Ana Marcela sobe no lugar mais alto do pódio na Copa do Mundo da Hungria

Amanda Demétrio, Agência Indusnet Fiesp

Mais uma etapa, mais um pódio. A nadadora do Serviço Social da Indústria de São Paulo (Sesi-SP), Ana Marcela Cunha conquistou no sábado (20/6) a medalha de ouro e seu décimo pódio consecutivo ao nadar a 5ª etapa da Copa do Mundo de Maratona Aquática, na Hungria.

Concluindo os 10km de prova com 1h50m36s68, Ana superou a dona da casa e atual campeã olímpica, Eva Risztov (1h50m37s69), que ficou com a segunda colocação e a britânica Keri Anne Payne (1h50m38s87), terceiro lugar no pódio.

Ana Marcela assume o pódio do Mundial da Hungria. Foto: Divulgação/Fiesp

“Foi uma prova muito dura, de altíssimo nível técnico, disputada braçada a braçada. Qualquer uma de nós poderia ter vencido. Só tinha fera do meu lado”, comentou Ana, que ainda elogiou a desenvoltura das atletas durante a prova.

“O ritmo durante todo o percurso foi muito intenso, mas consegui acompanhar e, nos últimos metros, abri um pouco para vencer. Uma prova bonita de assistir”.

Nadando sua segunda etapa na temporada e alcançando o segundo pódio consecutivo do ano, Ana Marcela avançou para o segundo lugar no ranking mundial com 38 pontos, atrás apenas na italiana Rachelle Bruni, com 56.

“Estou realmente muito feliz. A vitória nesta prova mostrou que todo o esforço e dedicação integral aos treinamentos vêm surtindo efeito e estamos no caminho certo. Agora falta alcançar o grande objetivo desta temporada que é a vaga olímpica. A batalha continua”, completou.

Hungria retoma representação comercial em São Paulo

Bernadete de Aquino, Agência Indusnet Fiesp

O secretário de Estado do Ministério de Comércio Exterior da Hungria, Levente Magyar, anunciou nesta quarta-feira (29/4) a instalação de uma representação comercial húngara junto ao consulado em São Paulo, reaberto nesta semana.

O anúncio foi feito durante o Fórum Empresarial Brasil-Hungria, realizado na Federação das Indústrias do Estado de São Paulo (Fiesp). O embaixador húngaro no Brasil, Norbert Konkoly, também participou do encontro.

O diretor-titular do Departamento de Relações Internacionais e Comércio Exterior (Derex) da Fiesp, Thomaz Zanotto, deu as boas-vindas aos participantes do evento, em especial a Zsolt Maris, que assumiu o Consulado da Hungria em São Paulo.

Segundo Zanotto, a Fiesp deve trabalhar para auxiliar as empresas a vencer os entraves burocráticos no início dos negócios.

“Vamos nos esforçar para ajudar, inclusive, empresas húngaras individuais nos primeiros passos no Brasil, para que encontrem as oportunidades ideais, ainda mais nesse período de transição”, afirmou o diretor.

Para Zanotto, a Hungria – com quem o Brasil mantém acordo de cooperação recíproca de investimentos de mais de R$ 3 bilhões e de bitributação – é um país conveniente para investimentos pelo custo de mão de obra bastante competitivo na União Europeia e a alta tecnologia.

“Se a missão da Fiesp fosse resumida em uma palavra seria competitividade e um dos eixos fundamentais da competitividade é a inovação e a tecnologia”, disse o diretor da Fiesp.
O secretário húngaro Magyar sinalizou otimismo em relação ao futuro das relações comerciais com o Brasil, lembrando que serão fundamentais a atuação do novo consulado em São Paulo e o apoio da Fiesp às empresas que venham fixar negócios.

“Existem mais de 100 mil húngaros em São Paulo, que representaria a quarta ou quinta maior cidade da Hungria, por isso, temos muito o que capitalizar no Brasil”, afirma.

Segundo Magyar, mais de dois mil brasileiros estudam na Hungria, país de 10 milhões de habitantes, menos da metade da população registrada na região metropolitana de São Paulo (22 milhões). O número de habitantes no Brasil é dezesseis vezes maior do que na Hungria.

Na economia húngara, 50% das exportações vêm do setor automotivo, que gera emprego para mais de 300 mil húngaros, mas os setores de tecnologia da informação e agricultura também são representativos.

Após o seminário, empresários húngaros e brasileiros participaram de rodada de negócios na Fiesp.

Nesta quinta-feira (30/4), a Fiesp participa da 3ª Sessão da Comissão Econômica Mista (Comista) Brasil-Hungria, em Brasília.

Foto: cônsul da Hungria visita a Fiesp

Agência Indusnet Fiesp

Paulo Skaf conversa com Zsolt Maris. Foto: Helcio Nagamine/Fiesp

 

Presidente da Federação das Indústrias do Estado de São Paulo (Fiesp), Paulo Skaf, recebeu na manhã desta terça-feira (03/02), na sede da entidade, o cônsul geral da Hungria, Zsolt Maris.

Foto: novo embaixador da Hungria no Brasil visita a Fiesp

Agência Indusnet Fiesp

Paulo Skaf se reúne com Norbert Konkoly e Zsuzsanna László. Foto: Ayrton Vignola/Fiesp

 

O presidente da Federação das Indústrias do Estado de São Paulo (Fiesp), Paulo Skaf, recebeu na manhã desta segunda-feira (01/12) na sede da entidade a visita do novo embaixador da Hungria no Brasil, Norbert Konkoly.

O representante húngaro estava acompanhado de Zsuzsanna László, conselheira Comercial do Escritório Consular da Embaixada Húngara em São Paulo.

Hungria tem oportunidades na indústria de alimentação, em TI e infraestrutura, segundo Kristóf Szatmáry

Flávia Dias e Juan Saavedra, Agência Indusnet Fiesp

A indústria de alimentos e os setores de infraestrutura e de tecnologia da informação podem proporcionar boas oportunidades de negócios para os empresários brasileiros na Hungria, recomenda o secretário de Estado do Ministério da Economia do país europeu, Kristóf Szatmáry.

Kristóf Szatmáry, secretário de Estado do Ministério da Economia da Hungria. Foto: Everton Amaro

Szatmáry participou nesta terça-feira (13/11) do seminário Encontro Empresarial Brasil-Hungria, realizado pela Federação das Indústrias do Estado de São Paulo (Fiesp), onde assinou ao lado do presidente da Fiesp, Paulo Skaf, um memorando de entendimento com o objetivo de ampliar oportunidades de intercâmbio entre os dois países.

Depois de uma apresentação para empresários brasileiros, o secretário de Estado –  e co-presidente da Comissão Econômica Mista Brasil-Hungria – conversou com a imprensa.

Veja um resumo:

Oportunidade de investimentos na Hungria

“Em primeiro lugar, gostaria de sugerir o setor de indústrias de alimentos, também muito forte no Brasil. Também há muitas oportunidades no desenvolvimento do setor de infraestrutura e também no setor de tecnologia de informação.”

Memorando de entendimentos com a Fiesp

“O ponto de partida foi a cooperação econômica, nosso objetivo maior. No entanto, surgiram tantos outros projetos que surgiram possibilidades de cooperação na cultura e no esporte. E outras ações serão estudadas.”

“Hoje teremos um encontro com mais de 50 empresários. Não queremos largar essas pessoas. Queremos mantê-los conosco. Nosso maior objetivo é apoiar esses empresários. São muitas empresas, no entanto os setores mais importantes são na indústria de alimentos, tecnologia de informações, engenharia.”

Educação e agricultura

“Gostaria de realçar que a Hungria fará parte do programa do governo brasileiro ‘Ciência Sem Fronteiras’. A partir do primeiro semestre de 2013, as universidades húngaras receberão estudantes brasileiros. É uma grande conquista para nós. Ontem, em Brasília, firmamos um acordo de cooperação na área da agricultura.”

Crise na Europa

“Muitos dizem que toda crise é uma oportunidade. Nós gostaríamos de aprender com essa crise. A Hungria tem uma situação um pouco mais fácil porque não faz parte da Zona do Euro. E, por isso, alguns países como a Hungria, Polônia e Eslováquia têm uma margem de manobra maior que outros países. Os dados econômicos provam o que acabei de dizer porque essa região é a que tem os melhores números de crescimento dentro da União Europeia. Essa crise propicia oportunidades para alguns países. E dentre esses países está a Hungria.”

Embaixador do Brasil na Hungria: ‘rodada de negócios na Fiesp vai gerar frutos’

Juan Saavedra, Agência Indusnet Fiesp

Embaixador Sérgio Moreira Lima. Foto: Junior Ruiz

O Encontro Empresarial Brasil-Hungria, que acontece ao longo desta quarta-feira (13/11), na sede da Federação das Indústrias do Estado de São Paulo (Fiesp), é parte importante da agenda entre os dois países, de acordo com o embaixador do Brasil na Hungria, Sérgio Moreira Lima.

Segundo o diplomata, depois que os governos dos dois países firmaram uma comissão mista bilateral em Brasília, com o objetivo de promover as relações comerciais, científicas, econômicas e tecnológicas, faltava uma aproximação comercial.

“O presidente Paulo Skaf generosamente ofereceu o espaço da Fiesp para realizar esse encontro de negócios. Isso é bastante positivo porque permite que os empresários húngaros conversem com os brasileiros dentro de um ambiente bastante importante como o da Fiesp. Isso vai gerar frutos porque o que falta efetivamente são contatos empresariais”, disse o embaixador em entrevista ao Portal Fiesp.

“Embora o comércio venha aumentando, ele parte de uma base muito baixa”, complementou – em 2011, o fluxo comercial entre Brasil e Hungria foi de US$ 417,2 milhões.

“A Hungria é um país que tem um fluxo de comércio bilateral de 200 bilhões. O potencial é enorme”, acrescentou Sérgio Moreira Lima.

Aproximação bilateral

O embaixador do Brasil na Hungria mencionou acordos firmados recentemente pelos governos dos dois países: o de consultas políticas entre as duas chancelarias, a inclusão de universidades húngaras no programa “Ciência sem Fronteiras”, a troca de experiências e de pesquisa para produtos orgânicos e no segmento vitivinícola, além do acordo entre a Apex-Brasil e a agência de comércio exterior do país.

“O próximo passo deveria ser a ida de uma missão comercial brasileira à Hungria para reciprocar essa vinda”, disse Moreira Lima.

“Seria interessante”, acrescentou o embaixador, “que houvesse uma organização da câmara de comércio que existe aqui em São Paulo e a criação de uma Câmara de Comércio lá [em Budapeste] e que arregimentasse os empresários interessados no dinamismo e nas oportunidades do mercado brasileiro.”

O grande objetivo do Brasil, segundo o embaixador, é a inserção na economia do crescimento. E a Hungria é um parceiro importante no leste europeu. “É um país distinto porque tem inserções em diversos países. O que você faz na Hungria repercute”, afirmando que o Brasil ainda tem presença muito modesta no país.

“Espero que com essa visita outras empresas nos ajudem a explorar o potencial desse relacionamento, não só com a Hungria, mas em todo o leste europeu”, concluiu.

Fiesp promove encontro empresarial Brasil-Hungria para incrementar fluxo de comércio bilateral

Katya Manira, Agência Indusnet Fiesp

Apesar de o Brasil ser o segundo maior parceiro comercial da Hungria na América Latina – perdendo apenas para o México –, o fluxo bilateral em termos absolutos é pouco expressivo: US$ 417,3 milhões. Em 2011, as exportações húngaras cresceram 55%, já as importações registraram um aumento de 29%.

Com a intenção de melhorar ainda mais esses índices, o secretário de Estado do Ministério da Economia da Hungria, Kristóf Szatmáry, desembarca na Federação das Indústrias do Estado de São Paulo (Fiesp), na terça-feira (13/11), às 9h, para promover o Primeiro Encontro Empresarial Brasil-Hungria.

Essa é a segunda vez que a Fiesp promove uma rodada de negócios com a Hungria. Em 2007, na primeira edição do evento, estiveram presentes nove empresas húngaras e doze empresas brasileiras, totalizando vinte reuniões. Os setores envolvidos foram construção, imobiliário, moveleiro, metais leves, plásticos e marcenaria.

Desta vez, esperam-se empresas dos setores de serviços, bebidas não alcóolicas, construção, têxtil, pesquisa e desenvolvimento, T.I., produtos eletroeletrônicos (voltados para a divulgação e propaganda de produtos) e autopeças.

Além de Szatmáry, outros 40 empresários compõem a comitiva. Entre as dezessete empresas húngaras convidadas, destaque para uma fabricante de bebidas energéticas com projetos avançados para instalação de plantas industriais em São Paulo.

Segundo dados do Ministério do Desenvolvimento, Indústria e Comércio Exterior (MDIC), os setores de peles (33%), máquinas e aparelhos mecânicos (16%) e pastas de madeira (11%) totalizaram 60% da pauta de exportações brasileiras à Hungria. Nas importações, o setor de máquinas representou metade das compras brasileiras, seguido pelo de veículos, incluindo tratores (17%).

Ainda durante o Encontro Empresarial, o secretário húngaro irá homenagear o presidente da Fiesp, Paulo Skaf, com a entrega da Ordem do Mérito Húngara, em reconhecimento por esforços realizados em busca de aproximação e intensificação dos laços comerciais.

Paulo Skaf recebe ministro da Hungria na Fiesp

Flávia Dias, Agência Indusnet Fiesp

Em busca de oportunidades de negócio com o Brasil, o ministro de Negócios Estrangeiros da Hungria, János Martonyi, esteve nesta quinta-feira (17/05) na sede Federação das Indústrias do Estado de São Paulo (Fiesp), onde conversou com o presidente Paulo Skaf sobre a crise econômica europeia e as diferenças entre o sistema tributário dos dois países.

Paulo Skaf, presidente da Fiesp, e ministro dos Negócios Estrangeiros da Hungria, János Martonyi

O ministro húngaro informou o interesse de seu país em realizar um seminário Brasil-Hungria e pediu o apoio da Fiesp na organização do evento, com indicativo de realização para os meses de outubro ou novembro. Em contrapartida, o presidente da Fiesp propôs a possibilidade de sediar as rodadas de negócios entre empresários brasileiros e húngaros caso o evento ocorra em São Paulo.

Skaf destacou a importância de um acordo de cooperação entre os países, que, em sua avaliação, poderá resultar em excelentes oportunidades de negócios, especialmente para as áreas de tecnologia e inovação. O presidente da Fiesp delegou ainda ao Departamento de Relações Internacionais (Derex) da entidade a missão de elaborar um estudo detalhado sobre o assunto.

Sobre a Hungria

Com população estimada em 10 milhões de habitantes, a Hungria fica no centro da Europa , fazendo fronteira com a Eslováquia, Ucrânia, Romênia, Sérvia, Croácia, Eslovênia e Áustria. Sem saída para o mar, o país tem no rio Danúbio, o segundo maior da Europa, uma importante via comercial. Sua capital, Budapeste, tem mais de 1,7 milhão de habitantes.

Líder do parlamento busca na Fiesp fortalecimento do comércio com o Brasil

Alice Assunção, Agência Indusnet Fiesp

Paulo Skaf e o presidente do parlamento húngaro, László Köver, na Fiesp

O presidente do parlamento húngaro, László Köver, se reuniu nesta segunda-feira (24/10) com o presidente da Federação das Indústrias do Estado de São Paulo (Fiesp), Paulo Skaf, e a diretoria de comércio exterior da entidade.

Durante o encontro, Skaf indagou à autoridade húngara sobre as condições de competitividade e os atrativos daquele país para investimentos, tais como regime de contratação de trabalho e carga tributária. Na agenda, além do estreitamento das relações bilaterais, a delegação húngara iniciou conversações sobre uma visita ministerial da Hungria ao Brasil.

“Segundo os nossos planos, o nosso ministro da Economia poderá visitar o Brasil na próxima primavera, em 2012, quando será a sessão inaugural do Comitê Misto Econômico Brasil e Hungria”, informou Köver durante reunião com o diretor-titular do Departamento de Relações Internacionais e Comércio Exterior (Derex), Roberto Giannetti, e com o diretor titular-ajunto, Thomaz Zanotto.

A autoridade ainda informou que a intensificação das relações é necessária por várias razões e, para corresponder a esse objetivo, “vamos abrir em São Paulo um gabinete de assuntos econômicos consulares dentro de dias, porque o consulado geral foi fechado há alguns anos e ficou essa lacuna.”

Roberto Giannetti elogiou as iniciativas da Hungria para fortalecer o comércio bilateral e reforçou a necessidade de rever a agenda cambial como ponto de partida para qualquer estreitamento de comércio exterior.

“O Brasil está propondo na Organização Mundial do Comércio que se discuta o tema câmbio e comércio conjuntamente. Nós acreditamos que é preciso criar disciplinas sobre políticas de câmbio e fluxos de capital no mercado internacional para evitar um acirramento das guerras comerciais e cambiais”, avaliou Giannetti.

O líder húngaro reconheceu a necessidade de um esforço global para conter volatilidade cambial e disse estar “convencido de que toda esta crise é um problema que pode ser resolvido com a criação de uma nova ordem internacional.”

Presidentes da Ucrânia e do parlamento húngaro buscam Fiesp para fortalecer comércio

Alice Assunção e Edgar Marcel, Agência Indusnet Fiesp

Viktor Yanukovytch, presidente da Ucrânia (à esq.) e Paulo Skaf, presidente da Fiesp

O presidente da Federação das Indústrias do Estado de São Paulo (Fiesp), Paulo Skaf, recebeu nesta segunda-feira (24) os presidentes da Ucrânia, Viktor Yanukovytch, e do parlamento húngaro, László Köver. Ambos os líderes de nações do leste da Europa buscaram a entidade para formar parcerias que ampliem a corrente de comércio com o Brasil.

O chefe de estado da Ucrânia frisou que seu país tem projetos focados em geração de energia alternativa e na construção de um terminal marítimo, e convidou os empresários brasileiros a estabelecer uma parceria estratégica.

“O volume de comércio entre Brasil e Ucrânia aumentou três vezes nos últimos nove meses, em relação ao mesmo período do ano passado, e pode aumentar ainda mais. No campo tecnológico, nosso país é mais flexível que o restante da Europa e Estados Unidos”, afirmou Yanukovytch. Ele ainda se mostrou disposto a constituir diálogo com as empresas brasileiras de todos os portes.

Rodada de negócios em 2012

Paulo Skaf, presidente da Fiesp, se mostrou receptivo perante as oportunidades comerciais existentes entre os países também em outros setores. “Vejo que a Ucrânia tem tecnologia para trens de alta velocidade. Precisamos organizar uma missão focada em áreas interessantes para empresas brasileiras e ucranianas, com visitas recíprocas entre os países”, antecipou.

Skaf sugeriu que as rodadas de negócios sejam realizadas ano que vem nos dois países; no Brasil em março e na Ucrânia em junho.

Viktor Yanukovytch aceitou a proposta e retribuiu o convite. “Este trabalho vai trazer sinergia para ambos os países, desta maneira podemos aperfeiçoar nossas relações”, completou o presidente ucraniano.

Comitê Brasil-Hungria

László Köver, presidente do parlamento húngaro e Paulo Skaf, presidente da Fiesp

Durante o encontro com o presidente do parlamento húngaro, László Köver, Skaf indagou à autoridade húngara sobre as condições de competitividade e os atrativos daquele país para investimentos, tais como regime de contratação de trabalho e carga tributária.

Na agenda, além do estreitamento das relações bilaterais, a delegação húngara iniciou conversações sobre uma visita ministerial da Hungria.

“Segundo os nossos planos, o nosso ministro da Economia poderá visitar o Brasil na próxima primavera, em 2012, quando será a sessão inaugural do Comitê Misto Econômico Brasil e Hungria”, informou Köver durante reunião com diretores do Departamento de Relações Internacionais e Comércio Exterior (Derex).

A autoridade informou, ainda, que a intensificação das relações é necessária por várias razões e, para corresponder a esse objetivo, “vamos abrir em São Paulo um gabinete de assuntos econômicos consulares dentro de dias, porque o consulado geral foi fechado há alguns anos e ficou essa lacuna.”

Câmbio

O diretor-titular do Derex, Roberto Giannetti, elogiou as iniciativas da Hungria para fortalecer o comércio bilateral e reforçou a necessidade de rever a agenda cambial como ponto de partida para qualquer estreitamento de comércio exterior.

“O Brasil está propondo na Organização Mundial do Comércio que se discuta o tema câmbio e comércio conjuntamente. Nós acreditamos que é preciso criar disciplinas sobre políticas de câmbio e fluxos de capital no mercado internacional para evitar um acirramento das guerras comerciais e cambiais”, avaliou Gianetti.

O líder húngaro reconheceu a necessidade de um esforço global para conter volatilidade cambial e disse estar “convencido de que toda esta crise é um problema que pode ser resolvido com a criação de uma nova ordem internacional.”