Foto: Skaf recebe título de cidadão de São Caetano do Sul

Agência Indusnet Fiesp

Ao receber nesta sexta-feira (4/12) da Câmara de São Caetano do Sul o título de cidadão sulsancaetanense, o presidente da Fiesp e do Ciesp, Paulo Skaf, disse que homenagem é especial em razão do Índice de Desenvolvimento Humano (IDH) do município, que ocupa o topo do ranking brasileiro. No evento, Skaf afirmou que há um desgoverno no país. “Estamos à deriva”, afirmou. “Alguma coisa tem que acontecer”, acrescentou Skaf, citando o encolhimento da economia brasileira e o desemprego. A crise econômica, explicou, sofreu contaminação dos problemas políticos. Apesar de confiar no Brasil, os investidores não têm confiança no Governo, segundo Skaf.

“Certas coisas são indelegáveis”, afirmou Skaf, criticando a ausência do governador Geraldo Alckmin na crise provocada pelo projeto de reestruturação das escolas estaduais.  “São Paulo, a exemplo de São Caetano do Sul, deveria ter educação exemplar, mas não tem.” Na opinião do presidente da Fiesp e do Ciesp, “governantes não devem se esconder em momentos delicados. Falta água, não se vê o governador. Crise na educação, não se vê o governador. Crise na segurança, não se vê o governador”.

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Paulo Skaf ao receber o título de cidadão sulsancaetanense, na Câmara de São Caetano do Sul. Foto: Everton Amaro/Fiesp

Benjamin Steinbruch comenta o impacto do salário mínimo na elevação do Índice de Desenvolvimento Humano do país

Agência Indusnet Fiesp

Em artigo no Jornal Folha de S.Paulo desta terça-feira (8/10), o vice-presidente da Federação das Indústrias do Estado de São Paulo  (Fiesp), Benjamin Steinbruch, avaliou a melhora (crescimento de 47%, entre 1991 e 2010) do Índice de Desenvolvimento Humano Municipal no Brasil, segundo dados divulgados recentemente pelo Programa das Nações Unidas para o Desenvolvimento (Pnud).

Steinbruch ressaltou que alguns fatores, como Educação e os programas sociais implementados nos últimos anos, contribuíram para esse resultado, o que demonstra a ocorrência de uma redução da desigualdade no País de forma sistemática.

Na avaliação do vice-presidente da Fiesp,  os ganhos reais do salário mínimo também foram importantes para essa elevação dos Índices de Desenvolvimento Humano.  Ele acredita que, a despeito de seus impactos nas contas da Previdência e na competitividade do Brasil, tais ganhos salariais precisam ser preservados.

Leia o artigo na íntegra no site da Folha de S.Paulo.


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