Em noite de homenagem a Renato Aragão, 12º Prêmio Fiesp/Sesi-SP de Cinema e TV anuncia vencedores

Agência Indusnet Fiesp

Peixonauta foi escolhido pelo júri popular como melhor filme do 12º Prêmio Fiesp/Sesi-SP de Cinema e TV, cujos vencedores foram anunciados nesta terça-feira (31 de julho). Na votação por relevância artística, ficou para Bingo – O rei das manhãs, como melhor filme de ficção, o Troféu Anselmo (homenagem a Anselmo Duarte, ator, diretor e roteirista de cinema).

Entre os campeões de bilheteria do cinema, o premiado foi Minha Mãe é uma Peça 2. Como melhor série de ficção para TV aberta foi eleita Malasartes. Maria Ribeiro (de Como Nossos Pais) foi escolhida melhor atriz de cinema, e Vladimir Brichta (Bingo, o Rei das Manhãs), melhor ator de cinema.

O Prêmio Fiesp/Sesi-SP de Cinema e TV é uma iniciativa da Fiesp, do Sesi-SP e do Sindicato da Indústria Audiovisual do Estado de São Paulo (Siaesp) para valorizar a produção audiovisual brasileira. Nesta 12ª edição homenageou as produções do cinema e TV brasileiras lançadas em 2016, 2017 e até março de 2018. A premiação reconhece os melhores em cada categoria: ficção, documentário, animação, série, curta-metragem, diretor, atriz, ator e Produções para TV.

O presidente em exercício da Fiesp, do Ciesp e do Sesi-SP, José Ricardo Roriz, fez cumprimento especial a Renato Aragão, homenageado este ano pelo prêmio como personalidade do ano. “O prêmio integra um conjunto de atividades culturais promovidas pela indústria nas mais diversas linguagens artísticas e demonstra o compromisso em fomentar a arte e a cultura e aperfeiçoar o exercício da cidadania”, disse Roriz na cerimônia.

“O prêmio revela a importância de valorizar a criação audiovisual brasileira e fortalecer toda a cadeia produtiva que permeia essa linguagem artística, essencial para ampliar o repertório cultural dos cidadãos por meio do desenvolvimento do senso crítico.” Roriz destacou as adversidades e desafios enfrentados pela cultura. “O Sesi-SP há mais de 50 anos reconhece sua importância e nos últimos anos tem intensificado sua programação e expandido sua atuação com a criação de novos equipamentos culturais.”

Ao todo, a comissão julgadora e o público avaliaram 59 produções nacionais, lançadas entre os anos de 2016 e 2018. A cantora Paula Lima foi a mestre de cerimônia.

Neste ano, o troféu faz uma homenagem a Anselmo Duarte (1920 – 2009) – primeiro cineasta brasileiro a ganhar a Palma de Ouro no Festival de Cannes com o filme “O Pagador de Promessas”, em 1962. Novas categorias também foram incluídas na premiação, prestigiando também as produções audiovisuais de seriados realizados por produtoras brasileiras para televisão aberta e fechada e com distribuição em plataformas OTT (Over The Top).

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Renato Aragão, personalidade do ano do 12º Prêmio Fiesp/Sesi-SP de Cinema e TV. Foto: Raisa Scandovieri/Fiesp

Para o organizador do prêmio e presidente do Sindicato da Indústria Audiovisual do Estado de São Paulo (Siaesp), João Daniel Tikhomiroff, “as séries viraram uma espécie de fenômeno de audiência no público jovem, infantil e adulto. As cotas na TV paga e o Fundo Setorial de Investimento deram o oxigênio necessário para a indústria independente exibir os frutos de seu talento. Agora, com as novas plataformas de OTT, a tendência é de crescimento, mas é preciso seguir estimulando a indústria brasileira, para que conquistemos o verdadeiro protagonismo”.

O ator e produtor Renato Aragão, escolhido como a personalidade do ano, o cineasta precursor do Cinema Novo, Nelson Pereira dos Santos (1928 – 2018), e o diretor Roberto Farias (1932 – 2018) – ambos pelo conjunto de vida e obra – serão os grandes homenageados da noite.

A escolha dos vencedores ficou a cargo de um júri composto por membros do Sindicato da Indústria Audiovisual do Estado de São Paulo (Siaesp), do Júri Especial, formado por jornalistas especializados (Guilherme Werneck, Helô D’Angelo e Marcelo Hessel), para escolha do curta-metragem vencedor, e do júri popular, para eleger Melhor Filme e Melhor Série.


VENCEDORES
1. PRÊMIO ESPECIAL  
Melhor Curta-Metragem

  O Vestido de Myriam

 

2. VOTAÇÃO POPULAR  
Melhor Filme

  Peixonauta

 

Melhor Série

  Distrito Cultural – 3ª Temporada

 

3. RELEVÂNCIA ARTÍSTICA  
Melhor Filme de Ficção

  Bingo – O rei das manhãs

 

Melhor Filme Documentário

  Divinas Divas

 

Melhor Filme de Animação

  Lino – Uma aventura de sete vidas

 

   
Melhor diretor (cinema)

Laís Bodanzky – Como nossos pais

 

Melhor diretor (série)

Breno Silveira (Entre Irmãs)

 

Melhor atriz (cinema)   Maria Ribeiro – Como Nossos Pais
Melhor ator (cinema)   Vladimir Brichta – Bingo, o Rei das Manhãs
Melhor atriz (série)   Marjorie Estiano (Entre Irmãs)
Melhor ator (série)

Jesuita Barbosa (Malasartes)

 

4. CINEMA (Longa-Metragem) – CAMPEÕES DE BILHETERIA  
Melhor filme de ficção

  Minha mãe é uma peça 2

 

 

 

 
5. SÉRIES para TV ABERTA, TV FECHADA E PLATAFORMA OTT  
Melhor Série de ficção para TV aberta

  Malasartes

 

Melhor Série de ficção para TV fechada ou OTT

  13 Dias Longe do Sol

 

Melhor Série documental para TV Aberta, Fechada ou OTT

  Outros Tempos – Velhos

 

Melhor Série de animação para TV Aberta, Fechada ou OTT

  As Aventuras de Fujiwara Manchester

 


Para viajar no tempo e relaxar entre clássicos, musas e figurinos

Isabela Barros, Agência Indusnet Fiesp

Não é preciso ter interesse especial por moda ou por cinema para gostar de 101 filmes para quem ama moda, escrito pela jornalista Alexandra Farah e publicado pela Senai-SP Editora, do Serviço Nacional de Aprendizagem Industrial de São Paulo. Por reunir tantos bastidores, fotos de encher os olhos e lembranças de bons momentos da sétima arte, a leitura flui e informa de forma leve, divertida.

Dividido em quatro blocos temáticos (Estilistas, Documentários, Cinema Brasileiro e Musicais), o livro faz um passeio por épocas variadas, citando os mais diferentes estilos e propostas de figurinos.

Começando pelos estilistas, estão lá, entre outros, Coco Chanel, Hubert de Givenchy e Yves Saint Laurent.

Na obra, ficamos sabendo que Chanel reclamava que as atrizes eram “enfeitadas demais”. E que a revista The New Yorker escreveu que “Chanel faz uma mulher parecer uma mulher, e Hollywood quer que uma mulher pareça duas”. De todo modo, a francesa assinou os figurinos de Esta noite ou nunca, A Regra do Jogo e Ano passado em Marienbad.

Dono eterno da admiração dos fashionistas por ter vestido Audrey Hepburn em clássicos como Sabrina e Bonequinha de Luxo, Givenchy encheu os olhos do mundo com clássicos como o tubinho preto e a combinação de calça justa com sapatilha. Simples e chique demais.

Já Saint Laurent assinou trabalhos do porte de A Pantera Cor de Rosa e A Bela da Tarde, esse último um clássico com Catherine Deneuve linda e jovem no papel da mulher que, entediada no casamento, se prostituía escondida do marido.

No item documentários, há indicações de filmes que inclusive trazem críticas à indústria da moda, como O Verdadeiro Custo, que denuncia algumas práticas da chamada fast fashion, produção em série de roupas em escala semanal, com peças produzidas em países pobres e em condições desumanas de trabalho.

Made in Brazil

Entre as produções locais destacadas no livro, estão películas como O Cangaceiro, com figurinos de ninguém menos que o artista plástico Carybé. Uma informação luxuosa e desconhecida por muita gente que viu o filme. Para que a equipe de gravação pudesse visualizar a posição das peças em cena, ele fez uma série de desenhos cenográficos que mostravam os cenários, um trabalho apurado de produção.

Vai mais uma referência clássica aí? Em Todas as mulheres do mundo, declaração de amor de Domingos de Oliveira à musa Leila Diniz, algumas das peças saíram do acervo pessoal da atriz, como o biquíni de Maria Alice e o tubinho branco.

Para fechar, dicas de musicais muito fashion, como Entre a Loira e a Morena, estrelado pela diva Carmem Miranda e seus turbantes, e Os homens preferem as loiras, com ninguém menos que Marilyn Monroe brilhando de tomara que caia rosa e cantando que os diamantes são os melhores amigos de uma garota.

Diversão garantida ou o seu ingresso de volta.

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O livro da Senai-SP Editora com dicas de filmes para quem ama moda: leitura leve e repleta de bastidores. Reprodução: Everton Amaro/Fiesp

Sesi-SP abre mostra gratuita de cinema brasileiro

Agência Indusnet Fiesp

O Sesi-SP realiza, de 8 de outubro a 21 de novembro, mostra gratuita que reúne oito filmes vencedores do 10º Prêmio Fiesp/Sesi-SP de Cinema, entre os quais sete longas-metragens e um curta. A programação, com sessões semanais, vai passar por 24 unidades do Sesi-SP. Ao todo, serão 168 exibições digitais.

Grandes produções cinematográficas brasileiras e também filmes independentes, lançados em 2013, foram avaliados e reconhecidos em 13 categorias: Ficção, Documentário, Curta-Metragem, Diretor, Atriz, Ator, Atriz Coadjuvante, Ator Coadjuvante, Roteiro, Montagem, Fotografia, Direção de Arte e Trilha Sonora.

Nomes importantes do cenário artístico brasileiro foram contemplados na premiação, como Glória Pires, que conquistou o título de Melhor Atriz Principal pela atuação em Flores Raras, e Jair Rodrigues (1939-2014) pelo trabalho como ator coadjuvante de Super Nada, filme também premiado pela direção de Rubens Rewald e Rossana Foglia.

Entre os destaques da mostra estão os sucessos de público Faroeste Caboclo, inspirado na canção homônima da banda Legião Urbana, vencedor do Prêmio Fiesp/Sesi-SP na categoria Melhor Filme de Ficção; e O Tempo e o Vento, adaptação do clássico de Érico Veríssimo, que conquistou o reconhecimento por Melhor Direção de Arte, para Tiza Oliveira.

Prêmio Fiesp/Sesi-SP de Cinema é uma iniciativa da Federação das Indústrias do Estado de São Paulo – Fiesp, do Serviço Social da Indústria – Sesi-SP e do Sindicato da Indústria Audiovisual do Estado de São Paulo – Siaesp. O objetivo é incentivar a produção cinematográfica nacional, facilitar o acesso às produções brasileiras e formar novos públicos.

“A mostra é uma ótima oportunidade para ver ou rever uma variada produção que tem na diversidade de propostas uma de suas marcas. Além disso, é uma ocasião para apreciar a pluralidade cultural do país e valorizar os talentos brasileiros”, destaca Álvaro Alves Filho, gerente de projetos culturais do Sesi-SP.

Confira as sinopses dos filmes que integram a mostra e a programação completa no site do Sesi Cultura.

Serviço

Mostra Vencedores do 10º Prêmio Fiesp/Sesi-SP de Cinema

Filmes longas-metragens: Faroeste Caboclo, As Hiper Mulheres, Flores Raras, O que se Move, Super Nada, Tatuagem e o Tempo e o Vento. Curta-metragem: Preto ou Branco!

Período: de 8 de outubro a 21 de novembro

Locais:

Grande São Paulo e litoral: Cotia (11) 4612-3323, Cubatão (13) 33632658, Mauá (11) 4542-8977 e São Caetano do Sul (11) 4233-8038

Interior do Estado: Araraquara (16) 3337-3100, Bauru (14) 3104-3911, Birigui (18) 3641-7370, Campinas (Amoreiras) (19) 3772-4184, Campinas (Santos Dumont) (19) 3225-7580, Cruzeiro (12) 3141-1550, Franca (16) 3712-1621/1620, Indaiatuba (19) 3875-9000, Itapetininga (15) 3275-7949, Jundiaí (11) 4523 5173, Marília (14) 3417-4500, Matão (16) 3382-6915, Piracicaba (19) 3403-5900, Presidente Prudente (18) 3222-7344, Rio Claro (19) 3527-3120, Santana de Parnaíba (11) 3146-9830, São José do Rio Preto (17) 3224-2499, Sumaré (19) 3854-5855 / 3832-7614, Tatuí (15) 3205-7946 e Taubaté (12) 3633-4699

Entrada gratuita

Evento debate parcerias entre produtoras de audiovisual nacionais e internacionais

Guilherme Abati, Agência Indusnet Fiesp

O Seminário Produção Internacional – Oportunidades, Aprovação e Acompanhamento de Projetos, realizado pela Agência Nacional do Cinema (Ancine), pelo Sindicato da Indústria Audiovisual do Estado de São Paulo (Siaesp) e pela Federação das Indústrias do Estado de São Paulo (Fiesp), realizado nesta quinta-feira (11/07), reuniu produtores, produtores executivos, profissionais do cinema e amantes da sétima arte na sede da federação, na Avenida Paulista, em São Paulo.

O evento contou com as presenças do diretor-presidente da Ancine, Manoel Rangel, e do chefe de Promoção do Audiovisual do Ministério das Relações Exteriores, José Roberto Rocha Filho.

Um dos principais temas destacados no debate foram os programas de promoção para a produção de conteúdo audiovisual brasileiro no exterior.

André Sturm, diretor-executivo do Museu da Imagem e do Som de São Paulo (MIS-SP) e presidente do Programa Cinema do Brasil, de exportação de filmes brasileiros, financiado pela Agência Brasileira de Promoção de Exportações e Investimentos (Apex) e pelo Ministério da Cultura (Minc), destacou o assunto.

Segundo Sturm, o objetivo do programa de fomento é aumentar o desempenho do audiovisual brasileiro nos mercados estrangeiros, fornecendo apoio para que produtoras nacionais possam realizar parcerias com empresas internacionais.

O presidente do programa “Brazillian TV Producers”, criado em 2004, Marco Altberg, destacou os benefícios que o projeto traz para a indústria nacional. “O programa promove oportunidades de cooperação, além de promover o audiovisual brasileiro no exterior”, disse.

Outro programa de fomento a produções internacionais foi destacado durante o encontro. De acordo com Leyla Fernandes, presidente do programa “Film Brazil”, a indústria do audiovisual nacional mostra que “é forte e está pronta para trabalhar em qualquer lugar do mundo”.

Segundo ela, em 2012 o programa movimentou mais de US$ 20 milhões em produção e, atualmente, conta com parcerias com países como Estados Unidos, Alemanha, França e Japão, entre outros.

Case de sucesso

Para contar como as produções audiovisuais entre diferentes países podem dar certo, o sócio-diretor da Gullane Filmes, Fabiano Gullane, comentou sua experiência na produção de Amazônia – Planeta verde, longa lançado em junho deste ano.  O filme foi feito por uma produtora brasileira e duas produtoras francesas, sendo orçado em 11 milhões de euros.

Para ele, o aumento no número de coproduções internacionais é um sinal de amadurecimento do mercado interno. “Hoje o Brasil é um agente do cinema internacional”, disse.

Indaiatuba é a primeira cidade a receber o Cine Sesi-SP Open Air

Alice Assunção, Agência Indusnet Fiesp –

Alice Assunção, Agência Indusnet Fiesp, de Indaiatuba

Cerca de 600 pessoas de ocuparam um campo de futebol em Indaiatuba, interior de São Paulo, na noite deste sábado (24/05) com colchonetes, cadeiras, cobertores, garrafa térmica com bebida quente e lanche. O que parecia um piquenique foi, na verdade, uma sessão de cinema, ao ar livre: a primeira edição do Cine Sesi-SP Open Air.

O projeto vai promover sessões de cinema gratuitas em seis cidades paulistas. A exibição de todos os filmes é digital e com áudio dublado em português e as sessões são realizados aos sábados e domingos a partir das 19h30.

A operadora multifuncional Elaine Alves Antunes Silva, de 33 anos, foi uma das espectadoras do filme “A Hospedeira”, de Andrew Niccol, escolhido para a estreia do projeto. Acompanhada dos filhos e da sobrinha, Elaine se instalou perto do telão, acomodando as crianças em colchonetes azuis.

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Elaine aproveitou a oportunidade e levou a família para a estreia do Cine Sesi-SP Open Air. Foto: Beto Moussalli/Fiesp

“É diferente. Geralmente a gente faz coisas ao ar livre durante o dia, de noite é mais raro. Então estou achando divertido. Pena que meu marido não pôde vir”, disse Elaine ao participar da primeira edição do projeto.

O filho de Elaine e estudante do Sesi-SP, Gabriel Alves, 11 anos, também gostou da alternativa. “É uma oportunidade de vir ao cinema de graça”, disse. “Até agora só senti falta da cadeira [do cinema] mesmo”, contou.

A recepcionista Jessica Zandra, 22 anos, e o preparador de máquinas Henrique Guilherme Ferreira da Cruz, 23 anos, são namorados e saíram de casa equipados com chocolate quente, esteiras para se esticarem no chão, sanduíche de presunto e queijo e pipoca.

“Já faz tanto tempo que só faz calor que resolvemos vir também para curtir o frio. Viemos também para sair da rotina, do tradicional cinema, do tradicional barzinho”, disse Jessica.

Para o namorado Henrique, assistir a uma sessão de cinema ao ar livre dá a liberdade de fazer coisas que não seria possível fazer em uma sala fechada.

“É bem melhor assim, a gente fica mais à vontade. Pode trazer coisas de casa para comer, sentar onde e como quiser”, afirmou. “É algo diferente e gratuito, então não tem porque não vir”, completou.

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O casal de namorados Jessica e Henrique curtiu o frio no sessão de cinema ao ar livre em Indaiatuba. Foto: Beto Moussalli/Fiesp

Entretenimento do convívio

Para o gerente de projetos culturais do Sesi-SP, Álvaro Filho, a proposta do Cine Open Air, projeto fruto de uma parceria do Sesi-SP com a empresa Swen Filmes, é estimular a apreciação do cinema junto ao convívio social no que ele chama de “entretenimento do convívio”.

“A ideia de é difundir o cinema, mas ao mesmo tempo agregar um conceito recreacionista com a linguagem do cinema”, explicou.

Filho acrescentou ainda que faz parte da intenção do projeto “conectar o nosso público com o mundo porque na Europa é muito comum esse tipo de cinema e quanto mais você faz essas atividades que agregam famílias inteiras, você diminui consideravelmente o índice de violência, os transtornos urbanos, por conta da arte”.

Filho contou ainda que, em casos de chuva, capas protetoras serão distribuídas antes do início das sessões do projeto, que deve acontecer em seis cidades do interior do estado.

“Estamos fazendo seis cidades piloto em 2014, mas a ideia é, dando certo o projeto, expandir para todo o estado em 2015”, acrescentou.

A preparação para a estreia em Indaiatuba foi intensa, de acordo com a diretora do CAT da cidade, Odete Freire. “Divulgamos na escola, para os pais, fomos para a rádio e para TV. Esse tipo de evento no interior é importante porque é gratuito e a gente atende a comunidade”, afirmou Odete.

Frio

A chuva que antecedeu a sessão das 19h30 em Indaiatuba e a chegada do frio não desanimou o casal de aposentados Dayse e José Simões, de 73 e 69 anos respectivamente.

“Gosto muito de cinema e nem está tão frio assim”, disse Dayse, sentada em uma cadeira de praia ao lado do marido José. “Eu fiz ele vestir esse casaco pesado, daqui a pouco ele vai querer tirar e vai querer me matar”, brincou.

Entre uma pipoca e outra, seu José contou sua expectativa: “Espero ver um bom filme”.

Um pouco a frente de José e Dayse estava um grupo de amigas em um lençol florido esticado na grama. Entre elas, uma sacola com biscoito, lanches e um refrigerante de dois litros.

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O casal de namorados Jessica e Henrique curtiu o frio no sessão de cinema ao ar livre em Indaiatuba. Foto: Beto Moussalli/Fiesp

Para a estudante Beatriz Moreira, 14 anos, uma das coisas mais legais do cinema ao ar livre é que “dá para trazer coberta”.

A outra amiga Adrielli Oliveira Haustenreites, 14 anos, gostou de poder sentar como quiser na grama do campo. “Aqui a gente pode ficar à vontade”.

Próximas cidades

As exibições do Cine Open Air passam nas semanas seguintes por Itapetininga (31/05 e 01°/06) e Taubaté (07/06 e 08/06).  Mais informações no site do Sesi-SP | Cultura.

Denise Fraga: ‘Digo aos amigos que estão mal para irem ao cinema’

Isabela Barros, Agência Indusnet Fiesp

A noite desta terça-feira (22/04) foi de reverência ao cinema no Teatro do Sesi-SP, na Avenida Paulista, em São Paulo. Isso porque o assunto esteve no centro do debate entre duas mulheres que são referência na área no Brasil: a atriz, produtora e escritora Denise Fraga e a cineasta Tata Amaral. Ambas foram as convidadas do InteligênciaPontoCom de abril, bate papo com personalidades da área cultural promovido todos os meses pelo Serviço Social da Indústria de São Paulo (Sesi-SP).

“Cinema é como igreja para mim”, afirmou Denise. “Digo aos amigos que estão mal para irem ao cinema”, brincou. A atriz disse ter “imagens doces da sala escura”, memórias trazidas desde a infância. “A arte cinematográfica sempre teve um significado especial para mim, nunca pensei em ser atriz de cinema, vocês imaginem a minha emoção”.

Para ela, a sétima arte é reveladora e capaz de “ler pensamento”. Principalmente se for fruto de uma boa parceria entre ator e diretor. “É ótimo tentar achar a verdade que aquele diretor quer dizer, um jogo de sedução”, explicou. “Essa vontade de acertar na mosca o que o diretor quer é uma delícia”.

Denise, à esquerda, e Tata: parceria afinada no cinema. Foto: Everton Amaro/Fiesp

Denise Fraga, à esquerda, e Tata Amaral: parceria afinada no cinema. Foto: Everton Amaro/Fiesp


Parceiras no InteligênciaPontoCom e no filme “Hoje”, que estreou em 2013, Denise e Tata destacaram o trabalho. A película, baseada no livro “Prova Contrária”, de Fernando Bonassi, conta a história de Vera, uma ex-militante política que, depois de se mudar para um novo apartamento, passa a relembrar os anos de ditadura militar que viveu ao lado do marido.

“Quando a Denise topou fazer o “Hoje”, senti, pelo telefone, uma vibração positiva”, contou Tata. “A gente tem encontros com as pessoas na vida e essa foi uma parceria criativa muito forte”.

Segundo a cineasta, atriz tem “generosidade”. “Ela me perguntava como eu queria as coisas, nunca vi um ator fazer isso”, brincou. “Adoro ator, mas às vezes você sente uma inquietação que deixa essas pessoas impermeáveis”, disse. “E a Denise ainda chega na hora, não dá problema”.

Deus mora nos detalhes

A protagonista do filme também não economizou elogios ao trabalho da diretora. “As cenas cresciam muito no set porque a Tata nunca chega com uma proposta dura, engessada”, disse. “Ela, como eu, acredita que Deus mora nos detalhes”.

Segundo Denise, cinema “é uma arte que cabe muito às mulheres”. “Assim como os bordados”, afirmou.

Denise: “cinema é uma arte que cabe muito às mulheres”. Foto: Everton Amaro/Fiesp

Denise: “cinema é uma arte que cabe muito às mulheres”. Foto: Everton Amaro/Fiesp

O saldo dessa parceria afinada foi, de acordo com Denise, a apresentação, nas telas, da personagem “mais dramática e complexa” de sua carreira. “Tenho uma família muito grande e que prefere que eu faça comédia, como grande parte do público, mas as pessoas que foram ver o “Hoje” porque eu convidei levaram para casa coisa melhor do que a comédia que eles estavam esperando”, explicou.

Mesmo afirmando “adorar comédia”, a atriz diz observar uma certa “ditadura” nesse sentido no Brasil. “As pessoas têm medo de gastar dinheiro para ver outra coisa. Até os produtores ficam com receio de investir quando é um drama, achando que não vai render bilheteria”.

Referências nacionais

Atriz conhecida por seu trabalho no teatro, na televisão e no cinema, Denise Fraga ficou conhecida por espetáculos teatrais como “Chorinho”, “Sem Pensar”, “A Alma Boa de Setsuan”, “A Quarta Estação” e “Trair e Coçar é só Começar”.

Na televisão, esteve à frente de diversos programas, como o quadro “Retrato Falado”, no “Fantástico”, na Rede Globo, além de atuar em novelas, humorísticos e minisséries. Seus trabalhos mais recentes foram os seriados “3Teresas” para  o canal GNT e “A Mulher do Prefeito”, para a TV Globo, ambos em 2013.

Já no cinema, trabalhou em mais de 12 longas-metragens no cinema, como “Por trás do Pano”, “Cristina Quer Casar” e “As Melhores Coisas do Mundo”, além do próprio “Hoje”.

Uma das mais importantes cineastas brasileiras, Tata Amaral conquistou mais de 50 prêmios em festivais nacionais e internacionais. Seu filme “Antônia”, inspirou uma série de televisão homônima, indicada ao Emmy 2007, o Oscar da televisão. Com “Hoje”, conquistou seis prêmios no Festival de Brasília e chegou a finalista na categoria Melhor Direção do 10º Prêmio Fiesp/Sesi-SP.


Denise Fraga e Tata Amaral falam sobre cinema no próxio InteligênciaPontoCom

Agência Indusnet Fiesp

Atriz, produtora de teatro e cinema e autora de dois livros, Denise Fraga e a cineasta Tata Amaral são as convidadas da edição de abril do InteligênciaPontoCom, bate-papo cultural que acontece mensalmente no Teatro do Sesi-SP. O encontro acontece nesta terça-feira (22/04), às 20h, e tem entrada gratuita.

Conhecida do grande público, Denise Fraga é sucesso no teatro, no cinema e na televisão.Entre os espetáculos teatrais em que atuou, destacam-se “Chorinho”, “Sem Pensar”, “A Alma Boa de Setsuan”, “A Quarta Estação” e “Trair e Coçar é só Começar”.

Na televisão, desenvolveu diversos programas, como o quadro do Fantástico “Retrato Falado”, além de atuar em novelas, humorísticos e minisséries. Seus trabalhos mais recentes foram os seriados “3Teresas” para GNT e “A Mulher do Prefeito” pela TV Globo, ambos em 2013.

Atuou em mais de 12 longas-metragens no cinema, como “Por trás do Pano”, “Cristina Quer Casar”, “As Melhores Coisas do Mundo” e “Hoje”. Em todas as linguagens, Denise conquistou importantes prêmios, como Grande Prêmio Brasil, Festival de Cinema de Gramado, Prêmio APCA, Festival Internacional de Cinema Latino Americano de Havana e o Kandango no Festival de Cinema de Brasília. Atualmente é colunista da Folha de São Paulo e da Revista Crescer.

Uma das mais importantes cineastas brasileiras, Tata Amaral conquistou mais de 50 prêmios em festivais nacionais e internacionais. Seu filme “Antônia”, inspirou uma série de televisão homônima, indicada ao Emmy 2007, o Oscar da televisão. Com o filme “Hoje”, conquistou seis prêmios no Festival de Brasília e chegou a finalista na categoria Melhor Direção do 10º Prêmio Fiesp/Sesi-SP.

Serviço

Denise Fraga + Tata Amaral no InteligênciaPontoCom
Data e hora: 22 abril, às 20h
Local: Teatro do Sesi-SP (Av. Paulista, 1.313 – Metrô Trianon-Masp)
Reservas pelo site Meu Sesi
O evento terá transmissão on-line pelo site www.fiesp.com.br/online
Mais informações no site do Sesi Cultura

Prêmio Fiesp/Sesi-SP de Cinema abre inscrições para curtas e longas-metragens

Agência Indusnet Fiesp

Estão abertas as inscrições para o 10º Prêmio Fiesp/Sesi-SP de Cinema, que tem como objetivo incentivar a produção cinematográfica nacional, divulgar o cinema brasileiro, facilitar o acesso público às produções de filmes nacionais e formar novas plateias. O evento é uma iniciativa da Federação das Indústrias do Estado de São Paulo (Fiesp), do Serviço Social da Indústria (Sesi-SP) e do Sindicato da Indústria Audiovisual do Estado de São Paulo (Siaesp).

As inscrições de curtas e longas metragens podem ser feitas até 20 de fevereiro. O formulário está disponível no site da premiação e a produtora deve enviar o material de divulgação do filme e uma cópia para exibição na Mostra de Cinema. A curadoria será do diretor do Museu da Imagem e do Som (MIS), André Sturm.

Serão 13 categorias premiadas: ficção, documentário, curta-metragem, diretor, atriz, ator, atriz coadjuvante, ator coadjuvante, roteiro, montagem, fotografia, direção de arte e trilha sonora. O prêmio varia de R$ 5 mil a R$ 12 mil.

No ano passado, os grandes vencedores foram os filmes “Xingu”, que recebeu prêmios nas categorias: longa-metragem de ficção, direção (Cao Hamburguer) e trilha sonora, e “Eu receberia as piores notícias dos seus lindos lábios”, também com tripla premiação: atriz (Camila Pitanga), ator coadjuvante (Zé Carlos Machado) e fotografia (Lula Araújo).

Mostra de cinema

O Prêmio Fiesp/Sesi de Cinema será entregue no dia 1º de abril. Antes disso, será realizada no Centro Cultural Fiesp – Ruth Cardoso a Mostra de Cinema, que vai exibir todos os filmes concorrentes. A mostra começa no dia 26 de fevereiro e a programação será divulgada em breve.

Fiesp e Sesi-SP abrem mostra gratuita e itinerante de cinema

Agência Indusnet Fiesp

O Serviço Social da Indústria de São Paulo (Sesi-SP)  e a Federação das Indústrias do Estado de São Paulo (Fiesp) realizam, de 19 de agosto a 6 de outubro, a mostra gratuita dos oito filmes finalistas do IX Prêmio Fiesp/Sesi-SP de Cinema, entre os quais sete longas-metragens e um curta. Neste ano, o projeto ganhou dimensão nacional, com a inscrição de 126 produções cinematográficas. A programação, com entrada gratuita e sessões semanais, vai passar por 53 unidades do Sesi-SP.

Entre os destaques, estão os longas “Eu Receberia as Piores Notícias dos Seus Lindos Lábios”, dirigido por Beto Brant e Renato Ciasca e protagonizado por Camila Pitanga; “Xingu”, de Cao Hamburguer, com Caio Blat e Maria Flor no elenco; e “Corações Sujos”, de Vicente Amorim, estrelado por Eduardo Moscovis.

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O filme 'Xingu', de Cao Hamburguer, com Caio Blat, Felipe Camargo e João Miguel, foi o vencedor da edição 2013 do Prêmio Fiesp/Sesi-SP de Cinema na categoria Melhor Filme. Foto: Divulgação/O2


Outro ponto alto é o documentário “Tropicália”, de Marcelo Machado, que reúne shows históricos de Gilberto Gil, Caetano Veloso e Tom Zé. Também integram a mostra os filmes “Área Q”, “Era uma Vez Eu”, “Verônica” e “Sudoeste”, além do curta-metragem “A Noite dos Palhaços Mudos”.

O IX Prêmio Fiesp/Sesi-SP de Cinema, realizado em junho de 2013, contemplou grandes nomes do cenário artístico brasileiro, entre eles o diretor Cao Hamburguer, pelo filme “Xingu”; o diretor de arte Daniel Flaksman, por “Corações Sujos”; e os atores Camila Pitanga e Zecarlos Machado, por “Eu Receberia as Piores Notícias dos Seus Lindos Lábios”.

A agenda de exibição dos filmes varia de acordo com a programação de cada cidade – disponível nas secretárias únicas das unidades do Sesi-SP e no site www.sesisp.org.br/cultura.

A mostra será realizada nas seguintes unidades do SesiI-SP – capital, Grande São Paulo e litoralA.E. Carvalho, Catumbi, Cotia, Cubatão, Diadema, Guarulhos, Ipiranga, Mauá, Mogi das Cruzes, Osasco, Santo André, São Bernardo do Campo, São Caetano do Sul, Suzano, Vila das Mercês e Vila Leopoldina  Interior do Estado: Americana, Araçatuba, Araraquara, Araras, Bauru, Birigui, Botucatu, Campinas (Amoreiras), Campinas (Santos Dumont), Cruzeiro, Franca, Indaiatuba, Itapetininga, Itu, Jacareí, Jaú, Jundiaí, Limeira, Marília, Matão, Mogi Guaçu, Ourinhos, Piracicaba, Presidente Prudente, Ribeirão Preto, Rio Claro, Santa Bárbara d’Oeste, Santana de Parnaíba, São Carlos, São José do Rio Preto, São José dos Campos, Sertãozinho, Sorocaba, Sumaré, Tatuí, Taubaté e Votorantim.

Conheça os filmes

Filme: “A Noite dos Palhaços Mudos” (Brasil, 2012, cor, comédia, 15 min, 10 anos).
Direção: Juliano Luccas.
Elenco: César Póvero, Christian Schlosser, Domingos Montagner, Fábio Espósito (Xepa), Fernando Sampaio, Luiz Terribele, Marcelo Castro, Nando Freitas, Ricardo Porto e William Amaral.
Sinopse: O curta-metragem é a adaptação para as telas de uma história de um dos maiores artistas de quadrinhos do Brasil: Laerte. Dois palhaços mudos perambulam à noite com a missão de resgatar um companheiro que fora sequestrado por uma organização que tem como objetivo o extermínio da classe. A Noite dos Palhaços Mudos é uma fábula contemporânea recheada de humor contra a intolerância.

Filme: “Área Q” (Brasil, 2010, cor, ficção, 108 min, 10 anos).
Direção: Gerson Sanginitto. Com Ana Kelly, Daniel Zykov, Isaiah Washington, Jenny Vilim, John Deignan, Jordan Jones, Leslie Lewis Sword, Lisa Crilley, Murilo Rosa, Ricardo Conti, Ronnie Gene Blevins, Steve Filice e Tânia Khalill.
Sinopse: Quixadá, 1979. O fazendeiro João Batista (Murilo Rosa) é surpreendido ao ser abduzido por seres extraterrestres. Ele retorna com poderes, o que faz com que se torne um mito local. Duas décadas depois, o jornalista investigativo Thomas Mathews (Isaiah Washington) chega à cidade. Enviado por um jornal americano para desvendar os relatos de óvnis na região, o repórter ainda sofre pelo misterioso desaparecimento de seu filho, ocorrido pouco tempo antes. Ao entrevistar algumas pessoas abduzidas, Thomas percebe que há fundamento no relato delas e que, de alguma forma, os eventos da região estão ligados ao sumiço de seu menino.

Filme: “Corações Sujos” (Brasil, 2011, cor, drama, 147 min, 14 anos).
Direção: Vicente Amorim.
Elenco: André Frateschi, Celine Fukumoto, Eduardo Moscovis, Eiji Okuda, Issamu Yazaki, Ken Kaneko, Kimiko Yo, Shun Sugata, Takako Tokiwa e Tsuyoshi Ihara.
Sinopse: A história é do imigrante japonês Takahashi (Tsuyoshi Ihara), dono de uma pequena loja de fotografia no interior de São Paulo, casado com Miyuki (Takako Tokiwa), uma professora primária, que de um homem comum transforma-se em assassino, enquanto sua mulher luta contra o destino, tentando em vão salvar seu amor em meio ao caos e à violência. O ano é 1946 e, para alguns orientais como ele, o Japão não perdeu a guerra.

Filme: “Era uma Vez Eu, Verônica” (Brasil, 2012, cor, drama, 91 min, 16 anos).
Direção: Marcelo Gomes.
Elenco: Hermila Guedes, Inaê Veríssimo, João Miguel, Renata Roberta e W. J. Solha.
Sinopse: Verônica é recém-formada em Medicina, nascida e criada no Recife. Ela atravessa um momento crucial em sua vida, um momento pleno de incertezas: sobre sua escolha profissional, sobre seus laços afetivos, sobre sua capacidade de lidar com a vida nova que se aponta daqui para frente. “Era uma vez eu, Verônica” é uma história que se revela através de aventuras, desventuras, desejos e canções.

Filme: “Eu Receberia as Piores Notícias dos Seus Lindos Lábios” (Brasil, 2011, cor, drama, 100 min, 16 anos).

Direção: Beto Brant e Renato Ciasca.
Elenco: Adriano Barroso, Antonio Pitanga, Camila Pitanga, Gero Camilo, Gustavo Machado, Simone Sou e Zecarlos Machado.
Sinopse: Cauby (Gustavo Machado) tem 40 anos, trabalha como fotógrafo de uma revista semanal e resolve trocar São Paulo pelo interior do Pará. Cético em relação ao amor e devotado à beleza, ele encontra num lindo cenário amazônico a bela e instável Lavínia (Camila Pitanga), mulher do pastor Ernani (Zecarlos Machado), homem que acredita ser possível consertar as contradições humanas. Mas no interior do país ainda existem lugares onde a honra se lava com sangue, e Cauby não imaginava que acabaria envolvido num triângulo amoroso e assim perdesse o controle da própria vida.

Filme: “Sudoeste” (Brasil, 2011, p&b, drama, 128 min, 14 anos).
Direção: Eduardo Nunes.
Elenco: Dira Paes, Everaldo Pontes, Julio Adrião, Léa Garcia, Mariana Lima, Raquel Bonfante, Regina Bastos, Simone Spoladore e Victor Navega Motta.
Sinopse: Numa vila isolada do litoral, onde tudo parece imóvel, Clarice percebe a sua vida durante um único dia, em descompasso com as pessoas que ela encontra e que apenas vivem aquele dia como outro qualquer. Ela tenta entender a sua obscura realidade e o destino daqueles à sua volta num tempo circular que assombra e desorienta.

Filme: “Tropicália” (Brasil, 2012, cor, documentário, 82 min, 12 anos).
Direção: Marcelo Machado.
Sinopse: Muito antes da chamada aldeia global existir e da internet se propagar pelo mundo, o Brasil já era global. País antropofágico pela própria natureza, em que o novo e o velho, o estrangeiro e o nativo não só conviviam mas eram misturados, assimilados e recriados a todo momento. Mas o que é Tropicalismo, afinal? É essa simples e complexa questão que o apresentador português faz a um exilado e melancólico Caetano Veloso, logo no início do filme de Marcelo Machado. O diretor, que cresceu ouvindo as ousadias sonoras de Caetano, Gilberto Gil, Mutantes e Tom Zé, que não entendia as letras em inglês mas adorava os arranjos de um tal de rock-and-roll, conduz o espectador por uma viagem de sons e imagens por meio da história de um dos mais emblemáticos movimentos culturais brasileiros. Em um panorama afetivo construído com uma miscelânea de referências, entrevistas, pesquisas, imagens e, claro, canções, o espectador é levado a passear pelos férteis, polêmicos e violentos anos de 1967, 1968 e 1969.

Filme: “Xingu” (Brasil, 2012, cor, drama, 102 min, 12 anos).
Direção: Cao Hamburguer.
Elenco: Adana Kambeba, Augusto Madeira, Awakari Tumã Kaiabi, Caio Blat, Fábio Lago, Felipe Camargo, João Miguel, Maiarim Kaiabi, Maria Flor, Tapaié Waurá e Totomai Yawalapiti.
Sinopse: Os irmãos Orlando (Felipe Camargo), Cláudio (João Miguel) e Leonardo Villas Bôas (Caio Blat) resolvem trocar o conforto da vida na cidade grande pela aventura de viver nas matas e desbravá-las. Para isso, resolvem se alistar no programa de expansão pela região Centro-Oeste do Brasil, incentivado pelo governo. Com enorme poder de persuasão e afinidade com os habitantes da floresta, os três se tornam referência nas relações com os povos indígenas, vivenciando incríveis experiências, entre elas a criação do Parque Nacional do Xingu.

Serviço

Mostra ‘Finalistas do IX Prêmio Fiesp/Sesi-SP de Cinema’

Filmes: longas-metragens: Eu Receberia as Piores Notícias dos Seus Lindos Lábios, Xingu, Corações Sujos, Tropicália, Área Q, Era uma Vez Eu, Verônica e Sudoeste. Curta-metragem: A Noite dos Palhaços Mudos

Período: de 19 de agosto a 6 de outubro

Locais – capital, Grande São Paulo e litoral: A.E. Carvalho (11) 2026-6000, Catumbi (11) 2291-1444, Cotia (11) 4612-3323, Cubatão (13) 33632658, Diadema (11) 4092-7908 / 2404-3133, Guarulhos (11) 2404-3312, Ipiranga (11) 2065 0184, Mauá (11) 4542-8977, Mogi das Cruzes (11) 4727-1777, Osasco (11) 3602-6225, Santo André (11) 4996-8633, São Bernardo do Campo (11) 4344-1047/4109-9499, São Caetano do Sul (11) 4233-8038, Suzano (11) 4741-1661, Vila das Mercês (11) 2946-8172, Vila Leopoldina (11) 3834-3458  Interior do Estado: Americana (19) 3471-9013, Araçatuba (18) 3519-4232, Araraquara (16) 3337-3100, Araras (19) 3542-0393, Bauru (14) 3104-3911, Birigui (18) 3641-7370, Botucatu (14) 3811-4474, Campinas (Amoreiras) (19) 3772-4184, Campinas II (19) 3225-7580, Cruzeiro (12) 3141-1550, Franca (16) 3712-1621/1620, Indaiatuba (19) 3875-9000, Itapetininga (15) 3275-7949, Itu (11) 4025-7332, Jacareí (12) 3954-1014, Jaú (14) 3621-1042, Jundiaí (11) 4523 5173, Limeira (19) 3451-5710, Marília (14) 3417-4500, Matão (16) 3382-6915, Mogi Guaçu (19) 3861-3232, Ourinhos (14) 3302-3535, Piracicaba (19) 3403-5900, Presidente Prudente (18) 3222-7344, Ribeirão Preto (16) 3603-7337, Rio Claro (19) 3527-3120, Santa Bárbara D’Oeste (19) 3455-2088, Santana de Parnaíba (11) 4156-9830, São Carlos (16) 3368-5063, São José do Rio Preto (17) 3224-2499, São José dos Campos (12) 3936-2611, Sertãozinho (16) 3945-2246, Sorocaba (15) 3388-0414, Sumaré (19) 3854-5855 / 3832-7614, Tatuí (15) 3205-7930, Taubaté (12) 3633-4699 e Votorantim (15) 3353-9200.

Entrada gratuita

‘InteligênciaPontoCom’: Giorgetti e Bacic debatem dificuldades e alternativas para cinema brasileiro

Juan Saavedra, Agência Indusnet Fiesp

“Cinema brasileiro, hoje, não é nada”, disparou o diretor, produtor e roteirista Ugo Giorgetti, um dos convidados da noite de terça-feira (16/07) do InteligênciaPontoCom, evento do Serviço Social da Indústria de São Paulo (Sesi-SP) que promove bate-papos entre o público e grandes nomes da área cultural.

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Gregorio Bacic e Ugo Giorgetti (a direita) no InteligênciaPontoCom. Foto: Julia Moraes/Fiesp


Giorgetti, autor de filmes como “Sábado”, “Boleiros” e “O Príncipe”, classifica parte dos filmes nacionais que mais fazem sucesso na atualidade como uma “versão piorada” do que é produzido na TV. “É a televisão vulgarizada ainda mais. Ou temos o cinema que ninguém vê, ninguém ouve e ninguém vai”, disse o cineasta no Espaço Mezanino, no Centro Cultural Fiesp – Ruth Cardoso.

O diretor criticou o modelo atual de incentivos fiscais. “O Estado se omite no julgamento do que é cultura”, afirmou, explicando que a renúncia fiscal abre espaço para a produção de filmes não independentes. “Eu não tenho nada contra ‘De Pernas para o Ar’, nada. A não ser que alguém me obrigue assisti-lo [risos]. A única coisa que tenho contra esse filme é o fato de estar fazendo com dinheiro público”, disse Giorgetti, defendendo a destinação dos incentivos a filmes de caráter mais independente e que, segundo ele, não visem exclusivamente gerar faturamento.

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Gregorio Bacic: é preciso procurar alternativas aos esquemas de distribuição. Foto: Julia Moraes/Fiesp

Outro convidado, o também paulistano Gregório Bacic, jornalista, radialista, documentarista e escritor, um dos criadores e diretor do programa “Provocações”, apresentado por Antonio Abujamra na TV Cultura, falou sobre sua iniciativa, a de levar a exibição de cinema em DVD para a periferia.

“Temos feito uma mostra de cinema nordestino, em que a gente privilegia centros culturais da periferia, escolas do interior”, explicou. “Nós tivemos, há dois anos, no município de Taboão da Serra, numa quarta-feira chuvosa, um público de 800 pessoas para o filme ‘Corisco e Dadá’.”

“O que nos resta nesse momento é criar espaços e levar cinema para pessoas que não têm nem dinheiro para pegar um ônibus, propiciando uma reflexão. É o que consigo enxergar como alternativa possível para sair desse esquema de distribuição e exibição.”

Ugo Giorgetti disse que um dos problemas de se fazer cinema no Brasil é o custo de produção. “Não é o preço de um poema”, ponderou o diretor, explicando mais tarde que produzir TV e publicidade têm sido alternativas de sobrevivência para vários profissionais.

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Ugo Giorgetti: 'distribuidor brasileiro é preguiçoso e negligente'. Foto: Julia Moraes/Fiesp

Giorgetti, que reconheceu ser preguiçoso para filmar fora de São Paulo, disse ainda que a maioria do público brasileiro é despreparada para assistir a filmes mais complexos. “É cultura, educação, um conjunto de coisas que impede que as pessoas gostem daquilo que não é simples. Parece que tem público em São Paulo, mas não tem. É ilusório”, disse o diretor, afirmando que a exibição em espaços como os cinemas Itaú Frei Caneca e Augustaé insuficiente para a sustentabilidade do cinema brasileiro à margem dos grandes esquemas de distribuição.

“O distribuidor brasileiro é preguiçoso e negligente”, disse Giorgetti, explicando que filmes simplórios, com atores conhecidos e que façam rir ganham preferência em relação a outros que não tenham essas características. Bacic emendou, afirmando que essa tendência acaba influenciando os roteiristas.

De acordo com Bacic, as emissoras públicas, como a TV Cultura, cumprem papel importante para a exibição de filmes brasileiros. “A TV Cultura colocou no ar 84 filmes brasileiros, mais do que outras emissoras”, afirmou ele, que disse ser favorável ao estabelecimento de cotas que assegura um percentual mínimo de exibição de produção brasileira nas emissoras de TV paga.

‘Xingu’ e ‘Eu receberia…’ são os grandes vencedores do Prêmio Fiesp/Sesi-SP de Cinema

Ariett Gouveia, Isabela Barros e Juan Saavedra, Agência Indusnet Fiesp

Em uma noite de festa para o cinema brasileiro, foram divulgados nesta terça-feira (11/06), no Centro Cultural Fiesp, os nomes dos melhores filmes nas 13 categorias do IX Prêmio Fiesp/Sesi-SP de Cinema.

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Cao Hamburger: prêmios de melhor diretor e melhor filme por 'Xingu'. Foto: Julia Moraes/Fiesp


Os grandes vencedores foram os filmes “Xingu”, que recebeu prêmios em três categorias: longa-metragem de ficção, direção (Cao Hamburger) e trilha sonora, e “Eu receberia as piores notícias dos seus lindos lábios”, também com tripla premiação: atriz (Camila Pitanga), ator coadjuvante (Zé Carlos Machado) e fotografia (Lula Araújo).

Concorreram ao prêmio 126 produções nacionais – 83 longas e 43 curtas. A cerimônia de premiação, conduzida pelo apresentador, escritor e jornalista Cadão Volpato, foi marcada ainda pela gratidão e pelos elogios à iniciativa da Federação das Indústrias do Estado de São Paulo (Fiesp) e do Serviço Social da Indústria de São Paulo (Sesi-SP).

Em Paris, onde acompanha a defesa da candidatura de São Paulo como cidade sede da Expo 2020, o presidente da Fiesp e do Sesi-SP, Paulo Skaf, gravou um vídeo explicando por que as instituições ampliaram o alcance do evento – até a oitava edição,  restrito a produções estaduais. “O cinema nacional é do tamanho do Brasil”, afirmou. “Queremos facilitar o acesso do público aos filmes e ajudar a formar plateias”, disse. “Os meus parabéns aos premiados.”

O evento contou com a presença de personalidades do cinema e da televisão como os atores Caco Ciocler, Murilo Rosa, Felipe Camargo, Irandhir Santos e Silvia Buarque, além dos diretores Cao Hamburger e Beto Brant.

Muito emocionada por ter levado o prêmio de melhor atriz coadjuvante por seu trabalho em “Gonzaga, de pai para filho”, Silvia Buarque dedicou a conquista ao diretor do filme, Breno Silveira, ao marido, o ator Chico Diaz, e à mãe, a atriz Marieta Severo. “Estou super nervosa e super grata. Essa é a primeira que vez que eu ganho um prêmio”, afirmou.

Irandhir Santos: melhor ator por seu papel em 'Febre do Rato'. Foto: Julia Moraes

Irandhir Santos: melhor ator por seu papel em 'Febre do Rato'. Foto: Julia Moraes

Melhor ator por seu papel em “Febre do rato”, Irandhir Santos destacou Cláudio Assis e Hilton Lacerda, respectivamente diretor e roteirista do filme, em seu discurso de agradecimento. “Estou feliz da vida. Foi incrível fazer esse filme com o Cláudio”, disse.

O ganhador na categoria melhor diretor, Cao Hamburger comemorou ainda a escolha de “Xingu” como melhor filme. “Muito significativo e importante para o cinema brasileiro o prêmio ser dado pela Fiesp e pelo Sesi-SP nesta casa, porque, quem sabe, um dia a gente vire uma indústria de verdade. O reconhecimento da Fiesp e do Sesi-SP é muito importante. Ganhar o prêmio é o de menos. O importante é fazer parte dessa comunidade. Tenho só agradecimentos à cabeça aberta da Fiesp”, disse em meio a cumprimentos do também cineasta André Sturm, presidente em exercício do Sindicato da Indústria Audiovisual do Estado de São Paulo (Siaesp).

“Esses três irmãos, os Villas-Bôas, são personagens muito complexos, profundos e interessantes. E a vida deles, como diria o Darcy Ribeiro, foram vidas que a natureza vai demorar mais de um século, um milênio, para criar outras. Assim que eu tive o contato com vida deles, em me apaixonei e tive que fazer [o filme], mesmo com todas as dificuldades”, explicou Hamburger. “Foi um mergulho coletivo na vida dos irmãos Villas Boas e nesse universo dos índios brasileiros que é muito apaixonante”.

Além dos prêmios, a cerimônia teve uma homenagem ao sociólogo e fundador do Espaço Itaú de Cinema, Cinearte e Cinespaço, Adhemar Oliveira, um dos principais responsáveis por diversificar a exibição de filmes no eixo São Paulo-Rio de Janeiro. “Estou nessa estrada há 30 anos. Essa é a minha primeira homenagem”, disse Oliveira. “Dedico esse reconhecimento aos cineastas e artistas, aos trabalhadores do cinema e à minha mulher, Patrícia, que se arriscou comigo nesse caminho”, completou.

A programação contou ainda com show da banda Del Rey, destaque na cena cultural por seu repertório em homenagem a Erasmo e Roberto Carlos. Entre as canções tocadas para a plateia do Prêmio, clássicos como “Detalhes” e “Eu te darei o céu”, entre outros.

O IX Prêmio Fiesp/Sesi-SP de Cinema é uma iniciativa da Fiesp, do Sesi-SP e Siaesp.

O objetivo é incentivar a produção cinematográfica nacional, divulgar o cinema brasileiro, facilitar o acesso público às produções de filmes nacionais e formar novas plateias. O projeto tem curadoria de André Sturm.

Conheça a lista de profissionais e filmes premiados:

Filme longa-metragem ficção: ‘Xingu’

Filme longa-metragem documentário: ‘Tropicália’

Diretor: Cao Hamburger (‘Xingu’)

Ator: Irandhir Santos (‘Febre do rato’)

Atriz: Camila Pitanga (‘Eu receberia as piores notícias dos seus lindos lábios’)

Roteiro: Afonso Poyart (‘Dois Coelhos’)

Ator Coadjuvante: Zé Carlos Machado ‘(Eu receberia as piores notícias dos seus lindos lábios’)

Atriz Coadjuvante: Silvia Buarque (‘Gonzaga, de pai para filho’)

Direção de Arte: Daniel Flaksman (‘Corações sujos’)

Fotografia: Lula Araújo (‘Eu receberia as piores notícias dos seus lindos lábios’)

Trilha Sonora: Beto Villares (‘Xingu’)

Montagem: Helgi Thor e David Davidson (‘Área Q’)

Curta-metragem: ‘A Noite dos Palhaços Mudos’

Centro Cultural Fiesp exibe 20 curta-metragens nacionais nesta segunda-feira (10/06)

Agência Indusnet Fiesp

Encerrando a mostra Prêmio Fiesp/Sesi-SP de Cinema, serão exibidos nesta segunda (10/06), a partir das 14h, 20 curtas-metragens nacionais no Espaço Mezanino do Centro Cultural Fiesp – Ruth Cardoso.  Todas as sessões têm entrada gratuita e a capacidade da sala é de 50 lugares.

Na terça, dia 11, serão divulgados os vencedores do Prêmio Fiesp/Sesi-SP, em 13 categorias.

Confira todos os filmes desta segunda-feira (10/06):

Filme: Mauá: Luz ao redor
Horário: 14h
Diretor: Juliana Vicente
Duração: 5 minutos
Classificação indicativa: livre

Sinopse: No centro de São Paulo, a comunidade Mauá vive há mais de 5 anos e hoje está sob ameaça de despejo. No entorno da Rua Mauá encontra-se a vida das 230 famílias que habitam a ocupação: escolas, locais de trabalho, hospitais e esse deslocamento pode causar graves danos a essa população, para a qual não é oferecido um destino. O documentário apresenta os arredores da ocupação, a trajetória da luta, da chegada, os sonhos e o destino das pessoas que não querem retornar à condição de sem-tetos.


Filme: Monumento
Horário: 14h
Diretor: Gregorio Graziosi
Duração: 10 minutos
Classificação indicativa: livre

Sinopse: Documentário sobre a escultura paulistana Monumento às Bandeiras, de Victor Brecheret. Um registro dos detalhes, identificando personagens e destacando as possíveis relações entre eles.


Filme: Peixe vermelho
Horário: 14h
Diretor: Andreia Vigo
Duração: 14 minutos
Classificação indicativa: livre

Sinopse: Uma misteriosa sequência de eventos leva uma mulher para território desconhecido.


Filme: Penas
Horário: 14h
Diretor: Paulinho Caruso
Duração: 15 minutos
Classificação indicativa: livre

Sinopse: Buscando uma explicação, um homem se depara com uma história de medo, traição e ornitologia explícita. “Penas” é uma adaptação da história em quadrinhos do cartunista brasileiro Laerte Coutinho publicada em 1988.


Filme: Amazônia, você ainda vai estar lá
Horário: 14h
Diretor: Alexandre Naval
Duração: 13 minutos
Classificação indicativa: 12 anos

Sinopse: Durante a realização de um exercício de defesa da Amazônia, dois soldados do Exército Brasileiro refletem: será que vale mesmo a pena defendê-la?


Filme: Arremate
Horário: 16h
Diretor: Rodrigo Luna
Duração: 8 minutos
Classificação indicativa: 12 anos

Sinopse: Um homem ciumento considera as ofertas especiais de uma operadora de telemarketing.


Filme: Quem é Rogério Carlos?
Horário: 16h
Diretor: Pedro Bughay
Duração: 14 minutos
Classificação indicativa: livre

Sinopse: O filme narra história de Adelino, fanático por Rogério Carlos, que não consegue aceitar que as pessoas acreditem que o rei da música brasileira é Amado Batista. Isso causa problemas conjugais e sua mulher decide freqüentar uma terapia de casal para tentar salvar o casamento. Acreditando que o casamento está por um fio, Adelino, decide caminhar pela cidade para espairecer, mas numa sorte do destino ou infelicidade dele, encontra seu ídolo cantando na rua os grandes sucessos do verdadeiro rei.


Filme: Olhar contestado
Horário: 16h
Diretor: Fabianne Batista Balvedi
Duração: 15 minutos
Classificação indicativa: livre

Sinopse: O documentário aborda um episódio acontecido quase 15 anos após o término da Guerra de Canudos. Com proporções e significado semelhantes, a Guerra do Contestado conflagrou-se numa região do sul do Brasil cuja posse era disputada pelos estados do Paraná e Santa Catarina.


Filme: Os sons do Divino e o Espírito Santo do Silêncio
Horário: 16h
Diretor: Claudia Pinheiro
Duração: 15 minutos
Classificação indicativa: 12 anos

Sinopse:Pai e filha percorrem uma longa caminhada silenciosa até São Luis do Paraitinga. A Festa do Divino é o pano de fundo para a história, uma história sobre a incomunicabilidade e o amor entre pai e filha, sobre a descoberta do amor por uma menina e sobre a fé que nos move e, às vezes, nos cega. Enquanto o pai, embriagado, se perde em seus devaneios, a jovem Pituinha se encanta com a festa, e sem saber, segue os passos da mãe que ela mal conheceu.


Filme: Linear
Horário: 18h30
Diretor: Amir Admoni
Duração: 6 minutos
Classificação indicativa: livre

Sinopse: A linha é um ponto que saiu caminhando.


Filme: A idade da inocência
Horário: 18h30
Diretor: Ivann Willig
Duração: 15 minutos
Classificação indicativa: livre

Sinopse: No aniversário de seis anos de Raphael, nenhum dos seus convidados aparece para a comemoração. Por conta disso, Raphael sai em disparada pelo clube e não retorna. Seus pais e avós, angustiados, buscam vestígios do menino.


Filme: O Mundo de Ulim e Oilut
Horário: 18h30
Diretor: Caru Alves de Souza
Duração: 13 minutos
Classificação indicativa: livre

Sinopse: Milu tem 6 anos e está de férias. Isso não significa diversão, pois ela tem que ficar sozinha em casa enquanto a mãe trabalha. Túlio, um menino misterioso, a convida para brincar. Aos poucos, suas brincadeiras e fantasias tomam conta da realidade que os cerca.


Filme: Animador
Horário: 18h30
Diretor: Cainan Baladez e Fernanda Chicolet
Duração: 15 minutos
Classificação indicativa: livre

Sinopse: Ligia trabalha num parque de diversões. Suspensa num brinquedo de bolinhas, espera enquanto as crianças tentam acertar o alvo para derrubá-la. Seu uniforme é uma fantasia.


Filme: Destimação
Horário: 18h30
Diretor: Ricardo de Podestá
Duração: 13 minutos
Classificação indicativa:livre

Sinopse: Um papagaio é seduzido pelas belas imagens de uma caixa de luz e atrapalha a convivência mórbida do recinto.


Filme: Festa no apartamento da Suzana
Horário: 20h30
Diretor: Christopher Faust
Duração: 4 minutos
Classificação indicativa: livre

Sinopse: Augusto é convidado para uma festa no apartamento de uma colega de faculdade. Filme realizado em super8.


Filme: Tudo bem
Horário: 20h30
Diretor: Christopher Faust
Duração: 11 minutos
Classificação indicativa: 12 anos

Sinopse: Camila terminou recentemente seu namoro. Divide agora seu tempo entre baladas, amigas e seu cachorro.


Filme: A triste história de Kid-punhetinha
Horário: 20h30
Diretor: Andradina Azevedo e Dida Andrade
Duração: 14 minutos
Classificação indicativa: 14 anos

Sinopse: Victor e Verônica estudam na mesma classe. A menina, que nunca beijou ninguém, é apaixonada por Victor.  Um dia, por pressão dos amigos, ele transa com ela. Dois meses depois, entre silêncios e angústias, Victor e Verônica vão a uma clínica de aborto.


Filme: Amores (In)versos
Horário: 20h30
Diretor: Davi Mello
Duração: 15 minutos
Classificação indicativa: livre

Sinopse: Alberto e Mariana se conhecem durante uma sessão de “A Carruagem Fantasma”, e a partir daí, passam a viver um romance de cinema. Eles são atores e personagens vivenciando gêneros cinematográficos, perdendo-se num mundo de versos e ilusões, onde o som do projetor é como o pulsar de seus corações.


Filme: Pra que a vida siga adiante
Horário:20h30
Diretor: André Queiroz
Duração: 15 minutos
Classificação indicativa: 12 anos

Sinopse: Durante sua formatura, Bruno olha para trás e encara seus maiores desejos e frustrações revendo as decisões que o levaram até ali. Quando passado e presente se encontram, é o momento de seguir adiante.


Filme: O fim do filme
Horário: 20h30
Diretor: André Dib
Duração: 15 minutos
Classificação indicativa: livre

Sinopse: João Lucas é funcionário de uma videolocadora e sempre acaba revelando o final dos filmes aos clientes. Após conhecer uma cliente que aluga sempre o mesmo filme, os dois passam a debater nas madrugadas o verdadeiro significado de seu final.

Cinema: Centro Cultural Fiesp promove sessões gratuitas de curtas nacionais neste domingo

O Centro Cultural Fiesp – Ruth Cardoso exibe, neste domingo, dia 9, mais cinco curta-metragens brasileiros, em sessões gratuitas, às 15h. Todos eles concorrem ao Prêmio Fiesp/Sesi-SP, que será entregue no dia 11 de junho, terça-feira.

As sessões deste domingo têm entrada gratuita e a capacidade da sala é de 50 lugares.

Confira quais serão as produções exibidas neste domingo (9):

Filme: Ki
Horário: 15h
Diretor: Guile Martins
Duração: 5 minutos
Classificação indicativa: livre

Sinopse: Uma crônica sobre a respiração na cidade.


Filme: 
Aluga-se
Horário: 15h
Diretor: Marcela Lordy
Duração: 15 minutos
Classificação indicativa: livre

Sinopse: Quanto o espaço urbano influi no nosso espaço interior? Como será amar alguém numa cidade que vive apagando sua memória? Na história de Clarice e Antonio, um retrato da verticalização caótica de São Paulo e a percepção do espaço público como uma tradução de nós mesmos.


Filme: 
Quase que só há estrelas
Horário: 15h
Diretor: Marília Xavier, Nilson Alvarenga e Tomyo Costa Ito
Duração: 
12 minutos
Classificação indicativa: livre

Sinopse: O mover para, as finalidades se perdem, o cotidiano se esvazia. Um olhar que sempre retorna às imagens e nos faz ver de novo o transitar dos carros, o trabalho das máquinas, a rigidez dos prédios, os pés e as mãos, as pessoas que habitam a cidade, a cidade que habita as pessoas.


Filme: 
Pequenos
Horário: 15h
Diretor: Alexandre Rafael Garcia
Duração: 14 minutos
Classificação indicativa: 12 anos

Sinopse: Férias de verão e o menino Lucas se diverte com seus amigos no bairro onde moram. Cada dia que passa, ele se aproxima mais de Ana.


Filme: 
Cine Camelô
Horário: 15h
Diretor: Clarissa Knoll
Duração: 15 minutos
Classificação indicativa: livre

Sinopse: A história de um cineasta-ambulante que vende filmes de curta-metragem na Rua 25 de Março, maior centro de comércio popular de São Paulo, de acordo com a demanda dos clientes.

Centro Cultural Fiesp exibe festival de curtas nesta sexta-feira (07/06)

Nesta sexta-feira, dia 7, o Centro Cultural Fiesp – Ruth Cardoso vai exibir seis curta-metragens nacionais, em sessões gratuitas, a partir das 14h. Os filmes concorrem ao IX Prêmio Fiesp/Sesi-SP de Cinema, que terá os ganhadores divulgados no dia 11 de junho.

As sessões acontecem no Espaço Mezanino, Avenida Paulista, 1.313. A capacidade da sala é de 50 lugares. Na programação, estão os filmes: “A Equação do Amor”, “A Descoberta”, “Piove, il film di Pio”, “Garota Explosiva”, “Pety pode tudo” e “A noite dos palhaços mudos”.

Veja mais informações sobre os curtas desta sexta (07/06):

Filme: A Equação do Amor
Horário: 14h
Diretor: Fábio Allon
Duração: 13 minutos
Classificação indicativa: livre

Sinopse: Colégio Cecília das Flores. 9h15 da manhã. Sala de aula do 3º ano. Prova de Recuperação. Ian pensa namorar Nina, que pensa várias outras coisas menos namorar Ian, que delira com sua amada e se complica na resolução da prova que pode selar seu destino – conseguirá nosso anti-herói sul-americano resolver seus problemas e não deixar esta página da sua vida em branco? O curta é uma fábula aquele amor infantil que nos marcou e deixou lembranças por toda a vida.


Filme:
A Descoberta
Horário: 14h
Diretor: Ernesto Molinero
Duração: 15 minutos
Classificação indicativa: livre

Sinopse: Em uma pequena cidade, um menino não entende porque seu cachorro desapareceu. Enquanto ele tem que se desfazer dos objetos do melhor amigo, vai mergulhar no mistério da morte.


Filme: 
Piove, il film di Pio
Horário: 14h
Diretor: Thiago Brandimarte Mendonça
Duração: 15 minutos
Classificação indicativa: livre

Sinopse: “Piove” não é um retrato de Pio Zamuner, cineasta esquecido que dirigiu os doze últimos filmes do comediante Amácio Mazzaropi. É o estabelecimento de uma relação entre dois diretores e a explicitação de suas regras. O retrato de uma paixão compartilhada por duas gerações em um botequim da Boca. Mas quem dirige quem?


Filme:
Garota Explosiva
Horário: 16h
Diretor: Evandro Scorsin
Duração: 13 minutos
Classificação indicativa: livre

Sinopse: Thiago está apaixonado pela menina que todas as noites aparece em seus sonhos. Obcecado pelo desejo de encontrá-la, o garoto não consegue mais dormir.


Filme:
Pety pode tudo
Horário: 16h
Diretor: Anahí Borges
Duração: 13 minutos
Classificação indicativa: 14 anos

Sinopse: Pety é uma menina com um majestoso sentimento de controle de tudo que está ao seu redor. Um dia, a caminho da escola, acredita receber um aviso do anjo Gabriel prenunciando a morte do seu coelho de estimação chamado Perninha. O medo da perda e o desejo de controle a impulsionam na olímpica tentativa de driblar o destino profetizado.


Filme:
A noite dos palhaços mudos
Horário: 16h
Diretor: Juliano Luccas
Duração: 15 minutos
Classificação indicativa: 12 anos

Sinopse: Adaptação para as telas de uma história de um dos maiores artistas de quadrinhos do Brasil: Laerte. Dois palhaços mudos perambulam à noite com a missão de resgatar um companheiro que fora sequestrado por uma organização que tem como objetivo o extermínio da classe. O filme é uma fábula contemporânea, recheada de humor contra a intolerância.

Conheça os filmes que integram a mostra ‘Cinema e trabalho’ do Sesi-SP

Agência Indusnet Fiesp 

A mostra “Cinema e Trabalho”, do Serviço Social da Indústria de São Paulo (Sesi-SP), exibe 12 produções, entre longas e curtas. A iniciativa vai de 10 de junho a 18 de agosto, em 47 municípios.

Conheça mais sobre os nove longas:

 ‘Metrópolis’ (‘Metropolis’) – Alemanha, 1927  

Imagem relacionada a matéria - Id: 1544851810Metrópolis, no ano 2026, é uma cidade dividida em duas: o Jardim dos Prazeres, na superfície, onde vivem poderosos e pensadores, e a Cidade dos Operários, bem abaixo desse paraíso, habitada por trabalhadores em regime de escravidão. Freder, filho único de Joh Fredersen, criador e governador dessa metrópole, leva uma vida idílica, desfrutando dos maravilhosos jardins. Um importante cientista cria um robô à imagem do homem, que nunca se cansa ou comete erros, e diz que, a partir de então, não haverá necessidade de trabalhadores humanos, pois haverá um autômato que ninguém conseguirá diferenciar de um ser vivo. Direção: Fritz Lang | Elenco: Alfred Abel, Gustav Fröhlich, Rudolf Klein-Rogge e Brigitte Helm.

‘Tempos Modernos’ (‘Modern Times’) – Estados Unidos, 1936    

Imagem relacionada a matéria - Id: 1544851810O filme é uma sátira à vida em uma sociedade industrial e consumista. Trump (Chaplin) confronta-se com todas as invenções desumanas de uma fábrica. A crítica não é só à mecanização, mas também a outras questões sociais da época: ele é preso a toda hora, confundido com comunistas, grevistas ou por qualquer motivo tolo; seu romance com uma jovem órfã é impedido pelas autoridades; para todo esforço parece haver um empecilho por parte do governo ou da sociedade. O filme foi um grande sucesso, mas, na época de seu lançamento, foi proibido na Itália e na Alemanha. Direção: Charlie Chaplin | Elenco: Charlie Chaplin, Paulette Goddard, Henry Bergman e Chester Conklin.

‘São Paulo Sociedade Anônima’ – Brasil, 1965  

Imagem relacionada a matéria - Id: 1544851810A instalação de indústrias automobilísticas estrangeiras no Brasil durante a euforia desenvolvimentista, no final dos anos 1950, trouxe grandes mudanças na sociedade e na organização do trabalho. Carlos (Walmor Chagas), um jovem da classe média paulistana, começa a trabalhar numa grande empresa e depois aceita um cargo numa fábrica de autopeças, na qual é promovido a gerente. Carlos torna-se um típico chefe de família da sociedade industrial: trabalha muito, ganha bem, consome bens da indústria, mas, sem um projeto de vida que o satisfaça, vive insatisfeito e quer desistir. Direção: Luiz Sérgio Person | Elenco: Walmor Chagas, Eva Wilma, Darlene Glória, Otelo Zeloni e Ana Esmeralda.

‘A Classe Operária Vai ao Paraíso’ (‘La Classe Operaia Va in Paradiso’) – Itália, 1971

Imagem relacionada a matéria - Id: 1544851810Lulu Massa, o operário-padrão de uma fábrica, trabalha duro para conseguir bônus e, assim, desperta a antipatia dos colegas. Após sofrer um acidente de trabalho, ele, que era consumido pelo capital e deixava-se consumir pelo trabalho, passa a questionar o sistema de produção da indústria e envolve-se com grupos políticos e revolucionários. Subir na carreira, garantir o básico e almejar pequenas tentações da sociedade de consumo ou arriscar-se na luta por um mundo com menor desigualdade social? Esse impasse ideológico de muitos trabalhadores é o mote do premiado A Classe Operária Vai ao Paraíso, uma das obras mais importantes do cinema político italiano, vencedor da categoria Melhor Filme no Festival de Cannes de 1972. Direção: Elio Petri | Elenco: Gian Maria Volontè, Mariangela Melato, Salvo Randone, Gino Pernice, Luigi Diberti, Flavio Bucci, Mietta Albertini, Donato Castellaneta, Renata Zamengo e Giuseppe Fortis.

‘Eles não Usam Black-Tie’ – Brasil, 1981    

Imagem relacionada a matéria - Id: 1544851810Além de seu valor artístico e estético, o filme registra — através da história fictícia de Otávio, líder sindical, e seu filho Tião, jovem operário — o cotidiano da classe trabalhadora e a greve dos metalúrgicos de São Paulo em 1979, no período final da ditadura militar no Brasil (1964-1985). A velha contradição entre o Capital e o Trabalho — mostrando vidas em que o trabalho é pesado e o dinheiro é escasso — dá base para a história, que gira em torno da relação conflituosa entre os dois personagens. Direção: Leon Hirszman | Elenco: Paulo José, Fernanda Montenegro, Nelson Xavier e Milton Gonçalves.

‘Boleiros — Era uma Vez o Futebol’ – Brasil, 1998

Imagem relacionada a matéria - Id: 1544851810

Em um bar de São Paulo, como acontece em quase todas as tardes, está reunido um grupo de ex-jogadores de futebol que se encontram para relembrar antigas glórias e histórias curiosas do tempo em que ainda eram profissionais desse esporte.
Direção: Ugo Giorgetti | Elenco: Lima Duarte, Otávio Augusto, Rogério Cardoso, João Acaiabe, Marisa Orth, Cássio Gabus Mendes, Denise Fraga, Flávio Miggliaccio, Adriano Stuart e André Abujamra.



‘Domésticas — O Filme’ – Brasil, 2001  

Imagem relacionada a matéria - Id: 1544851810No meio da nossa sociedade existe um Brasil notado por poucos. Um país formado por pessoas que, apesar de morarem dentro de sua casa e fazerem parte de seu dia a dia, é como se não estivessem lá. Cinco das integrantes dessa nação são mostradas em Domésticas — O Filme: Cida, Roxane, Quitéria, Raimunda e Créo. Uma quer se casar, a outra é casada mas sonha com um marido melhor. Uma almeja ser artista de novela, a outra acredita que tem por missão na Terra servir a Deus e a sua patroa. Todas têm sonhos distintos, mas vivem a mesma realidade: trabalhar como empregada doméstica. Direção: Fernando Meirelles e Nando Olival | Elenco: Cláudia Missura, Graziella Moretto, Lena Roque, Olivia Araújo, Renata Melo, Robson Nunes e Tiago Moraes.

‘Sábado’ – Brasil, 1994

Imagem relacionada a matéria - Id: 1544851810Sábado na cidade de São Paulo. Uma equipe de publicidade ocupa o saguão do antigo Edifício das Américas, no centro da cidade, para a gravação de um comercial. Mas um elevador quebrado obriga o grupo e os moradores a dividirem o mesmo espaço. Desse convívio forçado surgem pequenos incidentes que tornam esse dia diferente de qualquer outro. Direção: Ugo Giorgetti | Elenco: Giulia Gam, Otávio Augusto, Mariana Lima, Jô Soares, Maria Padilha, Tom Zé, André Abujamra, Renato Consorte, Cláudio Mamberti, Wandi Doratiotto e Décio Pignatari.


‘O Fim do sem Fim’ – Brasil, 2000  

Imagem relacionada a matéria - Id: 1544851810No documentário de Beto Magalhães, Cao Guimarães e Lucas Bambozzi, o foco é o iminente desaparecimento de certos ofícios e profissões no Brasil. Rodado em 16mm, Super-8 e DV em dez estados – Minas Gerais, Espírito Santo, Rio de Janeiro, São Paulo, Bahia, Alagoas, Sergipe, Pernambuco, Paraíba e Ceará –, o filme retrata a inventividade e resistência do brasileiro diante das mudanças tecnológicas e culturais. Partindo do debate entre a finalidade e o fim das coisas, as evoluções são discutidas pelos próprios indivíduos retratados. Direção: Beto Magalhães, Cao Guimarães e Lucas Bambozzi.

Mostra ‘Cinema e trabalho’, do Sesi-SP, leva clássicos a 47 municípios

Agência Indusnet Fiesp 

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'Tempos Modernos', de Charles Chaplin, é um dos destaques da mostra 'Cinema e Trabalho'

Em um projeto que envolve 52 unidades na capital e no interior do Estado, o Serviço Social da Indústria de São Paulo (Sesi-SP) promove de 10 de junho a 18 de agosto a mostra “Cinema e Trabalho”.

A iniciativa mostra as transformações das relações do homem com meios de produção, reunindo 12 longas e curtas-metragens de países como Alemanha, EUA, Itália e Brasil, com produções  que retratam os antigos operários até obras sobre as novas profissões, passando por ocupações em processo de extinção.

Para abrir a mostra, foram escolhidos os clássicos “Metrópolis” (Alemanha, 1927), “Tempos Modernos” (EUA, 1936) e “São Paulo Sociedade Anônima” (Brasil, 1965), que terão sessões gratuitas em 47 municípios.

Destaque também para três curtas nacionais: “Chapeleiros” (1984), “Antonio Ribeiro dos Santos, Cearense, RG 674.230” (1984) e “Construção” (2007), que serão exibidos em sessão única.

A programação contempla ainda debates com a presença de produtores e diretores de cinema, com convidados como o cineasta brasileiro Ugo Giorgetti.

Ao final das 10 semanas da mostra, as películas selecionadas passam a ser exibidas em 520 sessões gratuitas. O projeto pretende beneficiar cerca de 20 mil pessoas.

A concepção da mostra

Desde suas primeiras produções, o cinema abordou as relações do homem com os meios de produção. Em “Cinema e Trabalho”, o Sesi-SP irá apresentar as diferentes visões de diretores em uma série de filmes que revela o quanto os fatores organizacionais vêm se transformando no mercado mundial.

De “Metrópolis”, de Fritz Lang, e Tempos Modernos, de Charlie Chaplin, a “São Paulo Sociedade Anônima”, de Luiz Sérgio Person, as questões sobre os recursos humanos e os modos de produção têm estado nas telas com frequência, a fim de expor a vida e o mundo do trabalho e suas inter-relações com a sociedade.

Um dos primeiros filmes dos irmãos Lumière, considerados os inventores do cinema, foi “La Sortie de L’usine à Lyon” (“A Saída da Fábrica em Lyon”), exibido em Paris, em 1895, que mostra a saída de operários de uma indústria. Nesses 118 anos, filmes de ficção e documentários, curtas, médias e longas-metragens têm mostrado as relações entre empresas e empregados nas mais diversas épocas, locais e contextos.

>> Saiba mais sobre os filmes que integram a mostra ‘Cinema e trabalho’

Serviço

Mostra Cinema e Trabalho – em São Paulo (capital)
Quando: 10 de junho a 18 de agosto de 2013, com entrada gratuita.
Local: Centro Cultural Fiesp  – Ruth Cardoso – Avenida Paulista, 1313, Espaço Mezanino; Sesi Vila Leopoldina – Rua Carlos Weber, 835; SESI Vila das Mercês – Rua Júlio Felipe Guedes, 138; Sesi A.E. Carvalho – Rua Deodato Saraiva da Silva, 110.
Horário: Verifique na programação da unidade.
Entrada franca – Entrada por ordem de chegada.
Informações: (11) 3146-7405 / 7406

Cinema: veja a programação desta segunda (03/06) no Centro Cultural Fiesp

Agência Indusnet Fiesp

O longa “Luz nas Trevas – A Volta do Bandido da Luz Vermelha” é a atração desta segunda (03/06) na agenda de sessões gratuitas dos filmes que participam do IX Prêmio Fiesp/Sesi-SP de Cinema.

As sessões acontecem no Espaço Mezanino do Centro Cultural Fiesp (Avenida Paulista, 1.313), com entrada gratuita. A capacidade da sala é de 50 lugares.

Concorrem ao prêmio 41 longas e 35 curtas-metragens. No dia 11 de junho sai o resultado dos vencedores nas 13 categorias premiadas: Filme de Ficção, Filme Documentário, Filme de Curta-metragem, Diretor, Atriz, Ator, Atriz Coadjuvante, Ator Coadjuvante, Roteiro, Montagem, Fotografia, Direção de Arte e Trilha Sonora.

Saiba mais sobre o filme desta segunda-feira (03/06)

Imagem relacionada a matéria - Id: 1544851810Horário: 20h30
Filme: ‘Luz nas Trevas – A Volta do Bandido da Luz Vermelha’
Diretores: Ícaro Martins e Helena Ignez
Duração: 83 minutos
Classificação indicativa: 14 anos
Sinopse: Retrata a trajetória de Jorge Bronze, conhecido pelo codinome Tudo-ou-Nada (André Guerreiro). Ele é filho do famoso Bandido de Luz Vermelha (Ney Matogrosso), que assaltava casas de ricos paulistanos e foi transformado em ícone pelo jornal Notícias Populares. Por outro lado, aborda a vida de Luz Vermelha em um presídio de segurança máxima, mostrando como ele lida com a fama de ser um dos criminosos mais famosos do Brasil.

Veja programação completa do IX Prêmio Fiesp/Sesi-SP de Cinema:

Imagem relacionada a matéria - Id: 1544851810


Cinema: veja a programação deste domingo (02/06) no Centro Cultural Fiesp

Agência Indusnet Fiesp

O longa “Cocoricó conta clássicos” é o filme deste domingo (02/06) na agenda de sessões gratuitas dos filmes que participam do IX Prêmio Fiesp/Sesi-SP de Cinema.

As sessões acontecem no Espaço Mezanino do Centro Cultural Fiesp (Avenida Paulista, 1.313), com entrada gratuita. A capacidade da sala é de 50 lugares.

Concorrem ao prêmio 41 longas e 35 curtas-metragens. No dia 11 de junho sai o resultado dos vencedores nas 13 categorias premiadas: Filme de Ficção, Filme Documentário, Filme de Curta-metragem, Diretor, Atriz, Ator, Atriz Coadjuvante, Ator Coadjuvante, Roteiro, Montagem, Fotografia, Direção de Arte e Trilha Sonora.

Saiba mais sobre o filme deste domingo (02/06)

Imagem relacionada a matéria - Id: 1544851810Horário: 15h
Filme: ‘Cocoricó conta clássicos’
Diretor: Fernando Gomes
Duração: 75 minutos
Classificação indicativa: Livre
Sinopse: A Turma da Fazenda mais divertida do Brasil resolveu interpretar alguns clássicos infantis para a criançada. Como se isso não bastasse, Júlio e seus amigos ainda deram uma leve mexida nas histórias, deixando-as muito mais engraçadas. Confira os clássicos:Cocoricunda, com o Feito no papel de Corcunda; Rapunzilica, com a Lilica e suas lindas tranças; Os Cigarras e As Formigas, onde Lilica, Caco e Júlio são as cigarras e Zazá, Mimosa e Lola interpretam as formigas; Belalilica e Ditofera, com a Lilica no papel da Bela e o Dito, da Fera; e O Gaitista de Quixeramobim, onde o Júlio encanta todos com sua gaita.

Veja programação completa do IX Prêmio Fiesp/Sesi-SP de Cinema:

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Cinema: veja a programação deste sábado (01/06) no Centro Cultural Fiesp

Agência Indusnet Fiesp

O Centro Cultural Fiesp promove até o dia 10 de junho sessões gratuitas dos filmes que participam do IX Prêmio Fiesp/Sesi-SP de Cinema.

São 41 longas e 35 curtas-metragens que estão concorrendo ao prêmio. No dia 11 de junho sai o resultado dos vencedores nas 13 categorias premiadas: Filme de Ficção, Filme Documentário, Filme de Curta-metragem, Diretor, Atriz, Ator, Atriz Coadjuvante, Ator Coadjuvante, Roteiro, Montagem, Fotografia, Direção de Arte e Trilha Sonora.
Para este sábado (01/06) está programada a exibição de dois filmes: “Disparos”, dirigido por Juliana Reis, e “Um homem qualquer”, de Caio Vecchio.

As sessões acontecem no Espaço Mezanino do Centro Cultural Fiesp (Avenida Paulista, 1.313), com entrada gratuita. A capacidade da sala é de 50 lugares.

Confira a programação deste sábado (01/06):

Imagem relacionada a matéria - Id: 1544851810Horário: 14h
Filme:
‘Disparos’
Diretor: Juliana Reis
Duração: 82 minutos
Classificação indicativa:
Livre 
Sinopse:
O fotógrafo Henrique (Gustavo Machado) se envolve em um caso de violência pela cidade ao ser assaltado por motoqueiros, que são atropelados por um carro não identificado. Após recuperar sua câmera, ele percebe que precisa voltar ao local para encontrar o seu cartão de memória. Questionado por um policial (Sílvio Guindane), ele é acusado do crime por omissão de socorro e, consequentemente, é levado a uma delegacia. Lá precisa lidar com Freire (Caco Ciocler) e Gomes (Thelmo Fernandes), que não estão dispostos a facilitar a situação para ele.

Imagem relacionada a matéria - Id: 1544851810Horário:
16h
Filme:
‘Um Homem Qualquer’
Diretor: Caio Vecchio
Duração:
90 minutos
Classificação indicativa:
12 anos
Sinopse: Aos 30 anos de idade, Jonas (Eriberto Leão) vive em São Paulo, está desempregado e cansado da vida na metrópole. Em busca de alguma motivação para viver, ele acaba conhecendo Lia (Nanda Costa) naquele que seria o pior dia de sua vida. O que ele não sabe é que Lia já o acompanhava há algum tempo, juntamente com o colega de teatro Ígor (Pedro Neschling). Os dois o observavam como laboratório sobre a vida de um homem qualquer, para aplicar nas aulas de teatro. Só que logo Lia se apaixona por Jonas, se envolvendo também em um projeto de sequestro idealizado por Tico (Norival Rizzo), amigo de sua atual paixão.

Veja programação completa do IX Prêmio Fiesp/Sesi-SP de Cinema:

Imagem relacionada a matéria - Id: 1544851810


Cinema: veja a programação desta sexta-feira (31/05) no Centro Cultural Fiesp

Agência Indusnet Fiesp

O Centro Cultural Fiesp promove até dia 10 de junho sessões gratuitas dos filmes que participam do IX Prêmio Fiesp/Sesi-SP de Cinema.

Neste sábado (31/05) serão exibidos dois filmes: às 14h, “Vale dos esquecidos”; às 16h, “Uma longa viagem”.

As sessões acontecem no Espaço Mezanino (Avenida Paulista, 1.313), com entrada gratuita. A capacidade da sala é de 50 lugares.

Confira a programação desta sexta (31/05):

Imagem relacionada a matéria - Id: 1544851810Horário: 14h
Filme: “Vale dos esquecidos”
Diretor: Maria Raduan
Duração: 74 minutos
Classificação indicativa: Livre
Sinopse: Este documentário relata a briga pela posse de terras no Mato Grosso. Todos os lados são escutados: índios, fazendeiros, sem-terras e posseiros mostram seus pontos de vista, citando especialmente o caso da fazenda Suiá-Missu, conhecida nos anos 70 como o maior latifúndio brasileiro.



Imagem relacionada a matéria - Id: 1544851810Horário: 16h
Filme: Uma longa viagem
Diretor: Lucia Murat
Duração: 95 minutos
Classificação indicativa: 14 anos
Sinopse: O documentário revela a história de três irmãos, tendo como fio condutor a trajetória do mais novo, que viaja para Londres em 1969, enviado pela família para que não participasse da luta armada contra a ditadura no Brasil, seguindo os passos da irmã, que acabou tornando-se presa política. Misturando depoimentos e memórias dos irmãos com nove anos passados no exterior pelo caçula, o filme detalha cartas e também entrevistas com ele, que chegou a ser internado em instituições psiquiátricas. Um relato triste e ao mesmo tempo bem humorado de um núcleo familiar e suas convicções.

Prêmio

Desde segunda-feira (20/05), o público pode assistir, gratuitamente, aos 41 longas e 35 curtas-metragens que estão concorrendo ao prêmio.

As exibições serão realizadas até o dia 10 de junho, de segunda-feira a domingo, no Espaço Mezanino do Centro Cultural Fiesp – Ruth Cardoso (Av. Paulista, 1313, em frente ao Metrô Trianon), na capital.

No dia 11 de junho sai o resultado dos vencedores nas 13 categorias premiadas: Filme de Ficção, Filme Documentário, Filme de Curta-metragem, Diretor, Atriz, Ator, Atriz Coadjuvante, Ator Coadjuvante, Roteiro, Montagem, Fotografia, Direção de Arte e Trilha Sonora.

Veja a programação completa:

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