Em 2018, indústria paulista fechou 38,5 mil postos de trabalho, aponta Fiesp

Cristina Carvalho, Agência Indusnet Fiesp

A indústria paulista encerrou 38,5 mil postos de trabalho em 2018, variação de -1,80% sobre o ano anterior, dados sem ajuste sazonal, período em que foram perdidas 34 mil vagas. O resultado negativo para o ano já era esperado pelos industriais do Estado.

Em dezembro, o saldo também foi de baixa (-1,62% sem ajuste sazonal) em relação a novembro, com o fechamento 34,5 mil vagas. Já com o ajuste sazonal, a variável de dezembro ficou negativa em -0,18%. Os dados de Nível de Emprego do Estado de São Paulo foram divulgados nesta sexta-feira (18/1) pela Federação e Centro das Indústrias do Estado de São Paulo.

De acordo com o 2º vice-presidente da Fiesp, José Ricardo Roriz, o desempenho da economia no segundo semestre ficou abaixo da expectativa, confirmando um ano de baixa na indústria paulista. “Fechamos dentro do previsto, nada diferente do que havíamos analisado ao longo do ano. Mas agora temos otimismo. A confiança do empresário aumentou muito. Possivelmente, em 2019 vamos ampliar em 10 mil os postos de trabalho na indústria paulista. Nas nossas previsões, o crescimento do PIB deve ser de 2,5%. A perspectiva do empresário é de confiança, de um ano melhor”, disse.

Para que se concretize o cenário positivo, um dos fatores necessário é a redução da ociosidade na indústria. “A ociosidade hoje é muito grande na indústria paulista, algo em torno de 30% a 35%. Assim que ela começar a ser reduzida, vai trazer junto a alta na geração do emprego. Em um primeiro momento voltará ao funcionamento máquinas e equipamentos parados. Em seguida, as empresas vão desengavetar seus projetos e investimentos. O investimento virá bem forte, já que este é o motor do emprego”, avaliou.

Roriz lembra ainda que o setor automobilístico foi um dos que teve melhor desempenho em 2018, o que deve continuar este ano, ajudando na redução da capacidade ociosa. “Esse é um setor importante, porque traz junto outros setores, como o de metal mecânico, borracha, plástico, que fazem parte da cadeia de suprimentos”, explicou.

Desempenho por setores

Entre os 22 setores acompanhados pela pesquisa para o ano de 2018, 15 ficaram negativos e 7 positivos.

Entre os positivos, os destaques ficaram por conta de produtos de minerais não-metálicos, com geração de 4.880 postos de trabalho, seguidos por veículos automotores, reboques e carrocerias (4.513) e produtos farmoquímicos e farmacêuticos (1.891).

No campo negativo ficaram, principalmente, produtos alimentícios (-14.625), confecção de artigos do vestuário e acessórios (-10.684) e couro e calçados (-6.460).

A pesquisa apura também a situação de emprego para as grandes regiões do Estado de São Paulo e em 36 Diretorias Regionais do Ciesp. Por grande região, a variação no ano recuou -1,80% no Estado de São Paulo, cedeu -3,13% na Grande São Paulo e reduziu -1,03% no Interior paulista.

Entre as 36 diretorias regionais, houve variação nos resultados. Nas 11 que apontaram altas, destaque por conta de Mogi das Cruzes (5,02%), influenciada por produtos têxteis (10,80%) e produtos minerais não-metálicos (8,28%); Taubaté (2,67%), por veículos automotores e autopeças (8,54%) e produtos de borracha e plástico (13,32%); Araraquara (2,27%), por produtos de borracha e plástico (9,89%) e outros equipamentos de transportes (7,06%).

Já das 25 negativas, destaque para Jaú (-25,34%), por artefatos de couro e calçados (-70,66%) e produtos alimentícios (-5,50%); Santa Bárbara D’Oeste (-17,93%), por produtos de metal (-55,67%) e produtos têxteis (-12,56%); Americana (-13,86%), por produtos têxteis (-25,48%) e máquinas e equipamentos (-8,10%).

Para conferir a pesquisa completa, é só clicar aqui.

Informe Ambiental Fiesp

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Boletim bimestral produzido pela FIESP


O Informe Ambiental fornece de forma rápida e objetiva informações referentes ao acompanhamento de legislações ambientais, além de destaques técnicos, eventos da área, premiações e divulgação da atuação da Fiesp em ações relacionadas ao meio ambiente.

INFORME AMBIENTAL 131 – JANEIRO 2019

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Safra Brasileira de Grãos

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Mensalmente, a Federação das Indústrias do Estado de São Paulo (Fiesp) divulga boletins com os indicadores do agronegócio e da indústria de alimentos.

O quarto levantamento da safra brasileira de grãos mostra que a estimativa da produção para a safra 2018/19 foi de 237,3 milhões de toneladas, o que significa um crescimento de 4,2% sobre 2017/18. Em relação ao relatório de dezembro, a expectativa para a oferta ficou 0,5% menor. Já a área plantada está prevista em 62,5 milhões de hectares, um aumento de 1,2% na comparação safra contra safra e relativamente estável na visão mensal. Entre os destaques do estudo estão a soja, com projeção de crescimento de 1,7% na área de plantio e redução de 0,4% na produção, e o milho, que teve aumento de 0,1% na área e expectativa de um desempenho 12,9% superior ao volume colhido em 2017/18. Veja os destaques.

Para ter mais informações acesse a última versão.

Os outros informativos periódicos produzidos pela Fiesp são: IPCA Alimentação e Bebidas (Índice de Preços ao Consumidor Amplo), Balança Comercial do Agronegócio, Safra Mundial de Milho, Safra Mundial de Soja, Crédito Rural Brasileiro e Preços das Principais Commodities do Agronegócio.

Safra Mundial de Milho


Imagem relacionada a matéria - Id: 1548044719Mensalmente, a Federação das Indústrias do Estado de São Paulo (Fiesp) divulga boletins com os indicadores do agronegócio e da indústria de alimentos.

Entre esses informes está o Safra Mundial de Milho.

O oitavo levantamento da safra mundial de milho 2018/2019, divulgado pelo Departamento de Agricultura dos Estados Unidos (USDA), indicou queda para consumo e aumento na produção, exportação e estoques finais globais do cereal, em relação ao sétimo levantamento. Veja os destaques.


Para ter mais informações acesse a última versão.

Os outros informativos periódicos produzidos pela Fiesp são: IPCA Alimentação e Bebidas (Índice de Preços ao Consumidor Amplo), Balança Comercial do Agronegócio, Safra Brasileira de Grãos, Safra Mundial de Soja e Preços das Principais Commodities do Agronegócio.


Safra Mundial de Soja

Imagem relacionada a matéria - Id: 1548044719Mensalmente, a Federação das Indústrias do Estado de São Paulo (Fiesp) divulga boletins com os indicadores do agronegócio e da indústria de alimentos. Entre esses informes está o Safra Mundial de Soja.

Em seu oitavo levantamento para a safra mundial de soja 2018/19, o USDA reduziu a estimativa para o consumo e elevou para a produção, exportações e estoques globais do grão, na comparação com relatório anterior, divulgado em novembro. Veja os destaques.

Para ter mais informações acesse a última versão.

Os outros informativos periódicos  produzidos pela Fiesp sãoIPCA Alimentação e Bebidas (Índice de Preços ao Consumidor Amplo), Balança Comercial do Agronegócio, Safra Brasileira de Grãos, Safra Mundial de Milho e Preços das Principais Commodities do Agronegócio.

Iniciativas Sustentáveis: Papel Semente – Germinando Inovação

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Por Karen Pegorari Silveira

Criada em maio de 2009, a empresa Papel Semente produz papel artesanal, ecológico e reciclado que recebe sementes de flores, hortaliças e temperos durante seu processo de fabricação. A proposta é que, depois de usado, o papel seja picado em pedacinhos e plantado na terra — em 20 dias, as primeiras mudas começam a aparecer.

A grande sacada foi desenvolvida por Andrea Carvalho e os sócios Paulo Candian e Luis Felipe Di Mare Salles e hoje já produz 50 mil folhas por mês, com capacidade para multiplicar esse volume por cinco na fábrica de 1,2 mil m².

As folhas germináveis podem ser utilizadas para vários tipos de comunicação – convites, crachás, cartões de visita, envelopes, embalagens, flyers e folders; e após sua utilização podem ser plantadas, no lugar de enviá-las ao lixo. Do papel que se planta nascem flores, verduras e até mesmo ervas medicinais.

Na fabricação artesanal são utilizadas aparas coletadas por cooperativas certificadas de catadores de papel, que viram uma massa de celulose e recebem sementes rastreadas e certificadas, que se tornam os papéis, que podem ser plantados em até seis meses. Mas nem toda semente pode ser misturada ao papel, afirma Andrea Carvalho. Só as mais resistentes e as pequenas – as grandes deixam a folha muito granulada e dificultam a impressão.

No Brasil, as sementes mais utilizadas são as de cravinho francês, margarida, clarquia, agrião, rúcula, manjericão, almeirão, mostarda, cenoura, tomate e pimenta. E até de angico-vermelho, árvore da mata atlântica que pode chegar a 20 metros de altura!

O negócio social da Papel Semente já comemora alguns números – 90% dos colaboradores da empresa são residentes da comunidade próxima a sede, em Guaxindiba, São Gonçalo (RJ); nestes anos, mais de 46 toneladas de papel foram recicladas; 1012 árvores deixaram de ser derrubadas; 460 mil litros de água deixaram de ser utilizados e 173 megawatts hora de energia elétrica foram economizados.

Aos poucos, a empresa foi conquistando clientes grandes como Coca-Cola, Grendene, Braskem, Ogilvy, Renner, Nextel e Bradesco. A participação em eventos como o Rock in Rio, em 2015, e os Jogos Olímpicos, em 2016, ajudou a consolidar a reputação da Papel Semente em território nacional. A primeira exportação aconteceu para um banco de Angola, em 2012. Dois anos depois, o dono de uma agência de marketing de Lisboa conheceu a marca pela internet e fez as primeiras encomendas de papel plantável.

Hoje, a Papel Semente exporta para Angola, Portugal, Alemanha e Suíça. Do total, 10% do faturamento vem das vendas para o exterior. No futuro, a empreendedora deseja exportar para mais países como Uruguai, Argentina, Equador, México, França e Inglaterra. Ainda no primeiro semestre de 2019 lançarão o e-commerce na Europa, tendo como base Paris.

A sócia Andrea foi uma das mulheres selecionadas do Programa de Empreendedorismo Feminino da Fundação Banco Goldman Sachs, que capacitou 10 mil mulheres ao redor do mundo para gestão de suas empresas, participou do Projeto Visão de Sucesso da Endeavor, é Embaixadora da Rede Mulher Empreendedora (RME) no Rio, é colíder do Grupo Mulheres do Brasil e trabalha a questão de gênero e empoderamento feminino.

Segundo Andrea Carvalho, eles medem o sucesso do negócio pelo bem-estar das pessoas, da sociedade e da natureza. “Quero que meu filho e netos vivam em um mundo mais justo e sustentável. O caminho para isso é a inovação social. É criar negócios de impacto. Aqui na Papel Semente empregamos a comunidade local e incluímos os catadores da cooperativa da região em nossa cadeia de valor: são nossos fornecedores”, completa.

Sobre a Papel Semente

A fábrica foi implantada no Estado do Rio de Janeiro, para onde Andréa e o marido se mudaram com a família. O empreendimento vai completar 10 anos de mercado, em maio próximo, e conta atualmente com 14 funcionários.  A área de produção fica em São Gonçalo e o escritório em Niterói.

Entrevista: Social Good Brasil e a Inovação de Impacto Social

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Por Karen Pegorari Silveira

A inovação com impacto social é uma necessidade no Brasil e, segundo a jornalista do Movimento Social Good Brasil, Camila Ignacio Geraldo, existem diversas formas de organizações, sejam elas grandes ou pequenas, proporcionarem impacto social e ambiental positivos.

Confira na íntegra desta entrevista as dicas do Movimento para quem deseja ser um inovador social:

Como organizadores do movimento Social Good Brasil, vocês conheceram muitos modelos de negócios socialmente inovadores. Podem nos contar quais foram os modelos que mais chamaram sua atenção nestes últimos anos?

Camila Geraldo – Por fazer parte de um meio de impacto social que valoriza muito a inclusão e a colaboração, organizações que seguem o conceito do “Novo Poder” para gerar impacto social têm chamado muita nossa atenção. A teoria do “Novo Poder” foi desenvolvida por Jeremy Heimans e Henry Timms, autores que palestraram no Festival Social Good Brasil 2018, e trata sobre o desenvolvimento de um poder participativo e descentralizado, que já está sendo possível em nossa sociedade hiperconectada.

Vou dar alguns exemplos sobre o que é esse modelo de negócio. Até agora, a maior parte das organizações seguem um modelo onde elas possuem total controle das informações e recursos dentro das empresas. No novo poder, principalmente através de ferramentas e engajamento online, as iniciativas e organizações podem ser inteiramente participativas, onde seu controle e seus produtos são compartilhados em rede. Um exemplo é o Avaaz, organização fundada por Jeremy Heimans, que mobiliza campanhas instantâneas relacionadas a crises acontecendo em qualquer lugar do mundo. Ou seja, o modelo que mais nos chamou atenção nos últimos tempos são as organizações e iniciativas que usam toda a potencialidade mobilizadora e participativa das tecnologias para o bem da comunidade.

Conhecendo os empreendedores sociais, vocês puderam observar as principais dificuldades que eles enfrentam para inovar no Brasil. Podem citar as mais frequentes?

Camila Geraldo – A dificuldade continua sendo a sustentabilidade financeira dos negócios, que atenda aos objetivos de impacto social e que também rentabilize para o negócio girar. Muitos empreendedores sociais têm ideias incríveis e desenvolvem soluções que combatem desafios históricos em nossa sociedade, mas não conseguem monetizar de fato suas empresas ou organizações. As dificuldades para inovar esbarram nas dificuldades em estruturar equipes e manter as organizações em crescimento.

Um desafio que as organizações também possuem é o de mensurar seu impacto e resultados com assertividade para tomar decisões mais inteligentes e atrair investimentos. Estamos vivendo na era da informação, portanto os empreendedores sociais devem começar a utilizar a ciência de dados e desenvolver mindsets analíticos. O setor privado, visando lucro, faz isso há um bom tempo. Nós, do SGB, estamos acompanhando essa tendência de inovação e trazendo para o mundo dos negócios de impacto essa inteligência por meio do Laboratório SGB. Em nosso programa, iniciativas de impacto social são capacitadas para amadurecer seu trabalho com dados – e esse é o caminho para inovar no setor.

Em contrapartida, quais são os principais benefícios para quem empreende nesta área?

Camila Geraldo – As iniciativas e organizações de impacto social estão cada vez mais valorizadas, recebendo mais investimentos e chamando a atenção de grandes players. No entanto, o que sempre vai mover os empreendedores sociais é utilizar seus conhecimentos e produtos com um propósito maior do que simplesmente receber lucro e reconhecimento. Claro que os empreendedores sociais perseguem isso, mas ao mesmo tempo seus negócios e ideias são aplicadas no país para uma melhoria de um problema social e/ou ambiental, fazendo com que seus trabalhos se misturem com cidadania e responsabilidade social e coletiva.

Vocês acreditam que qualquer empresa pode ser socialmente inovadora? Como? Isso serve para o micro e pequeno negócio também?

Camila Geraldo – Claro. Existem diversas formas de organizações, sejam elas grandes ou pequenas, de proporcionarem impacto social e ambiental positivos. E isso já comprovou que, além de valorizar as marcas das empresas, também motiva seus colaboradores.

Pequenas empresas podem adotar o modelo one-for-one, por exemplo. Recentemente demos uma palestra no RD Summit ao lado da Usina do Hamburguer, pequeno negócio de Florianópolis que utiliza esse modelo e está sendo regionalmente reconhecida por isso. Em uma determinada época do mês, a cada hambúrguer vendido pela Usina, um sanduíche é enviado para organizações sociais da cidade. O resultado disso é lindo e leva alegria para muitas pessoas.

Se micro negócios podem ter impacto positivo, médios e grandes mais ainda. Desenvolver ou apoiar iniciativas, implementar áreas de responsabilidade social ou estimular seus colaboradores a serem agentes de transformação social. As possibilidades de empresas de qualquer setor proporcionarem ações positivas para a sociedade são gigantes.

Especificamente para o setor industrial, que faz uso intensivo de mão-de-obra e tem o desafio de incorporar cada vez mais tecnologia, vocês vêm espaço para o empreendedorismo social?

Camila Geraldo – Vemos muito espaço. Já trago aqui três possibilidades: (1) apoiar projetos externos à organização, (2) apoiar o ecossistema para o surgimento de novos negócios e (3) fomentar o empreendedorismo social entre os seus colaboradores e/ou cadeia de fornecimento. Vou exemplificar com cases reais:

(1) apoiar projetos externos à organização:

Instituto Intercement, que é braço social da Intercement, indústria de cimento: Eles investem no Vivenda que é um negócio de impacto voltado para o melhoramento de moradias de baixa renda.

(2) apoiar o ecossistema para o surgimento de novos negócios

Instituto Sabin, que o braço social da Sabin, indústria no setor da saúde: Eles apoiam o fortalecimento do campo de negócios de impacto do país. Eles ofereceram em nosso Laboratório SGB uma bolsa para iniciativas de saúde participarem do nosso Laboratório.

(3) fomentar o empreendedorismo social entre os seus colaboradores e/ou cadeia de fornecimento

Movimento Natura: Eles fomentam o empreendedorismo social entre as consultoras Natura, gerando rentabilidade e impacto social no país.

Quais são os setores em que há mais espaço para inovação social no Brasil?

Camila Geraldo – Podemos dizer que alguns setores estão em destaque devido a atual conjuntura nacional e internacional: iniciativas que atuam com internalização de refugiados e direitos humanos, ideias que democratizam a melhorem a educação, soluções para problemas de escassez de água e distribuição de alimentos. Mas isso não significa que outros setores sejam menos reconhecidos.

A partir da vivência na organização de um reconhecido Movimento da área de inovação, qual conselho vocês dariam para quem deseja ser um empreendedor social inovador?

Camila Geraldo – Tenha empatia. Reconheça os seres humanos que serão impactados por suas iniciativas e programas, agindo sempre com responsabilidade. Faça um esforço consciente para colocar-se no lugar de outras pessoas para reconhecer sua humanidade, individualidade e perspectivas. As tecnologias não podem substituir a consciência dos seres humanos, mas devem se tornar uma maneira de ampliar e escalar soluções para uma sociedade melhor. Tenha paixão, coragem e provoque o status quo. Motive-se a consertar algo que está errado, não desista se tiver medo e sempre questione o status quo – entenda como as coisas funcionam e como poderiam funcionar. Crie, faça e experimente. Faça testes de hipóteses, tentativas, prototipagens.

Balança Comercial do Agronegócio

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Mensalmente, a Federação das Indústrias do Estado de São Paulo (FIESP) divulga boletins com os indicadores do agronegócio e da indústria de alimentos.

Em outubro de 2018, a “Balança Comercial Brasileira do Agronegócio” registrou um superávit de US$ 7,29 bilhões, expansão de 5,9% em relação ao mesmo mês do ano anterior. O superávit do agronegócio garantiu resultado positivo na balança comercial total do Brasil, já que o comércio dos demais produtos resultou em déficit de US$ 1,4 bilhão em outubro de 2018. Veja os destaques.

Para ter mais informações acesse a última versão.

Os outros informativos periódicos  produzidos pela FIESP são:  Crédito Rural BrasileiroSafra Brasileira de Grãos,  IPCA Alimentação e Bebidas (Índice de Preços ao Consumidor Amplo), Safra Mundial de Milho, Safra Mundial de Soja e e Preços das Principais Commodities do Agronegócio.


CJE comemora sucesso de missão prospectiva da Fiesp a Dubai

Mayara Baggio, Agência Indusnet Fiesp

Entre 30 de outubro e 1º de novembro, o Comitê de Jovens Empreendedores (CJE) da Fiesp levou uma delegação de 13 empresas a quatro importantes feiras de negócios em Dubai, nos Emirados Árabes Unidos: Gulfhost, Yummex, Seafex e Speciality Food.

O grupo, liderado pelo diretor titular do CJE, Luiz Augusto Hoffmann, aproveitou a ida da missão empresarial da Fiesp à China Internacional Import Expo (CIIE), em Shanghai, para uma parada também no Global Islamic Economy Summit, o maior fórum global de economia islâmica, promovido pela Câmara de Comércio de Dubai.

Acompanhado pelos diretores adjuntos do CJE Alex Brunelo, Caio Cordeiro e Roger Apolinário, Hoffmann se reuniu com a prefeita de Turim (Itália), Chiara Apendino, e com o ministro da Economia dos Emirados Árabes Unidos, Sultan bin Saeed Al Mansouri. “Aproveitamos a parada em Dubai para três intensos dias de atividades, com mais de 30 reuniões que resultaram em novos negócios e parcerias com distribuidores da região. Um sucesso”, afirmou o diretor titular.

MESA DE DEBATES “REPARAÇÃO DE DANOS CAUSADOS POR CONDUTAS ANTICONCORRENCIAIS”

A Mesa de Debates “Reparação de Danos Causados por Condutas Anticoncorrenciais”, realizada no dia 04/10/2018 (quinta-feira), na Fiesp, contou com as seguintes exposições:

“Reparação de Danos Causados por Condutas Anticoncorrenciais” – Dr. Alexandre Cordeiro Macedo, Superintendente-Geral do CADE

“Prescrição na ação de reparação de danos” – Dr. Mauro Grinberg, Sócio de Grinberg, Cordovil Advogados


Apresentações:

Alexandre Cordeiro MacedoSuperintendente-Geral do CADE

Mauro Grinberg, Sócio de Grinberg, Cordovil Advogados

Calcular indenização é desafio na reparação de danos por cartéis

MESA DE DEBATES “OS IMPACTOS DA SONEGAÇÃO FISCAL NO MERCADO CONCORRENCIAL”

A Mesa de Debates “Os Impactos da Sonegação Fiscal no Mercado Concorrencial” foi realizada no dia 26/07/2018 (quinta-feira), na Fiesp, e contou com a participação dos seguintes palestrantes:

  • Alexandre Barreto de Souza, Presidente do Conselho Administrativo de Defesa Econômica (CADE);
  • Polyanna Vilanova, Conselheira do CADE;
  • Paulo Ricardo de Souza Cardoso, Secretário-Adjunto da Receita Federal;
  • Rogério Campos, Procuradoria-Geral Adjunta de Consultoria e Estratégia da Representação Judicial Administrativa Tributária – PGACET (PGFN);
  • Roberto Livianu, Promotor de Justiça em São Paulo e Doutor em Direito Penal pela USP; e
  • Fernando Facury Scaff, Professor do Departamento de Direito Econômico, Financeiro e Tributário da Universidade de São Paulo (USP).

Apresentação disponibilizada:

Fernando Facury Scaff, Professor do Departamento de Direito Econômico, Financeiro e Tributário da Universidade de São Paulo (USP)

Fiesp e Ciesp promovem debate sobre impactos da sonegação fiscal na concorrência

Iniciativas Sustentáveis: Pepsico – Atraindo Experiência

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Foto de: joao pregnolato

Por Karen Pegorari Silveira

O Brasil, que por décadas foi considerado um país extremamente jovem, vem acompanhando uma tendência mundial – a da longevidade, o que afeta diretamente o mercado de trabalho, que hoje conta com 7,8% de trabalhadores idosos. Dessa forma, é cada vez mais oportuno que as empresas se preparem para ter estes profissionais seniores em seus quadros, assim como fez a indústria Pepsico, ao implantar o Programa Golden Years.

O programa, criado em 2016, está alinhado às diretrizes de Performance com Propósito – estratégia global de negócios da empresa com metas estabelecidas a curto, médio e longo prazo para os pilares Pessoas, Planeta e Produto. A iniciativa, do pilar Pessoas, promove a diversidade ao abrir espaço para profissionais com mais de 50 anos e contempla principalmente a área de operações, onde se concentra o grande número de vagas.

O processo seletivo do Golden Years segue o modelo já existente na companhia. As vagas são divulgadas externamente e internamente para que funcionários tragam indicações. Para todas as vagas abertas são avaliados também profissionais com 50 anos ou mais que estejam dentro do perfil exigido.

Segundo o vice-presidente de Recursos Humanos da empresa, Mauricio Pordomingo, desde que instituiu sua visão de negócios de Performance com Propósito, a PepsiCo vem se empenhando cada vez mais em promover a diversidade. “Diversidade é um dos principais valores da PepsiCo. A companhia promove uma série de iniciativas para atrair pessoas de todas as idades, gêneros e raças que contribuam para o negócio com suas ideias e experiências de vida. Um time diverso, com pessoas de todos os gêneros, idade, sexo e experiência nos conecta de uma forma mais profunda com o consumidor. É dessa forma que podemos entender os diferentes comportamentos e saber o que os consumidores desejam”, relata o executivo.

Pordomingo relata ainda que a experiência de vida dos funcionários é algo que valorizam muito na companhia. “Cada indivíduo é único e é essa diversidade que nos torna competitivos. Os profissionais contratados pelo Golden Years trazem na bagagem experiência de vida que podem contribuir com o nosso negócio. Além disso, por estarem fora do mercado, esses profissionais retornam com muita disposição, interesse e vontade de pertencer a uma organização, o que é percebido no desempenho de suas tarefas. Tudo isso impacta positivamente os resultados do negócio”, diz.

“Sabemos que existe uma dificuldade de encontrar emprego depois de uma determinada idade e queríamos ampliar as oportunidades. A experiência e a energia dessas pessoas que desejam trabalhar é importante para nossos negócios. O Golden Years colabora para aumentar a diversidade da companhia, o que acreditamos ser um dos nossos grandes diferenciais competitivos”, explica o vice-presidente.

Sobre a Pepsico

No Brasil desde 1953, a empresa de alimentos e bebidas tem no seu portfólio 35 marcas entre as quais estão: QUAKER, TODDY, ELMA CHIPS, entre outras. A companhia conta com 14 plantas e cerca de 100 filiais de vendas localizadas em todo território brasileiro e mais de 13 mil funcionários. Por meio do programa Golden Years já foram contratados 80 funcionários para diversas regiões do país.

 

Seminário sobre Arbitragem Tributária

No dia 25/09/2018 a FIESP/CIESP, realizou Seminário sobre Arbitragem Tributária com participação de Professores Portugueses que fizeram exposição sobre a experiência de Portugal e outros países. Além disso, foi debatido também a indisponibilidade do crédito tributário.
O evento teve transmissão on line para as Diretorias Regionais do CIESP.

Acessem as apresentações utilizadas:

Apresentação – Phelippe Toledo Pires de Oliveira

Apresentação  – Andréa Mascitto


Indústrias de Minas e São Paulo se reúnem

Agência Indusnet Fiesp

Presidências e diretorias das principais entidades industriais de Minas Gerais (Fiemg e Ciemg) e de São Paulo (Fiesp e Ciesp) se reuniram nesta quarta-feira (19 de setembro) para trocar experiências, buscando verificar as melhores práticas das diversas áreas de atuação das Federações.

O encontro, no prédio da Fiesp e do Ciesp, teve a participação do presidente em exercício das duas entidades, José Ricardo Roriz, de seu 3º vice-presidente, Rafael Cervone Netto, do presidente da Fiemg, Flávio Roscoe, e do presidente do Ciemg, Cássio Braga. Durante mais de duas horas, eles, mais diretores e gerentes de departamentos das entidades, trocaram informações sobre o papel e a atuação das Federações em seus Estados na defesa da indústria brasileira.

A indústria 4.0, o papel do jovem empresário no novo modelo de negócios e as startups são questões que entraram na agenda das entidades de forma permanente. O papel das diretorias regionais, tanto do Ciesp como da Ciemg, também foi apontado como fundamental para fortalecer o relacionamento dos Centros com as lideranças empresariais de cada Estado.

Reunião de dirigentes da Fiemg, do Ciemg, da Fiesp e do Ciesp. Foto: Ayrton Vignola/Fiesp

Reunião de dirigentes da Fiemg, do Ciemg, da Fiesp e do Ciesp. Foto: Ayrton Vignola/Fiesp

‘Vamos estimular boas práticas para reduzir pré-conceitos’, afirma diretora titular de Responsabilidade Social da Fiesp e do Ciesp

Isabela Barros, Agência Indusnet Fiesp

O mundo mudou e agir de modo socialmente responsável não é mais uma escolha por parte das empresas, mas uma questão de sobrevivência. Atenta a essas e outras transformações, a diretora titular do Comitê de Responsabilidade Social (Cores) da Fiesp, do Núcleo de Responsabilidade Social (NRS) do Ciesp e vice-presidente do Conselho Superior de Responsabilidade Social (Consocial), Grácia Fragalá, é uma voz incansável na busca pelo fim dos pré-conceitos na indústria paulista. Na entrevista abaixo, ela explica como o debate em torno da sustentabilidade vem ganhando força no setor, numa lógica de ganha-ganha na qual são beneficiados empresários, colaboradores e consumidores.

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Grácia: “A indústria ajuda na geração de trabalho digno, na oferta de ambientes que ofereçam segurança e diversidade.” Foto: Helcio Nagamine/Fiesp


Qual a importância da Responsabilidade Social para a competitividade das empresas?

O mundo passa por transformações importantes do ponto de vista econômico, político, social, cultural. Transformações que geram modelos novos de relacionamento entre os mercados, as organizações e a sociedade. Isso promove uma tendência crescente de aproximação dos interesses das empresas e dos consumidores. Assim, quando pensamos a partir do ponto de vista da competitividade, podemos falar de processos internos, de quando as empresas adotam um modelo mais sustentável de atuação. Outro ponto é o fato de que os produtos estão cada vez mais parecidos e o que faz o consumidor optar por um artigo e não por outro são as práticas sustentáveis e o comportamento corporativo. Se pode escolher, ele vai ficar com a empresa que trabalha com valores nos quais ele acredita.

Como a Fiesp e o Ciesp ajudam a indústria no que se refere à Sustentabilidade?

A Fiesp e o Ciesp têm um papel importantíssimo por estar em São Paulo, onde temos a maior concentração do PIB nacional. Ao estimular as indústrias a seguirem um padrão de trabalho mais responsável, de modo a agir segundo os Objetivos de Desenvolvimento Sustentável (ODS) da ONU, nós nos unimos a todos aqueles que já firmaram o compromisso de não deixar ninguém para trás. Agora, os ODS têm no setor privado um parceiro importante para atingir suas metas. É isso que a Fiesp e o Ciesp fazem: colocam as empresas nesse debate. A indústria ajuda na geração de trabalho digno, na oferta de ambientes que ofereçam segurança e diversidade, equidade de gênero, promoção da igualdade social e assim por diante. Nós ajudamos as empresas a adotarem práticas nesse sentido, divulgando e estimulando o que já é feito.

Quais práticas o Cores desenvolve para apoiar o segmento nos temas de Responsabilidade Social?

Do início de 2017 para cá, já organizamos 23 eventos em todo o estado para debater o assunto. Temos o nosso Boletim eletrônico de Sustentabilidade, enviado mensalmente para 15 mil contatos.

Além disso, fazemos uma aproximação com sindicatos e associações, queremos apresentar aos empresários o planejamento estratégico que consolidamos no ano passado sobre esses temas. Queremos capacitar a indústria para trabalhar de modo mais sustentável dentro do seu negócio, desenvolvendo ferramentas de gestão.

E como podemos avançar nesse debate?

Temos tido um apoio incondicional da presidência da Fiesp em relação aos temas de Desenvolvimento Sustentável.

Em paralelo, definimos que, como Sustentabilidade é um tema transversal, buscamos o alinhamento com outras áreas da casa. É o que temos construído agora: visito todos os departamentos e converso com os responsáveis pelas áreas. Inserimos o pilar social nas discussões dos outros departamentos, além da parceria com o Sesi e o Senai.

O que temos em vista daqui por diante?

O Consocial, o Cores e o NRS lançaram recentemente o Guia de Investimento Social Corporativo com o objetivo de orientar e estimular os empresários a fazerem investimentos em projetos sociais, fomentando o desenvolvimento sustentável. Apoiamos operacionalmente a iniciativa do Consocial de unir os empresários em prol da primeira infância e a intenção de criar um Movimento em torno do tema.

A imigração é um tema que também está no radar?

Sim. Como trabalhamos com os Objetivos de Desenvolvimento Sustentável, estamos focados na igualdade social. Dessa forma, levamos o debate às indústrias e mostramos que inserir economicamente um refugiado no mercado de trabalho é uma oportunidade para todos. Nosso objetivo é estimular as boas práticas para reduzir todas as desigualdades e promover a diversidade no meio empresarial.

Iniciativas Sustentáveis: KS Foods – Oportunidade

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Por Karen Pegorari Silveira

Com o objetivo de oferecer oportunidade para imigrantes e refugiados estes sócios paulistas abriram as portas da sua indústria de pastéis congelados e contrataram 2 profissionais angolanos.

Em entrevista ao Boletim, a responsável de Marketing e Vendas da empresa, Karen Sato, contou que ela e os sócios foram imigrantes no Japão e trabalharam como operários. “Mesmo com estudo em jornalismo e engenharia, o trabalho lá era braçal. Tivemos que deixar amigos, família e a cultura que conhecíamos para nos aventurarmos em um país que pouco falávamos a língua e éramos discriminados; mas que também nos proporcionou oportunidades e um conhecimento com experiências enriquecedoras”, diz.

Após alguns anos dessa vivência no exterior, decidiram então solicitar ajuda ao Programa de Apoio para Recolocação de Refugiados (PARR), desenvolvido pela Consultoria EMDOC, para contratarem os novos profissionais. Uma seleção de pessoas interessadas em trabalhar na indústria alimentícia foi feita e avaliaram todos os candidatos da mesma forma que fazem com candidatos brasileiros. Cerca de 20 pessoas fizeram entrevista pessoal, depois de alguns dias 4 foram selecionados para um teste na produção e em seguida 2 profissionais foram registrados como primeiro emprego em carteira de trabalho aqui no Brasil, com todos os direitos e deveres dos colaboradores brasileiros.

Karen conta que antes dos novos colaboradores entrarem na empresa, a direção conversou com a equipe para que eles fossem tratados com todo respeito e igualdade. “Todos falavam português e a interação foi boa como com qualquer outro funcionário não imigrante”, relata.

Na visão dos sócios, os brasileiros têm um ritmo de produção mais acelerada, estão acostumados com o dia-a-dia de produção de indústria, já os imigrantes, muitas vezes, não têm nenhuma vivência com produção e precisam se acostumar. Em contrapartida, essa diversidade cria um ambiente multicultural e de igualdade muito positivo.

Para os empresários a inclusão social é vista como uma oportunidade de agregar valor à cultura da empresa, a diversidade social. “Contratamos estrangeiros com essa finalidade e há também a reintegração dos colaboradores do sistema penitenciário do regime semiaberto”, conta Karen.

Sobre a KS Foods
A indústria de pastéis congelados iniciou suas atividades em 1995 quando os sócios retornaram ao Brasil e compraram matrículas de feira livre. Com o sucesso nas feiras, expandiram participando de eventos e então ingressaram em uma rede varejista multinacional sendo pioneiro em pastel de feira dentro de hipermercado com 47 quiosques.

SINDICATO RESPONSÁVEL: SINDIENERGIA PELA SEGURANÇA E SAÚDE DO TRABALHO

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Por Karen Pegorari Silveira

Com o objetivo de qualificar a área de Segurança e Saúde do Trabalho (SST) das empresas de geração, transmissão e distribuição de energia elétrica e do segmento de gás natural, o Sindicato da Indústria da Energia desenvolveu ação em conjunto com gestores de SST das organizações e criou um Comitê.

São realizados encontros mensais, em que os agentes trocam experiências, atualizam-se sobre as regulamentações vigentes, consultas públicas e se organizam para levar contribuições técnicas aos órgãos reguladores, assembleia legislativa e prefeituras.

De acordo com o sindicato, o setor de energia precisa ter representatividade ativa junto às instituições públicas e privadas e do legislativo, de forma a fazer parte da elaboração dos regulamentos e legislação em Segurança e Saúde do Trabalho, por isso os estudos produzidos por esse Comitê é de extrema importância.

O Sindicato incentiva ainda que o grupo promova o intercâmbio de boas práticas, conforme aconteceu na última reunião, em que o gerente de Saúde e Qualidade de Vida da Comgás, Rogério Azevedo, relatou sobre os resultados positivos da gestão do plano de saúde oferecido aos colaboradores da companhia.

Para o diretor-presidente do Sindienergia, Luiz Sergio Assad, “esse tipo iniciativa de Responsabilidade Social é importante para que haja troca de conhecimento entre os profissionais das empresas associadas e para que eles possam se aprimorar e levar para suas empresas o conhecimento e inovações para um trabalho que estejam realizando, sempre com o foco nas pessoas, o ativo mais valioso de qualquer negócio”, diz.

Para conhecer todas as ações do Sindienergia acesse www.sindienergia.org.br

Ministro da Produção da Argentina, Dante Sica, apresenta oportunidades em serviços de conhecimento na Fiesp

Agência Indusnet Fiesp

Para falar de oportunidades de negócios no chamado setor de Serviços Intensivos em Conhecimento (SIC), o Departamento de Relações Internacionais e Comércio Exterior (Derex) da Fiesp recebeu nesta sexta-feria (17/8) a visita do ministro da Produção da Argentina, Dante Sica, acompanhado de delegação empresarial, em São Paulo.

Durante a abertura do encontro, o presidente em exercício da Fiesp, José Ricardo Roriz, frisou a importância da integração entre Brasil e Argentina, principalmente em setores que envolvem tecnologia, cada vez mais presente no dia a dia e nos projetos dos empresários. Também participaram da mesa, o diretor titular do Derex, Thomaz Zanotto, o embaixador e presidente do Conselho Superior de Comércio Exterior (Coscex) da Fiesp, Rubens Barbosa, e o cônsul-geral da Argentina em São Paulo, Luis Castillo.

Na avaliação do ministro argentino, que deu um panorama econômico e empresarial de seu país aos empresários brasileiros, o desenvolvimento de setores com foco em novos softwares, fintechs, games e audiovisual, conhecidos como SIC, tem tido cada vez mais participação na economia daquele país.

“Há um forte trabalho na Argentina na formação de políticas públicas de integração com o setor privado, nos temas de capacitação profissional e incentivos significativos para novas empresas, muitas delas com forte potencial exportador”, detalhou Sica. Segundo ele, ainda há muito potencial entre companhias e importações entre as duas economias.

Imagem relacionada a matéria - Id: 1548044719Zanotto, Sica, Roriz, Barbosa e Castillo Foto: Ayrton Vignola/Fiesp

Ainda discutiram oferta produtiva no setor de SIC, o presidente da Câmara da Indústria Argentina do Software (Cessi), Anibal Carmona, o presidente da Argencon, Luis Galeazzi, e o coordenador do polo audiovisual de Córdoba, Jorge Álvarez, com moderação do secretário do Ministério da Micro e Pequena Indústria da Argentina, Mariano Mayer.

Para detalhar atores, interesses e particularidades deste setor falaram com os empresários especialistas como o analista da secretaria de Comércio e Serviços do Ministério da Indústria, Comércio Exterior e Serviços (MDIC), Gabriel Marques, o diretor de Novos Negócios da Associação Brasileira de Empresas de Software (Abes), Carlos Sacco, e a gerente-executiva da Associação Brasileira dos Desenvolvedores de Jogos Digitais (Abragames). O presidente da Câmara Argentino-Brasileira de São Paulo e sócio da PWC, Frederico Servideo, moderou o debate.