Nota Oficial: Para a Fiesp, censura à bandeira brasileira é absurda

Agência Indusnet Fiesp 

A Fiesp considera absurda a censura imposta pela prefeitura ao maior símbolo do Brasil, que é a bandeira nacional, em decisão tomada no dia 9 de julho, que proíbe projetá-la na fachada do prédio em qualquer circunstância. A indústria, por meio do Sesi-SP, dá à população de São Paulo e de todo o Brasil a oportunidade de ter contato com exposições nacionais e internacionais gratuitamente.

A Galeria de Arte Digital Sesi-SP, a primeira a céu aberto da América Latina, desde 2012 democratiza a arte e a cultura, levando-as para a avenida Paulista, um dos endereços mais conhecidos do Brasil. Milhões de pessoas já viram as obras da galeria digital, que se tornou referência na cidade. Não faz sentido impedir um espaço público e democrático de exibir uma das imagens que mais trazem orgulho aos brasileiros, a nossa bandeira.

 

 

Mostra Arquinterface projeta obras de arte digitais na fachada da Fiesp

Raisa Scandovieri, Agência Indusnet Fiesp

A maior galeria de arte digital a céu aberto da América Latina, a Galeria de Arte Digital SESI-SP, instalada na fachada da sede da Fiesp, na avenida Paulista, será a tela da mostra inédita Arquinterface, que ficará em cartaz de 13 de novembro a 13 de dezembro de 2015, das 19h às 6h.

“Não é mais só um celular ou um computador que pode servir de interface para um artista, um prédio inteiro também pode. As tecnologias em rede abrem várias possibilidades, capazes de ultrapassar até os limites físicos da arquitetura e reinventar as cidades”, explica a cocuradora da mostra, a artista e professora da FAU-USP Giselle Beiguelman.

Para explorar esse novo campo, o Sesi-SP convidou pesquisadores, artistas, arquitetos, designers consagrados e nomes que vêm despontando neste cenário para criarem respostas à pergunta: como a arquitetura pode funcionar como suporte midiático?

Das 6 obras que integram a programação, 5 terão a participação do público na Alameda das Flores – travessa para pedestres em frente ao prédio da Fiesp.

Um dos destaques é a instalação interativa Eu Estou, do arquiteto e designer Guto Requena . Com o objetivo de medir as emoções individuais e coletivas, o artista convida o público a se sentar em um banco para lá de diferente e tirar uma selfie, que automaticamente será projetada na fachada do prédio.

Eu Estou, do arquiteto e designer Guto Requena. Foto: Everton Amaro/Fiesp

 

Para fazer essa obra, Requena se inspirou no estudo do psicólogo norte-americano Phllip Shaver, sobre as seis emoções básicas do homem (amor, alegria, surpresa, raiva, medo e tristeza). A ideia é a pessoa escolher uma para indicar o seu estado de espírito naquele momento. Depois disso, cada sentimento será representado por uma cor, que tingirá a foto na fachada. No final da noite, todas as fotos clicadas se transformarão num único gráfico, revelando o sentimento que mais apareceu nas pessoas durante a experiência.

A segunda obra que permite envolvimento com o público é Paisagens Fluidas, criada pelos artistas Felipe Castellani e Alessandra Bochio. Nessa instalação o público manipulará objetos criados pelos artistas em cima de uma mesa, localizada na Alameda das Flores. Duas câmeras captarão os gestos feitos com as mãos dos participantes, que serão lidos e transformados em sons e imagens tratadas, transmitidas em tempo real para a tela gigante da Galeria Digital.

Paisagens Fluidas, dos artistas Felipe Castellani e Alessandra Bochio. Foto: Ayrton Vignola/Fiesp

 

Outro trabalho, fixos_fluxos, criado pelo trio de designers integrantes do grupo de pesquisa LabVisual da FAU-SP Daniela Hanns, Leandro Velloso e Maurício Galdieri, promete mexer com a rotina do paulistano. Carros, bicicletas, metrô, ônibus, helicópteros e aviões serão monitorados pelo aplicativo e site do projeto (disponível em http://www.fixosfluxos.org), junto com informações sobre meteorologia e qualidade do ar. A partir da leitura e do cruzamento desses dados, a Galeria Digital se transformará em um grande farol com gráficos coloridos e animados.

fixos_fluxos, dos designers Daniela Hanns, Leandro Velloso e Maurício Galdieri. Foto: Ayrton Vignola/Fiesp

 

Já as obras #QR-Comms e SP Aumentada apostam nos dispositivos móveis. Com elas, apontar a câmera do celular para a fachada nunca mais será a mesma coisa.

Criada pela própria cocuradora, #QR-Comms, transforma o prédio em uma enorme tela para QR-codes diversos. Cada um deles, quando decodificado pelo aplicativo (disponível em www.qartcode.net), revela um dos “10 Comms”, um remix dos 10 mandamentos adaptados para a era da Internet. As imagens geradas poderão ser compartilhadas automaticamente nas redes sociais, via Whatsapp, SMS e e-mail (vídeo: https://vimeo.com/136340534).

#QR-Comms, obra de Giselle Beiguelman, na Galeria de Arte Digital Sesi-SP. Foto: Maya Messina

 

A proposta do projeto SP Aumentada, do arquiteto e sócio do Garagem Fab Lab – laboratório de fabricação digital  Eduardo Lopes, envolve, como o próprio nome diz, o conceito de realidade aumentada. O projeto conta, de forma bem-humorada, um pouco da história da avenida Paulista, mostrando as pessoas, hábitos e arquitetura do local em uma animação computadorizada, sobreposta à estrutura real do prédio.

SP AUmentada, obra de Eduardo Lopes. Foto: Everton Amaro/Fiesp

 

E a surrealidade não para por aí. A animação da designer Maya Messina, Arquiteturas Impossíveis, traz, diariamente, das 22h às 6h, uma interpretação do icônico edifício da Fiesp, composta por janelas que abrem e fecham virtualmente no prédio, revelando elementos e personagens ficcionais e poéticos.

Arquiteturas Impossíveis, de Maya Messina. Foto: Ayrton Vignola/Fiesp

Galeria de Arte Digital Sesi-SP participa da Hora do Planeta

Agência Indusnet Fiesp, 

A Galeria de Arte Digital Sesi-SP, que ocupa a fachada da sede da Federação das Indústrias do Estado de São Paulo (Fiesp), vai participar neste sábado (28/3) da ação Hora do Planeta, um movimento pelo combate ao aquecimento global que reúne milhares de empresas, governos e mais de um bilhão de pessoas ao redor do mundo.

A partir das 20h30 do sábado, será exibido na Galeria Digital um vídeo com contagem regressiva para o desligamento das luzes da fachada e do prédio na Avenida Paulista. Às 20h30, as luzes devem apagar, assim como os andares acima do térreo.

Na Hora do Planeta, bilhares de pessoas ao redor do mundo apagam suas luzes por uma hora. O objetivo da ação, encabeçada pela Organização Não Governamental WWF-Brasil, é estimular a interação global no objetivo de criar um mundo mais sustentável.

Confira os destaques da 15ª edição do FILE

Agência Indusnet Fiesp

Aberto para o público a partir desta terça-feira (26/08), o FILE – Festival Internacional de Linguagem Eletrônica é principal encontro da América Latina sobre arte digital. Com entrada gratuita, a mostra reúne diversas formas de expressão artística: instalações, animações, games, vídeos e performances.

A programação vai ocupar a Galeria de Arte do Sesi-SP, reaberta depois de uma reforma de cinco meses, e mais quatro áreas: o Espaço Fiesp, a Galeria de Arte Digital Sesi-SP (fachada do prédio), o Espaço Mezanino e a calçada das estações Consolação, Trianon-Masp e Brigadeiro, que recebe performances interativas.

Veja quais são os destaques desta edição do FILE:

Galeria de arte do Sesi-SP
Espaço principal de exposições do Centro Cultural Fiesp 

Rio Amazonas interativo (clique aqui para ver mais)
The Mamori Expedition, da belga Els Viaene, é uma instalação de madeira que replica o caminho que a artista seguiu durante uma expedição pela floresta Amazônica brasileira, em 2009. Ela levou consigo um dispositivo para gravar sons e um GPS para registrar sua jornada. Uma vez que o visitante interage com a obra por meio da vareta chamada “hidrofone”, ele escutará os sons da floresta na mesma posição que a artista se encontrava no rio.

Esteira de ginástica que dá vida a figuras que representam a nossa sociedade (clique aqui para ver mais)
Esta instalação Down with Wrestlers with Systems and Mental Nonadapters!, dos russos Dmitry & Elena Kawarga, traz à tona a noção da fascinação pela máquina e pela tecnologia que tinha a sociedade antes da Primeira Guerra Mundial. Segundo os artistas, ao caminhar em uma esteira, o visitante sente-se como um Deus, pois o movimento do “mecanismo social” depende de seus passos, no entanto, a proposta é que ao final de experiência ele perceba que é apenas mais uma figura entre tantas outras.

Sons que se transformam em luz (clique aqui para ver mais)
Murmur é uma obra dos franceses Chevalvert, 2Roqs, Polygraphik & Splank, que permite a comunicação entre os visitantes e a parede na qual está ligada por uma fita de LED. A instalação simula o movimento de ondas sonoras, criando uma ponte luminosa entre os mundos físico e virtual. Há um efeito visual mágico no modo como as ondas sonoras se movem e se transformam em imagens projetadas.

Japan Media Arts (clique aqui para ver mais)
Uma das instalações do festival Japan Media Arts é a Falling Records, do artista Ei Wada – Toki Ori Ori Nasu. Nesta obra, a fita magnética se desenrola amontoando-se no recipiente enquanto a música toca e o tempo passa. Quando a fita para, ela é rebobinada em alta velocidade ao som de uma trilha sinfônica.
Performances interativas FILE Metrô
Calçada das estações Consolação, Trianon-Masp e Brigadeiro

Ver a partir do toque (clique aqui para ver mais)
Touchy, performance do artista de Hong Kong, Eric Siu, é uma câmera humana – um dispositivo que é vestido e que transforma um ser humano em uma câmera operante. O indivíduo que está usando o dispositivo é constantemente “cegado”, a menos que alguém toque sua pele. O toque faz com que os obturadores na frente das lentes se abram e restaurem a visão do usuário. Quando o contato físico é mantido por 10 segundos, a câmera tira uma “Touch-Snap” (uma foto é tirada pelo Touchy), que é exibida no LCD do dispositivo.

Rosto do público no corpo do artista japonês (clique aqui para ver mais)
O artista japonês Katsuki Nogami usa os rostos de pessoas nas ruas no lugar de sua própria face com um tablet na performance YamadaTaroProject. Você pode reconhecê-lo por um rosto exibido no tablet, como um nome ou ícone da internet. As pessoas nas redes sociais escolhem um rosto para si mesmas, um rosto de uma celebridade ou de um personagem de animação. Essa performance expressa a temporalidade e o anonimato da internet. O nome desse projeto, YamadaTaro, é um nome extremamente comum no Japão, como “João da Silva”.

Ver o mundo sob novos pontos de vista (clique aqui para ver mais)
A performance dos alemães The Constitute: Sebastian Piatza & Christian Zoellner, Eyesect, permite que os usuários vivenciem seu ambiente sob novos pontos de vista. Duas câmeras portáteis captam o entorno e transmitem os dados das imagens direto para os olhos. As percepções espaciais se formam dentro do sistema sensorial humano. Braços e dedos se tornam músculos oculares e criam perspectivas humano-biológicas.
FILE Anima+ (Espaço Fiesp)
Área reservada para as animações

Javier Polo / Turanga Films – Europe in 8 bits – Espanha
Europe in 8 bits é um documentário de 76 minutos que explora o mundo da chip music, um estilo musical que reaproveita aparelhos antigos de videogames e os transforma em instrumentos para criar novas sonoridades.

Rosana Urbes – Guida – Brasil
Na história, Guida, uma doce senhora que há 30 anos trabalha como arquivista em um fórum da cidade, tem sua rotina entediante modificada ao se deparar com um anúncio para aulas de modelo vivo em um centro cultural.

Wesley Rodrigues – Viagem na Chuva – Brasil
A ideia central deste curta-metragem é utilizar a simbologia da chuva como representação metafórica de passagem e trajetória da vida.


FILE Games (Espaço Fiesp)
Para os fãs dos jogos

Minority Media Inc. – Papo & Yo – Canadá (jogo de PS3)
Papo & Yo é a história do menino Quico e de seu melhor amigo, o Monstro. O Monstro é uma fera enorme com dentes afiados, mas isso não o impede de querer brincar com ele. O Monstro, porém, tem um problema muito perigoso: o vício em rãs venenosas. Basta ver uma rã pulando que ele se transforma em um ser violento, que põe todos em risco, inclusive Quico. Mesmo assim, Quico ama seu Monstro e quer salvá-lo.

Through Games – FRU – Holanda (mostra Interplay)
FRU é um jogo eletrônico de enigma inspirado em Kinect, que apresenta um uso inovador do aspecto periférico: o jogo usa a silhueta do jogador como uma “máscara” entre dois mundos diferentes. Os enigmas no jogo são desvendados quando uma pose é feita ou de acordo com a velocidade do movimento. O jogador dita o ritmo da experiência.

Jason Roberts – Gorogoa – Estados Unidos (mostra Game Comics)
Gorogoa é um mundo encantador ilustrado à mão e inserido em um enigma singular. Para desvendar o enigma, o jogador reorganiza alguns azulejos em uma grade simples e os coloca lado a lado ou empilhados. Mas cada azulejo também é uma janela para uma parte distinta do mundo nesse jogo, ou talvez para um mundo diferente – e cada janela tem seu próprio jogo. Todavia, a chave para avançar nunca está em um só azulejo, mas nas conexões entre todos os azulejos.


Serviço
FILE – Festival Internacional de Linguagem Eletrônica
Local: Centro Cultural Fiesp – Ruth Cardoso – Av. Paulista, 1.313 (Metrô Trianon-Masp)
Informações: (11) 3146-7405/ 7406
Classificação indicativa: L – Livre para todos os públicos

Entrada gratuita

Exposição (Galeria de Arte do Sesi-SP)
Datas e horários: De 26 de agosto a 5 de outubro de 2014 (diariamente, das 10h às 20h)

FILE Anima+, FILE Games e Vídeo Arte (Espaço Fiesp) L – Livre para todos os públicos
Datas e horários: de 26 de agosto a 7 de setembro de 2014 (diariamente, das 10h às 20h)

FILE LED SHOW (Galeria de Arte Digital Sesi-SP) L – Livre para todos os públicos
Datas e horários: de 26 de agosto a 7 de setembro de 2014 (todos os dias, das 20h às 22h – obras interativas, e das 22h às 6h – obras visuais)

FILE Metrô – Performances (calçada das estações de Metrô Consolação, Trianon-Masp e Brigadeiro) L – Livre para todos os públicos
Datas e horários: de 26 a 31 de agosto de 2014 (das 12h às 21h)

FILE Workshop (Espaço Mezanino) 16 – Não recomendado para menores de 16 anos
Datas e horários: de 26 a 29 de agosto de 2014, das 10h30 às 21h

Programação completa e inscrições gratuitas para workshops: www.file.org.br

Galeria de Arte Digital do Sesi-SP apresenta maior festival internacional de ‘mídia facade’ da América Latina em novembro

Agência Indusnet Fiesp

A Galeria de Arte Digital Sesi-SP, maior espaço cultural de arte multimídia da América Latina (tem mais de 100 mil lâmpadas de LED instaladas em 3.700 m²), apresenta a 2ª edição do SP_Urban Digital Festival, de 4 a 28 de novembro. A mostra internacional será exibida na plataforma de LED instalada na parte externa do prédio da Fiesp e em estrutura inédita construída na alameda das Flores, ambos na avenida Paulista.

A programação do SP_Urban Digital Festival é composta por animações, obras de arte interativas, vídeos e performances integradas a dispositivos visuais.  Nesta edição, desembarcam em São Paulo os principais artistas mundiais da cena multimídia como James George (EUA), Julian Opie (Inglaterra) e o coletivo internacional United VJs, que atua na Europa e América do Sul.

O projeto que explora a participação do cidadão na atual realidade digital, tem curadoria de Marília Pasculli, da Verve Cultural, e da dinamarquesa, Tanya Toft. Um dos objetivos é atribuir uma nova função social a um dos edifícios mais simbólicos da capital e também a outros espaços públicos da cidade. A mostra questiona como a cultura digital afeta o modo de viver, e ainda como as novas tecnologias permitem diferentes meios de expressão e de participação do cidadão urbano.

>>> Sesi-SP oferece oficinas gratuitas de arte multimídia na capital paulista

Um mirante instalado na alameda das Flores é a grande novidade desta edição. O calçadão que liga a Avenida Paulista à rua São Carlos do Pinhal, vai se tornar um mirante interativo da fachada luminosa do prédio da Fiesp. A travessa será um novo espaço interativo-expositivo com 45 metros de extensão: a pista multimídia Sonic Skate São Paulo. Em cada uma de suas extremidades, haverá um painel de LED. Os skatistas serão privilegiados com uma rampa iluminada e colorida.

Ousado e gigantesco, o festival colocou a cidade de São Paulo na rede mundial de “media facade” Connecting Cities Network, com sede em Berlim.

Numa experiência inédita no Brasil, o SP_Urban Digital Festival estabelece um canal de divulgação cultural como parte integrante da cidade, fundindo arquitetura, arte e tecnologia.

Não perca!!
SP_Urban Digital Festival – 2ª edição
De 4 a 28 de novembro
Locais: Fachada do prédio Fiesp/Sesi-SP (Av. Paulista, 1.313)  e Alameda das Flores (travessa de pedestres entre av. Paulista e rua São Carlos do Pinhal).
Horários:  das 20h às 06h

Para saber a programação completa do Festival, clique aqui.

Veja também:

O que é e tudo que já rolou na Galeria de Arte Digital do Sesi-SP

 

Em nova mostra da Galeria de Arte Digital Sesi-SP, morador de São Paulo molda a cidade

Alice Assunção, Agência Indusnet Fiesp

O Serviço Social da Indústria de São Paulo (Sesi-SP) abriu na noite desta quinta-feira (12/09) a instalação “Vivacidade: Poéticas Socioambientais”, a nova exposição na Galeria Digital do Sesi-SP.

Obras visuais ficam em exibição na fachada do prédio do Sesi-SP e da Fiesp até o dia 30 de setembro. Foto: Felipe Agne/Fiesp

 

Inédita, a mostra se comunica com quem passar pela Avenida Paulista sobre as ações do homem no meio ambiente por meio de obras interativas. Uma delas aborda um incêndio em uma floresta que deve ser apagado pelo manejo de um tanque de água, tudo virtual e operado pelo público a partir de uma mesa de controle posicionada do outro lado da rua, em frente ao prédio da Federação das Indústrias do Estado São Paulo (Fiesp), que serve de fachada para as exposições digitais.

Outra obra é a “Open Enviroment”, do Laboratório de Arte e Tecnologia (Late!). Nela o público envia uma mensagem pelo microblog Twitter sobre como está ambiente ao seu redor e um sistema ecológico virtual se alimenta dessas informações.

De acordo com Marília Pasculli, a ideia é mostrar como o fluxo de informação nas cidades é capaz de promover mudanças socioambientais.

“Todas as obras têm engajamento social. Um dos objetivos da mostra refletir que somos nós, os milhões de habitantes de São Paulo, que moldamos a metrópole”, explicou Marília.

A instalação “Smart Citizen Sentiment Dashboard” (Painel Sentimental do Cidadão Esperto em tradução livre) permite que os cidadãos se expressem sobre os desafios e questões urgentes de São Paulo.  A interface da obra é um leitor de cartão de transportes, o bilhete único, que permite rastrear o que os habitantes da cidade estão fazendo e por onde estão circulando.

Segundo Marília, o objetivo é fazer como que os moradores da cidade expressem sua opinião e seu humor instantaneamente. As informações são recolhidas em tempo real e vão formar um banco de dados que será usado para interação na fachada do prédio da Fiesp.

Com a mostra “Vivacidade: Poéticas Socioambientais”, a curadora espera enfatizar o potencial comunicacional da galeria. O projeto Galeria de Arte Digital foi idealizado pela produtora Verve Cultural e adotado pelo Sesi-SP.

Em breve discurso de abertura, o diretor financeiro da Fiesp e conselheiro do Sesi-SP, Fernando Greiber, afirmou que a Galeria de Arte Digital é um “cuidado” da indústria para com a cidade.

“Os industriais de São Paulo estão oferecendo à cidade essa galeria que traz brilho para a Avenida Paulista”, afirmou Greiber.

Mostra digital ‘Play!’, dedicada ao mundo dos games, começa a ser exibida dia 25 de março

Agência Indusnet Fiesp 

Quem passar pela avenida Paulista, a partir desta segunda-feira (25/03) será convidado a relembrar os jogos clássicos das décadas de 1970 e 1980 e também a jogar em dupla em um videogame gigante (3 mil metros quadrados) instalado na fachada do prédio da Fiesp.

A mostra reúne seis trabalhos de consagrados criadores de videogames — Alberto Zanella, Andrei Thomaz, Suzete Venturelli e as equipes Midialab-UnB (Brasil), Les Liens Invisibles (Itália), Lummo (Espanha) e Mark Essen (Estados Unidos) —, obras inteiramente engajadas no contexto sociocultural das grandes metrópoles, sendo três delas interativas, jogos executáveis, e três configuradas em vídeo.

As grandes imagens que serão visualizadas na fachada do prédio são criadas  por 100 mil lâmpadas de LEDs,  uma cadeia elétrica que possibilita a transmissão de até 4,3 bilhões de combinações de cores.

A partir de Play!, a galeria passa a exibir não apenas obras digitais, mas abre espaço para a interação com o público.

O visitante encontra vários traços da história dos videogames, o jogo de corrida, a estética do atirador, a navegação do labirinto, a dicotomia do ganhar e perder e a visão com perspectiva em terceira pessoa.

A exposição interativa acontece de 25/03 a 07/04, das 20h às 22h, com monitores disponíveis das 19h30 às 22h30. Das 22h às 5h haverá exibição de obras e vídeos.

Clique aqui para conferir a programação completa da mostra.

Acompanhe e compartilhe a mostra Play! nas redes sociais utilizando a hashtag #SesiSPDigital.

Galeria de Arte Digital Sesi-SP

Em uma iniciativa pioneira do Serviço Social da Indústria (Sesi-SP), o edifício da sede da Federação das Indústrias do Estado de São Paulo (Fiesp) se tornou, desde o final de 2012, uma galeria de arte digital a céu aberto. Inaugurado em 1979 e localizado no epicentro cultural de São Paulo, o prédio com imponente fachada piramidal abriga a Galeria de Arte Digital Sesi-SP, um presente para a cidade de São Paulo

A fachada do prédio tornou-se a primeira galeria de arte digital nesse formato da América Latina. A plataforma eletrônica é formada pela instalação de 26 mil clufsters de LED (light emitting code), que juntas formam um pixel. Esta cadeia elétrica possibilitará a transmissão de

O projeto foi idealizado pela produtora Verve Cultural e adotado pelo Sesi-SP e a inauguração da galeria aconteceu com a mostra SP_Urban Digital Festival, em dezembro de 2012.