Ana Marcela é eleita ‘Melhor do Ano’ pela Fina e escreve o nome na história

Agência Indusnet Fiesp

Tricampeã mundial de Maratonas Aquáticas, a nadadora do Serviço Social da Indústria de São Paulo (Sesi-SP), Ana Marcela Cunha, coroou nesta segunda-feira (01/12) o melhor ano de sua jovem carreira. Com apenas 22 anos, a baiana recebeu da Federação Internacional de Natação (Fina) o prêmio de Melhor Nadadora do Mundo em Maratonas Aquáticas, pela segunda vez, (a primeira foi em 2010), sendo a única a receber a honraria duas vezes na categoria.

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Ana Marcela Cunha e Fernando Possenti. Foto: Arquivo pessoal

Ana também detém o recorde de estar no pódio em todas as provas da Copa do Mundo de Maratonas no ano de 2014, feito jamais alcançado por algum campeão antes. Vale mencionar também o título da travessia de Capri-Napoli, em setembro, com quebra de recorde. Um ano, sem dúvidas, para ficar na história.

“O ano foi mesmo muito bom. Conseguimos muitas coisas inéditas, ser tricampeã da Copa, conquistar medalhas em todas as etapas. Fico muito feliz com a temporada, mas ser bi nessa celebração é mais um motivo para colocar o nome na história e coroar 2014. Porém, isso não é tudo. Devemos continuar treinando como todo dia e chegar ano que vem no Mundial de Kazan e arregaçar, para ser ainda melhor que 2014”.

Em 2014, Ana Marcela conquistou a Copa do Mundo de Maratonas Aquáticas (tricampeã), onde esteve em todos os pódios, foi octacampeã Brasileira, medalha de ouro nos Jogos Sul-Americanos no Chile, campeã e recordista da travessia de Capri-Napoli, entre outros resultados.

Bruna Primati se torna uma das maiores promessas da natação brasileira

Lucas Dantas, Agência Indusnet Fiesp

Apenas 17 anos de idade e um currículo de botar inveja em muita gente. Exigência de adulto, cabeça formada e focada no futuro. Campeã sul-americana nos 400m medley, 200m livre, 200m medley e 200m costas; campeã brasileira nos 400m livre, 800m livre, 400m medley e 200m costas; campeã do Multinationals em Kiev, nos 400m medley. E muita água para nadar pela frente.

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Bruna Primati: promessa de nova força nos 800m livre. Foto: Lucas Dantas/Fiesp


Finalista na Copa do Mundo do Japão, Bruna Veronez Primati não é só mais um talento do Serviço Social da Indústria de São Paulo (Sesi-SP) preparado na piscina da Vila Leopoldina pelos olhos de Fernando Possenti. É uma promessa de nova força nos 800m livre, percurso em que a água não se mexe tanto no Brasil como nas provas rápidas.

César Cielo, Thiago Pereira, Etiene Medeiros. Nomes que brilham na velocidade e inspiram jovens a “correr”. Mas Bruna faz o caminho oposto. Seu começo na carreira foi nos 200m e 400m, é verdade, mas a atleta tinha em mente brilhar no cenário mundial e percebeu um espaço onde não havia ninguém e se jogou na água, mesmo sem ser sua prova favorita.

“Eu sempre gostei mais dos 400m, mas quando comecei a treinar mais com o Fernando, a gente passou a focar nas duas provas (400m e os 800m livres). Como esse ano tinha as Olimpíadas de Nanjing, nós conversamos e decidimos que a prova em que eu teria mais chances era a de 800m livre e treinamos forte nela. E os resultados vieram. Não é a que gosto mais, mas estou focando bastante agora”, diz Bruna.

Fernando Possenti teve grande participação nessa escolha. O treinador notou as características da atleta e juntou com a carência nacional na prova, vendo em Bruna o potencial que faltava para sobrar na turma.

“Ela sempre teve uma constância muito grande e uma dificuldade pelo tamanho e envergadura em ter uma sequência de braçadas mais alta. Sempre foi muito técnica, mas com potência baixa. Isso é típico de nadadores de longa distância. E quando começamos a treinar, o resultado foi muito positivo. O Brasil é extremamente carente de fundistas femininos e as duas melhores da última década são as duas maratonistas (Ana Marcela Cunha, também do Sesi-SP e Poliana Okimoto). A gente enxergou a possibilidade de se destacar e foi embora”, conta o treinador.

Foram necessárias duas tentativas para conseguir o índice para Nanjing. No Troféu Maria Lenk de 2014, Bruna nadou em 8min52s e não se classificou. No Brasileiro do mesmo ano, porém, ela já marcou 8min47s e garantiu a vaga. Na China, Bruna conseguiu o espetacular resultado de quarta colocada com 8min42s, ficando a centésimos do pódio. O resultado só fez empolgar e aumentar os treinos. Resultado: na Copa do Mundo no Japão, Bruna fez 8min35s. Como a própria lembra, foi em piscina curta, o que proporciona mais viradas. Mesmo assim, é o seu melhor tempo e, segundo o treinador, dá para baixar mais.

“Dá para baixar muito esse tempo. Ela hoje estuda num colégio muito forte e faz só um período de treinamento. No ano que vem ela estará formada e poderá treinar de manhã e de tarde. Tem espaço para evoluir muito mais”, afirma Possenti.

Bruna só deu mais atenção aos 400m agora. Seria diferente se tivesse começado nessa prova? Ela diz que não e que o aprendizado nos 200m e nos 400m foi o que permitiu que ela chegasse a esse nível.

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Bruna Primati admite que foi a medalha de prata no Open de 2012 que mudou seu modo de encarar o próprio potencial. Ela percebeu que, com dedicação e treino, poderia ir muito mais longe. Foto Foto: Lucas Dantas/Fiesp

“Acho que não [ajudaria]. Toda a preparação que tive na minha vida ajudou muito no que faço hoje nos 800m. Se eu tivesse começado direto nessa, não teria tido a velocidade dos 200m, as viradas rápidas”, explica, mas deixando claro que pelo menos para ro medley ela não volta. “Vou deixar de lado. Estou treinando muito o crawl [nado livre] e não tem espaço para voltar para o medley.”

Curiosamente, foi nessa prova que Bruna conquistou sua primeira medalha no absoluto, a prata no Open de 2012, subindo ao pódio com Joanna Maranhão. O resultado transformou a cabeça da atleta, que percebeu que poderia ir muito mais longe com dedicação e treino.

“Eu competia normal na minha categoria, tinha bons resultados e ia levando. Só que disputei o Open no final do ano no Rio de Janeiro e inesperadamente peguei o segundo lugar. Eu fiquei chocada comigo mesmo em saber que era boa. Foi quando eu vi que fazia tudo aquilo sem prestar atenção na alimentação, sem treinar para valer. Então acordei e decidi que era a natação que eu queria.”

O ritmo mudou, os treinos tomaram conta de boa parte de sua vida e Bruna se viu trocando vestidos de festa e saídas com as amigas por touca, maiô e viagens de muito tempo longe da família, mas sempre trabalhando. Arrependimento? Nenhum.

“Durante toda a adolescência você pensa na sua escolha. Quando as amigas te chamam para um cinema, para sair, você pensa se vale a pena. Mas aí quando você está numa competição, numa viagem, e elas estão na rotina comum, sem ambições, sem pensar no futuro, eu vejo que não trocaria por nada. Não me arrependo de ter deixado de ir para as festas, de comer chocolate. Não me arrependo de nada”, afirma a nadadora, que está no terceiro ano do Ensino Médio e em 2015 prestará vestibular para administração, mas sem deixar os treinos de lado.

Com 17 anos, Bruna já esteve onde muita gente não chegou. Admite que ainda se impressiona com os atletas mais renomados quando vai a uma competição internacional, mas na hora de nadar, fecha-se no seu mundo e “ai” de quem interromper sua concentração.

“Em todas as competições, eu fico vidrada em ver o pessoal. Fico reparando nos nomes que estão presentes. Mas quando é a hora de competir, eu penso que sou uma delas e me concentro na prova. Ouço música antes de nadar, qualquer música, depende da prova. Mas me fecho no meu mundo antes e não gosto quando alguém vem falar comigo. Sempre é para me desestabilizar.”

Com Rio-2016 batendo na porta, é normal que todos os atletas estejam focados na competição. Ainda falta mais de um ano para o início dos jogos e 2015 será o ano-chave para a natação, quando todos os atletas tentarão seus índices. Mas antes do Rio, a parada obrigatória é Kazan (Rússia), onde será disputado o Campeonato Mundial de Esportes Aquáticos. De acordo com Fernando Possenti, o índice do Mundial será o mesmo para as Olimpíadas.

“O foco é sempre as Olimpíadas e isso passa por Kazan. O índice de Kazan é o índice olímpico. Então ela precisa ir para Kazan para estar no Rio. Hoje, ela está perto de participar. Não dá ainda para projetar o resultado nas Olimpíadas, mas ela tem espaço para melhorar e eu vejo ela dentro dos jogos, sim”, diz Fernando, que prepara os treinos diários na Vila Leopoldina com Bruna dividindo a piscina com Ana Marcela Cunha, tricampeã mundial de Maratonas Aquáticas. Será que Bruna tem futuro nessa modalidade também? O próprio treinador rechaça a possibilidade.

“A Bruna é uma nadadora de piscina. A prova da maratona é muito mental e não é a dela. Nós usamos os 10km para treinar. Para quem nada 10km, nadar 800m não é nada, mas só para isso”. Bruna também não curte nadar em rios e oceanos, onde a rivalidade é forte debaixo d’água e quer continuar na piscina, treinando ao lado de Ana Marcela.

“Eu prefiro a piscina. Eu não gosto de maratona, mas é mais um treino para mim. E treinar com a Ana me motiva muito e me inspira na piscina mesmo. Ela é ótima tanto no mar quanto na piscina e aprendo muito com ela.”

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Bruna Primati: treinamentos em dois turnos no ano de 2015, de olho no Campeonato Mundial de Esportes Aquáticos, na Rússia. Foto: Lucas Dantas/Fiesp


O aprendizado de Bruna começou quando se juntou à equipe em 2013, observando nomes como Etiene Medeiros, Daynara de Paula e Jéssica Bruin dividindo as raias e passando experiência para os mais novos. Uma prova de que a Pedagogia do Exemplo do Sesi-SP não se aplica apenas às crianças e mais jovens.

“Eu aprendi muito com elas no ano passado, que foi quando comecei a conviver mesmo. Eu treinava no Paineiras e era a melhor. Aqui eu vi como elas levam a natação a sério, com descanso, alimentação e é outro nível. Isso me ensinou bastante.”

Enquanto Kazan não chega, Bruna Primati vai traçando seu caminho na natação brasileira e se consolidando como um dos nomes dos quais os brasileiros mais devem ouvir falar nos próximos anos. E isso porque só treina meio período no Sesi-SP. Deixem ela começar a nadar o dia inteiro.

Ana Marcela é campeã brasileira pela 8ª vez e aumenta sua hegemonia

Lucas Dantas, Agência Indusnet Fiesp

Depois de brilhar no mundo, faltava o título em casa. Agora não falta mais. Ana Marcela Cunha, nadadora do Serviço Social da Indústria de São Paulo (Sesi-SP) precisava apenas entrar na água e confirmar seu favoritismo para conquistar pela oitava vez o Campeonato Brasileiro de Maratonas Aquáticas, feito que ela cumpriu nesta quinta-feira, na Praia da Base Naval de Aratu, em Inema (BA).

Com o tempo de 1h39m06, a nadadora chegou bem à frente de Betina Lorscheitter (1h41m52s), mostrando a sua superioridade no esporte. E quem completou o pódio foi Bruna Primati, também do Sesi-SP, com a marca 1h46m58s.


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Ana Marcela (com o troféu) e Bruna Primati. Foto: Divulgação

 

Para Ana, ganhar é sempre importante, não importa a competição e ela continuará buscando as vitórias. Mas ganhar em casa tem um gostinho especial, para quem já comemorou em todos os lugares do mundo.

“Sempre que caio na água, seja em que competição for, é para fazer o meu melhor e tentar vencer. Todo mundo quer ter o gosto da vitória e ganhar aqui é sempre especial. Passo apenas 15 dias dos 365 do ano na Bahia e este é sempre um momento especial. Estou totalmente voltada para estar entre as 10 primeiras do Mundial de Kazan (Mundial dos Esportes Aquáticos de 2015, na Rússia) e garantir minha vaga nos Jogos Olímpicos, mas quem sabe também batendo em primeiro lugar”, disse Ana, campeã brasileira pela 8ª vez, sendo a sexta seguida – as outras foram em 2006, 2007, 2009, 2010, 2011, 2012 e 2013. A atleta do Sesi-SP ganhou também todas as cinco etapas do Campeonato Brasileiro em 2014.

O Sesi-SP conseguiu mais uma medalha na prova em Inema com Bruna Primati, que chegou em terceiro lugar e completou o pódio. Para o técnico Fernando Possenti, Ana Marcela se superou, mas melhor que os resultados, foi o “lucro” que o Sesi-SP teve após a competição, com a conquista de três vagas para o Sul-americano Juvenil de 2015, em Santa Cruz de la Sierra, na Bolívia.

“Gostei do resultado. A Ana chegou muito perto dos líderes masculino. E para quem estava voltando de férias foi muito bom. A Bruna, na verdade foi quarta, mas como uma nadadora acabou desclassificada, ela ficou com a terceira colocação. Mas é bom também, porque o foco dela continua piscina, mas ajuda nos treinos e é mais um pódio. Mas o que gostei é que hoje estavam em disputa quatro vagas para o Sul-Americano juvenil no ano que vem, e o Sesi-SP ficou com três. Isso mostra a qualidade do nosso trabalho e estou bem contente”.

Ana Marcela, mesmo campeã, ainda disputará neste sábado a sexta etapa da competição, que terá largada às 9h45 e percurso de 5km.

Nadadora do Sesi-SP, Ana Marcela Cunha embarca para o Mundial de Barcelona

Ariett Gouveia, Agência Indusnet Fiesp

Depois de uma temporada de muita dedicação e esforço, com treinos intensos e competições preparatórias, os atletas convocados para integrar a seleção brasileira de Natação começam a embarcar para Barcelona, na Espanha, onde será sediada a disputa do Campeonato Mundial, que acontece de 19/7 a 04/8. O primeiro grupo, que viajou nesta quinta-feira (11/07), reuniu os nadadores das maratonas aquáticas, entre eles a atleta do Sesi-SP Ana Marcela Cunha, uma das promessas de medalha na competição, que é considerada a mais importante do ano para a Natação Mundial.

Atual campeã do mundo na prova de 25 km, Ana Marcela vai defender seu título no dia 27/7, além de nadar mais duas provas de resistência: 5 e 10 km, nos dias 20/7 e 23/7, respectivamente. Ainda há a possibilidade de disputar a prova de revezamento. Confiante, a nadadora afirma estar preparada para qualquer condição. “Independentemente de quem vai competir, de quais serão as adversárias, das condições que vamos encontrar, seja da temperatura até o mar no dia, eu estou pronta. Treinei muito e estou focada. Acredito que toda a preparação vai ser recompensada.”

Ana Marcela: treinos para fazer bonito no Mundial em Barcelona. Foto: Helcio Nagamine/Fiesp

Ana Marcela: treinos para fazer bonito e defender título no Mundial em Barcelona. Foto: Helcio Nagamine/Fiesp


Como parte do treinamento para o Mundial, a atleta passou 21 dias na cidade de San Luis Potosi, no México, uma das mais altas do mundo (3.967 metros de altitude). Para atletas de provas de resistência, o treino na altitude é indicado para melhorar a oxigenação. Ao voltar do México, ainda fez um “treinamento de luxo”, de acordo com o técnico Fernando Possenti, ao disputar uma etapa do Campeonato Brasileiro em Juazeiro, na Bahia.

“Na etapa do Brasileiro em Juazeiro simulamos o que a gente planeja fazer em Barcelona. E deu muito certo, a Ana fez uma ótima largada e nadou muito bem”, conta Possenti. “A expectativa é a melhor possível, porque ela se dedicou muito e deu o máximo de si durante todos os treinamentos.”

Para a nadadora, participar de uma prova na Bahia é sempre especial, por ser o seu estado de origem. Ela nasceu em Salvador. “Eu me esforço para disputar as competições que posso na Bahia, porque ajuda a revigorar as minhas forças”, conta Ana Marcela, que aos 8 anos já fazia travessias no mar. “Lá, desde pequenininho, a gente já vai pro mar e começa a nadar para competir.”

Posenti: barba grande até Ana Marcela alcançar seu objetivo. Foto: Everton Amaro/Fiesp

Possenti: barba grande até Ana Marcela alcançar seu objetivo, como apoio. Foto: Everton Amaro/Fiesp

Além da torcida da Bahia e do Brasil todo, Ana Marcela conta com o apoio do técnico, que, mais do que cuidar do treinamento, também se esforça para dar apoio moral à atleta. Possenti deixou a barba crescer e disse que só vai tirar quando a nadadora atingir seu objetivo. “Foi a forma que encontrei de mostrar que estamos juntos. Não gosto da barba e não estou feliz com ela”, disse. “Mas com isso mostro que acredito tanto no trabalho que fizemos que vou fazer esse esforço e só tirar a barba na hora certa: quando ela conquistar um bom resultado.”

Sesi-SP fica com 11º lugar no José Finkel de Natação. Minas é o campeão

Flávia Dias, Agência Indusnet Fiesp

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Com 2333,5 pontos, a equipe de Belo Horizonte superou a do Clube Regatas Flamengo (2314,5 pontos)

Depois de seis dias de programação no Sesi Vila Leopoldina, o Troféu José Finkel de Natação foi encerrado neste sábado (25/08) deixando saudades. O campeonato brasileiro da modalidade recebeu grandes nomes do esporte, como os medalhistas olímpicos Cesar Cielo e Thiago Pereira, e registrou a quebra de  24 recordes de campeonato e seis recordes brasileiros e sul-americanos em competições individuais e de revezamento.

O Sesi-SP terminou a competição no 11º lugar geral,  motivo de orgulho para o técnico da equipe, Fernando Possenti. “O resultado foi melhor do que o esperado. Nossa expectativa era ficar na 20ª colocação, já que a nossa equipe participou de uma competição adulta.”

O título geral ficou com o Minas Tênis Clube.  Com 2333,5 pontos, a equipe de Belo Horizonte  superou a do Clube Regatas Flamengo ( 2314,5 pontos). Esta edição do Troféu José Finkel contou com a participação de 443 atletas de 49 equipes de todo o Brasil.

Para o supervisor de natação do Sesi-SP, Nilson Garbaz, a participação de 11 atletas no José Finkel foi motivo de grande orgulho para instituição. “Para equipe do Sesi-SP,  que conta com muito atletas da categoria de base,  a conquista do índice para o campeonato brasileiro é motivo de grande orgulho. Ao longo da competição eles ganharam muita experiência,  nadando ao lado dos melhores atletas do mundo”, afirmou.

Além disso, o supervisor de natação acredita que a competição foi uma importante ferramenta motivacional para o desenvolvimento técnico dos atletas da indústria paulista: “O fato da competição ser realizada aqui [Sesi Vila Leopoldina] e dentro da piscina onde eles treinam também foi um fator a mais de motivação, tanto que no revezamento e também em algumas provas individuais os atletas cresceram e melhoraram as suas marcas”, avaliou.


Resultados do sábado

Na disputa dos 100 metros costas masculino, o recordista sul-americano Guilherme Guido conseguiu o índice para disputa do Campeonato Mundial de Natação, em Istambul, com o tempo de 50s57. Na prova feminina, o título ficou com a recordista sul-americana e campeã brasileira, Fabiola Molina, com a marca de 58s88.

Nicholas Santos confirmou o seu favoritismo na prova dos 50 metros borboletas. Com o tempo de 22s22, o atleta do Flamengo derrotou o companheiro de equipe Cesar Cielo, que ficou com o 2º lugar, com a marca de 22s40.

“Fiquei feliz com o resultado, 22s22 é a minha melhor marca pessoal em piscina curta, comparado com o meu tempo de piscina longa dá para melhorar este índice”, afirmou Santos no final da prova.

Na prova dos 4×100 medley, a equipe feminina do Sesi-SP terminou a competição na 8ª colocação, com a marca de 4m34s41. O vencedor foi o Minas Tênis Clube, com o tempo de 3m58s38.  Na disputa masculina, o Sesi-SP ficou na 8ª colocação, com o tempo de 3m57s42 – o campeão foi o Clube Regatas Flamengo, com 3m27s34.


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Troféu José Finkel: Sesi-SP não avança nos 200m borboleta, mas está na final dos 50m costas

Edgar Marcel, Agência Indusnet Fiesp

Nesta quinta-feira (23/08), quarto dia do Troféu José Finkel de Natação 2012 realizado na unidade do Sesi Leopoldina, os atletas do Sesi-SP, Susan Karen Oro e Alan Galacini, não conseguiram passar das eliminatórias dos 200 metros borboleta. Susan ficou em 4° lugar com o tempo de 2m21s27, e Alan em 7° com a marca de 2m04s80.

“As duas provas estavam super fortes e eles fizeram seu melhor, mas não se classificaram para a final”, afirmou Fernando Possenti, técnico de natação do Sesi-SP. “Estamos em um campeonato adulto com uma equipe juvenil, que concorre com atletas de nível olímpico, e nosso mérito é ter classificado 13 atletas da casa para participar do torneio”, ressaltou.

A participação do Sesi-SP, porém, hoje não termina aí. No final do dia, por volta das 18h30, acontece a final dos 50 metros costas, na qual participa a jovem Gabriele Lima Silva, de 16 anos. Ela se classificou com o 7° melhor tempo na semifinal.

“Gabriele é a nadadora mais jovem desta final e vai disputar com nadadoras experientes, como a que cravou o primeiro tempo na semifinal, de 24 anos, veterana do mundial de piscina curta em Dubai dois anos atrás”, considerou Possenti.