Custo de Crédito Semanal

O Departamento de Pesquisas e Estudos Econômicos da Fiesp (Depecon) elabora um estudo comparativo das taxas de juros aplicadas pelos grandes bancos de varejo no Brasil.

O objetivo é auxiliar os industriais e a sociedade em geral a negociar melhores condições para suas operações de crédito. Além disso, o estudo vai ao encontro dos esforços da entidade na busca pela redução do custo do dinheiro.

Custo de crédito semanal – 11/10/2018

Para visualizar ou baixar a análise mais recente em seu computador, acesse o menu ao lado.

Periodicidade: Semanal.

Resultados apurados: Taxa média de juros cobrada pelas principais modalidades de crédito.

Estudo Fiesp: Mudança do Clima – Avaliação dos reflexos das metas de redução de emissões sobre a economia e a indústria brasileira

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Confira o estudo Mudança do Clima – Avaliação dos reflexos das metas de redução de emissões sobre a economia e a indústria brasileira, lançado pela FIESP durante o evento de Mudança do Clima e Segurança Hídrica que ocorreu dia 21 de março, em comemoração ao Dia Mundial da Água.


PUBLICAÇÃO


CLIQUE AQUI e veja as fotos do evento de lançamento do Estudo.

Estudo da Fiesp sobre desburocratização é destaque na Gazeta do Povo

Agência Indusnet Fiesp

Estudo da Fiesp sobre desburocratização foi destaque em reportagem sobre o assunto no jornal Gazeta do Povo, de Curitiba, no Paraná. No texto “Burocracia empobrece o Brasil, mas não entra na agenda de prioridades”, publicado em 13 de janeiro de 2017, é citado estudo da federação que aponta perdas de 2,76% do PIB, o equivalente a R$ 163 bilhões, com “o custo dos encargos administrativos governamentais exigidos dos cidadãos e empresas”.

Assim, o jornal destaca que “a pesquisa da Fiesp estimou que seria possível reduzir a burocracia para 1,47% do PIB, o que iria gerar uma economia anual de R$ 61,6 bilhões para a sociedade”.

Para ler a reportagem na íntegra, só clicar aqui.


Indústria é setor que menos recebe profissionais que mudaram de emprego

Isabela Barros, Agência Indusnet Fiesp

A maioria das pessoas que mudaram de emprego no último ano em direção a outro setor de atividade não veio trabalhar na indústria. De acordo com pesquisa realizada pelo Departamento de Pesquisas e Estudos Econômicos (Depecon) da Federação e do Centro das Indústrias do Estado de São Paulo (Fiesp e Ciesp) em parceria com o instituto de pesquisa Ipsos, 47% dos trabalhadores que fizeram esse movimento foram para o comércio, sendo que 30% saíram do setor de serviços e 17% da indústria.

A discussão sobre a troca de emprego faz parte de um levantamento feito em âmbito nacional, entre os dias 18 e 26 de fevereiro de 2014, considerando uma amostra de 1 mil pessoas.

Segundo o estudo, para a área de serviços foram 45% dos profissionais que mudaram de setor junto com a troca de emprego, sendo que 34% saíram do comércio e 11% da indústria.

Dessa forma, a indústria foi o setor que mais enfrentou dificuldades para fazer contratações: apenas 7% dos entrevistados que mudaram de emprego e de área se tornaram industriários. Desses, 5% vieram do comércio e 2% de serviços. Com isso, aponta a pesquisa, observa-se um desequilíbrio no setor industrial, já que apenas 7% dos entrevistados disseram que ingressaram na área, enquanto 28% desses trabalhadores saíram desse setor.

Perguntados sobre a satisfação trazida pela troca de emprego, 81% dos entrevistados estão satisfeitos com a mudança.

Felizes com o trabalho

No item satisfação, aliás, se você se sente infeliz em seu emprego atual, saiba que a sua opinião não é a mesma da maioria dos brasileiros. Conforme o levantamento, 78% da população está satisfeita com o emprego que tem. Os insatisfeitos respondem por 21% do total, enquanto 2% dos entrevistados disseram não saber ou não responderam.

Entre aqueles que trocaram de emprego, a principal razão para a mudança foi o salário maior, opinião de 49% das pessoas ouvidas. Em segundo lugar apareceu a demissão imposta pela empresa (17%) e, em terceiro, a melhor qualificação pessoal (9%).

Para acessar o estudo completo, só clicar aqui.

Custo Brasil deixa produto nacional 33,7% mais caro que importado em 2013

Alice Assunção, Agência Indusnet Fiesp

O chamado Custo Brasil, termo que se refere ao conjunto de entraves estruturais que encarecem a produção industrial local, contribuiu para que mercadorias produzidas pelo setor manufatureiro brasileiro ficassem 33,7% mais caras que produtos importados de países parceiros, ou seja, nações como a Alemanha, Argentina, Chile, França, e outras, que corresponderam a mais de 70% da pauta de importados no ano passado.

Os dados fazem parte da versão atualizada da pesquisa Custo Brasil e a Taxa de Câmbio na Indústria de Transformação 2013, elaborada pelo Departamento de Competitividade e Tecnologia (Decomtec) da Federação das Indústrias do Estado de São Paulo (Fiesp).

Descontando efeitos como a valorização cambial, o Custo Brasil encareceu os produtos produzidos por indústrias brasileiras em 23,4% com relação os produtos importados dos países parceiros.

No relatório da nova pesquisa, o Decomtec listou algumas razões pelas quais a valorização cambial prejudica a expansão da indústria e, consequentemente da economia.

“A valorização cambial provoca redução do preço de produtos importados, tal redução é mais significativa que a ocorrida no custo de produção da indústria de transformação nacional, uma vez que a maior parte da sua estrutura de custos é insensível a variações da taxa de câmbio”, apontou o estudo.

Segundo o Decomtec, a apreciação do Real ainda desestimula o investimento “produtivo no mercado interno”.

Na comparação com os países desenvolvidos, o diferencial de preços para um produto produzido no Brasil para um produto importado é de 29,9%. No caso dos emergentes, o diferencial do custo é de 36,9%.

Em relação à China

A pesquisa apurou ainda que o custo de produto manufaturado no Brasil é 32,3% superior ao custo de uma mercadoria da China.

O Departamento de Competitividade e Tecnologia da Fiesp concluiu que as alíquotas do imposto de importação são “insuficientes” para derrubar a desvantagem de competição da indústria de transformação brasileira.

“O Custo Brasil e a valorização cambial explicam o fraco desempenho da indústria de transformação, repercutindo em baixo nível de investimento e crescimento do PIB, muito aquém do necessário para o desenvolvimento da nação”, informou o estudo. “A análise comprova que as deficiências do ambiente de negócios não podem ser compensadas por melhorias nas estratégias empresariais”.

Para acessar a apresentação da Pesquisa, clique aqui.


Diretor de Construção da Fiesp anuncia lançamento de estudo sobre megaeventos

Alice Assunção, Agência Indusnet Fiesp

Um novo estudo elaborado pela RI USP.jr, empresa contratada por entidades representantes do setor da construção civil, deve comparar o Brasil em planejamento da infraestrutura, arcabouço legal, orçamento e legado com outros países que sediaram eventos de grande porte, como a Copa do Mundo.

Segundo o diretor titular adjunto do Departamento da Indústria da Construção (Deconcic) da Federação das Indústrias do Estado de São Paulo (Fiesp), Manuel Carlos de Lima Rossitto, que anunciou o lançamento da publicação durante reunião do departamento, o trabalho vai mostrar os conhecidos gargalos da construção civil na preparação de megaeventos, mas também deve apresentar propostas de melhorias para a organização dos Jogos Olímpicos de 2016, por exemplo.

A conclusão do estudo, no entanto, confirma que o país não está bem com relação à outras nações, sobretudo no que diz respeito ao planejamento de infraestrutura e ao legado do evento.

“Nossa avaliação é que a indústria perdeu oportunidades”, afirmou Rossito. “A indústria da construção poderia ter trabalhado muito mais, principalmente em mobilidade urbana. Não soube alinhar todos os atores para aproveitar melhor os recursos disponíveis”, lamentou o diretor do Deconcic em seu diagnóstico.

Convidado pelo Deconcic, o diretor presidente da Companhia de Desenvolvimento Habitacional Urbano (CDHU), José Milton Dallari Soares, comentou que, mesmo com planejamento, o resultado das obras para a Copa não seria diferente porque o controle dos projetos “escapa na terceirização”.

“O Brasil deveria fazer uma revisão e os senhores da área de construção têm toda a possibilidade de começar a botar ordem. Está na hora de dar um ordenamento um pouco maior desse segmento para enfrentar megaeventos”, disse Soares.

Grupos de Trabalho

Durante reunião do Deconcic, Rossito apresentou a formação do novo Grupo de Trabalho Sistemas Construtivos Industrializados e convidou as entidades representadas no encontro para participarem da nova equipe.

Na outra ponta, o coordenador do Grupo de Trabalho Segurança em Edificações, Valdemir Romero, atualizou as ações da equipe para garantir vistorias em prédios de longo uso.

“A intenção é conseguir criar uma lei que faça a vistoria periódica em edificações. O objetivo é contribuir para uma mudança educacional e para conseguir alguma coisa, vamos precisar de vistorias periódicas”, explicou.

Romero também reforçou a necessidade de divulgar a nova Norma 16.280 da Associação Brasileira de Normas Técnicas (ABNT). Em vigor desde 18 de abril, a nova norma respalda os responsáveis legais pelo edifício no que diz respeito à gestão de reformas. A regra estabelece como uma das diretrizes que toda reforma que altere ou comprometa a segurança da edificação e seu entorno precisa ser submetida à análise da construtora/incorporadora e do projetista, dentro do prazo decadencial (a partir do vencimento da garantia).

Compete Brasil

Na reunião, o diretor titular adjunto Mario William Esper fez uma apresentação sobre o programa Compete Brasil.

Estratégia de recuperação da competitividade é crucial para reverter processo de desindustrialização nacional, aponta estudo da Fiesp

Guilherme Abati, Agência Indusnet Fiesp

O estudo “Brasil: Indústria de Alta Tecnologia?”, elaborado pelo Departamento de Competitividade e Tecnologia (Decomtec) da Federação das Indústrias do Estado de São Paulo (Fiesp), desconstrói três mitos recorrentes sobre a atual situação da indústria nacional.

O primeiro mito é o de que não está ocorrendo desindustrialização no Brasil. O estudo demonstra queda da participação da indústria no PIB nacional, que, em 2012, alcançou apenas 13,3% – patamar mais baixo desde 1955. Além disso, a participação do emprego industrial também sofreu queda. De 27,7% dos empregos formais da economia em 1985, o setor responde atualmente a apenas 17,17%.

O segundo mito derrubado pelo estudo é o de que os setores de maior intensidade tecnológica estariam ganhando participação no Produto Interno Bruto (PIB).  Segundo o levantamento, a estrutura da indústria brasileira não se sofisticou em termos de composição setorial por nível de intensidade tecnológica. Além disso, os setores de alta e média-alta intensidade tecnológica perderam participação no PIB, de 5,7% a 5,4%, entre 2000 e 2011, segundo classificação da Organização para a Cooperação e Desenvolvimento Econômico (OCDE).  De acordo com o IBGE, a queda foi de 6,2%, em 2000, para 5,9%, em 2011.

A terceira tese refutada pelo documento do Decomtec é a de que a importação de alta tecnologia tem sido direcionada para a modernização da indústria e aumento da produtividade. Afirmação que não encontra base, já que, no período analisado, as exportações de manufaturados se concentraram nos setores de baixa intensidade tecnológica, enquanto as importações se intensificaram nos produtos de maior tecnologia. Sendo assim, a indústria do país ainda não pode ser classificada como uma indústria de alta tecnologia.

“Continuamos exportando mais produtos de média e baixa tecnologia e importando cada vez mais produtos de alta tecnologia”, analisou José Ricardo Roriz Coelho, diretor do Decomtec e um dos responsáveis pelo estudo.

Roriz Coelho: “Continuamos exportando mais produtos de média e baixa tecnologia”. Foto: Julia Moraes/Fiesp

Roriz Coelho: “Continuamos exportando mais produtos de média e baixa tecnologia”. Foto: Julia Moraes/Fiesp


Caminhos para a superação dos problemas

O levantamento aponta, entre outras recomendações, que, para o crescimento relevante do setor, a ponto de reverter o processo de desindustrialização, é crucial a implantação de uma estratégia de recuperação da competitividade que inclua uma revisão da política macroeconômica tanto cambial quanto monetária e econômica. Além da revisão, o estudo afirma ser necessária a adoção de uma política industrial e tecnológica ampla e efetiva, abrangendo instrumentos creditícios, fiscais e tributários.

Participação da indústria no PIB pode cair para 9,3% em 2029, aponta estudo da Fiesp

Alice Assunção, Agência Indusnet Fiesp

A participação do setor manufatureiro no Produto Interno Bruto (PIB) está próxima do menor patamar desde 1947, quando as primeiras informações a respeito foram levantadas no Brasil. Na ocasião, a indústria foi responsável em 11,3% do PIB.  Os dados são da pesquisa “Por que reindustrializar o Brasil?”, elaborada pelo Departamento de Competitividade e Tecnologia (Decomtec) da Federação das Indústrias do Estado de São Paulo (Fiesp).

“Se a participação da indústria se reduzir em mais 2,2 pontos percentuais, chegando a 11,1%, retornaremos a uma participação que o Brasil teve quando era um país rural e primário-exportador”, afirma o documento.

Entre 2004 e 2012, a participação industrial na atividade econômica totalizou uma perda de 30,8%. Assim, a fatia de contribuição do setor manufatureiro para o PIB caiu de 19,2% em 2004 para 13,3% no ano passado. A taxa já é a menor desde 1955, quando a participação chegou a 13,1%.

Para 2029, o Decomtec estima uma perda total de participação de 30,5% a partir deste ano, podendo chegar a 9,3% do PIB se um plano de reindustrialização não for proposto e colocado em prática.

“Para tornar a economia brasileira ser desenvolvida em 15 ou 20 anos, precisamos reverter o atual cenário, reindustrializar o Brasil e elevar sua taxa de investimento”, considera o departamento em nota.

Dobrar a renda per capita

Para reindustrializar o Brasil e retomar a trajetória de expansão do país, o Decomtec sugere dobrar a renda per capita (principal indicador de desenvolvimento de um país) dos atuais US$ 10 mil para US$ 20 mil pelos próximos 20 anos, com um crescimento de PIB de 4,01% ao ano e aumento médio de 3,52% da renda per capita. Outra opção é alcançar essa meta em 15 anos, com alta do PIB a 5,29% ao ano. Se isso acontecer, conforme o estudo, o país alcançará “nível de entrada para ser desenvolvido”.

O Decomtec selecionou 25 países responsáveis por 80% do PIB mundial em 2012 para comparar seu grau de industrialização e renda per capta com os níveis brasileiros. Dos 25, apenas nove foram capazes de dobrar a renda per capita de US$ 10 mil para US$ 20 mil e todos tinham em comum uma participação industrial do PIB acima de 20%.

Segundo o departamento, os Estados Unidos dobraram sua renda per capita em 25 anos com uma participação industrial de mais de 27% do PIB norte-americano. A Alemanha demorou 20 anos para dobrar a renda per capita enquanto a indústria foi responsável por mais de 29% do PIB.  Já o Japão dobrou a renda em 13 anos e a fatia da indústria no PIB do país chegou a 27%.

O Brasil, por sua vez, levou 39 anos para duplicar sua renda per capita de US$5 mil para US$10 mil.

Investimento

Com exceção dos Estados Unidos e do Reino Unido, que apresentavam elevado estoque de capital na ocasião, a taxa de investimento dos países que conseguiram dobrar a renda per capita de US$ 10 mil para US$ 20 mil também foi acima de 20%.

No ano em que dobrou sua renda per capita, o Japão contou com 31% de investimento do PIB. A Alemanha investiu 23%, enquanto os Estados Unidos investiram 18%.

“Vale ressaltar que a realidade dos países que duplicaram seu nível de renda per capita de US$ 10 mil para US$ 20 mil contrasta com a situação atual do Brasil. Em 2012, a participação da indústria de transformação brasileira no PIB foi de apenas 13,3% e a taxa de investimento correspondeu a 18,1%”, analisa o Decomtec no documento.

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Seminário

Para discutir o tema, a Fiesp realizou, em sua sede, na Avenida Paulista, no dia 26 de agosto, o seminário “Reindustrialização do Brasil”. Na abertura do evento, o presidente da entidade, Paulo Skaf, destacou que debater a desindustrialização é falar de “leite derramado”. “Precisamos realmente é discutir a reindustrialização do país”. “Estamos unidos nessa grande missão que é a recuperação da indústria do Brasil”, afirmou. “A indústria de transformação é de suma importância para qualquer país”.

Paulo Skaf abriu o seminário sobre reindustrialização no dia 26 de agosto, na Fiesp. Foto: Helcio Nagamine/Fiesp


Para saber mais sobre o seminário, só clicar aqui.

Custo Brasil na Indústria de Transformação em 2012


Imagem relacionada a matéria - Id: 1539904055PARA VISUALIZAR OU GRAVAR O ESTUDO, ACESSE O MENU AO LADO


Para entender melhor o estudo, leia o resumo abaixo:

  • Os mais recentes dados atestam que o baixo crescimento econômico brasileiro é, em boa medida, consequência da crise em curso na indústria de transformação.
  • Essa crise se caracteriza pela estagnação da produção industrial num contexto de aumento do consumo interno (atendido quase integralmente pelo incremento das importações), e tem duas causas fundamentais. A primeira é o “Custo Brasil”, termo referente a deficiências dos fatores sistêmicos da economia brasileira que se traduzem em maiores custos internos em comparação com outras economias. A segunda é a valorização da taxa de câmbio, que, apesar de atenuada no último ano, ainda é muito prejudicial à competitividade do setor.
  • Novo estudo do Decomtec/Fiesp quantifica, detalhadamente, o impacto desses fatores na competitividade dos produtos transformados brasileiros. Em função do Custo Brasil e valorização do real, um bem manufaturado nacional é, em média, 34,2% mais caro que similar importado dos principais parceiros comerciais. Esse percentual se refere à comercialização no mercado brasileiro, inclusos todos os tributos, e, no caso de bens importados, já contando com as alíquotas de importação e demais custos de internalização.
  • Ressalte-se que o diferencial de preços de 34,2% se refere à média da indústria de transformação, existindo distinções de acordo com os setores de atividade considerados. Por sua vez, os diferenciais de preços estão sujeitos a um efeito cumulativo, à medida que se avança nas cadeias produtivas da indústria. É por isso que, no caso de setores a jusante das respectivas cadeias, justamente os que mais empregam e agregam maior valor à produção, a tendência é que os diferenciais d
    e preço ante os produtos importados sejam mais elevados.
  • O diferencial de preços apontado é a causa primordial da crise na indústria de transformação, e, consequentemente, também explica o persistente baixo nível de investimentos e de atividade inovativa, e, portanto, o reduzido crescimento econômico do Brasil.
  • A natureza sistêmica do Custo Brasil e da valorização cambial tornam sua redução fundamentalmente dependentes de políticas de Estado. Pelo prejuízo à competitividade industrial quantificado no estudo, essas políticas têm caráter de urgência.

Fiesp e Ciesp divulgam Índice de Nível de Emprego referente a janeiro

Agência Indusnet Fiesp

O diretor do Departamento de Pesquisas e Estudos Econômicos (Depecon) da Federação e do Centro das Indústrias do Estado de São Paulo (Fiesp e Ciesp), Paulo Francini, divulgará nesta terça-feira (19/02) o  Índice de Nível de Emprego da Indústria Paulista de Transformação – Estado e Regiões, referente ao mês de janeiro.

O resultado do estudo será anunciado à imprensa em entrevista coletiva partir das 11h, na sede das entidades, à avenida Paulista, 1313,  10º andar.


Consumo da China ainda é bastante elevado, apesar da perda de competitividade industrial, diz secretário da SAE

Alice Assunção, Agência Indusnet Fiesp

Roger Leal. Foto: Julia Moraes

Roger Leal, secretário-executivo da Secretaria de Assuntos Estratégicos da Presidência da República. Foto: Julia Moraes

Um estudo elaborado pela Universidade de São Paulo (USP) e outras instituições revela que a competitividade da China perde fôlego com o aumento do custo da mão de obra nos últimos anos. Ainda assim, informa o levantamento, o mercado asiático mantém um padrão de consumo bastante elevado.

Na visão do secretário-executivo da Secretaria de Assuntos Estratégicos da Presidência da República, Roger Leal, no entanto, apenas uma análise aprofundada da pesquisa pode mensurar o impacto dessa perda no Brasil.

“Existe uma queda de exportação, mas é óbvio que a China ainda mantém padrões de consumo bastante elevados”, afirmou Leal ao comentar o estudo intitulado Competitividade Industrial Chinesa – Impacto Econômico e Realidade Socioambiental, apresentado nesta terça-feira (18/02) pelo professor da USP, Gilmar Masiero, durante seminário “A Competitividade Industrial Chinesa no Século XXI”, na Federação das Indústrias do Estado de São Paulo (Fiesp).

“Ele [o estudo] traz a possibilidade de se perceber nichos de atuação do setor privado brasileiro do ponto de vista da exportação, da atuação conjunta com empresas chinesas no sentido de provê-las em suas cadeias produtivas de bens mercadorias”, completou Leal.

A publicação analisa a competitividade dos setores metal-mecânico, químico e eletroeletrônico chineses e enfatiza os impactos dos custos do trabalho e de preservação ambiental no desempenho das empresas do país.

Conforme o estudo, no período de 2000 a 2010, o Índice de Desenvolvimento Humano (IDH) da China apresentou variação positiva acima da média mundial. Enquanto o mundo melhorou o IDH em 9% em 10 anos (de 0,570 pontos para 0,624 pontos), a China registrou melhora de 17%, chegando a 0,663 em 2010. Comparando com o Brasil, a China praticamente dobrou o crescimento do índice durante o período.

No que diz respeito a custo com mão de obra, informa ainda a pesquisa, entre 2002 e 2008 o custo do trabalho/hora subiu 140%, para US$1,36. Ainda assim, o valor 23 vezes inferior ao pago pelos Estados Unidos é seis vezes inferior ao pago pelo Brasil.

Estadão destaca estudo da Fiesp sobre gastos com mão de obra e produtividade da indústria

Agência Indusnet Fiesp

Imagem relacionada a matéria - Id: 1539904055O jornal Estado de S. Paulo desta quarta-feira (25/07) destaca estudo da Federação das Indústrias do Estado de São Paulo (Fiesp) sobre gastos com mão de obra e produtividade da indústria.

Elaborado pelo Departamento de Pesquisas e Estudos Econômicos (Depecon) da entidade, o levantamento aponta que a produtividade do trabalho na indústria de transformação ficou negativa em 0,8% nos 12 meses terminados em maio de 2012 na comparação com o período anterior, enquanto a folha de pagamento do trabalhador teve alta de 3,4%.

Ainda conforme a pesquisa, a produtividade diminuiu em 10 dos 17 setores da indústria de transformação no acumulado 12 meses, abatida principalmente pela queda mais acentuada da produção física (-1,1%). As horas pagas também diminuíram (-0,6).

Em 2011, a produtividade da indústria também registrou queda, de 0,2% na comparação anual. A produtividade é medida pela relação entre a produção física e o número de horas pagas.

Leia íntegra da matéria sobre produtividade e salários: Salário sobe mais que desempenho indústria.

Clique aqui e veja estudo completo.

Geopolítica energética está na pauta do 13º Encontro Internacional de Energia da Fiesp

Alice Assunção, Agência Indusnet Fiesp

A relação de países quanto ao planejamento estratégico será um dos focos de discussões entre empresários e autoridades no 13º Encontro Internacional de Energia da Federação das Indústrias do Estado de São Paulo (Fiesp), evento que será realizado nos dias 6 e 7 de agosto, no Hotel Unique, na capital paulista. Com seis temas centrais, o encontro propõe o tema “Geopolítica Energética”, com debates sobre a energia no contexto da economia sustentável, visão estratégica e diálogo entre os mercados.

“No capítulo geopolítica energética nós não falamos exclusivamente de planejamento energético no Brasil, mas retomamos no encontro todas as discussões sobre energia e emissões de gases efeito estufa e seus efeitos na mudança do clima”, destaca Carlos Cavalcanti, diretor-titular do Departamento de Infraestrutura (Deinfra) da Fiesp.

Cavalcanti antecipa que no centro das discussões do evento estará o papel da hidroeletricidade como fonte de energia mais competitiva e de menor emissão de Gases de Efeito Estufa (GEE) no mundo.

Segundo levantamento da Agência Internacional de Energia (AIE), dois terços (66%) das emissões mundiais de GEE derivam da produção de energia. O estudo aponta ainda que o Brasil – que figura na lista das maiores economias do mundo – tem a matriz energética mais limpa, com 47% de utilização de fontes renováveis e de baixa emissão de GEE.

No Brasil, a hidroeletricidade predomina com 84%. E a Fiesp defende que os recursos hídricos disponíveis não só no país, mas no mundo, devem ser aproveitados por meio da construção de usinas hidrelétricas, já que o nível de emissão de GEE é baixo, cerca de 6 kg de CO2e/MWh contra 878 kg de CO2e/MWh gerados pela produção de eletricidade a partir do carvão mineral.

Preço da tarifa

O preço da tarifa de energia está entre os problemas do setor de energia em pauta no encontro da Fiesp, segundo Carlos Cavalcanti. “Para dar um exemplo, o governo desonerou o imposto para não subir o preço da gasolina. É isso que eles têm de fazer com a energia elétrica”, disse o diretor do Deinfra/Fiesp sobre a decisão do governo, no mês passado, de zerar a alíquota da Contribuição de Intervenção do Domínio Econômico (Cide) para manter o preço do combustível que chega ao consumidor final.

Serviço
13º Encontro Internacional de Energia da Fiesp
Data/horário: 6 e 7 de agosto de 2012, das 8h30 às 18h
Local: Centro de Convenções do Hotel Unique
Endereço: Av. Brigadeiro Luis Antonio, 4.700, Jardim Paulista, capital
Veja a programação no site: http://www.fiesp.com.br/agenda/encontro-energia/

Estadão destaca estudo da Fiesp sobre impacto de prazo curto para recolher impostos

Agência Indusnet Fiesp

O editorial “Fisco e resquício inflacionário”, publicado no sábado (14/07) pelo jornal Estado de S. Paulo, reforça pleito da Federação das Indústrias do Estado de São Paulo (Fiesp), apresentado pelo presidente da entidade, Paulo Skaf, aos governos federal e estadual.

De acordo com o jornal, o recolhimento antecipado de impostos acarreta um alto custo para as empresas. A opinião do Estadão é embasada por um estudo da Fiesp, “Necessidade de Capital de Giro para Recolhimento de Tributos e o seu Custo Financeiro para a Indústria de Transformação”, desenvolvido pelo Departamento de Competitividade e Tecnologia (Decomtec).

“Segundo o estudo da Fiesp, o ciclo médio da produção é de 73 dias, o prazo médio de pagamento dos fornecedores é de 65 dias e o prazo médio de recebimento das vendas é de 55 dias, mas o prazo médio de recolhimento dos tributos é de apenas 31 dias. Esta defasagem obriga a indústria a usar quase um quinto do seu capital de giro para financiar os governos”, afirma o Estadão.

A proposta da Fiesp, informa o editorial, é a de alongar em 60 dias o prazo de pagamento de tributos como PIS, Cofins, IPI e ICMS, o que propiciaria um alívio de estimados R$ 139,5 bilhões em capital de giro. O custo financeiro da tomada desse capital dos bancos é avaliado em R$ 7,5 bilhões por ano, segundo o diretor-titular do Decomtec, José Ricardo Roriz Coelho.

Leia a íntegra do texto no site do Estado de S. Paulo

Fiesp quer prazo de 60 dias para pagamento de impostos das indústrias

Agência Indusnet Fiesp

A Federação das Indústrias do Estado de São Paulo (Fiesp) lançou esta semana o estudo “Necessidade de Capital de Giro para Recolhimento de Tributos e o seu Custo Financeiro para a Indústria de Transformação”.

O levantamento mostra que há um descasamento médio de mais de 50 dias entre o prazo de pagamento dos impostos realizado pelas empresas industriais e o recebimento dos valores provenientes das vendas.

A proposta de ampliação dos prazos de recolhimento foi feita pelo presidente da Fiesp e do Ciesp, Paulo Skaf, ao ministro da Fazenda, Guido Mantega, e ao Secretário da Fazenda de São Paulo, Andrea Calabi, durante evento realizado na sede da entidade.

Esse descompasso traz a necessidade de utilização de linhas de crédito de Capital de Giro, com alto custo para as companhias, dinheiro que poderia ser utilizado para investir, gerando emprego, renda, consumo e produção – aumentando a competitividade brasileira.

O estudo traz ainda a conclusão de que o descasamento desses prazos também gera despesa adicional de R$ 7,5 bilhões para as empresas industriais, somente com pagamento de juros das operações de Capital de Giro.

Assim, a Fiesp propõe uma ampliação de 60 dias de forma definitiva no prazo vigente de recolhimento, o que liberaria R$ 140 bilhões para investimento. “Essa solução seria eficiente, prática e democrática. Dessa forma, haveria mais liquidez para todas as empresas e isso estimularia a economia como um todo”, avalia o presidente da Fiesp e do Ciesp, Paulo Skaf.

O descompasso de prazos é herança dos tempos da hiperinflação, quando os governos federal e estadual antecipavam ao máximo o recebimento dos impostos das empresas para que o dinheiro não perdesse valor. Com a inflação baixa e sob controle, a medida passou a onerar desnecessariamente as empresas, podendo ser revista sem prejuízos aos governos e com grandes benefícios para os setores produtivos.

Veja aqui a íntegra do estudo da Fiesp.

Fiesp cria grupo para ordenar legislação ambiental em São Paulo

Solange Sólon Borges, Agência Indusnet Fiesp

A Fiesp e o Ciesp estão realizando o ordenamento da legislação ambiental paulista, avaliando as normas em vigor e as que já caducaram, colaborando com o governo do estado de São Paulo. Hoje, existem mais de 600 documentos legais que se duplicam e se superpõem. Isso mostra a necessidade de consolidá-las, o que levaria à geração de um código específico, evitando conflitos que acabam sendo judicializados e gerando custos para o próprio setor público, inclusive. O estudo deve estar pronto até abril de 2012.

A notícia foi dada na abertura do encontro que comemorou os “30 anos de existência da Política Nacional do Meio Ambiente (Lei 6.938/81) em perspectiva: lições do passado e desafios para o futuro”, realizado na sede da federação, no dia 30 de novembro.

Comemoração e críticas

“A Lei 6.938/81 foi o marco legal para todas as políticas públicas a serem desenvolvidas pelos entes federativos e inspiradora de capítulo específico sobre meio ambiente na Constituição de 1988, mas esta e sua regulamentação carecem de atualização”, observou Nelson Pereira dos Reis, diretor do Departamento de Meio Ambiente (DMA) da Fiesp. E concluiu: “É preciso uma visão moderna de desenvolvimento econômico e social, o que inclui desafios como corrigir discrepâncias legais e superar vontades políticas.”

Eduardo San Martin, diretor do Departamento de Meio Ambiente do Ciesp lembrou que São Paulo foi o primeiro estado do país a ter código ambiental, em 1976. Mas criticou a falta de uma política de meio ambiente no país, após 30 anos de sua implantação, e clareza quanto “às regras do jogo”.

Já na avaliação do desembargador Gilberto Passos de Freitas (Tribunal de Justiça do Estado de São Paulo), houve evolução da jurisprudência. Ele fez um balanço de ações importantes, citando a averbação de áreas contaminadas e também de tombamentos provisórios: “Foram medidas administrativas bastante avançadas na época, e hoje já se discute a implantação de varas ambientais”.

No debate, Toshio Mukai (doutor em Direito pela USP e ex-procurador do Munícipio) fez o contraponto e reforçou o fato de muitas leis ambientais serem inconstitucionais.

Instrumento de prevenção

Outro tema discutido foi o Cadastro Técnico Federal Ambiental (CTFA) e a fiscalização como instrumento de prevenção. Para o analista ambiental Ary Soares dos Santos, o CTFA é um instrumento de prevenção, sob o ponto de vista administrativo. “A forma de controle do cadastro está diretamente relacionada com o custo Brasil tendo impacto para as empresas, em função de embargos e disputas judiciais”, disse. Ele questionou qual a saída possível e apontou um “pacto” entre governo e sociedade, visando à sustentabilidade. “A nossa fiscalização deveria ser preventiva, não reativa”.

Segundo Pedro Carneiro (diretor jurídico da Fiesp/Ciesp), o encontro objetivou debater também o Projeto de Lei nº 1/2010, que fixa normas para a cooperação entre a União, os Estados, o Distrito Federal e os Municípios, quando o tema é meio ambiente. “É preciso segurança jurídica para poder empreender”, avaliou.

São Paulo se destaca em sustentabilidade, segundo pesquisa internacional

Cesar Augusto, Agência Indusnet Fiesp

A consultoria Price Waterhouse Coopers (PwC) apresentou nesta terça-feira, durante a 5ª Mostra Fiesp/Ciesp de Responsabilidade Socioambiental, a pesquisa Cidades de Oportunidades 2011. Hazem Galal, sócio da PwC e coordenador do estudo, explicou os critérios do estudo e como este pode ajudar a compreender a dinâmica urbana, analisando profundamente questões como: gestão regional, educação, sustentabilidade, densidade populacional, transporte e preservação.

Única cidade brasileira analisada, São Paulo só ficou à frente de Joanesburgo e Mumbai. As primeiras colocadas foram: Nova York, Toronto, São Francisco, Estocolmo e Sydney.

Em questões específicas como Sustentabilidade, Berlim é a primeira colocada. Já em Capital Intelectual, Estocolmo é a que mais se destaca. E Paris é a melhor em Transporte e Infraestrutura. São Paulo só aparece entre as dez melhores em Sustentabilidade e Agitação Cultural, sobressaindo-se como o maior centro urbano do hemisfério sul.

“São Paulo recebe 5 milhões de turistas estrangeiros por ano, enquanto Dubai que é muito menor recebe 8 milhões”, ressaltou Galal. “Isso precisa ser analisado com atenção pelo governo local, pois, além de receber menos turistas, eles gastam menos aqui do que em outros lugares.”

O estudo completo pode ser acessado no site www.pwc.com/br/cidadesdeoportunidade.

O secretário de Desenvolvimento Urbano, Miguel Bucalem, mostrou o Plano SP 2040 – A Cidade que Queremos: uma pesquisa que vem sendo feita junto à população para traçar um horizonte com metas para além de uma ou duas gestões, mas para daqui a 30 anos. “Um plano como este cria uma perspectiva para quem mora e/ou trabalha na cidade”, afirmou. “Além dos objetivos para 2040, há metas intermediárias para serem acompanhadas, até 2025, em diversas áreas como Habitação, Saúde, Educação, Meio Ambiente, Transporte etc..”

O diretor-titular do Departamento de Competitividade e Tecnologia (Decomtec) da Fiesp, José Ricardo Roriz Coelho, destacou que o município de São Paulo concentra 27% da população do estado e 36% do PIB. E mostrou dados de uma pesquisa da Fiesp que mostra as principais virtudes e principais problemas da cidade apontados pelos industriais paulistanos.

De acordo com o levantamento, Infraestrutura urbana e proximidade dos mercados consumidores foram os principais atrativos da cidade. Já a questão da mobilidade urbana, transporte, alto custo de vida, baixa qualidade de vida e falta de terrenos disponíveis são as maiores dificuldades.

Pesquisa inédita “Cidades de Oportunidade 2011” será lançada na Mostra Fiesp/Ciesp

Solange Sólon Borges, Agência Indusnet Fiesp

A capital paulista ocupa posição significativa no cenário mundial quanto à agitação cultural e sustentabilidade. Este é um dos resultados da 4ª edição da pesquisa Cidades de Oportunidades 2011, levantamento mundial feito pela PriceWaterhouseCoopers (PwC), em parceria com a Partnership for New York, que analisou dados fornecidos pelo Banco Mundial (Bird) e Fundo Monetário Internacional (FMI).

Foram avaliadas 66 variáveis de 26 grandes centros urbanos do mundo. São Paulo é a única metrópole brasileira incluída no estudo inédito, em português, que será lançado dia 22/11 na 5ª Mostra Fiesp/Ciesp de Responsabilidade Socioambiental, e está entre as 10 melhores em sustentabilidade e agitação cultural, fundamental na atração de jovens talentos, mentes inovadoras e turistas.

O documento e as propostas para o futuro da nossa cidade poderão ser debatidos durante mesa redonda com a participação de Hazem Galal, sócio da PwC e coordenador do estudo, e Miguel Bucalem, secretário municipal de Desenvolvimento Urbano de São Paulo.

Avaliação

Foram avaliados os quesitos: capital intelectual e inovação, custo, demografia e qualidade de vida, estilo de vida, facilidade para fazer negócios, influência econômica, prontidão tecnológica, saúde e segurança, sustentabilidade, transporte e infraestrutura.

Além de São Paulo, figuram o ranking as cidades de Nova York, Toronto, São Francisco, Estocolmo, Sydney, Londres, Chicago, Paris, Cingapura, Hong Kong, Houston, Los Angeles, Berlim, Tóquio, Madri, Seul, Pequim, Abu Dhabi, Xangai, Cidade do México, Moscou, Santiago, Istambul, Joanesburgo e Mumbai.

Evolução do Estudo

Em 2010, a PwC apresentou um levantamento semelhante na Mostra anterior, com ranqueamento de 21 municípios ao redor do mundo apontando 10 vetores principais e 58 variáveis, hoje são 66. São Paulo aparecia em 17º lugar, à frente de Santiago, México City, Mumbai e Joanesburgo.

Os melhores posicionamentos da cidade representante brasileira apontados no relatório foram: custo de operação (11º lugar) e demografia e qualidade de vida (9º lugar). E os piores: transporte e infraestrutura (2ª pior colocação, atrás somente de Joanesburgo) e saúde e segurança (3ª pior, perdendo somente para Mumbai e Joanesburgo).

O relatório é produzido desde 2002, mas a capital paulista começou a aparecer na listagem nos dois últimos anos, um reflexo da boa economia do País.

Estudo da Fiesp analisa melhores taxas de juros do mercado brasileiro

Agência Indusnet Fiesp

A Fiesp, por meio de seu Departamento de Economia (Depecon), elabora estudo comparativo das taxas de juros aplicadas pelos grandes bancos de varejo no Brasil.

A proposta dessa análise é auxiliar os industriais e a sociedade em geral a negociar as melhores condições para suas operações de crédito. Além disso, vai ao encontro dos esforços da entidade na busca pela redução do custo do dinheiro.

Atualizado semanalmente, o Custo de Crédito do Brasil toma como base os dados do Banco Central sobre financiamento de capital de giro.

Confira aqui o estudo mais recente.