Indústria corta investimento, mostra pesquisa da Fiesp destacada pelo jornal O Estado de S. Paulo

Agência Indusnet Fiesp

A pesquisa “Intenção de Investimento 2018”, produzida pela Fiesp e destacada nesta terça-feira (19 de junho) pelo jornal O Estado de S. Paulo, mostra que em março, a expectativa, com base na consulta a 442 empresas, era de que seria investido 1,2% mais do que em 2017. Agora, a estimativa é de queda de 0,4%. Com isso, o aporte total deve ser de R$ 117,3 bilhões. “O grande problema foi a redução da projeção do PIB e a greve”, afirma em entrevista ao jornal o presidente em exercício da Fiesp, José Ricardo Roriz Coelho.

A greve dos caminhoneiros, a incerteza eleitoral e as turbulências externas – que contribuíram para a disparada do dólar – derrubaram as projeções de crescimento do PIB para o ano e estão fazendo com que empresários do setor industrial suspendam investimentos, destaca a manchete do Estadão. A taxa de ociosidade é de 25% a 30% nas fábricas.

Segundo Roriz, como as empresas vão faturar menos, e a ociosidade é maior, elas vão tirar o pé dos investimentos. Ele destaca ainda, que sem investimento em modernização, a produtividade cai, e o país fica ainda mais distante de competidores globais.

Clique aqui para ler a reportagem no site do Estadão.

Clique aqui para ter acesso à íntegra da pesquisa.

Editorial do Estadão cita estudo da Fiesp sobre reindustrialização

Agência Indusnet Fiesp

O editorial “Desidratação da indústria”, publicado na edição desta segunda-feira (02/09) do jornal O Estado de S. Paulo, cita estudo da Federação das Indústrias do Estado de São Paulo (Fiesp) sobre reindustrialização para mostrar os problemas enfrentados pelo setor.

Segundo o texto, um “estudo da Federação das Indústrias do Estado de São Paulo (Fiesp) mostra que a participação da indústria de transformação na formação do Produto Interno Bruto (PIB) foi de 13,3% em 2012. Esse nível é semelhante ao de 1955 – um ano antes do lançamento do Plano de Metas, com o qual o presidente Juscelino Kubitschek pretendia acelerar a industrialização do País, então considerado subdesenvolvido. A Fiesp alerta ainda que a participação poderá recuar para 9,3% em 2029”.

Em outro trecho, a Fiesp é novamente citada: “A Fiesp considera que o País já está desindustrializado – tanto é que o título de seu estudo é Por que reindustrializar o Brasil? -, mas essa conclusão é discutível. Falta muito ainda para atingirmos a etapa pós-industrial, em que o setor manufatureiro não seja mais o esteio do emprego e da renda, como acontece nos países ricos. O problema da indústria brasileira é de estagnação, em razão da falta de competitividade e da baixa produtividade”.

O editorial termina com a reflexão de que “para reverter esse quadro, urge que governo e empresários revisem suas estratégias, a começar do básico: em lugar de erráticas políticas de incentivo, que só favorecem alguns setores privilegiados, é preciso investir em inovação e qualidade, reduzir custos e diversificar as fontes de financiamento”.

Para ler o texto na íntegra, só conferir abaixo ou clicar aqui.

 

Editorial do Estadão cita estudo da Fiesp sobre infraestrutura de transportes

Agência Indusnet Fiesp,

O editorial “Abismo logístico”, publicado na edição desta quarta-feira (15/05) do jornal O Estado de S. Paulo, trata do resultado apontado pelo Índice de Desempenho Comparado da Infraestrutura de Transportes (IDT) – estudo elaborado e divulgado pela Federação das Indústrias do Estado de São Paulo (Fiesp) durante o 8º Encontro de Logística e Transportes no início de maio.

Segundo o texto há um abismo a separar o Brasil de seus principais competidores do mercado internacional que são vistos como referência em logística de transportes.

“Já se sabia que a precariedade da malha de transportes era um dos principais nós do sistema produtivo nacional. Com seu estudo, porém, a Fiesp conseguiu demonstrar o tamanho real do problema”, afirma do editorial.

O IDT compara o desempenho brasileiro em 18 indicadores de logística com os países considerados modelo no segmento.

Entre outros indicadores, o estudo aponta que, em matéria de logística de transportes, o desempenho de regiões metropolitanas do Brasil apresenta defasagem de 67% em comparação com as regiões mais avançadas do mundo.

Clique aqui e leia matéria na íntegra.

Jornal O Estado de S. Paulo cita estudo da Fiesp sobre custo de produção no Brasil

Agência Indusnet Fiesp 

Nesta quarta-feira (20/03), o jornal O Estado de S. Paulo destacou um estudo realizado pelo Departamento de Competitividade e Tecnologia (Decomtec) da Federação das Indústrias do Estado de São Paulo (Fiesp), sobre o Custo Brasil, que ajuda a elevar o déficit comercial.

De acordo com o estudo, em 2012 os produtos brasileiros custaram 34,2% mais do que os dos principais países que exportam para o Brasil; 30,8% mais do que os dos países desenvolvidos; 38% mais do que os dos emergentes; e 34.7% mais do que os dos produtores chineses.

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Energia: em editorial, Estadão cita posição da Fiesp em favor de leilões para concessões

Agência Indusnet Fiesp

Na edição deste domingo (29/07), o jornal O Estado de S. Paulo publicou editorial intitulado “A eletricidade e o custo Brasil”, no qual menciona que “o presidente da Federação das Indústrias do Estado de São Paulo (Fiesp), Paulo Skaf, continua defendendo a realização de novas licitações para a seleção das empresas prestadoras dos serviços de eletricidade”.

“Além disso – prossegue o editorial –, empresários do setor manufatureiro cobram reduções bem mais amplas do custo da energia. Com um corte de 10%, a energia brasileira apenas passaria do terceiro para o quarto lugar na lista das mais caras do mundo, argumentou um crítico, citando um levantamento da Firjan”.

Jornal acentua que, “embora importante, essa iniciativa (de baixar o custo da energia) eliminará apenas uma fração do famigerado custo Brasil”.

Veja o editorial no site do jornal

 

Estadão destaca estudo da Fiesp sobre gastos com mão de obra e produtividade da indústria

Agência Indusnet Fiesp

O jornal Estado de S. Paulo desta quarta-feira (25/07) destaca estudo da Federação das Indústrias do Estado de São Paulo (Fiesp) sobre gastos com mão de obra e produtividade da indústria.

Elaborado pelo Departamento de Pesquisas e Estudos Econômicos (Depecon) da entidade, o levantamento aponta que a produtividade do trabalho na indústria de transformação ficou negativa em 0,8% nos 12 meses terminados em maio de 2012 na comparação com o período anterior, enquanto a folha de pagamento do trabalhador teve alta de 3,4%.

Ainda conforme a pesquisa, a produtividade diminuiu em 10 dos 17 setores da indústria de transformação no acumulado 12 meses, abatida principalmente pela queda mais acentuada da produção física (-1,1%). As horas pagas também diminuíram (-0,6).

Em 2011, a produtividade da indústria também registrou queda, de 0,2% na comparação anual. A produtividade é medida pela relação entre a produção física e o número de horas pagas.

Leia íntegra da matéria sobre produtividade e salários: Salário sobe mais que desempenho indústria.

Clique aqui e veja estudo completo.

Em editorial, Estado de S. Paulo cita estudo da Fiesp sobre Infraestrutura

Agência Indusnet Fiesp

Os investimentos públicos em infraestrutura de transportes não estão conseguindo evitar o agravamento dos problemas enfrentados pelo setor produtivo para escoar suas mercadorias, o que impõe perdas cada vez maiores à economia brasileira e reduz ainda mais sua competitividade.

A afirmação é do jornal O Estado de S. Paulo em seu editorial “Infraestrutura ruim e cara”, publicado nesta terça (10/07), com referência a estudo desenvolvido pela Federação das Indústrias do Estado de São Paulo (Fiesp).

“Recente estudo da Fiesp estimou que as más condições das estradas, a pequena capacidade das ferrovias, a burocracia e o sucateamento dos portos e o custo de armazenagem impõem à indústria paulista gastos adicionais de R$ 17 bilhões por ano”, informa o editorial.

De acordo com a opinião do jornal, a infraestrutura de transportes não evoluiu na mesma velocidade que a economia por causa da falta de investimentos. “Em termos relativos, é como se ela estivesse submetida a um processo ininterrupto de deterioração. Nessa área, o Brasil caminha para trás”, assinala o Estadão.

Leia a íntegra do texto no site do Estado de S. Paulo.

Chega de ‘mais do mesmo’!

Chega de ‘mais do mesmo’! 

Paulo Skaf

Um dos maiores gênios da humanidade, o físico alemão Albert Einstein definiu como tolice o ato de fazer a mesma coisa esperando que ela produza resultados diferentes. É o popular “mais do mesmo”. Na semana passada, assim que foram divulgados os dados relativos ao crescimento do Produto Interno Bruto (PIB) brasileiro em 2011 e da Produção Industrial Mensal (PIM) de janeiro, o governo voltou a falar em medidas urgentes – mas, de novo, paliativas, incompletas, tardias e ineficazes para resolver o gravíssimo problema que está por trás da anemia dos números. O Brasil vive um dramático processo de desindustrialização e de “mais do mesmo”.

O crescimento (sic) da indústria de transformação foi de 0,1% no ano passado. Em janeiro de 2012, segundo os dados da PIM, a atividade recuou 2,1%. O resultado líquido da criação de postos de trabalho em 2011 foi zero. Ou seja, as fábricas – onde estão bons empregos e salários, interessantes oportunidades e muito do nosso futuro – não foram capazes de absorver os milhares de jovens que entraram no mercado de trabalho.