Apresentações – MUDANÇA DO CLIMA E SEGURANÇA HÍDRICA: REFLEXOS E IMPACTOS PARA A SOCIEDADE

 

Confira abaixo as apresentações realizadas durante o seminário “Mudança do Clima e Segurança Hídrica” que ocorreu na Fiesp no dia 21/03/2017.

 

Lançamento do Estudo FIESP “Mudança do Clima : Avaliação dos reflexos das metas de redução de emissões sobre a economia e a indústria brasileira”

Palestrante: Angelo Costa Gurgel 

 

Lançamento do Estudo FGV – “Simulação de Sistema de Comércio de Emissões

Palestrante: Mariana Nicoleti – Fundação Getúlio Vargas

 

Estratégia e Instrumentos Econômicos Aplicados à Política de Mudança do Clima do Brasil

Palestrante: Jailson de Andrade – Secretaria de Políticas e Programas de Pesquisa e Desenvolvimento – SEPED/MCTIC

 

Painel I – “Adaptação às Mudanças do Clima e a Segurança Hídrica”

 

Palestrante: Alexandre Gross – Coordenador de projetos do Centro de Estudos em Sustentabilidade (GVces) da FGV-EAESP

Palestrante: Alexei Macorin Vivan – Diretor Presidente da ABCE

Palestrante: Mário Leopoldo de Pino Neto – Gerente de Sustentabilidade da Braskem

 

Painel II – “Desafios do Gerenciamento Integrado dos Recursos Hídricos”

 

Palestrante: Barbara Dunin – Assessora da Rede Brasil do Pacto Global – CBPG

 

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Custo Brasil na Indústria de Transformação em 2012


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Para entender melhor o estudo, leia o resumo abaixo:

  • Os mais recentes dados atestam que o baixo crescimento econômico brasileiro é, em boa medida, consequência da crise em curso na indústria de transformação.
  • Essa crise se caracteriza pela estagnação da produção industrial num contexto de aumento do consumo interno (atendido quase integralmente pelo incremento das importações), e tem duas causas fundamentais. A primeira é o “Custo Brasil”, termo referente a deficiências dos fatores sistêmicos da economia brasileira que se traduzem em maiores custos internos em comparação com outras economias. A segunda é a valorização da taxa de câmbio, que, apesar de atenuada no último ano, ainda é muito prejudicial à competitividade do setor.
  • Novo estudo do Decomtec/Fiesp quantifica, detalhadamente, o impacto desses fatores na competitividade dos produtos transformados brasileiros. Em função do Custo Brasil e valorização do real, um bem manufaturado nacional é, em média, 34,2% mais caro que similar importado dos principais parceiros comerciais. Esse percentual se refere à comercialização no mercado brasileiro, inclusos todos os tributos, e, no caso de bens importados, já contando com as alíquotas de importação e demais custos de internalização.
  • Ressalte-se que o diferencial de preços de 34,2% se refere à média da indústria de transformação, existindo distinções de acordo com os setores de atividade considerados. Por sua vez, os diferenciais de preços estão sujeitos a um efeito cumulativo, à medida que se avança nas cadeias produtivas da indústria. É por isso que, no caso de setores a jusante das respectivas cadeias, justamente os que mais empregam e agregam maior valor à produção, a tendência é que os diferenciais d
    e preço ante os produtos importados sejam mais elevados.
  • O diferencial de preços apontado é a causa primordial da crise na indústria de transformação, e, consequentemente, também explica o persistente baixo nível de investimentos e de atividade inovativa, e, portanto, o reduzido crescimento econômico do Brasil.
  • A natureza sistêmica do Custo Brasil e da valorização cambial tornam sua redução fundamentalmente dependentes de políticas de Estado. Pelo prejuízo à competitividade industrial quantificado no estudo, essas políticas têm caráter de urgência.