Comdefesa recebe ministro da Defesa Silva e Luna na Fiesp

Agência Indusnet Fiesp

O Comitê de Segurança e Defesa da Fiesp (Comdefesa) recebeu nesta terça-feira (24/7) o ministro da Defesa, general Joaquim Silva e Luna. Em reunião plenária na sede da federação, mediada pelo diretor titular do Comdefesa, Carlos Erane de Aguiar, o ministro falou sobre a indústria nacional de defesa e suas estratégias como indutora do desenvolvimento econômico brasileiro.

Para Silva e Luna, “o mundo vem experimentando um novo período de acomodação de poder”. A capacidade de influência de alguns países está sendo redesenhada, com destaque para regiões como a Ásia, segundo ele. “Não existem mais problemas locais, o mundo está totalmente interligado. Não há mais agentes irrelevantes”, afirmou.

O ministro detalhou ainda os desafios de segurança e defesa do país. Para além dos fatores geográficos continentais e de sua capacidade econômica, o Brasil representa uma grande oportunidade de troca de experiências e integração com os demais países da América Latina.

Também participaram do encontro do Comdefesa o general de Exército, Ramos, comandante militar do Sudeste, e o general de divisão, Adalmir, comandante da 2ª Região Militar.

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Encontro ocorreu na sede da federação em São Paulo. Crédito: Everton Amaro/Fiesp

Instituto Militar de Engenharia quer parceria com a Fiesp para formação de alunos

Patrícia Ribeiro, Agência Indusnet Fiesp

O Departamento da Indústria de Defesa da Fiesp (Comdefesa) realizou nesta segunda-feira (2/5) sua reunião plenária, na sede da entidade. Durante o encontro, o comandante do Instituto Militar de Engenharia (IME), general de Divisão Waldemar Barroso Magno Neto, explicou a participação da indústria de defesa no novo modelo de educação em engenharia militar da instituição.

“Estamos trazendo o ensino do empreendedorismo da Fundação Getúlio Vargas (FGV) para o IME. Também estamos criando condições favoráveis para que os alunos aprendam mais sobre como empreender”, afirmou Barroso.

Segundo ele, a intenção é formar uma grande parceria com a Fiesp. “Nós dependemos da indústria, e a Fiesp é muito importante para o IME. Certamente a entidade poderá contribuir com ferramentas de conteúdo na formação dos alunos”, enfatizou.

O comandante da Academia Militar das Agulhas Negras, general de Brigada, André Luis Novaes Miranda, abordou a formação do oficial combatente do Exército Brasileiro e sua contribuição para o funcionamento da hélice tríplice (Indústria, Governo e Academia).

O encontro contou com a presença do diretor titular do Comdefesa, Jairo Cândido, de especialistas da área, industriais, autoridades militares e representantes de entidades de classe.

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Reunião plenária do Departamento da Indústria de Defesa da Fiesp em 2 de maio. Foto: Helcio Nagamine/Fiesp

Notícias Defesa e Segurança – Clipping

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Departamento Defesa e Segurança

17 mai 18

Ação em rede é trunfo brasileiro para segurança e defesa cibernética

Anne Fadul, Agência Indusnet Fiesp

A capacidade de atuar em rede, unindo civis e militares, foi destacada pelo general Paulo Sérgio Melo de Carvalho, chefe do Centro de Defesa Cibernética (CDCiber) do Exército Brasileiro, durante a abertura, nesta terça-feira (1/12) de seminário sobre compartilhamento de informações para segurança e defesa cibernética, organizado pelo Departamento de Segurança da Fiesp (Deseg). Melo de Carvalho explicou a atuação das Forças Armadas dentro da estratégia nacional de defesa neste setor. “Nossa principal luta é contribuir com o desenvolvimento nacional, combatendo os ataques cibernéticos. Somos capacitados para atuar em rede, buscando sempre iniciativas conjuntas entre as Forças Armadas, militares e civis. Esse é nosso ponto forte”, disse o Carvalho.

Segundo o general, para que o desenvolvimento e a autonomia sejam alcançados no setor é essencial o domínio independente de tecnologias. Apesar do trabalho em equipe, o general enxerga grandes desafios. “É de extrema importância capacitar e aperfeiçoar recursos humanos, incrementar projetos conduzidos pelos institutos de pesquisa, buscando parcerias com empresas, aperfeiçoar a pesquisa científica com foco em soluções tecnológicas e inovadoras e realizar ações que contemplem a multidisciplinaridade e a dualidade de aplicações”, disse.

Carlos Cavalcanti, diretor do Departamento de Infraestrutura (Deinfra) da Fiesp, participou do evento e ressaltou a relevância do tema. “Ainda estamos engatinhando em termos de preparação, efetividade e de respostas. Mas o melhor tem sido feito para garantir o mínimo de segurança para o Brasil. Para a infraestrutura de um país, os ganhos são absolutamente significativos.”

Jairo Cândido, diretor do Departamento da Indústria de Defesa da Fiesp (Comdefesa), também esteve presente no encontro. Destacou que os recursos não são abundantes, mas elogiou o trabalho do Exército Brasileiro. “O Brasil todo precisa ser interconectado e protegido, e está na mão deste grande homem (general Carvalho) esta grande missão, que vem desempenhando bem, apesar dos gargalos. Se o Exército continuar por esse caminho, em cinco anos a gente já coloca essa nação num outro estágio de conhecimento e de ferramenta para poder efetivamente exercer nossa soberania.”

Questionado por Coriolano Aurélio de Almeida Camargo Santos, representante do Departamento Jurídico (Dejur) da Fiesp, sobre como a Receita Federal atua na questão do recebimento de informações sensíveis e sigilosas recebidas da indústria, Carvalho disse que isso fica sob a responsabilidade da Presidência da República, no Departamento de Segurança da Informação e Comunicações (DSIC). “Temos um relacionamento intenso com os órgãos da administração pública federal e garantimos que o trabalho está sendo bem gerenciado”, afirmou.

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Seminário Compartilhamento de Informações para Segurança e Defesa Cibernética, na Fiesp. Foto: Helcio Nagamine/Fiesp


Jogos Olímpicos 2016

Em termos práticos, o modelo de trabalho do CDCiber, que planejou as ações da Copa do Mundo de 2014 no Brasil, será essencialmente o mesmo nos Jogos Olímpicos e Paraolímpicos de 2016, no Rio de Janeiro, devido aos bons resultados alcançados. “Vamos estabelecer destacamento conjunto de defesa cibernética com duas sessões: operações e inteligências. É de extrema importância contar com apoio de parceiros externos. Estabelecemos rede onde quando ocorre algo, ficamos sabemos por eles”, disse Melo de Carvalho.

Segundo o general, desde o início do ano o Exército volta seus esforços para o evento. “É importante capacitar e empregar uma equipe entre 100 e 200 homens para trabalhar ininterruptamente durante os jogos. E não é só das Forças Armadas – semana passada fizemos um levantamento de quantos militares e civis vamos precisar. Num evento assim, juntamos as três Forças. Trabalhando na parte de capacitação, precisamos agir com coordenação buscando colaboração de todos os entes da sociedade e buscar confiança”, afirmou.

Ricardo Lerner, vice-presidente e diretor titular do Departamento de Segurança da Fiesp (Deseg), afirmou que o compartilhamento de informações sobre ataques e vulnerabilidade na área digital se mostrou excepcionalmente eficiente para a proteção da infraestruturas críticas. Isso pode evitar danos irreversíveis às empresas e ao país, “principalmente quando se trata de momentos de grande visibilidade em eventos internacionais, como será o caso do Brasil em 2016 durante os Jogos Olímpicos”.

Foto: Encerramento do Curso de Gestão de Recursos de Defesa – CGERD 2015

Agência Indusnet Fiesp

Os 31 estagiários do Curso de Gestão de Recursos de Defesa – CGERD 2015 receberam nesta quinta-feira (19/11) na sede da Fiesp seus certificados de conclusão de curso. Realizado pela Escola Superior de Guerra (ESG), o CGERD tem o apoio da Fiesp, por meio de seu Departamento da Indústria da Defesa (Comdefesa).

A cerimônia foi presidida por Jairo Cândido, diretor titular do Comdefesa, e pelo tenente brigadeiro do Ar Rafael Rodrigues Filho, comandante da Escola Superior de Guerra. Além da entrega de certificados para os formandos, inclui o descerramento da placa comemorativa da turma.

Sobre o CGERD

O curso propicia conhecimentos a civis e militares dos conceitos de defesa no Estado moderno e de processos de gestão de recursos de defesa no âmbito da administração pública e privada. Os temas tratados no curso são Poder Nacional; Relações Internacionais; Políticas e Gestão de Recursos Públicos.

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Descerramento da placa da turma do CGERD 2015, em cerimônia realizada na Fiesp. Foto: Helcio Nagamine/Fiesp

Foto: Nova turma do Curso de Gestão de Recursos de Defesa, na Fiesp

Agência Indusndet Fiesp

Nova turma do Curso de Gestão de Recursos de Defesa (CGERD) iniciou suas atividades nesta terça-feira, em evento na Federação das Indústrias do Estado de São Paulo (Fiesp). Desde 2006 o curso é ministrado também em São Paulo, graças a convênio entre a Escola Superior de Guerra (ESG) e a Fiesp. O objetivo do curso é proporcionar conhecimento a civis e militares dos conceitos de defesa no Estado moderno e processos de gestão de recursos de defesa no âmbito da administração pública e privada.

Entre os participantes do lançamento do curso estiveram o tenente-brigadeiro do Ar Rafael Rodrigues Filho, comandante da Escola Superior de Guerra, e o general de Exército Mauro Cesar Lorena Cid, comandante militar do Sudeste. Também presente o diretor titular do Departamento da Indústria de Defesa (Comdefesa) da Fiesp, Jairo Cândido.

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Abertura do Curso de Gestão de Recursos de Defesa, na sede da Fiesp. Foto: Helcio Nagamine/Fiesp

Senado e Fiesp discutem situação da indústria de defesa

Patrícia Ribeiro, Agência Indusnet Fiesp

O Departamento da Indústria de Defesa (Comdefesa) da Federação das Indústrias do Estado de São Paulo (Fiesp) realizou no dia 21 de setembro sua reunião plenária, na sede da entidade. Durante o evento, foram discutidas a missão da Comissão de Relações Exteriores e Defesa Nacional (CRE) do Senado e os desafios e perspectivas da Indústria de Defesa no Brasil. Especialistas e autoridades do setor avaliaram também como reforçar a parceria estratégica.

Participaram do evento o presidente da Comissão de Relações Exteriores e Defesa Nacional, senador Aloysio Nunes Ferreira (PSDB-SP); o relator do Relatório da Base Industrial de Defesa da Comissão de Relações Exteriores e Defesa Nacional, senador Ricardo Ferraço (PMDB-ES); o senador Jorge Viana (PT-AC); a senadora Ana Amélia Lemos (PP-RS); o diretor-titular do Departamento de Defesa (Comdefesa) da Fiesp, Jairo Cândido, e o diretor titular adjunto, Sérgio Vaquelli.

O encontro contou com a presença de especialistas da área, industriais, autoridades militares e entidades de classe.

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Reunião plenária do Comdefesa da Fiesp, com a participação de senadores. Foto: Helcio Nagamine/Fiesp

Brasil e França reforçam parceria na indústria de defesa

Patrícia Ribeiro, Agência Indusnet Fiesp

A Federação das Indústrias do Estado de São Paulo (Fiesp), em parceria com o Ministério da Defesa, sediou nesta quarta-feira (11/3) o Seminário e Rodada de Relacionamento Industrial Brasil – França. Durante o encontro, especialistas e autoridades do setor  avaliaram como reforçar a parceria estratégica, e de longo prazo, entre ambos países. Empresários também tiveram a oportunidade de estabelecer novos negócios.

Participaram do evento o embaixador da França, Denis Pietton, o diretor-titular Departamento de Defesa (Comdefesa) da Fiesp, Jairo Cândido, o presidente da Associação Brasileira da Indústria de Materiais de Defesa (ABIMDE), Sami Hassumi, o presidente da Associação das Indústrias Francesas Aeroespaciais (GIFAS), Marwan Lahoud, e o diretor de Catalogação e Núcleo de Promoção Comercial do Ministério da Defesa, Wagner Lopes Moraes Zamith.

Segundo o embaixador Pietton, a consolidação da parceria estratégica franco-brasileira para a indústria de defesa revela a credibilidade do Brasil em relação ao parceiro francês. “A França acredita na estabilidade do Brasil, na facilidade de fazer novos negócios, bem como na alta capacidade tecnológica de desenvolver novos produtos.”, disse Pietton.

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Seminário e Rodada de Relacionamento Industrial Brasil – França. Foto: Helcio Nagamine/Fiesp


Cândido, da Fiesp, afirmou que o encontro na sede da federação é “uma oportunidade de conhecer novos modelos e experiências da França”.Segundo ele, a Fiesp quer contribuir com a indústria de defesa estreitando as relações positivas entre Brasil e França.

Já o presidente da Abimde, Hassuni, alertou que “não podemos desvincular este encontro do momento atual de crise econômica que o país está passando”. Ele ponderou, no entanto, que mesmo com um cenário de incertezas é importante trabalhar para a segurança e defesa do Brasil.

Ainda na abertura do encontro, Zamith, do Ministério da Defesa, lembrou de um convênio assinado pelos dois países em 2008, que resultou em contratos envolvendo submarinos, helicópteros e satélites de comunicação. “Sem dúvida, as transferências de tecnologias criaram trocas reais entre empresas francesas e brasileiras”, afirmou.

Retrospectiva 2014 – Um ano de estímulo à sinergia nos projetos estratégicos de defesa

Dulce Moraes, Agência Indusnet Fiesp

Imagem relacionada a matéria - Id: 1539911731Ampliar a participação da indústria em projetos das Forças Armadas foi um dos principais objetivos dos seminários e encontros promovidos pelo Departamento da Indústria da Defesa (Comdefesa) da Federação das Indústrias do Estado de São Paulo (Fiesp) ao longo do ano de 2014.

Eventos como Fórum com o Estado-Maior da Armada e a Indústria Nacional e Diálogo entre o Departamento de Ciência e Tecnologia do Exército e a Indústria Nacional demostraram o interesse por maior sinergia entre as Forças e o setor produtivo, intenção ratificada pela visita do Ministro da Defesa à Fiesp, no mês de outubro.

Os mecanismos de segurança desenvolvidos para a Copa do Mundo 2014 também foi alvo da análise da última reunião plenária do Comdefesa do ano que contou com a presença do coordenador das Forças Armadas brasileiras, o general José Carlos de Nardi.

Ao longo do ano foi promovido o Curso de Gestão de Recursos de Defesa para os alunos da Escola Superior de Guerra, cuja formatura foi realizada na sede da Fiesp.

NOTÍCIAS DE DESTAQUE EM 2014


DEZEMBRO

General detalhou ações realizadas durante a Copa do Mundo do Brasil. (Foto: Tamna Waqued)

General detalhou ações realizadas durante a Copa do Mundo do Brasil. Foto: Tamna Waqued/Fiesp

A última reunião plenária do Departamento da Indústria da Defesa (Comdefesa) da Fiesp contou com a presença do general José Carlos de Nardi, coordenador das Forças Armadas brasileiras.

Durante o encontro, o general avaliou os mecanismos de segurança desenvolvidos para a Copa do Mundo 2014 e detalhou as estratégias adotadas como o controle do espaço aéreo e a Operação Ágata, de controle nas fronteiras . >> Leia mais 

OUTUBRO

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Jairo Cândido, Celso Amorim e Paulo Skaf no jantar. Foto: Everton Amaro/Fiesp

Fiesp oferece jantar em homenagem às Forças Armadas, com a presença do ministro Celso Amorim e dos comandantes das três Forças: almirante-de-esquadra Julio Soares de Moura Neto (Marinha), general Enzo Martins Peri (Exército) e tenente-brigadeiro-do-ar Juniti Saito (Aeronáutica).

A noite contou também com uma sessão de autógrafos com Cosme Degenar Drumond, autor do livro “Indústria de Defesa do Brasil” . >> Leia mais


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38 alunos, entre civis e militares, foram diplomados. Foto: Everton Amaro/Fiesp

Ao todo, 38 alunos, entre civis e militares, se formaram no Curso de Gestão de Recursos de Defesa (CGRD) promovido pela Escola Superior de Guerra, órgão vinculado ao Ministério da Defesa, com o apoio da Fiesp.

A cerimônia de formatura foi realizada na sede da Fiesp. >> Leia mais


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Fórum com o Estado-Maior da Armada da Marinha e a industria nacional. Foto: Tâmna Waqued/Fiesp

Em fórum na Fiesp, comando do Estado-Maior da Armada destaca a importância da participação da indústria paulista em projetos estratégicos da Marinha do Brasil.

No encontro foi defendida a necessidade de desenvolver projetos de alta tecnologia guiados pela independência nacional e pela capacitação tecnológica e autonomia. >> Leia mais



SETEMBRO

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Encontro do Comdefesa e alunos da Escola Naval de Guerra. Foto: Helcio Nagamine/Fiesp

‘Em defesa não se gasta; investe-se’, afirmou Sérgio Vaquelli,  diretor titular adjunto do Comdefesa/Fiesp, durante encontro com alunos da Escola de Guerra Naval.

O evento contou com a participação da Associação Brasileira da Indústria de Materiais Bélicos (Abimde) e da companhia Odebrecht Defesa Tecnologia.  >> Leia mais


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Seminário Copa do Mundo Fifa 2014. Foto: Helcio Nagamine/Fiesp

Brasil já pode ser considerado exemplo de organização de grandes eventos, defendeu o responsável da Secretaria Extraordinária de Segurança para Grandes Eventos (Sesge), durante o “Seminário Copa do Mundo Fifa 2014 – Resultados e Legados para a Segurança Pública do Brasil “.

O evento, realizado na Fiesp, destacou os benefícios do trabalho integrado entre as forças de segurança. >> Leia mais


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Ampliar o conhecimento e eficiência na gestão de recursos de defesa é o foco da iniciativa

Aula do Curso de Gestão de Recursos de Defesa promovido pela Escola Superior de Guerra é realizada na Fiesp.

A iniciativa, apoiada pelo Comdefesa/Fiesp, busca ampliar o conhecimento e eficiência na gestão de recursos de defesa, promovendo intercâmbio entre civis e militares.  >> Leia mais 


AGOSTO

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Diálogo entre o Departamento de Ciência e Tecnologia do Exército e a Indústria Nacional. Foto: Everton Amaro/Fiesp

Durante o  seminário “Diálogo entre o Departamento de Ciência e Tecnologia do Exército e a Indústria Nacional” é debatido a expansão de telecomunicações na Amazônia como uma das oportunidades futuras para a indústria.

O objetivo do evento foi de aproximar as indústrias do Departamento de Ciência e Tecnologia do Exército. >> Leia mais



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Aula do curso de Gestão de Recursos de Defesa na Fiesp

Comdefesa/Fiesp apresentou a cadeia produtiva do setor aos alunos da Escola de Guerra Naval.

A importância econômica da área e os projetos do Senai-SP em São José dos Campos foi destacada durante o evento. >> Leia mais



MAIO

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Escola Senai em São Bernardo do Campo

Senai-SP inaugura escola móvel de Estruturas Aeronáuticas em São Bernardo do Campo. >> Leia mais

Ainda na área da educação , Fiesp apoiou projeto de foguete de alunos do ITA que participou de torneio nos Estados Unidos. >> Leia mais

Fiesp recebe ministro e oferece jantar em homenagem às Forças Armadas

Juan Saavedra, Agência Indusnet Fiesp

A Federação das Indústrias do Estado de São Paulo (Fiesp) ofereceu na noite desta sexta-feira (31/10) um jantar em homenagem às Forças Armadas.

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Jairo Cândido, Celso Amorim e Paulo Skaf no jantar. Foto: Everton Amaro/Fiesp


O jantar, servido para aproximadamente 140 convidados, entre autoridades militares e diretores da Fiesp, contou com a presença do presidente da entidade, Paulo Skaf, do ministro da Defesa, embaixador Celso Amorim, e dos comandantes das três Forças: almirante-de-esquadra Julio Soares de Moura Neto (Marinha), general Enzo Martins Peri (Exército) e tenente-brigadeiro-do-ar Juniti Saito (Aeronáutica).

Também participou o diretor titular do Departamento da Indústria da Defesa (Comdefesa), Jairo Cândido.

Em um breve discurso, Skaf cumprimentou o ministro e os comandantes. “As Forças Armadas, como sempre, serviram à pátria nas nossas regiões em todo o canto de nosso país, de diversas formas. Então, muito obrigado em nome de todos os setores produtivos a todos que fazem o dia a dia da nossa Marinha, do nosso Exército, da nossa Aeronáutica”, disse Skaf, pedindo um brinde às Forças Armadas e ao país.

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Cosme Degenar Drumond autografou exemplares do livro “Indústria de Defesa do Brasil”. Foto: Everton Amaro/Fiesp

A noite teve ainda uma sessão de autógrafos de Cosme Degenar Drumond, integrante do Comefesa/Fiesp e autor do livro “Indústria de Defesa do Brasil” (editora ZLC Comunicações), cujo prefácio foi escrito por Jairo Cândido.

>> Na Fiesp, Escola Superior de Guerra realiza formatura de Curso de Gestão de Recursos de Defesa

Estado-Maior da Armada destaca a importância da indústria em projetos da Marinha

Dulce Moraes e Alice Assunção, Agência Indusnet Fiesp

Com a presença de empresários e autoridades, a Federação das Indústrias do Estado de São Paulo (Fiesp) sediou na tarde desta segunda-feira (20/10) o “Fórum com o Estado-Maior da Armada da Marinha do Brasil”.

O encontro, que contou com a participação do diretor titular do Departamento de Defesa (Comdefesa) da Fiesp, Jairo Cândido, e do chefe do Estado-Maior da Armada, Almirante-de-Esquadra Carlos Augusto de Sousa, teve o objetivo de apresentar aos empresários a estrutura da instituição, os projetos já desenvolvidos em parceria com a indústria e o modelo de financiamento dos projetos estratégicos da Marinha do Brasil.

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Evento apresentou a empresários projetos da Marinha já desenvolvidos em parceria com a indústria. Foto: Tâmna Waqued/Fiesp


O diretor titular do Comdefesa/Fiesp deu as boas-vindas, enaltecendo a primeira visita do Estado-Maior da Armada à entidade. “Costumo dizer que a Fiesp é uma federação de bastante prestigio e que só aumenta e amplia a sua importância quando recebe um Fórum dessa magnitude e com a presença de tão importantes autoridades˜, disse Cândido, acrescentando que uma das missões do departamento é  fortalecer a indústria brasileira e que o evento foi organizado também com esse propósito.

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Jairo Cândido: evento é mais uma iniciativa do Comdefesa/Fiesp para fortalecer a indústria brasileira. Foto: Tâmna Waqued/Fiesp

Em seu discurso, o chefe do Estado-Maior da Armada, Almirante-de-Esquadra Carlos Augusto de Sousa, enfatizou a crescente percepção da sociedade sobre a importância de o Brasil proteger a soberania de seu território e de seus recursos naturais. “A sociedade vem paulatinamente se conscientizando da imperiosa necessidade de um país possuir um Poder Naval forte, balanceado e dotado de credibilidade a fim de resguardar principalmente a plena soberania sobre a Amazônia Azul”, afirmou, destacando que a proteção a “este mar que nos pertence” é de responsabilidade de todos os brasileiros.

Souza observou que um dos benefícios para o país foi constatado pela própria indústria brasileira. “É fato que o conhecimento alcançado pela Marinha no desenvolvimento de projetos de engenharia e arquitetura naval, assim como a tecnologia absorvida pelo arsenal de Marinha do Rio de Janeiro na construção de fragatas e submarinos associada pelos estaleiros privados nas décadas de 1970 e 1980, contribuíram de maneira sinérgica para a capacitação da indústria naval brasileira.”

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De acordo com o chefe do Estado-Maior da Armada, Almirante-de-Esquadra Carlos Augusto de Sousa, efetivação de projetos da Marinha será possível com o trabalho conjunto com iniciativa privada. Foto: Tâmna Waqued/Fiesp

Segundo ele, o incremento desse segmento implica processos evolutivos em outros setores e segmentos: eletroeletrônico, metalúrgico, mecânica pesada, motores de propulsão marítimos, armamentos e tecnologia da informação, entre tantos outros.

“Por outro lado, o emprego de alta tecnologia e a necessidade de autossuficiência na construção e manutenção desses meios têm feito que o Brasil intente alcançar a independência e a inovação tecnológica em distintas áreas, especificamente para a Defesa”, destacou Souza.


Amazônia Azul e o papel estratégico do Brasil

O chefe do Estado-Maior da Armada ressaltou que a Política de Defesa Brasileira se firma no “binômio indissociável Desenvolvimento/Defesa” e que o Brasil tem uma importância geopolítica.

“Neste momento acresce a percepção da importância do Atlântico Sul, como área de diálogo, de paz, livre de armas de destruição em massa e caracterizado por avanços permanentes em vários campos, dentre eles, o da segurança marítima.”

“Na Amazônia Azul, parcela brasileira desse espaço oceânico, circula cerca de 95% do comércio externo internacional e é onde estão situadas enormes reservas minerais e petrolíferas, e abundantes recursos de biodiversidade. O Brasil possui ainda milhares de quilômetros de rios navegáveis, dezenas de portos marítimos ao longo de cerca 8.500 quilômetros de costa de onde chegam e partem mais de 1.400 navios ao dia, revelando a importância da atuação da Marinha em uma extensa área continental.”

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Segundo o contra-almirante Flavio Augusto Viana Rocha, dos 52 projetos prioritários para nacionalização de tecnologia, ainda há oito que precisam de parcerias com a indústria brasileira. Foto: Tâmna Waqued/Fiesp

Diante dessa responsabilidade foram estabelecidos os projetos estratégicos do Plano de Articulação da Marinha. Na elaboração atentou-se para a necessidade de desenvolver projetos guiados pela independência nacional e pela capacitação tecnológica e autonomia. E a efetivação desses projetos, segundo ele, só será possível com o trabalho conjunto com a iniciativa privada.

Na sequência, o contra-almirante Flavio Augusto Viana Rocha, sub-chefe de estratégia do Estado Maior da Armada, destacou vários projetos já em andamento na Marinha, que estão sendo desenvolvidos com a participação da iniciativa privada.

Ele esclareceu que a Marinha Brasileira atua em apoio à política externa brasileira e também em missões de paz, citando como exemplo a missão Haiti, e também informou que a Marinha Brasileira pode assumir o comando de uma Força-Tarefa marítima sob mandato da Organização das Nações Unidas (ONU).

Entre as outras atividades desenvolvidas estão a de orientar e controlar a Marinha Mercante, no que interesse à defesa nacional; prover segurança da navegação; implementar e monitorar o cumprimento das leis e regulamentos no mar e nas águas interiores; atuar na prevenção e repressão de crimes ambientais no mar.

Segundo o contra-almirante Rocha, dentro da postura dissuasória adotada pelo Brasil está a negação do uso do mar para práticas hostis. Ele destacou entre os projetos já em andamento duas iniciativas: o Programa de Desenvolvimento do Submarino Brasileiro (Prosub) e a instalação da segunda Esquadra da Marinha na região Nordeste, que irá ampliar o alcance do Sistema de Vigilância da Amazônia Azul (SisGAAz), que, no primeiro momento, priorizará a vigilância das áreas do Pré-Sal.

Dos 52 projetos prioritários para nacionalização de tecnologia, ainda há oito que precisam de parcerias com a indústria brasileira. São projetos que necessitam desde fabricantes de hardware, sistemas de detecção de incêndios, queimadores catalíticos, blocos de conexão de alta pressão, console de governo, entre outros equipamentos e tecnologias.

O contra-almirante Rocha destacou que a participação das indústrias em projetos estratégicos, bem como o aumento da sinergia entre a Marinha e a indústria, terão claros reflexos no desenvolvimento do país, em benefício da população. “Isso trará a redução de custos e a tão almejada geração de empregos. O desenvolvimento da indústria nacional com a transferência de tecnologia de maneira sustentável gerará capacitação para a indústria e para a Marinha também.”


Financiamento a projetos da Marinha

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Vice-almirante Anatalício Risden Junior: “Sem patamar orçamentário, dificilmente conseguimos prosseguir em grandes projetos” Foto: Tâmna Waqued/Fiesp

O vice-almirante Anatalício Risden Junior, diretor de Coordenação do Orçamento da Marinha, também participou do fórum.

Ao apresentar modelos de financiamento interno e externo para o setor, ele destacou a necessidade de robustez orçamentária, sem os quais os projetos da Marinha ficam inviáveis. “Sem patamar orçamentário, dificilmente conseguimos prosseguir em grandes projetos”, disse o vice-almirante.

Ele também avaliou, durante sua exposição, a influência da demanda ao longo do tempo, sobretudo do próprio Estado, para manter os investimentos em projetos da Marinha de qualquer país.

“Se estudarmos os grandes clusters dos países, a base nacional de defesa funciona com subsídio, demanda do Estado ou com viabilização de financiamento para outros países comprarem da base industrial de defesa local. Não é milagre, é só isso”, explicou.


Sobre o Estado-Maior da Armada

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Contra-Almirante Paulo Ricardo Finotto: o papel do Estado-Maior da Armada. Foto: Tâmna Waqued/Fiesp

O Contra-Almirante Paulo Ricardo Finotto deu um panorama sobre toda o organograma da Marinha do Brasil e a missão da Armada. “Estado-Maior da Armada é o órgão de direção geral”, resumiu.

As principais atribuições do órgão são coordenar as atividades desenvolvidas pela Marinha, assessorar o Comandante e atuar como interlocutor com o Ministério da Defesa, demais ministérios, entre outros atores.

De acordo com Finotto, ter um Estado-Maior da Armada não é exclusividade da Marinha do Brasil – diversos outros países têm órgão semelhante, assim como as outras duas Forças Armadas: Exército e Aeronáutica.

‘Em defesa não se gasta; investe-se’, afirmou diretor do Comdefesa

Dulce Moraes, Agência Indusnet Fiesp

Na manhã desta quarta-feira (24/09), alunos da Escola de Guerra Naval (EGN) da Marinha Brasileira participaram de encontro, na sede da Federação das Indústrias do Estado de São Paulo (Fiesp), para se atualizarem sobre o estágio e os desafios da indústria nacional de defesa.

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Encontro do Comdefesa e alunos da Escola Naval de Guerra.Foto: Helcio Nagamine/Fiesp


O evento contou com as palestras do diretor titular adjunto do Departamento da Indústria da Defesa (Comdefesa), Sérgio Vaquelli, do vice-presidente executivo da Associação Brasileira da Indústria de Material Bélico (Abimde), vice-almirante Carlos Afonso Pierantoni Gambôa, e do diretor da Odebrecht Defesa Tecnologia, o coronel reformado Oswaldo Oliva.

Sérgio Vaquelli, relembrou que o surgimento do Comdefesa da Fiesp, há oito anos, deu-se pela importância estratégica que o tema Defesa ganhou no país, pela necessidade de valorizar as missões constitucionais das Forças Armadas e para contribuir para o fortalecimento da indústria nacional.

Dentro de um panorama geopolítico, Vaquelli apresentou um comparativo sobre nível populacional, Produto Interno Bruto (PIB) e estratégias de defesa dos países do BRICs (Brasil, Russia, Índia e China) e dos Estados Unidos.

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Sérgio Vaquelli, do Comdefesa:. Foto: Helcio Nagamine/Fiesp

Embora o Brasil não seja cenário de conflitos bélicos, o titular adjunto do Comdefesa destacou que encontra ameaças em seu entorno. “Temos disputas de fronteiras entre Venezuela, Colômbia e Peru; há tensão na fronteira do Uruguai e a Argentina; disputa por soberania entre Chile e Argentina; ameaças de fronteiras terrestres, por narcotráfico; no Peru, temos o Cendeiro Luminoso; e há a imigração ilegal. Enfim, temos esses conflitos que não podemos fechar os olhos. Isso faz parte de nosso dia a dia e é uma ameaça para nós”, avaliou.

No ranking de Gastos Mundiais de Defesa, Brasil ocupa a 12ª posição, sendo que boa parte desse gasto refere-se a despesas de pessoal. Contudo, na avaliação exclusiva de investimentos, o Brasil está numa posição bem inferior.

“A importância atual do Brasil no cenário mundial é incompatível com a atual indústria de defesa”, afirmou, ressaltando a necessidade de mudança de visão: “Em defesa não se gasta, se investe”.

Entre as principais dificuldades ao crescimento do setor de defesa no Brasil apontadas estiveram: o desafio econômico e orçamentário; garantias contratuais que, muitas vezes, impedem o acesso a fontes de recursos, e provocam contingenciamento; acesso a financiamento pelas pequenas e médias empresas; desafios regulatórios; formação de mão de obra qualificada e incentivo aos investimentos em pesquisa; desafio comercial para criar novos mercados no Brasil e exterior.

Vaquelli também citou a iniciativa, que tem apoio da Confederação Nacional da Indústria (CNI) e Fiesp, o Instituto Senai de Inovação (Isi Defesa), que será instalado em São José dos Campos, que não será uma escola, mas um centro de desenvolvimento tecnológico de produtos.

A importância de parcerias

O vice-presidente executivo da Abimde, o vice-almirante Carlos Afonso Pierantoni Gambôa, proferiu, de forma bem informal, sua palestra, relembrando também os anos em esteve como comandante da Escola Naval de Guerra.

“Nenhuma profissão faz o que vocês estão fazendo”, afirmou solicitando total desempenho e atenção a esse investimento que a Marinha faz em termos de atualização profissional.

Gamboa também concordou com os desafios e dificuldades das empresas do setor apresentados por Vaquelli. “A situação da indústria é muito difícil. Muitas vezes, a gente não entende o empresário e o acha apenas como um cara rico. Tudo que estamos vendo nessa sala é feito pela indústria. O empresário é alguém que trabalha para pagar impostos e para ter lucro. E não é feio ter lucro. Posso dizer que 99% dos empresários não são vilões, muitas vezes o vilão é o governo que contingencia o orçamento e inviabiliza as compras”.

“Por outro lado, não adianta os empresários criticarem as Forças Armadas pois as Forças Armadas querem o melhor para o País. Nós temos que brigar com o Congresso que criam as Leis”, destacou.

Gamboa destacou que, nos últimos anos, o mundo e o país começaram a pensar mas em segurança e defesa. “Tivemos a descoberta do Pré-Sal, depois a Copa do Mundo, que todos falavam que seria um caos, mas deu certo. Com ela aprendemos que Defesa e Segurança tem que trabalhar juntos”.

O vice-presidente da Abimde apresentou uma série de produtos desenvolvidos pela indústria bélica nacional, desde radares, robôs, sistemas integradores, armas, mísseis, entre outros. Enter os produtos ele destacou a atuação do balão Horizonte que contribuiu para o monitoramento da área do Complexo Maré, no Rio.

“A Soberania de cada país é intangível. A soberania do Brasil depende da gente”, destacou o vice-presidente da Abimde. “Cabe a nós legar às novas gerações um país melhor”, disse, dirigindo-se aos alunos. “

Sobre a participação das indústrias de defesa no comércio internacional, Gamboa informou que, atualmente, 60 empresas brasileiras exportam. Ele elogiou o  movimento da Embraer e Odebrecht e, adquirir empresas pequenas . “Os produtos da Mectron hoje estão no mundo todo devido a Odebrecht”, destacou.  “A Globalização é um fato. E ninguém se esquiva de se fazer parceria no exterior, desde que seja bom para o Brasil. O Brasil é um bom parceiro”, concluiu.

Aquisição e Transferência de Tecnologia

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Oswaldo Muniz, da Odebrecht Defesa e Tecnologia. Foto: Helcio Nagamine/Fiesp

Na sequência o diretor da Odebrecht Defesa e Tecnologia, o coronel reformado Oswaldo Oliva, apresentou a estrutura do grupo Odebrecht no Brasil e no mundo e afirmou que o foco da Odebrecht Defesa e Tecnologia é desenvolver projetos complexos. “Ela vai trabalhar no reaparelhamento das Forças Armadas, desde que tenham o domínio das tecnologias. Ela provedora de serviços da inovação”, explicou.

O executivo informou que a empresa trabalha e desenvolve produtos em diversas áreas como: Comunicações, Bombas Guiadas (Mísseis), Radares, Satélites, Monitoramento Naval e Embarcações.

Entre os produtos da empresa, ele destacou a linha de radares que foram desenvolvidos e que serão ser usados nas aeronaves da Rússia. Ele também destacou o projeto Pro-Sub. “Esse projeto tem a missão de capacitar o Brasil e construir um submarino de forma independente. Um primeiro bloco é a capacitação, treinamento e a construção de estaleiro. O projeto do submarino é francês. Mas, ao longo desse processo, deveremos estar totalmente capacitados para desenvolver e projetar e construir essa tecnologia integralmente no Brasil, que é a segundo bloco do projeto”.

Oliva também informou que a Odebrecht irá criar uma nova empresa para resolver um grande desafio para o setor, que é o de adquirir uma quantidade enorme de engenheiros que o projeto de um submarino desse porte exigirá.Encontro do Comdefesa e alunos da Escola Naval de Guerra.Foto: Helcio Nagamine/Fiesp

Expansão de telecomunicações na Amazônia é uma oportunidade futura para a indústria

Dulce Moraes, Agência Indusnet Fiesp

As apresentações técnicas foram um dos principais momentos do seminário “Diálogo entre o Departamento de Ciência e Tecnologia do Exército e a Indústria Nacional”, realizado na tarde desta terça-feira (19/08) na sede da Federação das Indústrias do Estado de São Paulo (Fiesp).

Entre elas, a do vice-chefe de Tecnologia da Informação e Comunicação do Exército, general Antonino dos Santos Guerra, e do general Ubiratan de Salles, diretor de Fabricação do Exército.

Leia um resumo das apresentações no evento do Departamento da Indústria da Defesa (Comdefesa) da Fiesp.

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General Antonino dos Santos Guerra. Foto: Everton Amaro/Fiesp

General Antonino dos Santos Guerra, vice-chefe de Tecnologia da Informação e Comunicação do Exército

O general Guerra destacou a importância e as oportunidades para as indústrias nos projetos de Defesa que darão um salto em inovação no país. “Sem a parceria da indústria fica difícil a realização das ações de Defesa.”

Na área tecnológica, segundo ele, as necessidades vão desde o desenvolvimento de softwares, sistemas e equipamentos de comunicação, redes corporativas e até defesa cibernética.

Guerra também abordou como oportunidades futuras a expansão do sistema de telecomunicação em fibra ótica na Amazônia. “Já estamos fazendo o orçamento desse mapeamento neste ano.”

Outra área que está em processo de grande desenvolvimento tecnológico é o Serviço de Cartografia do Exército. “Hoje é um dos sistema mais modernos e está sendo feito com os recursos do Sisfron”, afirmou o vice-chefe de Tecnologia da Informação e Comunicação do Exército. No entanto, segundo ele, há muito a fazer. “A Inglaterra faz o seu mapeamento cartográfico a cada cinco anos. O Brasil ainda não conseguiu fazer o do seu território.”

Na área de desenvolvimento de sistemas, o Exército tem como desafio criar sistemas integrados para gerenciamento de saúde e gerenciamento logístico. Este último funcionará com a base de dados do sistema de materiais do exército e apoiar decisões logísticas dos diversos escalões da força terrestre.

Defesa Cibernética é também uma área de preocupação – e de avanços – no Exército. O general ressaltou duas inovações desenvolvidas por equipes do Exército: um software antivírus, que ainda encontra dificuldades devido a demora no registro de patente, e um simulador de operações cibernéticas que já foi apresentado em competições internacionais com sucesso.

Mas o projeto que a trará mais benefícios para a sociedade brasileira, segundo Guerra, é o Sistema Integrado de Monitoramento de Fronteiras (Sisfron), cujo próximo contrato está planejado para julho de 2015, abrindo oportunidades para novos parceiros, novas áreas e também novas capacidades.

Ao monitorar os diversos crimes de fronteira, entre os quais o narcotráfico, o Sistema irá ajudar a diminuir o custo da violência no País, que segundo a Fundação Instituto de Pesquisa Econômica Aplicada (Ipea), representava 5% do Produto Interno Bruto (PIB), em 2012.

Outro ganho proporcionado pelo Sisfron é o fortalecimento da indústria nacional e a geração de “bons empregos” no Brasil.

Na área de equipamentos de uso dos combatentes existem inúmeros possibilidades de aquisição de produtos nacionais. Atualmente, o Exército está fazendo o levantamento dos requisitos dos itens necessários com alto grau de exigência e os inteiramente vocacionados para indústria nacional.

General Ubiratan de Salles, diretor de Fabricação do Exército

O general Ubiratan abordou em sua palestra a busca de soluções do relacionamento de sua pasta com a base industrial na área de Defesa. “A nossa ideia é que a indústria participe mais ativamente da pesquisa e desenvolvimento, da gestão e do planejamento do Exército em relação a produtos de Defesa, indo muito além da entrega de produtos”, afirmou.

Salles detalhou como deverá ser o modelo de sistema de relacionamento no Polo de Ciência e Tecnologia do Exército em Guaratiba (PCTEG), no Rio de Janeiro, e afirmou que o desafio é definir, com critérios bem estabelecidos, o nível de participação da indústria. “Temos que verificar aonde esses percentuais devem chegar. Temos que participar juntos, industrias, centros de pesquisa e academia.”

De acordo com o diretor de Fabricação, o Exército pode contribuir muito com a indústria na formação de recursos humanos para atender demandas da base da indústria de Defesa. “O Instituto Militar do Exército (IME) tem o objetivo de triplicar a formação de engenheiros. Temos condições de formar e aperfeiçoar esses engenheiros e compartilhar a infraestrutura laboratorial.”

Em relação ao que a indústria pode ajudar o Exército, Ubiratan destacou: “cooperando na interpretação das capacidades militares, ou informando quais empresas estão habilitadas; cooperando na formação e aperfeiçoamento dos engenheiros; participando das pesquisas e desenvolvimento tecnológicos, que estarão a cargo do PCTEG”.

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Seminário na Fiesp promove aproximação entre indústrias e Departamento de C & T do Exército

Seminário promove aproximação entre indústrias e Departamento de C & T do Exército

Dulce Moraes, Agência Indusnet Fiesp

Na tarde desta terça-feira (19/08), aconteceu, na sede da Federação das Indústrias do Estado de São Paulo (Fiesp), o seminário “Diálogo entre o Departamento de Ciência e Tecnologia do Exército e a Indústria Nacional”.

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Evento discutiu possibilidades de interação e parcerias. Foto: Everton Amaro/Fiesp

A iniciativa do Departamento da Indústria da Defesa (Comdefesa) da Fiesp teve como intuito apresentar às indústrias dessa cadeia produtiva a estrutura do Departamento de Ciência e Tecnologia (DCT) do Exército Brasileiro e as possibilidades de interação e parcerias.

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Jairo Cândido: Comdefesa tem como missão a valorização constitucional das Forças Armadas e o fortalecimento da indústria brasileira. Foto: Everton Amaro/Fiesp

O diretor titular do Comdefesa, Jairo Cândido, relembrou que a busca de sinergia deste seminário está alinhada aos propósitos iniciais do próprio departamento, de de cuidar da valorização constitucional das Forças Armadas e o fortalecimento da indústria brasileira. “Essas duas vertentes andam absolutamente juntas e uma depende absolutamente da outra”, afirmou Cândido.

O titular do Comdefesa destacou ainda que, devido a transversalidade do tema, é importante que todos os setores e segmentos percebam que, por meio de projetos estratégicos, podem obter patamares tecnológicos mais elevados. “E esse é um caminho sem volta para obter competitividade nos mercados nacionais e internacionais.”

O chefe do Diretoria de Ciência e Tecnologia (DCT) do Exército, general Sinclair J. Mayer, fez uma breve apresentação da atual estrutura da área que tem como a missão planejar, organizar, dirigir e controlar atividades científicas e tecnológicas no âmbito do Exército. Outro desafio que está na missão do DCT, , segundo ele, é promover o fomento da indústria nacional visando o desenvolvimento e a produção de sistemas e materiais de emprego militar.

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General Sinclair J. Mayer: promover o fomento da indústria nacional é parte da missa da Diretoria de Ciência e Tecnologia (DCT) do Exército. Foto; Everton Amaro/Fiesp

Apesar da limitação orçamentária impedir mais investimentos em inovação e tecnologia por parte do Exército, algumas saídas são visualizadas com a participação da iniciativa privada.  Entre elas, o general Sinclair J. Mayer destacou o projeto do Polo de Ciência e Tecnologia do Exército em Guaratiba (PCTEG), no Rio de Janeiro.

O polo promoverá a sinergia e integração entre governo, institutos de pesquisas e desenvolvimento (P&D), Academia (o Instituto Militar do Exército) e as indústrias interessadas em participar. “Estamos recebendo interesse de várias empresas nacionais e também do exterior por meio das parcerias.”

O evento teve ainda apresentações feitas pelo vice-chefe de Tecnologia da Informação e Comunicação do Exército, general Antonino dos Santos Guerra, e pelo diretor de Fabricação do Exército, general Ubiratan de Salles.

No encerramento, os convidados conheceram a nova estrutura e a visão de futuro da Indústria de Material Bélico do Brasil (Imbel). O diretor-presidente da empresa, general Celso José Tiago, traçou um panorama da atual situação das cinco fábricas do grupo e afirmou que a empresa está passando por um choque de gestão com foco em inovação.

Hoje, cerca de 50% a 60% do faturamento da empresa é dependente do Exército Brasileiro, enquanto de 25% a 35% vem da Segurança Pública e de 10 a 15% de compradores privados.

A expectativa é que, no ano de 2026, essa participação seja alterada, expandindo as vendas ao setor privado e também a participação no mercado externo. “Precisamos absorver mais tecnologia e por isso estamos abertos às parcerias”, informou Tiago.

O evento contou com presença de Sami Hassuani, presidente da Associação Brasileira da Indústria de Defesa (Abimde).

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Expansão de telecomunicações na Amazônia é uma das oportunidades para a indústria, informa Exército em evento na Fiesp

Comdefesa da Fiesp apresenta setor para alunos da Escola de Guerra Naval

Isabela Barros, Agência Indusnet Fiesp

Em se tratando do setor de defesa, não se deve falar em gastos, mas sim em investimentos. A afirmação foi feita, na tarde desta sexta-feira (01/08), pelo diretor do Departamento da Indústria de Defesa (Comdefesa) da Federação das Indústrias do Estado de São Paulo (Fiesp) Anastácio Katsanos, durante apresentação para os alunos da Escola de Guerra Naval, realizada na sede da federação.

“O setor estimula o desenvolvimento econômico do país”, destacou Katsanos, que apresentou um panorama do setor no país e o trabalho da Fiesp na área para os militares.

Segundo ele, o Comdefesa foi criado há dez anos com a missão de desenvolver a indústria nacional e fomentar a base industrial de defesa. Dessa forma, o departamento trabalha fazendo contatos com autoridades, apresentando propostas de leis e decretos e sendo base de fóruns e debates, entre outras iniciativas.

Katsanos: “O setor estimula o desenvolvimento econômico do país”. Foto: Everton Amaro/Fiesp

Katsanos: “O setor de defesa estimula o desenvolvimento econômico do país”. Foto: Everton Amaro/Fiesp

Para ilustrar aos alunos a importância do setor, Katsanos citou uma estimativa da Embraer segundo a qual, para cada R$ 1 investido no desenvolvimento de sistemas de defesa foram gerados cerca de dez vezes esse valor em divisas de exportação. “O Brasil está em 12º lugar no ranking dos gastos militares globais, com 1,4% de participação no PIB”, disse. “Na média dos demais países, esses gastos correspondem a 2,5% do PIB mundial”.

Dias melhores virão

Mesmo diante de uma série dificuldades enfrentadas pelas empresas do setor no Brasil, conforme o diretor do Comdefesa, há um maior interesse do governo de investir nas Forças Armadas, com planos estratégicos de reequipamento, novos programas iniciados e um ambiente regulatório em evolução positiva.

Para melhorar, são necessárias ações como a oferta de garantias contratuais e o acesso a financiamentos pelas pequenas e médias empresas, entre outras.

Nesse ponto, segundo Katsanos, a Lei 12.598, de 2012, que estabelece regras especiais para as contratações e o desenvolvimento de produtos e sistemas de defesa, pode ser considerada um avanço.

Em São José dos Campos

Entre as ações da indústria paulista pelo setor, foi destacada a participação do Serviço Nacional de Aprendizagem Industrial de São Paulo (Senai-SP), com dois projetos anunciados em fevereiro de 2014: o do Centro Senai de Tecnologias Aeronáuticas e o do Instituto Senai de Inovação em Defesa, em São José dos Campos, São Paulo. Somadas, as iniciativas receberão aporte financeiro de R$ 102 milhões.

A apresentação do Comdefesa para os alunos da  Escola de Guerra Naval: ações da indústria de São Paulo. Foto: Everton Amaro/Fiesp

A apresentação do Comdefesa para os alunos da Escola de Guerra Naval: ações da indústria de São Paulo. Foto: Everton Amaro/Fiesp


O Centro de Tecnologias Aeronáuticas do Senai-SP será a primeira estrutura de capacitação em aviação de classe mundial na América Latina. Dotado de mais de 20 mil metros quadrados de área construída, contemplará tecnologias emergentes, incluindo laboratórios para áreas como novos materiais, com ênfase em compósitos, biocombustíveis, novas tecnologias para união de materiais.

O espaço também abrigará 13 laboratórios voltados para a área de eletrônica embarcada em aeronaves (como sistemas de comunicação, navegação e detecção), uma câmara para acionamento e testes de motores a reação, câmaras para desenvolvimento de projetos virtuais e em realidade aumentada (CAVE), laboratórios de metrologia, idiomas e modernos equipamentos de usinagem.

Compatibilidade eletromagnética

Já o Instituto reunirá quatro grandes laboratórios, além de estruturas de apoio com mais de 2 mil metros quadrados de área. As tecnologias instaladas contemplarão as áreas de compatibilidade eletromagnética, que terá uma câmara capaz de suportar os rigorosos padrões de testes do setor de defesa.

O instituto abrigará ainda um laboratório de pesquisa em materiais compósitos, com ênfase no desenvolvimento e investigação de propriedades específicas; um laboratório para o desenvolvimento de sensores, com ênfase no desenvolvimento de sensores inerciais e infravermelhos e um laboratório de realidade virtual para o desenvolvimento de projetos virtuais, incluindo estudos ergonômicos aplicados.

Retrospectiva 2013 – Aproximação entre indústrias do Brasil e dos Estados Unidos foi uma das principais metas alcançadas pelo Comdefesa

Guilherme Abati, Agência Indusnet Fiesp

Uma maior interação entre as indústrias de defesa do Brasil e dos Estados Unidos, buscando oportunidades de sinergia em conhecimento, transferência de tecnologia e negócios que permitam maior integração entre a indústria norte-americana e a brasileira no setor, foi uma das principais metas alcançadas pelo Departamento da Indústria de Defesa (Comdefesa) da Federação das Indústrias do Estado de São Paulo (Fiesp) em 2013.

Defense Industry Day

Com objetivo de ampliar a cooperação e os negócios bilaterais entre o Brasil e os Estados Unidos, foi realizado, nos dias 4 e 5 de abril, o Defense Industry Day – seminário que contou com palestras de comandantes militares das Forças Armadas Brasileiras e apresentações de empresas norte-americanas.

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Chefe do Estado-Maior do Exército Brasileiro, general Joaquim Silva e Luna, no Defense Industry Day. Foto: Helcio Nagamine/Fiesp

O evento marcou o início da aproximação entre as indústrias de defesa de cada país. Um dos convidados do seminário foi o chefe do Estado-Maior do Exército Brasileiro, general Joaquim Silva e Luna. Durante o encontro, o militar apresentou o programa de modernização da força armada brasileira, cujo objetivo é “tirar o exército brasileiro da era industrial para migrar para a era do conhecimento”.

O evento foi aberto pelo presidente do Conselho Superior de Comércio Exterior (Coscex) da Fiesp, embaixador Rubens Barbosa, que na ocasião afirmou que “a reunião é um marco porque é a primeira vez que um grupo de empresas norte-americanas e brasileiras está discutindo possibilidades de cooperação”.

No último dia do evento, o chefe da divisão de coordenação de projetos da Comissão Coordenadora do Programa Aeronave de Combate (Copac), Paulo Roberto de Barros, falou sobre o reaparelhamento da Força Aérea Brasileira (FAB) e sobre a aquisição de novos equipamentos.  Segundo ele, a FAB investiu R$ 9,5 bilhões na indústria nacional nos últimos dez anos.

Seminário Parcerias Público-privadas (PPPS)

Realizado dia 14 de agosto, o seminário destacou o emprego das parcerias público-privadas para militares das forças armadas e industriais de defesa. O evento contou com a presença de especialistas das áreas, industriais, diretores do Comdefesa, autoridades militares e civis.

Segundo Jairo Candido, diretor titular do Comdefesa, o objetivo do encontro foi começar uma discussão “a fim de criar uma estrutura nacional que seja aquela pela qual o empresário possa entender e trabalhar nesse segmento”.

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Jairo Cândido: 'Nosso ânimo em promover esse evento está calcado na inserção do setor da indústria da defesa'. Foto: Helcio Nagamine/Fiesp

Em um dos painéis, o general Adriano Pereira Júnior e o vice-almirante Anatalício Risden Júnior falaram sobre as perspectivas de uso das PPPs na área de Defesa.

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Ministro da Defesa, Celso Amorim, e o presidente da Fiesp, Paulo Skaf. Foto: Junior Ruiz/Fiesp

Pereira Júnior considera as PPPs uma forma de terceirização. “A participação da iniciativa privada pode não ser uma opção, e, sim, uma necessidade”, disse.

No dia 18 de junho, o ministro da Defesa, Celso Amorim, visitou a sede da Fiesp, onde foi recebido pelo presidente da instituição, Paulo Skaf, e por representantes de diversos diretores da entidade.

O presidente da Federação das Indústrias do Estado do Rio de Janeiro (Firjan), Eduardo Eugenio Gouvêa Vieira, também participou da solenidade.

 

Militares da Escola de Comando e Estado-Maior do Exército

Paulo Skaf recebeu ainda a visita de militares da Escola de Comando e Estado-Maior do Exército (Eceme) no dia 19 de junho. Durante o encontro, o presidente da Fiesp afirmou que a cadeia produtiva da defesa precisa ser recuperada. “O Comdefesa tem a missão de recuperar a cadeia produtiva da defesa. A cadeia produtiva da defesa precisa produzir cada vez mais e gerar riqueza para o Brasil”, afirmou.

 Força aérea brasileira: presente e futuro

No início de março, o chefe do Estado-Maior da Força Aérea Brasileira (FAB), tenente-brigadeiro-do-ar Aprígio Eduardo de Moura Azevedo, apresentou, na Fiesp,  a palestra ‘Força aérea brasileira: presente e futuro’.

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Da esq. p/ dir.: Beatriz Rosa, Carlos Erame de Aguiar, Jairo Cândido, tenente-brigadeiro-do-ar Azevedo, major-brigadeiro-do-ar Malta, brigadeiro-do-ar Machado e Walter Bartels. Foto: Everton Amaro

Durante o encontro, Azevedo ressaltou o crescimento das indústrias de defesa nacional e afirmou que o Brasil obteve, ao longo dos últimos 60 anos, competência e tecnologia para entrar no mercado internacional. “Adquirimos capacidade de conhecimento tecnológico que nos permite colocar um requisito à mesa da nossa indústria e ter como resultado final um produto que responde a esse requisito”, disse.

Mudança de visão de controle do Tribunal de Contas da União

Com participação de representantes das Federações das Indústrias do Estado de Minas Gerais (Fiemg) e do Rio de Janeiro (Firjan), além de autoridades das Forças Armadas e de associações da indústria da Defesa, aconteceu, no início de agosto, a 7ª Reunião Plenária do Comdefesa. .

A reunião contou com palestra de Marcio Albuquerque, secretário da SecexDefesa – unidade da Secretaria Geral de Controle Externo (Segecex)  do Tribunal de Contas da União, que expôs a nova estrutura  da pasta e a mudança de visão de controle do Tribunal de Contas da União (TCU). Segundo ele, a nova estrutura traz benefícios efetivos para população brasileira.

8ª Curso de Gestão de Recursos da Defesa

No dia 10 de setembro, aconteceu na Fiesp a abertura da 8ª edição do curso de gestão de recursos da defesa, uma parceria entre a Escola Superior de Guerra (Esg) e a federação.

Na ocasião, o Almirante Eduardo Bacellar Leal Ferreira destacou a importância da união entre a indústria e a defesa. “Temos trabalhado com a Fiesp há alguns anos e tenho certeza que dessa parceria sairão excelentes frutos para o país”, afirmou. “Não há como termos uma defesa decente sem uma base industrial compatível.”

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A aluna Juliana Motta inaugurou a placa da turma ao lado de Cândido e de Ferreira. Foto: Beto Moussalli/Fies

“No curso, os estagiários terão a oportunidade de conhecer a realidade que o Brasil encontra nesse setor”, explicou Jairo Cândido. Os alunos formados receberam seus diplomas em cerimônia realizada na Fiesp, no dia 30 de outubro.

Cândido aproveitou para destacar a atuação do Comdefesa. “O Comdefesa, que nasceu de uma necessidade de consagrar a posição soberana que esse país tem, sente-se profundamente honrado por receber esse grupo seleto de pessoas, que passarão a pensar uma questão fundamental para nossa sociedade”, encerrou.