Ana Marcela é tricampeã da Copa do Mundo de Maratonas Aquáticas

Agência Indusnet Fiesp

A nadadora Ana Marcela Cunha, atleta do Serviço Social da Indústria de São Paulo (Sesi-SP), conquistou no dia 18 de outubro o tricampeonato da Copa do Mundo de Maratonas Aquáticas, ao chegar em terceiro lugar na última etapa da competição, realizada em Hong Kong.

Com o bronze, a nadadora atingiu um marco inédito para o Brasil, subindo ao pódio em todas as etapas do mundial. A baiana fechou o ano com 149 pontos, contra 65 de Christine Jennings, dos Estados Unidos.

Ana Marcela comemora em Hong Kong ao lado do também campeão Allan do Carmo. Foto: Divulgação CBDA

 

“A temporada foi muito boa, mas como já entrei campeã na última prova, fiquei ansiosa para saber a minha colocação, para fazer história, estar no pódio em todas as etapas. A prova de Hong Kong foi bem mais forte, estilo Cancún ou Setúbal, e pela temporada que fiz, estou muito contente”, afirmou Ana Marcela ao portal globoesporte.com.

“Agora vou tirar umas férias merecidas e depois voltar com tudo para me preparar para a seletiva olímpica, que será no Mundial de Kazan, participando das provas que tiver que participar no ano que vem. Espero que em 2015 dê tudo certo também”, concluiu a nadadora.

Fiesp realiza missão com empresários à China para conhecer tecnologias do mercado de segurança

Alice Assunção, Agência Indusnet Fiesp

Um grupo com 20 empresários coordenado pelo Departamento de Segurança (Deseg) da Federação das Indústrias do Estado de São Paulo (Fiesp) conheceu fabricantes de equipamentos de segurança e seus  componentes, visitou entidades públicas e privadas e participou da maior feira do setor, a CPSE 2013,  em uma missão para a China. O evento aconteceu entre os dias 29 de outubro e 1º de novembro, no Shenzhen Convention & Exhibition Center, em Hong Kong.

Segundo o vice-presidente da Fiesp e diretor do Deseg, Ricardo Lerner,  o objetivo da missão foi “prospectar novas tecnologias e conceitos que podem ser aplicados no setor de tecnologia em segurança no Brasil”.

Os empresários visitaram o Hong Kong Trade Development Council (HKTDC), órgão de apoio ao comércio da cidade, e foram recebidos pela gerente de relações internacionais do Departamento de Relações Internacionais e China Continental.  O grupo também conheceu as instalações da Polícia de Hong Kong.

Os empresários da missão à China na feira CPSE 2013: as mais recentes tecnologias do setor. Foto: Arquivo Fiesp

Os empresários da missão à China na feira CPSE 2013: as mais recentes tecnologias do setor. Foto: Arquivo Fiesp

 

“Durante a visita à Polícia de Hong Kong, conhecemos como eles articulam a integração da segurança pública com a segurança privada”, contou.

Em Shenzhen

Já em Shenzhen, um dos principais centros financeiros da China, na província de Guandong, os empresários compartilharam experiências na 14ª China Public Security Expo, com os mais 100 mil visitantes diários.

A edição deste ano da feira teve 1,5 mil expositores. Shenzen é um polo de produção de dispositivos de segurança. Empresas como a Sony e Huawei têm sede na cidade.

Em Shangai, o grupo da Fiesp conheceu instalações de fabricantes de equipamentos de controle de acesso.  O diretor-geral de Segurança Corporativa da IBM, por exemplo, apresentou os procedimentos globais de segurança da companhia.

De acordo com informações do Deseg, o grupo se reuniu ainda com o superintendente do Banco do Brasil em Shangai para discutir sobre as relações comerciais entre Brasil e China.

Segundo a Associação Brasileira das Empresas de Sistemas Eletrônicos de Segurança (Abese), a indústria de tecnologia em segurança gerou 1,7 milhão de empregos indiretos e 200 empregos diretos em 2012. Pelas contas da associação, o número de empresas do setor chegou a 18 mil no ano passado enquanto o mercado para esse tipo de serviço cresceu 9% no mesmo período.

Em comparação aos chamados tigres asiáticos, A China ainda mantém posição privilegiada. Os investimentos em infraestrutura e a alta oferta de trabalho, resultados de seguidos anos de crescimento constante, estão provocando aumento do consumo interno.

De acordo com o diretor da China Link, que acompanhou toda missão do Deseg/Fiesp, a crescente demanda por produtos internacionais está gerando um fluxo de investimentos de origem ocidental. “É importante para o empresário que esteja fazendo negócios com empresas chinesas ser bem representado e tomar todas as precauções necessárias para ter o resultado esperado”, explicou Fracari.


Veja as fotos da missão empresarial da Fiesp à China 

 

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