Nota de pesar sobre a morte de Otavio Frias Filho

Fiesp e Ciesp manifestam seu profundo pesar pela morte de Otavio Frias Filho, diretor de redação do jornal Folha de S.Paulo.

Além de ter influenciado uma geração e mudado o jornalismo brasileiro com seu compromisso com a ética, o pluralismo e a verdade, Otavio Frias Filho contribuiu com a cultura do país como autor de peças de teatro e livros de ensaios.

É uma triste perda para o país e um momento difícil para sua família e amigos, com quem nos solidarizamos.

José Ricardo Roriz

Presidente em exercício da Fiesp e do Ciesp

Brasil precisa de gestor com responsabilidade social, afirma Roriz na Folha de S.Paulo

Agência Indusnet Fiesp

O presidente em exercício da Fiesp e do Ciesp, José Ricardo Roriz Coelho, defende em artigo publicado nesta terça-feira (19 de junho) pelo jornal Folha de S.Paulo a eleição para cargos executivos de pessoas com “um conjunto de características imprescindíveis para modernizar a administração pública”, que, calcula-se, “esteja 30 anos atrasada em relação às boas práticas de gestão necessárias para melhorar a eficiência e a qualidade dos serviços públicos”.

Segundo Roriz, os futuros governantes precisam ter “liderança, visão de futuro, capacidade e experiência administrativa, credibilidade, perfil agregador, disposição e coragem para mudar e enfrentar desafios”. Só que isso não basta. Destacando que o Brasil não é uma empresa, o presidente em exercício da Fiesp e do Ciesp afirma que “os candidatos a cargos públicos precisam ter sensibilidade social para implementar políticas públicas que tenham como objetivo melhorar o padrão de vida da população e dos indicadores sociais”.

Houve avanços no país, segundo Roriz, mas o governo ainda precisa agir para, por exemplo, “induzir a redução do spread bancário e destravar o crédito para investimento e consumo”.

Clique aqui para ler o artigo completo no site da Folha de S.Paulo.

Folha de S. Paulo: Skaf defende conteúdo local em artigo

Agência Indusnet Fiesp

“Não compartilhamos dos ideais ultraprotecionistas, reaparecidos recentemente. No entanto, a defesa da indústria brasileira, independentemente de sua origem de capital, é fundamental para o crescimento e desenvolvimento do país.” Com essas e outras palavras, o presidente da Fiesp, Paulo Skaf, defendeu em artigo publicado no jornal Folha de S. Paulo, nesta segunda-feira (06/02), o uso de conteúdo local nos investimentos feitos no Brasil.

Em seu texto, Skaf destaca que “é um equívoco afirmar que a política de conteúdo local impôs prejuízo significativo ao governo e ao setor de óleo e gás. Não há dúvidas de que a medida precisa ser aperfeiçoada, mas os resultados obtidos são expressivos”. E cita informações como o fato de que “de 2004 a 2014, um determinado conjunto de setores industriais fornecedores para esse mercado gerou mais de R$ 19 bilhões em investimento, 65 mil novos postos de trabalho, R$ 3,4 bilhões em salários adicionais e R$ 5 bilhões de contribuição ao crescimento do PIB”, numa referência ao setor de petróleo e gás.

Para ler o artigo completo, é só clicar aqui (sujeito a restrições de acesso estabelecidas pelo site do jornal).

Mônica Bergamo: Fiesp prevê um crescimento de 0,8% do PIB em 2017

Agência Indusnet Fiesp

A coluna Mônica Bergamo, do jornal Folha de S. Paulo, destacou, em sua edição do dia 02 de janeiro, as previsões da Fiesp para a economia brasileira em 2017, elaboradas pelo seu Departamento de Pesquisas e Estudos Econômicos (Depecon).

Assim, a nota sobre o tema registrou, entre outras informações, que a federação “prevê crescimento de 0,8% do PIB. Projeta ainda um impulso maior da indústria geral, de 1%, e da indústria de transformação, com crescimento de 2%”.

Para ler a nota, é só clicar aqui (acesso sujeito a restrições).


Paulo Skaf: O verdadeiro golpe

Paulo Skaf

Muito se tem ouvido ultimamente a palavra golpe no debate político. Com frequência, para se referir ao processo de análise do pedido de julgamento e afastamento da presidente da República pelo Congresso Nacional. Esse processo, o impeachment, é previsto na Constituição Federal, vem sendo conduzido dentro das regras do Estado de Direito pelo Legislativo e se desenrola sob a vigilância do Supremo Tribunal Federal. No momento, cada instituição cumpre seu papel, dentro das regras do jogo da democracia. Não há qualquer sombra de golpe institucional.

Se formos, porém, buscar o significado da palavra golpe no dicionário, podemos, aí sim, apontar sua existência nas mais variadas dimensões da vida brasileira, muitas vezes tendo como autores aqueles que hoje tentam se colocar no papel de vítima.

Se golpe tem, entre suas definições, as de “ferimento ou pancada”, e também as de “desgraça e infortúnio”, chegamos à triste constatação de que vítima de golpe está sendo, sim, a nação brasileira.

Afinal, é ou não é um golpe para as forças produtivas do país, por exemplo, a redução de mais de 3% do PIB neste ano? Trata-se de uma verdadeira pancada, pois nossa economia encolhe. O golpe é maior ainda porque as expectativas para 2016 são também muito ruins. E não se venha por a culpa novamente em uma suposta crise mundial. A economia do resto do mundo vai crescer cerca de 3%, e a previsão para os países emergentes chega a 4%. Quem vem andando para trás somos nós.

Esse é um golpe e tanto, principalmente quando as dificuldades são agravadas por erros do governo, que só fazem aprofundar a recessão, que já ameaça virar depressão – triste palavra que designa também aqueles que sofreram duros golpes.

A queda de 9% na indústria em 2015, em relação a 2014, é o maior tombo desde 2003 e levou o setor à mesma participação que tinha no PIB nos anos do governo Juscelino Kubitschek. Isso fere não só a indústria, mas toda a economia brasileira.

O que dizer de outro duríssimo golpe, que é ter que demitir ou ser demitido em consequência da queda da economia? O ano de 2015 deve fechar com 1,6 milhão de demissões de trabalhadores com carteira assinada. Segundo o IBGE, 9 milhões de pessoas procuraram emprego, sem encontrar, no terceiro trimestre do ano, elevando a taxa de desemprego para 8,9%, a maior desde 2012, quando começou a série histórica. Uma desgraça na vida desses brasileiros e de suas famílias, sem dúvida.

Cito outros exemplos. Existe golpe mais explícito em quem paga seus impostos com muito sacrifício do que a proposta de criar, aumentar e recriar impostos, como a CPMF? É golpista a ação de um governo que, incapaz de fazer o dever de casa e reduzir seus próprios gastos e desperdícios, tenta jogar a conta no colo da sociedade com a cobrança de mais impostos. Mas a sociedade não quer mais “pagar o pato”.

No mesmo dia em que foi admitido o processo de impeachment, o Planalto comemorou a aprovação do projeto que mudou a meta fiscal e autorizou o governo a fechar este ano com um rombo de R$ 120 bilhões no orçamento. Isso é escandaloso e deveria ser motivo de vergonha, de um pedido de desculpas à nação. Nunca de comemoração. Estão festejando o quê? A incompetência para acertar as contas públicas? A irresponsabilidade por gastar demais?

Por fim, um dos maiores golpes que as autoridades podem desferir contra a população: a corrupção, que desvia recursos públicos da educação, da saúde e de outros serviços que deveriam estar sendo prestados à sociedade. Diariamente somos golpeados com revelações estarrecedoras envolvendo agentes públicos, pagamento de propinas e negociatas diversas. Maior empresa do país e um de nossos orgulhos, a Petrobras foi duramente atingida.

O processo de impeachment, que segue seu curso dentro das normas constitucionais, é a chance para que a nação faça seu julgamento. É preciso que todos atuem em nome dos interesses maiores do Brasil.

Paulo Skaf é presidente da Federação das Indústrias do Estado de São Paulo (Fiesp) e do Centro das Indústrias do Estado de São Paulo (Ciesp).

Lei que regulamenta terceirização deve gerar mais emprego e competitividade, diz Skaf

Agência Indusnet Fiesp

Em artigo publicado no jornal Folha de S. Paulo nesta segunda-feira (6/4), o presidente da Federação e do Centro das Indústrias do Estado de São Paulo (Fiesp e Ciesp), Paulo Skaf, falou sobre o projeto de lei nº 4.330/04, que dispõe sobre o contrato de prestação de serviços de terceiros e as relações de trabalho dela decorrentes.

“Com a regulamentação do trabalho terceirizado, o Brasil irá se alinhar às mais modernas práticas trabalhistas do mundo”, disse Skaf, sobre o projeto que deve entrar em votação na Câmara dos Deputados nesta terça-feira (7/4).

Clique aqui e leia o artigo na íntegra.

Produtos ilegais movimentam mais de R$700 bi por ano, afirma diretor da Fiesp

Agência Indusnet Fiesp,

Os elevados impostos pagos pelo fabricante brasileiro encarecem o produto nacional e promovem um ambiente de competição desleal também com mercadorias contrabandeadas, avaliou o diretor do Departamento de Segurança da Federação das Indústrias do Estado de São Paulo (Fiesp), Ricardo Coelho. Segundo ele, essa economia ilegal movimenta R$782 bilhões por ano.

“Esse montante só é inferior ao PIB do México, Brasil e Argentina”, afirmou Coelho em entrevista concedida à Folha de S. Paulo desta terça-feira (3/3).

O diretor reiterou ainda que “o alto custo de produção favorece o mercado ilegal”.

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Ricardo Coelho, diretor do Departamento de Segurança da Fiesp .Foto: Everton Amaro/Fiesp

‘Ignorar a derrocada da indústria é flertar com o desastre’, afirma Benjamin Steinbruch

Agência Indusnet Fiesp

Em seu artigo quinzenal no jornal Folha de S. Paulo, o primeiro vice-presidente da Federação das Indústrias do Estado de São Paulo (Fiesp), Benjamin Steinbruch, dá um panorama dos rumos da economia internacional e brasileira.

No cenário doméstico, Steinbruch diz que o governo precisa de mais disciplina nos gastos públicos, estabilidade regulatória, previsibilidades, incentivo à concorrência, competitividade.

Mas recomenda prudência com o que chama de “andor da ortodoxia” nas políticas que possam causar impacto no crescimento do país.

“O governo não pode jamais abdicar de seu papel de indutor do desenvolvimento, por meio de ações específicas –política industrial, por exemplo– em áreas estratégicas, de pesquisa e desenvolvimento, novas tecnologias, infraestrutura, energias alternativas etc.”, adverte.

Segundo o primeiro vice-presidente da Fiesp, além de cuidar da sobrevivência de setores básicos e estratégicos, cabe ao governo zelar pela capacidade de recuperação da economia, reorientar investimentos, cultivar vocações setoriais, estimular setores dinâmicos e lutar pelo crescimento.

“Coisas que o mercado, sozinho, não faz. Ignorar olimpicamente a derrocada da indústria, por exemplo, é flertar com o desastre.”

>> Leia o artigo no site da Folha de S. Paulo  (sujeito a paywall)

Teatro do Sesi-SP recebe quatro estrelas em avaliação de revista da Folha

Agência Indusnet Fiesp

O Teatro do Sesi-SP, que apresenta alguns dos destaques da programação cultural do Serviço Social da Indústria de São Paulo (Sesi-SP), recebeu quatro estrelas em avaliação divulgada no domingo pela revista dominical do jornal Folha de S. Paulo, a “sãopaulo” – grafada assim, sem maiúsculas.

Pelos critérios dos editores, quatro estrelas representa o nível “bom”, equivalendo uma pontuação de de 8,6 a 9,5 – só é classificado como “ótimo” notas de 9,6 a 10.

A “sãopaulo” destaca que o Teatro do Sesi-SP, situado no Centro Cultura Fiesp, tem peças que são sempre gratuitas e que dá para reservar ingressos pelo site. E afirma que “os assentos são confortáveis e a visão do palco é boa”.

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Teatro do Sesi-SP. Foto: Julia Moraes


O jornal informa ainda que a equipe da “sãopaulo” visitou 60 teatros com mais de cem lugares da cidade e avaliou critérios como cordialidade no atendimento e bom treinamento dos funcionários; conforto (espaço entre as fileiras, tipo de poltronas, limpeza dos ambientes, tamanho do hall de entrada, bonbonniére e bebedouro e número de banheiros); segurança (saídas de emergência e extintores e hidrantes); detalhes da sala (visibilidade do palco, pontos cegos, vazamento externo de som e luz, temperatura).

A avaliação foi feita apenas em espaços que possuem palco italiano (o tipo mais comum, onde a plateia vê o espetáculo somente por um dos lados). A lista abrange locais que mantêm programação constante de espetáculos adultos, infantis e de dança. Foram visitadas desde casas centenárias até lugares abertos há poucas semanas.

Meu Sesi

Os ingressos gratuitos para os espetáculos no Teatro do Sesi-SP podem ser reservados online pelo site www.sesisp.org.br/meu-sesi de 15 em 15 dias.

Apresentações entre dias 1º e 15, publicação na internet dia 25 do mês anterior.
Apresentações entre dias 16 e 31, publicação na internet dia 10 do mesmo mês.

Folha de S. Paulo destaca estudo sobre investimento na indústria de transformação

Agência Indusnet Fiesp

Investir em uma aplicação financeira, como um fundo de renda fixa, entre 2008 e 2012 pode ter gerado um retorno de 62%, enquanto os investimentos feitos na indústria de transformação no mesmo período podem ter rendido embolsos de 47%. A margem de lucro líquida da indústria também vem mostrando uma trajetória de queda e chegou ao menor patamar em 2012, a 2,6%.

Os números são da pesquisa “Implicações do Desempenho da Rentabilidade e da Margem de Lucro nos Investimentos da Indústria de Transformação”, elaborada pelo Departamento de Competitividade e Tecnologia (Decomtec) da Federação das Indústrias do Estado de São Paulo (Fiesp). O levantamento foi divulgado pelo jornal Folha de S. Paulo nesta quinta-feira (11/09).

Para ver a íntegra do estudo, clique aqui.

O diretor do Decomtec, José Ricardo Roriz Coelho, afirmou ao jornal que “há um desestimulo para investir” por parte da indústria. Ele também citou questões que apresentam como risco para potenciais investimentos no setor manufatureiro, entre eles a pesada carga tributária.

“Não há sinal de mudança nem no longo prazo. O país não tem plano para resolver questões que poderiam ter impacto na decisão de investir”, completou o diretor.

Ainda de acordo com a pesquisa do Decomtec, para cada R$1 bilhão investido na indústria, os rendimentos gerados chegaram a R$469 milhões, descontado o pagamento do Imposto de Renda.

No que se refere aos investimentos em aplicações financeiras, os rendimentos gerados a partir da mesma quantia chegaram a R$624 bilhões, lucro maior em R$155 milhões em comparação com os rendimentos da indústria.

Clique aqui e leia na íntegra a matéria da Folha.

Para Benjamin Steinbruch, falar de risco de recessão não é semear o pessimismo

Agência Indusnet Fiesp

No artigo “Mais Feliz!”, publicado no jornal Folha de S.Paulo desta terça-feira (29/07), o presidente da Federação das Indústrias do Estado de São Paulo (Fiesp), Benjamin Steinbruch, rebate a crítica de um leitor de que ele estaria no coro de pessimistas quanto à situação econômica do País.

Benjamin concordou que há pessimismo exagerado da opinião pública, porém, explica que o leitor talvez desconheça os dados que mostram que a economia, de fato, caminha para uma fase de crescimento negativo. “Alguns analistas já acham que o PIB poderá registrar queda no segundo e no terceiro trimestres, o que já indicaria um quadro de recessão técnica”.

Steinbruch  afirma, no entanto, que a recessão não é inevitável e que algumas medidas poderiam mudar essa tendência. E, segundo ele, isso será possível, ainda que o país necessite de reformas mais amplas para aumentar a competitividade geral da economia e permitir crescimento sustentável.

Para o empresário e presidente da Fiesp, tanto quanto a inflação, a recessão é uma doença que precisa ser combatida com todas as armas, inclusive as preventivas. E aponta duas medidas urgentes: “a redução da taxa básica de juros e o afrouxamento das restrições ao crédito -esta última já começou a ser ensaiada na semana passada”.

Para ler o artigo na íntegra, acesse o site do Jornal Folha de S.Paulo (acesso restrito para assinantes e cadastrados).


Contramão (17/06/2014)

Agência Indusnet Fiesp 

Em artigo publicado nesta terça-feira (17/06), no Jornal Folha de S. Paulo, o presidente da Federação das Indústrias do Estado de São Paulo, Benjamin Steinbruch, critica a política de juros altos que vem sendo adotada no Brasil e pondera que o País está na contramão do mundo. “O Brasil vem aumentando a taxa básica de juros desde abril do ano passado. Nesse período, a nossa conhecida Selic passou de 7,25% para 11%, nível atual”, afirmou.

O objetivo da política – de conter a inflação  – era “nobre”,  segundo Benjamin. Porém, “para nossa decepção, o efeito esperado dessa política praticamente não se deu. Enquanto isso, o efeito colateral se apresenta em cheio, colaborando para esfriar a economia e colocá-la no caminho da recessão”.

O empresário também alerta para a preocupante situação da indústria e que um ambiente recessivo se espalha praticamente por todas as regiões e todos os setores. No caso do setor automobilístico, por exemplo, o mês de maio registrou queda de produção de 18%, em relação ao mesmo mês do ano passado, trazendo como consequência, diminuição do ritmo de trabalho, interrupção na linhas de montagem e demissões.

Steinbruch comenta que é comum, entre os analistas, apontarem como causa para esse cenário a falta de confiança do setor empresarial. Porém, segundo ele, há outros fatores. “É óbvio que estou falando da falta de crédito e dos juros. Não dá para explicar a ninguém por que, num momento em que tanto os países emergentes quanto os desenvolvidos estão cortando ferozmente os juros, aqui no Brasil continuamos com uma taxa de 11% ao ano”, criticou.

Em conclusão, ele afirma que, a despeito de clima de Copa do Mundo e do momento eleitoral, é necessário ter coragem para afrouxar agora a política monetária. “De qualquer forma, ganhe quem ganhar a eleição presidencial, precisará adotar uma política monetária mais frouxa. Se não fizer isso, na certa enfrentará uma recessão logo no primeiro ano de governo, para decepção de seus eleitores”, afirmou.

Para ler o artigo na íntegra, acesso o site do jornal Folha de S.Paulo.

Violência e direitos (03/06/2014)

Agência Indusnet Fiesp 

Nesta terça-feira (03/06), o presidenteda Federação das Indústrias do Estado de São Paulo, Benjamin Steinbruch, no artigo “Violência e Direitos” publicado no jornal Folha de S. Paulo, propõe uma reflexão sobre a recente greve no transporte público na cidade de São Paulo, traçando um paralelo com os protestos de junho de 2013.

Um ponto em comum, segundo ele, é que ambos movimentos não tiveram lideranças marcantes. No entanto, tornaram claro,  que, “para o bem ou para o mal”, a ação de um único indivíduo pode deflagrar movimentos sociais de grandes repercussões.

Steinbruch defende que é preciso aprender a lidar com esses novos tempos modernos (em que movimentos diversos surgem quase como por geração espontânea), mas que a incitação ao crime e à violência jamais devem ser aceitas. “Já temos violência demais e não se pode admitir que ela cresça pelo impacto de novas tecnologias – a o contrário, temos a obrigação de usar essas tecnologias para contê-la”, afirma.

O presidente da Fiesp destaca o crescente aumento da criminalidade e considera o tema “segurança pública” como um dos tópicos obrigatórios dos programas de governo dos Presidenciáveis. “Além de tratar do plano econômico, da reforma política e dos programas sociais, os candidatos têm a obrigação de apresentar propostas para a área da segurança”, declarou.

O empresário ainda deixa em seus artigo reflexões importantes:

“A violência é uma doença que se espalha numa sociedade, como outras epidemias, sempre que o processo não é interrompido pela identificação de focos geradores desse comportamento.”

“O direito de livre manifestação pacífica deve ser preservado, desde que não viole o direito de ir e vir dos demais cidadãos. A violência, porém, não pode ser tolerada pela sociedade, nem na Copa nem em nenhum outro momento.”

Veja o artigo na íntegra no jornal Folha de S.Paulo ou acesse portal UOL.

Diretor da Fiesp participa de fórum de sustentabilidade promovido pela Folha

Guilherme Abati, Agência Indusnet Fiesp

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Nelson Pereira dos Reis: é urgente a criação de um código ambiental que supere os entraves burocráticos e que confira mais responsabilidades para as empresas e menos controle para órgãos licenciadores. Foto: Everton Amaro/Fiesp

O diretor titular do Departamento de Meio Ambiente (DMA) da Federação das Indústrias do Estado de São Paulo (Fiesp), Nelson Pereira dos Reis, foi um dos convidados do Fórum de Sustentabilidade, evento promovido pelo jornal Folha de S. Paulo no Museu da Imagem e Som (MIS), em São Paulo.

Em sua fala no fórum, na manhã desta terça-feira (03/06), o diretor abordou questões relacionadas aos chamados “excessos” da burocracia ambiental, fator que, em sua visão, engessa a implantação de novos projetos no Brasil. “Em muitos casos, um empreendimento pode demorar até cinco anos para obter uma licença ambiental”, afirmou.

De acordo com Pereira dos Reis, é necessária a construção de um novo arcabouço legislativo, que dê rapidez e precisão às normas ambientais, as quais, além de existirem em grande quantidade, são, em muitos casos, ineficazes. “Temos cerca de mil normas ambientais, muitas delas ultrapassadas, com objetivos opostos e em superposição”, argumentou.

Segundo o diretor da Fiesp, é urgente a criação de um código ambiental que supere os entraves burocráticos e que confira mais responsabilidades para as empresas e menos controle para órgãos licenciadores.

Pereira dos Reis disse que a descentralização das tomadas de decisão também é uma saída boa para a superação do entrave burocrático. Para ele, estados e municípios devem atuar sobre essas questões, com atenção às especificidades locais, para maiores ‘ganhos ambientais’ e com celeridade legislativa.

O painel teve a participação de André Ferretti, coordenador de Estratégias de Conservação da Fundação Grupo Boticário de Proteção à Natureza.  Na opinião de Ferretti, o país evolui em leis, mas os órgãos ambientais não acompanham essa evolução e não cumprem seus papéis. “Essa burocracia atrapalha o próprio setor”, disse.


Dia da Indústria: veja o anúncio da Fiesp e do Ciesp nos jornais

Agência Indusnet Fiesp

Para celebrar o Dia da Indústria, comemorado em 25 de maio, a Federação e o Centro das Indústrias do Estado de São Paulo (Fiesp e Ciesp) divulgaram anúncio neste domingo (25/05).

O anúncio foi publicado nos jornais Folha de S. Paulo e Estado de S. Paulo.

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Na semana anterior, unidades do Serviço Social da Indústria (Sesi-SP), Serviço Nacional de Aprendizagem Industrial (Senai-SP) e do Centro das Indústrias do Estado de São Paulo (Ciesp), em diversas cidades, realizaram eventos em comemoração ao Dia da Indústria. O Ciesp Sorocaba, por exemplo, realizou uma Semana dedicada à indústria.

Na capital paulista, as comemorações continuam nesta segunda-feira (26/05) com o 9º Congresso da Micro e Pequena Indústria que acontece no Hotel Renaissance – Alameda Jaú, nº 1620 – em São Paulo.

Durante todo o dia, até às 18h, o evento será transmitido ao vivo pelo site. Clique aqui para acompanhar.

Para Benjamin Steinbruch, candidatos precisam apresentar propostas práticas

Nesta terça-feira (20/05), o primeiro vice-presidente da Federação das Indústrias do Estado de São Paulo (Fiesp), Benjamin Steinbruch, responde em artigo na Folha de S.Paulo ao seu próprio texto, publicado há duas semanas no mesmo jornal (Benjamin Steinbruch: quem tem a pretensão de governar o país precisa dizer quais são seus planos para o futuro).

Steinbruch havia questionado a falta de propostas dos candidatos à Presidência do Brasil e, agora, elabora algumas respostas àquelas indagações recorrentes de vários setores da sociedade.

Para ele, é inconcebível eleger um candidato que não explicite sua meta de crescimento econômico e criação de empregos durante seus quatro anos de governo. “O próximo presidente da República precisa considerar que o investimento no país, necessário para sustentar o crescimento, só será estimulado e atingirá níveis razoáveis se houver uma nova política de juros”, afirma Steinbruch.

Para ler o artigo na íntegra, acesse o site do jornal Folha de S.Paulo (com sistema paywall).

Benjamin Steinbruch: quem quer governar o país precisa dizer quais são seus planos

Agência Indusnet Fiesp

Governar um país não é um passeio no parque; é preciso ter competência, sonhos, ousadias, utopias, planos, ideologia, equipes e, principalmente, uma enorme disposição de trabalho para empurrar as mudanças que precisam ser feitas. A afirmação é do primeiro vice-presidente da Federação das Indústrias do Estado de São Paulo (Fiesp), Benjamin Steinbruch, em sua coluna quinzenal publicada nesta terça (06/05) no jornal Folha de S. Paulo.

O empresário critica a falta de discussão de projetos para o futuro do país pelos candidatos à Presidência. Steinbruch também afirma que algumas perguntas, como, por exemplo, sobre crescimento econômico e geração de emprego, são indispensáveis para aqueles que pretendem governar o Brasil.

É preciso “colocar em primeiro plano as propostas de atuação nas várias áreas da economia e da sociedade em geral, aquelas que podem trazer esperanças para o futuro”, afirma o vice-presidente da Fiesp.

Para ler o artigo na íntegra, acesse o site do jornal Folha de S.Paulo.

São Pedro é inocente

São Pedro é inocente

Paulo Skaf 

Na sexta-feira passada, dia em que o volume de água armazenado no Sistema Cantareira caiu abaixo de 14% pela primeira vez, as ações da Sabesp subiram na Bolsa. A boa notícia (para os investidores) que suplantou a má notícia (para a população de São Paulo) foi o anúncio do pagamento de mais de R$ 500 milhões de dividendos aos acionistas da empresa. Elas explicam porque São Paulo sofre hoje o mesmo tipo de insegurança hídrica de dez anos atrás.

Enquanto a Sabesp distribuiu R$ 4,8 bilhões de lucro aos seus acionistas no Brasil e no exterior de 2004 a 2013, a empresa não cumpriu as diretrizes da outorga do Sistema Cantareira de 2004, que previa ações e investimentos para atender às demandas da população.

Nada contra uma companhia remunerar bem seus acionistas, pelo contrário. Mas uma empresa como a Sabesp deve ter como prioridade máxima o abastecimento e o tratamento de água.

A Sabesp é uma empresa de economia mista sob o controle do governo paulista responsável pelo fornecimento de água, coleta e tratamento de esgotos de 363 municípios paulistas. A outorga é uma concessão da União e do Estado para que a Sabesp possa manejar os recursos hídricos e cumprir suas funções. A outorga do sistema Cantareira foi renovada em 2004, justamente no ano em que outra seca severa fez o governo de então, também comandado por Geraldo Alckmin, fazer a mesma coisa que faz agora: pedir que a população economize água e torcer por chuvas.

Não seria assim com planejamento e gestão.

A outorga que autorizou a Sabesp a operar o Sistema Cantareira de 2004 a 2014 já deixava claro o que devia ser feito: 1) Reduzir a dependência do Sistema Cantareira criando fontes alternativas; 2) Combater as grandes perdas de água; 3) Aumentar a coleta e o tratamento do esgoto.

O governo do Estado de São Paulo não só sabia o que precisava ser feito como tinha o dever legal de fazê-lo. Portanto, a escassez de água não é só causada pela seca, mas também pela falta de planejamento e gestão dos recursos de uma empresa de serviço público essencial à saúde, ao bem estar e à atividade econômica.

Apesar de seu corpo técnico de alta competência, a Sabesp não só não fez o que deveria como não vem conseguindo elevar sua eficiência. Dos cerca de 3 trilhões de litros captados anualmente, ela perde cerca de 1 trilhão em vazamentos na coleta e distribuição, segundo dados da própria Sabesp. Em relação aos esgotos domésticos, a Sabesp trata apenas 64% dos esgotos sob sua responsabilidade.

Assim, além de faturar R$ 11 bilhões por ano e impor uma tarifa caríssima a seus usuários, a empresa continua lançando esgotos não tratados diretamente em córregos e rios do Estado, o que, além de inconstitucional, polui importantes mananciais de abastecimento da Região Metropolitana de São Paulo.

Se um industrial ou gestor privado tivesse registro como esse seria severamente punido pelas leis ambientais e de defesa do consumidor.

A indústria, aliás, faz a sua parte. Grande parcela da produção industrial paulista capta e trata sua água com meios próprios e alta eficiência, E devolve 100% dos seus efluentes devidamente tratados, atendendo à legislação. A Federação das Indústrias do Estado de São Paulo inclusive premia anualmente empresas de diversos portes que adotam as melhores práticas de uso responsável da água.

Em resumo, São Paulo enfrentou problema semelhante ao que vivemos hoje dez anos atrás. O governo de São Paulo tinha a obrigação e os recursos para cumprir as diretrizes definidas na sua outorga, que evitariam a repetição do stress hídrico atual. Mas ela preferiu privilegiar seus acionistas com uma gorda política de dividendos.

Não é só a falta de chuvas que ameaça o abastecimento de água em São Paulo, mas principalmente a falta de gestão e de investimentos.


Benjamin Steinbruch questiona: “Recessão, pra quê?”

Agência Indusnet Fiesp

Imagem relacionada a matéria - Id: 1540073246Apesar das inúmeras ameaças conjunturais e crises, o Brasil é um dos países que continua a gerar empregos. Porém, segundo o 1º vice-presidente da Federação das Indústrias do Estado de São Paulo (Fiesp), Benjamin Steinbruch, tal realidade pode ser terrivelmente alterada se o país decidir por manter uma linha econômica mais conservadora.

Em artigo no jornal Folha de S. Paulo desta terça-feira (25/02), Steinbruch classifica como “algo muito grave” a ideia de que o Brasil precisa adotar austeridade fiscal e arrocho monetário. Para ele, é preciso, sim, continuar a implementar medidas para incentivar o crescimento econômico.

Steinbruch ratifica a imporância de se frear os gastos públicos. Contudo, se o arrocho for feito de forma indiscriminada poderá ser desastroso e refletir negativamente nas áreas sociais, nos investimentos produtivos e no emprego.

O empresário relembra que, a despeito de todas turbulências vividas, o Brasil tem conseguido gerar empregos e acredita que esse foco deve ser mantido para se garantir a saúde econômica e paz social. E conclui o artigo com um alerta:

“O Brasil atravessou até agora toda a crise global, que já dura seis anos, sem que essa desventura atingisse os brasileiros. Mas, se prevalecer o pensamento conservador, infelizmente, caminharemos para isso. As manifestações públicas que temos visto ultimamente nas ruas nem de longe se assemelham às que provavelmente virão no dia em que o país passar a viver um cenário de desemprego.”

Para ler o artigo na íntegra, acesse o site do jornal Folha de S.Paulo (sob sistema paywall)

Vice-presidente da Fiesp aponta necessidade de ver o Brasil com mais otimismo

Agência Indusnet Fiesp

O  vice-presidente da Federação das Indústrias do Estado de São Paulo (Fiesp), Benjamin Steinbruch, destacou  a necessidade de ver o “copo cheio” em seu artigo desta terça-feira (11/02)  no jornal Folha de S. Paulo.

No texto “O Copo”, Steinbruch lembra a recente “aula de bom senso” da empresária Luiza Trajano que, “acusada em programa de televisão de ser otimista demais em relação ao Brasil” afirmou que “nós, brasileiros temos o hábito de olhar sempre a parte vazia do copo e nunca a cheia”.

Segundo o vice-presidente da Fiesp, não há como negar os fatos, “mas eles não obrigam o brasileiro a se engajar no coro catastrofista espalhado pelos mercados financeiros”.

Ou ainda: “Ao olhar com cuidado a outra parte do copo, a cheia, verá que o país teve uma taxa média de desemprego bastante baixa em 2013, de 5,4% da população economicamente ativa -na zona do euro, a taxa foi 12%. Em dezembro, esse indicador estava em 4,6%, um dos mais baixos do mundo. Ou seja, apesar do lento crescimento, o país está longe de uma crise de emprego como a verificada na Europa”.

Nessa linha, Steinbruch conclui que “o tumulto no mercado internacional vai continuar e não dá para saber até quando”. E faz um convite aos cidadãos: “O que não se pode admitir é que os próprios brasileiros ajudem a propagandear só o retrato da parte vazia do copo. Bons brasileiros devem retratar e divulgar também a parte cheia”.

Para ler o artigo na íntegra, só clicar aqui (sujeito a paywall).