Buscamos parcerias com empresas de saúde do Brasil, afirma ministro britânico em visita à Fiesp

Guilherme Abati, Agência Indusnet Fiesp

Acompanhado por uma comitiva de empresários do setor de saúde, o ministro britânico Kenneth Clark foi recebido nesta segunda-feira (20/05) por empresários na sede da Federação das Indústrias do Estado de São Paulo (Fiesp).

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Membros do BioBrasil e Combio da Fiesp recebem ministro britânico Kenneth Clark (ao centro). Foto: Helcio Nagamine/Fiesp

O encontro contou com a presença de Ruy Baumer, coordenador do Comitê da Cadeia Produtiva da Saúde (Comsaude), e Eduardo Giacomazzi, coordenador do Comitê da Cadeia Produtiva de Biotecnologia (Combio), além de Paulo Fraccaro, diretor-executivo da Associação Brasileira da Indústria de Artigos e Equipamentos Médicos, Odontológicos, Hospitalares e de Laboratório (Abimo).

Durante reunião, autoridades e empresários falaram sobre possíveis parcerias comerciais entre Brasil de Reino Unido.

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Ministro britânico Kenneth Clark. Foto: Helcio Nagamine/FIESP

“Buscamos oportunidades no mercado e parcerias com empresas brasileiras do setor”, disse Clark no início do encontro.

Segundo o ministro, é muito importante para a comitiva britânica conhecer pessoas do comitê médico de uma entidade como a Fiesp. “Sentimos que nossas empresas e instituições podem contribuir cada vez mais com empresas brasileiras. Gostaríamos de ter cada vez mais o Brasil como parceiro comercial. Temos particular interesse no sistema privado”, disse.

Na sequência, Eduardo Giacomazzi e Paulo Fraccaro realizaram breves apresentações sobre o papel da Fiesp e da Abimo, respectivamente.

Falaram ainda sobre o cenário do sistema médico brasileiro, a configuração do mercado nacional e a atuação de diferentes empresas do setor. Abordaram ainda a possibilidade de parcerias e intercâmbios entre os dois países.

“Nossa burocracia é alta. Mas o futuro é no Brasil. Nossos programas sociais contribuíram para a ascensão econômica de milhões de pessoas. O setor no Brasil de saúde crescerá muito nos primeiros anos”, disse Fraccaro.