Fiesp recebe ministro e oferece jantar em homenagem às Forças Armadas

Juan Saavedra, Agência Indusnet Fiesp

A Federação das Indústrias do Estado de São Paulo (Fiesp) ofereceu na noite desta sexta-feira (31/10) um jantar em homenagem às Forças Armadas.

Jairo Cândido, Celso Amorim e Paulo Skaf no jantar. Foto: Everton Amaro/Fiesp

 

O jantar, servido para aproximadamente 140 convidados, entre autoridades militares e diretores da Fiesp, contou com a presença do presidente da entidade, Paulo Skaf, do ministro da Defesa, embaixador Celso Amorim, e dos comandantes das três Forças: almirante-de-esquadra Julio Soares de Moura Neto (Marinha), general Enzo Martins Peri (Exército) e tenente-brigadeiro-do-ar Juniti Saito (Aeronáutica).

Também participou o diretor titular do Departamento da Indústria da Defesa (Comdefesa), Jairo Cândido.

Em um breve discurso, Skaf cumprimentou o ministro e os comandantes. “As Forças Armadas, como sempre, serviram à pátria nas nossas regiões em todo o canto de nosso país, de diversas formas. Então, muito obrigado em nome de todos os setores produtivos a todos que fazem o dia a dia da nossa Marinha, do nosso Exército, da nossa Aeronáutica”, disse Skaf, pedindo um brinde às Forças Armadas e ao país.

Cosme Degenar Drumond autografou exemplares do livro “Indústria de Defesa do Brasil”. Foto: Everton Amaro/Fiesp

A noite teve ainda uma sessão de autógrafos de Cosme Degenar Drumond, integrante do Comefesa/Fiesp e autor do livro “Indústria de Defesa do Brasil” (editora ZLC Comunicações), cujo prefácio foi escrito por Jairo Cândido.

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Expansão de telecomunicações na Amazônia é uma oportunidade futura para a indústria

Dulce Moraes, Agência Indusnet Fiesp

As apresentações técnicas foram um dos principais momentos do seminário “Diálogo entre o Departamento de Ciência e Tecnologia do Exército e a Indústria Nacional”, realizado na tarde desta terça-feira (19/08) na sede da Federação das Indústrias do Estado de São Paulo (Fiesp).

Entre elas, a do vice-chefe de Tecnologia da Informação e Comunicação do Exército, general Antonino dos Santos Guerra, e do general Ubiratan de Salles, diretor de Fabricação do Exército.

Leia um resumo das apresentações no evento do Departamento da Indústria da Defesa (Comdefesa) da Fiesp.

General Antonino dos Santos Guerra. Foto: Everton Amaro/Fiesp

General Antonino dos Santos Guerra, vice-chefe de Tecnologia da Informação e Comunicação do Exército

O general Guerra destacou a importância e as oportunidades para as indústrias nos projetos de Defesa que darão um salto em inovação no país. “Sem a parceria da indústria fica difícil a realização das ações de Defesa.”

Na área tecnológica, segundo ele, as necessidades vão desde o desenvolvimento de softwares, sistemas e equipamentos de comunicação, redes corporativas e até defesa cibernética.

Guerra também abordou como oportunidades futuras a expansão do sistema de telecomunicação em fibra ótica na Amazônia. “Já estamos fazendo o orçamento desse mapeamento neste ano.”

Outra área que está em processo de grande desenvolvimento tecnológico é o Serviço de Cartografia do Exército. “Hoje é um dos sistema mais modernos e está sendo feito com os recursos do Sisfron”, afirmou o vice-chefe de Tecnologia da Informação e Comunicação do Exército. No entanto, segundo ele, há muito a fazer. “A Inglaterra faz o seu mapeamento cartográfico a cada cinco anos. O Brasil ainda não conseguiu fazer o do seu território.”

Na área de desenvolvimento de sistemas, o Exército tem como desafio criar sistemas integrados para gerenciamento de saúde e gerenciamento logístico. Este último funcionará com a base de dados do sistema de materiais do exército e apoiar decisões logísticas dos diversos escalões da força terrestre.

Defesa Cibernética é também uma área de preocupação – e de avanços – no Exército. O general ressaltou duas inovações desenvolvidas por equipes do Exército: um software antivírus, que ainda encontra dificuldades devido a demora no registro de patente, e um simulador de operações cibernéticas que já foi apresentado em competições internacionais com sucesso.

Mas o projeto que a trará mais benefícios para a sociedade brasileira, segundo Guerra, é o Sistema Integrado de Monitoramento de Fronteiras (Sisfron), cujo próximo contrato está planejado para julho de 2015, abrindo oportunidades para novos parceiros, novas áreas e também novas capacidades.

Ao monitorar os diversos crimes de fronteira, entre os quais o narcotráfico, o Sistema irá ajudar a diminuir o custo da violência no País, que segundo a Fundação Instituto de Pesquisa Econômica Aplicada (Ipea), representava 5% do Produto Interno Bruto (PIB), em 2012.

Outro ganho proporcionado pelo Sisfron é o fortalecimento da indústria nacional e a geração de “bons empregos” no Brasil.

Na área de equipamentos de uso dos combatentes existem inúmeros possibilidades de aquisição de produtos nacionais. Atualmente, o Exército está fazendo o levantamento dos requisitos dos itens necessários com alto grau de exigência e os inteiramente vocacionados para indústria nacional.

General Ubiratan de Salles, diretor de Fabricação do Exército

O general Ubiratan abordou em sua palestra a busca de soluções do relacionamento de sua pasta com a base industrial na área de Defesa. “A nossa ideia é que a indústria participe mais ativamente da pesquisa e desenvolvimento, da gestão e do planejamento do Exército em relação a produtos de Defesa, indo muito além da entrega de produtos”, afirmou.

Salles detalhou como deverá ser o modelo de sistema de relacionamento no Polo de Ciência e Tecnologia do Exército em Guaratiba (PCTEG), no Rio de Janeiro, e afirmou que o desafio é definir, com critérios bem estabelecidos, o nível de participação da indústria. “Temos que verificar aonde esses percentuais devem chegar. Temos que participar juntos, industrias, centros de pesquisa e academia.”

De acordo com o diretor de Fabricação, o Exército pode contribuir muito com a indústria na formação de recursos humanos para atender demandas da base da indústria de Defesa. “O Instituto Militar do Exército (IME) tem o objetivo de triplicar a formação de engenheiros. Temos condições de formar e aperfeiçoar esses engenheiros e compartilhar a infraestrutura laboratorial.”

Em relação ao que a indústria pode ajudar o Exército, Ubiratan destacou: “cooperando na interpretação das capacidades militares, ou informando quais empresas estão habilitadas; cooperando na formação e aperfeiçoamento dos engenheiros; participando das pesquisas e desenvolvimento tecnológicos, que estarão a cargo do PCTEG”.

Seminário na Fiesp promove aproximação entre indústrias e Departamento de C & T do Exército

Seminário promove aproximação entre indústrias e Departamento de C & T do Exército

Dulce Moraes, Agência Indusnet Fiesp

Na tarde desta terça-feira (19/08), aconteceu, na sede da Federação das Indústrias do Estado de São Paulo (Fiesp), o seminário “Diálogo entre o Departamento de Ciência e Tecnologia do Exército e a Indústria Nacional”.

Evento discutiu possibilidades de interação e parcerias. Foto: Everton Amaro/Fiesp

A iniciativa do Departamento da Indústria da Defesa (Comdefesa) da Fiesp teve como intuito apresentar às indústrias dessa cadeia produtiva a estrutura do Departamento de Ciência e Tecnologia (DCT) do Exército Brasileiro e as possibilidades de interação e parcerias.

Jairo Cândido: Comdefesa tem como missão a valorização constitucional das Forças Armadas e o fortalecimento da indústria brasileira. Foto: Everton Amaro/Fiesp

O diretor titular do Comdefesa, Jairo Cândido, relembrou que a busca de sinergia deste seminário está alinhada aos propósitos iniciais do próprio departamento, de de cuidar da valorização constitucional das Forças Armadas e o fortalecimento da indústria brasileira. “Essas duas vertentes andam absolutamente juntas e uma depende absolutamente da outra”, afirmou Cândido.

O titular do Comdefesa destacou ainda que, devido a transversalidade do tema, é importante que todos os setores e segmentos percebam que, por meio de projetos estratégicos, podem obter patamares tecnológicos mais elevados. “E esse é um caminho sem volta para obter competitividade nos mercados nacionais e internacionais.”

O chefe do Diretoria de Ciência e Tecnologia (DCT) do Exército, general Sinclair J. Mayer, fez uma breve apresentação da atual estrutura da área que tem como a missão planejar, organizar, dirigir e controlar atividades científicas e tecnológicas no âmbito do Exército. Outro desafio que está na missão do DCT, , segundo ele, é promover o fomento da indústria nacional visando o desenvolvimento e a produção de sistemas e materiais de emprego militar.

General Sinclair J. Mayer: promover o fomento da indústria nacional é parte da missa da Diretoria de Ciência e Tecnologia (DCT) do Exército. Foto; Everton Amaro/Fiesp

Apesar da limitação orçamentária impedir mais investimentos em inovação e tecnologia por parte do Exército, algumas saídas são visualizadas com a participação da iniciativa privada.  Entre elas, o general Sinclair J. Mayer destacou o projeto do Polo de Ciência e Tecnologia do Exército em Guaratiba (PCTEG), no Rio de Janeiro.

O polo promoverá a sinergia e integração entre governo, institutos de pesquisas e desenvolvimento (P&D), Academia (o Instituto Militar do Exército) e as indústrias interessadas em participar. “Estamos recebendo interesse de várias empresas nacionais e também do exterior por meio das parcerias.”

O evento teve ainda apresentações feitas pelo vice-chefe de Tecnologia da Informação e Comunicação do Exército, general Antonino dos Santos Guerra, e pelo diretor de Fabricação do Exército, general Ubiratan de Salles.

No encerramento, os convidados conheceram a nova estrutura e a visão de futuro da Indústria de Material Bélico do Brasil (Imbel). O diretor-presidente da empresa, general Celso José Tiago, traçou um panorama da atual situação das cinco fábricas do grupo e afirmou que a empresa está passando por um choque de gestão com foco em inovação.

Hoje, cerca de 50% a 60% do faturamento da empresa é dependente do Exército Brasileiro, enquanto de 25% a 35% vem da Segurança Pública e de 10 a 15% de compradores privados.

A expectativa é que, no ano de 2026, essa participação seja alterada, expandindo as vendas ao setor privado e também a participação no mercado externo. “Precisamos absorver mais tecnologia e por isso estamos abertos às parcerias”, informou Tiago.

O evento contou com presença de Sami Hassuani, presidente da Associação Brasileira da Indústria de Defesa (Abimde).

 

Expansão de telecomunicações na Amazônia é uma das oportunidades para a indústria, informa Exército em evento na Fiesp

Foto: Paulo Skaf homenageia alunos da Escola Preparatória de Cadetes do Exército

Agência Indusnet Fiesp

O presidente da Federação das Indústrias do Estado de São Paulo (Fiesp), Paulo Skaf, participou, na tarde desta segunda-feira (02/12), de cerimônia em homenagem aos alunos da Escola Preparatória de Cadetes do Exército.

A solenidade, realizada na sede da federação, na Avenida Paulista, em São Paulo, reconheceu os alunos que conquistaram as melhores classificações durante o curso.

Paulo Skaf durante a homenagem aos cadetes em cerimônia na Fiesp. Foto: Everton Amaro/Fiesp

Paulo Skaf durante a homenagem aos cadetes em cerimônia na Fiesp. Foto: Everton Amaro/Fiesp

 

Fiesp recebe militares da Escola de Comando e Estado-Maior do Exército

Guilherme Abati, Agência Indusnet Fiesp

O presidente da Federação das Indústrias do Estado de São Paulo (Fiesp), Paulo Skaf, recebeu, na manhã desta quarta-feira (19/06), na sede da instituição, a visita de militares da Escola de Comando e Estado-Maior do Exército (Eceme).

Aos militares, alunos do Curso de Política, Estratégia e Alta Administração do Exército (Cpeaex), Skaf falou sobre a importância das forças armadas para o Brasil e sobre o atual panorama do setor.  “Os militares têm respeito e admiração pelo país e o contrário também é verdadeiro”, afirmou.

Skaf recebe a Escola de Comando e Estado Maior do Exército na Fiesp. Foto: Junior Ruiz/Fiesp

Skaf recebe militares ligados à Escola de Comando e Estado- Maior do Exército na Fiesp. Foto: Junior Ruiz/Fiesp

Segundo o presidente da Fiesp, a cadeia produtiva da defesa precisa ser recuperada. “O Departamento da Indústria de Defesa (Comdefesa) tem a missão de recuperar a cadeia produtiva da defesa, que quase chegou a acabar anos atrás”, destacou. “A cadeia produtiva da defesa precisa produzir cada vez mais e gerar riqueza para o Brasil. Faço questão que tenhamos afinidade com a Força militar em dia, determinada com o progresso brasileiro”.

Skaf disse que a Fiesp é uma instituição que respeita o que as forças armadas representam para o país. “A questão da proteção de nossa riqueza é fundamental. E isso é assegurado com o trabalho de nossas forças armadas”, disse.

Presente no evento, André Rebelo, assessor para assuntos estratégicos da presidência da Fiesp, fez uma apresentação aos alunos e abordou temas ligados ao desenvolvimento econômico brasileiro e ao atual panorama da atividade industrial do país. “Indústria é o que mais faz o Produto Interno Bruto (PIB) crescer. O papel de destaque hoje é o da indústria de transformação”, explicou.

Rebelo citou as dificuldades enfrentas pelo setor para crescer. “Altas taxas de juros, acima do praticado em outros países, o câmbio, carga tributária e defasagem na infraestrutura são os principais empecilhos para a expansão da atividade industrial brasileira, inclusive no que se refere à defesa”, afirmou.

Skaf, Gen. Ex Esper, Gen Bda. Stoffel e Gen Ar Azevedo: respeito e admiração pelo país. Foto: Junior Ruiz/Fiesp

Da esquerda para a direita: Skaf, Gen. Ex Esper, Gen Bda. Stoffel e Gen Ar Azevedo: admiração pelo país e apoio à indústria de defesa. Foto: Junior Ruiz/Fiesp

Outro participante da reunião, Sérgio Vaquelli, diretor titular adjunto do Departamento da Indústria de Defesa (Comdefesa), falou sobre a indústria de defesa no Brasil. Para Vaquelli, o mercado de defesa cresce, mas ainda está aquém dos outros países e das necessidades do Brasil. “Porém, há novos programas de defesa sendo iniciados e o ambiente regulatório está em evolução. Investir em defesa é importante, o setor é indutor de crescimento”, afirmou.

Também participaram da reunião o General Antonio Gabriel Esper e o General Walter Stoffel, comandante da Escola de Comando e Estado-Maior do Exército.

Paulo Skaf recebe homenagem em encontro com oficiais da reserva do Exército no CPOR/SP

Edgar Marcel, Agência Indusnet Fiesp

Paulo Skaf acompanhou a formatura geral da tropa e assistiu ao desfile no pátio do CPOR

Em visita ao Centro de Preparação de Oficiais da Reserva de São Paulo (CPOR), na zona norte da cidade, nesta terça-feira (17/07), o presidente da Federação das Indústrias do Estado de São Paulo (Fiesp), Paulo Skaf, acompanhou a formatura geral da tropa, que entoou canções militares e desfilou no Pátio Patriarca da Independência.

Recebido pelo comandante do CPOR, o coronel Saú, logo depois Skaf participou de um encontro no auditório do CPOR, onde, em tom descontraído, fez um discurso aos cerca de 200 alunos, oficiais instrutores, subtenentes e sargentos.

Skaf lembrou de quando foi 2° tenente da ala de infantaria em1974 no CPOR/SP. “Aqui, tive lições de lealdade, amizade e disciplina. Vocês, jovens, são privilegiados por terem 18, 19 anos e por vivenciarem esta experiência de princípios que serão levados por toda a vida”, comentou agradecendo pela oportunidade de fazer “não uma palestra, mas um bate papo”.

Skaf em discurso aos alunos do CPOR: 'Não há nada fácil nesta vida, é preciso sacrifício, e vocês estão no caminho certo'

Os alunos fizeram perguntas ao presidente da Fiesp sobre a campanha “Energia a Preço Justo” e a mobilização nacional que derrubou a CPMF, em 2007. O líder industrial também perguntou aos alunos sobre o cotidiano de trabalho e de estudos no Exército. “Não há nada fácil nesta vida, é preciso sacrifício, e vocês estão no caminho certo”, observou.

O presidente da Fiesp falou ainda da visita que fez ao Haiti a convite do Exército, em missão de paz, em 2011. “Uma experiência humana incrível”, ressaltou.

Homenagem

Após o encontro, a Associação Brasileira de Oficiais da Reserva do Exército (Abore) entregou ao presidente da Fiesp uma placa comemorativa, em reconhecimento pelos exemplos de competência moral, ética e patriotismo em sua conduta profissional na sociedade, além do apreço demonstrado pelo CPOR/SP e pelo Exército Brasileiro.

Exército já construiu mais de 16 mil km de rodovias




General Ítalo Fortes Avena

Com formação de excelência, a engenharia militar tem sido empregada amplamente nos projetos de infraestrutura do Brasil. São milhares de quilômetros de rodovias, ferrovias, pontes, túneis e linhas telegráficas construídas, segundo informações do general Ítalo Fortes Avena, chefe do Departamento de Engenharia e Construção do Exército Brasileiro. Ele esteve na Fiesp na quarta-feira (22) para discutir o assunto no Seminário Infraestrutura Crítica em Transportes.

O general Avena buscou na história a vocação do Exército Brasileiro para justificar sua participação nos projetos de infraestrutura do País. Segundo ele, os militares portugueses foram os primeiros engenheiros que atuaram no Brasil, e a criação da Real Academia de Artilharia, Fortificação e Desenho (que ao longo do tempo se transformou no atual Instituto Militar de Engenharia), em 1792, possibilitou o início da formação de oficiais engenheiros.

De acordo com o general, o Exército desenvolve estudos e projetos para as obras do Plano Nacional de Logística de Transporte (PNLT), do Ministério dos Transportes. “É uma participação dentro do que a nação espera de nós. Cooperamos com órgãos públicos e empresas civis na execução de obras e serviços”, afirmou Avena. Dentre outras ações, o Exército já construiu mais de mil açudes no Nordeste brasileiro, 34 aeroportos e 59 aquartelamentos.


Logística





Saturnino Sérgio da Silva, diretor de Infraestrutura, Logística e Transportes da Fiesp

O diretor titular do Departamento de Infraestrutura, Logística e Transportes da Fiesp, Saturnino Sérgio da Silva, fez uma análise da situação atual da infraestrutura do País.

Ele lembrou que nos 20 anos anteriores a 2003 não foram mantidos os investimentos públicos, o que prejudicou o desenvolvimento e o crescimento da atividade produtiva. “O investimento em infraestrutura logística não é necessário apenas para a atividade produtiva, mas é indutor de desenvolvimento do País”, pontuou.

Para Saturnino, o Brasil está avançando, mas ainda precisa de grandes investimentos para mudar sua matriz de transportes, promover maior interação entre os setores público e privado e discutir o tipo de modal adequado para transportar suas riquezas. “Nosso desafio é pensar no futuro. Os investimentos farão toda diferença na nossa competitividade”, comentou.


Evento





Jairo Cândido, diretor do Comdefesa

O diretor-titular do Departamento da Indústria de Defesa (Comdefesa) da Fiesp, Jairo Cândido, explicou que o seminário foi o primeiro de uma série que deverá discutir as várias áreas da infraestrutura. “É fruto de um trabalho iniciado há três anos, quando promovemos o Dia Internacional de Segurança em Informática”, recuperou. Segundo ele, o Comdefesa está envolvido nesta discussão por entender que ela é necessária à soberania nacional.

O Seminário Infraestrutura Crítica em Transportes foi realizado por meio de parceria entre o Departamento da Indústria de Defesa (Comdefesa), o Departamento de Segurança (Deseg) e o Departamento de Infraestrutura – Logística e Transportes (Deinfra-Logística e Transportes) da Fiesp.