Congresso sobre família promove debate importante sobre valorização das pessoas, diz Skaf

Alice Assunção, Agência Indusnet Fiesp

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Paulo Skaf, presidente da Fiesp, discursa na abertura do Congresso


O presidente da Federação das Indústrias do Estado de São Paulo (Fiesp), Paulo Skaf, afirmou na manhã desta quinta-feira (18) que o IV Congresso Paulista de Direito da Família é uma oportunidade para se discutir meios de valorizar as pessoas por meio das relações familiares.

“O que vocês vão discutir aqui é muito importante porque se trata das relações com a família, e não há nada mais importante para uma pessoa do que isso”, afirmou ao discursar na abertura do congresso.

Casado há mais de 30 anos e pai de cinco filhos, Skaf reconhece a influência da
família sobre os outros aspectos da vida secular. “Quando se tem alguma dificuldade com alguém da nossa família, a pessoa não tem cabeça para outra coisa. Então essa é uma discussão fundamental.”

Sob o tema “Relações Familiares: Reflexos Pessoais e Patrimoniais”, o IV Congresso Paulista de Direito da Família vai reunir autoridades, advogados e especialistas para discutir temas como guarda compartilhada a pais separados, alteração do regime de bens no casamento e na união estável, responsabilidade civil no direito de família e homoparentalidade.

Energia para as famílias

Ainda em seu discurso, Skaf aproveitou para tocar em um assunto que afeta diretamente as famílias brasileiras: os gastos com energia elétrica. “Neste momento, nós estamos em uma grande batalha, a qual também envolve as famílias, que é baixar a conta de luz”, alertou o presidente da Fiesp, que lidera a campanha “Energia a preço justo” contra as elevadas tarifas pagas pelo fornecimento de energia elétrica .

O Brasil paga a terceira conta de luz mais cara do mundo. Em 2015, os consumidores brasileiros poderão pagar um valor menor caso o governo federal realize os leilões de concessões após o contratos para a geração, transmissão e distribuição de energia estarem em vigência por mais de 20 anos, defende a Fiesp.

“Estamos em uma corrente de pressão para que o governo federal cumpra a lei e faça os leiloes de concessões”, completou Paulo Skaf.

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