24º PRÊMIO FIESP DE MÉRITO AMBIENTAL – MENÇÕES HONROSAS

A edição 2018 do prêmio promovido pelo Departamento de Desenvolvimento Sustentável da Fiesp recebeu 65 cases. Os finalistas premiados com Menção Honrosa receberam o diploma de Mérito Ambiental.

Saiba mais sobre os cases vencedores das menções honrosas nos links abaixo:

Empresas de médio e grande porte:

HP Brasil

Economia Circular nas operações de manufatura da HP Brasil

Companhia Brasileira de Alumínio

Gestão preventiva para melhoria do desempenho ambiental, social e econômico da transformação plástica do alumínio

Eaton

Aterro Zero

BASF

Projeto Triple E – Excelência em Eficiência Energética

MRV Engenharia e Participações

Plano de Gestão de Carbono MRV

 

Empresas de micro e pequeno porte:

GEDi – Desenvolvimento e Inovação

Projeto de reutilização do Lodo da ETA para produção de cargas para Tintas Acrílicas

Solum Ambiental e Equipamentos Eletromecânicos

Vorax DuoTherm – Equipamento para processamento de resíduos de qualquer classe através de gradiente térmico

Computação na nuvem é uma tendência que não tem mais volta, diz executivo da HP

Alice Assunção, Agência Indusnet Fiesp

Especialistas se reuniram nesta quarta-feira (07/08), durante o 5º Encontro de Telecomunicações da Federação das Indústrias do Estado de São Paulo (Fiesp), no hotel Unique, em São Paulo, para discutir o modelo de computação nas nuvens (cloud computing em inglês), uma rede online para arquivos e tarefas. Na avaliação do cloud strategist ou estrategista de nuvem da HP, Antonio Couto, a estrutura veio para ficar. E o próximo passo é conseguir fazer a “orquestração” desse ambiente.

“A diferença entre o que a gente faz hoje e modelo de cloud computing se chama orquestração: uma cama de software que consiga orquestrar todo o ambiente para poder prover o serviço”, explicou Couto.

O painel Tecnologias da Informação e Comunicação (TIC) para Otimização dos Processos Empresariais reuniu os executivos Antonio Schuch, do Google, Antonio Couto, da HP, Moacir Giansante, do CPqD, e Paulo De Iudicibus, da Microsoft.

Iudicibus afirmou que o Brasil não tem infraestrutura para aplicação das TICs e o tema precisa fazer parte da estratégia de crescimento nacional se o país quiser competitividade e agilidade nos processos empresariais. “A gente tem visto melhoras, mas não na velocidade ideal. Tem que acordar para isso ou vamos deixar de ser competitivos, ponto final”, disse.

Segundo Couto, a computação nas nuvens acelera o crescimento dos negócios. “O principal beneficio não é a economia que ela traz em termos de infraestrutura mas é a agilidade”, afirmou.