectativa de aumento da atividade industrial para o mês.

Dos indicadores que compõem o Sensor, a variável de vendas subiu 1,5 ponto, para 52,7 pontos em março. Houve avanço também no indicador de emprego, que passou de 51,7 pontos para 52,1 pontos, sendo que resultados acima dos 50,0 pontos indicam expectativa de contratações para o mês. Já o indicador de estoques cedeu 3,3 pontos ante fevereiro (50,7 pontos), marcando 47,4 pontos no mês de março, de tal forma, indica que os estoques estão acima do nível desejado. Para a variável que capta as condições de mercado, houve recuo, passando de 56,5 pontos em fevereiro para os 55,9 pontos no mês de março. Acima dos 50,0 pontos indica melhora das condições de mercado.

Clique aqui para ter acesso a todos os dados da pesquisa de março e à série histórica.

Indicador de Nível de Atividade da indústria paulista recua 0,9% em janeiro

Cristina Carvalho, Agência Indusnet Fiesp

O Indicador de Nível de Atividade (INA) da indústria paulista, apurado pela Fiesp e pelo Ciesp, recuou 0,9% em janeiro ante dezembro na série com ajuste sazonal. Já na série sem ajuste, o resultado para o mês ficou positivo em 2,6%, enquanto que na variação acumulada no ano, o indicador apresentou a melhor variação positiva nesta base de comparação (7,6%) desde 2013, quando subiu 6,5%. O fator vendas reais manteve-se estável, 0,0% no mês, mas a variável das horas trabalhadas na produção e o Nível de Utilização da Capacidade Instalada (NUCI) recuaram 1,1% e 0,5 ponto percentual (p.p.), respectivamente, na análise com tratamento sazonal. Os dados foram divulgados nesta quarta-feira (7 de março).

“O resultado de queda do INA em janeiro não reverte a tendência de recuperação e do crescimento da indústria para os próximos meses, com a retomada do emprego. Não vamos ter um forte ritmo de crescimento, mas um ritmo de crescimento possível”, argumenta o segundo vice-presidente da Fiesp, José Ricardo Roriz Coelho, lembrando que o INA apresentou crescimento consecutivo nos últimos dois meses, de 0,5% em novembro e 1,8% em dezembro.

Entre os setores pesquisados, os destaques ficaram por conta de celulose, papel e produtos de papel, com queda de 0,3% em janeiro, na série com ajuste sazonal. As horas trabalhadas na produção e o NUCI recuaram 0,5% e 0,2 p.p., respectivamente. Apenas o total de vendas reais teve avanço de 2%.

O INA do setor de bebidas também recuou (-1,9%) no mês. As horas trabalhadas na produção apresentaram leve avanço de 0,2%. Já o total de vendas reais e o NUCI recuaram 7,5% e 1,0 p.p, respectivamente.

Ouça o boletim de áudio desta notícia:

Clique aqui para ter acesso à íntegra do INA e a sua série histórica.

Sensor

A pesquisa Sensor de fevereiro, também produzida pelas entidades, cedeu 2,1 pontos, para 52,1 pontos. Leituras acima de 50 pontos sinalizam expectativa de aumento da atividade industrial para o mês.

Dos indicadores que compõem o Sensor, a variável de vendas recuou, ao variar de 53,7 pontos em janeiro para 50,8 pontos em fevereiro. Houve retração também no indicador de estoques, que cedeu 1,5 ponto ante janeiro, marcando 51,1 pontos. Resultados acima de 50 pontos indicam que os estoques estão abaixo do nível desejado. Para a variável que capta as condições de mercado, houve recuo para 56,7 pontos em fevereiro, frente aos 58,3 pontos de janeiro. Acima dos 50,0 pontos indica melhora das condições de mercado. Por fim, o indicador de emprego também obteve variação negativa, ao cair 0,8 ponto, para 51,9 pontos em fevereiro. Resultados acima dos 50,0 pontos indicam expectativa de contratações para o mês.

Calendário de Divulgação dos Índices do Depecon Fiesp/Ciesp 2018

 C A L E N D Á R I O      2 0 1 8

(*) A partir de Fevereiro de 2016 as divulgações são realizadas sempre às 11h

(**) Programação sujeita a alterações

Mês Dia Indicador
JANEIRO 17/01/2018 Nível de Emprego – Referente a dezembro de 2017
31/01/2018 Indicador de Nível de Atividade (INA) – Referente a novembro e dezembro de 2017
FEVEREIRO 19/02/2018 Nível de Emprego – Referente a janeiro de 2018
MARÇO 07/03/2018 Indicador de Nível de Atividade (INA) – Referente a janeiro de 2018
14/03/2018 Nível de Emprego – Referente a fevereiro de 2018
ABRIL 02/04/2018 Indicador de Nível de Atividade (INA) – Referente a fevereiro de 2018
16/04/2018 Nível de Emprego – Referente a março de 2018
27/04/2018 Indicador de Nível de Atividade (INA) – Referente a março de 2018
MAIO 16/05/2018 Nível de Emprego – Referente a abril de 2018
JUNHO 04/06/2018 Indicador de Nível de Atividade (INA) – Referente a abril de 2018
15/06/2018 Nível de Emprego – Referente a maio de 2018
29/06/2018 Indicador de Nível de Atividade (INA) – Referente a maio de 2018
JULHO 17/07/2018 Nível de Emprego – Referente a junho de 2018
31/07/2018 Indicador de Nível de Atividade (INA) – Referente a junho de 2018
AGOSTO 17/08/2018 Nível de Emprego – Referente a julho de 2018
30/08/2018 Indicador de Nível de Atividade (INA) – Referente a julho de 2018
SETEMBRO 18/09/2018 Nível de Emprego – Referente a agosto de 2018
28/09/2018 Indicador de Nível de Atividade (INA) – Referente a agosto de 2018
OUTUBRO 17/10/2018 Nível de Emprego – Referente a setembro de 2018 * excepcionalmente às 15h

Após três anos de queda, Indicador de Nível de Atividade da indústria paulista avança 3,5% em 2017

Cristina Carvalho, Agência Indusnet Fiesp

Após três anos consecutivos de queda, o Indicador de Nível de Atividade (INA) da indústria paulista fechou 2017 com avanço de 3,5%, impulsionado pelo total de vendas reais, que subiram 7,1% no período, estimuladas pelo aumento da produção física da indústria paulista, que segundo estimativa da Fiesp e do Ciesp é de uma provável alta de 3,3% nesse período. Por outro lado, a variável de horas trabalhadas na produção caiu -2%, na série sem ajuste sazonal, e o Nível de Utilização da Capacidade Instalada (Nuci) apresentou alta modesta de 0,2p.p. no ano, sinalizando que o aumento da atividade ocorreu em razão do aumento de produtividade do trabalho na indústria de transformação. Os dados acumulados em 12 meses até novembro para a indústria paulista são de aumento de 4,7%, acima da média da série histórica iniciada em 2003, que é de 2,1%.

Nos fechamentos de 2014, 2015 e 2016, o recuo do INA foi de -6%, -6,2% e -8,9%, respectivamente. Nesse período, o indicador acumulou perda de cerca de 20%. Na análise mensal, houve queda de -4,2% em novembro e de -13,9% em dezembro. Já na série com ajuste, o resultado para novembro e dezembro ficou positivo em 0,5% e 1,4%, nessa ordem. Os resultados foram divulgados nesta quarta-feira (31 de janeiro) pela Fiesp e pelo Ciesp.

De acordo com o segundo vice-presidente da Fiesp, José Ricardo Roriz Coelho, juros baixos e inflação estável devem impulsionar a retomada da economia. “A economia tem apresentado melhoras, e os dados do INA confirmam essa análise. O indicador apontou que tivemos um grande aumento de produtividade ao longo de 2017, o que deve ser mantido em 2018”, destaca Roriz.

A variação do INA ficou positiva em 9 dos 20 setores acompanhados em 2017. O INA acompanha o total de vendas reais, as horas trabalhadas na produção e a utilização da capacidade instalada (Nuci) da indústria de transformação paulista, que subiram 2,6%, 0,2% e 0,1 p.p., na série com ajuste sazonal em dezembro.

Entre os setores de destaque está o de metalurgia básica, que teve crescimento de 5,3% no ano, sem ajuste sazonal. As horas trabalhadas na produção caíram 3,4%, mas o total de vendas reais e o Nuci avançaram 9,1% e 4 p.p., respectivamente.

O INA de artigos de borracha e plástico subiu 3,1% no ano, puxado pelo avanço de horas trabalhadas na produção, que avançou 3,7%, seguida do total de vendas reais, que cresceram 4,6%, e do Nuci, que teve leve crescimento de 0,1 p.p., respectivamente.

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Sensor

A pesquisa Sensor do mês de janeiro segue pelo décimo segundo mês consecutivo acima dos 50 pontos ao fechar em 54,5 pontos, na série livre de influências sazonais, contra 55,5 pontos de dezembro. Leituras acima de 50 pontos sinalizam expectativa de aumento da atividade industrial para o mês. Já a variável de vendas recuou 4,4 pontos, saindo de 58,7 pontos para 54,3 pontos.

No item condições de mercado, o indicador foi de 63,5 pontos em dezembro para 58,6 pontos em janeiro, queda de -4,9. Acima dos 50,0 pontos, indica melhora das condições de mercado. Já o indicador de emprego avançou 0,3 pontos, para 52,8 pontos, ante os 52,5 pontos de dezembro. Resultados acima dos 50,0 pontos indicam expectativa de admissões para o mês.

O nível de estoque também avançou. Foi de 48,9 pontos em dezembro para 52,6 pontos em janeiro. Leituras superiores a 50,0 pontos indicam estoque abaixo do desejável, ao passo que inferiores indicam sobrestoque.

Indicador de Nível de Atividade da indústria paulista tem 7ª alta consecutiva e avança 0,3% em outubro

Cristina Carvalho, Agência Indusnet Fiesp

O Indicador de Nível de Atividade (INA) da indústria paulista apresentou a sétima alta consecutiva ao marcar variação positiva de 0,3% em outubro ante setembro, na série com ajuste sazonal. Na série sem ajuste, os resultados para o mês e na comparação anual também oscilaram positivamente, 0,8% e 3%, respectivamente. No acumulado em 12 meses, o INA subiu 1,8%, mostrando o melhor resultado desde fevereiro de 2014 (0,3%). O fator vendas reais foi o principal influenciador do avanço do mês, ao subir 3,2% em outubro. Enquanto que a variável das horas trabalhadas na produção e o Nível de Utilização da Capacidade Instalada (NUCI) recuaram 0,7% e 0,2 p.p, respectivamente. Os dados foram divulgados nesta quinta-feira (30 de novembro) pelo Departamento de Pesquisas e Estudos Econômicos da Fiesp e do Ciesp (Depecon).

Segundo Paulo Francini, diretor titular do Depecon, com o passar dos meses, consolidou-se o movimento de recuperação na indústria paulista. “Apesar de ainda existir alguma indefinição, principalmente em relação à reforma da previdência, a situação é favorável. Esperamos que o INA feche 2017 com alta de 3,5%”, apontou.

Entre os setores pesquisados, os destaques ficaram por conta de produtos farmacêuticos, com alta de 3,6% em outubro, na série com ajuste sazonal. As horas trabalhadas na produção e o total de vendas reais avançaram 0,2% e 8%, respectivamente. Já o NUCI recuou 0,3 p.p.

O INA de máquinas, aparelhos e materiais elétricos avançou 1,5% no mês. As horas trabalhadas na produção ficaram estáveis (0,0%). Já o total de vendas reais e o NUCI subiram 4,1% e 0,3 p.p, respectivamente. Por outro lado, o setor de veículos automotores teve variação negativa em outubro (-0,6%). As horas trabalhadas na produção caíram 2,9%, enquanto que o total de vendas reais subiu 2,1% e o NUCI cedeu 0,3 p.p.

Sensor

A pesquisa Sensor de novembro, também produzida pelo Depecon, segue pelo décimo mês consecutivo acima dos 50 pontos, marcando 52,9 pontos, avanço de 1,0 p.p ante outubro, quando chegou a 51,9 pontos. O resultado para novembro é o melhor desde dezembro de 2013. Leituras acima de 50 pontos sinalizam expectativa de aumento da atividade industrial para o mês.

Dos indicadores que compõem o Sensor, a variável de vendas também avançou, saindo de 53,9 pontos para 57,1 pontos, acumulando a melhor pontuação desde maio de 2010. O indicador de estoque subiu 1,6 pontos ante outubro, marcando 49,9 pontos. Pontuação abaixo de 50 pontos indicam que os estoques estão acima do nível desejado. Já a variável que que capta as condições de mercado recuou para 54,1 pontos em novembro, ante os 55,0 pontos de outubro. Acima dos 50,0 pontos indica melhora das condições de mercado.

O indicador de emprego também teve variação negativa, ao cair 0,3 p.p, para 51,6 pontos. Resultados acima dos 50,0 pontos indicam expectativa de contratações para o mês.

Indicador de Nível de Atividade da indústria avança 0,2% em setembro, aponta Fiesp

Cristina Carvalho, Agência Indusnet Fiesp

O Indicador de Nível de Atividade (INA) da indústria paulista avançou 0,2% em setembro ante agosto. Também ficaram positivos os resultados para os trimestres de 2017, na série com ajuste sazonal. No terceiro trimestre, houve elevação de 2,1%. Já na série sem ajuste, o resultado para o mês e o no acumulado em 12 meses ficaram no campo negativo, -2,9% e -0,1%, respectivamente. Porém na comparação anual houve alta de 6,7%.

O resultado positivo para o INA em setembro teve forte influência do total das vendas reais, que subiram 3,4% no período, seguida pelo Nível de Utilização da Capacidade Instalada (Nuci), que avançou 0,3 ponto percentual (p.p) e recuo de 0,2% na variável das horas trabalhadas na produção. Os dados foram divulgados nesta terça-feira (31 de outubro) pelo Departamento de Pesquisas e Estudos Econômicos da Fiesp e do Ciesp (Depecon), responsável pelo levantamento.

Segundo Paulo Francini, diretor titular do Depecon, a recuperação da indústria paulista segue em ritmo lento, porém persistente, com o 3º trimestre apresentando destaque positivo. “Não é um mês de grandes surpresas, mas diante desse cenário elevamos a projeção do INA para o fechamento de 2017, saindo de uma alta de 2,5% para 3%”, afirma Francini.

Entre os setores pesquisados, os destaques ficaram por conta de produtos químicos, com alta de 0,6% em setembro, na série com ajuste sazonal. As horas trabalhadas na produção, o total de vendas reais e o Nuci subiram 0,5%, 0,7% e 0,3 p.p, respectivamente.

O INA de metalurgia básica avançou 3,6% no mês, após ajuste sazonal. As horas trabalhadas na produção, vendas reais e o Nuci também subiram 1,8%, 7,1% e 1,8 p.p, respectivamente. O mesmo cenário otimista também foi verificado no setor de máquinas e equipamentos, com alta de 0,7% em setembro. As horas trabalhadas na produção subiram 2,4%, enquanto o total de vendas reais cedeu 2,3%. Já o Nuci avançou 0,2 p.p.

Sensor

A pesquisa Sensor de outubro, também realizada pelo Depecon, segue pelo nono mês consecutivo acima dos 50 pontos, marcando 51,7 pontos, avanço de 0,6 p.p ante setembro, quando chegou a 51,1 pontos. Leituras acima de 50 pontos sinalizam expectativa de aumento da atividade industrial para o mês.

Dos indicadores que compõem o Sensor, o que capta as condições de mercado subiu para 55 pontos em outubro, ante os 53,6 pontos de setembro. Acima dos 50,0 pontos, indica melhora das condições de mercado.

A variável de vendas também avançou, saindo de 52 pontos para 53 pontos. O indicador de estoque apresentou elevação, marcando 48 pontos, ante os 45,7 pontos do mês anterior, indicando que os estoques estão acima do nível desejado.

Já o indicador de emprego teve variação negativa de 0,4 p.p, para 52 pontos, ante os 52,4 pontos. Resultados acima dos 50,0 pontos indicam expectativa de contratações para o mês.

Indicador de Nível de Atividade da indústria recua 0,6% em agosto, aponta Fiesp

Cristina Carvalho, Agência Indusnet Fiesp

O Indicador de Nível de Atividade (INA) da indústria paulista recuou em agosto 0,6% em relação a julho, na série com ajuste sazonal, interrompendo uma sequência de quatro altas consecutivas. Já na série sem ajuste, o resultado para o mês e o na comparação anual ficam no campo positivo, 3,3% e 1,5%, respectivamente. No acumulado em 12 meses há queda de 1,6%.

O resultado negativo para o INA em agosto teve forte influência de todas as variáveis de conjuntura, que declinaram no período. O total de vendas reais cedeu 1,7%, o Nível de Utilização da Capacidade Instalada (NUCI) caiu 0,5 ponto percentual (p.p.), e as horas trabalhadas na produção ficaram estáveis (0,0%). Os dados foram divulgados nesta quinta-feira (28 de setembro) pelo Departamento de Pesquisas e Estudos Econômicos da Fiesp e do Ciesp (Depecon).

Segundo Paulo Francini, diretor titular do Depecon, a queda de agosto mostra uma oscilação pontual em torno de uma recuperação ainda lenta da indústria. “Esse resultado negativo não é preocupante. Não significa que a tendência de crescimento não será mantida. Apesar de ainda lenta, a economia está em recuperação”, afirma Francini.

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Entre os setores pesquisados, os destaques ficaram por conta de produtos farmacêuticos, com alta de 1,5% em agosto, na série com ajuste sazonal. As horas trabalhadas na produção ficaram estáveis (0,0%), o total de vendas reais subiu 7,8%, e o NUCI recuou 0,1 p.p.

O INA de veículos automotores também avançou no mês (3,6%). As horas trabalhadas na produção subiram 4,7%, vendas reais, 6,6%, e o NUCI cedeu 0,3 p.p. Já para o setor de celulose, papel e produtos de papel houve retração do INA de 2,1% em agosto. As vendas reais cederam 2,4%, as horas trabalhadas na produção recuaram 1,6%, e o NUCI caiu 0,7 p.p.

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Sensor

A pesquisa Sensor de setembro, também realizada pelo Depecon, seguiu acima dos 50 pontos, marcando 51,0, avanço de 0,4 ponto ante agosto, quando chegou a 50,6 pontos. Leituras acima de 50,0 pontos sinalizam expectativa de aumento da atividade industrial para o mês.

Dos indicadores que compõem o Sensor, o que capta as condições de mercado subiu para 53,3 pontos em setembro, ante os 52,9 pontos de agosto. Acima dos 50,0 pontos, indica melhora das condições de mercado.

O avanço também foi verificado no indicador de emprego, que teve variação positiva de 2,1 pontos, para 52,2 pontos, ante os 50,1 pontos. Resultados acima dos 50,0 pontos indicam expectativa de contratações para o mês. A variável de vendas também avançou, saindo de 50,4 pontos para 51,8 pontos.

Apenas o indicador de estoque apresentou queda, marcando 45,4 pontos, ante os 48,3 pontos do mês anterior, indicando que os estoques estão acima do nível desejado.

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Indicador de Nível de Atividade da indústria paulista, da Fiesp, avança 1% em julho

Cristina Carvalho, Agência Indusnet Fiesp

O Indicador de Nível de Atividade (INA) da indústria paulista avançou 1% em julho ante junho, na série com ajuste sazonal. Na série sem ajuste, o resultado também é positivo para o mês (3,2%) e na comparação anual (0,4%). Porém no acumulado em 12 meses há queda de 3,1%.

Esse avanço registrado para o INA em julho teve forte influência da variável de vendas reais, que subiu 4,3%, seguida por número de horas trabalhadas na produção (0,7%) e o Nível de Utilização da Capacidade Instalada (NUCI), com avanço de 0,6 ponto percentual (pp), na série com ajuste. Os dados foram divulgados nesta quinta-feira (31 de agosto) pelo Departamento de Pesquisas e Estudos Econômicos da Fiesp e do Ciesp (Depecon).

Segundo Paulo Francini, diretor titular do Depecon, o consumo é um dos principais fatores a colaborar para esse resultado. “Para isso, temos uma inflação em queda, o efeito da liberação dos recursos de contas inativas do FGTS, os juros menores, a demanda externa aquecida, que influencia as exportações. Esse conjunto de fatores sinaliza – apesar de pequena e lenta – recuperação da atividade industrial”, argumenta Francini.

O diretor do Depecon lembrou ainda que entre abril e julho a média de crescimento do INA foi de 1%, o que leva a superar a projeção de fechamento do ano, de 1,7% para próximo de 2,5% a 3%.

Dos 20 setores pesquisados, 70% cresceram em julho, resultado que não ocorria desde maio de 2009. Os destaques ficaram por conta de produtos químicos, com alta de 2,2% em julho, na série com ajuste sazonal. As horas trabalhadas na produção avançaram 2,3%, o total de vendas reais 4,7%, e o NUCI, 0,2 p.p.

O INA de minerais não metálicos avançou 0,4% no mês. As horas trabalhadas na produção subiram 0,2%, vendas reais, 1,9%, e o NUCI, 0,1 p.p. Já para o setor de artigos de borracha e plástico houve elevação do INA de 1,2% em julho. As vendas reais avançaram 5,9%, horas trabalhadas na produção 2,2%, e o NUCI, 0,3 p.p.

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Sensor

A pesquisa Sensor de agosto, também produzida pelo Depecon, avançou para 50,5 pontos, ante os 49,8 pontos de julho, mantendo-se estável para o mês. Leituras acima de 50,0 pontos sinalizam aumento da atividade industrial para o mês.

Dos indicadores que compõem o Sensor, o que capta as condições de mercado subiu para 52,5 pontos em agosto, ante os 50,1 pontos de julho. Acima dos 50,0 pontos, indica melhora das condições de mercado.

O avanço também foi verificado no indicador de estoque, que subiu 2 p.p, marcando 48,7 pontos, ante os 46,7 pontos do mês anterior, indicando que os estoques estão acima do nível desejado.

Já o emprego teve variação positiva de 1,0 p.p, para 49,7 pontos. Resultados abaixo dos 50,0 pontos indicam expectativa de demissões para o mês. Apenas a variável de vendas cedeu, saindo de 53,9 pontos para 50,6 pontos.

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Indicador de Nível de Atividade da indústria de SP recua 0,8% em junho, aponta Fiesp

Cristina Carvalho, Agência Indusnet Fiesp

O Indicador de Nível de Atividade (INA) da indústria paulista registrou queda de 0,8% em junho ante maio, na série sem influência sazonal. O resultado negativo do INA para o mês também é mostrado na série sem ajuste, que cedeu 3,8%. No fechamento do primeiro semestre, o recuo ficou próximo da estabilidade (-0,7%), contra -9,9% do mesmo período do ano anterior. Também houve queda nos primeiros semestres de 2015 e 2014, de 3,2% e 7,2%, respectivamente.

Entre as variáveis de conjuntura que compõem o INA, houve recuo no número de horas trabalhadas na produção (-0,2%), no total de vendas reais (-0,2%), com o Nível de Utilização da Capacidade Instalada (Nuci) apresentando pequeno avanço de 0,1 p.p, na série com ajuste. Os dados foram divulgados nesta quinta-feira (27 de julho), pelo Departamento de Pesquisas e Estudos Econômicos da Fiesp e do Ciesp (Depecon).

Em 18 setores divulgados, três tiveram destaque. O de produtos têxteis registrou queda de 1,9% em junho, na série com ajuste sazonal. As horas trabalhadas na produção avançaram 0,7%, o total de vendas reais caiu -3,9%, e o Nuci subiu 0,4 p.p.

O INA de celulose, papel e produtos de papel avançou 0,6% no mês. As horas trabalhadas na produção recuaram 0,8%, vendas reais e o Nuci avançaram 1,5% e 0,3 p.p., respectivamente. Já para o setor de veículos automotores houve elevação do INA de 0,6% em junho. As vendas reais e o Nuci subiram 2,1% e 0,4 p.p, respectivamente. Já o total de horas trabalhadas na produção cedeu 1,2%.

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Sensor

A pesquisa Sensor de julho, também realizada pelo Depecon, sofreu recuo de 1,1 ponto, para 49,9 pontos, na série com ajuste sazonal, o que representa praticamente estabilidade para o mês. Leituras abaixo de 50 pontos sinalizam queda da atividade industrial para o mês.

Dos indicadores que compõem o Sensor, o que capta as condições de mercado caiu 1,7 p.p e passou para 49,7 pontos em julho, ante os 51,6 pontos de junho. Abaixo dos 50,0 pontos, indica piora das condições de mercado.

A queda também foi verificada no indicador de estoque, que cedeu 2 p.p, marcando 46,4 pontos, ante os 48,4 pontos do mês anterior, indicando que os estoques estão acima do nível desejado.

Já o emprego apresentou leve variação positiva de 0,1 p.p, para 48,6 pontos, ante os 48,5 pontos. Resultados abaixo dos 50,0 pontos indicam expectativa de demissões para o mês.

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Indicador de Nível de Atividade da indústria avança 0,6% em maio, aponta Fiesp

Cristina Carvalho, Agência Indusnet Fiesp

O Indicador de Nível de Atividade (INA) da indústria paulista registrou avanço de 0,6% em maio ante abril, na série com ajuste sazonal. O resultado teve forte influência do total de vendas reais, que subiu 2,4%. Entre as demais variáveis de conjuntura que compõem o INA, houve aumento no número de horas trabalhadas na produção (0,2%) e estabilidade no Nível de Utilização da Capacidade Instalada (Nuci). O resultado positivo do INA também é mostrado na série sem ajuste, que marcou elevação de 10,4% no mês. Neste ano a queda foi de 1,6%. Os dados foram divulgados nesta quinta-feira (29 de junho) pelo Departamento de Pesquisas e Estudos Econômicos da Fiesp e do Ciesp.

Segundo Paulo Francini, diretor do Depecon, a atividade da indústria paulista está andando de lado. “A recuperação da atividade industrial segue lenta, hesitante e com viés de baixa”, aponta.

Dos 18 setores divulgados, três tiveram destaque. O de bebidas registrou elevação de 0,3% em maio, na série com ajuste sazonal. As horas trabalhadas na produção avançaram 0,5%, o total de vendas reais caiu -0,6% e o Nuci ficou estável.

O INA de artigos de borracha e plástico avançou 2%. As horas trabalhadas na produção, vendas reais e o Nuci avançaram 2,3%, 3,2 e 0,4 ponto percentual (p.p.), respectivamente. Já para o setor de móveis houve elevação de 3,5%. As vendas reais e o total de horas trabalhadas na produção subiram 6,6% e 5,3%, respectivamente. Já o Nuci recuou 0,3 p.p.

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Sensor

A pesquisa Sensor de junho, também realizada pelo Depecon, mostrou recuo de 1 p.p., para 50,9 pontos, na série com ajuste sazonal. Leituras acima de 50 pontos sinalizam expectativa de aumento da atividade industrial para o mês.

Dos indicadores que compõem o Sensor, o que capta as condições de mercado caiu 3 p.p. e passou para 51,9 pontos em junho, ante os 54,9 pontos de maio. Acima dos 50,0 pontos, indica melhora das condições de mercado.

A queda também foi verificada no indicador de emprego, que cedeu 2,8 p.p., marcando 48,7 pontos, antes os 51,5 pontos do mês anterior. Resultados abaixo dos 50,0 pontos indicam expectativa de demissões para o mês. Já o estoque cedeu 0,4 p.p., marcando 48,4 pontos, ante os 48,8 de maio, o que indica que os estoques estão acima do nível desejado.

O único destaque positivo foi o componente vendas, que avançou para 54,7 pontos, ante os 53,9 pontos de maio, sendo este o melhor resultado desde junho de 2009.

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Indicador de Nível de atividade da indústria avança 0,3% em abril, aponta Fiesp

Cristina Carvalho, Agência Indusnet Fiesp 

O Indicador de Nível de Atividade (INA) da indústria registrou avanço de 0,3% em abril, na série sem influência sazonal. O INA acompanha o total de vendas reais, as horas trabalhadas na produção e o nível de utilização da capacidade instalada (NUCI) da indústria de transformação paulista, que apresentaram também variação positiva de 0,3%, 0,6% e 0,8 p.p, respectivamente. Porém o INA fica no campo negativo (-6,3%) quando considerada a variação sem ajuste sazonal para o mês, que foi influenciado pela menor quantidade de dias úteis. No acumulado em 12 meses, o dado computado também segue em queda (-6,5%). Os dados foram divulgados nesta quarta-feira, 31/5, pelo Departamento de Pesquisas e Estudos Econômicos (Depecon) da Federação e Centro das Indústrias do Estado de São Paulo (Fiesp e Ciesp).

Para Paulo Francini, diretor do Depecon, os próximos meses devem ser ainda de oscilações, ora no campo positivo, ora no negativo. “Ainda não foi possível avaliar os efeitos dos acontecimentos no cenário político na indústria paulista. Seguimos com a expectativa de fechar 2017 com crescimento de 1,2%. No entanto, diante dos últimos eventos, todos estão cautelosos sobre o que vai acontecer”, aponta.

Em 18 setores divulgados, três tiveram destaque. O de borracha e material plástico registrou elevação de 0,6% em abril, na série com ajuste sazonal. As horas trabalhadas na produção recuaram 0,6%, vendas reais subiram 2,2% e o NUCI ficou em 0,1p.p.

O INA de celulose e papel cedeu 0,3%. As horas trabalhadas na produção recuaram 3,6%, vendas reais subiram 1,7% e o NUCI avançou 0,3p.p. Já para os minerais não metálicos houve recuo de 0,9%. As vendas reais subiram 1,9%, o total de horas trabalhadas na produção e o NUCI recuaram 2,1% e 1,9 p.p, respectivamente.

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Sensor

A pesquisa Sensor de maio, também analisada pelo Depecon, se manteve acima dos 50 pontos pelo quarto mês consecutivo (51,9 pontos), na série com ajuste sazonal. Leituras acima de 50 sinalizam expectativa de aumento da atividade industrial para o mês.

Dos indicadores que compõem o Sensor, o de mercado passou para 55,2 pontos, ante os 52,2 pontos de abril. Acima dos 50,0 pontos, indica melhora das condições de mercado.

O resultado para o indicador de emprego foi de 52,1 pontos, alta de 2,0 p.p em relação ao mês anterior, quando registrava 50,1 pontos. Resultados acima dos 50,0 pontos indicam expectativa de admissões para o mês. Já o de vendas avançou para 53,6 pontos, dos 52,9 pontos.

O único destaque negativo ficou por conta do indicador de estoque, que recuou para 48,8 pontos, ante os 49,5 de abril, indicando ter havido alta da percepção de estoques.

Para ler a pesquisa completa, é só clicar aqui.


Indicador de Nível de Atividade da indústria avança 1,9% no 1º trimestre

Cristina Carvalho, Agência Indusnet Fiesp

O Indicador de Nível de Atividade (INA) da indústria paulista registrou avanço de 1,9% no primeiro trimestre de 2017, encerrando uma série consecutiva de 7 trimestres de queda, na série com ajuste sazonal. No mesmo período do ano anterior, o recuo foi de 2,4%. No resultado apurado em março, houve queda de 0,9%. Já no acumulado em 12 meses, na série sem ajuste sazonal, a retração foi de 6,6%. Os resultados foram divulgados nesta quinta-feira (27 de abril) pelo Departamento de Pesquisas e Estudos Econômicos da Fiesp e do Ciesp (Depecon). O INA acompanha o total de vendas reais, as horas trabalhadas na produção e a utilização da capacidade instalada (NUCI) da indústria de transformação paulista.

De todos os indicadores de conjuntura que compõem o INA em março, a variável das horas trabalhadas na produção (-1,6%) foi a que exerceu maior influência na formação do resultado negativo no mês apresentado. O Nível de Utilização da Capacidade Instalada (NUCI) caiu 0,6 ponto percentual (p.p). No sentido contrário, o total de vendas reais subiu 1,7%.

Para Paulo Francini, diretor do Depecon, o resultado negativo de março não invalida a tendência de recuperação já avaliada pela entidade, tendo como base para isso este primeiro trimestre positivo do indicador. “Mês passado falamos em uma tendência de recuperação lenta, gradual e turbulenta para a indústria. Hoje, acrescentamos que ela se manterá assim, porém com fragilidade e, claro, carregando um olhar também político das reformas, que, de certa maneira, vai moldar o ânimo da economia”, detalha Francini.

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Dos 18 setores divulgados, três tiveram destaque. O de veículos automotores registrou contração de 5,6% em março, na série com ajuste sazonal. As horas trabalhadas na produção recuaram 8,0%, as vendas reais caíram 7,6%, e o NUCI cedeu 2,7 p.p.

O INA de máquinas e equipamentos ficou praticamente estável (-0,1%). As horas trabalhadas na produção recuaram 1,5%, as vendas reais subiram 1,0%, e o NUCI avançou 0,2 p.p. Já nos produtos farmacêuticos, o avanço foi de 4,0%, com destaque para vendas reais, que subiram 9,8%. O total de horas trabalhadas na produção avançou 1,0%, e o NUCI, 0,8 p.p.

Clique aqui para ter acesso à pesquisa na íntegra e a sua série histórica.

Sensor

A pesquisa Sensor do mês de abril, também realizada pelo Depecon, manteve-se estável, acima dos 50 pontos pelo terceiro mês consecutivo: 50,4 pontos, ante os 50,7 pontos de março, na série com ajuste sazonal. Leituras acima de 50 sinalizam expectativa de aumento da atividade industrial para o mês.

Dos indicadores que compõem o Sensor, o estoque se destacou, com 49,2, pontos, avanço de 2,2 p.p ante os 47,0 de março, indicando ter havido diminuição da percepção de estoques excessivos.

O indicador de vendas avançou de 50,1 para 52,8 pontos. Já o indicador de mercado passou para 51,5 pontos (de 52,8 pontos). Acima dos 50,0 pontos, indica melhora das condições de mercado.

O resultado para o indicador de emprego foi de 50,1 pontos, recuo de 3,2p.p quando registrava no mês anterior 53,3 pontos. Resultados acima dos 50,0 pontos indicam expectativa de admissões para o mês.

Clique aqui para ter acesso à pesquisa completa e a sua série histórica.

Indicador de Nível de Atividade da indústria paulista cai 0,5% em fevereiro

Cristina Carvalho, Agência Indusnet Fiesp

O Indicador de Nível de Atividade (INA) da indústria paulista registrou em fevereiro queda de 0,5%, na série livre de influências sazonais. Na comparação com o mesmo mês de 2016 (ano bissexto), o indicador contraiu 5,1%, resultado influenciado pelo menor número de dias úteis deste ano. Em janeiro, o dado havia também ficado no negativo, mas com a revisão passou de -0,7% para alta de 0,1%. Já no acumulado em 12 meses até fevereiro, o indicador recuou 7,8%, na série sem ajuste sazonal. Os resultados foram divulgados nesta quinta-feira (30 de março) pelo Departamento de Pesquisas e Estudos Econômicos da Fiesp e do Ciesp (Depecon). O INA acompanha o total de vendas reais, as horas trabalhadas na produção e a utilização da capacidade instalada (NUCI) da indústria de transformação paulista.

Todos os indicadores de conjuntura que compõem o INA apresentaram queda em fevereiro. A exemplo dos outros meses, a variável total de vendas reais (-0,8%) foi a que exerceu maior influência na formação do resultado negativo de fevereiro, seguida por horas trabalhadas na produção e pelo Nível de Utilização da Capacidade Instalada (NUCI), que recuaram 0,5% e 0,5p.p., respectivamente.

“Os dados de fevereiro não anulam os saldos de dezembro e janeiro, que apresentaram altas de 3,5% e 0,1%, respectivamente. Porém, a recuperação ainda será lenta, gradual e turbulenta. Não devemos nos surpreender com solavancos”, destaca Paulo Francini, diretor do Depecon, apostando em um crescimento da atividade industrial de 1,2% para 2017.

Em 18 setores divulgados, 7 apresentaram resultado positivo em fevereiro. Destaque para o de máquinas, aparelhos e materiais elétricos, que apresentou variação positiva (1,9%) para o mês, na série com ajuste sazonal. As horas trabalhadas na produção subiram 6,6%, vendas reais caíram 1,6% e o NUCI cedeu 0,2p.p.

O INA de móveis sofreu queda de 2,8%, com ajuste sazonal. As horas trabalhadas na produção recuaram 2,9%, vendas reais caíram 3,5% e o NUCI manteve-se estável (0,1p.p.). Já nos produtos químicos, a queda foi de 4,2%. O total de horas trabalhadas na produção, total de vendas reais e NUCI tiveram queda de 1,4%, 4,4% e 2,8p.p., respectivamente.

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Sensor

A pesquisa Sensor do mês de março se manteve acima de 50 pontos pelo segundo mês consecutivo: 50,5 pontos, ante os 50,6 pontos de fevereiro, na série com ajuste sazonal. Leituras acima de 50 sinalizam expectativa de aumento da atividade industrial para o mês.

Dos indicadores que compõem o Sensor, o emprego se destacou, registrando o maior nível desde novembro de 2010: 53,7 pontos, com avanço de 1,3 ante os 52,4 de fevereiro. Resultados acima dos 50,0 pontos indicam expectativa de admissões para o mês.

O indicador de vendas apresentou queda de 5,7 na pontuação, passando de 55,0 pontos para 49,3 pontos. Já o indicador de mercado passou para 52,9 pontos, ante os 51,7 pontos. Acima dos 50,0 pontos, indica melhora das condições de mercado.

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Indicador de Nível de Atividade da indústria paulista cai 0,7% em janeiro

Cristina Carvalho, Agência Indusnet Fiesp 

O Indicador de Nível de Atividade (INA) da indústria registrou queda de 0,7% em janeiro, na série livre de influências sazonais, após apresentar um avanço de 3,6% em dezembro. No acumulado em 12 meses até janeiro, o indicador recuou 8,3%. Os resultados foram divulgados nesta segunda-feira, 6, pelo Departamento de Pesquisas e Estudos Econômicos (Depecon) da Federação e Centro das Indústrias do Estado de São Paulo (Fiesp e Ciesp). O INA acompanha o total de vendas reais, as horas trabalhadas na produção e a utilização da capacidade instalada (NUCI) da indústria de transformação paulista.

Todos os indicadores de conjuntura que compõem o INA apresentaram queda em janeiro, a variável total de vendas reais (-1,3%) foi a que exerceu maior influência na formação do resultado negativo do INA no primeiro mês do ano. As horas trabalhadas na produção e o Nível de Utilização da Capacidade Instalada (NUCI) recuaram 0,8% e 0,3p.p. respectivamente.

“Os dados de janeiro não anulam o saldo de dezembro. É natural que se passe por uma situação de alta e baixa. Temos uma tendência de lenta recuperação para o primeiro semestre, com essa melhora sendo acentuada a partir do segundo semestre”, destaca Paulo Francini, diretor do Depecon, apostando em um crescimento da atividade industrial de 1,2% para 2017.

Em 18 setores divulgados, 11 apresentaram variação positiva e 7 negativas no mês. O de artigos de borracha e plástico sofreu queda de 0,5%, com ajuste sazonal. As horas trabalhadas na produção recuaram 0,4%, vendas reais caíram 0,1% e o NUCI cedeu 1,1p.p.

O INA do setor têxtil apresentou resultado positivo de 1,3%, com ajuste sazonal. O total de horas trabalhadas na produção e NUCI tiveram alta de 2,4% e 0,3p.p. respectivamente, enquanto que o total de vendas reais recuou 2,2%.

Variação positiva também é vista no segmento de metalurgia básica, que subiu 0,8% em janeiro, também com ajuste sazonal. O resultado teve forte influência da variável das horas trabalhadas na produção (+1,3%). O NUCI permaneceu estável e o total de vendas reais recuou 5,2%.

Sensor

A pesquisa Sensor do mês de fevereiro ficou em 50,6 pontos, ante os 49,0 pontos de janeiro. O resultado acima da casa dos 50 pontos é o primeiro apresentado depois de uma sequência de 3 anos no patamar inferior a esse dado, na série com ajuste sazonal. Leituras acima de 50 sinalizam aumento da atividade industrial para o mês.

O resultado do Sensor teve a influência do indicador de emprego, que passou dos 49,4 pontos em janeiro para os atuais 51,9 pontos. Resultados acima dos 50,0 pontos indicam expectativa de admissões para o mês.

O indicador de vendas também teve crescimento na pontuação, passando de 51,3 pontos para 55,2 pontos. Já o indicador de mercado passou para 51,5 pontos, ante os 52,5 pontos. Acima dos 50,0 pontos, indica melhora das condições de mercado. “A expectativa de um ciclo de redução mais intenso da taxa básica de juros (Selic) vai beneficiar o desempenho da indústria”, aponta Francini.

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