Fabiana desequilibra e Sesi-SP vence Brasília na Superliga de vôlei

Lucas Dantas, Agência Indusnet Fiesp

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Fabiana com o troféu Viva Vôlei, concedido ao melhor da partida conforme escolha da comissão técnica da equipe vencedora. Foto: Sesi-SP Vôlei

Com Fabiana inspirada fica difícil para as rivais. Principalmente em uma noite em que a central marcou 19 vezes, sendo quatro de bloqueio e dois de saque. Foi o que aconteceu na noite de terça-feira (02/12) em Taguatinga, onde a equipe do Serviço Social da Indústria de São Paulo (Sesi-SP) superou o Brasília Vôlei pelo placar de 3 sets a 1 (25/23, 28/30, 25/15, 25/17), alcançando a vice-liderança da Superliga Feminina 2014-2015, três pontos atrás do Osasco, que tem um jogo a mais.

Pela atuação, Fabiana levou o prêmio Viva Vôlei. Mas a bicampeã olímpica não foi a única que brilhou. Monique, com 18 pontos, e Bia, 16 (oito de bloqueio), também ajudaram a equipe a alcançar o resultado.

Agora, a equipe do técnico Talmo de Oliveira se prepara para a revanche contra o São Cristóvão/São Caetano – algoz nas semifinais do Campeonato Paulista. O jogo está marcado para sexta (05/12), às 19h30, na Vila Leopoldina.


O jogo

Conforme era esperado, o confronto começou equilibrado. Angélica liderava as ações pelo Brasília, enquanto Fabiana respondia do lado paulista. As duas equipes erraram bastante no set e Talmo trocou a ponteira Pri Daroit por Mari para dar mais consistência ao passe. Com as demais atacantes bem marcadas, o bloqueio foi a solução, com sete pontos. Carol usou e abusou de Fabiana pelo meio e o Sesi-SP fechou por 25/23, abrindo 1 set a 0.

No segundo set, Paula Pequeno chamou a responsabilidade no Brasília, e fez a diferença, marcando sete pontos. Fabiana continuava bem e Monique começou a aparecer. Mari atacava com precisão, mas o Brasília errou menos e aproveitou os oito pontos dados pelo Sesi-SP. A equipe da casa chegou a abrir 23/19, mas as visitantes empataram e levaram a decisão até 30/28 para o Brasília, no set mais disputado da partida.

No terceiro set, Monique continuou a disparar seu arsenal na saída de rede praticamente ignorando o bloqueio adversário. Paula Pequeno, do outro lado, não conseguia virar as bolas e o trabalho do Sesi-SP foi facilitado. O ataque das Meninas da Vila estava inspirado, marcando 15 vezes, contra apenas cinco do Brasília, fechando a etapa em 25/15, se aproximando da vitória.

E embaladas pelo set anterior, as Guerreiras do Sesi-SP continuaram atacando forte e ainda contaram com Bia mostrando a velha eficiência no bloqueio. Só nessa etapa foram oito pontos, que decidiram o set em 25/17, fechando a partida e garantindo mais três pontos para a equipe da Vila Leopoldina.

Com a ‘melhor central do mundo’ em quadra, Sesi-SP estreia quarta (07/05) no Mundial

Lucas Dantas, Agência Indusnet Fiesp, da Suiça

Começa nesta quarta-feira (07/05) a luta do time feminino de vôlei do Serviço Social da Indústria de São Paulo (Sesi-SP) para alcançar o topo do mundo. O time comandado pelo técnico Talmo de Oliveira tem pela frente a equipe da casa, o Volero Zurich, na Arena Saalsporthalle, em Zurique, a partir das 20h no horário local (15h de Brasília).

Para alcançar o título inédito, a equipe conta com uma unanimidade no vôlei mundial: a central Fabiana Claudino.

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Fabiana: capitã tem liderança natura na equipe. Foto: Ayrton Vignola/Fiesp


A capitã e camisa 1 do Sesi-SP, de fato, desequilibrou na temporada. Com 363 pontos na Superliga 2013/14, a central foi a quinta maior pontuadora e a mais bem colocada entre as jogadoras que não são opostas. Só de bloqueio foram 93 pontos, recorde da última competição.

Eleita a MVP do Sul-Americano conquistado pelo Sesi-SP, em fevereiro, Fabiana também foi escolhida a melhor jogadora da Copa dos Campeões vencida pela Seleção Brasileira em novembro de 2013. Uma temporada de atuações espetaculares e decisivas que não deixam dúvidas para suas companheiras de time: é a melhor central do mundo.

“Ela é única. É diferenciada. Hoje, no voleibol mundial, não sei se tem uma jogadora com tamanha competência para exercer essa função, e com tanta competência como ela vem fazendo. É a melhor central do mundo, com uma capacidade e uma inteligência de jogo muito grande. Isso faz parte de um amadurecimento completo. Tenho certeza de que há alguns anos ela não tinha essa experiência, mas, hoje, o que ela pode passar tanto tática como tecnicamente para o time, o envolvimento e o respeito que ela tem com a equipe e os adversários, isso tudo faz uma diferença muito grande”, afirma Talmo de Oliveira, que já conversou com a jogadora sobre esse crescimento e aproveita para comemorar os benefícios para o Sesi-SP.

“Já falei com ela sobre como ela cresceu como pessoa e como líder na última temporada. A capitã está ali para ser um braço da comissão técnica, para trocar ideias, construir o trabalho junto com a equipe, e ela teve um comportamento exemplar do primeiro dia que chegou ao time até hoje. Isso faz parte do amadurecimento dela, da fase espetacular que atravessa, da felicidade que está passando, e faz com que ela cresça e a equipe colha muitos frutos com a capacidade dela.”

Presente, ao lado de Fabiana, na conquista do primeiro ouro olímpico do vôlei feminino brasileiro, em 2008 (Pequim), e mais experiente jogadora do Sesi-SP, Carol Albuquerque acompanhou a evolução da companheira ao longo de todos esses anos. E declara abertamente o respeito que tem pela capitã do time, a quem considera a bola de segurança quando o jogo aperta.

“Estou há muito tempo com ela. E a cada ano que passa a Fabiana fica ainda melhor. Dentro e fora de quadra. Seguiu o exemplo da Fofão e virou uma líder única. É sempre positiva, é respeitada por todo mundo, todos a seguem, os times a respeitam demais. Aqui no Mundial, quando chegamos para jantar, o outro time olhou para ela, diferente, com respeito. Ela é também a bola de segurança da gente. Vai muito alto e a bola vai alta também. Mesmo com passe quebrado, é ela ‘a jogada’. Assim, ela pontua às vezes bem mais que a ponteiras ou as opostas”, elogia Carol, que concorda com Talmo sobre o status da jogadora no cenário mundial.

“Acho que ela é a melhor do mundo. Pelo conjunto, pelo jogo, pela liderança. Não vejo outra fazendo isso como ela faz. Ela é completa demais. E ainda é uma líder, o que faz muita diferença.”

Quem cresceu bastante com a presença de Fabiana no time foi sua parceira de posição Bia. Com as dicas que recebe e o fato de todo jogo poder olhar mais a craque atuando, a jovem central de 21 anos passou de promessa à realidade recém-convocada para a Seleção Brasileira principal.

“Ela é a melhor meio de rede do Brasil e talvez do mundo. É completa. Tem uma liderança que ajuda muito. Ela me dá muitas dicas, me ajuda bastante e eu tento absorver o máximo de informações que puder dela, sempre”, elogia Bia.

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Fabiana: 363 pontos na última edição da Superliga. Foto: Beto Moussalli/Fiesp


Outra quem não mede elogios à Fabiana é uma parceira de longa data, a levantadora Dani Lins. Companheiras de time e de seleção por muitos anos, Dani e Fabi formam uma das duplas mais letais do vôlei feminino mundial. Para Dani, o processo de liderança da amiga foi natural e desde sempre Fabiana chamou a atenção. Sua escolha como capitã da Seleção foi um consenso. E para a levantadora será assim até o dia em que ela parar.

“Ela sempre foi aquela que brincava como todos, chamava a atenção mesmo e com o tempo foi criando essa liderança positiva sobre todo mundo. Ela não queria ser capitã, mas a gente a escolheu por sua facilidade de falar com a comissão e com as demais atletas. Todo mundo escuta e respeita a Fabiana. Quando somos mais novas, nem pensamos muito nisso, mas com o tempo essa imagem de liderança foi crescendo e fomos percebendo. A capitã da Seleção era a Fofão, passou por mim – acho que não gostaram (risos) – e a capitã tem que ser escolha de todas. Quando ela virou a capitã, decidimos que seria ela. Porque alguém tem que puxar o time e ela faz isso”, completa Dani, que também não hesita em colocar a amiga no topo do vôlei.

“Ela e a Thaísa (Molico/Osasco) formam a melhor dupla de centrais que uma seleção pode ter. Elas se destacam demais. A Fabi é minha bola de segurança, sim. É ‘toca na Fabi que ela resolve’.”

No Mundial de Clubes, o Sesi-SP está no Grupo A, com Volero Zurich e Algeria GSP.

A fanpage oficial da equipe no Facebook acompanha os jogos com fotos e informações das partidas em tempo real. Acesse www.facebook.com/sesisp.volei 

Sesi-SP começa treinamentos em Schaffhausen visando Mundial de Clubes

Lucas Dantas, Agência Indusnet Fiesp, da Suiça

A equipe feminina de vôlei do Serviço Social da Indústria de São Paulo (Sesi-SP) iniciou no sábado (03/05) seu período de treinamentos na BBC Arena, em Schaffhausen (Suíça), visando o Mundial de Clubes em Zurique, que começa na quarta-feira (07/05). Os treinos seguem até segunda (05/05), quando o time faz um amistoso contra a seleção da França e logo depois viaja para Zurique.

O técnico do Sesi-SP, Talmo de Oliveira, falou sobre a expectativa de enfrentar adversários bem distintos na primeira fase – o Sesi-SP está no grupo A, como Volero Zurich, representante suíço, e o Algeria GSP, campeão africano, enquanto no grupo B estão Dínamo Kazan (Rússia), Molico/Osasco (convidado pela Federação Internacional de Vôlei) e Hisamitsu (Japão).

“São estilos diferentes do que estamos acostumados. São escolas com saída de bolas mais altas. Não conhecemos muito o time da Argélia. Então, teremos que ter muita atenção na adaptação ao jogo. O Volero já é mais rodado, tem jogadoras da Europa na equipe. Elas alternam com bolas de velocidade com as mais altas. Temos algumas informações sobre os times, mas, como disse, a adaptação tem que ser muito rápida e será fundamental”, disse o treinador. 

Para a central Fabiana, o Mundial será uma experiência nova. Experiente em competições internacionais com a seleção brasileira, a capitã nunca jogou um Mundial de Clubes e mostrou como está empolgada para a disputa.

“Joguei Mundiais pela seleção adulta e de base e agora terei um campeonato novo pela frente. Tem uma empolgação pode ser um campeonato novo, é diferente, é novo para mim, mas o resultado final não muda. Eu quero a vitória”, disse Fabiana, que elogiou muito as dependências da Arena BBC.

“É um lugar super bacana. Aqui, querendo ou não, você fica concentrado, tem tudo perto, os quartos são maravilhosos, a comida é ótima, o bem estar do atleta é bastante pensado”.

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Período de treinos em Schaffhausen prossegue até segunda (05/05). Superintendente do Sesi-SP acompanha delegação. Foto: Lucas Dantas/Fiesp

O Sesi-SP estreia no Mundial de Clubes na quarta (07/05), às 20h (horário de Zurique). A fanpage oficial da equipe no Facebook estará acompanhando com fotos e informações da partida em tempo real. Acesse www.facebook.com/sesisp.volei


Vôlei: Sesi-SP quebra invencibilidade do Molico/Osasco e fica a uma vitória da final

Juan Saavedra, Agência Indusnet Fiesp

O jogo era na casa do adversário. E de um rival até então imbatível na Superliga feminina de vôlei 2013/14. Mostrando personalidade, a equipe feminina do Serviço Social da Indústria de São Paulo (Sesi-SP) fintou o favoritismo do Molico/Osasco e, de virada, venceu na noite desta sexta-feira (11/04), no ginásio José Liberatti, o primeiro jogo da semifinal da competição. A equipe comandada pelo técnico Talmo de Oliveira superou as donas da casa por 3 sets a 1 (18/21, 21/17, 21/17 e 23/21), em 1h58 de jogo.

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Suelle (esquerda) entrou no time no decorrer do primeiro set e ficou até o final. Foto: Beto Moussalli/Fiesp


Com o resultado, o Sesi-SP quebrou uma invencibilidade-recorde de 28 jogos do Molico/Osasco nesta edição da Superliga. Agora, o Sesi-SP precisa de apenas mais uma vitória para assegurar a vaga na final da Superliga. O segundo confronto da série melhor de três será no sábado (19/04), às 10h, no ginásio da Vila Leopoldina, em São Paulo. Em caso de derrota, as equipes voltam a enfrentar-se em um terceiro jogo, no dia 22/04, no ginásio José Liberatti, em Osasco.

A central Fabiana foi a maior pontuadora, com 19 acertos, e recebeu o Troféu Viva Vôlei. De acordo com a capitã, o time começou mal, errando muito, mas soube crescer na partida. “A equipe está confiante. E, mesmo no momento difícil, não se desespera”, disse a bicampeã olímpica, para quem mesmo as jogadoras mais novas vêm mostrando personalidade. “As meninas estão aprendendo no decorrer da partida: tem que decidir, tem que resolver.”

A união é a principal virtude do Sesi-SP, na opinião da central. “A equipe está muito unida, está muito gostoso de estar no grupo, a gente está confiante na equipe inteira. Acho que isso é muito importante.”

Na análise do técnico do Sesi-SP, Talmo de Oliveira, apesar de a vitória ser obtida sem necessidade de tie-break, o primeiro playoff foi um jogo bem equilibrado e difícil, principalmente no primeiro set, quando, segundo ele, a equipe errou muito. “Fomos pressionados por um saque bom do Osasco, e, depois, conseguimos trocar mais bola, fazer o jogo rodar mais.”

Talmo de Oliveira explicou a mudança ainda no primeiro set, quando substituiu Pri Daroit por Suelle. “Para esse jogo a gente precisava de um time com um volume bom de jogo, e a Suelle dá esse volume, fundo de quadra, saque, dá ritmo. O time está entrosado, e a Pri está voltando [depois de um longo período de inatividade, recuperando-se uma lesão].”

A levantadora Dani Lins disse que no segundo playoff o Sesi-SP precisa estar ainda mais atento. “A outra equipe vai entrar com tudo e a gente tem que ter mais tranquilidade e estar ainda mais concentrada”, afirmou a camisa 3, destacando que o saque será fundamental para o sucesso no confronto. “Nós não podemos errar.”

Mesmo com a experiência de quem tem uma medalha de ouro olímpica, Dani Lins reconhece que ainda sente aquele frio na barriga antes de jogos decisivos. “Eu mesmo fico nervosa. É normal. A gente tem que ter cabeça, e saber que estamos a um jogo de final, mas é um outro jogo.”

Pelo lado do Molico/Osasco, a central Adenizia afirmou que o Sesi-SP tem grandes jogadoras e, segundo ela, as mais novas “estão dando show”.

“A Fabi virou todas as bolas que a Dani pôs para ela”, elogiou.

O Sesi-SP jogou com Dani Lins, Ivna, Bia, Fabiana, Dayse e Pri Daroit. A líbero foi Suelen. Entraram: Carol Albuquerque, Mari e Suelle. O Molico/Osasco atuou com Fabíola, Sheilla, Thaisa, Adenizia, Sanja e Caterina, além da líbero Camila Brait. Entraram: Gabi, Ana Maria, Lia.

O jogo

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Fabiana foi o destaque do jogo: maior pontuadora e ganhadora do Troféu Viva Vôlei. Foto: Beto Moussalli/Fiesp

Contando com a pressão de um ginásio lotado, o Molico/Osasco dominou o início do primeiro set. No ace da central Thaisa, o time da casa marcou 05/02. As donas da casa seguiram com ritmo forte e quando chegou a 11/06, o técnico do Sesi-SP, Talmo de Oliveira, pediu tempo. A equipe mandante abriu vantagem e chegou a 14/07. Talmo fez a inversão do 5-1 e escalou Carol Albuquerque e Mari Cassemiro no lugar de Dani Lins e Ivna, respectivamente. Deu certo e o Sesi-SP reduziu para quatro pontos. A equipe continuou equilibrando a disputa e diminuiu para 14/17. Mari Casemiro continuou pontuando e reduziu para 15/18.  Depois de um breve rali, a ponteira Dayse fez mais, atrás da linha de três metros, e o Sesi-SP encostou: 16/18.  Luizomar de Moura pediu tempo, mas na sequencia Dani Lins foi para o saque e diminuiu ainda mais: 17/18.  Mas o Molico fechou em 21/18 em lance da central Adenizia.

No segundo set,  o Sesi-SP começou melhor e fez 05/03. O Molico/Osasco empatou em seis pontos e a as equipes mantiveram o set equilibrado e estiveram empatadas novamente em 11/11. No ace da ponteira Suelle, o Sesi-SP fez 13/12 e depois colocou dois de vantagem (14/12). Com Dayse bem no ataque, o time visitante fez 17/14. O Molico/Nestlé encostou no placar (18/17), mas o Sesi-SP fechou em 21/17 em lance de Fabiana.

No terceiro set, o Sesi-SP abriu em ace de Bia. Depois de início equilibrado, o Molico/Osasco abriu três pontos de vantagem (10/07). O Sesi-SP encostou (10/09) e o técnico Luizomar de Moura pediu tempo. Com dois bloqueios consecutivos de Fabiana, o Sesi-SP virou (12/10) e chegou ao segundo tempo técnico com 16/13.  O jogo seguiu parelho mas no final, o Sesi-SP teve tranquilidade para fechar: 21/17 e 2 sets a 1.

No quarto set, o Sesi-SP continuou bem e abriu 05/02. O Molico/Osasco empatou em cinco pontos, mas, errando pouco, o Sesi-SP voltou a abrir boa margem (10/06). A diferença chegou a sete pontos (16/09) e a vitória parecia questão de tempo. Mas motivado pela sua torcida, o time mandante cresceu e reduziu a diferença para 16/12. Talmo pediu tempo, mas não adiantou: o Sesi-SP parou de virar a bolas e o Molico/Osasco chegou a virar o placar(20/19).  Com a volta da experiente Fabiana à quadra, depois de ficar aguardando o rodízio, a equipe conseguiu ter mais tranquilidade e,  no bloqueio, fechou em 23/21.

Jogadoras e comissão técnica do Sesi-SP comentam conquista do Sul-americano de vôlei

Lucas Dantas e Talita Camargo, Agência Indusnet Fiesp

Ainda sob a emoção da vitória sobre o Molico/Nestlé Osasco por 3 sets a 0 (25/21, 25/21 e 25/16), na noite deste domingo (09/02), atletas e comissão técnica da equipe feminina de vôlei do Serviço Social da Indústria de São Paulo (Sesi-SP) conversaram com a reportagem sobre o jogo e a alegria de conquistar o Sul-Americano Feminino de Clubes.

Leia os principais trechos:


Fabiana Claudino, central
“Estou superfeliz com essa vitória. É o resultado do bom trabalho que a gente vem fazendo. A gente está de parabéns, a comissão técnica está de parabéns.”

Dani Lins, levantadora
“O grupo está de parabéns, a gente veio sabendo que estava lá [no time adversário] a responsabilidade. O melhor time está lá. E em um jogo de superação: sem ponteira, sem meio, todo mundo machucado. E a gente entrou solta e feliz. Tem que jogar assim: solta e feliz. E estudando muito o time delas. E o que eu falei: um time conhece muito bem o outro. Não sei se fica mais difícil ou mais fácil.”

Suelle, ponteira
“Nossa equipe jogou muito bem. É muito difícil jogar aqui em Osasco, com a torcida gritando. Conseguimos mostrar nossa grande força e neutralizar as principais atacantes do Osasco. A gente errou pouco.”

Talmo de Oliveira, técnico
“Tivemos uma missão muito difícil. O Osasco é uma equipe muito forte. Esse título eu sempre falei que ele não foi conquistado hoje. Ele foi conquistado há três anos, quando esse projeto foi criado. Cada ano a gente vem melhorando. Cada ano, as jogadoras que chegam aprendem que não basta só jogar. Temos que ser exemplos para tantos alunos que a gente encontra no Sesi-SP. Rodamos o Estado inteiro. Cada vez mais os alunos são apaixonados pelas jogadoras. As jogadoras vão almoçar na casa dos alunos. Isso nos dá uma satisfação tão grande.  (…) É sofrido, nosso time tem que treinar muito, mas a recompensa sempre vem.“

José Montanaro, gestor do vôlei
“Estou muito orgulhoso desse resultado e, principalmente, da volta que essas meninas deram. A equipe soube se superar. Ano passado, tivemos algumas derrotas. E até a equipe se estabelecer e encontrar um caminho, se concentraram, acreditaram, treinaram muito, tiveram coragem. E superar uma grande equipe como o Molico/Osasco, uma equipe fortíssima, campeã mundial, com grandes jogadoras. Mas o que vale é o dia, é o momento, o Sesi-SP mereceu essa vitória surpreendente por 3 sets a 0, mas incontestável. Tenho que parabenizar a comissão técnica. Mesmo superando muitas dificuldades. Estamos com quatro ou cinco meninas machucadas: a Pri Daroit, a Ju Costa, a Mari Casemiro, a central Barbara e a líbero Juliana. Então, o time não está completo. Fico muito otimista com o quanto essa equipe pode crescer, tanto na Superliga como no Mundial. Quarta-feira [12/02] já temos Superliga. Tem pouco tempo para comemorar. Não pode ficar só pensando para o Mundial. Tem que subir um degrau de cada vez e o próximo degrau é a equipe do Barueri.”

Na volta de Fabiana, ponteira Pri Daroit brilha e Sesi-SP estreia com vitória no Paulista

Lucas Dantas, Agência Indusnet Fiesp

Aplicação, vontade, concentração e talento. Os quatro quesitos se uniram na noite desta quarta-feira (25/09) na Vila Leopoldina e o time feminino do Serviço Social da Indústria de São Paulo (Sesi-SP) estreou no campeonato paulista 2013 com uma vitória arrasadora por 3 sets a 0  (21/12, 21/13 e 21/10) sobre o São Bernardo.

Além de uma boa atuação coletiva, ao ponto do técnico Talmo de Oliveira fazer poucas substituições, a equipe esteve bem no aspecto individual: Ju Costa marcou 11 pontos; Carol Albuquerque confundiu as adversárias com várias jogadas alternadas na rede; Fabiana, que trouxe sua experiência e segurança no meio de rede; e, principalmente, a ponteira Pri Daroit, cada vez mais entrosada com a equipe e letal no ataque. A jogadora foi crucial para a tranquila vitória que levou apenas 59 minutos.

Para Talmo de Oliveira, a atuação foi resultado da forma concentrada com que o time entrou em quadra.

“Sempre nos preparamos para jogos fortíssimos, independentemente do adversário. E hoje elas entraram com muita concentração mesmo. Estamos evoluindo a cada partida, mas hoje foi um jogo muito bom. Estamos melhorando e vamos melhorar mais ainda”, elogiou o treinador, que ao contrário dos demais jogos, dessa vez  fez poucas observações durante a partida.

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Levantadora Carol Albuquerque prepara jogada. Em primeiro plano, a central Fabiana Claudino. Foto: Lucas Dantas/Fiesp


No final do jogo, a capitã Fabiana falou sobre sua volta e elogiou as companheiras com quem treinou muito pouco.

Foi bom. Fiz o meu melhor, mas ainda tem um pouco de desentrosamento. Treinei só uma vez com elas, apesar de conhecer todas, quase nunca joguei com a Ju, a Dayse, a Suellen. Claro que eu e a Carol nos conhecemos bem e isso pesa. Mas vamos treinar mais e se entrosar para os próximos jogos. Estou bem satisfeita com o resultado e feliz por voltar a jogar em casa”, finalizou a camisa 1, que marcou sete pontos na partida.

Agora, a equipe descansa e volta as atenções para enfrentar o Uniara, domingo, às 16h, em Araraquara.

O jogo

Sem Dani Lins, que voltou da seleção, mas foi poupada por Talmo, o time entrou em quadra com Carol, Dayse, Ju Costa, Pri Daroit, Fabiana e Barbara, além de Suellen como líbero. E assim seguiu em boa parte da partida – Neneca entrou no final do segundo e também do terceiro set.

No primeiro set, empolgadas com a volta de Fabiana, o Sesi-SP teve êxito nos bloqueios e forçou bastante o ataque pela ponta. Pri e Ju, ambas inspiradas, soltavam o braço sem dó e garantiam o resultado. No final, em 20 minutos, a equipe fechou o placar em 21/12.

O segundo set foi uma repetição do primeiro, mas com uma facilidade dada pelo adversário. Foram cinco pontos em erros do São Bernardo, contra apenas dois do Sesi-SP. Com mais três bloqueios e três pontos de saque, via-se que a noite era mesmo do time da casa, que errava muito pouco. Pri e Carol se entendiam perfeitamente, com a ponteira recebendo e atacando sem parar e a levantadora achando as companheiras em cada canto da quadra. Em 21 minutos o resultado de 21/13 foi justo.

No terceiro e último set, o ritmo continuou. As meninas da Vila Leopoldina continuavam descendo a bola na quadra do São Bernardo sem parar. Fabiana, Ju e Pri atacam de todos os lados e raramente desperdiçavam uma chance. No final, Neneca entrou no lugar de Dayse e manteve o ritmo forte, ajudando o Sesi-SP a fechar o set em 21/10 e o jogo em 3 sets a 0.

Após o título da Copa São Paulo, Sesi-SP terá Dani Lins e Fabiana na estreia do campeonato paulista de vôlei

Agência Indusnet Fiesp 

Bicampeã da Copa São Paulo, a equipe feminina de vôlei do Serviço Social da Indústria de São Paulo (Sesi-SP) inicia nesta quarta-feira (25/09) a disputa da edição 2013 do campeonato paulista, taça inédita para o time. E para lutar pelo objetivo, a equipe conta com o reforço das duas campeãs sul-americanas da seleção brasileira, Dani Lins e Fabiana, à disposição do técnico Talmo de Oliveira e prontas para jogar.

“Um pouco de cansaço é normal, mas estava com saudades de atuar pelo Sesi-SP e, principalmente agora, que será uma equipe toda nova. O time está em ótima fase, ganhou a Copa São Paulo e, com isso, adquiriu muita moral para o Paulista”, declarou a levantadora Dani Lins, destaque da conquista brasileira no Peru.

A central Fabiana, eleita a melhor da posição no sul-americano, também se mostrou empolgada para a estreia na competição e já mirou a Superliga, que será disputada simultaneamente.

“O título da Copa São Paulo foi uma ótima forma de começar a temporada. O time ganha moral e estímulo para as demais competições. E temos que disputar não só o Paulista, mas a Superliga também, que estamos correndo para conseguir nosso primeiro título”, disse a dona da camisa 1, que já foi “avisada” pelas companheiras do ritmo novo da equipe. “Elas já me falaram que o ritmo está forte. Isso é muito bom. O time fica mais preparado para as competições, que serão disputadas ao mesmo tempo e exigirão demais do nosso time.”

Após a estreia contra o São Bernardo nesta quarta, o time viaja para Araraquara, onde enfrenta o Uniara, no domingo, pelo campeonato paulista. Em outubro, o Sesi-SP estreia na Superliga 2013. A primeira partida está programada para o dia 4 de outubro, contra o São Caetano, fora de casa.

Sobre essa maratona, Talmo de Oliveira disse que espera dificuldades, mas que o elenco foi montado pensando exatamente nesse número maior de jogos.

“O time foi feito para isso. Temos jogadoras polivalentes para suprir necessidades e também tivemos um ritmo de treino forte, para que aguentassem a demanda. Claro que é uma situação diferente, mas já sabíamos que seria assim no início da temporada. Então, nós nos preparamos”, concluiu o treinador.


Serviço
Campeonato paulista de vôlei feminino 2013 – Primeira rodada
Sesi-SP x São Bernardo
Local: Ginásio da Vila Leopoldina (Rua Carlos Weber, 835 – Vila Leopoldina – São Paulo – SP)
Data e Horário: 25 de setembro, quarta-feira, às 19h
Entrada gratuita


Sesi-SP é time com mais jogadoras convocadas para a Seleção de Vôlei

Ariett Gouveia, Agência Indusnet Fiesp 

O técnico José Roberto Guimarães anunciou a convocação de 22 atletas para compor a seleção brasileira feminina que vai disputar o Grand Prix de vôlei. Na lista, estão seis jogadoras do Sesi-SP, equipe que mais teve atletas convocadas: a levantadora Dani Lins, a oposta Ivna, a ponta Priscila Daroit, as centrais Fabiana e Bia e a líbero Suelen.

A competição internacional será realizada entre os dias 2 de agosto e 1º de setembro. Serão três semanas com disputa entre grupos e uma semana para a fase final.

A seleção brasileira começa sua campanha no Grand Prix jogando o Grupo A, em Campinas, entre 2 e 4 de agosto, com Estados Unidos, Rússia e Polônia. Na semana seguinte, o time joga o Grupo G, em San Juan, contra República Dominicana, Porto Rico e Bulgária. Entre 16 e 18 de agosto, o desafio é em Almaty contra Cuba, Holanda e Cazaquistão.

Se conseguir a classificação para a fase final, a seleção irá para Sapporo, no Japão, onde será realizada a disputa pelas primeiras colocações do torneio.

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Veja a lista completa das convocadas:

Levantadoras:
Claudinha (Campinas)
Dani Lins (Sesi-SP)
Fabíola (Osasco)

Opostos:
Sheilla (Osasco)
Tandara (Campinas)
Monique Pavão (Praia Clube)
Ivna (Sesi-SP)

Pontas:
Natália (Campinas)
Fernanda Garay (Fenerbahce)
Ellen (Pinheiros)
Michelle Pavão (Praia Clube)
Priscila Daroit (Sesi-SP)
Gabi (Rio de Janeiro)

Centrais:
Juciely (Rio de Janeiro)
Adenízia (Osasco)
Fabiana (Sesi-SP)
Thaisa (Osasco)
Letícia Hage (Praia Clube)
Bia (Sesi-SP)

Líberos:
Camilla Brait (Osasco)
Fabi (Rio de Janeiro)
Suelen (Sesi-SP)

No Rio, Sesi-SP perde para Unilever na Superliga feminina

Agência Indusnet Fiesp, com informações da CBV

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Sarah Pavan (Unilever) foi a maior pontuadora da partida, com 19 pontos. Foto: Alexandre Arruda/CBV

Na última rodada do ano, a equipe feminina do Sesi-SP não conseguiu conter o maior volume do jogo das donas da casa e foi derrotada pelo Unilever na noite de sexta-feira (21/12): 3 sets a 0 (25/18, 25/17 e 25/19), em 1h25. A competição voltará a ser disputada no dia 11 de janeiro de 2013.

A central Fabiana, do Sesi-SP, ficou desapontada com a atuação do time. “Não jogamos absolutamente nada. Nosso passe não funcionou, foi horrível. Esse turno está muito embolado. No ano que vem temos que começar com o pé direito para embalar na competição”, disse Fabiana ao site da Confederação Brasileira de Vôlei (CBV).

O jogo

O Unilever chegou à primeira parada técnica com vantagem de três pontos (08/05). O time carioca aumentou a diferença para seis (16/10) e fechou o set em 25/18.em bola largada da central Juciely.

No segundo set, o Unilever abriu boa vantagem (08/04) e chegou à segunda parada técnica com vantagem expressiva (16/07). Um ace de Natália decretou o fim da segunda parcial: 25/17.

Melhor no início terceiro set, o Sesi-SP conseguiu abrir vantagem de quatro pontos (05/01). Depois do pedido de tempo de Bernadinho, a Unilever reagiu e empatou a parcial em 05/05. A equipe paulista voltou a liderar o placar e chegou à segunda parada técnica vencendo por 16/14. Mas o Unilever virou o placar e fechou o set em 25/19.

O Sesi-SP , do técnico Talmo de Oliveira, atuou com Dani Lins, Tandara, Fabiana, Bia, Sassá e Ingrid. Líbero – Juliana. Entraram Elisângela, Carol, Jéssica e Marina

Comandado pelo técnico Bernardinho, o Unilever jogou com Fofão, Sarah Pavan, Valeskinha, Juciely, Natália e Logan Tom. Líbero – Fabi. Entraram – Amanda, Régis e Roberta.

Time de vôlei feminino do Sesi-SP recebe Amil/Campinas e busca segunda posição na tabela

Lucas Dantas, Agência Indusnet Fiesp

Nesta quarta-feira (03/10), a partir das 18h, o time do Sesi-SP receberá, na Vila Leopoldina, o Amil/Campinas em disputa direta pela vice-liderança do Campeonato Paulista 2012.

A duas partidas de encerrar a primeira fase, a liderança na tabela é muito difícil. Porém, a segunda colocação está em jogo e o Sesi-SP quer dar um grande passo para alcançá-la e conseguir uma significativa vantagem na semifinal do campeonato.

Isso porque, independentemente do resultado de quarta-feira (e confirmando a liderança do Sollys Osasco), o confronto na semifinal será entre as duas equipes em melhor de três. A vice-líder na tabela terá o mando em duas partidas e a possibilidade de decidir em casa a vaga na final. O adversário tem um jogo a menos e com dois jogos a realizar, hoje está com 24 pontos, contra 23 do Sesi-SP.

Na última partida, o time da indústria levou um susto e quase entregou uma vitória tranquila contra o São Bernardo. Após ter vencido o primeiro set por incríveis 25×7 e o segundo por 25×22, o time se desconcentrou e perdeu os dois seguintes (25×27 e 23×25). O técnico Talmo de Oliveira mexeu, voltou com a equipe do primeiro set e fechou o jogo em 15×7.

O equilíbrio da partida foi ressaltado pelo treinador, mas a recuperação do time também não foi esquecida e servirá como combustível para o confronto de quarta-feira. “O primeiro set foi ótimo para nós, porém mascarou um pouco o resultado”, afirmou ao explicar que nos sets seguintes, o jogo foi mais parecido com o primeiro turno [vitória do Sesi-SP por 3×1]. O problema, para ele, foi que “nós as deixamos jogar e quase perdemos uma partida que vencíamos por 2×0. No tie-break reencontramos nosso jogo e vencemos bem”, alertou. “Esse é o espírito que quero para quarta-feira. Sabemos que podemos vencer e vamos lutar ponto a ponto pela vitória”, afirmou.

No primeiro turno, o Amil provocou a primeira derrota do Sesi-SP na competição [3×1] em partida que marcou a volta das campeãs olímpicas Fabiana, Dani Lins e Tandara. Para o treinador, as jogadoras ainda careciam de entrosamento e condições físicas naquela partida, o que é diferente agora. “Elas já estão bem melhores e mais entrosadas, além de aguentar a partida inteira. Será outro jogo”, completou.

Após o jogo contra o Amil/Campinas, a equipe do Sesi-SP fechará a primeira fase fora de casa contra o líder Sollys/Osasco na terça-feira (09/10), às 18h30.

Serviço
Sesi-SP x Amil/Campinas
Data e horário: 03/10/2012, quarta-feira, às 18h
Local: Ginásio da Vila Leopoldina (Rua Carlos Weber, 835, Vila Leopoldina, São Paulo)

Sesi-SP perde para Sollys/Nestlé no Paulistão e termina primeira fase na terceira colocação

Flávia Dias, Agência Indusnet Fiesp

Em jogo válido pela última rodada da fase inicial do campeonato paulista, o ginásio do Sesi Vila Leopoldina se transformou em um caldeirão na manhã deste sábado (15/09). Em quadra, duas potências do voleibol feminino brasileiro: Sesi-SP e Sollys/Nestlé.

Campeonato paulista de vôlei feminino. Sesi-SP x Sollys/Nestlé. Foto: Everton Amaro

Sesi-SP termina 1ª fase do Paulistão na vice-liderança. Foto: Everton Amaro

Mesmo jogando em casa, o Sesi-SP não suportou o volume de jogo do time adversário e acabou perdendo por 3 sets a 0 (26/24, 25/16 e 25/21). Com o resultado, a equipe encerra a primeira fase do paulistão na terceira colocação, com 12 pontos. Invicto na competição, o time de Osasco é lider isolado da competição.

A partida marcou a estreia da oposta Tandara e o retorno da levantadora Dani Lins, ambas medalha de ouro nos Jogos Olímpicos de Londres-2012.

O técnico do Sesi-SP, Talmo de Oliveira, exaltou a qualidade da equipe adversária – o Sollys/Nestlé conta com quatro titulares da seleção brasileira (Jaqueline, Sheila, Fê Garay e Taisa, além da reserva Adenízia). Mas acredita que suas atletas estarão mais entrosadas no retorno.

Em seu retorno ao time do Sesi-SP, a levantadora Dani Lins disse acreditar que a ausência de atletas como a líbero Michele e a atacante Sassá comprometeu o rendimento do time e mostrou otimismo com o desempenho da equipe no decorrer da competição.

“A gente fez um jogo bom hoje e conseguiu manter a frente em alguns momentos. A quantidade de treino que fizemos com esta equipe foi pouca, já que as campeãs olímpicas tiveram folga após a conquista do ouro [a própria Dani Lins, Fabiana e Tandara]. Mas sabemos que para ganhar da gente o adversário vai ter que suar muito. E foi o que aconteceu hoje. Temos ainda muita coisa para corrigir. Esperamos conseguir isto no segundo turno”, afirmou.

O jogo

No inicio do primeiro set, o Sesi-SP conseguiu abrir três pontos de vantagem (12/09), mas falhas no bloqueio permitiram que o time de Osasco virasse o placar (16/ 15). A equipe do técnico Talmo de Oliveira conseguiu empatar (22/22), mas a reação não foi suficiente – Sollys/Nestlé fechou em 26/ 24 em 32 minutos de jogo.

Aparentemente desconcentrada depois do revés inicial, a equipe do Sesi-SP não fez um bom segundo set. Logo de início, o Sollys/Nestlé abriu três pontos (04/01). Com as orientações da oposta e capitã Elisângela, o Sesi-SP reagiu e conseguiu o empate (05/05), mas o bloqueio mostrou dificuldades para impedir as viradas de bola adversárias. O Sollys/Nestlé ampliou em seis pontos a vantagem no placar (15/09) e venceu a parcial por 25/16, em 26 minutos de jogo.

No terceiro set, o mais disputado da partida, o Sollys/Nestlé começou à frente no placar, mas o Sesi-SP virou com jogadas rápidas da central Fabiana (13/10). O equilíbrio permaneceu (17/17) e o Sesi-SP chegou a abrir dois pontos de vantagem (20/18). Mas prevaleceu o bom entrosamento das visitantes: 25/21 no terceiro set, 3 sets a 0.

Ouro em Londres, medalhistas Fabiana e Tandara visitam sede da Fiesp

Flávia Dias, Agência Indusnet Fiesp

 

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Paulo Skaf e Benjamin Steinbruch recebem as medalhistas olímpicas Tandara (à esquerda) e Fabiana (à direita)

As atletas foram recepcionadas pelo presidente da Fiesp e do Serviço Social da Indústria de São Paulo (Sesi-SP), Paulo Skaf, e pelo 1º vice-presidente Fiesp, Benjamin Steinbruch. Também participaram do encontro o diretor da Divisão de Esporte do Sesi-SP, Alexandre Pflug, e o supervisor de voleibol do Sesi-SP, José Montanaro.Recém-contratadas para reforçar a equipe de vôlei feminino do Sesi-SP, as medalhistas olímpicas Fabiana e Tandara fizeram uma visita a sede da Federação das Indústrias do Estado de São Paulo (Fiesp), na tarde desta segunda-feira (13/08). No último sábado (11/08), a seleção brasileira de vôlei feminino conquistou a medalha de ouro nos Jogos Olímpicos de Londres, após derrotar por 3 sets a 1 a seleção dos Estados Unidos.

Durante o encontro, Paulo Skaf parabenizou as atletas pela garra e dedicação na conquista do bicampeonato olímpico: “Quero dizer que vocês nos deixaram muito felizes e orgulhosos. Realmente foi emocionante”, afirmou.

A bicampeã olímpica Fabiana afirmou que ficou emocionada com o carinho dos torcedores que ocuparam as principais vias da cidade de São Paulo para parabenizar as atletas olímpicas. “Não tenho palavras para descrever o que eu estou sentindo. Senti uma emoção muito grande quando a gente passou nas ruas e viu aquele monte de gente aplaudindo, as pessoas acenando, gritando o seu nome, dando parabéns e falando que a gente emocionou o país inteiro”, disse a central do Sesi-SP.

Opinião compartilhada pela oposta Tandara: “Ainda estou extasiada com todos os acontecimentos. Até hoje de manhã eu não tinha noção nenhuma de qual era a sensação de ser uma campeã olímpica, até chegar ao Brasil e sentir o calor da torcida e receber o carinho da minha família”, disse.

Copa São Paulo

No sábado (11/08), a equipe do Sesi-SP conquistou o título inédito da Copa São Paulo de Vôlei Feminino. Mesmo de longe, Tandara disse ter vibrado muito com o êxito de suas companheiras de equipe na primeira competição da temporada. “Queria parabenizar a todos. Nós estávamos longe, mas acompanhando o título do Sesi-SP na Copa São Paulo. Estou muito feliz em fazer parte da família Sesi-SP e espero representar e vestir bem esta camisa e fazer o que eu tenho de melhor, que é o meu trabalho”, afirmou.

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Dani Lins e Fabiana (Sesi-SP) dão show e Brasil é ouro em Londres

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Jaqueline (08), Thaisa, Sheilla, Dani Lins (camisa 3), Fabi (14) e Fernanda Garay.

Juan Saavedra, Agência Indusnet Fiesp

O Brasil é ouro no vôlei feminino. Em virada sensacional, a equipe do técnico José Roberto Guimarães superou o mau começo no primeiro set e bateu por 3 sets a 1 (11/25, 25/17, 25/20 e 25/17), no ginásio de  Earls Court, o até então invicto time dos Estados Unidos da América (EUA) em uma hora e quarenta minutos de jogo.

Entre os muitos destaques da equipe brasileira na partida está a atuação da levantadora Dani Lins, com atuação de gala. A atleta do Sesi-SP liderou a equipe, mostrando muita segurança nas variações de jogadas, tanto pelo meio de rede como pelas pontas, ajudando ainda com saques táticos que criaram dificuldades para o passe americano. A camisa 3 marcou ainda dois pontos.  

A central Fabiana Claudino, nova contratação do Sesi-SP para a temporada, foi outro destaque, com 14 pontos, sete de ataque e sete de bloqueio. A oposta Tandara, outro reforço do Sesi-SP, entrou em alguns momentos do jogo, marcando um ponto. A maior pontuadora do Brasil foi a atacante Jaqueline, com 18 pontos, seguida de Sheilla, com 15.

O título foi comemorado com uma roda de oração e cambalhotas no meio da quadra. Já no alto do pódio, muita alegria, emoção e lágrimas no momento do hino nacional. Ao final, com as medalhas no peito, as brasileiras homenagearam as cinco atletas que participaram dos treinamentos e foram cortadas na final – entre elas, Sassá, atacante do Sesi-SP.

O Brasil jogou com Dani Lins, Sheilla, Jaqueline, Fernanda Garay, Fabiana, Thaisa e a líbero Fabi. Entraram: Tandara, Paula Pequeno, Fernandinha e Adenízia. José Roberto Guimarães conquistou a terceira medalha de ouro olímpica como técnico.

Sob o comando de Hugh McCutcheon, os EUA entraram com Berg, Hooker, Harmotto, Akinradewo, Larson, Tom e a líbero Davis. Entraram: Hodge, Danielle Scott, Miyashiro e Haneef-Park.

O Brasil conquista a sua segunda medalha de ouro consecutiva no vôlei feminino – a primeira foi em Pequim-2008. Entre as bicampeãs está a central Fabiana (Sesi-SP). A medalha de prata ficou com a equipe dos Estados Unidos, também segunda colocada nos Jogos de 2008. A de bronze, com o Japão.

O jogo

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Brasil e Estados Unidos ficaram com ouro e prata. O Japão, com o bronze.


No primeiro set, a equipe dos Estados Unidos mostrou seu volume de jogo, enquanto as brasileiras pareciam assustadas. O bloqueio americano funcionou, propiciando vários contra-ataques, abrindo vantagem de 05/01. José Roberto Guimarães pediu tempo, mas os Estados Unidos continuaram bem na defesa e no bloqueio, chegando ao primeiro tempo técnico em 08/03. Errando muitas jogadas de ataque e oportunidades de contra-ataque, o Brasil chegou ao segundo tempo técnico em enorme desvantagem: 16/07. Evitando encarar o bloqueio americano, o Brasil continuou errando muitas bolas – e a equipe de Hugh McCutcheon fechou o primeiro parcial com facilidade impensável: 25/11.

De volta para o segundo set, o Brasil mostrou uma postura mais confiante, abrindo três pontos. Os Estados Unidos empataram, mas o Brasil fez 06/03, forçando um pedido de tempo de McCutcheon, que reduziu para 07/05. Usando o meio de rede, Fabiana fez 08/05 e Jaqueline, 10/06. Em linda bola da levantadora Dani Lins, Fernanda Garay abriu 11/06 da linha dos três metros. Novo pedido de tempo americano funcionou, reduzindo a vantagem para 11/09.  As americanas chegaram ao empate em 12/12.  Sheilla, pela saída de rede, fez 14/12 e 15/12 em largada no fundo.  O segundo tempo técnico veio com 16/12 para o Brasil. Com Dani Lins no saque, o Brasil abriu para 18/12 com Jaqueline. Usando bem as jogadas pelo meio, o Brasil fez 20/14 com Thaisa. O Brasil seguiu bem na partida, abrindo sete pontos (22/15).  Aproveitando o contra-ataque, Fabiana fez 23/15 e chegou ao set point com Fabiana Garay (24/16). O empate veio em jogada do Sesi-SP: Dani Lins para Fabiana fechar em 25/17. Um a um em sets.

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A festa da equipe e da comissão técnica logo após o ponto final. Brasil 3 a 1 sobre os EUA.

No terceiro set, já aos gritos de “o campeão voltou” nas arquibancadas, o Brasil prosseguiu bem, abrindo 03/01 e 05/02 em bloqueio da principal pontuadora americana, Hooker. O Brasil chegou a 06/02, forçando o primeiro pedido de tempo americano. Os Estados Unidos reduziram a vantagem, mas o Brasil foi o para o primeiro tempo técnico na frente: 08/05. Virando as bolas de ataque, o Brasil chegou aos 12/08 em contra-ataque. O equilíbrio foi mantido e a equipe de José Roberto Guimarães chegou ao segundo tempo técnico com 16/13 em ataque de Fernanda Garay, explorando o bloqueio. Continuando bem em todos os fundamentos, o Brasil abriu quatro pontos de vantagem com 19/15. As americanas reduziram para 20/18. Mas Jaqueline, muito efetiva no ataque, fez 21/18. Sheilla, novamente bem no jogo, fez 23/19 e 25/20. Dois sets a 1.

No quarto set, as meninas brasileiras mantiveram a tranquilidade. Dani Lins fez 04/02 e Fabiana, de bloqueio, 05/02. Hooker errou um saque (06/03), mas os Estados Unidos encostaram em erro de Fernanda Garay (06/05). A própria Fe Garay se redimiu e aproveitou bola difícil para fazer 07/06. Jaqueline, maior pontuadora brasileira, fez o 08/06 para a primeira parada técnica. As americanas continuaram errando muito e o Brasil, exibindo segurança – Fabiana aproveitou contra-ataque para assinalar 13/09. A seleção brasileira chegou a seis pontos de vantagem em bloqueio de Dani Lins (16/10). Em bola de segunda, Dani Lins abriu vantagem para oito (19/11).  As americanas reduziram para 19/14, mas Dani Lins continuou desequilibrando, com boas variações de jogadas. O Brasil chegou a 23/14. O primeiro match point veio com uma Jaque inspiradíssima. O ponto do jogo e do bi olímpico foi assinalado por Fe Garay: 25/11 e Brasil de volta ao lugar mais alto do pódio.

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Muita emoção no pódio - o Brasil é ouro pela segunda vez consecutiva nos Jogos Olímpicos.

Na torcida pelo bi, time feminino do Sesi-SP reforça apoio à seleção brasileira de vôlei

Flávia Dias, Agência Indusnet Fiesp

Time feminino de vôlei do Sesi-SP torce pela seleção brasileira em Londres

Time feminino de vôlei do Sesi-SP na torcida pela seleção brasileira

As jogadoras do time de vôlei feminino do Sesi-SP deram uma pausa nos treinos no início da tarde desta segunda-feira (30/07). Elas se juntaram no centro esportivo da entidade na Vila Leopoldina, na zona oeste de São Paulo, para torcer por Dani Lins, Fabiana e Tandara, suas companheiras de equipe convocadas para representar o Brasil em Londres.

Em quadra, a seleção de vôlei feminino foi derrotada pelo time dos Estados Unidos por 3 sets a 1 (25/18, 25/17, 22/25 e 25/21), em partida realizada no Centro de Convenções Earls Court, em Londres.

O técnico do Sesi-SP, Talmo de Oliveira, lamentou a derrota e elogiou a boa atuação das atletas do Sesi-SP: “O time dos Estados Unidos é muito forte defensivamente e aproveitou muitas oportunidades de contra-ataque. Nós tivemos a Fabiana, que fez uma boa partida, a Dani, que entrou e mudou um pouco o ritmo de jogo, conseguiu imprimir um pouco mais de velocidade e ajudou muito no bloqueio, que é a assinatura dela. Tandara jogou um pouco menos, mas acho que as três estão cumprindo um bom papel durante esses jogos e ajudando a seleção.  Tem muita coisa ainda para acontecer e a gente vai se encontrar ainda lá na frente, na semifinal e final.”

Medalhista em Pequim (2008), a levantadora Carol Albuquerque também acompanhou a partida e destacou a atuação da levantadora do Sesi-SP. “A Dani Lins entrou muito bem no jogo e ajudou o time a vencer o terceiro set.”

Cortada da seleção após uma lesão, a ponteira Sassá, que subiu ao ponto mais alto do pódio em Pequim, comentou que a seleção brasileira não se deixará abater por essa derrota. “Infelizmente não deu, mas agora as meninas precisam pensar no próximo jogo. A competição está apenas no começo e, provavelmente, as duas seleções ainda vão se encontrar”.

O jogo

Aparentando nervosismo nos dois primeiros sets, a seleção brasileira não soube tirar proveito das bolas de ataque e mostrou deficiências no bloqueio – os Estados Unidos venceram ambos com certa facilidade (25/18 e 25/17).

Com a entrada da levantadora Dani Lins, no terceiro set, a equipe do técnico José Roberto Guimarães ganhou velocidade no ataque, fator decisivo para a vitória brasileira  (22/25).

Após um quarto set bastante equilibrado, a seleção brasileira não soube aproveitar as bolas de contra-ataque. As norte-americanas não perdoaram: 25/21.

Nesta quarta-feira (01/08), a seleção feminina entra em quadra contra a Coreia do Sul, às 18h, também em Earls Court. A partida tem transmissão ao vivo na TV Record e nos canais por assinatura SporTV e ESPN Brasil.

Acompanhe o Sesi-SP em Londres – clique aqui.

Três atletas do vôlei feminino do Sesi-SP estão na lista oficial para Londres

 Flávia Dias e Juan Saavedra, Agência Indusnet Fiesp 

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Da esquerda para a direita: Tandara, Dani Lins e Fabiana, atletas do Sesi-SP convocadas para os Jogos de Londres

A Confederação Brasileira de Vôlei (CBV) confirmou na tarde desta sexta-feira (20/07), no centro de treinamento da em Saquarema (RJ), a lista oficial com os nomes das 12 atletas que representarão o vôlei feminino do Brasil nos Jogos Olímpicos Londres-2012. Três jogadoras do Sesi-SP estão na lista final do técnico José Roberto Guimarães: a levantadora Dani Lins, a central Fabiana e a oposto Tandara.

Para Talmo de Oliveira, técnico do vôlei feminino do Sesi-SP, a convocação das atletas para os Jogos Olímpicos é um fato importante para a equipe da indústria. “O Sesi-SP é uma equipe jovem e teremos três atletas que participarão das Olimpíadas e, com grandes chances de conquistar a medalha de ouro. Isso servirá como incentivo e força para as nossas atletas que ficaram aqui. Todos nós desejamos boa sorte para as nossas jogadoras e para seleção brasileira. Estamos muito animados.”

Talmo destaca ainda o exemplo para os alunos. “A convocação dos atletas do Sesi-SP servirá como uma referência para os nossos alunos de que todo o esforço e dedicação valem a pena e contribuem com a conquista de pontos dentro do esporte. Todo atleta quer disputar as Olimpíadas. Uma medalha representa muito mais que o título. Ela é um legado que estamos deixando para os nossos jovens”.

A ausência mais sentida na convocação é a de uma das estrelas da equipe do Sesi-SP, a ponteira Sassá. A medalhista de ouro com o Brasil nos Jogos Olímpicos de Pequim, em 2008, foi cortada depois de ter se machucado em um treino.

O primeiro jogo da seleção feminina acontecerá no dia 28 de julho (sábado), às 18 horas, contra a Turquia. Na primeira fase das Olimpíadas, a seleção brasileira enfrentará as equipes dos Estados Unidos, China e Sérvia.

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