Cai o preço da cesta básica

Cai o preço da cesta básica

Paulo Skaf

Já podemos comemorar a vitória de mais uma luta iniciada pela Fiesp em 2008, quando defendemos a retirada dos impostos dos produtos que compõem a cesta básica, com o objetivo de baratear os alimentos que vão para a mesa dos brasileiros. Na ocasião, fizemos um estudo que mostrou que a carga dos impostos sobre alimentos é muito mais alta aqui que nos demais países: algo como três vezes mais!

O mesmo estudo mostrou a injustiça dos impostos altos nos alimentos, porque eles recaem em maior proporção sobre aqueles que ganham menos. Famílias com renda de até 2 salários mínimos gastam 30% do que ganham com comida. Para essas famílias, portanto, o peso dos impostos é muito maior.

No último dia 8 de março, a presidente Dilma Rousseff anunciou em cadeia nacional o corte do IPI, do PIS e da Cofins nos itens tributados da cesta básica, entre alimentação e produtos de higiene pessoal.  O repasse do corte de impostos começou a ser vigorar no dia 12 de março.

Essa medida permitirá que milhares de trabalhadores tenham condições de adicionar mais produtos ao seu carrinho de compras. Os produtos que terão maior queda em seu preço serão a carne, começando com uma redução de 6%, e os produtos de higiene pessoal. Os demais itens cairão cerca de 3%.

É importante ressaltar também que o corte de impostos gera outros benefícios à população, além da diminuição do custo na compra da cesta básica. Esta é uma medida que estimula e aquece o consumo, o que gerará mais produção, mais emprego e renda.

As batalhas da Fiesp e do Ciesp têm sido todas voltadas para garantir um país mais justo e mais competitivo. Acabar com o imposto do cheque, derrubar o valor das contas de luz e, agora, baixar o preço da cesta básica estão entre elas. Ganham os brasileiros. Ganha o Brasil.

Em artigo no Diário de S.Paulo e na Rede Bom Dia, presidente da Fiesp comenta queda do preço da cesta básica

Agência Indusnet Fiesp

Nesta segunda-feira (18/03), o presidente da Federação e do Centro das Indústrias do Estado, Paulo Skaf, comentou, em artigo no jornal Diário de S.Paulo e nos jornais da Rede Bom Dia, sobre o corte do IPI, do PIS e da Cofins nos itens tributados da cesta básica, entre alimentação e produtos de higiene pessoal, anunciado pela  Presidente Dilma Rousseff .

Segundo Skaf, essa medida trará reflexos positivos para a população: “Permitirá que milhares de trabalhadores tenham condições de adicionar mais produtos ao seu carrinho de compras”. E além disso, “estimula e aquece o consumo, o que gerará mais produção, mais emprego e renda”.

Leia o artigo na íntegra:

Cai o preço da cesta básica

Paulo Skaf*

Já podemos comemorar a vitória de mais uma luta iniciada pela Fiesp em 2008, quando defendemos a retirada dos impostos dos produtos que compõem a cesta básica, com o objetivo de baratear os alimentos que vão para a mesa dos brasileiros. Na ocasião, fizemos um estudo que mostrou que a carga dos impostos sobre alimentos é muito mais alta aqui que nos demais países: algo como três vezes mais!

O mesmo estudo mostrou a injustiça dos impostos altos nos alimentos, porque eles recaem em maior proporção sobre aqueles que ganham menos. Famílias com renda de até 2 salários mínimos gastam 30% do que ganham com comida. Para essas famílias, portanto, o peso dos impostos é muito maior.

No último dia 8 de março, a presidente Dilma Rousseff anunciou em cadeia nacional o corte do IPI, do PIS e da Cofins nos itens tributados da cesta básica, entre alimentação e produtos de higiene pessoal. O repasse do corte de impostos começou a ser vigorar no dia 12 de março.

Essa medida permitirá que milhares de trabalhadores tenham condições de adicionar mais produtos ao seu carrinho de compras. Os produtos que terão maior queda em seu preço serão a carne, começando com uma redução de 6%, e os produtos de higiene pessoal. Os demais itens cairão cerca de 3%.

É importante ressaltar também que o corte de impostos gera outros benefícios à população, além da diminuição do custo na compra da cesta básica. Esta é uma medida que estimula e aquece o consumo, o que gerará mais produção, mais emprego e renda.

As batalhas da Fiesp e do Ciesp têm sido todas voltadas para garantir um país mais justo e mais competitivo. Acabar com o imposto do cheque, derrubar o valor das contas de luz e, agora, baixar o preço da cesta básica estão entre elas. Ganham os brasileiros. Ganha o Brasil.

*Paulo Skaf é o presidente da Federação e do Centro das Indústrias do Estado de São Paulo (Fiesp/Ciesp).

Governo anuncia desoneração da cesta básica, medida defendida pela Fiesp desde 2008

Agência Indusnet Fiesp

Em pronunciamento por ocasião do Dia Internacional da Mulher, a presidente Dilma Rousseff anunciou na sexta-feira (08/03), em cadeia nacional de rádio e TV, a desoneração da cesta básica – medida defendida desde o ano de 2008 pela Federação das Indústrias do Estado de São Paulo (Fiesp).

Presidente da República disse esperar que redução tenha impacto nos preços.

Dilma afirmou que todos os produtos da cesta básica estarão livres do pagamento de impostos federais. O governo federal deixará de cobrar o Imposto Sobre Produtos Industrializados (IPI) e o PIS/Confis sobre todos os produtos da cesta básica. Alguns alimentos já estavam isentos do IPI, mas ainda sofriam cobrança de PIS/Cofins.

>> Leia o pronunciamento na íntegra 

A presidente assinalou que o governo definiu um novo formato da cesta básica, que prioriza alimentos de mais qualidade nutritiva. Fazem parte dessa cesta carnes bovinas, suína, aves e peixes, arroz, feijão, ovo, leite integral, café, açúcar, farinhas, pão, óleo, manteiga, frutas, legumes, sabonete, papel higiênico e pasta de dentes.

Dilma disse esperar que a desoneração contribua para a redução dos preços dos produtos da cesta básica. “Conto com os empresários para que isso signifique uma redução de pelo menos 9,25% no preço das carnes, do café, da manteiga, do óleo de cozinha, e de 12,5% na pasta de dentes, nos sabonetes, só para citar alguns exemplos”.

Reivindicação da Fiesp

Paulo Skaf e deputado Paulo Teixeira: 'desoneração terá um benéfico efeito multiplicador (...) contribuindo para movimentar a economia'. Foto: Junior Ruiz/Fiesp

A desoneração de impostos sobre a cesta básica é uma reivindicação feita pela Fiesp desde 2008, quando o presidente da entidade, Paulo Skaf, entregou ao então presidente da República, Luiz Inácio Lula da Silva, e ao ministro da Fazenda, Guido Mantega, estudos comprovando que famílias com ganhos inferiores a dois salários mínimos por mês destinam 30% de seu rendimento na compra de alimentos, enquanto famílias que ganham mais de 25 salários mínimos gastam apenas 12,7% de seu orçamento com a alimentação.

“A carga tributária sobre os alimentos no Brasil é uma das mais altas do mundo. Baseados neste estudo, sugerimos ao Presidente Luís Inácio Lula da Silva e ao ministro Guido Mantega [da Fazenda] discutir pelo menos sobre os itens que compõem a cesta básica”, disse Skaf em entrevista coletiva no final do ano de 2009.

No ano de 2012, em julho, Skaf e o deputado Paulo Teixeira (PT-SP) assinaram um artigo no jornal Folha de S.Paulo, com o título “É preciso desonerar os alimentos”.

“Estudos da Fiesp demonstram que o projeto de lei 3.154/2012, que propõe a redução de impostos dos alimentos, reduzindo seu preço, pode contribuir muito para o crescimento econômico e para a inclusão social, com reflexos positivos na saúde e na qualidade da vida”, afirmam os autores.

“Sua aprovação seria uma atitude lúcida do Congresso, pois a proposta responde ao mais significativo desafio da humanidade: tornar viável o desenvolvimento socialmente justo e economicamente viável”, comentam Skaf e Teixeira no texto.

Em nota oficial distribuída à imprensa em agosto de 2012, quando o Senado aprovou a MP, a Fiesp informou que estudos da entidade apontam que, quando sancionada, a medida iria proporcionar um acréscimo de R$22,8 bilhões no valor de produção de todos os setores industriais do país, além de agregar R$ 10,9 bilhões (ou 0,4%) ao PIB nacional.

A presidente Dilma, no entanto, vetou o projeto de lei em setembro, o que ocasionou mais uma nota oficial da Fiesp. “O governo deixa de dar o exemplo aos Estados ao não desonerar os tributos que dependem exclusivamente do ato do Executivo Federal. A Fiesp continuará trabalhando para que essa importante conquista para a sociedade brasileira seja alcançada”, assinalou Skaf na nota.

Na coletiva do final do ano, a desoneração foi colocada como um dos pontos de pauta da Fiesp para o ano de 2013. Na coluna do dia 03/03/13 no Diário de S.Paulo, Skaf lembra aos leitores desde 2008 a Fiesp luta para retirar impostos da cesta básica, barateando os alimentos. “Mais uma vez, a presidenta Dilma já disse que está do nosso lado. Essa é a próxima vitória que queremos comemorar junto com você, leitor.”

Fiesp comenta possibilidade de redução de impostos da cesta básica

Nota Oficial

A Federação e o Centro das Indústrias do Estado de São Paulo (Fiesp e Ciesp) reconhecem como positiva a atitude da presidente Dilma Rousseff de anunciar,  nesta terça-feira (05/02), que irá estudar o corte integral de todos os tributos federais da cesta básica de alimentos, além de ampliar o diálogo com os Estados, para que estes também proponham cortes nos impostos regionais. A presidente afirmou, ainda, que o Governo irá rever os itens que fazem parte da cesta básica, uma vez que o conceito atual estaria defasado.

Tais medidas são defendidas pela Fiesp/Ciesp desde 2008, quando o presidente das entidades, Paulo Skaf, entregou ao ministro Guido Mantega estudos comprovando os benefícios da desoneração, especialmente para as famílias com ganhos inferiores a dois salários mínimos por mês, que representam cerca de 70% da população brasileira. Neste caso, destinam 30% de seu rendimento na compra de alimentos, enquanto famílias que ganham mais de 25 salários mínimos gastam apenas 12,7% de seu orçamento com a alimentação.

No final de 2012, a Federação apresentou novas informações para o Grupo de Trabalho criado pela Casa Civil para analisar o assunto. Os dados – atualizados pelo Departamento do Agronegócio (Deagro) – apontam que, se aplicada, a desoneração do PIS/Cofins irá proporcionar um acréscimo de R$ 10,9 bilhões (ou 0,4%) ao PIB nacional.

Em defesa da desoneração, a Fiesp e o Ciesp reafirmam que um país líder em produção de alimentos não pode aceitar que a maior parte da sua população seja prejudicada por uma das maiores cargas tributárias sobre alimentos no mundo.

Para Skaf, a desoneração será o primeiro passo para corrigir uma grave distorção, já que as famílias menos abastadas pagam proporcionalmente três vezes mais tributos do que aquelas com maior renda na compra de alimentos.

“A presidente Dilma está no rumo certo ao trazer essa discussão novamente para a lista de prioridades do Governo, fazendo disso um exemplo a ser seguido pelos governos estaduais, uma vez que o ICMS também causa grande impacto no preço final dos alimentos.”

Federação e Centro das Indústrias do Estado de São Paulo (Fiesp e Ciesp)

Nota Oficial: Fiesp apoia decisão do Senado em aprovar desoneração de impostos da cesta básica

Nota Oficial Fiesp:

O Senado aprovou sem alterações, nesta terça-feira (07/08), Medida Provisória 563/12 que prevê desoneração de impostos de diversos produtos da indústria brasileira, entre eles os alimentos que compõem a cesta básica nacional. De acordo com o documento, produtos como açúcar, biscoitos, café, carne bovina, de frango e suína, margarina, óleo de soja, pães, arroz, feijão, macarrão, farinhas, leite, tomate, batata e banana, ficam isentos da cobrança do PIS, Cofins e IPI.

Em defesa da desoneração a Federação das Indústrias do Estado de São Paulo (Fiesp) reafirma que um país líder em produção de alimentos não pode aceitar que a maior parte da sua população seja prejudicada por cargas de impostos desproporcionais sobre produtos tão essenciais. Além disso, estudos atualizados pelo Departamento do Agronegócio (Deagro) da entidade apontam que, se sancionada, a medida irá proporcionar um acréscimo de R$22,8 bilhões no valor de produção de todos os setores industriais do país, além de agregar R$ 10,9 bilhões (ou 0,4%) ao PIB nacional.

“Garantir que famílias desfavorecidas tenham acesso efetivo a alimentação diversificada e de qualidade, em quantidade suficiente, é o pilar para que uma nação possa se desenvolver com sustentabilidade”, defende Paulo Skaf, presidente da entidade. “Esta foi uma atitude lúcida do Senado e esperamos que a presidente Dilma Rousseff sancione a medida, que irá beneficiar não só o setor de alimentos e toda a cadeia produtiva do Brasil, mas principalmente as famílias brasileiras.”

A Fiesp alerta sobre o peso dos tributos na alimentação dos brasileiros desde 2008, quando Skaf entregou ao então presidente da República, Luiz Inácio Lula da Silva, e ao ministro da Fazenda, Guido Mantega, estudos comprovando que famílias com ganhos inferiores a dois salários mínimos por mês destinam 30% de seu rendimento na compra de alimentos, enquanto famílias que ganham mais de 25 salários mínimos gastam apenas 12,7% de seu orçamento com a alimentação.

A desoneração do PIS, Cofins e IPI foi formulada como Projeto de Lei 3.154/2012 – de autoria dos deputados do Partido dos Trabalhadores (PT) Paulo Teixeira Jilmar Tatto, Amauri Teixeira, Assis Carvalho, Cláudio Puty, José Guimarães, Pedro Eugênio, Pepe Vargas e Ricardo Berzoini – e incorporada integralmente como emenda proposta pelo deputado Bruno Araújo (PSDB) à MP563/12, a qual segue agora para sanção presidencial.