Comitê da Cadeia Produtiva do Couro da Fiesp planeja parceria com Forças Armadas para o fornecimento de calçados

Isabela Barros, Agência Indusnet Fiesp

Hora de planejar o ano, unir forças e ir em busca de novas oportunidades. Realizada na tarde desta segunda-feira (06/02), na sede da Fiesp, em São Paulo, a reunião plenária do Comitê da Cadeia Produtiva de Couro, Calçados e Artefatos (Comcouro) da federação destacou algumas metas dos empresários do setor para 2017.

“Temos que aproveitar toda a força nós temos por estarmos nessa casa”, afirmou o coordenador do Comcouro, Samir Nakad.

Entre os planos do comitê, está uma parceria com o Departamento da Indústria da Defesa (Comdefesa), para a tentativa de fornecimento de produtos como calçados masculinos e femininos para a Marinha. “O Comdefesa nos procurou para aproximar as nossas indústrias das Forças Armadas”, disse Nakad. “Vamos organizar uma reunião com representantes dos dois lados”.

A reunião do Comcouro: fornecimento de calçados masculinos e femininos para a Marinha. Foto: Helcio Nagamine/Fiesp

Fiesp homenageia as Forças Armadas e recebe ministro da Defesa em jantar nesta quinta-feira (31/10)

Isabela Barros, Agência Indusnet Fiesp

“O Brasil precisa de suas Forças Armadas estimuladas, valorizadas e bem equipadas”. Essas foram algumas das palavras com as quais o presidente da Federação das Indústrias do Estado de São Paulo (Fiesp), Paulo Skaf, recebeu para um jantar de homenagem na sede da entidade, nesta quinta-feira (31/10), diversas autoridades militares. Na ocasião, também esteve presente o ministro da Defesa, Celso Amorim, e o diretor titular do Departamento da Indústria de Defesa (Comdefesa), Jairo Cândido, entre outros nomes.

Em seu discurso aos militares, Skaf disse não saber “quem estava sendo homenageado: se as Forças Armadas ou o setor produtivo, com a presença de vocês aqui”. “Esse é apenas um gesto para dizer o quanto nós queremos bem e respeitamos as Forças Armadas, além do nosso apoio à indústria de defesa no Brasil”, afirmou. “Sinto que precisamos fazer homenagens maiores”.

O ministro Celso Amorim também destacou o papel da indústria no setor. “Trabalhamos para colocar produtos de defesa no mercado e potencializar a indústria de defesa”, explicou. “Sabemos que são as Forças Armadas brasileiras que vão fortalecer esse processo.”

Skaf (ao centro) e as autoridades militares homenageadas com jantar nesta quinta-feira (31/10). Foto: Beto Moussalli/Fiesp

Skaf (ao centro) e as autoridades militares homenageadas nesta quinta-feira (31/10). Foto: Beto Moussalli/Fiesp

 

Segundo Amorim, a indústria de defesa é a “indústria do conhecimento, o motor maior da economia no século 21”. “Aquela que cria empregos e potencializa a criação de novos produtos, alimentando a economia”.

Dois pilares

Também na cerimônia, o diretor titular do Comdefesa lembrou que, desde a sua criação, em 2004, o departamento sempre foi baseado em dois pilares: a valorização da missão constitucional das Forças Armadas e a consolidação da indústria de defesa.

“A defesa tem se consolidado com a criação de departamentos na área nas entidades irmãs da Fiesp, como a Firjan, no Rio de Janeiro, a Fiemg, em Minas Gerais e a Fiergs, no Rio Grande do Sul, entre outras”, afirmou Jairo Cândido.

Para Cândido, o jantar oferecido nesta quinta-feira (31/10) foi uma forma de prestigiar “todos os que dispõem da sua vida pela defesa do país”.

Na solenidade, além de Amorim, foram homenageados o comandante do Exército Brasileiro Enzo Martins Peri, o comandante da Marinha Julio Soares de Moura Neto, o comandante da Força Aérea Brasileira Juniti Saito e o chefe do Estado-Maior Conjunto das Forças Armadas José Carlos de Nardi.

O jantar oferecido pela Fiesp em homenagem às Forças Armadas. Foto: Beto Moussalli/Fiesp

O jantar oferecido pela Fiesp em homenagem às Forças Armadas. Foto: Beto Moussalli/Fiesp

Análise COMDEFESA: O Investimento na Defesa Nacional

Por ser um mercado altamente restrito devido às suas especificidades, a maioria dos países desenvolve políticas de fomento industrial e tecnológico voltadas exclusivamente à indústria de defesa, uma vez que o interesse em estruturar e manter a indústria forte envolve desde questões técnicas, econômicas até geopolíticas. A questão orçamentária caminha de forma a viabilizar tais ações. Por essa razão, é importante analisar como o Brasil se insere nesse contexto e quais são as principais ações definidas para a condução desse setor no País.

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Comdefesa/Fiesp e Saab realizam seminário e rodada de relacionamentos

Edgar Marcel, Agência Indusnet Fiesp

Interessados em estabelecer parcerias e negócios futuros com indústrias brasileiras, executivos da empresa sueca de tecnologia Saab estiveram nesta quinta-feira (08/11), na sede da Federação das Indústrias do Estado de São Paulo (Fiesp), para apresentar suas necessidades a empresários e autoridades do governo e das Forças Armadas, durante um seminário realizado em parceria com o Departamento de Indústria de Defesa (Comdefesa) da entidade.

Bruno Rondani, chefe executivo do Escritório CISB; Dan Jangblad, vice-presidente sênior e chefe do Escritório de Estratégia da Saab; Jairo Cândido, diretor-titular do Comdefesa/Fiesp; Magnus Robach, embaixador da Suécia no Brasil; e coronel Lemos. Foto: Everton Amaro

“A Suécia tem uma forte presença na Fiesp. O nível de investimento do capital sueco em empresas residentes em território paulista que, de alguma forma, são representadas por meio dos sindicatos que compõem esta casa, estão aqui representados”, afirmou Jairo Cândido, na abertura do evento.

Estiveram presentes o vice-presidente sênior e chefe de Escritório de Estratégia da Saab,  Dan Jangblad; o diretor da empresa no Brasil, Bengt Janer; o chefe executivo do Centro de Pesquisa e Inovação Sueco-Brasileiro (Cisb), Bruno Rondani; e o embaixador da Suécia no Brasil, Magnus Robach.

Bengt Janer afirmou que a importância da empresa em saber integrar sistemas é tradicional. “Queremos compartilhar tecnologia com o Brasil. Estamos procurando colaboração em áreas como suporte e manutenção, fornecimento de soluções e serviços, integração de sistemas e de controle terrestre.”

O diretor deu detalhes do Gripen – nova geração de caças multiemprego, capaz de executar missões ar-ar, ar-superfície e reconhecimento que emprega o mais moderno armamento. “É uma aeronave de sucesso, vendida para países como África do Sul, Hungria, República Checa, Inglaterra e Tailândia”, apresentou.

Uma das razões do Gripen ser do interesse de muitas forças aéreas, segundo Bengt Janer, é o seu custo operacional, “que equivale ao custo de uma aeronave executiva, por termos desenvolvido de forma horizontal, ou seja, com os melhores fornecedores do mercado para a composição da aeronave”, explicou.

Ele afirmou ainda que a Saab oferece ao Brasil um custo operacional muito baixo, com possibilidade de desenvolver juntamente com o país uma nova geração de aeronaves. Ao longo do dia, haverá rodadas de relacionamentos com área de interesse da Saab.

Paulo Skaf em homenagem às Forças Armadas: ‘Agradecemos por tudo que fizeram e fazem pelo Brasil’

Edgar Marcel, Agência Indusnet Fiesp

Em solenidade na sede da Federação das Indústrias do Estado de São Paulo (Fiesp), nesta sexta-feira (26/10), autoridades militares do governo foram reconhecidas pelo trabalho de manutenção da soberania nacional.

Receberam as homenagens os Comandantes das Forças Armadas: General de Exército Enzo Martins Peri; Almirante de Esquadra, Fernando Studart Wiener; e o Tenente-Brigadeiro-do-Ar, Juniti Saito. Em jantar oferecido pela entidade, Paulo Skaf, presidente da Fiesp, destacou a consideração pelas Forças Armadas pela soberania brasileira.

“Eu, como 2º Tenente de Infantaria do Exército, tenho de uma forma natural a importância das Forças Armadas. Um país de extensão continental – e com tantos desafios como o Brasil – não pode deixar de valorizá-las. Para nós, é uma honra promover este encontro”, discursou Skaf.

Paulo Skaf, presidente da Fiesp, discursa durante homenagem aos Comandantes das Forças Armadas do Brasil. Foto: Ayrton Vignola

Ao ressaltar a importância da indústria de defesa nacional, o presidente da Fiesp lembrou que a casa da indústria está à disposição das Forças Armadas. “A indústria de defesa brasileira está se recuperando depois de algumas décadas esquecida. E hoje temos empresas que deram a volta por cima, com potencial muito grande. E, sendo assim, oferecemos nossa ajuda da melhor forma possível”, acrescentou.

‘Missão precípua’

Em retribuição, o General de Exército Enzo Martins Peri disse que as Forças Armadas brasileiras, como instituições permanentes, têm plena noção de sua responsabilidade e não podem descuidar da defesa do país.

“Felizmente estamos em um continente que não tem conflito entre suas nações, mas temos que nos preocupar com nossa defesa, é nossa missão precípua. Estamos felizes por ver nos últimos tempos um despertar da indústria de defesa, o que alavanca o desenvolvimento tecnológico da indústria em geral”, sublinhou Enzo Martins Peri.

À direita, General de Exército Enzo Martins Peri recebe homenagem de Paulo Skaf, presidente da Fiesp. Foto: Junior Ruiz

 O General de Exército comentou que é “significativa e tranquilizadora” a participação de empresas nacionais na indústria de defesa. “O Brasil tem o privilégio de também ter outras ações subsidiárias de apoio ao desenvolvimento nacional, e isso as confere um alto grau de credibilidade. Sempre contamos com a Fiesp como um poderoso apoio para nossas necessidades e no atingimento de nossas metas”, finalizou.

Estiveram presentes à homenagem autoridades militares e civis do governo; Oficiais-Generais da Secretaria de Produtos de Defesa; Comandantes Militares de Área; o diretor do Departamento da Indústria de Defesa (Comdefesa) da Fiesp, Jairo Cândido; e outros diretores de departamentos da federação.

Análise COMDEFESA: Por uma Política de Aquisição de Material de Defesa

 

A alteração da Lei de Licitações (8.666/93) de acordo com a realidade da indústria de defesa e com as necessidades das Forças Armadas, o estabelecimento de um orçamento militar previsível e a articulação das compras de material de defesa, é só o começo do desenvolvimento de um sistema de aquisição eficiente.

 

No entanto, são medidas imprescindíveis sem as quais não avançaremos em questões fundamentais, como planejamento, gestão e controle dos programas militares.

 

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Reaparelhamento das Forças Armadas inclui sistema espacial, afirma Nelson Jobim

Edgar Marcel, Agência Indusnet Fiesp

Jairo Cândido, diretor do Comdefesa. Foto: Vitor Salgado

A renovação das instituições nacionais permanentes (Exército, Marinha e Aeronáutica) foi apresentada no seminário Reaparelhamento das Forças Armadas, nesta quarta-feira (6), na sede da Fiesp. Inserido no contexto mundial, o Brasil passa por novas estratégias e configurações nestes setores.

O ministro da Defesa, Nelson Jobim, fez uma abrangente exposição dos detalhes destes procedimentos a serem adotados para uma plateia repleta de integrantes e autoridades das Forças Armadas. O evento, realizado pelo Departamento da Indústria de Defesa (Comdefesa) da Fiesp, tem como objetivo participar dos processos de desenvolvimento do País.

“A Fiesp, por meio do Comdefesa, tem confiança absoluta que o futuro da indústria nacional de defesa será grandioso, como grandioso é o nosso Brasil”, afirmou Jairo Cândido, diretor-titular do departamento da entidade.

As ações do Comdefesa visam consolidar as relações com o ministério da Defesa e cooperar com o desenvolvimento da estrutura das Forças Armadas. A atuação da indústria é fundamental para o reaparelhamento destas imprescindíveis instituições, e a Fiesp trabalha no sentido de promover projetos alinhados com as premissas da Política Nacional de Defesa.

Diretrizes

De acordo com o ministro, a Estratégia Nacional de Defesa possui um arcabouço cooperativo com outros países da América do Sul e uma visão dissuasória com o resto do mundo. A tática tem como fundamento integrar a indústria defensiva à sociedade, como um escudo de proteção ao desenvolvimento autônomo nacional.

O Brasil tem 13 milhões de quilômetros quadrados de território emerso e imerso, com mais de 16 mil quilômetros de fronteira terrestre, o que torna impossível a presença das forças em todos os espaços. A partir da capacitação profissional oferecida pela pelas instituições aos recrutas, surgirão programas de vigilância de fronteiras e monitoramento do espaço aéreo.

Observação preventiva

Nelson Jobim, ministro da Defesa. Foto: Vitor Salgado

Nelson Jobim defende a ideia um sistema espacial brasileiro para fins militares (de proteção), de conhecimento do território para a agricultura, saúde, monitoramento de incêndio em florestas, entre outros.

“É inconcebível virmos a comprar imagens de satélites controlados por outros países”, criticou o ministro, que percorreu toda a Amazônia e a fronteira terrestre do Brasil.

As diferenças observadas na extensa divisa entre o País e o restante da América do Sul apontaram as necessidades de cada ponto, como veículos terrestres, aviões de transporte de cargas e helicópteros para deslocamento de forças. Os itens estão previstos no orçamento de 27 bilhões de dólares que serão investidos na área de defesa.

Medidas

O ministro enfatizou que os conceitos de implementação e ações estratégicas são compostos por quatro itens:

  • Ciência e Tecnologia, que fomentará a pesquisa de materiais, equipamentos e sistemas militares e civil;
  • Recursos humanos, para criar um quadro de especialistas civis em defesa;
  • Indústria de material de defesa, que irá compatibilizar os esforços governamentais de aceleração do crescimento com as necessidades da defesa nacional;
  • Operações de paz, para estimular o adestramento de militares e civis para atuações emergenciais de manutenção da paz e reconstrução do País, como as recentes ações no Haiti.

 

A importância maior das ações pró-defesa no Brasil, segundo Nelson Jobim, é o resultado destas em um longo prazo, daqui a 50 anos. “Não estamos falando no período histórico da nossa geração, e sim de uma nação. Nossa responsabilidade é com o País”, concluiu o ministro.

Clique aqui para ver fotos do evento.

Comunicação das Forças Armadas é tema de palestra na Fiesp

As ações sociais que as Forças Armadas têm desenvolvido no País possibilitaram que a instituição aparecesse em primeiro lugar numa lista das entidades mais confiáveis pela população, de acordo com pesquisa da Fundação Getúlio Vargas (FGV). “As Forças Armadas representam a sociedade”, afirmou o jornalista especializado em assuntos de Defesa, Cosme Degenar Drumond.

Ele foi mediador de um debate realizado na sexta-feira (26) entre os comandantes de Comunicação Social das Forças Armadas, durante uma palestra para os alunos do Curso de Gestão dos Recursos de Defesa (CGERD), da Escola Superior de Guerra (ESG).

O chefe de Comunicação Social do Exército, general de Divisão Adhemar da Costa Machado, destacou a boa relação que o Brasil tem com os dez países vizinhos, que representam 15 mil quilômetros de fronteira. “A Fiesp tem tido uma ligação muito forte conosco no sentido de fortalecer a indústria nacional de Defesa”, afirmou.

Em sua apresentação, o chefe de Comunicação Social da Marinha, contra-almirante Domingos Sávio Almeida Nogueira, adotou o mesmo tom de seu colega do Exército, ao dizer que “é necessário unir forças industriais”. Ele informou que 95% do comércio brasileiro é feito pelo mar e que cerca de 600 navios mercantes passam diariamente pela costa brasileira.

Já o chefe de Comunicação Social da Aeronáutica, brigadeiro Antonio Carlos Moretti Bermudez, explicou que há uma estratégia para uso da comunicação social da Defesa em tempos de paz. “Hoje atuamos despertando vocações”, comentou ao falar do trabalho da Esquadrilha da Fumaça.


Formação



O Curso de Gestão de Recursos de Defesa (CGERD), que está em sua quarta edição, é um dos cursos regulares da Escola Superior de Guerra (ESG), do Ministério da Defesa, realizado por meio de parceria com o Departamento da Indústria de Defesa (Comdefesa) da Fiesp.

Marinha inicia diálogo com possíveis fornecedores nacionais

Agência Indusnet Fiesp,

“Vamos mostrar a importância que a Marinha dá à indústria nacional”. A frase foi dita nesta segunda-feira (26), na Fiesp, pela maior autoridade da instituição, o Almirante-de-Esquadra, Júlio de Moura Neto.

Seminário de Defesa

Ele ministrou palestra a 150 industriais de 18 setores sobre o projeto de reaparelhamento da Marinha. O comandante da instituição apresentou o projeto de aquisição de equipamentos até 2050, previstos na Estratégia Nacional de Defesa (END).

“O Brasil tem um novo papel no mundo”, defendeu. Ele reconhece que a descoberta de petróleo na camada do pré-sal é um fator importante para justificar os investimentos, e disse que “as jazidas estão cada vez mais afastadas da costa, a cerca de 160 milhas de distância”.

Parte do processo de reaparelhamento da Marinha já está definido, como o programa para a construção de cinco submarinos (sendo quatro convencionais e um de propulsão nuclear). Como previsto na END, a construção será feita no Brasil com transferência de tecnologia.

Entretanto, o Almirante disse que ainda não é possível informar quais serão as próximas compras da Marinha. O projeto de reaparelhamento está sob análise do Ministério da Defesa (MD), que será responsável por definir a prioridade dos investimentos.

Em 2010, a Marinha do Brasil deverá ter orçamento de R$ 4,3 bilhões, mas o valor dependerá de negociações no Congresso Nacional e da previsão orçamentária do Governo Federal.

Indústria

Jairo Cândido, do Comdefesa Fiesp. Foto: Arquivo Fiesp

O seminário de reaparelhamento reuniu mais de 150 empresas que participaram de 130 rodadas de negócios. “A presença da indústria assegura o interesse do Brasil para com a Marinha e vice-versa”, afirmou Cândido.O diretor-titular do Departamento da Indústria de Defesa (Comdefesa) da Fiesp, Jairo Cândido, disse que a decisão do Brasil em reequipar suas Forças Armadas representa uma oportunidade para as indústrias do País.

“A indústria de Defesa tem grande potencial, e a Marinha tem sinalizado que seus equipamentos serão desenvolvidos no Brasil”, explicou. Para o diretor, a participação industrial é importante do ponto de vista estratégico, “para manter a soberania do Estado brasileiro”.