Iniciativas Sustentáveis: Givaudan – Projeto de geração de renda está mudando a vida de mulheres na Grande São Paulo

Texto: Karen Pegorari Silveira / Fotos: Divulgação

Melhorar a qualidade de vida e o desenvolvimento social, econômico e sustentável das diversas famílias do entorno de sua fábrica é uma das missões do Instituto Givaudan, criado em 2011.

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Com esse propósito, sua equipe de sustentabilidade desenvolveu um projeto de geração de renda que visa “ensinar a pescar o peixe” às moradoras dos bairros Jardim Piratininga e IAPI, em Osasco, região metropolitana de São Paulo.

Elas aprendem a confeccionar produtos a partir de embalagens cartonadas e banners reciclados; e dessas criações saem sacolas ecológicas, lixeiras para carros, portas tablet, entre outros produtos. A matéria-prima para confecção vem dos próprios funcionários da fábrica, que são estimulados pela empresa a higienizarem e doarem esse material, além de fornecedores e até de clientes da empresa, que receberam orientações sobre o que pode ir para reciclagem e como eles serão reutilizados.

Atualmente, são produzidos mais de 800 produtos por mês e a venda deles acontece dentro da própria fábrica, em eventos da empresa e até em bazares, gerando, em média, R$800,00 de renda mensal para cada mulher participante.

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“O projeto Givaudan é muito importante na vida de todas nós. Foi uma porta que se abriu, deu oportunidade para nos desenvolver e nos proporcionou uma fonte de renda. Também contribuímos com a natureza na reciclagem de banners e caixa tetra pack e isso é muito importante no mundo de hoje. Com a ajuda de Deus e o suporte da Givaudan agradecemos muito a todos que nos ajudam”, relata Emilia Gomes de Jesus, representante do Projeto Inovar Sustentável.

Para capacitar as participantes do projeto, a Givaudan contou com a expertise do SENAI, que qualificou a mão-de-obra com cursos de corte e costura e com o Srbrae, que orientou sobre a administração de microempresas. Além disso, a companhia oferece toda infraestrutura. “Um motorista leva refeições todos os dias até o local onde elas trabalham, enviamos cestas básicas mensalmente e também colocamos nossas máquinas e logística à disposição”, conta Mona Chamma, coordenadora da área de Responsabilidade Social.

A ampliação do projeto é um dos objetivos do instituto, que pretende torná-lo autossustentável para qualificar mais mulheres da região. Para o momento, celebram a melhora na qualidade de vida dessas mulheres, que ganharam mais autonomia, sustentabilidade financeira e consciência ambiental; e o reconhecimento com o primeiro lugar do 3º Prêmio Global Green Team, na categoria manufatura.

“Projetos de geração de renda além de cunho social com melhoria de qualidade de vida de pessoas que realmente necessitam de ajuda, têm uma dimensão muito mais abrangente também para a sociedade como um todo e para as empresas que de uma forma ou outra patrocinam essas iniciativa. Para a sociedade é a esperança de mundo melhor, mais fraterno e justo com o ser humano. Um pouco que fazemos é muito ou quase tudo para aqueles que recebem. É respeito com o ser humano dando oportunidade de formação profissional, educação, sentimento de respeito e reconhecimento. Para a empresa que atua no projeto, é a imagem da contribuição e visão de seriedade no social. Investimento que é naturalmente capitalizado com clientes, fornecedores e parceiros nos negócios”, diz James Jones, presidente da Givaudan.

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