Empresários da pequena indústria continuam otimistas em agosto

Agência Indusnet Fiesp

O Índice de Confiança do Empresário da Pequena Indústria de São Paulo (Icei–SP) registrou 50,7 pontos, avanço de 0,6 ponto na passagem do mês. Com esse resultado o indicador continua na zona de estabilidade (50 pontos), sinalizando que os empresários seguem confiantes no mês de agosto.

Entre os empresários de médio porte o Icei-SP teve variação positiva de 2,6 pontos em relação a julho, indo de 47,5 para 50,1 pontos e atingindo a zona de estabilidade (50 pontos), o que se traduz como confiança.

Clique aqui para ter acesso à pesquisa na íntegra, feita pela Fiesp e pela CNI e divulgada nesta segunda-feira (28 de agosto).

Sondagem

A Sondagem das Pequenas e Médias Indústrias do Estado de São Paulo, também realizada pela Fiesp e pela CNI, mostra em julho a segunda queda consecutiva do volume de produção da pequena indústria registra. Depois de recuar 7,0 pontos em junho (quando atingiu 45,0 pontos), o indicador registrou 44,0 pontos nesta leitura, voltando no mesmo patamar de fevereiro (44,0 pontos). O resultado atual é ligeiramente superior aos 42,9 pontos de julho de 2016.

Dos cinco componentes das expectativas da indústria de pequeno porte para os próximos seis meses, três ficaram acima de 50,0 pontos, sinalizando otimismo. Entre as médias, também do total dos cinco componentes de expectativas, três seguem acima da linha divisória. Na produção, houve recuo de 0,7 ponto no indicador de volume de produção da média indústria paulista, que ficou em 48,1 pontos no mês de julho.

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Recua índice de confiança entre as pequenas indústrias paulistas

Agência Indusnet Fiesp

Depois da alta de novembro, que depois de mais de três anos sinalizava retomada do otimismo entre os pequenos industriais paulistas (empresas com 10 a 49 empregados), caiu em dezembro seu índice de confiança. Nesse segmento, o indicador recuou 7,4 pontos na passagem do mês, ficando em 43,1 pontos, de volta à zona do pessimismo (abaixo dos 50 pontos).

O indicador das condições da economia brasileira teve um recuo significativo de 10,9 pontos, indo a 32,2 pontos em dezembro. Na avaliação quanto as suas empresas, 46% das pequenas empresas entrevistadas acreditam que pioraram/pioraram muito no mês de dezembro, ao passo que 20% dos empresários apontaram que a situação da empresa melhorou. Os dados são do Índice de Confiança dos Empresários Industriais (Icei-SP), medido pela CNI e pela Fiesp.

O indicador de expectativas para os próximos seis meses recuou 7,7 pontos de novembro para dezembro, para 46,1 pontos, abaixo da linha divisória, indicando que as expectativas são negativas para os próximos meses.

Médias

A confiança dos empresários da média indústria (50 a 249 empregados) recuou em dezembro, para 43,9 pontos, 4,6 a menos que em novembro. Com esse resultado o índice de confiança das médias indústrias paulistas registra a terceira queda seguida e não sinaliza nenhum avanço para os próximos meses.

O indicador das condições da economia brasileira registrou um recuo acentuado, de 10,1 pontos, indo para 31,5 pontos em dezembro. Quando perguntados sobre as avaliações quanto a sua empresa, 44% dos empresários da média indústria acreditam que pioraram/pioraram muito no mês de dezembro, e 7% apontaram que a situação melhorou.

O indicador de expectativas para os próximos seis meses ficou em 47,7 pontos em dezembro, recuo de 4,9 pontos.

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Pela primeira vez em três anos empresário da pequena indústria demonstra otimismo

Agência Indusnet Fiesp

Pela primeira vez em mais de três anos os empresários da pequena indústria paulista (a que tem de 10 a 49 empregados) mostram otimismo. Em novembro, o Índice de Confiança dos Empresários Industriais (Icei-SP), medido pela CNI e pela Fiesp, registrou 50,5 pontos, contra 48,5 em outubro. Desde fevereiro de 2013 o indicador não superava os 50 pontos, que sinalizam estabilidade.

Na avaliação de Milton Bogus, diretor titular do Departamento da Micro, Pequena e Média Indústria da Fiesp (Dempi), o resultado é muito importante. “O avanço da pequena indústria”, explica, “é reflexo da diminuição da queda de produção”. Ela vem melhorando, “inclusive com um forte aumento de Utilização de Capacidade Instalada e também avanço na queima de estoque”.

O resultado positivo da pequena indústria paulista é reflexo de um avanço mais acentuado do indicador de condições atuais da empresa (mais 4,3 pontos, indo a 44,2 pontos) e do indicador de condições atuais da economia brasileira (5,5 pontos a mais na passagem do mês, para 43,1 pontos)

Expectativas

O indicador geral das expectativas para os próximos seis meses mostra que elas permanecem positivas para os próximos meses. Com avanço de 0,2 ponto, atingiu em novembro 53,8 pontos, acima da linha divisória.

O indicador de expectativas da empresa para os próximos seis meses apontou que 41,5% dos empresários estão confiantes. Houve avanço de 4,7 pontos percentuais em relação a outubro.

Médias em baixa

A confiança dos empresários da média indústria (50 a 249 empregados) recuou 0,8 ponto em novembro, registrando 48,5 pontos. É a segunda queda consecutiva do Icei nesse segmento, depois de cinco meses de avanço.

O indicador geral das condições da economia brasileira avançou 2,4 pontos, indo a 41,6 pontos em novembro. O indicador de condições da empresa permaneceu praticamente estável, recuando 0,1 ponto, para 40,4 pontos.

A queda dos indicadores de expectativas foi o fator preponderante para a retração da confiança em novembro. O indicador geral das expectativas para os próximos seis meses recuou 1,7 ponto, para 52,6 pontos em novembro, mas ainda acima da linha divisória.

Após cinco altas consecutivas, recua confiança do empresário da pequena e média indústria

Agência Indusnet Fiesp

O Índice de Confiança dos Empresários Industriais (Icei-SP) teve recuo na passagem de setembro para outubro tanto para as pequenas, com 10 a 49 empregados (48,5 pontos, com queda de 0,9 ponto) quanto para as médias, com 50 a 249 empregados, em que o indicador caiu 0,6 ponto e ficou em 49,3 pontos. Com esse resultado o indicador interrompe a série de alta dos cinco levantamentos anteriores feitos em parceria entre a CNI e a Fiesp. Apesar da variação negativa, o resultado não deslocou a tendência de alta, ou seja, os empresários continuam dentro da trajetória de fortalecimento da confiança.

O resultado da pequena indústria paulista é reflexo de uma queda mais acentuada do indicador de condições atuais da empresa e do indicador de expectativa da empresa, que também registrou um recuo significativo.

Já o indicador de expectativas para os próximos seis meses da pequena indústria permaneceu praticamente estável de setembro para outubro, em 53,6 pontos (0,1 ponto de recuo), ainda acima da linha divisória, sinalizando que as expectativas são positivas para os próximos meses. No indicador de expectativas da economia brasileira para os próximos seis meses houve recuo de 5,2 pontos percentuais, para 33,9%. Houve um avanço de 1,1 ponto percentual dos empresários que acreditam que a situação da economia brasileira deva permanecer na mesma situação, representado por 36,9% dos empresários.

Entre as médias, o indicador de expectativas da empresa para os próximos seis meses teve 44,2% dos empresários apontando que estão confiantes para os próximos meses, avanço de 1,3 ponto percentual quando comparado com o mês de setembro. Nesse segmento, o indicador das condições da economia brasileira avançou 2 pontos (para 39,2) em outubro, mas ainda a 10,8 pontos da estabilidade.

Das médias empresas entrevistadas em outubro, 45% acreditam que as condições econômicas pioraram/pioraram muito, não houve alteração quando comparado com o mês de setembro.

Quando perguntado sobre as avaliações quanto as suas empresas, 39% dos empresários da média indústria acreditam que pioraram/pioraram muito no mês de outubro, e 11% apontaram que a situação melhorou.

Clique aqui para ter acesso à pesquisa completa.

Índice de Confiança dos Empresários Industriais de São Paulo se aproxima da estabilidade

Agência Indusnet Fiesp

O Índice de Confiança dos Empresários Industriais de São Paulo (Icei-SP) registrou 49,4 pontos em setembro, avanço de 0,4 ponto na passagem do mês, para as pequenas indústrias (10 a 49 empregados). Com esse resultado o índice está muito próximo da linha divisória (50 pontos), indicando que a confiança do empresário da pequena indústria, em seu sexto mês consecutivo de avanço, está perto da estabilidade. O último resultado da pequena indústria paulista igual ou superior aos 49,4 pontos ocorreu em março de 2013, quando registrou 50,1 pontos.

Na média indústria (50 a 249 empregados) a confiança dos empresários avançou em setembro para 49,9 pontos, 4,1 pontos a mais que em agosto. É quinta alta consecutiva para esse segmento. Atingindo praticamente a linha divisória (50 pontos), indica que a onda de pessimismo vem perdendo força, e a continuidade na recuperação da confiança vem se fortalecendo.

Os dados foram divulgados nesta segunda-feira (3/10) pelo Departamento da Micro, Pequena e Média Empresa da Fiesp (Dempi). Segundo Milton Antonio Bogus, diretor titular do Dempi, é possível afirmar que as perspectivas futuras são positivas. “Os indicadores de confiança sinalizam que os empresários paulistas já conseguem enxergar um futuro melhor.”

Avaliações

O indicador de condições da empresa avançou 0,2 pontos entre as pequenas indústrias, chegando a 41,9 pontos, indicando uma menor intensidade na queda. O indicador das condições da economia brasileira teve um ligeiro recuo, de 0,5 ponto, e chegou a 38,4 pontos em setembro.

Nas médias indústrias, o indicador de condições da empresa avançou 0,5 ponto, chegando a 40,8 pontos, indicando menor intensidade na queda. O indicador das condições da economia brasileira recuou 1,2 ponto, para 37,2 pontos em setembro.

Clique aqui para ter acesso à íntegra do levantamento.

Na quinta alta consecutiva, confiança do pequeno empresário industrial se aproxima da estabilidade

Agência Indusnet Fiesp

 Na passagem para agosto, o Índice de Confiança dos Empresários Industriais (ICEI-SP) dos estabelecimentos de pequeno porte (10 a 49 empregados) de São Paulo subiu 2,3 pontos e atingiu 49,0 pontos, patamar que não era atingido desde setembro de 2013 e que chega muito perto da estabilidade, representada pelo nível de 50,0 pontos. O levantamento é feito pelo Departamento de Micro, Pequena e Média Industria da Fiesp (Dempi). A análise da evolução do ICEI-SP mostra que a recuperação da confiança se intensificou nos últimos meses, sugerindo que a economia esteja perto de uma possível retomada caso ultrapasse a linha divisória.

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O indicador de condições da empresa para o mesmo segmento avançou 1,7 ponto e chegou a 41,7 pontos, sinal de menor intensidade na queda. O indicador das condições da economia brasileira avançou para 38,9 pontos em agosto (4,4 pontos acima da leitura anterior).

Expectativas

O indicador de expectativas para os próximos seis meses, que já tinha ultrapassado a linha indicadora de estabilidade, avançou mais 2,1 pontos e atingiu 53,3 pontos em agosto, sinal de expectativas positivas para os próximos meses.

No segmento das médias indústrias (50 a 249 empregados) também houve avanço no indicador de expectativas para os próximos seis meses. Em sua quarta alta consecutiva, chegou a 49,1 pontos em agosto (contra 48,1 em julho), aproximando-se ainda mais da linha de estabilidade e indicando uma possível reversão na expectativa nos próximos meses.

Em relação à confiança dos empresários da média indústria, agosto teve a quarta alta seguida, passando de 44,0 para 45,8 pontos.

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Confiança do pequeno empresário industrial avança pelo quarto mês consecutivo

Agência Indusnet Fiesp

Em sua quarta alta consecutiva, o Índice de Confiança dos Empresários Industriais (Icei-SP) dos estabelecimentos de pequeno porte (10 a 49 empregados) avançou 2,9 pontos em julho e registrou 47,1 pontos, resultado que se aproxima dos 50,0 pontos, que indicam estabilidade. O índice de julho é o mais alto desde setembro de 2013, quando ficou em 49,0 pontos. O levantamento é feito pelo Departamento de Micro, Pequena e Média Industria da Fiesp (Dempi).

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Para mesmo segmento, o indicador de condições da empresa avançou 5,3 pontos, para 40,0 pontos, indicando uma menor intensidade na queda. O indicador das condições da economia brasileira ficou em 34,5 pontos em julho, com elevação de 5,5 pontos.

Expectativas

O indicador de expectativas para os próximos seis meses apontou uma melhora para a pequena indústria. Ultrapassou a linha indicadora de estabilidade e chegou a 51,2 pontos em julho (variação positiva de 1,3 ponto), indicando que as expectativas são positivas para os próximos meses.

Também entre as médias indústrias (50 a 249 empregados) houve avanço, de 3,4 pontos, no indicador de expectativas para os próximos seis meses, o terceiro consecutivo. Chegou em julho a 48,1 pontos, aproximando-se da linha de estabilidade e indicando uma possível reversão na expectativa nos próximos meses.

A confiança dos empresários da média indústria teve em julho seu terceiro avanço consecutivo. Passou para 44,0 pontos, variação positiva de 3,9 pontos em relação a junho.  Apesar de continuar abaixo da linha divisória, esse resultado representa uma menor intensidade na queda da confiança.

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Falta de confiança de pequenos e médios industriais se mantém há mais de 3 anos

Agência Indusnet Fiesp

Os empresários industriais de pequeno e médio porte seguem pessimistas, conforme o Índice de Confiança dos Empresários Industriais (Icei-SP). O levantamento mostra entre os pequenos (indústrias  com até 49 funcionários) queda de 0,6 ponto de fevereiro para março, registrando 29,9 pontos. Para os empresários das indústrias médias (50 a 249 trabalhadores), a baixa foi de 1,8 ponto (31,0, contra 32,8 no mês anterior). Nos dois segmentos o indicador está há mais de 3 anos abaixo dos 50,0 pontos, o que demonstra falta de confiança.

A análise das condições atuais da pequena indústria mostra pequeno avanço, de 0,9 ponto na passagem de fevereiro para março, com o indicador atingindo 24,5. O índice de condições da empresa avançou 2,1 pontos na passagem de fevereiro para março, para 28,1 pontos, sinal de redução no ritmo de queda. O indicador das condições da economia brasileira recuou (de 18,9 para 17,4 pontos), indicando que a onda de pessimismo está disseminada entre os empresários da pequena indústria.

Houve queda na confiança do empresário da média indústria, com o indicador recuando 1,5 ponto em março, para 24,1 pontos, reflexo do recuo na confiança das condições da economia brasileira, de 17,0 para 16,8 pontos, e das condições da empresa (30,0 para 28,3 pontos).

Clique aqui para ter acesso à íntegra do Icei-SP para a pequena e média empresa.

Índice de Confiança do Empresário da Pequena e Média indústria

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O Índice de Confiança do Empresário da Pequena e Média indústria é um indicador mensal antecedente utilizado para identificar mudanças na tendência da produção industrial e por conseguinte o Produto Interno Bruto (PIB).

O ICEI é composto por avaliações dos empresários industriais sobre as condições gerais da economia brasileira, do Estado de São Paulo e de sua empresa, avaliando o cenário atual e suas expectativas para os próximos seis meses.

A pesquisa é feita em colaboração com a Confederação Nacional da Indústria (CNI), mas a FIESP/CIESP é a responsável pela divulgação dos resultados para o Estado de São Paulo.

Para visualizar ou baixar o índice mais recente em seu computador, acesse o menu ao lado.

Periodicidade: Mensal


Índice de Confiança dos Empresários Industriais, da Fiesp, mostra pessimismo entre pequenas e médias

Agência Indusnet Fiesp

Os empresários das pequenas e médias indústrias do Estado de São Paulo estão pessimistas. O Índice de Confiança dos Empresários Industriais (Icei-SP) mostra valores em fevereiro próximos ao mais baixo nível da série histórica para ambos os portes empresariais. Para os pequenos industriais (empresas com 10 a 49 funcionários), o índice ficou em 30,5 pontos em fevereiro, com elevação de 1,9 ponto na comparação com janeiro e muito distante da estabilidade da confiança (50,0 pontos). Em dezembro de 2015 o indicador atingiu seu menor nível histórico: 27,3 pontos.

Os empresários da média indústria (50 a 249 empregados) também seguem pessimistas, com 32,8 pontos no Icei em fevereiro, 1,0 ponto acima do valor de janeiro (31,8 pontos). Apesar da elevação na passagem de janeiro para fevereiro, o indicador está 17,2 pontos abaixo da estabilidade da confiança e longe da média histórica de 47,5 pontos.

O resultado desse pessimismo é a estagnação da economia. “Não há crescimento sem confiança”, afirma Milton Bogus, diretor titular do Departamento da Micro, Pequena, e Média Indústria da Fiesp (Dempi).

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Nas condições atuais da pequena indústria, na passagem de janeiro para fevereiro o indicador avançou 0,2 ponto, passando para 23,6 – ainda entre os menores níveis já registrados para a pequena indústria.

O índice de condições da empresa recuou de 26,6 para 26,0 pontos, indicando que a pequena indústria está pior que em janeiro. O indicador das condições da economia brasileira avançou, de 17,1 para 18,9 pontos, mas continua distante da média histórica (37,4 pontos) e da estabilidade (50 pontos).

Os empresários da pequena indústria seguem pessimistas com o futuro próximo. Nas expectativas para os próximos seis meses o indicador se mantém próximo a seus menores níveis históricos, apesar do pequeno avanço, de 31,7 pontos em janeiro para 33,9 pontos em fevereiro. Isso é reflexo de uma melhora no indicador de expectativas da economia brasileira, que avançou 4,0 pontos, para 27,4, e no de expectativas da empresa, que avançou 1,7 ponto, para 37,2.

Pior que em 2008

A avaliação das condições atuais para o empresário da média indústria mostra leve elevação na confiança. O indicador avançou 2,3 pontos, passando para 25,6 pontos em fevereiro, como reflexo do avanço na confiança das condições da economia brasileira, (13,6 para 17 pontos), e das condições da empresa (28,3 para 30,0 pontos). Apesar da pequena melhora, esses indicadores ecoam o pessimismo atual dos empresários industriais, pior que o verificado na crise de 2008, quando os piores níveis foram 47,7 pontos para as condições atuais, 44,6 pontos para as condições da economia brasileira e 49,4 pontos para as condições da empresa.

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