File São Paulo 2018 celebra relação entre corpo e tecnologia

Agência Indusnet Fiesp

Considerado o mais importante evento de arte eletrônica da América Latina, o FILE (Festival Internacional de Linguagem Eletrônica) fica em cartaz no Centro Cultural Fiesp até 12 de agosto, com entrada gratuita. Aberto para o público nesta quarta-feira (4 de julho), ele aborda, em seu 19o ano, o paradoxo entre o físico e o virtual, representados pelo corpo e por realidades e sensações criadas por meio do uso da tecnologia. As possibilidades criadas a partir dessa simbiose formam o fio condutor da mostra, que faz, nesta edição, uma alusão a célebre frase de Marshall McLuhan, “O meio é a mensagem”, e adota como tema central “O corpo é a mensagem”.

Um dos mais reconhecidos méritos do FILE é sua capacidade de reunir obras de artistas que utilizam, com criatividade e pioneirismo, plataformas tecnológicas para construir poéticas que exploram os limites entre os mundos real e virtual e produzem sensações inusitadas.

De acordo com Ricardo Barreto e Paula Perissinotto, idealizadores e organizadores do FILE, “os artistas têm se apropriado, cada vez mais, das tecnologias geralmente usadas por outras disciplinas, como a medicina e a biologia. Por outro lado, do ponto de vista externo, o corpo humano vem enfrentando reações, paradoxos e alteridades no uso das tecnologias em óculos 3D, em que o corpo convive com duas realidades simultaneamente: a física e a virtual. Chamamos esta fusão de realidade mixada”.

Outrospecter” é um exemplo emblemático dessa tendência. A obra dos holandeses Frank Kolkman e Juuke Schoorl permite experimentar a sensação de flutuar fora do próprio corpo, situação que a ciência vem pesquisando em pacientes que se encontram no chamado “estado de quase morte”. Com o uso da realidade virtual, o projeto investiga questões não respondidas sobre a mortalidade e o fim da vida.

Além dela, são diversas as instalações que remetem à frase tema da exposição. “SyncDon II“, dos japoneses Akihito Ito e Issey Takahashi, por exemplo, induz a sincronização do batimento cardíaco de um usuário com o batimento de outro participante por meio de estímulos auditivos, táteis e visuais. A sincronização remete à comunicação humana primitiva, baseada em emoções e no ritmo circadiano.

Segundo Débora Viana, gerente executiva do Centro Cultural Fiesp, o FILE já se tornou um dos eventos mais aguardados do ano. “Cada edição é uma oportunidade única para o público entrar em contato com o que há de mais inovador no campo da tecnologia aliada à produção artística, não só do Brasil, como do mundo todo. É uma exposição para pessoas de todas as idades”, afirma.

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Vicious Circle e Arabesque, instalações coreográficas do FILE. Foto: Everton Amaro/Fiesp

Ao todo, o FILE 2018 reune mais de 240 trabalhos de artistas de 38 países – incluindo as instalações que ocuparão a Galeria de Arte do Centro Cultural Fiesp –, o FILE LED SHOW, projetado na Galeria de Arte Digital, instalada na fachada do prédio, e o FILE Online, nas categorias Animação, Games, Gif, Soudart, Videoart, Web e VR Quadros (acesso pelo site file.org.br).

Muitas das obras são interativas, já outras convidam à observação e à reflexão. Todos os trabalhos, porém, têm em comum um caráter instigador e inovador. Diferentemente de outras exposições em que o público aprecia as obras, o FILE precisa ser experimentado, sentido, explorado. E incitado pela magia da mistura da realidade física e virtual e da relação entre o corpo e a tecnologia, cada visitante acaba criando a sua própria realidade.

DESTAQUES

Com ineditismo e originalidade, Outrospecter, dos artistas holandeses Frank Kolkman e Juuke Shoori, é uma instalação que funde três realidades simultaneamente: a física, a virtual e a robótica. Na obra, é possível provar da sensação de estar fora do próprio corpo. Há um deslocamento espaço-psicológico da própria existência em um mundo multidimensional.

Do alemão Peter William Holden, as obras Vicious Circle (Círculo Vicioso) e Arabesque são instalações coreográficas inspiradas nos dois possíveis fins da robótica: a guerra e a paz. O visitante poderá ver a dança de fragmentos de corpos robóticos sob a música bélica e marcial inspirada em A Dança dos Cavaleiros, do compositor russo Serguei Prokofiev, ou sob o compasso ternário das valsas de Johann Strauss, em um prazeroso sentido circular.

Unlimited Corridor (Corredor Infinito), do japonês Keigo Matsumoto, permite que os visitantes vivenciem uma situação inédita e paradoxal entre a realidade física e a virtual, em que se caminha em um espaço circular guiado pelo tato, mas se tem a sensação de andar em um corredor reto, estreito e infinito.

Objective Realities (Realidades Objetivas), criada pelo projeto coletivo de design e pesquisa automato.farm, baseado em Xangai e formado por Simone Rebaudengo, Matthieu Cherubini, Asad Datta e Lorenzo Romagnoli, é uma experiência em realidade virtual que muda a perspectiva de um ponto de vista do corpo humano para a do corpo de um objeto. Aqui, pessoas assumem uma vida centrada no objeto e interagem entre si dentro de uma mesma casa virtual. Depois de “vestir-se” um dos objetos, o participante pode varrer o chão como um robô de limpeza, soprar coisas na casa como um ventilador ou passar de uma tomada para outra por fios elétricos. Este trabalho foi inspirado nas obras do escritor de ficção científica, Bruce Sterling.

Outro experimento de realidade virtual (VR) é The New Body (O Corpo Novo), criado pelo Estúdio APVIS, da Holanda, no qual o animador Demian Albers e o artista Jack Timmermans estudam a dança de uma forma disruptiva (que rompe com os padrões e tecnologias já estabelecidos). Nesta obra, ao contrário do que dançarinos de todo o mundo fazem, o público pode modificar um corpo humano virtual para assim construir uma nova coreografia. Dessa forma há uma inversão inédita e radical, já que não se trata de fazer uma coreografia para o corpo dos bailarinos.

FILE LED SHOW 2018

A Galeria de Arte Digital do Centro Cultural Fiesp, plataforma de LED de 3.700 m² instalada na fachada do prédio da Fiesp e do Sesi, recebe uma programação especial, das 19h às 6h. Com curadoria de Fernanda Almeida, o FILE LED Show 2018 apresenta a mostra “Combate e colaboração”, que visa compreender a relação humana com os diversos programas existentes. Serão exibidas seis obras que abordam questões que permeiam sistemas digitais, tais como suas estruturas subjacentes e a capacidade de produzir padrões, variações e restaurações. A autonomia desses sistemas pode ser compreendida como metáfora para a liberdade de ação relativa aos diversos aparelhos e programas técnicos, políticos e culturais. Destaque para as obras brasileiras Lugares do Invisível (Anna’s Hummingbird), de Lucas Morais, e Float (Flutuar), de Frê Vidovix.

A exposição apresenta ainda outras três mostras na Galeria de Arte Digital, frutos de parcerias com centros internacionais de formação de jovens artistas: o Departamento de Artes Digitais do Instituto Pratt, de Nova York, a Universidade Americana de Sharjah e a Universidade de Nova York Abu Dhabi. Ao todo, as quatro mostras reúnem 25 obras de artistas do Brasil e do exterior.

Dentro da Galeria de Arte do Centro Cultural Fiesp, o FILE LED Show 2018 também exibe um apanhado do seu arquivo de videoarte, com obras das três últimas edições, em uma instalação produzida por Felix Beck e Barkin Simsek, da Universidade de Nova York Abu Dhabi.

Para mais informações sobre a programação completa, acesse o site www.centroculturalfiesp.com.br.

SOBRE O FILE

Desde 2000 o Festival Internacional de Linguagem Eletrônica (FILE) tem promovido espaços de exposição e discussão das formas de apropriação das tecnologias eletrônicas e digitais no âmbito artístico. Com concepção, organização, pesquisa e curadoria dos artistas Ricardo Barreto e Paula Perissinotto, as exposições convidam o público para experimentar a mescla da arte eletrônica com arte contemporânea. Realizado anualmente em São Paulo desde 2000, e no Rio de Janeiro desde 2006, o Festival já aconteceu nas cidades de Porto Alegre, Curitiba e Belo Horizonte, somando 48 exposições realizadas no Brasil. A mostra é realizada no Centro Cultural Fiesp desde 2004.

Serviço:

FILE São Paulo 2018

Local: Centro Cultural Fiesp (Avenida Paulista, 1313 – em frente à estação Trianon-Masp do Metrô)

Período: 4 de julho (quarta-feira) a 12 de agosto (domingo) de 2018

Horários: de terça-feira a sábado, das 10h às 22h; domingos, das 10h às 20h

Classificação indicativa: livre para todos os públicos

Entrada grátis. Agendamentos escolares e de grupos pelo e-mail ccfagendamentos@sesisp.org.br

Mais informações: www.centroculturalfiesp.com.br e www.file.org.br.

Centro Cultural Fiesp mostra 100 anos de arte da Bélgica

Agência Indusnet Fiesp

Estreia nesta quarta-feira (4 de abril) no Centro Cultural Fiesp a exposição 100 Anos de Arte Belga, com obras da coleção formada ao longo de três décadas pelo casal Françoise e Heinhich Simon. Inédita na América Latina, a mostra convida o público a conferir trabalhos de expoentes renomados, como René Magritte (1898-1967), Paul Delvaux (1897-1994) e James Ensor (1860-1949), e também de outros menos conhecidos internacionalmente, como Emile Claus (1849-1924), Louis Van Lint (1909-1986), Pol Bury (1922-2005) e Pierre Alechinsky (1927). A mostra fica em cartaz até 10 de junho, com entrada grátis.

“A Coleção Simon é provavelmente a mais importante coleção privada de arte moderna belga mantida fora da Bélgica”, afirma a curadora Laura Neve. “Por mais que reflita o gosto pessoal de Heinrich e Françoise, ela traça um panorama impressionante de quase um século de arte belga [de 1880 a 1980]”, completa.

Das cerca de 90 peças da coleção, 69 obras foram trazidas para o Brasil. Feitas por 37 artistas, elas estão divididas em cinco áreas temáticas – Vida e Luz, Realidades Alternativas, Entre Engajamento e Escapismo, Da Natureza ao Poema Pictórico e No Rigor. Cada uma apresenta, de maneira não cronológica, a temática comum do binômio arte-realidade e a evolução da arte belga ao longo do tempo. “Podemos reconhecer correntes artísticas internacionais, do impressionismo ao Abstracionismo, passando pelo Simbolismo, Fauvismo, Expressionismo e Surrealismo”, comenta Laura.

Gustave De Smet - Le jeune Capitaine - 1927 - Hugo Maertens, Bruges

Gustave De Smet – Le jeune Capitaine – 1927 – Hugo Maertens, Bruges

Relação antiga

Desde 2003 o acervo tem sido gerenciado pela Patrick Derom Gallery, em Bruxelas (Bélgica), tendo percorrido museus de Bruxelas (2003), Holanda (2004), Japão (2005 e 2006) e EUA (2007). Somente agora, sete anos após a morte de Heinrich, Françoise decidiu retomar a divulgação das obras, trazendo-as pela primeira vez ao Brasil, em particular a São Paulo, com quem já têm um forte vínculo histórico.

“Nas décadas de 1950 e 1960, artistas como Constant Permeke (1886-1952), Gustave De Smet (1877-1943), Frits Van den Berghe (1883-1939), Paul Delvaux, René Magritte, Jean Brusselmans (1884-1953), Edgard Tytgat (1879-1957), Jo Delahaut (1911-1992), Anne Bonnet (1908-1960), Antoine Mortier (1908-1999), Pierre Alechinsky, Gaston Bertrand (1910-1994) e Louis Van Lint regularmente participavam das Bienais em São Paulo. Dessa forma, expor a coleção Simon exatamente aqui é uma maneira de renovar essa relação entre Bélgica e Brasil”, afirma Laura.

Serviço:

Exposição 100 Anos de Arte Belga – do Impressionismo ao Abstracionismo

Coleção Simon | Curadoria de Laura Neve

Local: Galeria de Arte do Centro Cultural Fiesp

Período expositivo:  de 4 de abril a 10 de junho de 2018

Horários: terça a sábado, das 10h às 22h; domingo, das 10h às 20h

Agendamentos escolares e de grupos: 3146-7439

Classificação indicativa: livre

Grátis. Mais informações em www.centroculturalfiesp.com.br

Centro Cultural Fiesp integra Paulista Cultural

Agência Indusnet Fiesp

Além de ser cartão-postal e principal eixo econômico de São Paulo, a avenida Paulista reafirma sua vocação como um dos principais corredores de cultura da cidade no domingo, 11 de março. Seis grandes instituições culturais sediadas na avenida se unem pela primeira vez para oferecer um dia inteiro de atividades gratuitas voltadas ao teatro, à música, às artes plásticas e visuais, à dança, à literatura, à fotografia e à botânica, além de cinema, que terá preços promocionais.

Inspirada no “Museum Mile”, que anualmente congrega os museus da 5ª Avenida, em Nova York, a primeira edição da Paulista Cultural promove o intercâmbio e uma parceria inédita entre os principais espaços culturais da avenida: Casa das Rosas, Centro Cultural Fiesp, IMS Paulista, Itaú Cultural, Japan House São Paulo e Masp. Além de estimular a visitação, a iniciativa oferece ao público a possibilidade de construir o seu próprio roteiro cultural.

Outras nove instituições também se unem para dar apoio à iniciativa: Sesc Avenida Paulista, futuro morador do endereço, Cinearte-Conjunto Nacional, Cine Caixa Belas Artes, Espaço Cultural Conjunto Nacional, Espaço Itaú de Cinema, Instituto Cervantes, Livraria Cultura, Fnac Brasil, Mirante 9 de julho e Teatro Gazeta.

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Intercâmbios

A partir das 10h, cada uma das seis instituições, além da programação em cartaz, abrigará atividades de outra, visando proporcionar aos visitantes uma imersão cultural ao longo de quase 3 km de asfalto, aberto ao livre trânsito dos pedestres aos domingos. A ideia é que cada pessoa possa montar seu próprio circuito e encontrar, nos locais que já costuma frequentar, um pouco do que os demais têm a oferecer.

As interações confirmadas para essa primeira edição da Paulista Cultural são: Casa das Rosas recebe o Instituto Moreira Salles; Instituto Moreira Salles recepciona o Centro Cultural Fiesp; Centro Cultural Fiesp abriga a Japan House São Paulo; Itaú Cultural acolhe o Masp; Masp hospeda a Japan House São Paulo; Japan House São Paulo atende a Casa das Rosas.

Sericleta (Casa das Rosas | 11h às 15h)

O Instituto Moreira Salles leva para a Casa das Rosas a “Sericleta”, uma unidade móvel de impressão em serigrafia, idealizada especialmente para a produção de materiais gráficos. O público é convidado a participar da ação como observador, interlocutor e impressor das peças gráficas, experimentando da mágica da impressão manual.

Atividade gratuita | Capacidade: indeterminada

Kamishibai (Centro Cultural Fiesp | 11h30)

Localizado ao lado de um jardim projetado por Roberto Burle Marx, o Espaço Café do Centro Cultural Fiesp recebe a apresentação de contos japoneses da Japan House São Paulo. Mais do que contar a história, a técnica do Kamishibai – junção das palavras japonesas shibai (teatro) kami (papel) – ilustra suas passagens por meio de desenhos feitos em cartões sequenciais. Os contos O Cozinheiro e Chapéus para os Jizos serão apresentados dentro de um palco de madeira, como manda a tradição.

Atividade gratuita | Duração: 30 minutos | Capacidade: indeterminada

Oficina Autodesretratos – Processo criativo da construção da imagem (Instituto Moreira Salles | 15h às 17h30)

A oficina ministrada pelo artista Rafael Silveira, responsável pela mostra Circonjecturas – em Cartaz no Centro Cultural Fiesp –, convida os participantes a fazer um autorretrato diferente, ao estilo do artista. Para o “autodesretrato”, cada pessoa é fotografada no início da oficina e depois constrói sua obra a partir de um acervo de imagens disponíveis para recorte e colagem. Como resultado, surgem retratos sem semblante, que revelam a intimidade da mente de cada participante.

Atividade gratuita | Duração: 150 minutos | Capacidade: 15 pessoas | Distribuição de senhas a partir das 14h30.

Yuzo Akahori e Yoohey Kaito (Instituto Moreira Salles | 11h)

No térreo do IMS, onde habitualmente ocorrem apresentações de música brasileira, a Japan House São Paulo será representada pelo duo contemporâneo de Shamisen e Taiko, executado pelos músicos Yuzo Akahori e Yoohey Kaito, em uma programação paralela. Os músicos nipodescendentes aprenderam a tocar esses instrumentos tipicamente japoneses no Brasil e aprimoraram sua técnica em diversas expedições ao Japão.

Atividade gratuita | Duração: 40 minutos | Capacidade: 150 pessoas | Distribuição de senha (1 por pessoa) 30 minutos antes.

Aulão de Batekoo no Itaú Cultural (Itaú Cultural | 14h, 15h e 16h)

O Aulão da Batekoo é uma ação do Masp, que nasceu para incentivar as pessoas a explorarem suas habilidades corporais por meio da dança. No Itaú Cultural, os professores trabalharão com movimentos de danças pertencentes aos ritmos do Passinho, Dancehall, Afrohouse & Kuduro, Funk e Twerk. As atividades serão realizadas em três turmas: começam com a de aquecimento e na sequência são oferecidas as aulas específicas de Dancehall, com a Queen Fabi Silva, e Afrohouse/Kuduro, com a Angolana-Carioca Gabi Ziriguidum. Haverá interpretação em Libras.

Atividade gratuita | Duração: 45 minutos por aula | Capacidade: 40 pessoas por aula | Ingressos: pré- inscrições presenciais para as três turmas a partir das 13h30 [as inscrições ficarão disponíveis até lotação das vagas].

Polvos Poéticos (Japan House São Paulo | 16h)

A Casa das Rosas realiza na Japan House São Paulo uma atividade inspirada na antiga brincadeira do telefone sem fio, Os Polvos Poéticos. Como uma forma divertida e encantadora de chamar a atenção, três ou quatro atores do Grupo Sensus declamam Haikais japoneses através de conduítes, para serem ouvidas por seis pessoas simultaneamente. Os Haikais apresentados são pequenos poemas traduzidos por Haroldo de Campos e Guilherme de Almeida. A atividade acontece na área externa e nos três pisos da Japan House São Paulo.

Atividade gratuita | Capacidade: indeterminada

Workshop de Furoshiki (Masp | 14h e 15h)

O Masp se rende à técnica tradicional de embrulho do Furoshiki, muito utilizada para embalar presentes e transportar objetos. A origem do nome – “Furo” (banho) e “shiki” (abrir) – remonta ao período Edo, quando era comum o uso do furoshiki para guardar as roupas enquanto se banhavam nos banhos públicos, conhecidos como Sento. A atividade é um intercâmbio com a JAPAN HOUSE São Paulo.

Atividade gratuita | Duração: 45 minutos | Capacidade: 16 pessoas por sessão | Ingressos: Inscrição 1 hora antes, na recepção do MASP

Da casa

Além dos intercâmbios, cada uma das 14 entidades envolvidas também preparou atrações especiais para o dia 11 de março em suas próprias sedes. Confira mais detalhes sobre a programação em cartaz no facebook da Paulista Cultural: www.facebook.com/paulistacultural2018/

Casa das Rosas

Para a Paulista Cultural, a Casa das Rosas fez um programa baseado em suas duas características mais marcantes: o patrimônio histórico e arquitetônico, representado pelo casarão onde está abrigada, e a ampla atuação do museu no campo da literatura.

Centro Cultural Fiesp

Além do espetáculo Pagliacci e das exposições Circonjecturas e São Paulo: Sinfonia de uma Metrópole, o Centro Cultural Fiesp oferece ao público da Paulista Cultural um show único do cantor Almir Sater, às 16h. Toda programação em cartaz é gratuita.

Instituto Moreira Salles

Com foco na fotografia, a programação do Instituto Moreira Salles oferece oficinas, sessões de cinema e visitas mediadas às exposições em cartaz. Todos os eventos são gratuitos.

Itaú Cultural

A programação da entidade terá atividades de performance artística e musical, espaço para leitura e contação de histórias. Todas as atividades são livres, gratuitas e com interpretação em libras.

Japan House São Paulo

Entre os destaques da programação especial para a Paulista Cultural, a Japan House São Paulo recebe um dos grandes nomes da arte japonesa do pós-guerra, o artista contemporâneo Takesada Matsutani, que realizará a performance Action São Paulo, às 13h, no espaço cultural nipônico. Na ocasião, também estarão expostas duas obras e a evolução de uma outra performance realizada pelo artista.

Masp

No dia 11 de março, como parte da programação do projeto Paulista Cultural, o Masp oferece entrada gratuita a todos os visitantes, além de oficinas e shows gratuitos em seu Vão Livre. Neste evento, o Masp pretende reverberar as discussões em torno das histórias afro-atlânticas, tema ao qual se dedica em 2018. O ano marca o 130º aniversário da abolição da escravatura mercantil no Brasil.

Caixa Belas Artes

O Caixa Belas Artes separa três exibições especiais em 35mm. O primeiro deles, a animação francesa “As Bicicletas de Belleville”, de Sylvain Chomet, destinado ao público infantil, é também um programa recomendado para toda a família. Em seguida virá o “O Invasor”, de Beto Brant, como uma forma de homenagear a cultura paulistana, pois o filme foi todo rodado em São Paulo e mostra pontos icônicos da Capital. A terceira e última sessão do dia é a cara do cinema: “Gritos e Sussurros”, de Ingmar Bergman, encerrará o “Paulista Cultural” no Caixa Belas Artes. Esta será a primeira homenagem do ano ao diretor sueco, que em julho próximo completaria seu centenário de nascimento.

Cinearte | Conjunto Nacional

O cinema estará com ingressos com valor único de R$ 13,50 (valor de meia entrada) para todas as sessões durante a Paulista Cultural.

Espaço Cultural Conjunto Nacional

Como uma homenagem ao Paulista Cultural e à própria Avenida Paulista, serão organizadas duas exposições fotográficas em parceria com a Associação Paulista Viva:  uma ao ar livre, na fachada do Conjunto Nacional, e outra interna, em uma das galerias do edifício, além de apresentações de dança e música com temática relacionada à avenida.

Para realização das exposições, um grupo de fotógrafos foi pautado para registrar ao longo do mês de fevereiro imagens dos principais espaços culturais envolvidos na iniciativa. A curadoria fará a seleção, ampliação e impressão de nome imagens (correspondentes a cada um dos locais fotografados) no formato 7m de altura x 4m de largura para serem expostas na fachada principal do Conjunto Nacional, voltada para a Avenida Paulista.

Espaço Itaú de Cinema

Durante todo o dia da Paulista Cultural, a unidade da rua Augusta, estará com ingressos com valor único de R$18,00 (valor de meia entrada) para qualquer sessão.

Instituto Cervantes

Instituição mundial dedicada ao ensino de espanhol, o Instituto Cervantes terá Feira Relâmpago com atividades variadas, incluindo mesa redonda, oficinas, músicas e comidas do mundo hispânico.

Livraria Cultura/Fnac Brasil

Entre as atividades especiais oferecidas em vários pontos da avenida estão aula de teatro, tarde de jogos de tabuleiro, oficinas, contação de histórias e bate-papo com sessão de autógrafos.

Mirante 9 de Julho

Oficinas de moda e macramê, além de show de Carolina Zingler e Nuvens, com um repertório de Jazz, Rock e Blues, fazem parte do roteiro do espaço.

Teatro Gazeta

Desconto especial de 30% para as toda a programação de espetáculos em cartaz no dia do evento.

Endereços e telefones

Casa das Rosas

Endereço: Av. Paulista, 37

Telefone: (11) 3285-6986

Centro Cultural Fiesp

Endereço: Av. Paulista, 1313

Telefone: (11) 3146-7439

Cinearte | Conjunto Nacional

Endereço: Av. Paulista, 2073

Telefone: (11) 3285-3696

Espaço Itaú de Cinema | Augusta

Endereço: Rua Augusta, 1470/1475

Telefone: (11) 3288-6780

Instituto Moreira Salles

Endereço: Av. Paulista, 2424

Telefone: (11) 2842-9120

Itaú Cultural

Endereço: Av. Paulista, 149

Telefones: (11) 2168-1776 / 1777

Japan House São Paulo

Endereço: Av. Paulista, 52

Telefone: (11) 3090-8900

Livraria Cultura

Endereço: Av. Paulista, 2073

Telefone: (11) 3170-4033

Fnac Brasil

Endereço: Av. Paulista, 901

Telefone: (11) 2123-2000

Masp

Endereço: Av. Paulista, 1578

Telefone: (11) 3149-5959

Mirante 9 de Julho

Endereço: Rua Carlos Comenale, s/n

Telefone: (11) 3111-6330

Teatro Gazeta

Endereço: Av. Paulista, 900

Telefone: (11) 3253-4102

Pagliacci volta ao Centro Cultural Fiesp

Agência Indusnet Fiesp

Um dos espetáculos de mais sucesso de 2017, Pagliacci, da Cia. LaMínima, retorna aos palcos do Teatro do Sesi-SP, no Centro Cultural Fiesp, para curta temporada: de 21 de fevereiro a 25 de março. As sessões são realizadas sempre de quarta a sábado, às 20h, e aos domingos, às 19h, com entrada gratuita.

Baseada na ópera do italiano Ruggero Leoncavallo, Pagliacci conta a trajetória de uma trupe de comediantes que, um belo dia, decide se aventurar pelo drama. Tudo contado com graça, leveza e lirismo. E apresentado com iluminação, cenários e figurinos dos mais delicados. Destaque para a atuação de Fernando Sampaio interpretando um palhaço clássico, daqueles que fazem rir e que comovem pela humanidade. Impossível não se impressionar com o domínio do corpo do ator que, aliás, não é o único a fazer acrobacias no palco.

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O elenco de Pagliacci: montagem idealizada em 2016 e realizada em 2017 volta ao Centro Cultural Fiesp. Foto: Carlos Gueller

Centro Cultural Fiesp traz show em homenagem a Cazuza no dia 28/01

Raisa Scandovieri, Agência Indusnet Fiesp 

Eterno exagerado, ex-integrante do Barão Vermelho, músico rebelde e poeta de uma geração, Cazuza será homenageado no show do próximo Fiesp/Sesi Domingo na Paulista, no dia 28 (domingo), no palco externo do Centro Cultural Fiesp.

No palco, a banda Exagerado relembra os maiores sucessos da época em que Cazuza, que completaria 60 anos em 2018, era a voz do Barão Vermelho, e também de sua marcante carreira solo em um show único e gratuito na Avenida Paulista

O tributo ao cantor promete levar o público de volta à década de 1980 com canções como IdeologiaBrasilO Nosso Amor A Gente Inventa e Faz Parte do Meu Show não ficam de fora.

A apresentação faz parte do projeto Fiesp/Sesi Domingo na Paulista, que oferece uma programação atividades culturais gratuitas e variadas para o público que frequenta a Avenida Paulista, aberta ao livre trânsito dos pedestres aos domingos, sempre na calçada em frente ao Centro Cultural Fiesp.

Mais informações sobre a programação estão no site www.fiesp.com.br/domingonapaulista.

Sobre a Banda Exagerado

A banda tributo a Cazuza, Exagerado, surgiu em Marília, formada pelos amigos Marcelo Chicarelli (voz), Walter Claro (guitarra), Fabricio Mendonça (bateria e voz) e Caio Caralezi (baixo). O nome do grupo remete ao jeito audacioso com que o homenageado conquistou centenas de brasileiros.

Serviço:

Fiesp/Sesi Domingo na Paulista com banda Exagerado
Show: Tributo a Cazuza
Data: 28 de janeiro (domingo)
Horário: 16h
Local: Palco externo do Centro Cultural Fiesp (Av. Paulista, 1313 – em frente à estação Trianon-Masp do Metrô)
Classificação indicativa: livre
Grátis. Informações no site 
www.fiesp.com.br/domingonapaulista.
Ficha Técnica: Vocal: Marcelo Chicarelli | Guitarra: Walter Claro | Bateria e vocal:Fabricio Mendonça | Baixo: Caio Caralezi Baixo

Centro Cultural Fiesp traz Sérgio Reis e Renato Teixeira para comemorar aniversário de São Paulo

Raisa Scandovieri, Agência Indusnet Fiesp

Já tem programa para o próximo dia 25 de Janeiro, data do aniversário de São Paulo? Pois saiba que o Central Cultural Fiesp, no prédio da federação, na Avenida Paulista, terá uma programação ampla e variada para o feriado, quando serão comemorados os 464 anos da maior metrópole brasileira.

Começando pela música, pode-se dizer que Amizade Sincera define tanto a relação entre Renato Teixeira e Sérgio Reis, quanto o show que eles farão no palco externo do Centro Cultural Fiesp na quinta-feira (25/01). A apresentação única começa às 16h.

No palco, sucessos que marcaram mais de 40 anos de companheirismo na música e na vida, como Deus e Eu no Sertão, Beijinho Doce e Saudade.

Além disso, o complexo também abrirá duas exposições inéditas a partir das 14h: Circonjecturas e São Paulo: Sinfonia de uma Metrópole.

A mostra Circonjecturas do paranaense Rafael Silveira vem pela primeira vez a São Paulo trazendo 40 obras e instalações cinéticas e interativas, que prometem colocar o público dentro da mente surrealista do artista. Dez trabalhos foram feitos especialmente para esta exposição.

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Obra de Rafael Silveira na mostra Circonjecturas: foco na interação e no movimento. Foto: Divulgação

Logo no começo do passeio, o visitante atravessa um portal guardado por uma “escultura-monstro”, cujos dentes são teclas que podem ser tocadas, e chega ao Corredor das Ilusões, composto por esculturas cinéticas de um metro e meio cada e efeitos de luzes negras. No Salão das Pinturas os destaques são um robô de madeira todo pintado à óleo e um sorvete gigante de 9 metros de comprimento derretendo no chão, que serve como banco tátil.

São Paulo: Sinfonia de uma Metrópole

Mais do que uma homenagem à aniversariante capital paulista, a exposição evidencia o trabalho do fotógrafo alemão Theodor Preising (1883-1962), ainda pouco reconhecido, mas crucial para a documentação da cidade durante a primeira metade do século XX.

Com curadoria de Rubens Fernandes Junior e concepção da Brazimage, a exposição reúne 61 imagens em preto e branco, registradas entre 1925 e 1940, além de revistas e cartões postais da época. As fotos revelam momentos históricos da urbanização de São Paulo, como a chegada dos imigrantes ao Porto de Santos, o carnaval de rua da década de 1930, o lazer sediado pelo antigo Sport Club Germânia (hoje Clube Pinheiros), a passagem do dirigível Zeppelin pela capital e as colheitas de café e algodão.

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Carnaval na Avenida São João:  exposição de fotografia para homenagear São Paulo. Foto: Divulgação


Serviço:


Centro Cultural Fiesp comemora aniversário de São Paulo

Data: 25 de janeiro de 2018

Local: Centro Cultural Fiesp (Avenida Paulista, 1313 – em frente à estação Trianon-Masp do Metrô)

Agendamentos escolares e de grupos: 3146-7439

Toda a programação é gratuita. Mais informações em www.centroculturalfiesp.com.br

Exposição Circonjecturas

Abertura: 25 de janeiro, às 14h

Onde: Espaço de Exposições

Período: de 25 de janeiro a 6 de maio de 2018

Horários: terça a sábado, das 10h às 22h, e domingo, das 10h às 20h

Capacidade: 90 pessoas

Classificação indicativa: livre

Exposição São Paulo: Sinfonia de uma Metrópole

Abertura: dia 25 de janeiro, às 14h

Onde: Galeria de Fotos

Período: de 25 de janeiro a 25 de março de 2018

Horários: de terça a sábado, das 10h às 22h; domingos, das 10h às 20h

Capacidade: 50 pessoas

Classificação indicativa: livre

Show Amizade Sincera II – com Renato Teixeira e Sérgio Reis

Onde: palco externo do Centro Cultural Fiesp

Horário: 16h

Duração: 120 min.

Capacidade: indeterminada

Classificação indicativa: livre

Ficha Técnica: Vocalista: Jamaika Adriano | Baterista: Cassiano | Guitarrista: Sthefano | Gaitista: Alexandre | Baixista: Evandro | Tecladista: Felipe | Saxofonista: Helder | Trompetista: Marcelo | Trombonista: Wendell | Percussionista: Caio | Backing Vocal: Ana


Centro Cultural Fiesp oferece 12 espetáculos grátis em sua programação especial de Natal

Agência Indusnet Fiesp

Além de todo o leque habitual de exposições, oficinas e workshops em cartaz no Centro Cultural Fiesp no período de férias, o complexo prepara uma intensa programação com temática natalina para receber o público no último mês do ano. São 12 atrações gratuitas que entram em cartaz a partir desta quarta-feira (6 de dezembro). Maior plataforma de arte digital a céu aberto da América Latina, a Galeria de Arte Digital, localizada na fachada do prédio, também exibirá uma animação especial de Natal, partir de 11 de dezembro, das 20h às 6h.


TEATRO/DANÇA


Hotel dos Monstros – 6 de dezembro (quarta), 17h

Inspirado no filme infantil Hotel Transilvânia (2012), o enredo do musical produzido pelos alunos do Sesi Indaiatuba conta a história de um resort cinco estrelas feito exclusivamente para os monstros de todos os tipos. A trama gira em torno dos preparativos para o aniversário da filha do dono do resort, o conde Drácula, e a chegada de um humano que se apaixona por ela.

Musical | Infantojuvenil | 60 min. | Produção: CAT Antonio Ermírio de Moraes – Indaiatuba | Diretor de Centro de Atividades: André Luís Martins da Silva | Coordenador de Qualidade de Vida: Alexandre Demarchi Bellan | Orientadores: Alessandro P. Neves e Sheila M. P. Moraes | Direção Artística e Cênica: Kátia Müller e Karyn Nascimento | Equipe de Apoio: Professores CQV 20 | Confecção de fi gurinos: Zenaide Baroni e Rose Jaquetti | Cenografi a e adereços: Marcelo Rosa, Toni e alunos | Gravação: DJ Carlinhos – CR Som


Sesi Itu em… Que Monstro Te Mordeu? – 6 de dezembro (quarta), 14h

Baseada na série de TV infantil Que Monstro Te Mordeu? (TV Cultura), a adaptação discute temas como trabalho infantil, primeiro amor e adolescência. Ao longo da trama, os personagens já conhecidos das crianças, Lali e Dr. Z, vividos pelos alunos do Sesi Itu, conduzem uma crítica ao ideal de beleza e exaltam a importância da autenticidade no desenvolvimento das crianças. Tudo isso com direito a muita música e dança.

Dança/Jazz | Infantojuvenil | 60 min. | Produção: CAT Itu – Carlos Eduardo Moreira Ferreira | Diretor de Centro de Atividades: Alexandra Salomão Miamoto | Coordenador de Qualidade de Vida: Eloy Rizzatti | Orientadora: Keila de Campos | Direção Artística e Cênica: Luisa Andreazza | Equipe de Apoio: Professores CQV 23 | Confecção de figurinos: Maria Aparecida Giacomello Barea | Cenografia e adereços: Valdy Lopes | Gravação: Luisa Andreazza.


Encantos – 8 de dezembro (sexta), 20h

No início aprendendo por meio do toque, depois incluindo a graciosidade, as 18 bailarinas e bailarinos da Associação Ballet de Cegos Fernanda Bianchini são reconhecidas mundialmente por encantar as plateias dos países por onde já passaram, como Londres, Argentina, Alemanha, Estados Unidos e Polônia. O transbordar de imaginação é o elemento principal da desta apresentação

Adulto | 60 min. | Direção Geral: Fernanda Bianchinni Saad | Direção Artística: Cesar Albuquerque | Bailarinos: Anna Davis, Aldenice Moreira, Aldenir Moreira, Anderson Lara, Bruno Antunes, Carlos Eduardo, Cintia Sousa, Everton Caetano, Fabiana Croccia, Geyza Pereira, Giseles Dantas, Gisele Camillo, Guilherme Pivetti, Jessica Lacerda, Mariane Miura, Marina Alonso, Veronica Batista, Vinicius Longuinho / Produção: Elaine de Lutiis, Francisca Moreira, Eliana Ardito.

 

Do Outro Lado do Oceano – 10 de dezembro (domingo), 19h

Com direção de Elisa Band, a nova peça do grupo Ser em Cena é uma metáfora para a condição dos atores. Em cena, 65 portadores de afasia, um distúrbio de comunicação, que despertam reflexões sobre a necessidade de criar novas linguagens, quando as palavras se mostram insuficientes.  Na história, personagens de diferentes tempos se cruzam e se misturam, em meio a descobertas de constelações, criaturas marinhas raras, cartas náuticas, histórias de amor, um pássaro na escotilha e uma passagem pelo Trópico de Capricórnio.

Comédia poética-dramática | Adulto | 80 min. | Direção: Elisa Band | Co-Direção: Nichloas Wahba | Dramaturgia: Elisa Band e Nicholas Wahba | Iluminação: Celso Carramenha | Confecção de objetos de cena: Fabio Souza | Trilha Sonora: Elisa Band, Nicholas Wahba e Peri Pane | Participação especial: Luiz Bueno | Projeção e legendas: Gabriel Godoy | Produção executiva: Claudia Niemeyer e Cássia Navarro | Produção: Evelyn Eduardo | Consultoria de figurinos: Marina Reis | Fonoaudiologia: Fernanda Papaterra , Guilherme Zaramella e Ruth Bicudo | Psicologia: Liliana Wahba e Fátima Monteiro | Assistentes de palco: Bruno Niermeyer, Cayo Eduardo Barreto, Dandara Lima, Evelyn Eduardo | Comunicação: Michele Aied | Elenco: Cia Ser em Cena.

 

À Flor da Pele e Novos Ventos – 14 de dezembro (quinta), 20h

Referência no jazz e na dança contemporânea, o grupo paulistano Raça Cia de Dança traz ao palco do Teatro do Sesi-SP dois espetáculos dicotômicos de seu premiado repertório. O primeiro, À Flor da Pele (2016), tem coreografia do diretor artístico da companhia, Jhean Allex, e fala sobre as relações desgastadas dos indivíduos que estão sempre à flor da pele. Já a segunda dança, Novos Ventos (1999), é assinada por Roseli Rodrigues, fundadora da companhia, e tem um clima outonal, em que s bailarinos desenham suas performances em meio a nostalgia, ao romantismo, às folhas caídas, ao vento e à chuva.

Drama | 80 min. | Diretor Geral: Renan Rodrigues | Diretora Executiva: Cristina Morales | Diretor Artístico e coreógrafo: Jhean Allex | Diretor Técnico: Marcel Rodrigues | Produtor: Hamilton Feltrin | Assistente De Produção: Hygor Furquim | Elenco: Alessandra Helena, Alex Siqueira, Angélica Bueno, Gentil Neto, Isadora Miragaia, Jaqueline Vieira, João Vitor Palma, Juliana Olguim, Luiz Henrique Prestes, Maria Cristina Braga, Matheus de Oliveira, Natália Rodrigues, Nicole Molina, Rodrigo Cucorocio, Valfred Pereira Souza.

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VIla Tarsila, montagem da programação de Natal do Centro Cultural Fiesp. Foto: Marcio Aguiar/Divulgação


Vila Tarsila – 16 de dezembro (sábado), 17h

Inspirada nas obras e na infância da artista Tarsila do Amaral, o espetáculo infantojuvenil da Cia Druw transporta a plateia ao mundo antropofágico da artista. Valorizando o aspecto lúdico, a coreografia se mescla com os elementos visuais extraídos de telas como A Cuca, Operários, Sol Poente, A Lua, Manacá, O Sapo, O Touro e São Paulo. Ambientada na década de 1920, o espetáculo reflete a visão de Tarsila como uma criança viajante e o quanto suas obras transitavam dentro de suas experiências.

Infantojuvenil | 50 min. | Direção geral e artística: Miriam Druwe | Concepção: Cristiane Paoli Quito, Miriam Druwe | Cenário e fi gurino: Marco Lima | Desenho de luz – Marisa Bentivegna | Trilha sonora: Natália Mallo | Adaptação e operação de luz: Marcel Gilber | Elenco: Adriana Guidotte, Anderson Gouveia, Elizandro Carneiro, Létícia Rossi, Manuela Fadul, Orlando Dantas, Miriam Druwe.


MÚSICA


Voz Ativa Madrigal – 7 de dezembro (quinta), 20h

O concerto Cantos do Mundo, do coral Voz Ativa Madrigal, explora o universo das músicas sacras, natalinas e do gênero Negro Spiritual – música que surgiu com os escravos norteamericanos, fruto da mistura entre as canções de trabalho e as batidas típicas africanas). Composições nacionais, como Canto dos Sinos, e internacionais, como Down by the Riverside, ganham destaque sob a batuta da maestrina Regiane Martinez.

Além da época natalina, o conjunto celebra a Virada Inclusiva, que é realizada em dezembro, dando visibilidade ao trabalho do cantor cego que integrará a formação do grupo no concerto.

Erudito | 60 min. | Voz: Denize Meire, Tamara Caetano, Rita Tomé, Regina Rocha, Aldilei Clemente, Gustavo Carvalho, Fernando Ribeiro e Fabio Carvalho | Piano: Delphim Rezende Porto | Regência: Regiane Martinez.


Ópera Portátil – 9 de dezembro (sábado), 20h

O espetáculo Natal do Ópera Portátil traz a performance musical das óperas para dentro das peças tradicionais.Com uma interpretação que aposta na comicidade, o conjunto formado em 2005 faz releituras de canções natalinas que caíram no gosto popular, como Noite de Paz e Tocam os Sinos.

Erudito | 60 min. | Soprano: Edna De Oliveira | Mezzo-soprano: Eleni Arruda | Tenor: Alexandre Bialecki | Baixo: Paulo Menegon | Direção musical e piano: Wesley Lacerda | Direção de cena: Pablo Moreira.

 

Yamandu Costa – 13 de dezembro (quarta), 20h

Considerado referência mundial no violão de sete cordas, o instrumentista e compositor Yamandu Costa apresenta composições autorais já conhecidas do público, como El Negro Del Blanco (2004) e Choro Loco (2008). Sucesso internacional, Yamandu já dividiu o palco com orquestras renomadas, como a Orquestra Filarmônica de Calgary e com consagrados regentes, entre eles Kristjan Jarvi e Roberto Minkzuc.

Erudito | 60 min. | Direção e roteiro: Yamandu Costa.


Eder Giaretta e Josani Pimenta – 15 de dezembro (sexta), 20h

No concerto Natal de Todos Nós, o pianista Eder Giaretta e a mezzosoprano Josani Pimenta apresentam um repertório de músicas natalinas, eruditas e tradicionais, que convidam o público a viajar por diferentes tempos, mundos e línguas. Entre os destaques do repertório estão The First Noel, Cantiga de Nossa Senhora e Cancioncilla de Navidad.

Erudito | 60 min. | Voz: Josani Pimenta | Piano: Eder Giaretta | Flauta: Anselmo Pereira | Primeiro Violino: Eduardo Augusto | Segundo violino: Fernando Henrique Andrade | Viola: Janaina Almeida | Violoncelo: Tiago Almeida.


Núcleo de Música do Sesi-SP – 17 de dezembro (domingo), 12h (Indaiatuba) e 14h30 (Bauru)

Em duas apresentações, os alunos do curso de iniciação instrumental do Núcleo de Música das cidades de Indaiatuba e Bauru trazem um repertório natalino para celebrar o fim de um ano de aprendizado musical. Com uma composição coletiva, no formato de uma camerata de cordas (viola, violino, violoncelo e contrabaixo), o grupo de 40 alunos, de 7 a 90 anos, ganham a chance de fazer sua primeira grande apresentação longe de casa.

Erudito | 60 min.

 

Coral USP – 17 de dezembro (domingo), 20h

Figura carimbada da cena vocal paulistana, o Coral USP apresenta arranjos natalinos sob a regência da maestrina Marcia Hentschel. Composições como Jingle Bell Rock e O Pinheirinho de Natal não ficarão de fora do repertório. Fundado em 1967, o grupo já se apresentou nas principais salas de concerto do Estado, como a Sala São Paulo, o Auditório do MASP e o Theatro São Pedro.

Erudito | 60 min. | Sopranos: Ana Maria Figueiredo, Raquel Neves, Cecilia Busato | Contraltos: Josefi na Capitani, Marcia Hentschel (Regente e Diretora Artística do CORAL USP) | Tenores: Munir Sabag, Ânderson Vieira, Marcelo Recski | Baixos: Claudio Rodrigues, Espártaco De Paola.

Série de Natal Sesi-SP 2017

Local: Centro Cultural Fiesp. Teatro do Sesi-SP (Avenida Paulista, 1313 – em frente à estação Trianon-Masp do Metrô)

Capacidade: 456 lugares

Entrada gratuita para toda programação em cartaz.

Agendamentos de grupos e escolares: 3146-7439

Informações e reservas antecipadas de ingressos: www.centroculturalfiesp.com.br

Centro Cultural Fiesp abre mostra do artista plástico Celso Gitahy

Agência Indusnet Fiesp

A clareza e os contrastes da imagem, a herança da pop art, a imagética da rua como uma vitrine, o transformar do defeito em uma qualidade, por meio da pintura. Tudo isso se mistura na exposição Em trânsito – a stencil art de Celso Gitahy, que estreia no Espaço de Exposições do Centro Cultural Fiesp nesta terça-feira (22 de agosto). A mostra individual reverencia os mais de 25 anos de trabalho de um dos expoentes do estêncil no Brasil, Celso Gitahy. O artista leva a street art para dentro do Centro Cultural Fiesp até 22 de outubro, das 10h às 20h, com entrada grátis.

“O estêncil é uma técnica muito antiga, que está ligada à xilogravura, à serigrafia. É um papel ou suporte impermeável, com a forma de um desenho recortado, sobre o qual você passa o spray de tinta. É uma matriz que você pode utilizar em vários suportes: o mesmo estêncil que você pintou na rua, pode usar numa chapa de madeira ou numa peça de roupa. Isso é muito legal”, declara o artista, que segue realizando trabalhos pela cidade e pelo mundo.

Organizada pela curadora Caru Albuquerque, a exposição reúne uma diversidade de formatos e suportes, indo desde pinturas sobre tela e zinco, espuma, vidro e metal, até livro de artista, objetos e instalações, sempre realizados com a técnica do estêncil. Além das famosas pílulas coloridas, carros antigos, pin-ups e o recorrente personagem Tvnauta, que permeiam sua produção, Gitahy apresenta também iconografias típicas das metrópoles.

“A produção de Gitahy é capaz de provocar importantes reflexões sobre a vida contemporânea ao tratar das narrativas da cidade. A partir de um amplo repertório de imagens que mistura carros, índios, pin-ups, fórmulas matemáticas e inscrições rupestres, o artista cria obras que remetem à diversidade das ruas.”

A experimentação com os signos e suportes ganha um novo patamar com a obra Veículo de emergência, inédita em São Paulo, em que um VW Fusca é transformado em videoinstalação a partir do ato criativo do artista, que projeta bulas de remédio nas janelas do automóvel – um dos ícones prediletos do artista.

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Exposição de Celso Gitahy no Centro Cultural Fiesp. Foto: Everton Amaro/Fiesp


Celso Gitahy

O artista nasceu em São Paulo, em 1968. É considerado um dos pioneiros da street art no Brasil, tendo iniciado seus trabalhos utilizando a técnica do estêncil na década de 1980. Desenvolve produções em desenho, pintura, poesia, e realiza palestras e curadorias. Graduado pelo Centro Universitário Belas Artes de São Paulo, com mestrado latu sensu em arte contemporânea e docência no ensino superior pela Unicastelo, é autor do livro O que é graffiti, da coleção Primeiros Passos (Editora Brasiliense). Já expôs na Austrália, Alemanha, França, Hungria, entre outros. Foi um dos criadores do Dia do Grafitti, que acontece em São Paulo desde 1988.

Serviço:
Exposição Em trânsito – a stencil art de Celso Gitahy
Local: Espaço de Exposições do Centro Cultural Fiesp (Avenida Paulista, 1313 – em frente à estação Trianon Masp do Metrô)
Período expositivo: de 22 de agosto a 22 de outubro de 2017
Horários: diariamente, das 10 às 20h
Agendamentos: segunda sexta-feira, das 10h às 18h pelo fone (11) 3146-7439
Classificação indicativa: Livre
Entrada gratuita. Mais informações em www.centroculturalfiesp.com.br.
Produção: Espaço Líquido
Realização: Sesi-SP

Mais de 18 mil pessoas visitam o FILE SP 2017 em sua primeira semana

Agência Indusnet Fiesp

O FILE SP 2017 (Festival Internacional de Linguagem Eletrônica) recebeu 18.431 visitantes em sua primeira semana de exposição. O evento, que acontece em diversos espaços do Centro Cultural Fiesp, na avenida Paulista, reúne 360 obras nesta edição, incluindo instalações, animações, gifs, games e videoarte. Trata-se da mais importante exposição de arte e tecnologia da América Latina, que chega a sua 18ª edição.

Os trabalhos ocupam a Galeria de Arte, o Espaço de Exposições e, também, a Galeria de Arte Digital do Centro Cultural Fiesp, instalada na fachada do prédio da Fiesp. Nesta Galeria, acontece o FILE LED SHOW 2017, com obras que podem ser apreciadas das calçadas em frente ao edifício, todos os dias, entre  20h e 6h.

Para os organizadores, Paula Perissinotto e Ricardo Barreto, o FILE é um programa cultural que atrai um público de todas as faixas de idade e aberto a inovações. Por isso, é uma opção muito interessante para quem se interessa por conhecer o que é feito em todo o mundo nessa modalidade artística. Além da qualidade das obras, diversos fatores auxiliam a atrair um grande público, como a facilidade de acesso (o Centro Cultural Fiesp fica ao lado da estação Trianon-MASP da linha verde do Metrô) e a gratuidade da entrada.

Aberto público no último dia 18, o FILE SP 2017 vai até o dia 3 de setembro, diariamente, entre as 10h e as 20h, com entrada permitida até as 19h40.


Serviço:

FILE São Paulo 2017

Local: Centro Cultural Fiesp (Avenida Paulista, 1313 – em frente à estação Trianon-Masp do Metrô)

Período: até 3 de setembro de 2017 (diariamente, das 10h às 20h – entrada permitida até 19h40)

*Programação no Espaço de Exposições: de 18 a 30 de julho de 2017 (diariamente, das 10h às 20h – entrada permitida até 19h40)

*Programação na Galeria de Arte Digital: 18 de julho a 3 de setembro de 2017 (diariamente, das 20h às 6h)

Classificação indicativa: livre para todos os públicos

Entrada grátis. Mais informações em www.centroculturalfiesp.com.br e www.file.org.br.

Centro Cultural Fiesp integra debate sobre novos rumos da Paulista

Raisa Scandovieri, Agência Indusnet Fiesp

O surgimento de novos e modernos centros culturais na avenida Paulista, como o Centro Cultural Fiesp, a Japan House São Paulo, o Sesc Paulista e o Instituto Moreira Salles, tem intensificado o processo de transformação do coração financeiro da cidade no mais movimentado corredor cultural paulista.

Para analisar e discutir essas mudanças ainda em curso, a plataforma de discussão sobre o futuro das cidades, Arq.Futuro, reunirá na próxima segunda-feira, 17 de julho, a partir das 14h, representantes de vários centros culturais localizados na Paulista no Itaú Cultural.

Durante o seminário Avenida Paulista: Novos Projetos, Novos Rumos, o Centro Cultural Fiesp estará representado pela gerente executiva de Cultura, Débora Viana, responsável pelas atividades culturais oferecidas gratuitamente à população no espaço durante o ano inteiro. Na mesa também estarão presentes Marcello Dantas (Japan House São Paulo), Lorenzo Mammi (IMS), Eduardo Saron (Itaú Cultural), Rodrigo Moura (Masp), Danilo Miranda (Sesc Paulista) e o presidente da SP Urbanismo, José Armênio de Britto.

“A avenida Paulista é a representação de uma nova visão da cidade, uma epítome da cidade cujos usos vão se atualizando. Essa discussão na verdade diz respeito não só à Paulista, mas a São Paulo como um todo e a outros grandes centros, nos quais transmitiremos o evento”, afirma o co-fundador do Arq.Futuro, Tomas Alvim.

Os gestores falarão sobre a relação dos respectivos edifícios com a avenida, a população e a cidade. Após o bate-papo, os integrantes da mesa responderão as perguntas do público presente no local e de quem acompanhar o evento à distância, via transmissão ao vivo, em outras sete cidades brasileiras – Brasília, Curitiba, Florianópolis, João Pessoa, Porto Alegre, Rio de Janeiro e Salvador.

A entrada é gratuita, e as vagas são limitadas. Para participar, é preciso que os interessados se inscrevam pelo link https://goo.gl/forms/V5l6UO1XCntdFhDq1.

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A inauguração do novo Centro Cultural Fiesp: 19.047 visitantes num único domingo. Foto: Helcio Nagamine/Fiesp


Sobre o Arq.Futuro | www.arqfuturo.com.br

O Arq.Futuro, plataforma de discussão sobre o futuro das cidades, traz ao público brasileiro as mais importantes personalidades, inovações e projetos de arquitetura e urbanismo da atualidade, com o objetivo de contribuir para a melhoria do ambiente e para a qualidade de vida nas cidades brasileiras. O conteúdo é produzido em diversos formatos: palestras, debates, vídeos, artigos e livros. Alguns dos temas debatidos são habitação, transporte e infraestrutura; educação em arquitetura e urbanismo; engajamento do público no desenvolvimento urbano; impacto de novas tecnologias nas formas de viver nas cidades; caminhos para promover a construção do novo e a preservação do patrimônio cultural; e a diferença entre tendências passageiras e valores permanentes em arquitetura. Para 2017, tem como temas principais as águas urbanas, a mobilidade urbana e os espaços públicos.

Serviço:

Seminário Avenida Paulista: Novos Projetos, Novos Rumos

Data: 17 de julho de 2017

Horário: 14h

Local: Itaú Cultural

Endereço: Av. Paulista, 149 – Bela Vista, São Paulo – SP

Grátis. Vagas limitadas.

Inscrições: https://goo.gl/forms/V5l6UO1XCntdFhDq1

Refluxo lidera indicações ao 30º Prêmio Shell de Teatro

Agência Indusnet Fiesp

Refluxo, montagem original do Sesi-SP, concorre a três categorias do 30º Prêmio Shell de Teatro de São Paulo, uma das mais importantes premiações nacionais. Angela Ribeiro foi indicada na categoria Autor, com o texto desenvolvido na 7ª turma do Núcleo de Dramaturgia Sesi-British Council, e Eric Lenate, nas categorias Direção e Cenário. A lista dos indicados do primeiro semestre de 2017 foi divulgada nesta terça-feira (11 de julho).

Ao longo da temporada no Mezanino do Centro Cultural Fiesp, encerrada no último dia 2 de julho, a peça atingiu a marca de maior público do espaço até hoje, entre os espetáculos inéditos, com um total de 2.977 espectadores.

Outra montagem de sucesso do Sesi nesse começo de ano, a inédita Pagliacci, da Companhia LaMínima, também recebeu uma indicação na categoria Música, para o diretor musical Marcelo Pellegrini, responsável pelas composições e arranjos originais.

Os grandes vencedores da premiação serão anunciados no primeiro trimestre de 2018.

Pagliacci é indicada a três categorias do Prêmio APCA 2017

Agência Indusnet Fiesp

Pagliacci, produção original do Sesi-SP, recebeu três indicações dos críticos da APCA (Associação Paulista de Críticos de Arte) para o prêmio 2017 destinado a peças em cartaz no primeiro semestre. Luis Alberto de Abreu concorre na categoria de melhor autor; Chico Pelúcio, na de melhor diretor, e o ator Fernando Sampaio – fundador da companhia de teatro LaMínima ao lado de Domingos Montagner – disputa o título de melhor ator pela peça.

Em cartaz de março a 2 de julho no Centro Cultural Fiesp, a montagem encantou 22.573 pessoas, que puderam sentir toda a magia e emoção do espetáculo idealizado por Sampaio e Montagner para celebrar duas décadas de uma das companhias mais importantes de circo do país, o LaMínima Circo e Teatro.

Na história, Fernando Sampaio vive o divertido palhaço Sílvio, que se apaixona pela esposa do chefe da trupe de palhaços em que atua. Enquanto esse triângulo amoroso se desenrolava, o público também se divertia com a situação da trupe, que decide abandonar suas origens e encenar um drama refinado.

Pagliacci inaugurou a mostra especial do Sesi-SP em homenagem à trajetória dos palhaços Agenor e Padoca, criados pelos atores Fernando Sampaio e Domingos Montagner.  Foram 20 anos da companhia contados em uma exposição inédita com figurinos e fotos, apresentações dos espetáculos de repertório, que fizeram a história do grupo, e apresentação da inédita Pagliacci, tudo com entrada gratuita.

Abaixo a lista dos indicados a melhores do primeiro semestre de 2017 pela APCA, divulgada nesta terça-feira (4 de julho):

AUTOR

Arthur Ribeiro e André Curti (Gritos)
Luis Alberto de Abreu (Pagliacci)

Pablo Capistrano e Iracema Macedo (Jacy)

ATOR

Fernando Sampaio (Pagliacci)
Gustavo Falcão (Race)
Sérgio Guizé (Oeste Verdadeiro)

ATRIZ

Adassa Martins (Se Eu Fosse Iracema)
Andrea Beltrão (Antígona)
Grace Passô (Vaga Carne)

DIRETOR

Chico Pelúcio (Pagliacci)
Eric Nowinski (Mil Mulheres e Uma Noite)
Gustavo Paso (Race)

ESPETÁCULO

Antígona
Jacy
Race

Cartier-Bresson ganha exposição inédita no Centro Cultural Fiesp

Raisa Scandovieri, Agência Indusnet Fiesp  

Foi em 1932, com 24 anos de idade, que o francês Henri Cartier-Bresson (1908-2004) adquiriu na cidade de Marselha uma câmera Leica, que se tornou uma extensão do seu olho e transformou para sempre seu interesse casual pela fotografia em paixão. Nos três anos seguintes, Bresson ficou conhecido pela criação de uma das mais originais e influentes narrativas visuais da história.

Em homenagem a esse ícone da fotografia mundial, estreia no próximo dia 18, na Galeria de Fotos do Centro Cultural Fiesp, a exposição inédita no Brasil Henri Cartier-Bresson, primeiras fotografias. As 58 fotos selecionadas pelo curador João Kulcsár são fruto dos quatro primeiros anos de trabalho do fotógrafo francês, famoso pelo conceito do “momento decisivo” (publicado no livro Images a la Sauvette, em 1952). A mostra fica aberta para visitação até 25 de junho, diariamente, das 10h às 20h, com entrada gratuita.

“Henri Cartier-Bresson é um dos mais importantes e influentes fotógrafos do século XX, mas nessa mostra podemos perceber um outro momento dele, o percurso de um jovem fotógrafo durante um período de intensa liberdade e compromisso pelo acaso”, afirma o curador.

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Bresson: um dos mais importantes e influentes fotógrafos do século XX. Foto Reprodução: Helcio Nagamine/Fiesp


Mesmo que na época da produção desses trabalhos ele ainda não tivesse desenvolvido o conceito que viria a influenciar fotógrafos do mundo inteiro, já é possível perceber sua preocupação em capturar momentos únicos, sob a óptica da pintura, sua primeira paixão. Ele mesmo costumava dizer que “a fotografia era um meio de desenhar”.

A descoberta de novas formas de composições, enquadramentos e extensões da imagem que aprimorou são resultado de suas experiências na Academia de André Lhote, na década de 1920, das amizades com precursores do surrealismo, como Max Ernst, e de viagens pela Europa e África. Nessas jornadas, passava os dias flanando em busca da casualidade de cenas impensáveis que via no cotidiano.

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Fotografia de Bresson: novas formas de composição. Foto Reprodução: Helcio Nagamine/Fiesp


“Sempre consternado com muitas questões que pudessem tornar a fotografia de certa forma harmoniosa, ele se empenhava em difundir um senso de geometria ímpar, que o seguiu em suas produções posteriores. Seu trabalho fotográfico exercitou a liberdade e o instinto impulsivo do olhar, presentes, acima de tudo, em seu jeito de pensar, falar, sentir e viver intensamente”, explica Kulcsár.

Henri Cartier-Bresson, primeiras fotografias é a segunda, de quatro exposições do Sesi-SP em parceria com a Magnum Photos, em 2017, para comemorar o aniversário de 70 anos da agência.

Serviço:

Exposição Henri Cartier-Bresson, primeiras fotografias

Curadoria: João Kulcsár

Período: de 18 de abril a 25 de junho de 2017

Horários: diariamente, das 10h às 20h

Local: Galeria de Fotos do Centro Cultural Fiesp (Av. Paulista, 1313 – em frente à estação Trianon-Masp do Metrô)

Grátis. Agendamentos de grupos escolares e sociais podem ser feitos pelo telefone 3146-7439, de segunda a sexta, das 10h às 18h30 ou pelo site www.sesisp.org.br/meu-sesi

Mais informações: www.centroculturalfiesp.com.br

 

 

Novo Centro Cultural Fiesp ganha café nesta terça-feira (28/03)

Isabela Barros, Agência Indusnet Fiesp

É só entrar e ficar à vontade. Conforme o anunciado, foi inaugurado, nesta terça-feira (28/03), o café do novo Centro Cultural Fiesp. Agora, no térreo inferior do prédio da Federação das Indústrias do Estado de São Paulo, na Avenida Paulista, funciona uma unidade da rede Pâtisserie Douce France.

Um achado no meio do burburinho de um dos endereços mais conhecidos da capital, o espaço permite uma pausa para conversar, relaxar, ler, fazer uma reunião de negócios numa das mesas oferecidas no espaço.


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O café no térreo inferior do prédio da Fiesp: mais uma atração do novo Centro Cultural. Foto: Helcio Nagamine/Fiesp


Entre as opções do cardápio, foram campeãs de vendas no primeiro dia de funcionamento da cafeteria o bolo Saint-Honoré (com base de massa folhada com creme de baunilha coberta de carolinas também recheadas de baunilha e chantili) e os croissants de amêndoas.

Reformado e aberto ao público em 19 de fevereiro de 2017, o novo Centro Cultural Fiesp agora tem mais de 5 mil metros quadrados, incluindo galeria de fotos, mais espaços de exposições e um café com vista para um jardim assinado por Burle Marx. Isso além dos já conhecidos Teatro do Sesi-SP e Galeria de Arte do Sesi-SP.

O Centro Cultural Fiesp funciona diariamente das 10h às 20h. Já a Pâtisserie Douce France abre das 8h às 22h.

Serviço

Pâtisserie Douce France – Unidade Fiesp

Avenida Paulista 1313

Térreo Inferior

Das 8h às 22h

Telefone: 3549-4747

www.patisseriedouce.com.br

Mais informações em www.centroculturalfiesp.com.br.

‘Estou surpresa com o que vi’, diz designer sobre o novo Centro Cultural Fiesp

Isabela Barros, Agência Indusnet Fiesp

Bem acomodada em uma das mesas do ponto que, em março, receberá um café no novo Centro Cultural Fiesp, a pedagoga Genedite Yokoyama, de 62 anos, era só elogios ao espaço dedicado à cultura no prédio da Federação das Indústrias do Estado de São Paulo, na Avenida Paulista. A área foi inaugurada neste domingo (19/02).

“São Paulo precisava de um local assim”, disse. “Nunca tinha vindo e agora vou passar a frequentar: todo o meu respeito e a minha gratidão à indústria do estado por ter nos proporcionado esse privilégio”.

Ao seu lado, a estudante Genuska Yokoyama, de 25 anos, concordava com a mãe. “Ficou um espaço muito harmonioso, com tudo combinando bem”, afirmou.

Designer e confeiteira, Silmara Andrade, de 37 anos, gostou de todos os ambientes do novo centro, com destaque para a exposição de esculturas Modulações, instalada numa das novas áreas do centro. “Estou surpresa com o que vi”, disse.

A animação do atendente de call center Caio Wengler, de 18 anos, não era menor. Morador de Ferraz de Vasconcelos, na Zona Leste da capital, ele veio passear na Paulista especialmente para a inauguração do novo espaço do prédio da Fiesp. “Vim com os meus pais, um tio e uma tia”, contou. “Gostei muito, quero vir mais para cá”.

O novo Centro Cultural Fiesp tem agora mais de 5 mil metros quadrados dedicados às artes, o que inclui ambientes para exposições, teatro, cinema, café e um jardim assinado por Burle Marx, entre muitas outras atrações.

A festa de inauguração foi aberta com uma apresentação da Bachiana Filarmônica do Sesi-SP e encerrada por um show dos irmãos Luciana Melo e Jairzinho, no final do dia. Isso além da apresentação, às 19h, da peça Tróilo e Créssida no Teatro do Sesi-SP.

Para saber mais, só clicar aqui.

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Área de convivência do novo Centro Cultural Fiesp ficou lotada durante todo o domingo. Foto: Helcio Nagamine/Fiesp

Originais do Samba para comemorar o aniversário de São Paulo no Centro Cultural Fiesp

Agência Indusnet Fiesp 

No feriado de 25 de janeiro, às 12h, Os Originais do Samba agitam o 463º aniversário de São Paulo em show gratuito, no palco externo do Centro Cultural Fiesp, em frente à estação Trianon-Masp, na Avenida Paulista.

O grupo, que já soma 56 anos de carreira, surgiu na mesma época que o samba-rock começou a despontar nos redutos do samba da cidade de São Paulo, sendo responsável por difundir o ritmo com grandes sucessos, principalmente de Jor Ben Jor. Cadê Teresa foi um desses hits que ganhou projeção na década de 1960.

O repertório da apresentação Não Deixe o Samba Morrer, da próxima quarta-feira, traz o samba de mesmo nome, além de Mas que Nada, Do lado Direito da Rua DireitaNa subida do Morro, Pega Ladrão, entre outras composições da música popular brasileira.

Da primeira formação, o grupo conta com o Bigode, Arlindo Vaz Gemino (voz e pandeiro). Junto com ele, há 17 anos, estão Marcos Roberto Da Silva (voz e cavaco), Rogério dos Santos (voz e violão) e Jadir José da Silva Junior (voz). O grupo foi criado no Rio de Janeiro, em 1961 com Mussum, Rubão, Bigode, Bidí, Chiquinho e Lelei. Os Originais do Samba alcançaram grande popularidade por sua simpatia e picardia nas performances descontraídas.

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O grupo Originais do Samba: 56 anos de clássicos. Foto: Divulgação


A discografia passa dos 20 álbuns, tendo o grupo participado de centenas de gravações com importantes artistas como Chico Buarque (1944) e Jair Rodrigues (1939-2014).

Outras atrações

No mesmo dia, o público ainda poderá conferir a exposição em cartaz Tesouros Paulistas, e se programar para assistir ao espetáculo Tróilo e Créssida, que retornou em curta temporada, até 19 de fevereiro. Para o teatro, as reservas podem ser feitas pelo Meu SESI (http://www.sesisp.org.br/meu-sesi), para serem trocadas na bilheteria e, os ingressos remanescentes, são distribuídos para a fila de espera no local, quinze minutos antes da apresentação.

Ficha técnica: Voz e pandeiro: Arlindo Vaz Gemino | Voz e cavaco: Marcos Roberto Da Silva | Voz e violão: Rogério dos Santos | Voz: Jadir José da Silva Junior | Contrabaixo: Daniel Paiva dos Santos | Teclado: Rafael Gomes Santiago | Bateria: Walter Barros Baroni| Percussão: Sergio Donizeti da Silva, Paulo de Sousa Farias e Hugo Silva de Lima.

SERVIÇO

Os Originais do Samba

Local: No palco externo do Centro Cultural Fiesp – Avenida Paulista, 1.313, em frente à estação Trianon-Masp do metrô.

Dia: 25 de janeiro, às 12h

Duração: 60 min.

Classificação indicativa: livre

Gênero: popular

Entrada gratuita

Exposição inédita reúne ícones da história da arte brasileira no Centro Cultural Fiesp

Raisa Scandovieri, Agência Indusnet Fiesp 

A exposição Tesouros Paulistas, que estreia no dia 13 de dezembro na Galeria de Arte do Sesi-SP, no Centro Cultural Fiesp, reúne uma seleção inédita de peças do cotidiano dos Palácios dos Bandeirantes (São Paulo) e Boa Vista (Campos do Jordão). As obras, que vão do período colonial ao Modernismo brasileiro, ficam em cartaz diariamente, das 10h às 20h, até 28 de fevereiro. A entrada é gratuita.

Dividida em três núcleos temáticos – Memória das ColeçõesO objeto como crônica de costumes e A figura como expressão –, a exposição apresenta 322 obras, algumas reconhecidas por instituições internacionais, como é o caso do Museu de Arte Moderna (MoMA). Prestigiado, o museu nova-iorquino já fechou um acordo para que os quadros de Tarsila do Amaral, que estarão expostos primeiramente na exposição Tesouros Paulistas, sigam para uma temporada em solo norte-americano em 2018.

Uma mesa digitalem que o visitante vai poder ver projeções das peças acompanhadas pelas histórias de seus diversos usos ao longo do tempo, além de algumas curiosidades sobre elas, também fará parte da mostra.

“Essa é uma exposição que revela não só as próprias obras, mas os seus contextos de tempo e de espaço. É uma grande oportunidade de levar ao público da Av. Paulista obras importantes da história da arte brasileira, preservadas há mais de um século nos palácios do governo de São Paulo”, comenta a curadora do Acervo Artístico-Cultural dos Palácios Ana Cristina Carvalho.

Algo antigo, algo novo

Mobiliário, objetos decorativos e utilitários, pinturas, esculturas e gravuras dão as boas-vindas aos visitantes logo na entrada da mostra. As peças, adquiridas para integrar o cotidiano doméstico dos palácios – verdadeiros museus-casa –, revelam a moda colecionista de decoração da época em que foram adquiridas.

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Oratório da Paixão, do século 18, vindo da Bahia, é uma das peças da exposição. Foto: Divulgação


De um lado, o passado colonial do Brasil está presente nos móveis e imagens sacras. Os períodos imperial e a primeira república estão representados nas porcelanas importadas da Europa, com influências principalmente francesas. De outro, a vasta coleção de arte moderna brasileira que destaca expoentes do movimento: desde os pioneiros Anita Malfatti (A Ventania,1915) e Victor Brecheret (Bailarina, déc. 1920), até os consolidadores Tarsila do Amaral (Operários, 1933); Alfredo Volpi (Bandeirinhas, 1970), Clóvis Graciano (Frevo, 1953), entre outros.

O visitante ainda poderá conferir exemplares de movimentos artísticos importantes como o Abstracionismo, com Tomie Ohtake (Cinza e Vermelho, 1977) e Samson Flexor (Formas Superpostas, 1951); a linguagem figurativa de Cândido Portinari (Bandeirante, 1955), Di Cavalcanti (Mulher e Paisagem, 1931), Flávio de Carvalho (Retrato de Ana Maria Fioca, 1951) e Tomás Santa Rosa (Natureza morta, s/data); além de algumas peças da arte sacra brasileira, como São José de Botas, de Aleijadinho.

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O quadro Operários, de Tarsila do Amaral, é um dos destaques da mostra. Foto: Divulgação


A coleção de louçaria histórica conduzirá o visitante por uma viagem ao estilo de vida do início do século XX. Mais do que utensílios, as peças monogramadas das antigas famílias paulistas e marcadas com os brasões dos serviços de banquete dos Palácios do Governo evocam momentos célebres do cotidiano palaciano, como a ocasião da visita da família real britânica ao Brasil em 1968.

Viagem ao Amazonas 

Outro destaque é a série de 100 pinturas do artista pernambucano José Cláudio da Silva. As telas são resultado de uma expedição à região amazônica, liderada pelo zoólogo e compositor brasileiro Paulo Vanzolini, em 1975. Durante a viagem, o pintor retratou o dia a dia dos povos ribeirinhos e as paisagens exuberantes da região.

O público poderá ouvir, durante a visita, os detalhes da viagem e curiosidades da produção das telas expostas contados em áudio pelo próprio artista.

Serviço:

Tesouros Paulistas – Coleções de arte dos Palácios do Governo do Estado de São Paulo
Período: de 13 de dezembro de 2016 a 28 de fevereiro de 2017
Horário: diariamente, das 10h às 20h (com entrada até 19h40)
Local: Galeria de Arte SESI-SP (Av. Paulista, 1313 – em frente à estação Trianon-Masp do Metrô)
Classificação indicativa: Livre
Grátis. 
Mais informações em www.sesisp.org.br/cultura.

Sobre o Acervo de arte dos Palácios do Governo do Estado de São Paulo
O acervo de arte dos Palácios do Governo do Estado de São Paulo reúne peças que acompanham a história dos edifícios, desde a primeira sede de governo, no Pateo do Collegio (1765 a 1932), aos palácios dos Campos Elíseos (1911 a 1965), do Horto (1949 a 2012), dos Bandeirantes e Boa Vista (ambos desde 1964).

Em homenagem a Fauzi Arap, Sesi-SP apresenta suas peças no Centro Cultural Fiesp

Agência Indusnet Fiesp

Durante os meses de dezembro, janeiro e fevereiro, os palcos do Centro Cultural Fiesp – Ruth Cardoso vão receber peças de um dos mais importantes dramaturgos e encenadores do teatro brasileiro: Fauzi Arap. Em um projeto com idealização de Denise Fraga, Nilton Bicudo, Elias Andreato, José Maria e Fábio Atui, além da curadoria de Aimar Labaki, serão apresentadas três leituras e três montagens de espetáculos de Arap.

Na programação, a montagem e estreia do último texto dramatúrgico do autor (“A Graça do fim”, apresentações de outras duas obras de destaque de sua produção artística (“Chorinho” e “Coisa de Louco”) e leituras dramáticas de textos emblemáticos de sua dramaturgia visceral e poética (“Às margens do Ipiranga”, “Mocinhos Bandidos” e “O mundo é um moinho”).

“Somos todos um pouco filhos de Fauzi Arap. Alguns diretamente o tivemos como mestre, amigo, diretor. Outros, como espectadores e leitores, por ser sua obra daquelas que mais do que marcar, impregnam. De uma forma ou de outra, não se passa incólume por ele”, afirma Aimar Labaki, curador do projeto.

“Publicar, produzir, dirigir, dizer as palavras de Fauzi é uma forma de preservar sua memória e divulgar sua obra, mas também é uma maneira de prolongar a convivência e o aprendizado com essa figura central da cultura brasileira da segunda metade do século XX e de nossas vidas.

Denise Fraga, que foi uma das idealizadoras do projeto e esteve no elenco de “Chorinho”, apresentado nesta segunda-feira (01/12), conta que, até hoje, lembra das orientações do dramaturgo. “Trabalhei com Fauzi pela primeira vez em 1996. Desde então nunca mais fiz uma peça, um filme ou encarei qualquer personagem sem me lembrar do que ouvi dele”, diz.

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Denise Fraga (no fundo), em cena com o espetáculo "Chorinho", no Centro Cultural Fiesp. Foto: Everton Amaro/Fiesp

“Às vezes, estou em cena e o sinto, como que soprando em meu ouvido: ‘Inventa uma loucura interpretativa qualquer! O teatro não pode ser banal! Não me obedeça! Se aproprie!’. Fauzi era um mestre e me sinto privilegiada pelas tantas vezes que sentei naquele escritório. ‘Mergulhe! Viva! Não se esqueça da alegria de representar! Use a sua insatisfação criativa!’”, lembra a atriz.

Confira a programação completa no site do Sesi Cultura.


Serviço

Homenagem à Fauzi Arap

Data: 1°, 2, 8, 9, 15 e 16 de dezembro e de 30 de janeiro a 22 de fevereiro

Local: Centro Cultural Fiesp

Censura: 12 anos

Entrada gratuita 

Reservas de ingresso on-line pelo site www.sesisp.org.br/meu-sesi

Serão distribuídos ingressos remanescentes uma hora antes do início de cada espetáculo, na bilheteria do Teatro.